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Relatório Financeiro

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2013

Relatório

Financeiro

(2)

2

ÍNDICE – RELATÓRIO FINANCEIRO DO ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO 2013

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E NOTAS EXPLICATIVAS

1.1 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO ...04

1.2 DEMONSTRAÇÕES DA MUTAÇÃO DO PATRIMÔNIO SOCIAL ...05

1.3 DEMONSTRAÇÕES DA MUTAÇÃO DO ATIVO LÍQUIDO - PLANO BÁSICO ...05

1.4 DEMONSTRAÇÕES DA MUTAÇÃO DO ATIVO LÍQUIDO - PLANO SUPLEMENTAR ...06

1.5 DEMONSTRAÇÕES DO ATIVO LÍQUIDO POR PLANO DE BENEFÍCIOS - PLANO BÁSICO ...06

1.6 DEMONSTRAÇÕES DO ATIVO LÍQUIDO POR PLANO DE BENEFÍCIOS - PLANO SUPLEMENTAR ...07

1.7 DEMONSTRAÇÕES DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - CONSOLIDADA ...07

1.8 DEMONSTRAÇÕES DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PLANO BÁSICO ...08

1.9 DEMONSTRAÇÕES DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PLANO SUPLEMENTAR ...09

1.10 DEMONSTRAÇÕES DAS PROVISÕES TÉCNICAS DO PLANO DE BENEFÍCIOS - PLANO BÁSICO ...10

1.11 DEMONSTRAÇÕES DAS PROVISÕES TÉCNICAS DO PLANO DE BENEFÍCIOS - PLANO SUPLEMENTAR ...11

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ...12

PARECER DE AUDITORIA E COLEGIADOS PRHOSPER

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ...25

ATA DE REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO FISCAL - 02/2014 ...27

ATA DE REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO FISCAL - 03/2014 ... 28

ATA DE REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DELIBERATIVO - 01/2014 ...28

ATA DE REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DELIBERATIVO - 02/2014 ...30

(3)

3

PLANO BÁSICO - DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

PARECER ATUARIAL 2013 - PLANO BÁSICO ...31

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2013/2017 - PLANO BÁSICO ...39

DEMONSTRATIVO DE INVESTIMENTOS 31 DEZEMBRO 2013 - PLANO BÁSICO ...57

BALANCETE PLANO BÁSICO - 31 DEZEMBRO 2013 ...61

PLANO SUPLEMENTAR – DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

PARECER ATUARIAL 2013 - PLANO SUPLEMENTAR ...66

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2013/2017 - PLANO SUPLEMENTAR ...73

DEMONSTRATIVO DE INVESTIMENTOS 31 DEZEMBRO 2013 - PLANO SUPLEMENTAR ...88

BALANCETE 31 DEZEMBRO 2013 ...92

PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA – DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2013/2017 - PGA ...96

DEMONSTRATIVO DE INVESTIMENTOS 31 DEZEMBRO 2013 ...107

BALANCETE PGA BÁSICO 31 DEZEMBRO 2013 ...109

BALANCETE PGA SUPLEMENTAR 31 DEZEMBRO 2013 ...111

OUTROS DOCUMENTOS

MANIFESTAÇÃO ATUARIAL ...114

(4)

4

Nota 31/12/2013 31/12/2012 Passivo

Exigível operacional 9 1.183 975

Gestão previdencial 901 763

Gestão administrativa 264 212

Investimentos 18 -

Patrimônio social 1.036.884 1.074.299

Patrimônio de cobertura do plano 1.032.609 1.071.258 Provisões matemáticas 10 1.042.403 1.045.006

Benefícios concedidos 601.808 583.149

Benefícios a conceder 440.595 461.857

Equilíbrio técnico 11 (9.794) 26.252

Resultados realizados - 26.252

Superávit técnico acumulado - 26.252

(-) Déficit técnico acumulado (9.794) -

Fundos 12 4.275 3.041

Fundos previdenciais 3.474 2.437

Fundos administrativos 801 604

Total do passivo 1.038.067 1.075.274

Nota 31/12/2013 31/12/2012 Ativo

Disponível 5 127 97

Realizável 1.037.940 1.075.177

Gestão previdencial 6 5 -

Gestão administrativa 7 - 3

Investimentos 8 1.037.935 1.075.174

Créditos privados e depósitos 244 202

Ações 19.271 31.647

Fundos de investimentos 1.016.412 1.041.199

Derivativos - 80

Investimentos imobiliários 2.008 2.046

Total do ativo 1.038.067 1.075.274

1.1 BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(5)

5

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%) A) Ativo líquido - início do

exercício 817.520 723.734 13

1. Adições 11.656 142.516 (92)

( + ) Contribuições

previdenciais 6.991 7.906 (12) ( + ) Resultado

positivo dos investimentos - gestão previdencial

4.665 134.610 (97)

2. Destinações (57.855) (48.730) 19

( - ) Benefícios (57.075) (48.252) 18

( - ) Custeio

administrativo (780) (478) 63

3. Acréscimo/decréscimo

no ativo líquido (1 + 2) (46.199) 93.786 (149) (+/-) Provisões

matemáticas (10.475) 67.333 (116) (+/-) Fundos

previdenciais 345 280 23

(+/-) Superávit/(déficit)

técnico do exercício (36.069) 26.173 (238) B) Ativo líquido - final do

exercício (A + 3) 771.321 817.520 (6) C) Fundos não

previdenciais 505 404 25

(+/-) Fundos

administrativos 505 404 25

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%) A) Patrimônio social - início

do exercício 1.074.299 937.027 15

1. Adições 32.676 194.124 (83)

( + ) Contribuições

previdenciais 23.696 24.615 (4) ( + ) Resultado positivo

dos investimentos -

gestão previdencial 5.523 166.642 (97) ( + ) Receitas

Administrativas 3.405 2.801 22 ( + ) Resultado positivo

dos investimentos -

gestão administrativa 52 66 (21)

