û wm ù s A * a «
SOHHE
ItHINOFLASTlif .
1
APRESENTADA E PUBX
.
ICAMENTE SUSTENTADA,PeranteaFaculdade deMedicinadoRiodeJaneiroem 16de Dezembro de1843. pon
3 !
)A !
)O&IPtflBV
Û0
)3! M
'ÎSI â M
»PATURAI
.
DA CIDADEDE CAMPOS, (PROVÍNCIADORIO DEJANEIRO), Jrill)o ï»c(Can
îiiîioUarrijo Oitnirourt,
DOUTOR EM MEDICINA PELA MESMA FACULDADE.
SomeutfnrrcrdetourneuroHomme à depraudr» mutilations, pour luironterierU lie.lachirurgiepoiiédr aussi de» »ecrcii pour coinbaltre le» dilTormiir», yremédier,elle» déiruirr
.
Luratxc(mémoirelarla rhineplaitii).
RIO DE JANEIRO,
TTPOGRAPUU I RANCE/ A, RU A DE S
.
JOSÉ, N.
G t.
1843.
'S
V
'& M mwm &
mjLDO RIO DE JANEIRO .
DIRECTOR.
< >Sn
.
1)K. JOSE MARTINS DA CRUZJ0B1M.
UNTES PROPRIETÁRIOS. OsSRS
.
DOUTORES:i
.
°ANNO.
FranciscodrPnulaCândido
. .
Francisco Freire Allemão
. . .
2
.
° ANNO.
Pliysica Medica
.
( Botanica Medica, eprincípios elementaresde ( Zoologia
.
( CliimicaMedica,cprincípios elementares«le
1 Mineralogia
.
Anatomiageraledescriptiva.
Joaquim Vicente TorresIíomem
. . . . .
JoséMaurícioNunes(larcia
.
PRESIDENTE.
3
.
°ANNO.
José MaurícioNunesGarcia
I
.
onrençodeAssis FerreiradaCunha. .
. PhysiologiaAnatomia.
geraledescriptiva.-
i.
°ANNO.
Luiz Francisco Ferreira
. .
EXAMINADOR.
Pathologiaexterna.
Joaquim JosédaSilva Pathologiainterna
.
1 Pharmacia,MateriaMedica, espeeialmentca Brasileira, Therapentica, e Arte de formular
.
JoãoJosédeCarvalho 5
.
° ANNO.
CândidoBorgesMonteiro
.
EXAMINADOR.
FranciscoJulio Xavier
. .
EXAMINADOR.
6
.
°ANNO.
Thomas GomesdosSantos JoséMartins daCruz Jobim
»
Operações, Anat
.
topograph,eApparelhos.( Partos, Moléstiasdas mulherespejadasepari
-
( das,ede meninosrocem
-
nascidos.
Hygiene e Historia de Medicina
.
Medicina Legal
.
2
.
uao-
í.
°Manoel Feliciano P.
deCarvalho.
Clinicaexterna,e Anat.
patholog.respoeina.o
.
naoi\.
uManoel deValadàoPimentel. . .
Clinicainterna,eAnat.
patholog.
respeetiva.
LENTES SUBSTITUTOS.
SecçãodasScienciasaccessories.
SecçãoMedica
.
SecçãoCirúrgica
. í
Vaqo Vago
JoséBentodaIloza
. . . .
EXAMINADOR,{Antonio Fcli
.
v MartinsDomingosMarinho de Azeredo Americano
.
ILuizdaCunhaFeijó [
.
ISECRETARIO. Luiz Carlos daFonseca
.
N
.
B.
A faculdade não approva,nemdesapprovaasopiniõesemittidasnasTheses, que lhesãoapresentadas.
D E MEO S A U D O Z O P A I, E M E O M E L H O R A M I G O
.
