UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE DESPORTOS
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Campus Universitário - Trindade 88.040-900 Florianópolis-SC-Brasil Fone: (048) 3721-9462 - Fax: (048) 3721-9368 –
e-mail: [email protected]
Curso: Bacharelado em Educação Física
Disciplina: DEF 5841 - Teoria e Metodologia dos Esportes de Aventura Carga Horária: 72 h/a semestrais (54 h/a teórico/práticas e 18 h/a PCC) Pré-requisitos: Sem pré-requisito
Professor: Mauricio Camaroto. E-mail: [email protected] Encontros: 3as feiras - 8:20-11:50
PLANO DE ENSINO - 2020/1
1. EMENTA
Atividades físicas na natureza, de aventura e de equilíbrio na educação ambiental: classificação e perspectivas de intervenção. Fundamentação básica e vivência prática de diferentes atividades físicas ao ar livre. Prática pedagógica, sob orientação e supervisão docente, compreendendo atividades de observação dirigida ou experiências de ensino.
2. OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL
Contribuir na formação de profissionais de Educação Física qualificados para intervir, acadêmica e profissionalmente, na orientação e ensino de atividades ligadas à natureza e à aventura em diferentes instituições, por intermédio de diferentes manifestações e expressões do agir humano.
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Fornecer subsídios teóricos e práticos para a atuação com as atividades de aventura no ambiente escolar;
- Discutir e trabalhar as relações de ensino-aprendizagem das atividades de aventura em ambiente escolar;
- Fornecer subsídios teóricos e práticos para a contextualização das atividades físicas no meio natural;
- Oportunizar a aquisição e a aplicação de conhecimentos inerentes aos esportes de aventura; - Possibilitar a participação e organização do ensino e/ou de eventos, relacionados com as atividades
de aventura;
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1: Aspectos introdutórios e generalização das atividades física de aventura. - Introdução aos estudos ambientais
- Concepções, valores e princípios
- Relações entre os seres humanos e a natureza
- Atuação do profissional de Educação Física com a Educação Ambiental nos diversos ambientes
UNIDADE 2: Esportes de aventura e suas interfaces
- Concepções, histórico, características e classificações dos esportes de aventura
- Classificação das atividades de aventura quanto aos elementos (água, terra e ar) e ambientes (naturais e urbanos)
- Esportes de aventura em ambientes naturais
- Esportes de aventura em ambientes urbanos e artificiais
UNIDADE 3: Elementos orientadores, legisladores e técnicos das atividades de aventura
- Legislação específica - Elementos técnicos
- Procedimentos e materiais de segurança durante a aplicação e prática das modalidades - O risco
UNIDADE 4 – Intervenção em atividades físicas de aventura na natureza, nos diferentes contextos da sociedade.
- Processos pedagógicos das modalidades
- Desenvolvimento de aulas práticas abordando diferentes modalidades de esportes de aventura para diversas faixas etárias
4. METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida por meio de aulas teóricas e práticas online síncronas e assíncronas. Atividades síncronas com a presença e interação entre professor e aluno; atividades assíncronas com envio de material e realização de tarefas.
A prática pedagógica será desenvolvida em dois momentos: no primeiro momento através da elaboração do projeto de práticas de aventura e jogos ambientais); no segundo momento por meio da apresentação destes.
5. AVALIAÇÃO
A nota final será atribuída a partir média aritmética das seguintes avaliações ao longo do semestre*: - Possibilidade de atividades online: (vídeos aulas, palestras, lives assistidas; seminários, entrevistas, apresentações, relatórios entregues).
- Entrega e avaliação do projeto de atividade/jogo online. - Apresentação do projeto/jogo online.
*Poderão haver alterações conforme necessidade da disciplina.
O acadêmico com frequência suficiente que não tendo alcançado média semestral conforme consta no regulamento dos Cursos de Graduação da UFSC (Resolução 017/CUn/97), poderá realizar uma avaliação de recuperação que será composto por uma prova individual compreendendo questões objetivas e dissertativas sobre todo o conteúdo desenvolvido na disciplina.
