282 721-2 O UFSC-EU ~ RWí€`R'¿¿R¿
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UNIVERSIDADE FEDERAL
DE
SHNTA CQTQRINÊ
CENTRO
DE
CIÊNCIAS ÊGRÁRIAS
CURSO
DE
ENGENHARIA AGRDNÕMICA
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RELQTÓRID DE ESTÁGIO
`ÃREQ:
BDVINDCULTURQ
ALUNO:
VINICIUS VIRHÚND HBREU
ÚRIENTHDQR: JOSÉ ANTÔNIO RIBQB RIBEIRO
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3;: U3 nl Qu 112E EQ Ê? 3G ÍBÍL 33 .‹-¡r~‹ -.ÉëÕ z-1 vs' Ch.) U :CD 14.9 44- 55 5? 58 &G1 - INTRODUÇÃO
Esta última atividade desenvolvida pelos graduandos do
curso de agronomia tem fundamental importância para a sua
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formaçao, servindo de instrumento para a sua transferencia ao
campo profissional.
Desta forma escolhi a área de bovinocultura para
desenvolver o estágio curricular. àrea na qual sempre tive
maior interesse e que futuramente pretendo dedicar~me.
O estágio foi realizado na Fazenda Fruteira de
propriedade do Sr. Ernst Ferter no município de Guarapuava ~
PR, que atualmente dedica~se a criação de animais de raça
äimental para venda de reprodutores e matrizes e confinamento
de animais. Na agricultura faz~se o plantio principalmente de soja e milho. Devido a esta variedade de atividade desenvolvida
na fazenda, que também interessam~me e de comum acordo com o
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meu supervisor, optei por passar um maior tempo na propriedade,
totalizando 2,5 meses, dedicando~me também a parte agrícola,
É ~ QTIVIDÉDEE fiEEENU8LVIfifl5 flfl EETEEIG
Durante Q efitágiü acwmpanhëi úiaviâmanäe vàfiafi
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âtiãiüâââa deäênvfilvídaâ na šâxênüa, ëfinün al; maä rütineirâs Q
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Lmgm cfidm É ëeitw viätmvía em tüdm Q gadn ir' “ais quê
parnmítam %ëchadnfi e â xampu) para ífiëfitificàr animais dnëfitës,
maflhmfiadmä a vafiafl am Cia. Também É tirada laitä de algamaâ
vacââ.`5äü tvâkâdâ cum ëilâgfim H raçäu as afiimaia eâtâhuladmã E
ašgufië wíqúfiüfiâ Pvóflimüë à fiefië, tvëfi vazeä nar dia. E É fäitm
tàmbém limpfiáa døâ êëtàbuíúâ /"-. trüca fia palhaš.
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üutrâfi âtividadafi fiâaenvulvida Q mu afimmpanhàüam.
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ufiamenäm ë tatuâgëm em tërfiëirüä šaâä;
~ flaacurma è äfifvu quênia em tëvnüivuë íââã;
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' 'Ã fã _ até üê fiangua para tëääë da hrucwlüâe;
" äaatê pará tuherculmâë, awlicandn tubevculína i ft» t 2' r“:z'z¬. cm _;
~ Tratàmfintm éw bicheiraë, tumavëä e tmrtwâz
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~ maúigãü úa têmpërêtura retal úüâ animaië impürtaüaä;
H uaatvaääm da tmurinhwâg
~ apliuâçäü da firmdutnâ para paraâitaa intëvnüs a
mxtevnmä fimmfi Tirâwbarfie iünrâalš e Ivaneu, üammeraul
"| ,,| "'.`› .zf .. f _ . N M ?uw=" ~ ,_..z\z*..Jf'¡ (1.f`i__!¬.:'..~ID ' 'mrn~ ms¬^n^;¶w _..§.LzC.-.~|..11.`--l~èÍ'.
~ fifiitü caficm fia ânimâiâ nn caaquêírü;
~ vafiinâçäm cünira ëfibre a$tQ§a íinjfiçäü âuhcutãnëaë;
~ aplítaaãm da váriflfi medícamënämâ wâvâ dnënçaã que
':Éš¡.l Í" Êš ÍÍ. »-BET! C.Í=.`.`u?š anawlââmüae e ~ t 1' ez Ê; rz “z:.›:s ~ tranâfuâãm dê a ma pnaumw umhigü H Ešišfff ....' 3.. _ ...¿.. ' J... ' . -. r ...`.., -':_...-?, ‹-=. ' Ê..:›1 _.~.-, t 1‹fi múz‹1‹z rirafi «"nn¢fl fliãâ
mma Fëcám naauidm cum indo;
am vaca :nm anap1a5mu5e¿
~ ânúrugenixaaäm üfi vâua mam âplicââäú äe Burâíestmn EEG
(të5twât§Vflna?¡
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I.. .\
¬âàmmêza 4 de hmhëdumvn;
uârvagada hmtijöfiä da âêmëfi cum nítrmgëniu liquida;
muxâúmfi tfirnfiirmâ, na mümëhän ñfl parta que fiâtâvâm mal
wmâícimnàäüâ Qu cam diâicušdâüêa de naëcêr;
amlfluâdfi para üfintrõ e dëpuië cnëturadu úterú da vâca
que aâtava axpmâtm.
ahâtidm bmi dm cmníinamwnäm pava abaätacëv a pãfläãm
da §aäfinda¡
äfilaaimfiadmâ ânimaiâ para sërem lêvadma ao Mata Grmäau
das 53111,
fai ¡"" .
.~É ' äafita para mâaäite cum bandëja íämä ~ FäTEC ~
!"'-.¬.
ufllišwrnia maâtiätëâ tâät)¡
ffiitm âílagamg
dâwmame äe têrneiroa;
limpa e ahââtacidm pedilúvia cum âulêâtn dê cubra;
_ . . _ N .
äuauufiamünüü ë iavagëm duë animals que iram â
axwüâi¢šm¿
mârticiwaQäm da EQ Exwüâiçšm Intëvnacimnal da Raça
Simüfitâl am Guarapuâvâ;
3 M CHHWCTEFIZHÃÊÚ fifl REGIÃÚ
3.1 M Situaçãm e Gaamnv§o1ngía
Q Eâtfiúm dm Paraná Häta fiituadn êntre aê marašelüa
ÊEüÊ?'3ü" É iäm 4H'äW" da latituda âul ë entra aë Zmngitudaë a
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üaatw da Gvëanwich da äBfl0R'E%“ e ã4ü3?'3B“. Ú marte dm `~tadm
É cmrtafiü pela Trópicm de Eapricórniü.
G Paraná muda âar dividida da leãäa para üaâta em cincm
zmnaä gefimüríülúgiuaëz â Hana litmrãmea bâirandü Q Gfieanü
ätlãntiuü ílitmralä; a nana dâ âarra (Serra da Hâr)¿ iQ
píamalüü; Q EQ ë Q 39 planâltn. Ma regiäs flurmaâte dm 39 planaítm, ancwntraflâe Q ärenitm Caiua, nn quâl â dêgradaçãm
|"€ ›. n.
P' " \« äüšm ae encmfiära am mätâün avançada e ande predamina a
PARAGUAY
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1. 2.2: Geomorfologia do Estado do Paraná (segundo Maack. 1968) 8-Pud Di'3RPS(`H z 1 99l
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,9 v 4 . '9¿`/17) O III PLANALTO foz do Iguaçu Ê/W? sÃo r›AuLo Londrina Trópiçg dg o ' . . R,,°,,,,¡,, Capr|córn|o """ ` _ ” _"_
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__"`ã'3._27..__ ll PLA N A LTO . I PLANALTO O Ponta Grossa . I O «Guarapuava Curitiba OCEANO
ATLÃNT|co 'V4
smm
câmmuâ Foz do guoçu 162m Guarapuava 1095 m Ponta Grossa 952m ur't ba ' m 1 P arana m 945 co P 1922~
3.2 ~ Clima _... ,L ~. Eagmfiüú .. ‹.z. `r;:‹ '°:.|- -ZM E zš W -€¬ |.›v . 1". H Ui çzu .fiã éä-1” - L:}_;š.:1'â=3â ñ _ aufiänmâa da H `.LCI¡"›šÊ‹ l'HÍ€~Í'-Et . ¡..,.› -r Câa ~ clima -8-3, -,--.-. .,..'L"-. ¿...,. ¿._.¬.. 1.21... -.1f::'s :l.L.§ -;9.l.l':1 I ¿.#.:':':::‹ i
xapwâfl ü Eätaüü dm Pâraná âmrëëënta a seguinte
climáàicaz
trnwácäl, üuwar úmida, iäentfl da gëadaa e
êâtaçãü ëäaa. äbrângënda a eâtreitâ faixa
auhtvupical, úmida, mwâmtérmicn, :nm müâaa
ürte da
4% 'C3E
€-É ÉÂE*-Eâ. ãiiš f'H'.`¡'...="-z i"â`:`?'f¡'¡5..1i.':E'\"1{.".iI-3**š:'ê . ." Fi
pavâšfiíü 84” âml há uma têudãfläia da cmncëniracäü dâfi chuvaä
..-_ 1. .,.._._..f_f.. fisfš \1 t:'x ~':J.LJ . ?:âs'zz› :fzz="zzz\.-.frzz ahvanga da M cíímä F3 %w LJ da vâväm frâtm e W , . M ëätâçan äfiäfl. fllâmú êfitadfi. 3.3 ~ Sslø e Relevo muda gava
'“..› tzz. :hà 'ÍJ - há aëtagãü aecü dëäinidn. Eâte clima
1 ê vmgíãu nfirmaâta da eätadn.
