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REGULAMENTO DAS MODALIDADES DE AEROMODELISMO AMADOR DE 2015:

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Academic year: 2021

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REGULAMENTO DAS MODALIDADES DE AEROMODELISMO AMADOR DE 2015:

- CAMPEONATO DE ACROBACIAS FAI E IMAC.

- MODALIDADES POUSO DE PRECISÃO E URUBU FLY.

1 – REGRAS GERAIS

1 – Definições 

2 – Entes Oficiais do Campeonato  3 – Modalidades em disputa  4 – Calendário do Campeonato  5 – Características do Aeromodelo  6 – Número de Modelos 

7 – Competidores  8 – Ajudantes  9 – Juízes 

10 – Local de Voo  11 – Ordem de Voo  12 – Direção do Vento  13 – Manobras e Fator K  14 – Execuções das manobras  15 – Pontuações das Manobras 

16 – Pontuação Final da Etapa e do Campeonato  17 – Guia para Juízes no Julgamento de Manobras  18 – Premiação 

19 – Responsabilidades dos Clubes quando da organização de sua etapa. 

20 – Horário das Provas. 

 

2 – MODALIDADES DE ACROBACIA FAI 3 – MODALIDADES DE ACROBACIA IMAC 4 – MODALIDADES FESTIVAS

5 – DESCRIÇÃO DOS SÍMBOLOS DA ARESTI E EXEMPLOS

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DE TERMINOLOGIA.

    

1 – REGRAS GERAIS

1 – Definições 

1.1 ‐ Aeromodelo Motorizado Rádio Controlado. 

Aeromodelo,  mas  não  um  helicóptero,  que  é  aerodinamicamente  manobrado por superfície(s) de controle em atitude, direção e altitude por  um piloto no solo usando um rádio controle. 

 

1.2 – Campeonato 

O Campeonato será composto por no mínimo 03 (três) e por no máximo 05  (cinco) etapas. 

O critério de descarte é: para 05 provas realizadas: N‐1; para 04 ou menos  provas realizadas: não há descarte. 

O campeonato é de pilotos (competidores). 

  1.3 – Etapa

É quando todos os competidores inscritos para esta etapa foram chamados  para as tentativas de voo em cada uma das modalidades em que  há  inscrições. 

1.4 – Tentativa de Voo 

1.4.1 ‐ Para Prova de Acrobacia FAI e IMAC. 

O competidor terá até três minutos para ligar o motor. Caso não  consiga, terá esta tentativa perdida. Se o motor apagar, poderá ser  religado se estiver dentro do tempo de 3 minutos. A tentativa de voo  será considerada realizada se o aeromodelo sair do chão. 

1.5 – Número de Tentativas 

Cada  competidor  terá  uma  Tentativa  para  cada  Voo  Oficial  para  as  categorias de FAI e IMAC, exceto em casos fortuitos, conforme nota a seguir. 

  

Nota: Uma Tentativa de Voo poderá ser repetida, a exclusivo critério  do Diretor da Prova, caso razões fora de controle do competidor  impeçam de dar partida no motor (ex.: rádio, interferência) ou o  obriguem a interromper o voo (ex.: revoada de pássaros ou barulhos  que possam atrapalhar durante o voo). Nesse caso a pontuação dos  juízes recomeçará na manobra que foi interrompida. 

1.6 – Voo Oficial  

É quando uma Tentativa de Voo é realizada, independentemente  de seu resultado.  

     

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2 ‐ Entes Oficiais do Campeonato  

 

Todos os Competidores, Participantes e Clubes reconhecem como Entes Oficiais do  Campeonato, os seguintes: 

 

2.1 –FEDERAÇÃO  GAUCHA  DE AEROMODELISMO – FEGAER responsável pela  organização do Campeonato.  

 

2.2 – CLUBES ‐ participantes como sedes dos eventos.

 

2.3  –  DIRETOR  DE  PROVA  –  Será  indicado  pela  Federação  Gaúcha  de  Aeromodelismo – FEGAER, uma semana antes da prova. Este Diretor não poderá  competir  nessa  etapa,  e  a  ele  cabe  fazer  com  que  a  etapa  transcorra  normalmente  quanto  a  sua  parte  técnica,  e  resolver  problemas  que  eventualmente surgirem no decorrer da etapa. Atuará como Juiz de segunda  instância para dirimir questões que surjam entre os Juízes de Linha e ou Juiz de  Pista. De sua decisão cabe recurso à JUNTA DESPORTIVA DA FEGAER, a ser  definida pelo Diretor de Prova.  

É imprescindível que esta pessoa tenha conhecimento técnico das modalidades  em disputa e suas regras. 

 

2.4 – JUIZ DE LINHA – São os responsáveis pelo julgamento das apresentações dos  competidores nas modalidades de Acrobacia FAI e IMAC. 

Julgarão conforme as regras e orientações do campeonato, utilizando‐se das  planilhas oficiais do Campeonato. 

Reportam‐se ao Diretor de Prova, De suas decisões cabendo recurso ao Diretor de  Prova. 

2.5 – JUIZ DE PISTA – É o responsável pela partida e cronometragem do tempo  definido para a categoria FAI, bem como verificar o Box durante a execução das  manobras.  

Atuará  conforme  as  regras  e orientações  do  campeonato,  utilizando‐se  das  planilhas oficiais do Campeonato para registro dos resultados de cada bateria.  

Reporta‐se ao Diretor de Prova. De suas decisões cabendo recurso ao Diretor de  Prova. 

 

2.6 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS / RECURSOS: As planilhas de pontos  dos  juízes  numa  determinada  categoria,  serão  divulgadas  até 60  (sessenta)  minutos após o encerramento dos voos da categoria. Para serem referenciadas,  as planilhas serão identificadas com J1, J2, J3 ou até J4 e J5.  

Protestos serão aceitos até 30 (trinta) minutos após a divulgação das planilhas,  desde que entregues ao Diretor de Prova, escritos e acompanhados de um  cheque caução ou valor em espécie de R$ 50,00, por protesto. 

Estes protestos deverão ser julgados pelo Diretor de Prova antes da divulgação da 

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Premiação. 