Eis ultimadaaobra paraquelautotrabalhastes;eis
-
mehojenapcsse do fructo detantos disvelos,esacrifícios vossos ; pcrmitti por tanto,Sombra Veneranda,quen'este momentoo mais solemne da minba vida,emqueentronogoso d'essehonroso titulo,queformavaoobjec-
topredilecto dos vossosmais assiduos cuidados,e oalvo fito dosmcosmais ardentes desejos,
euperturbeapazde quegozaisna mansãodos justos,paravósfazerousar a vozimperiosado reconhecimento,invocando
-
vòsaque vôsdigneis acceitar estemeopequenotrabalholitterario com3um monumentodeminha eterna gratidão,erigidoa vossamemoria,easlagrimas,que oraderramocomo omais sincero testemunho de minba verdadeiracperpetua saudade.4 * 4 4 * 4
J
.
B.
DELACERDA.
MINHA 1MŒSADISSIMA MAI DOMEOCORAÇÃO, A
á SUMIOM ID
»imimaM IDB MIMM
,Nàoèpossível, Senhora, quooudeixe emmudosilencio o vosso nomenestemomento, cmque,soandoaos meosouvidosaultima hora da minha vidaacadémica, revolvona menteosenormes sacrifícioseprivaçõesquehaveissoflrido para meadqueridesum ti
-
tulohonroso
.
Em verdade, sevejo hojeterminadaaminha carreiraescolástica, seme acho collocadona estrada da honra e da gloriaa vós emgrandeparteo devo; sim. Senhora ,fostes vósqueadespeitodovosso sexo,ecircumstancias hempoucofavorá-
veis,redobrandoesforços,ereduplicandosacrifícios, terminastesaobra quea mortede ura Paiqueridohavia deixado incompleta
.
A vista det;1oavultadadivida , avista do vosso tàoextremozo amor, aquem sinãoavós pertence com maisdireitooprimeiro 1'rncto de minhaslucubraçòes?Dignai-
vos, pois, benigna acceital-
ocomoumpequeno signal ,masverdadeiro,deminhaeternagratidão, respeito,eamorfilial.
J
.
H.
nuLACERDA.
\ MEMOIUA DE MKO IMtESADISSIMO IHMAO,
DOUTOR ANTONIO GUILHERMINOGENTILIDE LACERDA
,
E Á DE MEU AMADO CUNHADO, EDOM AMIGO,
DOUTOR FRANCISCO GOMESALVESDEMATTOSPREGO
.
nXXOF.DAÇÃO SAUDOZA DESUA AMIZADE
,
EAMOU FBATERKAL.
Á MEOS QUERIDOS IRM Ã OS ,
KM PARTICULARÁMINHAIRMÃA,
A SENHORA II , VARIA CANDIDA IIE LACERDA PREGO
»Sísíommfjo U terna
,
efraternal
'amixa í
>e.
LB
.
DELACERDA .
AOSna
-
rsTnxsBiMOîJ Bï WXIOBI:»DOUTOR JOS É MAUR Í CIO NUNES GARCIA ,
SOUTOS XuTJIS D ü
,ÎÏÏ WHA TXRJO ,
mm ® mm mmmmm m W ã - ,
E DOUTOR ANTONIO DA COSTA .
TRIBUTO DE GRATIDÃO, RESPEITO E AMIZADE
.
»BBSèKS
vias mats intimas c urríJaíiciros amigos
,
os3
Ums.
ímljoros DOUTOR MANOEL GOMES DEOLIVEIRA PINTO ,LUIZ JOSE PIMENTABUENO
.
DOCTOR CYPRIANO JOS É DE CARVALHO
. TIIEODORO FERNANDES PEIVEIRA DA MOTTA, ALFERES , MIGUEL JOAQUIM DEANDRADE E A L M A D A ,THEODORICO JOSÉFSRRXIÎIA DE MCRAES
Exigua prova da mais sincera
,
e cordialamizade.
J
.
R.
DELACERDA.
