Cap05
Texto
(2) LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS. 5. Forc¸as e Movimento – I. 5 de Setembro de 2005, a` s 7:41. 5.2.2 Algumas Forc¸as Espec´ıficas E 5-11 (5-???/6 ). 5.1. Quais s˜ao a massa e o peso de (a) um tren´o de -!9 kg e (b) de uma bomba t´ermica de 3#; kg?. Quest˜oes. A massa e´ igual a -9! kg, enquanto que o peso e´ T (a)
(3) WVX
(4) Y6Z-!998=6Z[;1 M98&
(5) L-;]\ 3 N. U (b) A massa e´ igual a 3#; kg, enquanto que o peso e´ T
(6) UWVX
(7) Y6^3#;,8=6Z[;1 M98&
(8) 32 Q*1 M N.. Q 5-?? Cite bla-bla-bla.... E 5-14 (5-11/6 ). 5.2. Problemas e Exerc´ıcios. 5.2.1 Segunda Lei de Newton. (a) A massa e´. E 5-7 (5-7/6 edic¸a˜ o) Na caixa de kg da Fig. 5-36, s˜ao aplicadas duas forc¸as, mas somente uma e´ mostrada. A acelerac¸a˜ o da caixa tamb´em e´ mostrada na figura. Determine a segunda forc¸a (a) em notac¸a˜ o de vetores unit´arios e (b) em m´odulo e sentido. (a) Chamemos as duas forc¸as de e . De acordo com a segunda lei de Newton,
(9) , de modo que
(10) . Na notac¸a˜ o de vetores unit´arios temos
(11) e.
(12) . sen !#" $. &%('#)*!#",+
(13) -./021 34+1. Portanto. 5
(14)
(15). Uma determinada part´ıcula tem peso de N num ponto onde V_
(16) `[21 M m/s . (a) Quais s˜ao o peso e a massa da part´ıcula, se ela for para um ponto do espac¸o onde Va
(17) b321 [ m/s ? (b) Quais s˜ao o peso e a massa da part´ıcula, se ela for deslocada para um ponto do espac¸o onde a acelerac¸a˜ o de queda livre seja nula?. 6798(6:-#8*; 6<8=6:021 3>8(+?@. AB!#&/C;9+=D N 1. (b) O m´odulo de e´ dado por. E
(18) GF E E
(19) GK 6:!998 L6: ;,8
(20) L!M N 1 I H I J. O aˆ ngulo que faz com o eixo N positivo e´ dado por. E E II HJ
(21) !#;
(22) 21 -#Q@-;1 O aˆ ngulo e´ ou ! ! " ou !! " R0M9 "
(23) L;0! " . Como ambas E E componentes SH e IJ s˜ao negativas, o valor correto e´ *,! " . tan OP
(24). http://www.if.ufrgs.br/ jgallas. T. c
(25) V
(26) [;91 M
(27) ;1 kg 1 Num local onde V
(28) d321 [ m/s a massa continuar´a a ser ;1 kg, mas o peso passar´a a ser a metade: T
(29) eWVX
(30) d6<*1f8=6^321 [98
(31) d N 1 (b) Num local onde Vg
(32) m/s a massa continuar´a a ser ;1 kg, mas o peso ser´a ZERO. E 5-18 (5-9/6 ). (a) Um salame de kg est´a preso por uma corda a uma balanc¸a de mola, que est´a presa ao teto por outra corda (Fig. 5-43a). Qual a leitura da balanc¸a? (b) Na Fig. 543b, o salame est´a suspenso por uma corda que passa por uma roldana e se prende a uma balanc¸a de mola que, por sua vez, est´a presa a` parede por outra corda. Qual a leitura na balanc¸a? (c) Na Fig. 5-43c, a parede foi substitu´ıda por outro salame de kg, a` esquerda, e o conjunto ficou equilibrado. Qual a leitura na balanc¸a agora? Em todos os trˆes casos a balanc¸a n˜ao est´a acelerando, o que significa que as duas cordas exercem forc¸a de igual magnitude sobre ela. A balanc¸a mostra a magnitude de qualquer uma das duas forc¸as a ela ligadas. Em cada uma das situac¸o˜ es a tens˜ao na corda ligada ao salame tem que ter a mesma magnitude que o peso do salame pois o salame n˜ao est´a acelerando. Portanto a leitura da balanc¸a e´ V , onde e´ a massa do salame. Seu valor e´. T
(33) G6:9,8=6ZM;1 [98&
(34) Y09M N 1. P´agina 2 de 9.