Do julgamento do Diretor de Prova cabe recurso à Junta Desportiva da FEGAER  por escrito e acompanhado de cheque caução no valor ou valor em espécie de  R$ 50,00, por recurso, e não impedem a premiação da etapa, serão julgados até  15 dias depois de apresentados, tendo suas deliberações e ação retroativa ao já  ocorrido, quando for o caso. Fundamentalmente poderá influir na pontuação dos  Competidores  e  dos  Clubes  e,  por  conseguinte  no  posicionamento  no  campeonato. 

 

Tanto o recurso apresentado ao Diretor de Prova e/ou apresentado à Junta  Desportiva  da  FEGAER,  se  julgados  procedentes,  o  Protestante  terá  seu(s)  cheque(s) caução ou valor(es) em espécie devolvido(s) e no caso de julgados  improcedentes terá seu(s) cheque(s) ou valor(es) em espécie encaminhado(s)  ao  Departamento Financeiro da FEGAER para compensação bancária ou depósito. 

Protestos orais dos competidores e seus ajudantes, contra outros competidores  e/ou aos juízes e/ou ao Diretor de Prova e/ou a FEGAER, podem a critério do  Diretor de Prova, desclassificar o competidor na etapa. 

 

3 – Modalidades em disputa 

3.1– ACROBACIA  

3.1.1 – ACROBACIA FAI‐F3A – Para aviões conforme item 5.1.  

3.1.2 – ACROBACIA FAI‐AVANÇADO – Para aviões conforme item 5.1.  

3.1.3 – ACROBACIA MINI FAI – Para aviões conforme item 5.1. 

3.1.4 –ACROBACIA IMAC – Para aviões Esporte‐escala, conforme definição do  item 5.2. 

Nota1: Nas provas acrobáticas, além da IMAC, cada competidor poderá se  inscrever também em apenas uma das sub‐categorias 3.1.1, 3.1.2 ou 3.1.3  em cada etapa, desde que respeitado o disposto na Nota 3, abaixo.

 

 

Nota2: Os juízes e o Diretor de Prova tem o direito de verificar o peso, o tipo  de avião, enfim o que considerarem pertinente e esclarecedor, a qualquer  momento da competição. 

 

Nota3: A primeira inscrição do piloto no Campeonato definirá a categoria  em que participará se na Acro FAI‐F3A, Acro FAI‐AVANÇADO ou Acro MINI  FAI. O Piloto poderá migrar para a Acro acima em qualquer momento do  Campeonato, porém a partir daí, não poderá retornar para baixo. 

Ou seja: a migração só é possível ascendente. 

Os pontos obtidos numa categoria não acompanham o Piloto em outras  categorias. 

 

Nota 4: A FEGAER poderá promover, para o ano seguinte, a ascensão de  categoria  para  os  3  primeiros  colocados  das  acrobacias  Mini‐  FAI  e  Avançado, e para os ganhadores de qualquer etapa destas categorias no  ano anterior. 

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4 – Calendário do Campeonato   

As provas se realizarão nas datas e locais previamente definidos pelo Calendário  FEGAER, que será construído em comum acordo com os clubes. 

O Calendário FEGAER terá divulgação permanente através do site  www.fegaer.org.br ou pela página da rede social facebook . https://www.facebook.com/fegaer?ref=br_rs. 

Nota 1 : Todas as etapas serão realizadas das 08:30 h de Sábado até as  17:30 h do Domingo, podendo ou não ter horário de parada para almoço. 

Nota 2 : No caso de mau tempo que impeça a realização da etapa, essa  etapa será adiada ou desconsiderada  para o Campeonato.

 

5 – Características do Aeromodelo 

5.1 – Aviões para Acro FAI‐F3A, FAI‐AVANÇADO, MINI FAI. 

5.1.1 – Peso máximo: 

5.1.1.1 –Acrobacia FAI F3A: Até 5 quilos com tolerância de mais 1% pesado sem combustível, e com baterias de propulsão no caso de avião elétrico. 

      5.1.1.2– Demais categorias: Peso Livre. 

5.1.2 – Dimensões:  

5.1.2.1 – Máxima de 2 x 2 metros nas Acro F3A, Avançada. 

5.1.2.2 – Máxima de 1.75 x 1.75 metros na Acro Mini‐FAI. 

5.1.3 – Propulsão  

5.1.3.1‐Motor a Pistão – sem restrições, Quanto ao combustível, não  poderá ser sólido, gasoso ou gasoso liquefeito.  

5.1.3.2  ‐ É obrigatório o uso de silenciador original do motor ou  melhor.O uso de silenciadores tipo “Pipe” é permitido em todas as  categorias.  

5.1.3.3 ‐Motor Elétrico – máximo de 42 volts. 

5.1.4 – Trem de pouso – Todos os aviões voarão com seu trem de  pouso  completo:  duas rodas  principais e  uma  bequilha,  retrátil ou fixo.  

5.1.5 – Nenhuma parte poderá ser alijada do avião, antes, durante ou  depois do voo. 

5.1.6 ‐ O modelo deverá, após o pouso, ter autonomia de realizar uma  nova decolagem. 

5.1.7 –  Equipamento  de  Rádio:  Não  haverá  limitações  nos  equipamentos  mecânicos  ou  de  rádio  usados  pelo  competidor.  

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5.1.8 – É proibido o uso de auto‐pilotos que utilizem inércia, gravidade ou  qualquer  referência  terrestre  ou  ainda,  dispositivos  de  auto‐

nivelamento. 

Nota: Cabe a qualquer momento, antes, durante ou depois da  prova, ao diretor de prova verificar os itens listados acima para as  categorias de FAI.  

 

5.2 – Aviões para Acrobacia IMAC. 

5.2.1 – Peso máximo: Livre.  

5.2.2 – Dimensão: livre, desde que seja escala de avião real acrobático.  

São exemplos de aeronaves reais acrobáticas: Cap, Edge, Extra, Gilles, Laser,  Pitts, Raven, Sukhoi, Tucano, Ultimate, Yak. 

5.2.3 – Propulsão  

5.2.3.1 –Motor  a Pistão  –  sem restrições, exceto  quanto  ao  combustível que não poderá ser sólido, gasoso ou gasoso  liquefeito.  

5.2.3.2 – Motor Elétrico – sem restrições.  