>
*(V
)OS U
.ÒSSOS
Para cumprir
,senhores ,
urnclever inescus
ável
,aque
somosobrigados pela Ici
,cnãopara
ostcnlarconhecimentos , que
nosfallecem , for
çosonos eraescrever
umathese que pusesse
termo aardua
etrabalhosa carreira de
seislongos
annos ;foi
pois mis-
ter tomar um ponto
sobre
oqual dissert
ássemos:nó
so fizemos ,
esobre os estreitamentos do canal da
uretraparar
ão nossas vistas. Colhendo aqui
eali
oque de melhor
nosofferecia
ascieneia,conseguimos ajuntar
omaterial
necessáriopara
aedifica
çãode
uma these,
etendo
jálevantado
a suaplanta ,
eformado
seuesqueleto , faltava-
nôs tão sómentevestil -
o,
edar - lhe
aultima fei
ção, que melhor
nôspermittisse
mais reílectido pensar
;por
ém tãogrande empenho
, emque haví
amosenvidado todas
asnossasfor
ças, foi desvanecido , quando
menosesper
ávamos
; victimade
umaescarlatina , indispens
ável
nôsfoi interromper
nossaap -
plica
ção acercado trabalho come
çado
, c mesmorenunciar
o ponto, sobre que
tantohouv
éramosj
álueubrado
;eistoporque
tempoda
nossamol
éstia erãoj
áprincipiados
osexamesdo
cursolectivo ,
e naaltura
emque ficara
nossathese , era d
*ul -
tima
necessidade para
suafinal conclus
ão, multiplica
çãod
’esfor -
ços ,
oque
não
nôsfora poss
ível , pois que
éramosconvalescentes ,
e
maior periodo de
tempodo que aquelle que
nôs restava:em tãocritica conjunctura foi for
ça darmos de
mão aotrabalho que
aoj
á nô
stinha custado
tantasfadigas ,
ou entãoaventural -
oaos
de
umaobra mal come
çada
nadefici
ênciad
’acanhado
perigos
talento ,
emal acabada na debilidade de longa mol
éstia
:prefe- rimos pois nova materia que mais
secompadecesse com
tão des -
vantajosa situa
ção . Outros motivos ainda n
ão menos poderosos
—
G—
influir
ão de mais longe para
a não conclus
ão
(laquelle nosso
cm-
efî
eito,
adesventura parecendo regosijar - se
coinrequinte de persegui
ção, ferio -
nôscruelmcnlc
nodecurso do presente
anno em nossas mais carasa
ífei
çôcs,
ederramando
so- bre
nossadesditosa família
cmborbot
ões sua cólera ,
veio tornar nossaposi
ção sumniamentelament
ável
: emverdade
umpai ,
nossa maisforte columna , que
tãoafastado parecia ainda do
ul-
timo
dia de
suaexist
ência, baixa
aotumulo ,
c tão irrepar
ável perda ,
quantosentida , deixa -
nôs na maior consternação ; um irmão naprimavera dos
annos, digno
do nosso eternoamor,
csaudade
,sucumbe
, nãolhe valendo
viçosamocidade
;umcunha - do justamente querido
,para quem
o termo davida
nunca selhantolh
ára
tãode perto, accompanha
osdous primeiros amigos de
nossadesolada familia
;eestesfunestos
acontecimentossegui
-r
ão- se
tãoap
ós unsdos
outrosque parece que
adesventura,
temen-do que
selhe abrandasse
aira, quiz
(Tum
sójacto
exgotar-
setoda
; nóspois perdemos
habem poucos
mezestão carosamigos ,
e nossa tristefamilia
assazangustiada por
tão justosmotivos reclama
o nossoamparo ,
ea dedica
çãode
umfilho,
comquem hoje
conta como únicoprotector . T
ãofortes
razõespois
nosfor
çãoacabar de prompto
nossa carreira ;bem quizeramos faze - lo
com outra materiade disserta
çãoque
nãoarhinoplastia
; nãonosfoi pos -
sí
vel
arealisa
çãodeste desejo
;pois bem , resignemo -
nos.
Aqui terminamos
aexposi
çãodo infeliz quadro que presidio
a
feitura de nossa these
, cpor cila desde
já sepoder
ájulgar
o quantoimperfeito , deficiente ,
cmal castigado deve
sertrabalho
;poré
m, nem por
issodesanimamos de conseguir
o fim, que
comelle
temosemvista , confiados
nasumma benevol
ênciados nossos
sábios
cillustrados Juizes ,
c naindulg
ência,
coniquesempre
sedignar
ã odesculpar nossos erros .
ponho
: com umonosso
AEGUIVIAS COTvTSIBERAC ÕES
S01HŒ
A AAJM > J > Í A £ } tfJA .