âubtrapicaí, úmida, maäwtérmicn, flüm meãeä
gëâflâs £r@quent@â E sevëvàë. fluëëficia dê maia maractürízadm úâ regiäfl cafiüru~âul da
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D Eütâflm dm Pâvânà, dwvídü a sua fnrmâqäm geológica,
aprfiäaniâ fië mànëira gfirâl uma urêdümiflânciâ üë falava
wi.-¬E z-J .z. , . ›.z. 1:1, ,. ,_z -. ».›.. Lx! zz Cí.. . =-~ J.-_=. _ . rw
'tmmfinta mndmlâüü cum uma dëclividädw média dâ -¬ *D ?-'Í nâã áraaa
Q vêglam É fürmada par uma aéríë de tipúâ de salsa,
12
Intensidade de uso decrescente
Oenominação %
Terra Roxa Estruturada 18
Latossolo Roxo l5
Latossolo Vermelho Escuro 12
Cambissolo 12
Podiólico vermelho Amarelo 15
Solos Lítólicos ló
Outros 12
lO0
Os solos que ocorrem no município de Guarapuava são o
Latossolo Bruno êlíco, Cambissolos; associação entre os dois e
solos Litólicos (manchas). O relevo predominante nos dois
principais tipos de solo (Latossolo e Cambissolo) e o suave
ondulado com declividade de 5 a l2%-
a) Latossolo Bruno Alico: esta classe e constituida por
solos minerais, não hidromorficos. com horizontes Q
proeminente e horizonte B latossólico- São de coloração bruno
avermelhada, vermelha ou vermelho escuro- Possuem sequência de
horizontes Q, B eiC sendo que as transições entre Q e 8 sao
normalmente graduais. São solos profundos, porosos de boa
permeabilidade. São bem supridos de matéria orgânica. o que se
reflete na alta capacidade de troca de cátions do horizonte
superficial- Devido a essas caracteristicas. são solos que
apesar de pobres quimicamente e com alta saturação de aluminio
P.. U3
prmümuäaâ cmmpfinüaüürafi. äm ëãtaüa natural üeviäü a bma
cawâaifiaéã dw ínâiltratëm Q mwrcmlamãm da água ãšu haëtantê
:JT Q»
.,. zwàLzLwnzh¢ .. ~ _.: 1. _... . .›. ,.¿._.¿¡. â .. wzumúu. _. .. _. Q' _. L _ § 'wa cantinas E mafiejü indâvidm,
pmdwm türma~afi muita fiuâcëptívfiiâ am êënfimamu, em râzëü da
%srmflçän üü nhamâüw “pá da grâfië“ quê diminui Q vmíume de
infíltraíäm de á§uâ HU saíu, %ävuvëc@ndm G eënmvrimêntu
fiupfir§icíâ1 da meämfi.
h) Camhiââmlü M Éäw âmlüa mínwvaiâ nãü hiärmmórficmfi, rasmâ nu
mâdiameniã prušunúma, mnüërâfiâmafita a hâm drënadfls, cum
Eaqúência da hmviaüniêâ Q, E a E cum transicõea nürmâlmënte
fllaraâ. Sãü da cfilüraçäm bruna eficufü, bruna âciflzëfitadü escura
e bruma amarašadu eëmurm. Sãm salsa Danca avüluídms cam aštufi
üfiürfië da m
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ta, praëfinça de minëraifi primárias mennãrmâiâäefiàefi am ímäêmwëvífimn e da Pauuanmä fragmantnâ de rachas.
êpvaäëmta baixa šfirtilifiâdë natural e di%imu1dade de
m@uafl`-açšw fu-\ ú Dmifi ümnvrêm na ávea muitââ incluâñeâ de âulüa maia
rafimä E da aflüràmentm de racha. Cum êpliuafiäm äe ififiumflâ
pod@~5a âmmanüâv a intanëidâde da uam daâsës Salma.
Iw»Ú .L If :Ci
C) âaâmflíaçäs :';*: na ásia ~ x Làtaâââífi Bruna Álicm púdam
amarrar iflcšusãaâ da Hamhíamnšm ášicm. Mm Qambisâalm šlicm
püdfim ünmrvar variaçñfifi da ämíüâ inäermediáriüs para Lâtnaaüíw
Evunm Álifim ê ínuluâšeâ ún mfiâmu.
1 icnâ M Bãú âníüs minerâiä pnucü Gfiaünvüíviäcâ que a
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partir ém = prnëundádadw num varia entvë EG â 4G cm
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diretamentezsobre a-camada rochosa, até solos 'com.horizonte B
relativamente desenvolvido porém pouco espesso. São normalmente
de cor bruno avermelhado escuro. Ocorrem em regiões de
topografia vigorosa com predomínio-de formas-acidentadas. São
solos que não se prestam para nenhum tipo de exploração
agrícola, devido ao tipo de relevo e devem ser mantidos com sua
vegetação natural-
nú
3.4 - Vegetaçao
A vegetação no municipio de Guarapuava é formada pela
floresta subtropical perenífólia e pelos campos subtropicais
naturais.
Q floresta primária é do tipo perenifólia e esta
parcialmente desaparecida pela intensa exploração de suas
principais espécies- Esta floresta em geral apresenta três
níveis ou extratos sendo o superior constituído por araucáría,
imbuia, cedro, canela e outras espécies folhosas de grande
porte; o médio por podocarpus, pimenteira, guaramirim, erva~
mate, bracatinga, guarirobas e outras; e o inferior por ervas,
arbustos e gramíneas. Hoje em dia a floresta secundária ocupa a
maior parte da area de vegetação florestal- Substitui a
primária e é constituída predominantemente por maciços de
bracatínga com aspecto perenefolía..
Os campos subtropicais caracterizam~se por apresentar
Qramineas baixas. «ohríndo areaw mais ou menos continuas ‹
. N .
naücëfitëa Qu na trüwë1'§~ z ..§.»1u 1.1.3 i' f"“1* L.f.‹:2:è[~~..¡ 1-ni-:I 1”"~ às * f"*~.n=:¿:.â-1 {~¬ if -
âupürtam am média uma uahauâ fle gado am cada trää eu quatro
almuairëä. fiäafiviâüaa aê :“L i'¶'" ""“*¬~ W '”
15
campüê de
ff. ¡ xl .. ._ ._ , ¿.¿._.¿. ._.¿.4,,. -...¡ _.. ..v.:, -.":' 23... _ ._ 1,. _ ..._. .' ,.¿ m"I.".'... ._ _ .. ... _. +.... :. .L _' ._ . ..,
Liu..-...I f:'.§~H.-=.~... -;..1 L.m L.f...!:(.f.¿f.,.%J\.-:-â Hu -Lil u if.. .z‹.‹|..‹ tfiirz FfLli..%C.Lf “¬.‹f‹z11C|l HLL «I 1. s..L -M.: E
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4 - CARACTERIZAÇÃO DA PROPRIEDADE
4.1 - Localização
Q Fazenda Fruteira sítua~se no Município de Guarapuava ~
PR, especificamente no Km 34 da Rodovia Guarapuava ~ Pinhão,
entre os paralelos 25030” e 26° de latitude sul, 51030” e 52°
de longitude oeste- Q uma altitude de 1095 metros. Guarapuava
fica a 260 Km de Curitiba as margens da BR 277 que corta o
Hstado no sentido leste~oeste. '-9
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_;1ó° 52'* 5|°5o'4.8 ~ Clima
U flíimâ dm ífiaal É clafifiíëicads cama äuhtrafiicêl úmida
(flfhš, cama dëficritú antërámrmântë.