(35) LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS. 5 de Setembro de 2005, a` s 7:41. 5.2.3 Aplicac¸a˜ o das Leis de Newton. (a) O diagrama de corpo isolado e´ mostrado na Fig. 527 do livro texto. Como a acelerac¸a˜ o do bloco e´ zero, a segunda lei de Newton fornece-nos. P 5-21 (5-19/6 ) Um foguete experimental pode partir do repouso e alcanc¸ar a velocidade de ,- km/h em 1 M s, com acelerac¸a˜ o constante. Qual a intensidade da forc¸a m´edia necess´aria, se a massa do foguete e´ Q@9 kg?. E
(36) c , onde E e´ a magnitude da Basta usarmos forc¸a, a acelerac¸a˜ o, e a massa do foguete.. . A acelerac¸a˜ o e´ obtida usando-se uma relac¸a˜ o simples da cinem´atica, a saber,
(37) . Para
(38) ,- km/h
(39) 0-9 ]!;1 -
(40) 3393 m/s, temos que
(41) 3933 >1 M
(42) ]3*\ m/s . Com isto a forc¸a m´edia e´ dada por. . . . E
(43) eX
(44) Y6<Q@#8(6<]3>\8
(45) Y1f ,
(46) N 1. sen O.
(47). . V %('9);O
(48). ;1. A primeira destas equac¸o˜ es nos permite encontrar a tens˜ao na corda:.
(49) V. sen O.
(50) Y6ZM21 Q98(6Z[21 M#8. sen !#"
(51) 3# N 1. (b) A segunda das equac¸o˜ es acima fornece-nos a forc¸a normal:.
(52) eWV %='9)*OP
(53) Y6ZM;1fQ8=6Z[21 M#8*%('#)*!9"
(54) _\@ N 1. (c) Quando a corda e´ cortada ela deixa de fazer forc¸a sobre o bloco, que passa a acelerar. A componente N da segunda lei de Newton fica sendo agora V sen OC
(55) , de modo que. . E 5-23 (5-??/6 ). g
(56) d. sen O.
(57) Y 6Z[;1 M98. sen !9#".
(58) Y321 [. m/s. 1. O sinal negativo indica que a acelerac¸a˜ o e´ plano abaixo.. Se um nˆeutron livre e´ capturado por um n´ucleo, ele pode ser parado no interior do n´ucleo por uma forc¸a forte. Esta forc¸a forte, que mant´em o n´ucleo coeso, e´ nula fora do n´ucleo. Suponha que um nˆeutron livre com velocidade inicial de 1 3 , m/s acaba de ser capturado m. Admitindo por um n´ucleo com diˆametro
(59) , que a forc¸a sobre o nˆeutron e´ constante, determine sua , kg. intensidade. A massa do nˆeutron e´ 1 -#\. . V . E
(60) , onde e´ a A magnitude da forc¸a e´ acelerac¸a˜ o do nˆeutron. Para determinar a acelerac¸a˜ o que faz o nˆeutron parar ao percorrer uma distˆancia , usamos
(61) $/1 . Desta equac¸a˜ o obtemos sem problemas. g
(62)
(63) 6:; 6 1 30 ,
(64) 8 =8
(65) [21 M 0 . m/s . 1. A magnitude da forc¸a e´. E
(66) Ug
(67) G6:1 -#\ 0 8(67[;1 M , 8
(68) Y0-;1 3 N 1. E 5-28 (5-15/6 ) Veja a Fig. 5-27. Vamos considerar a massa do bloco igual a M;1fQ kg e o aˆ ngulo OL
(69) !9 " . Determine (a) a tens˜ao na corda e (b) a forc¸a normal aplicada sobre o bloco. (c) Determine o m´odulo da acelerac¸a˜ o do bloco se a corda for cortada. http://www.if.ufrgs.br/ jgallas. E 5-33 (5-???/6 ) Um el´etron e´ lanc¸ado horizontalmente com velocidade de 91 d, m/s no interior de um campo el´etrico, que exerce sobre ele uma forc¸a vertical constante de 3/1 Q ?, N. A massa do el´etron e´ [;1 ?, kg. Determine a distˆancia vertical de deflex˜ao do el´etron, no intervalo de tempo em que ele percorre ! mm, horizontalmente..