**e3KS
»
9e<INTRODUC ÇÃ O HIST Ó RICA .
A origem da rhinoplastia entranha
-
se noseio da remotaantiguidade.
Parece tersidoseu berço aí ndia,ondedesdetempos immemoriaes , epor espaçode muitos séculos
,
estaespecie dautoplastia,unicaprimilivamenle conhecida e praticada,
foipatrimóniodosBramencs, ácujaelevadaauclo-
ridade rendiagrandeprestigio
.
Monopolioda theocracia,bemcomoofoi nos primeiros tempos toda a castade conhecimentos humanos,
so longo andardeséculos,e aforçade vicissitudes annexas ,pôdearrancal-
a dosanc-
tuario,e convertel
-
aem espolio commum.
Provavelmente grosseira seuprincipio, como todososinventos ,fructomaisdoacasoounecessidade, doquede leis ja coidiecidas , arhinoplastiatocou entre osÍndiosoponto de perfeição, queeradesupporem vista duma legislaçãocriminal ,quetanto contribuía,
econtribuea tornar-
lha uma dasprimeiras necessidades.
Comeflcilo, apena de narizcortado, infligidaa certasespecies dedelinquentes, foi semduvidaacausadeterminante de tão grande aperfeiçoamento
em
,maxi
-
meporquea mesinalei, ironicamentecruel,permittiaaosjustiçados o des
-
forçoderepararaperda soíTrida
.
Seja, porem,qual foracausa
,
écerto, quet ãomilachado estevepor muitotempo reclusonaIndia,
poisque,
possuindo já aGrécia os ricos des-
pojos scieutiGcos doEgypto
,
quandoodivinovelho deCós,
verdadeiroar-
cheologo da natureza
,
decifrava nas tabuasvotivasdostemplos dT.
sculapio os mysteriösdavida,
c ossegredos dasmoléstias nem umsóhieroglyphico
—
K—
(U
-
restauração nasalscofforeccuácontemplaçãodestegrandi’homem,
ajul-
garmos pelosilenciodeseuscscriptos sobre esteponto
.
E precisochegarmosaoséculo d’Auguslo paravermosua propria
Roma
, a conquistadora das gentes edas sciencias,
a primeira noticiaaulhentica daautophaslia: tacs são as palavras de Celso,
omais illustreCirurgiãoda antiguidade:—
Curta igiturin his tribus(auribus, (abris,acnaribus,
)acsi qua parteparvasunt curari possunt:siqua majorasunt,aut
,
nonaccipiunt curationcm,
aut ita per hanc ipsam deformanlur,ut minusindccora ante fuerint.
No longo periodo , que separa este escriptor de Paulo d’Egina
,
com quem foisepultadaa bellaCirurgiagrega ,não se fez mais,
quereproduziro que o primeiro dissera;edepois,osproprios Medicos Arabes,
aliástã oinstru í-
dos, poucoounada adiantarão n’estamateria
.
Quando, porém
,
aidademedia extrebuxavanasanciasdamorte,
eco-
meçavão na
Europa
asahira luzos important íssimosdescubrimcntos,
que ella preparava,
foi lambementãoquea rbinoplasliareappareceubrilhante nestaparte do mundo.
AosBrancas,
pai,efilho,naturaes daSicilia,ca-
beagloria de ressuscitarestaoperação,aqual por algum temposeconservou com esplendornestafamilia
.
Transmittida depoisáCalabria,
ahifoiaco-
lhida pela dos Bojanos emcujopoder permaneceuquasiatéaofim do sé
-
culo X\I
,
emqueaextineçãodesta familia lheacarretoucompleto esque-
cimento
.