Ê Prëciwitaaäm iam milímëtvmäš É mam diâtvibuídâ durântê
"'í ...- U ana tudu _.-.‹ L. 3...: . ....¡ :_-1 .... _... _.- _". r (__ -_-3 wtf :-..›\:f ::.- i L-.. ~é}š1mr.:z Jan ià4 ~ Fwv iã7¡ äar ÃR4 ähv iäfi, Haia 5?? Jun 133 Jul i50," Qgm ÉG ãën ?Q Úut Íêfaâl Bei ›.. vz Ez iÍD¡`L?-$=U'* w›~mr~ f.P-;f.'.?f," Ir~»I;`‹s';- m++ ~.. Tñial E.3ÊO,4
Fonte: Relatório Climática Anual 199€ da Estação
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ãü havündü pürímda de fiüca cama müfiärâ a tabela a
1?7&~i??i ifiédíäš
Experimental âgráría (Entre Rins).
A5 têmwëraturas máximââ _ E“C E àfi mínimas; máfiàâ dë W IJJ rëõpactivaa mádiae ínrâm Ge äfiflrëtariâ da âgricultura ~
É
" w “ aa,e°c - :CH i?5,? 148,3 i3ó,i i3&,& i53,3 i43,ü i5ä,E iG&,& i3Â,E í?Qz8 178,? ÊQ3,Q z i.8B?,Oem iëäë âlcancâvam uma média da
Q ¿..., z .. iE,? L. Hmfi ultimmâ Wi C.. H. puava W FR) }._*ú U' $3F`if.'3":`.-1 E-š':`i 1a,?üc. cFúnàâ
QE mââëa maia šrimâ äãm G5 da junhn, julhü ê agmâtn
fiiva gêadaê. 5--.I |. . ,U nfiürrendü inc
iã
4.3 ~ Sula e Relëvn
Ha wrmwriëäada scmrrêm 0 Latmãsmla Bruna álicü E
Câmhifiâüiü daäcriäüë anteri
daâtinaüa a pâãtëgfim ucmrrëm aãlmramantm da rnchââ. U falava
pvedümifiâfitë na urmprifidadê É fiuavëmëfiië uflduíâdü.
4.4 ~ Vegetação
D5 camwmfi mrígínalmënte naturaia sšü ucupadmü âtualmãnta
nm? plântâçëfië ê maâtagem. Entre ëãfiaä árëaä fixiâàfim capõaâ :mm
êâwéciafi da regiäm da média murtë.
5
~- E.5'?`2`¬š'z'..~"ê"1'.›'R`:1í3 ATLML°'›~ .L
'
< Fazândâ Fvutaira pmâfiui áraa tfitâl da ?üG ha, aenüc
que ämãtwfi, äüü ha aäü utilixadüs cam pâätagenâ É na rëëtàntâê
"'-J'¬ ... ... _.. 'i _.
›:íà.-"Ú l`4‹:.~: L.f.:m ¿'.~.1*-¢'C':?..¡. Yäâ.
ä prmpriëdade cunha haja cam grande in§raWë5tvutura
cümü afidëi mficriâóriü êquipaáu cam cümputadar; vila dnã
.--. !»..:›.
êmprëgaümä G ca§aaš¡ panâän ê reêeitóvim para emwregadma
Lú f"'& __. O CJ
âmltairüä au tfimpuráríma; ârmaxám cum capacidadê para
tmfimladâfi Q aficâduv para íä tmnaladâs pur hmra; E barvamãeâ
"J ~-..- '--...~
mara depéëitfi da maquinafi, matëriaífi E grâaä ênzficanuzz
ü$icína; bamba dë cmmhuâtívël íüiëëâlšg tratarem;
fm3hëitâfi@irâä¡ mlantflfifiiraä/aduhadêirâë; ensilâdeiràâg
cei%âdêira$; vufiadairâfi; cavvetâë; caminhäeê; dmis âilüä (EEOQ
ë iäCO äünë1fida§)¡ ífiitëria cum uapacíúafle para EQ vata5¡
cmn%ifiaflenäm %@chada uam ??Q mn; cmn%inamëntm aberta cmm i.5
. . fl , . . . . _
ha; mânguelva cum ÃQ44 m“; d âhvlgmä para ânzmals 1mwurtaünâ e
H
t “J _-.ITE CJ 9
de axwuäicàü uam âprQxímaúamen.e m'¡ balança na êntraüa da
ëazênüa cam câwúfiidâda dm EQ tmnfiladaâ entre mutrae
5.1 ~ Pecuária
€"`š W 'E5 §:,é W
O pr1n“
rw ra
CLU
Qhjaäivü da Fâxënda Frutëira na pacuàriâ É â
cviâmšn da ânimaiä da Ragâ Simëntaí para a vênäa da
rãmrüdmturëâ É mâtvízaä. Pavê iâtü prücuva~sa cmnëtâmtâ
aurâmuramêntü düâ anímâiä atrâvéä
atualmenäâ ínflifiwanfiàväiâ cama
kranfiäwränciâ de ëmbriãü, cü1%ta da
3 finfirw ww+rm§. “ diëfirfintfi . :‹ _z re Y_~. ;”'7" U liquida, â Tmém ü cüntrfiš r... z.-_.. rf ff- .- .- ›L.-. dw ammpuzà *' Tüdws
|Í.`.=Í`.ÍI Fi š"'C1 EE' IIÍE* fü ×`:"l CI Í"â'.`3t'£›
anota äuflm ü qga mam
'f .aê rw ‹; i rf.-z:~:^ fé '1:~ê:› cia cmhërtura 6 Ga in .,.._..‹._.._°.:... _” m-r:›...\:z*z' 1.›:i .z.'z-_» - u. :`5‹ ,_. '-¡¬- .. _. -..L ._ 'í .__ ._ ... .__ _ _ -:af aí.: ‹.. . (..‹_%:‹z'â|-›fl_‹. püüwnde~§e tirar lí
L"¡'Í-I-L iílfíëí-I-}&°`í'¡C1'É.'-'z, Cfläiíiíli Qfi-3l"lí;':"
..'lf__ .-_. ._ _ ._ .:_.._.. ... ':~:››_~.1.1.; 1-›z_~.¡-:í ›_J C.›.;1fí«\..|›._r 2....: - x.
_ ._
uma Eâfl êmrnaâluâa
Çriaüürfiâ da Êäflâ 5 ummuniuafiöëä dävëm trânëãarëncíâ; nau: ' ._ ._. _. .-. .: _. .. ..'I&:`... ._ ....¡.. : -" .: . 1H'zr.fzz's||›,lâ›.~.‹.\_.zz‹.I._§ ml _ .L 'S 1. C. cmngêlamfintfl üâ fimbr _., . L 1.._ ..r La !. J. 1
E
â ¡¬»Iz Q --x 5:1 .L IL .wa .-,~‹ .-1 1~ äfi âelfiuäa ë de técnicââ infiaminâçãa ârtiëicíaí, âšmän, täatëâ ênürülógicüfi _,. '"._ ri" .K Bëmän da mais da tvinäa .__ __: :L-.ln 5%ä Fuv"_ aa, armaäfinaduâ am butijëaâ Ge nitrügšfiim
maimvía ímpavtadmfi.
ë dmfi animaifi É äêitü atraváâ de ëichas E
Ufi afiimaifi ãšn %ichâdns tendm~5Q ãichâa da
íanfixa ii ë da %ëmâa5 íânaxü E3 annde ae
rra cam na ânimaia. Também tEm~3@ %ichâä
hexërrms íafiš (ânëxü 3); cüntrfiíe da
àamínauãm arti{iciâ1 áànënu 4). Esâëâ
lizâäüâ diariamente para fimnâultaâ â
tâümv tem aê dadmfi dë ämümâ na animaiâ, äêgfins äu mbtar Qualquer 1fi%Qrmagäü ãübre
¡-4 w..
ímgia, mandava venda e Etc. Eäâas fiuhaâ interna da ëazandâ. Exiaàem varíaa üutrâa
pela äâüäš ~ äâamciamäm Hraëilaírâ dmâ
:al M äfidiaüa um šëníritm Eantü. Essas
za.
.Ji-J.l
Ear faitaa regularmênñë, comu â da
› FJ _ t nf
manta; mürtë¡ fl§mun1caçau de cübrícao ~
al; Falâtóvim da culëta, tran5%erãnciâ e
trfin§%firênciâ da fimhriäfiä.