2. Destinações (70.091) (56.852) 23

( - ) Benefícios (66.831) (53.540) 25

( - ) Despesas

administrativas (3.260) (3.312) (2) 3. Acréscimo/decréscimo

no ativo líquido (1 + 2) (37.415) 137.272 (127) (+/-) Provisões

matemáticas (2.603) 110.787 (102) (+/-) Superávit/(déficit)

técnico do exercício (36.046) 26.186 (238) (+/-) Fundos

previdenciais 1.037 744 39

(+/-) Fundos

administrativos 197 (445) (144) B) Patrimônio Social - final

de exercício (A+3) 1.036.884 1.074.299 (3) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações

contábeis. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações

contábeis.

1.2 DEMONSTRAÇÕES DA MUTAÇÃO DO

PATRIMÔNIO SOCIAL

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

1.3 DEMONSTRAÇÕES DA MUTAÇÃO DO

ATIVO LÍQUIDO - PLANO BÁSICO

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

(6)

6

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%)

1. Ativos 772.780 818.719 (6)

Disponível 52 39 33

Recebível 510 404 26

Investimento 772.218 818.276 (6)

Créditos privados e

depósitos 137 116 18

Ações 10.803 18.252 (41)

Fundos de investimentos 759.270 797.816 (5)

Derivativos - 46 (100)

Investimentos

imobiliários 2.008 2.046 (2)

2. Obrigações 954 795 20

Operacional 954 795 20

3. Fundos não previdenciais 505 404 25

Fundos administrativos 505 404 25

5. Ativo líquido (1-2-3) 771.321 817.520 (6) Provisões matemáticas 779.279 789.754 (1) Superávit/déficit técnico (9.896) 26.173 (138)

Fundo previdenciais 1.938 1.593 22

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%) A) Ativo líquido - início do

exercício 256.175 212.244 21

1. Adições 19.043 49.491 (62)

( + ) Contribuições

previdenciais 18.185 17.459 4 ( + ) Resultado positivo

dos investimentos

gestão previdencial 858 32.032 (97)

2. Destinações (10.456) (5.560) 88

( - ) Benefícios (9.756) (5.288) 84 ( - ) Custeio 

administrativo (700) (272) 157 3. Acréscimo/decréscimo

no ativo líquido (1 + 2) 8.587 43.931 (80) (+/-) Provisões

matemáticas 7.872 43.454 (82) (+/-) Fundos

previdenciais 692 464 49

(+/-) Superávit/(déficit) técnico do

exercício 23 13 77

B) Ativo líquido - final do

exercício (A + 3) 264.762 256.175 3

C) Fundos não previdenciais 296 200 48

(+/-) Fundos

administrativos 296 200 48

1.4 DEMONSTRAÇÕES DA MUTAÇÃO DO

ATIVO LÍQUIDO - PLANO SUPLEMENTAR

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

1.5 DEMONSTRAÇÕES DO ATIVO LÍQUIDO POR PLANO DE BENEFÍCIOS PLANO BÁSICO

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(7)

7

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%) A) Fundo administrativo

do exercício anterior 604 1.049 (42)

1. Custeio da gestão

administrativa 3.457 2.867 21

1.1. Receitas 3.457 2.867 21

Custeio administrativo

da gestão previdencial 1.480 947 56 Custeio administrativo

dos investimentos 1.925 1.854 4

Resultado positivo

dos investimentos 52 66 (21)

2. Despesas

administrativas (3.260) (3.312) (2) 2.1. Administração

previdencial (1.332) (1.261) 6 Treinamentos/

congressos e seminários (26) (19) 37

Serviços de terceiros (946) (969) (2)

Despesas gerais (360) (273) 32

2.2. Administração dos

investimentos (1.925) (1.854) 4 Serviços de terceiros (1.902) (1.832) 4

Despesas gerais (23) (22) 5

2.3. Reversão de recursos

para o plano de benefícios - (197) (100)

2.4. Outras despesas (3) - 100

4. Sobra/Insuficiência da

gestão administrativa (1-2) 197 (445) (144) 5. Constituição/reversão

do fundo administrativo (4) 197 (445) (144) B) Fundo administrativo do

exercício atual (A + 5) 801 604 33

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%)

1. Ativos 265.165 256.403 3

Disponível 66 28 136

Recebível 296 200 48

Investimento 264.803 256.175 3

Créditos privados e

depósitos 107 86 24

Ações 8.468 13.395 (37)

Fundos de investimentos 256.228 242.660 6

Derivativos - 34 (100)

2. Obrigações 107 28 282

Operacional 107 28 282

3. Fundos não previdenciais 296 200 48

Fundos Administrativos 296 200 48

5. Ativo líquido (1-2-3) 264.762 256.175 3 Provisões matemáticas 263.124 255.252 3

Superávit/déficit técnico 102 79 29

Fundos previdenciais 1.536 844 82

1.6 DEMONSTRAÇÕES DO ATIVO LÍQUIDO

POR PLANO DE

BENEFÍCIOS - PLANO SUPLEMENTAR

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

1.7 DEMONSTRAÇÕES DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA

CONSOLIDADA

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(8)