5.2.3.3 – É permitido o uso de escapes que não sejam os originais.  

5.2.4 – Equipamento de Rádio: Não haverá limitações nos equipamentos  mecânicos ou de rádio usados pelo competidor.  

5.2.5 – É proibido o uso de auto‐pilotos que utilizem inércia, gravidade ou  qualquer referência terrestre.  

 

      Nota: Cabe a qualquer momento, antes, durante ou depois da prova,        ao diretor de prova verificar os itens listados acima para as 

      categorias de IMAC. 

 

6 – Número e quantidade de competidores por Modelo  

6.1 – Dois pilotos poderão utilizar um determinado aeromodelo, em uma mesma  categoria das provas de acrobacia Mini‐FAI e nas categorias de IMAC. 

 

6.2 Na categoria FAI‐F3A e FAI‐Avançada apenas um piloto por avião. 

 

6.3 Em todas as categorias o piloto poderá apresentar avião titular e reserva, nunca  ultrapassando a soma de dois aviões por piloto, e sendo observados os itens 6.1  e 6.2.  

 

7– Competidores 

7.1  –  São  considerados  pilotos  competidores,  todos  os  que  efetuarem  regularmente suas inscrições em cada etapa e em cada modalidade em que  pretenda competir. Isto inclui: 

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7.1.1 – Pagamento da taxa, por etapa e por competidor nas modalidades  de acrobacia, como segue: 

Nas etapas: R$ 25,00 para a Mini FAI e R$ 50,00 para as demais  categorias. 

 

7.1.2 – Inscrição prévia via site da FEGAER. 

7.1.3 – Excepcionalmente serão aceitas inscrições no dia das provas. 

  8 – Ajudantes 

8.1 – Cada competidor poderá ter um ajudante durante o voo. 

8.2 – Dois ajudantes podem estar presentes durante a partida do motor. 

8.3 – É proibido ao ajudante tocar o transmissor após iniciado o voo, acarretando  na perda do voo, caso isso ocorra. 

  9 – Juízes 

9.1 – A FEGAER nomeará, dentro de seu quadro e dentre os presentes, que  possuam capacidade e disponibilidade, os juízes que atuarão em cada evento. 

9.2 – Os juízes serão em número de três, para as provas de acrobacia. Ao juiz  central caberá a tarefa de controlar os limites do box de voo, caso não exista o juiz  de pista. 

9.3 – O trabalho dos juízes será coordenado pelo Diretor de Prova, ao qual também  cabe dar andamento ao cronograma. 

10 – Local de Vôo 

A área de voo deverá ter dimensões suficientes para permitir a realização das  manobras, sem obstrução e sem sobrevoar a área dos juízes e dos expectadores. 

O espaço dentro do qual serão realizadas as manobras das modalidades FAI é  determinado por ângulos tendo como ponto de partida o piloto. Os limites laterais  são de 60° (sessenta graus), para cada lado do piloto e o limite superior é de 60° 

(sessenta graus). A linha de voo tem profundidade aproximada de até 150 metros. 

 

11 – Ordem de Voo   

A ordem de realização dos voos será estabelecida por sorteio, antes do início da  primeira bateria de cada categoria. 

As baterias subsequentes terão a ordem de voo alterada, de acordo com o número  de competidores na respectiva categoria. 

 

12 – Direção do vento.  

 

O Diretor de Prova determinará a direção da decolagem. Quando o vento estiver a  mais de 60° em relação ao eixo da pista, o piloto poderá definir a posição de  decolagem, o que automaticamente define a direção da realização das manobras, 

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entendendo‐se como sentido de decolagem o sentido das manobras feitas contra o  vento. 

     

13 – Execuções das manobras nas acrobacias   

13.1 – As manobras devem ser executadas durante um voo ininterrupto, na ordem  em que estão listadas. 

13.2 – O competidor pode tentar a execução de uma manobra apenas uma vez  durante o voo. 

13.3  –  O piloto tem três (3) minutos para ligar o motor e oito (8) minutos para completar o seu voo, sendo que a contagem dos três e dos oito minutos iniciam simultaneamente quando o competidor recebe ordem para acionar seu motor. 

13.4 – O aeromodelo deve decolar e pousar de forma “autônoma”, ou seja, não  pode haver lançamento manual. 

13.5  –  – O voo encerra quando a última manobra da sequência for realizada ou quando o tempo de oito minutos for atingido. A atribuição de pontos também se encerra ao ser atingido o tempo limite de oito minutos.

Nota: Os itens acima se referem as categorias de FAI. 

 

14 – Pontuações das manobras   

14.1 ACROBACIA 

14.1.1 – A cada manobra serão atribuídas notas de 0 a 10, por cada um dos  juízes durante o voo. Estas notas serão multiplicadas pelos seus respectivos  fatores “K”. 

 

14.1.2 – Se, na opinião dos juízes, um modelo for considerado inseguro ou  estiver sendo voado de maneira insegura, poderá ser ordenado ao piloto que  pouse imediatamente. 

 

14.1.3 – Em todas as categorias de acrobacia o competidor deverá obter nota  diferente  de  zero  em,  pelo  menos,  metade  das  manobras  previstas  na  sequência. Não atingindo este escore mínimo a sua bateria terá pontuação  zero. 

 

14.1.4 – Nas modalidades para as quais existam mais de uma tentativa de voo,  será considerada, para efeito de pontuação, a tentativa com maior escore total,  sendo as demais descartadas. 

   

15 – Pontuação final da Etapa e do Campeonato. 

 

O Campeonato é de Pilotos (competidores). 

 

15.1  ‐ A soma dos pontos obtidos pelo competidor em seu voo oficial indicará o 

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vencedor e as demais colocações na etapa. 

15.2  –  A  soma dos  pontos  para  o  campeonato  gaúcho é  exclusivo  para  as  modalidades FAI e IMAC.  

 

15.3 – Serão atribuídos aos competidores das modalidades FAI e IMAC, em cada  etapa, os seguintes pontos, conforme sua colocação: 

  1º lugar = 10 pontos    2º lugar = 8 pontos    3º lugar = 6 pontos    4º lugar = 5 pontos    5º lugar = 4 pontos    6º lugar = 3 pontos    7º lugar = 2 pontos    8º lugar = 1 ponto   

15.5 – A soma dos pontos obtidos em todas as etapas, pelos competidores, após os  devidos descartes, apontará os vencedores do Campeonato. ( Modalidades FAI  e IMAC). 