(70) ! ". # %$. A acelerac¸a˜ o do el´etron e´ vertical e, para todos efeitos, a u´ nica forc¸a que nele atua e´ a forc¸a el´etrica; a forc¸a gravitacional e´ totalmente desprez´ıvel frente a` forc¸a el´etrica. Escolha o eixo N no sentido da velocidade inicial e o eixo no sentido da forc¸a el´etrica. A origem e´ escolhida como sendo a posic¸a˜ o inicial do el´etron. Como a acelerac¸a˜ o e forc¸a s˜ao constantes, as equac¸o˜ es cinem´aticas s˜ao. &. N
(71) ' . e. E
(72) onde usamos. E &X
(73)
(74) (. . para eliminar a acelerac¸a˜ o. O tempo que o el´etron com velocidade leva para viajar uma distˆancia horizontal de N$
(75) !9 mm e´
(76) N e sua deflex˜ao na direc¸a˜ o da forc¸a e´. . &
(77)
(78).
(79). E + N . . )* . , + 3/1 Q 0- ." + ! 0-%$ [21 9/ 0 %$ , 1f , , 1fQ! , %$ m
(80) L;1 ; Q mm1 . P´agina 3 de 9.
(81) LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS. 5 de Setembro de 2005, a` s 7:41. E´ jogando el´etrons contra um tubo de imagens que sua TV funciona... Isto ser´a estudado nos cap´ıtulos 23 e 24 do livro.. A acelerac¸a˜ o do tren´o e´. . P 5-38 (5-29/6 ).
(82) . E.
(83) M2;Q 11 3
(84) L;1 -9 . m/s. 1. (b) De acordo com a terceira lei de Newton, a forc¸a do tren´o na moc¸a tamb´em e´ de Q*1f N. A acelerac¸a˜ o da moc¸a kg est´a suspensa por uma e´ , portanto, corda. Uma brisa horizontal constante empurra a esfera E de maneira que ela fac¸a um aˆ ngulo de !#\ " com a vertiQ*1f
(85) 21 ,! m/s 1
(86)
(87) cal de repouso da mesma. Determine (a) a intensidade 3# da forc¸a aplicada e (b) a tens˜ao na corda. (c) A acelerac¸a˜ o do tren´o e da moc¸a tem sentidos opos(a) Suponhamos a brisa soprando horizontalmente da tos. Suponhamos que a moc¸a parta da origem e mova-se direita para a esquerda. O diagrama de corpo isolado na direc¸a˜ o positiva do eixo N . Sua coordenada e´ para a esfera tem trˆes forc¸as: a tens˜ao na corda, apontando para cima e para a direita e fazendo um aˆ ngulo N
(88) 1 O !>\ " com a vertical, o pesoE WV apontando verticalmente para baixo, e a forc¸a da brisa, apontando O tren´o parte de N
(89) YN
(90) Q m e move-se no sentido negativo de N . Sua coordenada e´ dada por horizontalmente para a esquerda. Como a esfera n˜ao est´a acelerada, a forc¸a resultante deve N
(91) eN 1 ser nula. A segunda lei de Newton nos diz que as comUma esfera de massa ! 0 . . . . . . ponentes horizontais e verticais das forc¸as satisfazem as relac¸o˜ es, respectivamente,. . Eliminando. E
(92) UWV. E %('#)*O V sen O.
(93).
(94). ( ; 1. entre estas duas equac¸o˜ es obtemos. tan O
(95) 6Z! 0 8(6Z[21 M#8
(96) ;1 ;/ 0 %$ N 1. Eles se encontram quando N. . . donde tiramos facilmente o instante do encontro: .
(97) V
(98) 6Z! , 8(6Z[21 M#8
(99) e!21 -9M 0 %$ N 1 (% '9);O %('9)2!#\ " Perceba que talvez fosse mais E simples ter-se primeiro determinado e, a seguir, , na ordem contr´aria do que pede o problema. P 5-39 (5-??/6 ). Uma moc¸a de 39 kg e um tren´o de M;1 3 kg est˜ao sobre a superf´ıcie de um lago gelado, separados por ,Q m. A moc¸a aplica sobre o tren´o uma forc¸a horizontal de Q;1 N, puxando-o por uma corda, em sua direc¸a˜ o. (a) Qual a acelerac¸a˜ o do tren´o? (b) Qual a acelerac¸a˜ o da moc¸a? (c) A que distˆancia, em relac¸a˜ o a` posic¸a˜ o inicial da moc¸a, eles se juntam, supondo nulas as forc¸as de atrito? (a) Como o atrito e´ desprez´ıvel, a forc¸a da moc¸a no tren´o e´ a u´ nica forc¸a horizontal que existe no tren´o. As forc¸as verticais, a forc¸a da gravidade e a forc¸a normal do gelo, anulam-se. http://www.if.ufrgs.br/ jgallas. ]N .