LF. 182É
QE pvincípâia gvâminfiêë uâilizadàä _
~‹...~°
-_ I _ Í; *M ¿..z Ii;
í?âfipfl2um mmtâtum var: fieuraâ ëêtavia íääáâriâ _
quicuia (Pmflfii§Qtum cšâfidaätinmmš. Também amarre
Ci I3
Si
ênfiâcmlâ
-- ¿..›;:*¿'‹:š: É~šÍ3 vz'
ãnmmmpuâ saw.
ë am inüuä na pimuääfifi tëmwâë cünâmraiauãa cam trava branca .‹'-‹. f
""i "fmlíum bn rwmëws L.) Q um trêwü vêrmêlhm £TrifüIíum
.›'_ ')
nrâñefiëe
üëacriäãm daë gvâminâaa Q íeguminnaafi utilizâdaëz
"E -.¬ *.
ía áfiâfimâíum
Fwnfiâfim
ä ün nurtë
3 #1: ri' ¡..z.
%ürmâ rlzfimaâ qmë aê dwüenvmívam ëabre à fiupërëíciê
âendu châmafimâ üw
citada war 5
É
fiëuáfiie íñfivratm
:tfltum värz Emmrâeëz graminëa
da ärgântinê e âul óü Hvâfiií. 8 Penaâtmša
da amis,
rizümafi âuwvà tevrãneflâ e qua caractarizâm a
.EfiNB, i@?ü). ädafita~fie a regiãea
âuhtrmwicaía Q tvupicaiâ, nšm É ëniganàe Quanta a textura Q
L. 5.-.J ff 1. .› ëertilíúâüe dm asim a É tr ' |._.¬ ._g Ç3 Li '*›-I'
citada pur fi&LERH8, U ëâtabëíficimëntu
`!J Lfl ,
narmalmênte atrâveä de fifimëntëa na düäe da a 30
amv fãítfi quandu a pâatajâm
if' FÉ Í. ›|;': Í5
na tajm
1
¬I:*
até atingir 18 a ii cm. U pfifiââcnla palatável
ëatadíüâ avafluaümä da üëäenvülvimëfltu, ëandü mëmür
tivür de BQ
'ante am ëncharcafiëntn (Pupo,
É feita Hgfha. Ú 5 # C? CIT:
mââmü em
awraciadm
amb ü e%ëítü de gmâdaâ. Ê wrüteína bruta chëga a iäë amanda aê
pšântaa fišw juwenfi um cürtâdâa frequêntfimwnäë, Ú mfiâmn ncfivre
21.
cam a fifitihííidâdfi, quê varia Q
~J
fi'
w ü -›..~*
manejm áñügüânê citada wav SQLERHQ, iv
W
¡".›~ Eatârëa M âšâéàrwâ fipfiaaëíâtâäz A Sëtârëa é mriginária
da á§ríta, a afipéüie É caanitmââ E â taucãira se Enpândâ
iu ri' iš: .¡: IL!
~
U ¡...|
ü me rlzümëä curäüë, püdênds atingir É matrüë de turâ
mu maia íñwgdân, ciäaüü pur ÊQLEÉNG, la 41Q ê sêtarëa ae
. . . ‹‹. _ _¿ __ __
1.`.Í>`.`:í“|'Í.-E-'ÍÍ,?`L`Í`Í'_.¡.ÍL 2`":5.~Ͱ.:`3?&Ê. (.Í›Ei'E;`~ E; ¡"fÉè›.T¿ }.š"š(:`š*~€i'?5 Íl¡"'€`ÇI\f3 lfl.-Í ,.ê.. ¡.\âf" zu lÍI£Í:zSTi .¢":`1=Í`i 1.21? 'Í.Í.i'Í;1EÉš"‹€"*.1"IE.À.›:t -:ÀEJ
ërin amhürâ amarra marte da píântaë â ~ 4GB. Q precipitaçãü
ädëfluâüa afitâ anäva Ei? í .EF 1: L‹ ëä"“¢ Ur a U E a ea éaí"
J
1-J ›.
51
1%» w fi=~. mM1.z aufi pz n .n~ a näü tmlera warímflua aacüã pvmlungadüâ, maä adamta~ëë a smlüã
êujeitmâ a inufidâçšm pêvíéúíca (Hugdan, citada par *LH lí? !.,. ”
F.. 33 KD :F1 -...f -.__.‹ ~».. ...I z. .a .-4 ~.
i?? E âwrêâa ta ú;¿;"ãnflia máúia quanta a &ertilidâde da
Emíü. Q ããtahfikëfiimêntü É gërâlmënâë šeítm par sëmëntaã
ândü~aë da ä à E HQ/ha da fiëmünäeë cum vêlür cultural
ÇÇIÍ ..»~. z z ¡..z . ¡....‹ ;...z . ?'.š
cmrrigiüm mara }_\
9
Q
E àmmêâflâfi a lanam PK i_¡-'JÊ
É
“ II --4 fã- L] ÃÊQG). Qf' ii 'fx z 'T -z. |¬ LJ ‹- N- V... ,... *tz , _ R ‹. 104 H. ll! :w¢f“u¿ -
1 am twrfim fa ÀS t/ha fle mai “ fifica. Gê dadas da
quälidadë aëm vaviáweië: â pvüteína hvuta vavia de iã 5 i4,&%,
w 5--ls aÊ mm
nutriüfitëfi digma sia tnäais " 53,b a 55 e a
UT ~Q
díäeatíbilidàdë da matéria mrgäflicâ varia da i a &3,i%
-›.
¡..z. 1-.J ‹.4 ëfihêin, uitadü pur Êâ "T3 HNÚ, i@?Q). Ê utiliaàçän da
âãäàvía dwvü iniciar fluâfidü aa wlantaã aäingivem éO Cm da
" 2»-' äura Q EI ».@ndü uërmânafimr 15 a EO cm de fimhra.
- üuicuim «~£Pwwfií§eta' cšândästinumšz gràminaâ parana
.¬. --.
ürigináría da Quênia, ünáâ axifitmm fiaâtüë nâtivuä a quâaa E mil
mâtraâ da aštitmda. Eânüm~â@ muita bam em rêgiõeä aítaa do sui
z. -.z _»
li f.‹ .-
dü maia. âpre5â';ü râêifñšfiflia am fria, fuga E piëütêàü, nän
tmlarandm Q ëficeüâm da umiäaüm Q âaca. Rëquêr Emlaâ $értei5 Q
fiän écidmë. ämu plantim É %eitn pür mudaâ. ü qmicuiú atinge úe
fa :Z3
U ÀNQ mQ 3* ill ä ?$ tfhâšafiü da maääa vërdë, na qual apraëenta
¡_:
z
1: 5.? "š ... -i- .¡
i,ä% dê Prata . . m_ü
~ Éxmnmpwfi fiâpz numrrem variâã eapécisâ cama a Grama
flimâimfiëirâ i äxfifimpmä jëfiuítíumfië ë ürama §ampre~vêrde
íâxmnmfius x rfipânfi). É uma gvâminëa nativa dm Pavaguaí,
E 3 mO
firgentína a da Hiü Srânüa da Emi (valia, citada põr ENTG,
ãä alii, ÃÊWG). êdawtâwfim bem â rëgíöaâ friaä, cam altítudê da carma da iüüü mfiärmâ. É uma gramínâa da wrësanga dümifiafitê
ëmhvë mutrâa aápáciêâ da paätâgefiâ, cum rainaa prü$unâa$,
rêlàtivâmëfiiâ bfim acëita palma animaië mar âprfiâêntaf hüa
pmlâtahilifiada, enígindw qua aaja mâmajadâ bâixa a §ím de
äântër um vfllmr nutriüivü fidenuaüü .›'-›. ¡-‹¬ `íërn, 1,... 4. flitaüü par
É
SI: f‹~` L . r-~4 "'_"$' ‹~¬'>Ú É 3 '1 ,._` 43 ~‹'.'J LÍ3 fi' r fT'3 °~ _ fz alii, 3. fiwvaëanta reâiâ ¬ cia am ínvärnw Q wiwútaia.
~..
~ Trava Branca imriíülium rëpanfi L.3z mviginàrio da
Kurama á uma lfigmminwëâ tipica de área tümperada, näü
apreciandm aštaü tämwêvàturafi, craacë am gvandëa varieüadea da
aulas, âprwaantandü malhar crüâfiimentu em ëülüä neutrnâ E nua quê tem 'I .Ju }-_J .-¬"' .z-. cuntêúfiu da humuê. É razmavëlmenüe tnlârafltê a
= E
.À ›- ._ ._ _ ._ rzz _. -- ... f_;:‹¬ .. .x _... ..
gààuà w fiw äâmbrfifimafiäw. rruäuz de aü ü mu tƒhw aê mazma verde
E tüntem alta tëmr üa pvataínâ hvutâ< U plantín É íëitm cum
-‹ ...I
_-w.. 9....:
fifima zfifi, ati izanfia~âê da É a 4 kgfha quafidü afiâmciada cam
gvamínfiafl
f›n~JEÉ
~ Trevü Vërmelhn ãTFiFQíium prâtënãe L.)z ” uminmâa
âxigantfi am fimšü, näm tuleranfifl na ácidüâ E Prêâerinds ma âülaã
E4
Fara a aâmfiâúuvâ 1 T1' ;..v â~§a Q Hg par ha da äamëntaa mara
. 5....:
¡_õ .