 

15.6 – Critérios de desempate: 

 

  15.6.1 – Em cada etapa: havendo empate dos pontos entre dois ou mais  competidores nas provas de acrobacia, vencerá aquele que tiver a nota mais  alta (soma das notas dos juízes)  na  manobra de  “K” mais  alto, e assim  sucessivamente, de forma decrescente no fator “K”, até o desempate. 

 

  15.6.2 – No Campeonato: Se usará o critério de que quem tiver mais primeiros  lugares na modalidade em questão, durante o Campeonato, será o vencedor. 

Persistindo o empate, apura‐se quem teve mais segundos lugares, e assim  sucessivamente,  até  o  desempate.  Se,  após  estes  procedimentos,  os  competidores  continuarem  empatados,  serão  ambos  considerados  merecedores da colocação na qual permaneceram empatados. 

 

16 – Guia para Juízes no julgamento das manobras   

16.1 – Todas as manobras deverão ser bem destacadas uma das outras. 

 

16.2 – Os princípios usados para julgar o grau de perfeição da manobra são: 

       1 – Precisão da manobra. 

       2 – Suavidade e graça da manobra. 

       3 – Posicionamento ou enquadramento da manobra. 

       4 – Tamanho da manobra, em relação à área de manobra e às outras 

manobras da sequência. 

 

Os quesitos acima listados, em ordem de importância, devem ser todos eles  atingidos para que uma manobra tenha uma nota alta. 

 

16.3 ‐ As manobras deverão ser executadas na ordem e sentido (a favor ou contra o 

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vento) previstos nos Anexos, na frente e acima dos juízes. Qualquer manobra  realizada fora da sequência ou no sentido contrário ao previsto, receberá  nota zero. 

 

16.4 – Os juízes ficarão sentados próximo à pista, paralelamente à esta, a cerca de  sete metros atrás do competidor. Esta linha será referida como “linha de  juízes”. 

 

16.5  –  Todas  as  manobras  de  voo  deverão  ser  realizadas  numa  distância  aproximada de até 150 m à frente dos juízes. Qualquer manobra realizada  atrás ou sobre a linha de juízes receberá nota zero. 

 

16.6  –  No  interesse  da  segurança,  qualquer  manobra  realizada  sobre  os  espectadores receberá nota zero. 

 

17 – Premiação   

17.1 – No Campeonato serão premiados os três primeiros colocados em cada uma  das modalidades (categorias). 

 

17.4 – Todos os troféus serão providenciados pela FEGAER. 

 

18 – Responsabilidades dos Clubes relativas à organização da sua etapa 

18.1 – Estabelecer um sistema de controle de frequência para rádios 72 mhz. 

18.3 – Fazer a marcação de Box para as provas de Acrobacia FAI. 

18.4 – Ter comida e bebidas não alcoólicas para vender aos participantes. 

18.5 – Fornecer, no mínimo, uma garrafa de 500 ml de água mineral para cada um  dos juízes e Diretor de Prova, em cada turno. 

18.6  –Dispor  de  instalações  sanitárias  (banheiros)  que  possam  atender  aos  participantes. 

18.7 – Dispor de toldo(s) ou gazebo(s), de modo a proporcionar sombra na área  ocupada pelos juízes e Diretor de Prova. 

18.8 – Disponibilizar três ou mais apontadores para digitalizar as notas dos juízes. 

18.9 – Disponibilizar mesas que possam abrigar os três juízes e três apontadores,  que sentarão lado a lado na linha de juízes, com as respectivas cadeiras. 

18.10 – Disponibilizar uma mesa com cadeira para o Diretor de Prova. 

18.11 – Prover energia (110V ou 220V) nas mesas dos juízes para uso dos três 

“notebooks” utilizados na digitalização das notas.  

 

19 – Horário das Provas   

19.1 – Todas as etapas serão realizadas a partir das 8:30 horas do sábado até às  17:30 horas do domingo. 

19.2 – O cronograma da etapa será estabelecido pela FEGAER, em comum acordo  com o Clube que sediará o evento. 

19.3 – Em caso de chuva no sábado, as provas previstas para este dia ficarão  automaticamente transferidas para o domingo. A ordem, bem como o novo  horário das provas será definida pelo Diretor de Prova. 

(11)

19.4 – Em caso de mau tempo no domingo a decisão de cancelamento da etapa  ficará a cargo do Diretor de Prova, ouvidos a Diretoria Técnica da FEGAER e o  Clube sede. 

19.5 – O cronograma de provas poderá sofrer alterações, a critério do Diretor de  Prova, em função das condições climáticas, quantidade de competidores, ou  fatores  técnicos.  As  provas  poderão  ser  antecipadas  ou  postecipadas,  inclusive de sábado para o domingo, ou vice‐versa. 

19.6 – Em caso de mau tempo durante a competição, as categorias que tiverem, no  mínimo uma bateria completada, serão consideradas válidas para a etapa e  consequentemente para o Campeonato. 

   

2 – MODALIDADES DE ACROBACIA FAI.

 

         DESCRIÇÃO DAS MANOBRAS DA MODALIDADE ACROBACIA FAI‐F3A – P17. 

 

Nº  Manobra  Fator K

1  “Eyecatcher” com ½ roll na entrada e ½ roll na saída. 3 2  Meio loop quadrado com ½ roll na descendente. 2 3  Vôo em faca com ¼ de roll na entrada, um roll completo 

no centro e ¼ de roll na saída.  4 

4  “Stall  turn”  com  dois  ¼  de  roll  consecutivos  na 

ascendente.  3 

5  “Humpty bump” com ¾ de roll na ascendente, meio loop 

em faca e 3/4 de roll na descendente.  5  6  Cometa com dois  ¼ de  roll  consecutivos  na primeira 

ascendente, ¾ de loop e ½ roll na segunda ascendente.  3  7  Loop  sextavado  com  dois  ¼  de  roll  consecutivos  na 

primeira descendente, um roll completo no lado inferior e  dois ¼ de roll consecutivos na última ascendente. 