Mas não tardou muito, que Gaspar Tagliacozzi,
Bolonhez,
afi-
zessereviverdignamente
,
japracticando-
a muitasvezes,
ecom boa fortuna, já escrevendoexprofessoucercadelia, eintroduzindomodificaçõesemseus processos,
conservando todaviaomcthodo dossupramencionados operado-
res, cujofundamentoera mutuar aobraço ouantebraço aspartesnecessá
-
riasparaaconfecçãodonovonariz
.
Tagliacozzitornou-
se,pois,umnomeclássicon’este ramo da Medicinaoperatória;e emtamanhaobrigaçãosejul
-
gavãoparacomelleseuscompatriotas, queem 1599 lheerigirãonoamphi-
theatro anatomico de Bolonhaumaestatuaempunhandoum nariznadextra; mas
,
para quenolle senãoquebrasseomáu fado,
quesempre
persegueo merecimento,
n ão faltou quem,
tanto emvida,
comodepois
damortelhe enchesse daíTrontasa reputaçã o eamemoria.
Morto Tagliacozzi
,
comoa torrente das contradicçòes humanas,que saempecer
a marcha dosgrandes
inventos, aindaosdemais immediatauti-
—
0-
lidado,janãoencontravaa forte bnrroir», quoa
pratica
feliz<1;I»JU*lI«*op dor lheoppunha,
acabou por apagarnaEuropaosvesligiosdaihinoplastia.
conservando
-
lhoapenaso nome paraalvodc moías.
Dionysio
,
Cirurgiãoaliás detãosubidomérito,referindo-
soaoque
secontava,diz:Jecrois ccshistoiresapocryphes
,
etjelesprendsplutôtpom descontesfaitsàplaisir,
que pourdes faitsveritublts.
Assim houveestoriqueza operatória desprezada por maisdedoussécu
-
los;masnão pódeemtalconsentirai11ustra çãodo presente
.
1814, Corpue
,
emInglaterra ,eem1S1<
>,Gracie,naAllemanha,renova-
rão,umomethodoindiano,oitaliano outro,ecom bom resultado ambos
.
Estesfactoslizerão echo;edesdeentãoa tantasviclimasse teemestendidoosbenelicios da autoplaslia, quecella tidaemconta damaispreciosa joya daCirurgia hodierna
.
era
-
della
ComeíTeito, em
DA UTIXIDADS DA D.EÍIXOrXASTIA
.
A rhinoplastia ,especie deprothesecirúrgica ,tempor fimreparara fal
-
ta total, ou parcial,congenita, ouaccidental, donariz
.
Seja porquea sublimidadedeseusresultados,grangeandoaosqueaexercem ahonra qua-
si desegundos crcadores, tenha suscitadoodioseinvejaspessoaesentreos mesmos daprofissãoMedica; oujáporquebastantesvezosacaprichosana
-
turezatenhabaldadoasboasintenções daarte,ou, finalmente,
porque
al-
gum abusonos meiosde conseguir seu fim lhetenha acarretadoorid ículo
.
écorto, que, apesardasuaantiguidade,nenhumaoperaçãoha
,
cuja utili-
dade tenha sido maiscontestada
.
E comose nãofora já tempodcacabar-
se seutriste fadario;como se não fora ainda assazattractive a suaactual bcl
-
leza,banidascomorepugnantescomas luminosas ideas d’organisaçâo evida, ou como desairosasa sciencia por seusnullos,mesquinhos
successes algumas deplo,aapplicaçãoda carne desuastentativas ccertasavesperten, mesmoçôcsn’outrosa(fuma portemposçã
,
opordeexempartes-
molles destacadas das nadegas ,careapplicaçàodonarizmutilado,
intuito de conseguir ofim proposto;comosetudoistonão
bastara .
dim>homens hade vulto na sciencia(poucos
,
cverdade.
) queainda eruehnente.
ouraríssimos
como
a
guerre
ão 31 0
—
Não serápois inopportuno fazeralgumas considerações sobreaulilida
-
geral,comoGmdeenfraqueceraomenosa lorçad'ai
-
dedarhinoplastiaem
gamas objecções
,
c elucidar questões,que ácerca
tVdlajelevantão,
as formuladas doseguintemodo:—
O numeroeperfeiçãoquaes podemser
dos resultados ,quearhinoplastiatemdado,oupóde dar,serãosulficientes paraqueelladevaser reputadaumaulilaequisição da Medicina operatória ?