(100). tan !>\@". (b) A tens˜ao pedida e´.
(101) N , ou seja quando e
(102) N ( . (. quando ent˜ao a moc¸a ter´a andado uma distˆancia. N
(103) . . N.
(104). . 6:,Q98(67;1 0!98
(105) L;1 ;1 0! ;1 -9
(106). . m1. P 5-40 (5-31/6 ) Dois blocos est˜ao em contato sobre uma mesa sem atrito. Uma forc¸a horizontal e´ aplicada a um dos blocos, como mostrado na Fig. 5-45. (a) Se
(107) ;1 ! kg e
(108) 91 kg e E
(109) !21 N, determine a forc¸a de contato entre os dois blocos. (b) Mostre que, se a mesma forc¸a E for aplicada a , ao inv´es de , a forc¸a de contato entre os dois blocos e´ ;1 N, que n˜ao e´ o mesmo valor obtido em (a). Explique a diferenc¸a. (a) O diagrama de corpo isolado para a massa tem quatro forc¸as: na vertical, IV e , na horizontal, para E a direita a forc¸a aplicada e, para a esquerda, a forc¸a de contato que exerce sobre . O diagrama de corpo isolado para a massa cont´em trˆes forc¸as: na. . P´agina 4 de 9.
(110) LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS. 5 de Setembro de 2005, a` s 7:41. . vertical, V e e, na horizontal, apontando para a direita, a forc¸a . Note que o par de forc¸as e e´ um par ac¸a˜ o-reac¸a˜ o, conforme a terceira lei de Newton. A segunda lei de Newton aplicada para fornece. E (.
(111) e . onde e´ a acelerac¸a˜ o. A segunda lei de Newton aplicada para fornece.
(112) e. 41. Observe que como os blocos movem-se juntos com a mesma acelerac¸a˜ o, podemos usar o mesmo s´ımbolo em ambas equac¸o˜ es. Da segunda equac¸a˜ o obtemos
(113) que substituida na primeira equac¸a˜ o dos fornece :. . E 6Z!21 98(6 1f8 R
(114) * 1 ! e91
(115) d91 N 1 (b) Se for aplicada em em vez de , a forc¸a de.
(116). contato e´. E 6Z!21 98(6<*1 !98
(117) L;1 N 1.
(118)
(119) R * 1 ! e91 . A acelerac¸a˜ o dos blocos e´ a mesma nos dois casos. Como a forc¸a de contato e´ a u´ nica forc¸a aplicada a um dos blocos, parece correto atribuir-se aquele bloco a mesma acelerac¸a˜ o que ao bloco ao qual e´ aplicada. No segundo caso a forc¸a de contato acelera um bloco com maior massa do que no primeiro, de modo que deve ser maior. P 5-44 (5-33/6 ). Um elevador e sua carga, juntos, tˆem massa de ,- kg. Determine a tens˜ao no cabo de sustentac¸a˜ o quando o elevador, inicialmente descendo a , m/s, e´ parado numa distˆancia de 3> m com acelerac¸a˜ o constante.. . O diagrama de corpo isolado tem duas forc¸as: para cima, a tens˜ao no cabo e, para baixo, a forc¸a WV da gravidade. Se escolhermos o sentido para cima como positivo, a segunda lei de Newton diz-nos que WVg
(120) , onde e´ a acelerac¸a˜ o. Portanto, a tens˜ao e´. . .
(121) eC6 V *8 1. Para determinar a acelerac¸a˜ o que aparece nesta equac¸a˜ o usamos a relac¸a˜ o.
(122) $ & (. http://www.if.ufrgs.br/ jgallas. . onde a velocidade final e´
(123) , a velocidade inicial e´
(124) e _
(125) 3# , a coordenada do ponto final. Com isto, encontramos. . &. X
(126) &
(127) ; 6 6:,3>98 8
(128) \
(129) d91f\*. m/s. 1. Este resultado permite-nos determinar a tens˜ao:.