8  ½ roll seguido de “Split S”com ½ roll oposto ao primeiro e 

com dois ½ rolls consecutivos na saída.  3  9  Figura “S” com ½ roll integrado na segunda perna do “S”.  5 10  Parafuso de três voltas seguido de ½ roll. 4 11  Linha ascendente de 45° com ½ roll, um roll completo e ½ 

roll, todos opostos e consecutivos.  4 

12  “Humpty bump” reverso (puxa, puxa, empurra) com um 

roll  na  descendente.  (Opcional:  com  ¼  de  roll  na  3 

(12)

descendente e ¾ de roll na ascendente).

13  Loop triangular com dois ¼ de roll opostos e consecutivos  na descendente, dois ¼ de roll opostos e consecutivos na  ascendente e quatro ¼ de roll consecutivos. 

14  Meio loop quadrado em canto com ½ roll na segunda 

linha descendente.  2 

15  Sequência de ½ roll, snap‐roll e ½ roll. 4

16  Meio oito cubano com dois ¼ de roll em sequência na 

descendente.  2 

17  Loop com um roll completo integrado na parte superior.  5         Total = K60 

 

DESCRIÇÃO ORIGINAL DAS MANOBRAS DA MODALIDADE ACROBACIA FAI‐F3A – P17.

P-17.01 Eye-Catcher with ½ roll, ½ roll

From upright, perform a ½ roll in the center, push through a ¾ loop, pull through another ¾ loop, into a horizontal line, perform ½ roll in the center, exit upright.

P-17.02 Half Square Loop with ½ roll

From upright, push through a ¼ loop into a vertical downline, perform a ½ roll, pull through a ¼ loop, exit upright.

P-17.03 Knife-Edge Combination with ¼ roll, roll, ¼ roll

From upright, perform a ¼ roll, perform a sustained knife-edge flight, a roll in opposite direction, another sustained knife-edge flight, a ¼ roll in opposite direction, exit inverted.

P-17.04 Stall Turn with two consecutive 1/4 rolls

From inverted, push through a ¼ loop into a vertical upline, perform two consecutive ¼ rolls perform a stall turn into a vertical downline, pull through a ¼ loop, exit upright.

P-17.05 Humpty-Bump with ¾ roll, ½ knife-edge loop, ¾ roll

From upright, pull through a ¼ loop into a vertical upline, perform a 3/4 roll, perform a ½ loop in knife-edge flight into a vertical downline, perform a 3/4 roll, pull through a ¼ loop, exit upright.

P-17.06 Comet with two consecutive ¼ rolls, ½ roll

From upright, perform a 1/8 loop into a 45° upline, perform two consecutive ¼ rolls, pull through a ¾ loop into another 45° upline, perform a ½ roll, pull through a 1/8 loop,exit inverted.

P-17.07 Six-sided Loop with two consecutive ¼ rolls, roll, two consecutive ¼ rolls

From inverted, pull through a 1/6 loop into a 60° downline, perform two consecutive ¼ rolls, push through a 1/6 loop into another 60° downline, push through a 1/6 loop into a horizontal line, perform a roll, push through a 1/6 loop into a 60° upline, push through a 1/6 loop into another 60° upline, perform two consecutive ¼ rolls, pull through a 1/6 loop, exit inverted.

P-17.08 Split S Reverse Immelmann Combination with two ½ rolls, two ½ rolls

From inverted, perform two consecutive ½ rolls in opposite direction, immediately pull through a 1/2 loop, immediately perform two consecutive ½ rolls, exit upright.

P-17.09 Figure S with ½ roll integrated

From upright pull through a ½ loop and push through another ½ loop, while performing a ½ roll integrated in the second ½ loop, exit inverted.

(13)

P-17.10 Spin with three turns, ½ roll

From inverted, perform an inverted spin with 3 turns, perform a vertical downline, perform a ½ roll, push through a ¼ loop, exit inverted.

P-17.11 45° Upline with consecutively ½ roll, roll, ½ roll.

From inverted, push through a ⅛ loop into a 45° upline, perform consecutively a ½ roll, a roll, a ½ roll in opposite directions, pull through a 1/8 loop, exit inverted.

P-17.12 Reverse Pull-Pull-Push-Humpty-Bump with roll (Option: with ¼ roll, ¾ roll)

From inverted, pull through a 1/4 loop into a vertical downline, perform a roll, pull through a ½ loop into a vertical upline, push through a ¼ loop, exit upright.

Option: From inverted, pull through a 1/4 loop into a vertical downline, perform a ¼ roll, pull through a ½ loop into a vertical upline, perform a ¾ roll, push through a ¼ loop, exit upright.

P-17.13 Triangle Loop with two consecutive ¼ rolls, two consecutive ¼ rolls, four consecutive ¼ rolls

From upright, push through a 3/8 loop into a 45° downline, perform two consecutive ¼ rolls in opposite direction, push through a ¼ loop into a 45° upline, perform two consecutive ¼ rolls in opposite direction, push through a 3/8 loop into a horizontal line, perform four consecutive ¼ rolls, exit upright.

P-17.14 Half Square Loop on Corner with ½ roll

From upright, push through a 1/8 loop into a 45° downline, push through a ¼ loop into another 45°

downline, perform a ½ roll, pull through a 1/8 loop, exit upright.

P-17.15 Roll Combination with consecutive ½ roll, snap roll, ½ roll From upright, perform consecutively a ½ roll, a snap-roll, a ½ roll, exit upright.

P-17.16 Half Cuban 8 with consecutive two ¼ rolls

From upright pull through a 5/8 loop into a 45° downline, perform two consecutive ¼ rolls, pull through a 1/8 loop, exit upright.

P-17.17 Loop with roll integrated

From upright, pull through a loop while performing a roll integrated in the top 180° of the loop, exit upright.

                                         

(14)

   

GAMA PRELIMINAR P‐17 (2016‐2017) 

 

(15)

   

DESCRIÇÃO DAS MANOBRAS DA MODALIDADE ACROBACIA FAI‐AVANÇADO. 

 

Nº  Manobra  Fator K 

1  Bola de golfe.  3 

2  Meio quadrado em canto com ½ “roll” no segundo lado.  2  3  Meio “loop” externo seguido de ¼ de “roll”, vôo em faca, ¼ de “roll” 

oposto e meio “loop” externo. Saída em vôo nivelado. 