K z | ‹.ú
cmnâmrfiím aum gvaminaââ, também :untém EL 2--' É têmr da pvatêínâ
t3r"àâ1:êâ.
W fiwëiâ prata áâwaflâ fitrigfiââäz graminëa anual dê ësšhaã
eätrëiüaä ë cfimuridaâ, mfilmmâ maciüë e aucuíëntüs e vaëtfi
aiätama radicular %âscicušâdn. É vêàiâtante au Fria e
fiumpürta~àa malhar nua têrrênüâ argiâü~âranm5n cam matéria
nunca ín%avimr a 5,5 Ê nãm sufimvta baixadââ
'F3
z^“› ›
orgânica a
ëficharuafiaâ. Q aveia prüpsruimna äürragfim muita tênra,
wâlaiávêš É nutritiva. Ha semâaflmra utíli2a~§e 80 kg da
fifimëfitaâ pur ha, puüanéü äer cmnâürfiiafla cmm lüguminflsaä.
5.8 ~ êgvícultuva
;,....| .z-.¡-
E...
.».. !
äë pvíncimâifi cu xâa ãëmaadâa sãü a aaja Cfifycinë mâaë
f'¶ :_-ez
E milha íšaâ mars), atrawéâ da plàntin irëtm, â
š.-.fã L)
_'I' «af- Ez;
awvnximadamemäe . afiüä. âaívâ 9Ef$3 U milha alcançam
'15 ífš D. ;II 3;-E tr ..› :II -:~
:ll -1 P-I. fc-Hr 31
313 =" '
_ Aê EQQ Hgfha e a aaja 3.äGQ fhâ. älàm de
âar utííizadm cama grãm Ú milha também É cultivada para %a2&r
Eiäagêfi, âafidü am iääã utiliâadm &Q ha para ëfita êim.
Nm invërnm âãm cultivadmä a avaià pretâ (ãvenâ atrigfiââš
E a âvêiê brflnua áävmfià fifitivum) mara ua§tnvëin e ubtenašm da
gvšü para âêzar rafišú. fiäaim cama Quärafi culturaa, cama
Ú mulw êàtâ
f"‹\::
í..'1..J
1 ~'r' . . . _ _
\zritiLum ààâiá .,.- ufivadâ ~?”:ëum fiíäâíahum) fiepënfiafidm da
“-.
'~.-. ‹`›'.'. u.: -..» _.-~.
"
.- :za -I.. F»
mmvcàdn.
Para efiaâfi ativídâdëâ também É uäilizadm â Fafiënúa
Lünürãai da meëmü Prmnríõtáriü ë que êica â 5 Rm da Fâaenda
1"' ' . .. .š.. ._._*,.¡ .C .. ..A ._ ._ _. _..- ,. :, . .. .í . ..a,.. 1... ..
_ Ea, muhLu asma úwIuú¿mmL& um xa.
'-1 Ã- É ¡..z 1;.-I 51,] iflš
*\'.
Mú figricultura tamhám há uma grandë pvüücupäfiäü am ae
dimínuiv cuãtma, aumentar a Prüdutívídaüa e cunaavvâv ü ãülü.
?arâ iatn aa '-3¬ 13.: "11 - plantim dirëta a algum tampa E adüta~5e nüvaâ
tacnúíügíaa, altarâflüm aa a aâmaçamaním, utišiEànüm~§e müvafi
uultívêreâ, %fizfindü~fiâ Q plàntim da legúmíflüëaë na ëntre âašra
H r'-
pava üimínuir cmätüa :mm *ëuhaçäm Q para a wruñãaãm da swim. Ma
árëâ üââtinâda para U ulüntiü da milha para äilagêm É íaíta ü
rmdífiiü da lücâl, davídm a grâfidw Preäaãm que Ú aula süírê cam
trâäagü da tvàtmreë, cârrfitâê â flaminhšfië Prífiuipaímënte amanda
Q.
ä cmlhfiita É hënwíiciaââ na mrépriâ fazenda, podenün Eav
é H Ei âxüfiada â gvanãl um afiâauâúa. Éënüa que mâräe da mrüduçãn É
lavada üivêtamëfiäa dm uâmwü wâvê â üüüpêrativa Agrária Histâ
,f-. =..›.. .›‹
Ó _ EDMPQSIEÂÚ U9 REBQNHU
Q mâàflría das animais aäü wurüâ de ürigam, pêrëâzëfido um
tmüâí da HGQ cah§caâ¡ âafiäva aa quaiâ ëâtäú ea P.G. imwaràaämâ
›. ~‹ .». “Q nz.. ¡.. H..,
f
1..
Q ma mêlhmreâ ?.G que ëäm utilizà- = fim ëxmüäiçãeâ.
EI fi õ-‹ zh -a ,_..
9% mafiiiçmâ, Qriginadwâ dm Cvuëamentwa :mm *x
*x kl r`<› ~....‹ _;
perfàafim âprmximâdämfifltë "›~ cahfiçaë. Cum aa %ãmeaâ deêëe grama
fafi~ê& auflaäâivmâ uvuzâmwnäma cum rewruduímrëã Eímäntal
ícruaamünüm abâürvanteš. Ha machüs ifä âângua väü para ü
zmnfínamantm E ua Bffl, Tfü e P.C5 âãn venúifiüs cama
91. z-9' ,.. . §._z
4... :..:... ...\.. ._ 3"..- ....'. , ..._ .. _ E2- _- ..._ ¬. -..|.. ' .._ _.. ... .,... . .\.._._..-.__.
zmpzwmuzúfwz. .fifibfim ¿¿â~ze %mmé¢z à@w_1gúz Luma .wúapzuzflz
úw ambrišm.
Ú cünfínâmwntu mmafiui âtmâlmënie 379 cabacas. É *armada
É
prifiaipaímente par animaíê Qrüwëfiífifitaä ' üutrâ prmpriedaàe am
Suàvaníaçu M Ffiê qua §icâ â EQG Rm da Guâvapuava. ãäm anímâíâ
|›-\ -IT: 'x 4. L-
"'I:› 41-
ru.-I Ú -:É
_
uriuufiuâ da miäturas da rä:Lf cama Charfilää, Canflhím,
5...: w.. 1. G gàfiü atuâ. lütâ fillte .-.~ ~-:.'rt1*"~\ LÍ`z~1ÍI-¡*l`_3'Í.}Íi. ¬.Í:‹ 11.3 .~ ,i ,.-. -É-z ...z ._~
mw É diuiüiüü nua quínäaë lütêâz
.vz _. Í.;.. ,§'£ ;_r_: YU
.
"'1adm pur mâävízeâ F.G. Q ãuaâ cvíâfiš;
f da imuürtaüüfi ífmrmfidma welüa afiimâis impürtadmâ E da
M laäa üe vâuàfi lëàtüirââ Evacaa P.ü. qua sãm üvüênhâdââ tudu
¬›. 1.
'x
1.1.3);
~ lütfi Ga vêcâ pvübšämâ ãëmrmâdü par vacââ cum dificuldade da
ršrzíèi-
.` 1.
4 T' ›Z-3í'|Í'ê Y)
¡
N lfita äë ammjadaa ,-. .‹'¬ armada pur vacââ a um mêâ da pârtúê,
- «ata da flnifiaiä düëntfiâ;
~ late da nmvílhâä P.G. ífürmadm wmv ëëmaaã apúë daâmamãë;
Z ¿.,..z "l _; Y
a Prënhaflä;
_. .à_.. . -, .-.___ -._.-.\. . . .