(130) eC6 V *8
(131) Y6 0-998 [21 M 1 \>
(132) Y1 M! , N 1 P 5-52 (5-35/6 ). Uma pessoa de M9 kg salta de p´ara-quedas e experimenta uma acelerac¸a˜ o, para baixo, de ;1 Q m/s . O p´ara-quedas tem Q kg de massa. (a) Qual a forc¸a exercida, para cima, pelo ar sobre o p´ara-quedas? (b) Qual a forc¸a exercida, para baixo, pela pessoa sobre o p´ara-quedas? (a) O diagrama de corpo isolado para a pessoa+p´araquedas cont´em duas forc¸as: verticalmente para cima a E forc¸a do ar, e para baixo a forc¸a gravitacional de um objeto de massa
(133) Y67M& Q8&
(134) LM9Q kg, correspondente a` s massas da pessoa e do p´ara-quedas. Considerando o sentido para baixo como positivo, A segunda lei de Newton diz-nos que. WV E U
(135) (. onde e´ a acelerac¸a˜ o de queda. Portanto,. E U
(136) C6 Vg *8
(137) G6ZM#Q8(67[;1 MC;1 Q98
(138) L-9 N 1 (b) Consideremos agora o diagrama de corpo isolado E apenas para o p´ara-quedas. Para cima temos , e para baixo temos a forc¸a gravitacional sobre o p´ara-quedas de massa . Al´em dela, para baixo atua tamb´em a E forc¸a , da pessoa. A segunda lei de Newton diz-nos E E
(139) e , donde tiramos ent˜ao que V E
(140) e 6 P V;8 E
(141) 6<Q8=67*1fQ [21 M#8 R-#@
(142) QM N 1 P 5-55 (5-???/6 ) Imagine um m´odulo de aterrisagem se aproximando da superf´ıcie de Callisto, uma das luas de J´upiter. Se o motor fornece uma forc¸a para cima (empuxo) de !9- N, o m´odulo desce com velocidade constante; se o motor fornece apenas @9 N, o m´odulo desce com uma acelerac¸a˜ o de 21 !9[ m/s . (a) Qual o peso do m´odulo de aterrisagem nas proximidades da superf´ıcie de Callisto? (b) Qual a massa do m´odulo? (c) Qual a acelerac¸a˜ o em queda livre, pr´oxima a` superf´ıcie de Callisto? P´agina 5 de 9.
(143) LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS. 5 de Setembro de 2005, a` s 7:41. E E :RWV
(144) $. Chamemos de V a acelerac¸a˜ o da gravidade perto da Newton para o segundo elo e´ superf´ıcie de Callisto, de a massa do m´odulo de ater- de modo que risagem, de a acelerac¸a˜ o do m´odulo de aterrisagem, E 5
(145) 6^V *8 E : E o empuxo (a forc¸a para cima). Consideremos e de
(146) 6Z;1 ,8=6Z[21 M $*1fQ8 o sentido para baixo como o sentido positivo. Ent˜ao E E WV
(147) ` . Se o empuxo for
(148) `!#@-9 N, a Para o elo 3 temos E E acelerac¸a˜ o e´ zero, donde vemos que. $. . $. E
(149) $
(150). $E. ,. 1f@!
(151) L;1 3#- N 1 WVg
(152) e , ou seja,. ^6 V *8 $ 6Z;1 ,8=6Z[21 M $*1fQ8 $*1 39-
(153) !21 -9[ N ( E E . 21 !9[ onde usamos
(154) $ E $ E WVg
(155) e , ou seja, m/s , e temos Para o elo 4 temos $E. E E WV
(156) 1
(157)
(158) 6Z;6^1 ,V8= 6Z[2*81 M $ *1fQ$ 8 !;1 -[
(159) e3/1 [# N ( (a) A primeira equac¸a˜ o fornece o peso do m´odulo de E E . onde usamos $
(160) aterrisagem: $ E E CVW
(161) _ , ou (b) Para o elo do topo temos T
(162) Vg
(163) E
(164) !#@- N 1. seja, E
(165) 6^V >8 E (b) A segunda equac¸a˜ o fornece a massa:
(166) 6Z21 8(6Z[21 M $*1fQ 8 R321 [9
(167) e-21 Q N ( T E !#@-?@9 E E c
(168)
(169) *1 \ , $ kg 1 onde usamos
(170) ;1 ![
(171) . V E
(172) e21 E Se o empuxo for
(173) 9@ N, a acelerac¸a˜ o e´ * . (c) O peso dividido pela massa fornece a acelerac¸a˜ o da gravidade no local, ou seja,. T. !#@-. V
(174)
(175) *1 \ 0 $