4  4  Meio quadrado com ½ “roll” na descendente.  2  5  “Stall turn” com ¼ de “roll” na ascendente e ¼ de “roll” oposto na 

descendente. Saída em vôo nivelado. 

6  Meio oito cubano reverso.  1 

7  Meio “roll”, seguido de vôo de dorso e ½ “roll” oposto.  2  8  “Humpty bump”; puxa‐empurra‐puxa; com ½ “roll” na ascendente.  2  9  Meia ampulheta com ½ “roll” no topo. Saída invertida.  4  10  Meio “loop” externo com um “roll” completo na saída.  3 

11  Descendente de 45° com “snap roll”.  3 

12  “Imellman”.  1 

13  Parafuso de duas voltas.   2 

       

(16)

Direção do Vento

(a partir de Janeiro de 2014)

Rev.: v4 08/05/2014 FEGAER-RS Seqüência de Pouso

Seqüência de Decolagem

1

1/4 1/4

4

1/2 1/4

1/4

1/2

1/2

2 3

5

7 6

9

11 10

12

13

Vôo em faca (t>3s)

puxa – empurra - puxa

1/2

8

   

(17)

   

DESCRIÇÃO DAS MANOBRAS DA MODALIDADE ACROBACIA MINI FAI. 

 

Nº  Manobra  Fator K 

1 Ascendente de 45° com 1 “roll” completo.  2 

2 “Split S”.  1 

3 Dois “rolls” completos em sequência.  3 

4 “Stall turn”.  2 

5 “Immelman” seguido de “Split S”.  3 

6 “Humpty bump”; puxa‐puxa‐puxa; com ½ “roll” na descendente.  2 

7 Oito cubano.  3 

8 Meio quadrado com ½ “roll” na ascendente.  2 

9 Parafuso de duas voltas.  2 

10 Meio oito cubano reverso.  2 

11 “Roll” de dois tempos.  2 

12 Dente de serra com ½ “roll” na descendente.  2 

13  “Loop”.  2 

                     

(18)

   

(19)

3 – MODALIDADES DE ACROBACIA IMAC

 

(20)
(21)
(22)
(23)
(24)

       

(25)

 

4 – MODALIDADES FESTIVAS

4.1 – Definições das provas de URUBU FLY e Voo de precisão         

4.1.1 Tentativa de voo. 

       

4.1.1.1 Tentativa de voo para voo de precisão. 

O competidor terá até três minutos para ligar o motor. Caso não consiga, passará para o  final da fila, tendo apenas mais uma tentativa para ligar o motor. Caso o motor apague  poderá ser religado se estiver dentro do tempo de 3 minutos, a tentativa de voo será  considerada realizada se o aeromodelo sair do chão. 

4.1.1.2 Tentativa de voo para prova de URU FLY. 

É quando os competidores de uma bateria recebem permissão para ligar os seus motores. 

Nota: Os competidores serão chamados pelo Diretor de Prova e terão 3 (três) minutos  para se fazerem presentes no local de decolagem. Após este tempo será dada permissão  para "ligarem seus motores" e decorrerão no máximo 60 segundos para a decolagem da  bateria, com quantos competidores participantes desta bateria estiverem aptos para tal. 

 

4.2 Número de tentativas. 

 

4.2.1 Numero de tentativas para voo de precisão. 

Cada competidor terá até duas tentativas para ligar o motor para a prova de voo de  precisão. 

 

4.2.2 Numero de tentativas para voo de precisão. 

Cada competidor terá apenas uma tentativa para ligar o motor para a bateria de URUBU  FLY, caso não consiga ligar o motor durante o tempo estipulado pelo item 21.1.1, o piloto  estará desclassificado. 

 

4.3 Voo oficial 

É  quando  uma  Tentativa  de  Voo  é  realizada,  independentemente  de  seu  resultado.  

 

4.4 Entes oficias para as provas de URUBU FLY  e voo de precisão   

4.4.1 – JUIZ DE LINHA – São os responsáveis pelo julgamento das apresentações dos  competidores nas modalidades de Pouso de Precisão e Urubu Fly. Julgarão conforme as  regras e orientações do campeonato, utilizando‐se das planilhas oficiais do Campeonato. 

Reportam‐se ao Diretor de Prova. De suas decisões cabe recurso ao Diretor de Prova. 

 

4.4.2 – JUIZ DE PISTA – É o responsável pela partida e cronometragem do tempo de subida  com motor nas provas de Urubu‐Fly, bem como verificar se o pouso foi conforme as regras,  e em que sequência os competidores pousaram.  

(26)

Atuará conforme as regras e orientações do campeonato, utilizando‐se das planilhas  oficiais do Campeonato para registro dos resultados de cada bateria.  

Reporta‐se ao Diretor de Prova. De suas decisões cabe recurso ao Diretor de Prova.  

 

4.5 Modalidades em disputa   

4.5.1 URUBU FLY   

4.5.1.1 – URUBU‐FLY ESPECIAL – Para aviões enquadrados no item 5.1 e com qualquer  carga alar. 

4.5.1.2 – URUBU‐FLY TREINADOR – Para aviões enquadrados no item 5.1, com limitações  de envergadura, carga alar e propulsão. 

4.5.1.3 – URUBU‐FLY ELÉTRICO – Para aviões enquadrados no item 5.1, com limitações de  dimensões e voltagem da bateria.

Nota 1: As duas categorias de Urubu‐Fly, em suas baterias terão no mínimo  02 competidores e no máximo 05. Vence o último competidor que efetuar o  pouso  na  pista.  Baterias  dos  vencedores  em  estrutura  de  ¨árvore¨ 

apontarão o Vencedor da etapa.

 

 

Nota 2: A aferição da carga alar dos aviões que participarão das provas de  Urubu Fly será feita por pessoa designada pelo Diretor de Prova da Etapa. 

 

Nota 3: Aeromodelos que participarem da sub‐modalidade Especial, NÂO  poderão participar da sub‐modalidade Treinador, mesmo que lastrados.  

 

Nota 4: A medida da superfície da asa será feita multiplicando‐se a corda  média pela envergadura. 