8

1.8 DEMONSTRAÇÕES DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PLANO BÁSICO

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%)

A) Fundo administrativo do exercício anterior 404 586 (31)

1. Custeio da gestão administrativa 1.933 1.624 19

1.1. Receitas 1.933 1.624 19

Custeio administrativo da gestão previdencial 780 497 57

Custeio administrativo dos investimentos 1.118 1.088 3

Resultado positivo dos investimentos 35 39 (10)

2. Despesas administrativas (1.832) (1.806) 1

2.1. Administração previdencial (711) (698) 2

2.1.1. Despesas comuns (531) (499) 6

2.1.2. Despesas específicas (180) (199) (10)

Serviços de terceiros (1) (57) (98)

Despesas gerais (179) (142) 26

2.2. Administração dos investimentos (1.118) (1.088) 3

2.2.1. Despesas comuns (1.108) (1.045) 6

2.2.2. Despesas específicas (10) (43) (77)

Serviços de terceiros (10) (43) (77)

2.3. Reversão de recursos para o plano de benefícios - (20) (100)

2.4. Outras despesas (3) - 100

4. Sobra/Insuficiência da gestão administrativa (1-2) 101 (182) (155)

5. Constituição/reversão do fundo administrativo (4) 101 (182) (155)

B) Fundo administrativo do exercício atual (A + 5) 505 404 25

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(9)

9

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%)

A) Fundo administrativo do exercício anterior 200 463 (57)

1. Custeio da gestão administrativa 1.524 1.243 23

1.1. receitas 1.524 1.243 23

Custeio administrativo da gestão previdencial 700 450 56

Custeio administrativo dos investimentos 807 766 5

Resultado positivo dos investimentos 17 27 (37)

2. Despesas administrativas (1.428) (1.506) (5)

2.1. Administração previdencial (621) (563) 10

2.1.1. Despesas comuns (500) (443) 13

2.1.2. Despesas específicas (121) (120) 1

Serviços de terceiros - (33) (100)

Despesas gerais (121) (87) 39

2.2. Administração dos investimentos (807) (766) 5

2.2.1. Despesas comuns (807) (730) 11

2.2.2. Despesas específicas - (36) (100)

Serviços de terceiros - (36) (100)

2.3. Reversão de recursos para o plano de benefícios - (177) (100)

4. Sobra/Insuficiência da gestão administrativa (1-2) 96 (263) (137)

5. Constituição/reversão do fundo administrativo (4) 96 (263) (137)

B) Fundo administrativo do exercício atual (A + 5) 296 200 48

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

1.9 DEMONSTRAÇÕES DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PLANO SUPLEMENTAR

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(10)

10

1.10 DEMONSTRAÇÕES DAS PROVISÕES TÉCNICAS DO PLANO DE BENEFÍCIOS - PLANO BÁSICO

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%)

Provisões técnicas (1+ 2+ 3+ 4 +5 ) 772.275 818.315 (6)

1. Provisões matemáticas 779.279 789.754 (1)

1.1. Benefícios concedidos 565.600 549.749 3

Contribuição definida 130.835 127.904 2

Benefício definido 434.765 421.845 3

1.2. Benefícios a conceder 213.679 240.005 (11)

Contribuição definida 204.137 217.089 (6)

Saldo de contas - parcela patrocinadores/instituidores 178.641 188.409 (5)

Saldo de contas - parcela participantes 25.496 28.680 (11)

Benefício definido 9.542 22.916 (58)

2. Equilíbrio técnico (9.896) 26.173 100

2.1. Resultados realizados - 26.173 (100)

Superávit técnico acumulado - 26.173 (100)

Reserva de contingência - 26.173 (100)

(-) Déficit técnico acumulado (9.896) - 100

3. Fundos 1.938 1.593 22

3.1. Fundos previdenciais 1.938 1.593 22

4. Exigível operacional 954 795 20

4.1. Gestão previdencial 793 795 -

4.2. Investimentos - gestão previdencial 161 - 100

5. Exigível contingencial - - -

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(11)

11

1.11 DEMONSTRAÇÕES DAS PROVISÕES TÉCNICAS DO PLANO DE BENEFÍCIOS - PLANO SUPLEMENTAR

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Variação (%)

Provisões técnicas (1+2+3+4+5) 264.869 256.203 3

1. Provisões matemáticas 263.124 255.252 3

1.1. Benefícios concedidos 36.208 33.400 8

Contribuição definida 34.610 31.775 9

Benefício definido 1.598 1.625 (2)

1.2. Benefícios a conceder 226.916 221.852 2

Contribuição definida 226.916 221.852 2

Saldo de Contas - Parcela Patrocinadores/Instituidores 99.300 98.188 1

Saldo de Contas - Parcela Participantes 127.616 123.664 3

2. Equilíbrio técnico 102 79 29

2.1. Resultados realizados 102 79 29

Superávit técnico acumulado 102 79 29

Reserva de contingência 102 79 29

3. Fundos 1.536 844 82

3.1. Fundos previdenciais 1.536 844 82

4. Exigível operacional 107 28 282

4.1. Gestão previdencial 107 28 282

5. Exigível contingencial - - -

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(12)

12

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Em milhares de reais)

1- CONTEXTO OPERACIONAL

A PRhosper Previdência Rhodia é uma Entidade Fechada de Previdência Complementar (EPFC ou

“PRhosper”) sem fi ns lucrativos, constituída em 19 de dezembro de 1979, regida especialmente por seu estatuto e pelas disposições da Lei Comple- mentar nº 109, de 29 de maio de 2001, e demais regras regulamentares.