6. Cronograma
No Data CH Modalidade Conteúdo Estratégia
1 1/9 4h/a Síncrona APRESENTAÇÃO: Professor, Plano Ensino Disciplina,
Cronograma. Diagnóstico inicial. Ver possibilidades, discutir metodologia do semestre, dividir grupos, organizar tarefas. Introdução contextualização da disciplina.
Webconferência, chat
2 4h/a Assíncrona Educação Ambiental Vídeo aula/leitura
de texto
3 4h/a Assíncrona Documentário: Uma gota (relatório) Vídeo aula/leitura
de texto
4 22/9 4h/a Síncrona Discussão documentário, divisão artigos, Preparação do
jogo (ideias)
Webconferência, chat
5 4h/a Assíncrona Artigos: leitura, apresentação e discussão Fórum de
discussões
6 6/10 4h/a Síncrona Apresentação Seminário 1: jogo ambiental Parte 1 Webconferência,
chat
7 13/10 4h/a Síncrona Apresentação Seminário 1: jogo ambiental Parte 2 Webconferência,
chat
8 4h/a Assíncrona Esportes de aventura e contextualização Vídeo aula/leitura
de texto
9 4h/a Assíncrona Conceitos, histórico, características e classificações dos
esportes de aventura
Vídeo aula/leitura de texto
10 4h/a Assíncrona Conceitos, histórico, características e classificações dos
esportes radicais
Vídeo aula/leitura de texto
11 4h/a Assíncrona Regulamentações, equipamentos de segurança e proteção Vídeo aula/leitura
de texto
12 17/11 4h/a Síncrona Palestra: Educação Ambiental e Esportes de Aventura –
Jan Lorenzon
13 24/11 4h/a Síncrona Discussão Palestra e preparação para seminário de esportes
Webconferência, chat
14 1/12 4h/a Síncrona Apresentação Seminário 2: projeto de dia da aventura Parte
1
Webconferência, chat
15 8/12 4h/a Síncrona Apresentação Seminário 2: projeto de dia da aventura Parte
2
Webconferência, chat
16 15/12 4h/a Síncrona Avaliação e encerramento da disciplina Webconferência,
chat
7. BIBLIOGRAFIA
7.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA (online)
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a base. MEC – Brasília, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/a-base
FRANCO, L. C. P. Atividades físicas de aventura na escola: uma proposta pedagógica nas três dimensões do conteúdo. 2008. 134f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Motricidade) – Departamento de Educação Física, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2008.
Grupo de Pesquisa em Educação Física Escolar (GPEF/USP). Relatos de Experiências. Disponível em: http://www.gpef.fe.usp.br/index.php/relatos-de-experiencia/
MARTINS, C. Prática de esportes de aventura na escola e o risco calculado: manual sobre as normas de segurança. Dissertação (Mestrado) - Fundação Oswaldo Aranha. Centro Universitário De Volta Redonda. Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente. Volta Redonda, 2016.
PORTELA, Andrey. O esporte de aventura na educação física: formação e atuação dos professores. 163 p. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2013.
7.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (física e online)
ALEXANDRE A. F. (2003) Políticas de resolução de conflitos socioambientais no Brasil - O
papel do Ministério Público e dos movimentos ambientalistas na ilha de Santa Catarina.
Editora UFSC.
BERNARDES, L. A. (Org.) Atividades e esportes de aventura para profissionais de Educação
Física. São Paulo: Phorte, 2013.
CORNELL, J. Brincar e aprender com a natureza: um guia sobre a natureza para pais e professores. Tradução de Maria Emília de Oliveira L. 2. ed. São Paulo: Senac Melhoramentos, 1996.
MARINHO, A.; UVINHA, R. R. (Org.) Lazer: esporte, turismo e aventura – a natureza em foco. Campinas: Alínea, 2009.
PAIXÃO, J. A. O instrutor de esporte de aventura no Brasil e os saberes necessários à sua
atuação profissional. Curitiba: CRV, 2012.
PEREIRA, D. W.; ARMBRUST, I. Pedagogia da aventura: os esportes radicais, de aventura e de ação na escola. Jundiaí: Fontoura, 2010.
SCHWARTZ, G. M. (Org.). Aventuras na natureza: consolidando significados. Jundiaí, SP: Fontoura, 2006.
SERRANO, C. (Org.) A educação pelas pedras: ecoturismo e educação ambiental. São Paulo: Chronos, 2000.