(176) Y1f m/s 1 X P 5-57 (5-41/6 ) Uma corrente formada por cinco elos, com massa de ;1 0 kg cada um, e´ levantada verticalmente com uma acelerac¸a˜ o constante de *1fQ@ m/s , como mostrado na Fig. 5-51. Determine (a) as forc¸as que atuam entre elos adjacentes, (b) a forc¸a exercida sobre o elo superior pela pessoa que levanta a corrente e (c) a forc¸a resultante que acelera cada elo. (a) Enumere os elos de baixo para cima. As forc¸as atuando no elo bem de baixo s˜ao a forc¸a da gravidade WV , para baixo, e a forc¸a E do elo 2 sobre o elo 1, para cima. Suponha a direc¸a˜ o “para cima” como sendo positiva. Aplicada 1, a segunda Lei de Newton fornece E WVgao
(177) eelo . Portanto. . E
(178) UC6 V *8
(179) G6Z21 ,98(67[;1 M ;1 Q98
(180) Y1f@! N 1 As forc¸as atuando no elo 2 s˜ao: a forc¸a V da gravidade, E para baixo, a forc¸a para baixo (do elo 1 sobre o elo E 2), e a forc¸a do elo 3, para cima. A segunda Lei de. $. http://www.if.ufrgs.br/ jgallas. (c) Cada elo tem a mesma massa e a mesma acelerac¸a˜ o, de modo que a forc¸a resultante em cada um deles e´. E. res.
(181) X
(182) d6Z21 8(6<*1fQ8
(183) e21 9Q N 1. P 5-58 (5-43/6 ). Um bloco de massa
(184) !;1 \ kg est´a sobre um plano com ! " de inclinac¸a˜ o, sem atrito, preso por uma corda que passa por uma polia, de massa e atrito desprez´ıveis, e tem na outra extremidade um segundo bloco de massa
(185) ;1 ! kg, pendurado verticalmente (Fig. 5-52). Quais s˜ao (a) os m´odulos das acelerac¸o˜ es de cada bloco e (b) o sentido da acelerac¸a˜ o de ? (c) Qual a tens˜ao na corda?. 1. . . ! (a) Primeiro, fazemos o diagrama de corpo isolado para cada um dos blocos. Para , apontando para cima temos a magnitude da tens˜ao na corda, e apontando para baixo o peso (V . Para , temos trˆes forc¸as: (i) a tens˜ao apontando para cima, ao longo do plano inclinado, (ii) a normal. . . P´agina 6 de 9.
(186) LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS. 5 de Setembro de 2005, a` s 7:41. . perpendicular ao plano inclinado e apontando para cima e para a esquerda, e (iii) a forc¸a peso IV , apontando para baixo, fazendo um aˆ ngulo O$
(187) ! " com o prolongamento da normal. Para , escolhemos o eixo N paralelo ao plano inclinado e apontando para cima, e o eixo na direc¸a˜ o da normal ao plano. Para , escolhemos o eixo apontando para baixo. Com estas escolhas, a acelerac¸a˜ o dos dois blocos pode ser representada pela mesma letra . As componentes N e da segunda lei de Newton para s˜ao, respectivamente,. &. &. &. V . sen O.
(188). ( ;1. IV %='9)*O
(189) A segunda lei de Newton para fornece-nos V
(190) e 41
(191) V sen O (obtida Substituindo-se. da primeira equac¸a˜ o acima), nesta u´ ltima equac¸a˜ o, obtemos a acelerac¸a˜ o:. 6Z sen O98 V R A *1 ! !21f\ sen !9 " D 6Z[21 M#8
(192) 21f\@!9Q !;1 \ ;1 !
(193)
(194). m/s. 1. . sen O. 6Z!21f\8(A ;1 \]!9Q [;1 M sen ! " D
(195) @;1 M@3 N (.
(196). ou, ainda, da outra equac¸a˜ o:.
(197) V R
(198). &. WV. (. sen OP
(199) e. de modo que a acelerac¸a˜ o e´ P
(200) eV sen O . (a) Escolha a origem embaixo, no ponto de partida. As equac¸o˜ es cinem´aticas para o movimento ao longo do eixo N s˜ao Ne
(201) e
(202) . O bloco para quando C
(203) . A segunda equac¸a˜ o nos diz que a parada ocorre para
(204) G . A coordenada em que o corpo para e´. . . . . + , ,
(205)
(206) d V sen O. N
(207).