A Entidade é dotada de autonomia administrativa, tendo como fi nalidade complementar os benefícios previdenciários ofi ciais e promover o bem-estar dos empregados das empresas do Grupo Rhodia no Brasil e outras sociedades que compõem o seu complexo industrial.

A partir de janeiro de 2001 a Entidade teve suas características alteradas para contribuição defi nida.

A entidade administra dois planos de benefícios -

Plano Básico e Plano Suplementar - que proporcionam aos participantes diferentes modalidades de consti- tuição da poupança previdenciária e de recebimento dos benefícios.

As patrocinadoras Aventis Cropscience, Aventis Animal Nutrition, Rhodia-Ster Fibras e Resinas Ltda., e Rhodiaco Indústrias Químicas Ltda., solici- taram a retirada do patrocínio do plano de benefício da PRhosper, cujos saldos remanescentes das provisões matemáticas de seus planos estão clas- sifi cados em fundos - Gestão previdencial (Nota 12).

Em 1º de outubro de 2002, as patrocinadoras Rhodia -Ster S.A. e Rhodiaco Indústrias Químicas Ltda., que também deixaram de representar investimentos da Rhodia Brasil Ltda., solicitaram a quebra de solida- riedade. Em 1º de julho de 2003 as patrocinadoras Rhodia-Ster S.A. e Rhodiaco Indústrias Químicas Ltda. solicitaram a retirada do PRhosper, sendo que o processo referente a esta retirada foi protocolado na Secretaria de Previdência Complementar - SPC em 06 de julho de 2004. Em 30 de maio de 2005 o processo de retirada foi homologado pela SPC.

Sendo assim, os valores remanescentes relativos às suas reservas e fundos estão classifi cados em Fundos - Gestão previdencial (Nota 12).

Em 31 de outubro de 2013 e 1º de julho de 2012, a Entidade apresentava a seguinte quantidade de participantes:

Plano Ativos Assistidos Total

2013 2012 2013 2012 2013 2012

Plano Básico* 3.293 2.888 1.401 1.378 4.694 4.266

Plano Suplementar* 2.244 2.198 179 138 2.423 2.336

Total 5.537 5.086 1.580 1.576 7.117 6.602

*Inclui Participantes em BPD e Vesting

(13)

13

2 - APRESENTAÇÃO DAS

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

As demonstrações contábeis foram elabora- das de acordo com as práticas contábeis em vigor no Brasil, aprovadas pelo Conselho Fed- eral de Contabilidade (CFC), em conformi- dade com as seguintes normas específicas:

Resolução CNPC nº 08, de 31 de outubro de 2011; Resolução CNPC nº 12, de 19 de agos- to de 2013; Instrução Normativa MPS/SPC nº 34, de 24 de setembro de 2009; Instrução SNPC nº 05, de 08 de setembro de 2011; Resolução PREVIC/DC nº 6, de 13 de novembro de 2013;

Resolução CFC nº 1.272, de 22 de janeiro de 2010 e, quando aplicável, aos pronunciamentos, interpretações e orientações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e homologados pelos órgãos reguladores.

Essas diretrizes não requerem a divulgação em separado de ativos e passivos de curto prazo e de longo prazo, nem a apresentação da Demonstração do Fluxo de Caixa. A estrutura da planificação contábil padrão das (EFPC) reflete o ciclo operacional de longo prazo da sua ativi- dade, de forma que a apresentação de ativos e passivos, observadas às gestões previdências, assistencial (quando aplicável) e administrativa e o fluxo dos investimentos, proporcione infor- mações mais adequadas, confiáveis e relevantes do que a apresentação em circulante e não cir- culante, em conformidade com o item 63 da NBC TG 26 (NBC T 19.27).

A sistemática introduzida pelos órgãos normativos apresenta, além das características já descritas, a segregação dos registros contábeis em três gestões distintas (Previdencial, Assistencial e Administrativa) e o Fluxo dos Investimentos, que é comum às Gestões Previdencial e Administra- tiva, segundo a natureza e a finalidade das tran- sações.

As demonstrações contábeis da Entidade são apresentadas na estrutura de gestão individuali- zada, considerando os registros contábeis em gestões (Previdencial e Administrativa) e o Fluxo dos Investimentos, que é comum às Gestões Previdencial e Administrativa, segundo a natureza e a finalidade das transações, formando um con- junto de informações que caracterizam as ativ- idades destinadas à realização das funções da Entidade:

• GESTÃO PREVIDENCIAL - atividade de registro e de controle das contribuições, dos benefícios e dos institutos previstos no artigo 14 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, bem como do resultado do plano de benefícios de natureza previdenciária;

• GESTÃO ADMINISTRATIVA - atividade de registro e de controle inerentes à administração dos planos de benefícios;

• INVESTIMENTOS - registro e controle referentes à aplicação dos recursos de cada plano de benefício.

Conforme Resolução CNPC nº 8, de 31 de outubro de 2011 e Resolução CNPC nº 12, de 19 de agosto de 2013, as entidades fechadas de previdência complementar apresentam os seguintes demons- trativos contábeis:

• Balanço Patrimonial Consolidado;

• Demonstração da Mutação do Patrimônio Social - DMPS (consolidada);

• Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - DMAL;

• Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - DAL;

• Demonstração do Plano de Gestão Administrativa - DPGA (consolidada);

• Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios (opcional);

• Demonstração das Provisões Técnicas do Plano de Benefícios – DPT.