-.f L.'=›:_* ¬¬-'‹;:(--:L:.".› (-5: i:.*í"!Ͱ!-¬.'š“.':› /z 4- urmada pur matrizês apàâ cünfitatàda
w lata dä tmurinhmë P.Ú. á§mrmadm pur machnâ awóa daämâmëš;
~ lute da racfiwtmvaa ~
~ lütê da nsvílhaä mfiätigââ íëmrmâdà wmv fämâââ apúâ üeãmameb, 1... 1.. ... ---_... '....,.._
ÍFÊ 3. ›.1Í.zvÍ-§'.~.= Luz: v-:‹1|.×.z-Li.-z zfzziz-rm'Í1.1.r,»›zlz\ ,
EL embrišw áffivmadâ pur vâcaâ maãtimafiš,
F3
an Í.” 'tz
Ó.i M ._ çãú dea animaiâ
Häü É ëaítm afiíaçãm para daacartë daa vàcaâ P.Ú.. Eëiâã
fià ëãü ëlimínâúaë na câfiü dâ prabäëmaä irrëflunërávëía âe Eaúd C .L
cmmü uänuwr da mlhw mu mrmblêmaa ligâdüä â renruduçãm au
£
C mU1ucumn¢¢" Atuâlmmnta aê É šeitü sfilêâäm - 5 animaiâ navmâ,
âanfim mà qua $wQ%m üa eâuülha wündidüä. M äëlsçãm é anumpanhada
pêlü dfiâënvmlvimefitü da ânímâí atravàa üe peäâgâne quê aan
_ . . ,
+&xta5 am naficmmântm a fla 3 am E mäâëa ípúndêralë E tamhëm par
1 .... .
.
z... ã`2 šs:
caractürít ê düâajávfiiâ amam de ëëtrutura ë prãcüüidadfl
Dáwëe wr@$arênría também nur animais Quê amrêâentem pigmëntaaâfi
na slhü mâfa ëvitâr câncfir da ülhfl ë mëlüä turtüâ, para melhür
adaptaaäü au ümlmr.
wma tflurmë aãü feitma taääw ânüvulógícmâ para avaliar a
fiuâíiüflãe fl. fiãman e apfllmaâãm da fiacü üêcrutal`mara veri§icar
Lj
¶
m
alguma anormaliüadâ Ê seu tâmânhw mêlhurar â qualidadë da
i |...‹-1 Q: Q
à
m fl;U
'*@l tämhám flmnta~§ë cum fiämën mú15 de üifërentea
rmpvmdutüvêú, antr
m
nã wuàiâ âëman immartadu dê animaíâ däm hdWW _!?R
cümprüvâdë quaíídadü.
"
.Í alguna Faüvudutnrfiâ Q mätrízeäE... .Í- 1.. -.¡¬
imwurtafimâ M *ihmâ da ânímâiä imwüräadüâ.
Hfis anámaiâ mfiâtiums alám de ëerëm äelëmiünadns animaiâ
tum hmm dââanvmlvimentú, âalacíüna-aa também nüvílhnâ E
nmvííhafi cum palm uuvta, piämêfitaäãü aa radar dm alhm áóculnâš
-.f ...lr .lz
ii* U
Q havmwía gvandw pâva ëmrem lëvadwâ am _* Grusân da Qui.
Eàrâctëríatiuaâ fiâtââ que prmpiciâm aa animal mëcaniëmøä maia
à
aficiafiäefi flä rëgulâfišu tärmica a da prütâçãü am clima dâquašâ
.,._..¡¿. .; f:' _..
1 cz __-_f z'. -:').'..z .
a
7 ~ INBTÊLQQÕEE
Tüdâä aa inätalaçäeâ daetinaüaä aqë animais, mama centra
da maflajw, cün%inâmenäw fâchâám, laitüriâ, abriga das animaiâ
;.- .-.,-.~...›_.¿_.¡ . ..._.__.:.- _ 1; _-..:
¿¶pwzLmmw@ úpimàznzflm ú uzâpuz¿m Ú 1eëte~ü&at@.
7.1 ~ Centre de Mânejü
G flflmtrm de mafiejü iam uma áraâ tütal de iG44 má iânexõ
..‹
5). Fmëâui t*êä rawârtíçãeâ wrincipàië e á tmdm calçada cum uüúra Q uma fivita â šüfimâçäü de barra a ërfifiäm na manguaira. Q
. M .
ä@v1nga, m trmnflm ä a balança ãêm cahârtüã É Q p15n naëaêfi
É! ll
luuaíâ e dê uimfifltm. “ âfirínga tâm~âe plfltaãurmas düâ düifi
laflma am ämda a Quê entenâãmj Iataraimêntâ a mâama nãm É tada
fachada permiäinda a vifiäfi latëraí dmâ ànimaiä 9 quê diäiculta
G mânëjm. Ha ërêntfi dâ ëêringâ iem~5a ü tranca nâra
l¬ :_-ú Kv-
immbilizagäü f animal. Hâatâ árêê axiâtë prâtêlaírâ cam
vamádimfi, wiâ} quaüru magra para anútâçãaâ Q cmmwavtimanãn cam
uutijãn de fišmen. Na frmntâ fim tranca tëmflâa a bašânaâ. Q brete
É am {mrmâ üfi funil ü Quê fàcilfta r~' a cmlmcaçãm dmä ânimâia na
-Í-_ ; _. . ~.~* _ .x.. _. ... . ~ ^:-^.":.^ \ .!. x' š H; T) _ 1Z2_Ê : *... í 5.1' ^ :':›f:: ii.. 11 X. ]~~'Y;:'›.¡ ' '... ::.'.!. I *::'›r.Ê1 !'._}{.Í_v . .J _' 'ø '_ .: _. ... .__ _. _- " " f_.,.._¿,. ¡g. .¿,›; ͧ ,_._.z-.¬‹x ... rmrmà rmüângzlâv LL! ¿....4 É | z í  z:. :rf "z .`¡_ . 9"". 1.1' :::› ' zw, .-. ~ -«-_ I- ".';` .__ ..‹,. .\.. C ... _. z:.' f~_;| .;_ -.'.t".'..! (J 1...* 1... ¡__! '› :cx ¡'‹. .›¬ -....zm Ê.. 1' ...'_ lH..._‹ \~.Í*.¶'.s=;Í=..¡m ' _¬_. ': i gz É.. a. _,. .-¡- ... fz ~._ ,___ .,. z ; ~›`ê _ ':".- 5...' --Í".'= :T1 Ê' 'Í' 'Ê:.'. 'Í.Í'| :::: tz? '...s 2"- :1 1_.'!':'! r;:- F' -1:1. I «*:¡. x.. Í -'rf 71:: |~--“....f .:. .L -:Á _!. '... Í... ›:'. :L .¡. .‹;:'. I.-.:'. 1 Ê-.~:'\ l`\\:Í?. 15'-.šÊ=. '¡" í:Ê:' FU. ã[Í"{:ë.~ 'l" Íí. *Elf 'I' 'F
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HI-1:* l...H.'r .L 'z :za l.::: ÍÍ..| .ê ::› f._=~.iÍ If. ÍÍ_ ii ?._=1.Í.\ ':.'z ÍÍÁÀÉÊÍ 1... -.__..|› |.1. HSc_'.' IQ? *.._
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`âbvígàHém cada uma EQ ànàmâíâ, ästaíizandu
Lil
7.3 ~ Gutraâ Instaãâcães
Ú cmn§iHämHntm %Hfihädm É §êitm dm .¡.. êetrutura pré*mQâdada
â flabërtâ cum äfilhä äê fimianäfl, pêvmanêcefldu E matrufi üë tada
,
. W . _
lama da xnâtalâçaü Eâm cuharturú para qua na anlmâzâ tenham .J
fi-1 CH* 113 dírañm am ämí. âprêâfinââ šõwmâ rëtangular (z UI war ES
, "T
._ ... ... .v.*..\...
=:.* ‹':11:r7Í ¡' šÍ'.'."f:Í \J...= I.. IL *-4 da L ¡...|..W fa šO ätfirêis ããfl šëchâóaâ cam
'ía lí 5*-4
._ .. J. .,.,_..._‹... g
‹tu'rÊ~ I.,| aew z' ...
|...a
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cmrâëašhà da aum E aramë liam, aandm sua uma dafi ítarâië
«ú-
mënüraa É ëfichafim cam mfiúeira ëmpagadaõ. Nm cêntrm exifite
cmrredmr üa 4 metrúü ââ lâvgurâ e §ëchaün fiàa @utrêmiä"úeë
Á
wavpmrüõafi. De fiadâ lâüü da cmrrëdür àämflâe fiuaä divisñëã,
W
ax) LJ cahàçaâ. ä T _ .z _.. .- .. .1 ... ... ..._ _ ... 1 rn ¡.z›_:z ~zz›=.L~mz..11 . Cie» f_«_.‹‹:!zc:â~.-. z DJ ¡._~. r r:mcuwâäãm É da âãu da cimanäü e
.udâ a efitênfiäü da cüvrfidmr. Pëvidu a
""“*"
^- "'” "'amu 'II 11: Ê: ... zúnzLfinâê zçds dwz
, .