 

4.5.2 Voo de precisão – Para qualquer tipo de avião conforme item 5.1, e qualificação do  piloto. 

 

4.6 Características do aeromodelo   

4.6.1 – Aviões para Urubu‐Fly Especial, Treinador, Elétrico e Pouso de Precisão “Avião e  Helicóptero”. 

 

4.6.1.1 ‐ Peso máximo: 

 

4.6.1.1.1 – Urubu Fly Treinador: Para aviões que tenham sua envergadura máxima de asa  em 6 vezes o tamanho da corda média, e com um máximo de 01 metro e 80 centímetros  de envergadura total. Sua carga alar (peso total do avião sem combustível / cm² de asa)  igual ou maior que 0,55 gr/ cm².e a motorização máxima admissível será 2T .46 / 4T .52. 

 

4.6.1.1.2 – Demais categorias: Peso Livre. 

 

4.6.1.2‐ Dimensões: 

(27)

 

4.6.2.1 – Urubu Fly Especial dimensões livres. 

4.6.2.2 – Urubu‐Fly Treinador: aviões que tenham sua envergadura máxima de asa em 6  vezes o tamanho da corda média, e com um máximo de 01 metro e 80 centímetros de  envergadura total.  

4.6.2.3 – Urubu‐Fly Elétrico: envergadura e comprimento máximos de 2,00 m.  

 

4.6.1.3 ‐ Propulsão: 

 

4.6.1.3.1 ‐ Motor a Pistão – sem restrições, exceto na prova de Urubu‐Fly Treinador cuja  limitação é 2T .46 / 4T .52. Quanto ao combustível, não poderá ser sólido, gasoso ou  gasoso liquefeito.  

4.6.1.3.2 ‐ É obrigatório o uso de silenciador original do motor ou melhor, com exceção  dos aviões da Urubu‐Fly Especial, onde é permitido o uso de descarga aberta. O uso de  silenciadores tipo “Pipe” é permitido em todas as categorias.  

4.6.1.3.3 ‐ Motor Elétrico – máximo de 42 volts. 

 

4.6.1.4 ‐ Trem de pouso ‐ Todos os aviões voarão com seu trem de pouso completo: duas  rodas principais e uma bequilha, retrátil ou fixo. 

 

4.6.1.5 – Nenhuma parte poderá ser alijada do avião, antes, durante ou depois do vôo. 

4.6.1.6 ‐ O modelo deverá, após o pouso, ter autonomia de realizar uma nova decolagem. 

4.6.1.7  –  Equipamento  de  Rádio:  Não  haverá  limitações  nos  equipamentos  mecânicos ou de rádio usados pelo competidor.  

4.6.1.8– É proibido o uso de auto‐pilotos que utilizem inércia, gravidade ou qualquer  referência  terrestre  ou  ainda,  dispositivos  de  auto‐nivelamento.  Exceto  para  os  Helicópteros. 

 

4.7– Número e quantidade de competidores por Modelo: 

4.7.1– Nas provas de Urubu Fly apenas um único piloto poderá voar um determinado  aeromodelo na categoria em disputa. 

4.7.2– Nas provas de pouso de precisão é liberado o número de pilotos que podem voar  um determinado aeromodelo. 

4.8– Competidores: 

4.8.1  ‐ São considerados pilotos competidores, todos os que tiverem condições para  participar das provas, podendo incluir pagamento de taxa ou não, sendo que a decisão fica  a critério do clube ou grupo que esteja organizando o evento. 

4.9– Ajudantes: 

4.9.1– Cada competidor poderá ter um ajudante durante o vôo. 

4.9.2 – Dois ajudantes podem estar presentes durante a partida do motor. 

4.9.3– É proibido ao ajudante tocar o transmissor após iniciado o vôo. 

 

4.10‐ Juízes: 

4.10.1‐ Os organizadores do evento ficam com o encargo de nomear os juízes. 

(28)

4.10.2 – Para a prova de Pouso de Precisão, os juízes serão em número de três. 

4.10.3– Nas provas de Urubu‐Fly cada piloto terá um fiscal ao seu lado para controle do  desligamento do motor. Além destes, deverão ter dois fiscais de linha para verificar se o  pouso aconteceu dentro do espaço pré‐determinado para tal. 

4.10.4 – O trabalho dos juízes será coordenado pelo Diretor de Prova, ao qual também  cabe dar andamento ao cronograma. 

4.11  ‐ Local de voo‐ A área de voo deverá ter dimensões suficientes para permitir a  realização  das  manobras, sem obstrução  e  sem sobrevoar  a  área  dos  juízes e  dos  expectadores. 

 

4.12  ‐ Ordem de voo‐ A ordem de voo deve ser estabelecida por meio de sorteio bem  como a organização das baterias de URUBU FLY. 

4.13 ‐ Direção do vento 

4.13.1 ‐ Direção do vento para voo de precisão‐ O Diretor de Prova determinará a direção  da decolagem. Quando o vento estiver a mais de 60° em relação ao eixo da pista, o piloto  poderá definir a posição de decolagem, o que automaticamente define a direção do pouso. 

 

4.13.2  ‐ Direção do vento para Urubu Fly‐ O Diretor de Prova determinará a direção da  decolagem. Quando o vento estiver a mais de 60° em relação ao eixo da pista, os pilotos  poderão definir a posição de decolagem, mas todos devem decolar no mesmo sentido em  cada bateria, o sentido de decolagem no URUBU FLY não define o sentido de pouso, sendo  assim o pouso fica a critério do piloto. 

 

4.14 – Manobras e Fator K (fator de dificuldade). 

 

4.15.1 – Pontuações das manobras: 

 

4.15.1.1 POUSO DE PRECISÃO 

As notas do pouso de precisão obedecem à pontuação das marcas colocadas na pista da  seguinte forma: 

     Pouso no centro do alvo = 10 

        1 marca fora      =   7 

        2 marcas fora        =   5 

        3 marcas fora        =   3 

        4 marcas fora        =   1 

        fora do alvo       =  zero 

Nota: A marca de centro do alvo tem 50 cm de largura. Duas bordas são medidas para  cada um dos lados, contendo 4 faixas de 1,5 m. A linha de separação destas faixas terá no  máximo 5 cm de largura e pertence a área de maior pontuação. 