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14

As demonstrações contábeis estão sendo apre- sentadas com informações comparativas de 31 de dezembro de 2012.

3 - RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS

As demonstrações contábeis são de responsabili- dade da administração e foram elaboradas e apre- sentadas em conformidade com as normas contá- beis específi cas, da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC). Conforme constam destas diretrizes, as práticas contábeis adotadas pela Entidade são específi cas para o segmento das entidades fechadas de previdência complementar.

As práticas contábeis adotadas estão resumidas em:

A) APURAÇÃO DO RESULTADO

O resultado do exercício é apurado pelo regime de competência. Adicionalmente, as contribuições de autofi nanciados, vinculados a planos de benefícios do tipo contribuição defi nida, são registradas em regime de caixa.

B) ATIVO REALIZÁVEL

• Gestão previdencial - o realizável previdencial é apurado em conformidade com o regime de competência, estando representados pelos valores e pelos direitos da Entidade, relativos às contri- buições das patrocinadoras, dos participantes.

As contribuições de autopatrocinados são registradas pelo regime de caixa, por ocasião do recebimento e em concordância com as regras defi nidas nos regu- lamentos dos planos de benefícios.

• Gestão Administrativa - O realizável da gestão administrativa é apurado em conformidade com o regime de competência, estando representado pelos valores a receber decorrentes de opera-

ções de natureza administrativa e os depósitos judiciais/recursais da gestão administrativa.

• Investimentos - conforme estabelecido pela Resolução do CGPC nº 4, de 30 de janeiro de 2002, alterada pela Resolução CGPC nº 22, de 25 de setembro de 2006, as entidades fechadas de previdência complementar passaram, a partir de 1º de janeiro de 2002, a proceder à avaliação e classifi cação contábil dos títulos e valores mobiliários integrantes do portfólio da gestão de investimentos - realizável segundo duas categorias, a saber:

I. TÍTULOS PÚBLICOS E FUNDOS DE INVESTIMENTO

Estão registrados pelo valor de custo, acrescido dos rendimentos auferidos de forma pro rata até a data de encerramento do Balanço e deduzidos, quando aplicável, das provisões para perdas, sendo classifi cados nas seguintes categorias:

a) Títulos para negociação - quando adquiridos com o propósito de serem negociados, indepen- dentemente do prazo a decorrer da data de aquisi- ção, sendo avaliados pelo valor de mercado e seus efeitos reconhecidos na demonstração do resul- tado do exercício;

b) Títulos mantidos até o vencimento - quando a intenção da administração, e considerando a capacidade fi nanceira da Entidade, é manter os títulos em carteira até o vencimento, considerando prazos mínimos de vencimento e classifi cação de risco do título, sendo avaliados pelo custo de aqui- sição, acrescidos dos rendimentos auferidos, os quais impactam o resultado do exercício

• O valor de mercado dos títulos e valores mo- biliários é apurado com base em cotações divulgadas e estimativas de valores de realização.

• Os valores a receber ou a pagar decorrentes da venda ou compra de ações estão registrados pelo valor de liquidação dessas operações.

(15)

15

As quotas de fundos de investimento são regis- tradas ao seu valor de realização, obtido pelo valor da última quota disponível, e os acréscimos ou decréscimos são registrados diretamente em conta de resultado. As ações de empresas de capi- tal aberto são registradas ao seu valor de mercado e a variação reconhecida diretamente no resultado do exercício. Os dividendos resultantes das apli- cações em ações são reconhecidos no resultado, pelo regime de competência.

Os principais critérios de avaliação e de reco- nhecimento de receitas dos investimentos são os seguintes:

RENDA FIXA

Os investimentos em Renda Fixa estão registrados pelo custo, acrescido dos rendimentos auferidos de forma pro rata até a data de encerramento do Balanço e deduzidos, quando aplicável, das pro- visões para perdas.

As Rendas/Variações Positivas e Deduções/

Variações Negativas da carteira são apropriadas em contas específi cas diretamente vinculadas à modalidade de aplicação.

A metodologia de apuração do valor de mercado foi apurada conforme as normas do Banco Central do Brasil (BACEN) e da Comissão de Valores Mobili- ários (CVM) de acordo com Resolução CGPC nº 04, de 30 de janeiro de 2002 e alterações poste- riores.

O BACEN editou a Resolução nº 2.931, de 14 de fevereiro de 2002, revogada pela Resolução nº 3.334, de 22 de dezembro de 2005, alterando as normas de precifi cação dos ativos aplicados em carteiras de fundos de investimentos.

Paralelamente, com base na Instrução Normativa nº 438 da CVM, de 12 de julho de 2006, da CVM, os fundos contabilizam seus ativos pelo valor de mercado e não mais pelo valor de vencimento (curva do papel).

RENDA VARIÁVEL

As aplicações em fundos de Renda Variável estão demonstradas pelos valores de realização, consi- derando o valor das cotas na data-base das de- monstrações contábeis. As aplicações em ações são contabilizadas pelo custo de aquisição, acres- cido das despesas de corretagem e outras taxas incidentes, sendo avaliadas pelo valor de mercado, considerando-se a cotação de fechamento do mercado do último dia do mês em que a ação foi negociada em Bolsa de Valores, conforme pas- sou a determinar a Resolução MPS/CNPC nº 08 de 31 de Outubro de 2011.

II. INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS

Demonstrados ao custo de aquisição e ajustado a valor de mercado por reavaliações efetuadas, suportadas por laudos técnicos, deduzidos das respectivas depreciações acumuladas. As depreciações são calculadas pelo método linear, pelo prazo de vida útil restante para os imóveis reavaliados.

c) Exigível operacional

São demonstrados os valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações mone- tárias incorridas. São registradas as obrigações decorrentes de pagamento de benefícios aos participantes, prestação de serviços por tercei- ros, obrigações tributárias e provisões de folha de pagamento e respectivos encargos.

d) Exigível Contingencial

São registradas ações contra a Entidade nas áreas administrativa, trabalhista e fi scal, que se- rão objeto de decisão futura, podendo ocasionar impacto na situação econômico-fi nanceira. Es- sas ações estão classifi cadas entre gestão pre- videncial, administrativa e de investimentos, de

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16

acordo com a sua natureza.

Para fi ns de classifi cação são usados os termos provável, possível e remota com os seguintes conceitos:

• Provável: a chance de um ou mais eventos futu- ros ocorrer é maior do que a de não ocorrer;

• Possível: a chance de um ou mais eventos futuros ocorrer é menor que provável, mas maior que remota;

• Remota: a chance de um ou mais eventos futuros ocorrer é pequena

e) Exigível atuarial

As provisões matemáticas dos planos de benefí- cios são determinadas em bases atuariais, pelo, e sob a responsabilidade do consultor atuarial externo, contratado pela Entidade, apresentados no Parecer Atuarial e Demonstrativo Atuarial (DA) e representam os compromissos acumulados no encerramento do exercício quanto aos be- nefícios concedidos e a conceder relativos aos participantes e benefi ciários.

PROVISÕES MATEMÁTICAS Benefícios concedidos

Correspondem ao valor presente dos benefícios futuros a serem pagos aos participantes e bene- fi ciários já em usufruto do benefício de prestação continuada.

Benefícios a conceder

Correspondem ao valor presente dos benefícios a serem pagos aos participantes da geração atual que ainda não estão em usufruto de benefícios de prestação continuada, líquido dos valores presen- tes das contribuições futuras dos integrantes da geração atual.

Provisões matemáticas a constituir

Representa à parcela de provisão a constituir relati- va aos empregados da Rhodia Brasil Ltda. e Rhodia Poliamida e Especialidades Ltda., calculada em 31 de dezembro de 2013 equivalente ao valor, nesta data, relativo à provisão matemática total em ex- cesso ao ativo líquido do Plano Básico, a ser inte- gralizada conforme disposto na Nota 10 Provisões Matemáticas.

f) Fundos

GESTÃO PREVIDENCIAL

O Fundo da gestão previdencial é constituído prin- cipalmente pelos recursos relativos às retiradas de patrocínio, cujos participantes ainda não foram localizados para efetuar os resgates ou cujos par- ticipantes decidiram permanecer no plano, confor- me previsto nos respectivos Termos de Retirada e homologados pela PREVIC (antiga Secretaria de Previdência Complementar (SPC), em 16/12/2003, 18/12/2003, 30/05/2005 e 15/08/2005.

GESTÃO ADMINISTRATIVA

Este programa recebe valores transferidos da ges- tão de investimentos, relativos ao resultado das aplicações do fundo administrativo disponível e ao custeio das taxas de administração dos inves- timentos, além dos valores transferidos da gestão previdencial para cobertura das despesas adminis- trativas.

g) Plano de Gestão Administrativa (PGA)

Os registros das operações administrativas são efetuados através do Plano de Gestão Administrati- va (PGA), que possui patrimônio próprio segregado dos planos de benefícios previdenciais.

O patrimônio do (PGA) é constituído pelas recei- tas e reembolsos administrativos, deduzidas das despesas comuns e específi cas da administração

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17

previdencial, sendo as sobras ou insufi ciências administrativas alocadas ou revertidas ao Fundo Administrativo.

O saldo do Fundo Administrativo é segregado por plano de benefício previdencial, não caracterizando obrigações ou direitos aos patrocinadores, partici- pantes e assistidos dos planos.

As receitas administrativas da entidade são debi- tadas aos Planos Previdenciais em conformidade com o plano de custeio vigente.

h) Imposto de renda

Em 29 de dezembro de 2004 foi sancionada a Lei nº 11.053, que revogou a Medida Provisória nº 2.222, de 04 de setembro de 2001, e introduziu alterações no sistema de tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário. Conforme previsto no artigo 5º dessa Lei, a partir de 1º de janeiro de 2005, fi caram dispensados a retenção na fonte e o pagamento em separado do imposto de renda sobre os rendimentos e ganhos auferidos nas aplicações de recursos das provisões, reservas técnicas e fundos de planos de benefícios de entidade de previdência complementar.

i) PIS e COFINS

Calculados pelas alíquotas de 0,65% e 4%, respec- tivamente sobre as receitas administrativas con- forme da Instrução Normativa nº 1.387, de 21 de agosto de 2013 (receita bruta excluída, entre ou- tros, pelos rendimentos auferidos nas aplicações fi nanceiras destinadas a pagamento de benefícios de aposentadoria, pensão, pecúlio e de resgate, limitados aos rendimentos das aplicações propor- cionados pelos ativos garantidores das reservas técnicas e pela parcela das contribuições destina- das à constituição de reservas técnicas).