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ânímaia da šambavêm Q cmchn afiâbâ Qcnrrenéu a ramwçëm da
äëlüa mesmüa,
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wcimanäu e de hriñà uma puüë auahàr äëndn engül
além da dwutruiçëm dmâ cüchufi. U ídaal sâria rëvëãtir ü cnchü
:mm algum mâäëríal üe âupär . '¬'l e‹'~ ,... ;i aa
Ê.: É:
fi kd W mu azulêjm. B miâø É da
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fiimmnim aandm uma em um dmâ ladwfi lisa ë apreâantê uma
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ífivë inušinafiãü para Q lâdü da mnfla tëmmãa uma valëta.
31' ~..-
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í b üutvm ladm Q miau É riwâdn próxima au cmchm, hâvümdm tambá m
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uma waífiäa mm íadfl . âürâ. Ee aaa if: valeüaâ n ââtrume é
canašizaám para dewáâitm quê €icâ ä céu âbërtw a aãguna metrmë
:Ê "h ¡...‹ .
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dm um ¬m@ntn. G5 mfihefiü;rwë fiäü r:tâflgular@â T (4 mar 1,4 mwtrmaä âätäü äituâdmfi Ham diví
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1 g-.: êuäërnaf :J E... 5 N" iT¡ ".":3 El” Yi-:RE CNJ 1 '- “ -Ê~'z~- ~~ -r. 5 ' “L ¬~ '° ~*-›:: '":¬ " f"z,:" ¬:“ gflLp¢4 @m@¿m nzmw ud L@L¬z¿ para '::› "*` ai 5. _ ' émë mfitàhulüfi rí_ -.-
z-. mä afiímaiã imwmvtâdmfi E da expgfiiçãu
-Êfi ÍÍ bz. : da matâríal â madfiirä. fiprfiâwfiäâ %QFma retangular /¡'‹ '" T -13° pur
32
9 metros) e área total de 216 m2,.com-corredor central de 1
metro e de cada lado quatro subdivisões de 6 por 4 metros. O
chão é calçado com pedra e forrado com palha- Cada boxe possui
cocho de cimento com 2 por 0,4 metros de dimensão, bebedouro
feito de manilha inteira e grade de ferro para feno- O telhado
é de amianto-
No outro estábulo aproveitou~se um lado de barracão
(parede de material) fazendo~se o telhado de amianto e divisões
de madeira. O piso é de pedra e forrado com palha. Cada boxe
possui cocho de meia manilha e bebedouro de material junto a
parede- Possui 7 boxes de dimensões diferentes- as laterais
possuem aproximadamente 25 por 8 metros-
Q leiteria possui capacidade para 20 vacas- E toda feita
de material tendo as dimensões de 25 por 6 metros- às vacas são
presas por engates de ferro que se travam automaticamente
quando empurrados pelas mesmas. Os cochos são de meia manilha.
o piso e cimentado e apresenta leve inclinação para o lado de
fora. Os dejetos são retirados por orifícios que existem na
base da parede caindo em uma valeta. sendo jogados em banhado-
A limpeza do local é feita por mangueira sob pressão. Existe
uma máquina para fazer leite de soja due e utilizada como fonte
de água quente (5000) para limpeza do material- A ordenha e
mecânica e Feita diretamente para dentro do butijão de 40 L-
Tem~se tambem dois quartos. um com geladeira e medicamentos e
outro que serve de depósito das ordenhadeiras e abriga o motor
que realiza a pressao de sucção- Um cano que percorre todo o
za -'39 “aa E1373 5"' 572 íwêtârwwâlmë, mar 5.5 ..
apfinaê a mvúwnhadaivâ da lmgav.
its a ürüanha da tmdmâ aa vacas muüândn~âe
_°r2J-
2
OTECA
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ëšëã
33zu
Nm barracão da maúëira anda ae ëax a miãtura fia *úcaü
äambèm tam aê 3 repârtimãëâ da 4 H Ê m cam cache dê
F meia
manilha e babflfimurü. Hwfite lflflal finrmaímëntê $íuam âlgumaâ
vmuaa pvëêtwë â Pavir.
C.. z... f.-
Húë funämâ
“ "'”*fi"”ëë de E x 4 m cada, fiiëü
_ i.m ‹' âQ
mânilhâ Ê bahadmurm. äândm cnhartmê
maiadê da mwu ummpr`
":r
:"'š ~= if w ¡'..' lmfial âäm flmlmaadmfi
cum talha da ëmiânäü até ._ !_.-.‹__,.. -Lnfin;me"í; H. _\“¡..H €w:Pašm ,...¡.`!_¡ wxiwíw ahrigü ..V ¡¡._|-_. __. cam 4
da uímfifitm, cüfihn üê meia
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âmänüfi ë cãrcadüâ cfim fiürdaalha ée acc.
principalmente hai dm cmnfinamentm
mam wvmblfimafi da lacamwuäú mu qua efitäu muiüm éahilitadüa.
Q cwnëinâmêntm à céu abartü pmâfiui àrea da i¡ã ha. É
šachâdü uam flärcâë de 9 %ifis de aramë šârpadü Q liam
íntarfialâfimâ. S cmchü É üa
.L .. .L .. ..., .. _ .‹. _» ... ..\,.‹.. .._ .gV..__..
f...\.* 1. mtu* fi ¡..;rÉ} ?.!::! F..:=..5 :s 1 ‹¬:\ C;‹..v :x da marcada. S häbeümurü
(4 H 1,4 mi a%äím nmmfl Q cmchm para âal qua
fiün%íflamëntm âprafianta âwrmâ Quadrada cam awrüximadâmente iiä
mmtvnâ wmv iflë mëtvmë. ã mcuwacãm É vâriáwël, na mamântm
HD `,_} Q E 'D _ _. f.'_`-£Í`H"l"I "" }›"~'H`.Íš'1" ‹:`§-¡I"|ILf`횀?l..¿.. 7.4 M Hidráulica Q ahafiüafiimwntü J-|...›... "....§ Ê. É ›._¡L.›:=›. ÍÊ.:.'z:› "!JO 'Qi uamâcidada wara W 2-* . . . H
ašta Ê mvüxxmn â fiadë Q auâfi lnatâlauuea. É *'51 ff ,.=. ri' É
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fã* 1
C?
maia manílha E ncupâ quaäa qua
da matfirial
cmhartm. G
YÍ .H -1- gl.
~‹í 'Ji
É feita atravéfi de dëmúâitn cum
- Incalizada na parte mais
Lil
fipraäfifitfi %ürmâ fiiräuíàr. Hate depàäitm É flhâatëcidm âtravéã da
FP
bmmhaamantfi da água da um ã'1ua lmcâlizadm _* ... ~¬ am ërentê à caaa da
mada. â água 1"' fm t;nqme mamae L- nm lmcâl . Em dëwóäitm a ágmâ vai
para várímë bâhfidmuvwfi ímtalizaámë em miquëteä prúxim
ü
aasimëtafitãâ üa z.. . -~« .,J if; .~. wo.. 5.; .
Emma mara aa dëmfiië talflgöeä. Nua uiquatëä
UI ITI
,.. ... .z.., ,. .. ._ ...,...,.`..._‹. .'I“.:` _ .. .. _. ...¿..,.._ ‹-.~ _; ... ...¬, . ... . .. *_ .`... . .¡.=_. _. d.¬ .z-¬.
::›1::.' Lair: _. -..}›':::~ €H‹:::'::zmf..¡'.-:à Y-_'-.~.-.1Í..! r:tÍ.J-.-.:f.*.:.~z â.~::'(.,.Ê Í..lL.:=.':› Lisa?? z-Lê Úuš C 13.1 -/cl. Céšl- \...z~_^z .cn Êm
pequënmfi üanwuâa âüiäwa na fifilm. Iäëa É nüãšívêl devida a
ínfixíâäãncia da éwmflà üw aânâ E também dävidn a bué
Á-Ê3
úíatribuiâãü da chuvas. Em iwf t@vë~à@ um tütal de FI] LL! *XJ Ç21
_- 4
milímatra da wrfiaimitauãm. Em uma média dmë últimmâ iã anúä
milímëtrm £Fmntê: REL%TúRIG F.. ü@wë~äë um tutal anual fiê i. V W It! 43 CL i-~'-I ".¬' .zw ê-4 Í? -.-›r -äfl. ,.. .- L... ~'-. .‹I.~' ,-›z‹- ä-¡ «G .`: Y' i""'i f~ f-¬<=« na '-1 . ; fz »¬‹: Í; .I*"\. . r¬\ , EXPEHIWEHTÊL QGÊÁRIÊE. -šb
8 ~ HQNEJE
z
B.i ~ Qâpectüâ Geraia
_ . M . . . . . .