1pt      3pt      5pt       7pt      10pt      7pt       5pt      3pt      1pt   

I___I___I___I___I__I___I___I___I___I 

1.5m        1,5 m      1,5 m     1,5 m    50 cm    1,5 m      1,5 m       1,5 m       1,5 m     

(29)

 

4.16‐ Pontuação final da Etapa. 

 

21.16.1‐ A soma dos pontos obtidos pelo competidor em seu voo oficial indicará o  vencedor e as demais colocações na etapa. 

21.16.2 – Nas provas de Pouso de Precisão e Urubu Fly, poderão ser premiados, a critério  do Clube,   os três primeiros colocados em cada evento em que estas provas ocorrerem. 

21.16.3‐ Nas modalidades de Pouso de Precisão será feito o desempate pelo tempo total  de voo. O competidor como menor tempo será o vencedor do desempate. 

   

DESCRIÇÃO DAS MANOBRAS DA MODALIDADE POUSO DE PRECISÃO   

POUSO DE PRECISÃO DE AVIÃO   

O número entre parênteses é o fator K    

C = contra o vento – F = a favor do vento    

DECOLAGEM  

O modelo deverá decolar contra o vento. 

  

TRÁFEGO  

Após a decolagem, o modelo deverá virar 90°, à esquerda ou à direita, dependendo do sentido  do vento e da disposição geográfica da pista, sair do espaço aéreo da pista, ou seja, voar além  das marcas demarcadoras da pista. 

  

POUSO  

O modelo deve aterrissar nas marcações indicadas, conforme itens 15.2.2 e 15.2.3. (C) 

O Piloto pode, se quiser, fazer uma tentativa de pouso sem que o modelo toque o solo. Caso  aconteça o toque será considerado pouso realizado. 

 

O toque no solo será considerado o do trem de pouso principal do aeromodelo.  

Para ser considerado válido o pouso, o modelo não poderá “pular” mais que um diâmetro da  roda principal, após o toque. 

  

O pouso deverá ser apenas com as rodas do modelo.  

  

O modelo, após o pouso, deverá fazer a corrida de frenagem sobre a pista. 

O  modelo,  após o  pouso, deverá  ter condições  de decolar  autonomamente, se  solicitado pelo diretor da prova, caso não o faça, será sumariamente desclassificado. 

 

POUSO DE PRECISÃO DE HELICÓPTERO   

O número entre parênteses é o fator K    

C = contra o vento – F = a favor do vento    

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DECOLAGEM  

O modelo deverá decolar contra o vento, em local determinado pelo Diretor da prova.. 

  

TRÁFEGO  

Após a decolagem, o modelo deverá virar 90°, à esquerda ou à direita, dependendo do sentido  do vento e da disposição geográfica da pista, até sair do espaço aéreo da pista, ou seja, voar  além das marcas demarcadoras da pista. 

 

É  vedado  voo  para  trás,  em  qualquer  momento  da  manobra,  sendo  mesmo  desclassificatório. 

  

POUSO  

O modelo deve aterrissar nas marcações indicadas, conforme itens 15.2.2 e 15.2.3. (C) 

O Piloto deve pousar no limite máximo de tempo estipulado em três (3) minutos, sendo este  tempo 1º critério de desempate. 

  

O tempo de três minutos é, além de critério de desempate, desclassificatório, no caso do  piloto ultrapassar o limite temporal. 

 

Caso aconteça o toque do helimodelo na pista, em qualquer ponto, será considerado pouso  realizado. 

 

O toque no solo será considerado o do trem de pouso principal do modelo.  

Para ser considerado válido o pouso, o modelo não poderá “pular” mais que um diâmetro da  roda, ou esqui, principal, após o toque. 

  

O pouso deverá ser apenas com as rodas, ou esqui, do modelo.  

  

Após o pouso o modelo deverá permanecer na pista. 

 

O modelo, após o pouso, deverá ter condições de decolar autonomamente, se solicitado pelo  diretor da prova, caso não o faça, será sumariamente desclassificado. 

 

 DESCRIÇÃO DAS MANOBRAS DA MODALIDADE URUBU‐FLY. 

 

Em baterias de dois, até o máximo de cinco modelos, deve‐se decolar contra o vento,tendo: 

 

  30 segundos, nas provas de Urubu Treinador,  15 segundos, nas provas de Urubu Especial e 

40 segundos, nas provas de Urubu Elétrico, para ganho de altitude. 

 

Os competidores serão chamados pelo Diretor de Prova e terão 3 (Três) minutos para se  fazerem presentes no local de decolagem.   

 

Os competidores que não estiverem presentes no local de decolagem até os 3 minutos,  serão desclassificados e só poderão participar de outra bateria, por decisão do Diretor de  Prova, se ele assim considerar viável. 

(31)

 

Após este tempo, será dado permissão para o acionamento dos motores à combustão e  decorrerão até 60 segundos para a largada, com quantos competidores aptos para tal. 

 

Todas as decolagens devem ser feitas do solo, portanto todos os modelos deverão ter trem  de pouso. 

 

Um ajudante poderá segurar o modelo, de modo que o motor possa ser todo acelerado,  antes da largada. 

 

Nenhuma parte do modelo poderá ser destacada ou alijada durante o vôo. 

 

Após o tempo de subida, o Diretor dará a ordem para o desligamento dos motores, à  combustão. 

 

Em seguida será dada a ordem para levantar todo o “stick” do acelerador.  

 

Os fiscais controlarão este procedimento e também se ocorreu alguma reação do motor do  modelo. Caso positivo o Diretor deverá ser notificado e desclassificará o competidor.  

 

Os fiscais também controlarão a chave de desligamento do motor no Urubu Elétrico e  permanecerão ao lado do piloto para certificar‐se que, em momento algum, ela seja  acionada. 

 

Ganha a bateria o modelo que ficar mais tempo no ar e pousar na área de pista pré‐ 

determinada. 

 

O pouso deve se dar integralmente na área de pista pré‐determinada, desde o toque até a  parada total. 

                                     

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4 –  DESCRIÇÃO  DOS  SÍMBOLOS  DA  ARESTI  EXEMPLOS  DE  TERMINOLOGIA. 

 

   

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Referências

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