(208). !;1fQ8
(209) d91 ,M ;[ 1 6 M sen !# ". m1. (b) O tempo decorrido at´e parar e´. (b) O valor de acima e´ positivo, indicando que a acelerac¸a˜ o de aponta para cima do plano inclinado, enquanto que a acelerac¸a˜ o de aponta para baixo. (c) A tens˜ao na corda pode ser obtida ou de.
(210) R V. Escolha o eixo N paralelo ao plano e apontando para baixo, na direc¸a˜ o da acelerac¸a˜ o, e o eixo na direc¸a˜ o da forc¸a normal. A componente N da segunda lei de Newton nos diz que. 6<*1 !98(A [;1 MC;1 \]!9Q]D/
(211) @21 M3 N 1. P 5-60 (5-45/6 ). .
(212) Y !21 Q
(213) e21 ->\ 3
(214) Y Y
(215) V sen O [;1 M sen !# " (c) Primeiro coloque N
(216) na equac¸a˜ o NW
(217) e resolva-a para . O resultado e´
(218) Y *
(219) Y
(220) 26:!;1fQ8
(221) Y1 !9Q V. sen O. [;1 M. sen !#. ". s1. s1. Neste instante a velocidade e´. X
(222)
(223)
(224) ?*
(225) Y (. como era de esperar-se pois n˜ao existe dissipac¸a˜ o no problema. NOTA: no cap´ıtulo 8 iremos aprender a resolver este problema de um modo bem mais f´acil, usando conservac¸a˜ o da energia. Chamando de a altura que o bloco sobe, temos.
(226) eWV 1 Portanto o m´odulo da distˆancia N. Um bloco e´ lanc¸ado para cima sobre um plano incliao longo do plano nado sem atrito, com velocidade inicial . O aˆ ngulo de pode ser facilmente extraida da relac¸a˜ o trigonom´etrica inclinac¸a˜ o e´ O . (a) Que distˆancia ao longo do plano ele N sen OP
(227) , ou seja, alcanc¸a? (b) Quanto tempo leva para chegar at´e l´a? (c) Qual sua velocidade, quando retorna e chega embaixo? N
(228) Calcule numericamente as respostas para OG
(229) !# " e V sen O
(230) L!;1fQ m/s. que coincide com o m´odulo do valor anteriormente calO diagrama de corpo isolado cont´em duas forc¸as: a culado. forc¸a N normal a` superf´ıcie, e o peso WV , para baixo.. . http://www.if.ufrgs.br/ jgallas. . (. P´agina 7 de 9.
(231) LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS. 5 de Setembro de 2005, a` s 7:41. P 5-63 (5-47/6 ). nos fornece. Um macaco de , kg sobe por uma corda de massa desprez´ıvel, que passa sobre o galho de uma a´ rvore, sem atrito, e tem presa na outra extremidade uma caixa de Q kg, que est´a no solo (Fig. 5-54). (a) Qual o m´odulo da acelerac¸a˜ o m´ınima que o macaco deve ter para levantar a caixa do solo? Se, ap´os levantar a caixa, o macaco parar de subir e ficar agarrado a` corda, quais s˜ao (b) sua acelerac¸a˜ o e (c) a tens˜ao na corda? (a) Consideremos “para cima” como sendo os sentidos positivos tanto para o macaco quanto para a caixa. Suponhamos que o macaco puxe a corda para baixo com E uma forc¸a de magnitude . De acordo com a terceira lei de Newton, a corda puxa o macaco com uma forc¸a de mesma magnitude, de modo que a segunda lei de Newton aplicada ao macaco fornece-nos. E . . VX
(232) e . . E ,V
(233) U (. onde e representam a massa e a acelerac¸a˜ o da caixa, respectivamente, e e´ a forc¸a normal exercida pelo solo sobre a caixa. E Suponhamos agora que
(234) E , onde E e´ a forc¸a m´ınima para levantar a caixa. Ent˜ao
(235) e
(236) , pois a caixa apenas ‘descola’ do ch˜ao, sem ter ainda comec¸ado a acelerar. Substituindo-se estes valores lei de Newton para a caixa obtemos que E
(237) na segunda V que, quando substituida na segunda lei de Newton para o macaco (primeira equac¸a˜ o acima), nos permite obter a acelerac¸a˜ o sem problemas:. . .
(238). E V .
(239)
(240). 6Z. . . . 6 ,Q098=6Z[21 M#8
(241) e321 [ ,. m/s 1.
(242).
(243).