4 - CUSTEIO ADMINISTRATIVO

Representa o valor líquido das importâncias trans- feridas à Gestão Administrativa para cobertura dos gastos com a Gestão Previdencial e Investimentos dos respectivos planos de benefícios.

O custeio administrativo tem origem nas seguintes fontes:

Gestão previdencial: são contabilizadas na Ges- tão Administrativa - Administração Previdencial, sendo os custos comuns rateados em função da quantidade de participantes de cada plano, e cus- teados pelo Fundo Administrativo;

Investimentos: custeadas diretamente pela renta- bilidade dos Investimentos e registradas na Gestão Administrativa - Administração dos Investimentos.

5 - DISPONÍVEL

Registra as disponibilidades existentes em bancos, reconhecidas por seus valores em moeda nacional.

6 - REALIZÁVEL - GESTÃO PREVIDENCIAL

Registra os valores a receber das patrocinadoras relativas às contribuições mensais:

Descrição 2013 2012

Banco Itaú-Unibanco S/A 123 92

Western Asset management Company DTVM 1 1

Banco BNP Paribas Brasil S/A 2 3

Banco Nationnale de Paris Brasil S/A 1 1

Total 127 97

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18

Descrição 31/12/2013

31/12/2012

Plano Básico Plano Suplementar PGA Total

Renda Fixa 717.586 227.007 913 945.506 956.309

Créditos Privados e Depósitos 137 108 - 245 202

Fundos de Investimento 717.449 226.899 913 945.261 956.107

Renda Variável 52.624 37.797 - 90.421 116.819

Ações no mercado à vista 10.773 8.444 - 19.217 31.396

Juros e Dividendo à receber 30 24 - 54 251

Fundos de investimento em ações 41.821 29.329 - 71.150 85.092

Derivativos - - - - 80

Investimentos imobiliários 2.008 - - 2.008 2.046

Locadas e Patrocinadoras 1.000 - - 1.000 1.023

Locadas a Terceiros 1.008 - - 1.008 1.023

Total 772.218 264.804 913 1.037.935 1.075.174

7 - REALIZÁVEL - GESTÃO ADMINISTRATIVA

Registra os valores a receber decorrentes de operações da Gestão Administrativa:

Descrição 31/12/2013

31/12/2012 Plano Básico Plano Suplementar Total

Gestão Previdencial 5 - 5 -

Contribuições de Patrocinadores (1) 5 - 5 -

Total 5 - 5 -

(1) A receber no mês subsequente.

Descrição 31/12/2013

31/12/2012 Plano Básico Plano Suplementar Total

Gestão Administrativa - - - 3

Outros Realizáveis (1) - - - 3

Total - - - 3

(1) Refere-se a imposto de renda retido na fonte a compensar.

8 - INVESTIMENTOS

A Administração, por meio da Política de Investi- mentos determina diretrizes para direcionamento

da aplicação dos recursos garantidores das Pro- visões Matemáticas, bem como para classifi cação de Títulos e Valores Mobiliários.

A) COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA

(19)