.
\ào será em todososcasossuperioraella um narizpostiço fabricadode ma-
teriaextranha?
Mostra
-
nosaphysiologia,
queonarizcum orgãoimportante pormui-
tosrespeitos
.
Destinado parareceberasemanações odorí feras doscorpos, cujas impressõessãotrarisiniltidas aocerebroporintermédio dos nervos ol-
factivos
,
eelle fonte de certaordem deideas,que prestáoáconservação Senolio-
individual, c da especie,etambémaoprogressodas sciencias
.
mem aprivação desensaçõesolfactivas póde dalgumasorte , tornar
-
se ine-
nos intolerávelem razão donumerocperfeiçãodasqueosoutrossentidos lheprocurão
,
ed’aquellamaravilhosa propriedadedecombinareabstrahir ideas,
dondeprocedemasmaistranscendentesconcepções, não accontece assimemoutros animaes,emquernoolfacloéosentido quasi unico queos dirige na discriminação dassubstancias, quelhes convém.
Todavia,um homem privadomaisou menoscompletamcnled estesentidoéforçaconsi-
ral
-
ocomobastanteimperfeito:sem idéa decheiros ,que progressospode-
ria ellefazer,por exemplo,emchimicapratica,onde emmuitos casos o narizdeveseraguardaavançada dos sentidos?
Nã oé,porem,só peloladopuramente physiologicoqueo narizé im
-
portante;elleétambém consideradocomoelementodebelleza
,
eaindaco-
mosignal physiognomonico
.
Parle mais proeminentedaface,no meioda qual está situado,
é elleoprimeiroobjecto,queseoffereceaoobservador, e por isso suaforma édesde logo apanhadacoma maiorexactidão; pelo mesmo motivo,
se esta forma sc accommoda ásregras(sc asha) do bello ideal,
lodososdefeitos,
queo rostopossater ,se escondem ásuasombra; masumnarizmalconformadonuncadeixa d’excitarouumacompassivare-
pugnância, ou umsalyricodesprezo
.
Um bom narizcportanto
,
sc nãoabsolutamentenecessário, aome-
nos util íssimo,quer como instrumento da vida
,
quercomodoteestimável da bellezaphysica, pela qualn ãopoucas vezessefazemvaliosas conquistas—
1 1na sociedade
.
Escudo assim,
cjuàoproveitosanãoé úhumanidade
aqu<lia artequenãocontentesó deaperfeiçoal-
o,
ousa econsegue,
por L.zer,creal
-
o? Etaléa rhinoplaslia.
Esteramoda Medicina operativaemsuaspertençõesactuacsestá dac
-
cordo com asdoutrinas da pura physiologie; escora
-
se emmuitos factos da pathologia ,eabona-
sesobejamente dc seusproprios resultados.
Epois indubitávelapossibilidadedeseus fins;maspreencheraelle acondiçãoim-
portantíssima,
queopratico devetersempreem vista nasoperações:—
pensarporbenefícios asdoreseoutrosincommodos inherentes acura? leni sido arhinoplaslia accusada degrandeimperfeição em seuseffeitos;tem
-
se dicto,queosnarizespormeio deliaobtidossãovcrdadciramenleurnanova deformidade mais hedionda talvez emais incommoda, queaqueseperten-
deu remediar;queaspropriassensaçõesolfaclivasn ãosãoporissomelhora
-
das,antesmuitasvezespervertidas:queasdelongas dacurasãosummamente intoleráveis
,
oos accidentesaqueellaexpõe,
assazgraves.
Em vista disto assentaM.
Sanson,epieem todososcasos,queindiquemsupprirafaltado nariz , deve tal efleituar-
se com um de prata,
couro cozido, pape-
lão,etc
.
assim di
-
C001
—
Sãolacsaccusaçõessemfundamento,ou pelomenos muitoexageradas: osoperadosdeLisfranc,Blandin
,
e outrosmuitosCirurgiõesillustres,bas-
tão a in íirmal
-
as: uma cicatriz linear na frontee n’clles ounicodefeito remanescente; eainda assim iacil éo meiod’occultal-
a ao publico,resto , asolidez ,a configuração do
De novo narizétãoperfeita, que lha osqueoobservâo
.