(244) (. / 1. Agora a acelerac¸a˜ o do pacote e´ para baixo e a do macaco para cima, de modo que
(245) d . A primeira equac¸a˜ o http://www.if.ufrgs.br/ jgallas. 6Z 8 V 6 ,Q$,98 V
(246) L ,Q 0
(247). .
(248). m/s . 1. (c) Da segunda lei ne Newton para a caixa podemos obter que. E
(249) U26 V 8
(250) G6: Q8=6Z[;1 MC;1 #8
(251) @ N 1. P 5-67 (5-49/6 ). Um bloco de Q kg e´ puxado sobre uma superf´ıcie horizontal, sem atrito, por uma corda que exerce uma forc¸a E
(252) , N, fazendo um aˆ ngulo O
(253) Q " com a horizontal, conforme a Fig. 5-57. (a) Qual a acelerac¸a˜ o do E bloco? (b) A forc¸a e´ lentamente aumentada. Qual e´ esta forc¸a no instante anterior ao levantamento do bloco da superf´ıcie? (c) Qual a acelelra¸c˜ao nesse mesmo instante? (a) A u´ nica forc¸a capaz de acelerar o bloco e´ fornecida pela componente horizontal da forc¸a aplicada. Portanto, a acelerac¸a˜ o do bloco de massa c
(254) Q kg e´ dada por. g
(255). E %('#)2Q " , (% '#)2Q "
(256)
(257) *1 0M Q. m/s. 1. (b) Enquanto n˜ao existir movimento vertical do bloco, a forc¸a total resultante exercida verticalmente no bloco ser´a dada por. E. . 8V. (b) Para a caixa e para o macaco, a segunda lei de Newton s˜ao, respectivamente,. E ,V E V. que quando substituida na segunda equac¸a˜ o acima nos permite obter :. (. onde e representam a massa e a acelerac¸a˜ o do macaco, respectivamente. Como a corda tem massa deE sprez´ıvel, a tens˜ao na corda e´ o pr´oprio . A corda puxa a caixa para cima com uma forc¸a de magE nitude , de modo que a segunda lei de Newton aplicada a` caixa e´. . E
(258) U;6 V @ 8
(259) *6^VP 8 (. sen 9Q. " WVX
(260) e (. onde representa a forc¸a normal exercida pelo solo no bloco. No instante em que o bloco e´ levantado teremos
(261) . Substituindo este valor na equac¸a˜ o acima e resolvendo-a obtemos. . E
(262). V. Q8=6Z[21 M#8
(263) d90- N 1
(264) 67sen Q " E (c) ¸a horizontal neste instante e´ %='9)29Q " , onde E
(265) A forc 90- Newtons. Portanto, a acelerac¸a˜ o horizontal ser´a E %='9)29Q " 90- %('9)/Q " g
(266)
(267)
(268) L* m/s 1 Q sen 9Q. ". P´agina 8 de 9.
(269) LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS. 5 de Setembro de 2005, a` s 7:41. A acelerac¸a˜ o vertical continuar´a a ser ZERO pois a forc¸a vertical l´ıquida e´ zero. P 5-70 (5-53/6 ). acelerac¸a˜ o e´ para baixo e a segunda lei de Newton fornece-nos. E VX
(270) d ( E
(271) 6 V *8 . Ap´os jogar-se fora uma massa ou seja do bal˜ao passa a ser e a acelerac¸a˜ o , a massa. Um bal˜ao de massa , com ar quente, est´a descendo, verticalmente com uma acelerac¸a˜ o para baixo (Fig. 5- e´ para cima, com a segunda lei de Newton dando-nos 59). Que quantidade de massa deve ser atirada para agora a seguinte express˜ao fora do bal˜ao, para que ele suba com uma acelerac¸a˜ o E U6 8 VX
(272) d6 8 41 (mesmo m´odulo e sentido oposto)? Suponha que a forc¸a de subida, devida ao ar, n˜ao varie em func¸a˜ o da E Eliminando massa (carga de estabilizac¸a˜ o) que ele perdeu. entre as duas equac¸o˜ es acima encontramos sem problemas que As forc¸as que atuam no bal˜ao s˜ao a forc¸a da gravidade, para baixo, e a forc¸a do ar, para cima. c
(273) CV
(274) ? Antes da massa de estabilizac¸a˜ o ser jogada fora, a V 1. . . -. http://www.if.ufrgs.br/ jgallas. P´agina 9 de 9.
(275)
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