19

Descrição 2013 2012

Custo Contábil Valor de

mercado Custo Contábil Valor de mercado

Debêntures não conversíveis 244 244 202 202

Ações 19.271 19.271 31.647 31.647

Mercado de ações 19.271 19.271 31.647 31.647

Opções - - 80 80

Mercado de opções - - 80 80

Fundos de Investimento 1.016.412 1.016.412 1.041.199 1.041.199

Referenciado 363.422 363.422 300.174 300.174

IPCA Defénse (*) 243.280 243.280 164.726 164.726

FI Titulos públicos – HSBC - - - -

Itau Perfil RF FI 22.483 22.483 38.327 38.327

Wester Asser Sove V 11.655 11.655 10.553 10.553

Citisovereing selic - - - -

Itaú Soberano LP 914 914 723 723

BNP Paribas Splice DI FI - - - -

BNP Paribas Match DI FI - - 20.736 20.736

BNP Paribas Master DI FI 85.090 85.090 65.109 65.109

Itau Inst Referenciado DI FI - - - -

BNP Targus FI Referenciado - - - -

Renda Fixa 541.668 541.668 599.557 599.557

Inflation II FIC 3.551 3.551 135 135

Prev FIx 48.102 48.102 31.812 31.812

Western RF crédito privado 38.987 38.987 29.225 29.225

HSBC FI RF Lyon (*) 119.982 119.982 112.635 112.635

Stix FI – Itaú (*) 175.993 175.993 289.096 289.096

BNP Paribas Pré FI RF - - 10.092 10.092

BNP Paribas Master I 52.146 52.146 53.195 53.195

BNP MASTER CREDITO FI RF CREDITO PRIVADO LP 34.044 34.044 - -

Western Asset Prev Inflação FI RF - - 7.674 7.674

BNP INFLACAO FI RF - - - -

PORTIFOLIO IMAB 5 5.667 5.667 9.203 9.203

PORTIFOLIO IMAB 5+ 7.974 7.974 13.803 13.803

UBB MASTER IMAB 5+ 1.206 1.206 2.075 2.075

UBB MASTER RF IMAB 5 1.003 1.003 1.654 1.654

WA Prev Inflação Implicita FI 1.258 1.258 - -

WA Prev Infaltion Total RF 51.755 51.755 38.958 38.958

Ações 71.150 71.150 85.092 85.092

Fundo de Investimento em Ações - HSBC - - 24.304 24.304

BNP ACE FI AÇÕES - - 39.491 39.491

UBB PREVIDENCIA IBX - - 21.297 21.297

BNP PARIBAS MASTER IBRX FI AÇÕES 8.667 8.667 - -

HSBC FIC FI EM AÇÕES BRUSSELS(*) 58.016 58.016 - -

SUL AMERICA EXPERTISE II FIA 4.467 4.467 - -

Multimercado 40.172 40.172 56.376 56.376

WA PREV FOCUS 76 76 - -

WA Prev Structured Credit FIC FIM CP 16.596 16.596 16.798 16.798

ITAU FIDELIDADE T FIM 2.901 2.901 4.581 4.581

IU FIDELIDADE W3 FIM 11.527 11.527 19.379 19.379

Active Fix IB 9.072 9.072 15.618 15.618

Total 1.035.927 1.035.927 1.073.128 1.073.128

B) COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS

(*) Tratam-se de fundos exclusivos, cujas carteiras estão compostas conforme abaixo:

(20)

20

Títulos para negociação Natureza Indeterminado Vencto até 12

meses Vencto após 12

Total

31/12/2013 31/12/2012

Letras Financeiras (LF-I) Privada - - - - -

Letras Financeiras do Tesouro Nacional(LFT) Pública - 1.485 35 1.520 -

Notas do Tesouro Nacional (NTN-B) Pública - - 2.001 2.001 -

Notas do Tesouro Nacional (NTN-F) Pública - - - -

Debentures Privada - - 990 990 -

Depósito / Valores a pagar / receber Privada (14) (14) -

Total (14) 1.485 3.026 4.497 -

Títulos mantidos até o vencimento Natureza Indeterminado Vencto até 12

meses Vencto após 12

Total

31/12/2013 31/12/2012

Letras Financeiras (LF-I) Privada - - 11.217 11.217 6.244

Letras Financeiras do Tesouro Nacional(LFT) Pública - - - - 131

Notas do Tesouro Nacional (NTN-B) Pública - - 203.721 203.721 133.572

Notas do Tesouro Nacional (NTN-F) Pública - - 22.032 22.032 22.004

Debentures Privada - - 1.813 1.813 2.785

Depósito / Valores a pagar / receber Privada - (10)

Total - - 238.783 238.783 164.726

B) COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS Apresentamos a seguir a composição analítica

por classificação dos títulos que compõem a carteira.

Apresentamos a seguir a abertura dos fundos exclusivos e a classificação por vencimento dos

títulos de renda fi xa e renda variável que compõem a carteira de investimento da Entidade:

I - Fundo IPCA Defénse (*)

Descrição 2013 2012

Custo Contábil Custo Contábil

IPCA Defénse (*) 243.280 164.726

Total 243.280 164.726

(*) Trata-se de fundo exclusivo, cuja carteira está composta conforme abaixo:

Descrição 2013 2012

Custo Contábil Custo Contábil

HSBC FI RF Lyon (*) 119.982 112.635

Total 119.982 112.635

II - Fundo HSBC RI RF Lyon (*)

(*) Tratam-se de fundos exclusivos, cujas carteiras estão compostas conforme abaixo:

(21)

21

Descrição 2013 2012

Custo Contábil Custo Contábil

Stix FI – Itaú (*) 175.993 289.095

Total 175.993 362.542

Títulos para negociação Natureza Indeterminado Vencto até 12

meses Vencto após 12

meses Total

Cotas de Fundos Privada 58.028 - - 58.028

Depósito / Valores a pagar / receber Privada (12) - - (12)

Total 58.016 - - 58.016

Títulos para negociação Natureza Indeterminado Vencto até 12

meses Vencto após 12

Total

31/12/2013 31/12/2012

Letras do Tesouro Nacional (LTN) Pública - 500 - 500 466

Notas do Tesouro Nacional (NTN-B) Pública - - 25.434 25.434 21.364

Letras Financeiras do Tesouro Nacional (LFT) Pública - 18.795 15.401 34.196 37.627

CDBs Privada - 1.176 - 1.176 3.575

Letras Financeiras (LF-I) Privada - 3.998 36.748 40.746 34.836

Debêntures Privada - 346 9.032 9.378 9.265

DPGE Privada - - 1.170 1.170 1.073

Cotas de Fundos (Ref DI Cash II) Privada 7.333 - - 7.333 4.212

Opções Privada - - - - 134

Swaps Privada - - 49 49 70

Depósito / Valores a pagar / receber Privada - - - - 13

Total 7.333 24.815 87.834 119.982 112.635

Apresentamos a seguir a abertura dos fundos exclusivos e a classifi cação por vencimento dos tí-

tulos de renda fi xa e renda variável que compõem a carteira de investimento da Entidade:

Apresentamos a seguir a abertura dos fundos exclusivos e a classifi cação por vencimento dos títulos de renda fi xa e renda variável que compõem a carteira de investimento da Entidade:

Apresentamos a seguir a abertura dos fundos exclusivos e a classifi cação por vencimento dos títulos de renda fi xa e renda variável que compõem a carteira de investimento da Entidade:

Descrição 2013

Custo Contábil

HSBC FIC FI EM AÇÕES BRUSSELS 58.016

Total 58.016

III - HSBC FIC FI EM AÇÕES BRUSSELS (*)

(*) Trata-se de fundo exclusivo, cuja carteira está composta conforme abaixo:

IV - StixFI - Itaú (*)

(*) Tratam-se de fundos exclusivos, cujas carteiras estão compostas conforme abaixo:

Referências

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