Ifiêntlficàfian duä an1ma1ëz à ldêntlflcaçëü É falta
àtravéa da hrimanë fiumêrâdüä. Nüfi animaiâ murüâ a cm? É amarala
É nua mêfiiiçmâ É farda. Tamhám aa äaz uma tatuagam na arešhâ
Zi gx..
diveitâ dnfi ânimaiâ cum U türuuax. ' tatuagëm id@fiti%ítâ~êe Q
fi? .¡_'3
mama da faxandâ, u anm da nfiac «à ;ü E ü númârm dm animal.
2?
Efiampíüz E F iêfi
"'\!"' -"... ._ .‹..-.` ._
ur ~ waâândm §vuLw1rfi
H M caáâ amu É rêpvëâêntâdm par uma letra; i?*E Faé N,
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ÉU 45 ~ É U númëvm da ânimâš, sêndu uma em cada ana inicââ ae cum Q númera Qi.
Esfiw ai5twmâ‹ É dätavminadü pela AHCRB íäaâwciaçãm
Hrâflilfiira dwâ Eriaüüraâ fia fiaua Eimentaíš. Cem fifiäëa dâdflâ
¡._.‹
36
propriedade. Mais tarde é feito registro-definitivo dado. pela
, ~
EISSOCI 8ÇaO ..
Terneiros: um dia após o nascimento é tratado o umbigo
com- iodo,. aplicado lml do-produto¬ (Ivomec) para .parasitas
internos e externos e éeanotado seu peso. Mais tarde é feito a
tatuagem e colocado brinco nos terneiros; A descorna é feita
quando o chifre começa a apontar ( 2 a 3 meses ). O desmame e
feito. a partir dos 6 meses. Nos animais puros a idade de
desmame varia dependendo do estado do animal, podendo ser de 7,
8 ou até 9 meses. Quando desmamados os terneiros são colocados
em piquete separado durante 5 dias, recebendo silagem além do
pasto, para se desacostumarem da presença das maes- Depois, sao
colocados em lote definitivo dependendo do sexo.
Vacas de leite: no início do estágio tirava~se leite de
aproximadamente 40 vacas- Vinte de manhã e outras 20 de tarde,
obtendo~se em média 260 litros por dia, que eram entregues a
cooperativa e utilizados na fazenda. Das vacas que se tirava
leite de manhã, os terneiros eram apartados no final do dia e
colocados em instalação fechada- Nas vacas em que a ordenha era
feita à tarde os terneiros eram apartados de manhã- Nos
terneiros tinha~se o problema de pneumonia, que se caracteriza
pela aparência abatida, vazio profundo, respiração ofegante e
corrimento nasal. Devido ao numero crescente de animais nesta
situação, passou~se a aparta~los e deixa-los a campo.
Com as vacas foi feito teste pazn mastite com Cmt -
bandeja.. Ba manhã üâa RS wauaa, E Qstâvam num mêâtite e de
tarüe, da `
âwam iníafitaüaa. Devidn â eaäëa prmblêmaã,
É-zh ¬"==
~ .._¡"* 1? Qi É.
mâfiaüu~â@ a fifiimâr na têrnairüs junäüfi cam aa vacae à xampu 5
dímínui~5w üâfiiante H númërm de vacaa Qvdafihâdaä, aenda G leite
.._, .ç... z-5.5r-b <Í.
utilizada apëfiaë para cmnamfim da €aHëñda. -" àfiaâ cüm mââtite
%mi %aitw afitihimmrama, bâctaviuämmpiâ, citmlmgía e Cultura da
leítë para detâctâr Q grau da rwaçãü dnâ ântibióticmâ a
+
daiarminav trâtamwnwm aspecífícü cum prndutmë à Basa de
pênifiilifla mu da äeiranicíina ou de uutraä auhätäncíaa.
»'i1mamentmz na animaiâ que são trazidmâ da umtra
Ê? Í!
prfipríäúade am Suarâníaçu ëän cmlmfiâdmë nm cfin%inâmfintn è céu
abëvtm. Q madidâ Quê wa nuvilhuâ da cmnâinamênüu %@chadn âäw
vewdidüfi para abatfi, ma nüvüâ afiimfiíâ iräü nuupàr aquëíe lugar,
Emndm iranâëeridmâ primwírü üä maia velhna. Ba nuvilhaâ sé sãw
55
vëndidfiâ amanda àtifigüm wfilü menmâ H arrübas.
šâäm amarra nürmaímêntw pur valia da E anna e cmm Ci if
rfinfiimfintm dê cavuaçfi da üãë “ núvllhús nãø âäm Qaâzraüüâ. O
~'?¬ .-¡ -.z ;.-.: .
cmn{inamentü já w maia exwlmradm, hawendn éwncaa em quê sa
“'P' 5..-| .
_ 'a ü fiührü da animaifi qua aa tãm agüra. Farta da
-𬠬 _.,
um' amfintm à flèm abeviü %mí üeâatívadm. G eâtruma nbtidm da
cmnšinàmfinäü %@chadQ nsrmaímënüe É fiäpalhâüa nüâ mafitagefis.
58
~
8-2) Alimentaçao
A maioria dos animais ficam a campo e alem dos pastos
-z
anteriormente citados recebem também sal mineral. Alguns lotes
recebem silagem, como o lote de vacas leiteiras; lote dos
animais importados e de exposição; lote de vacas amojadas; lote
de animais doentes; lote de novilhos P.O-; lote de tourinhos
P-O. e os animais do confinamento. A distribuição da silagem e
feita 3 vezes ao dia, de manhã, ao meio~dia e à tardinha.
Os animais importados, vacas leiteiras e os animais do
confinamento recebem também ração. Os animais importados
recebem ração de crescimento comprada e é dada 2 vezes ao dia,
de manhã cedo e no final da tarde, quando são recolhidos. Pois
passam o dia à campo, quando não chove. É dado 3,0 Kg de ração
por animal/dia- Na proximidade da exposição passou~se a dar 6,0
kg animal/dia. É dado metade da ração em cada periodo para não
haver desperdício e não concentrar grande quantidade num so
momento- As vacas leiteiras recebem da mesma ração no momento
da ordenha, quantidade que não passa de l kg, mais para
facilitar o manejo. Os novilhos do confinamento recebem ração
feita na propriedade com milho, aveia, radicula de malte.
caroço de algodão e sal. Produtos colhidos na fazenda ou
facilmente obtidos- É dado 4 Kg/animal/dia. Como o caroço de
algodão provoca problemas de fertilidade os animais do
confinamento não são vendidos para reprodução-
A distribuição da silagem é feita em carreta de ferro»
3
fiílagfim E mutrü para a raaäú e mün%ürme e rëguíâgmm made aa?
difitrihuídma úíffirafitêâ muâníidâdëa. ë Eilâgam miätuvadâ cum a
ragäa É jfigâda dirëkâfiënia na cüchn aäravéë da rflfiüa aam §im “ëtrihui pur âheriuva lataral.
ff.
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â carreta É uarregaúa nm fiiâõ pur tratar que püëaui
kh LÍÍJ
gar§u. Em iäää â ëííâgwm duram mësëä E muandn sa eäiä
_.. _ , . 1
_.. .-, .... _ E . À . . .. ... Y _. .... _..._ ,_.:
râ¿@n¢ú 4 z¿1a§em U 125 _».. flürtadm na tampa cam ensiladeíra à
. ,... T3' Ci
dada dívëtamwnte para ma âflímaiä.
T3 CL'O
Nu invärvü É plantada aveia imâia eu fienns ha? para
wafitmreím da gaüu Q também para cwlhev~5e gršu.
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dëpfindfinda da cmnfiumü maia dë uma vez nur âêmana.
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Gâ animâiâ nua piquwtââ racâham Q sal em cache
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8.3 ~ Maneju daâ pastàgenä
ä áraa dâfitínaäâ âü Qâdm é üividiéâ em piquêteà, maimreë
"“ animâiâ na lute. Ê
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mu mflnurëfi, damendandm da númerü
cmncefitrâuäm áw anàmâíâ wmv àraa varia dê lute par lute. êââim
cama Q númëvm da afiimaiâ, na late, fišn É cmnääâfitâ Q tampa indu, maia qmanüm ücmrvem âštêrauöaä na ama idade um êätafiü
cama wrfinhâa mu düafiga m animal É muüâüú de iate. Sê animaifi