Apòzaperfeiçãomaterial vem aphysiologica;doen-
tes, cujaolfaeção era abolida,ougrandemente embotada,arccobrão toda a suaintegridadedepoisde consummaduarestauração,ccomavidez
.
dizLisfranc
,
seentregãoaousodo tabaco, quea moléstia osforçara adei-
xar
.
E verdadeinaravi
-
em
queosagraciados pelarhinoplaslia referem as impressões do nariz áfronte, aonarizasda cicatriz destaparte
,
quando temsidoope-
rados segundooinelhodo indiano; mas este phenomeno dura
,
quando muito, algunsmezes:ora,que inconveniente ponderoso lhes trazeste Irans-
Nenlium por certo.
A ultimaincrimi-
nação é pueril:ecomcíTeilo, poucassão asoperações
,
que sabemdoes-
treito circuloda pequena cirurgia, queexijã olesões detecidostão pouco para recear;e
,
sealgumademoranaexecuçãoforarazãoperemptória contra tornopassageirodasensibilidade?1 2
—
cila,com nenhuma ficara subsistindo a talha,direiantesquasitodaa casta dopernções
.
Tale aprova dosfactossempre irresistí vel
,
mesmo quando estes se substrahemaexplicações;mas,
aindabem,
aqui sãocilas fáceis.
Meinum ou outrocaso , em quetenha falhado odesejadosuccessorhinoplastico, púde ter força contradictoria: é que hano homem umapropensãoinven-
cível para imputar as cousas os seus proprios erros;o quantasvezes não terá sidoarhinoplastia victimada pela inhabilidade cirúrgica?
0 nariz artificialdcqualquermateriaextranha longeestá dereuniras vantagens d um organisadoe vivo
.
Todavia osquelhedãoapreferenciaacoslão
-
se aumaopinião,ouverdade physiologica;e vem a ser,queasede das impressões olfaclivas<•quasi exclusivamentenaporção dapituilaria,quó forraos turbinados ea parlemais alta daabobodanasal ,equeorestodas cavidadesd’estenome,bemcomoasdos seiosnnnexoscmerorecepienteo depositosdo arimpregnado das part ículasodoríferas:logo, nãotendoona-
riz propriamentetal ,quasinenhuma parte activa naformaçãodoscheiros podeonariz mechanico e inertesuppril
-
omuitohem.
Masdado queassimseja,umavezqueo restoda pituitoria gozalambemdessa sensibilidadees
-
pecial, posto queemmuitomenorgráu nãodeverá a somma dasimpres
-
sõesde todosos seus pontos augmentara energiaeperfeiçãodo olfato? E demais, quando mesmonãohouvera estavantagem,seráacaso pequenaa de restabelecer em extensãoeaptidão assuperficinesdo lactogeral pelos methodos rhinoplasticos?Eavoz em cujometal o nariz tantoinflue maisnaturalt mais India, quando no netoda espiração o arferirpartes dumaelasticidade propria econveniente? E o nariz mechanicodecerto lhanãopode oflerccertab Alémdisso
,
éforçaconsiderarestemuito che-
gado d’unicorpo extranhona economia viva,etodoopathologose assusta com esta idea: outro grande inconveniente selbe annexa
,
que consiste império,
quesobreelle temoambiente ,oqual, dentroàsvezes depouco tempo,odeteriora,odestroe,
edaquiacontinuaepenosanecessidadedeo renovar.
,nao ser;«
no
Concluamos
, pois,
quea rhinoplastia é util,
e que nenhum outro meioconseguetão perleilamenteo fimquecila sepropõe,
c osbenefícios queprocura.
13
—
PARALLELO ENTRE O METHODORIIINOPLASTICOINDIANO E O ITALIANO
.
llantagnis
î>o primeiro.
O homemónaturalmente inclinadoaargumentar cconcluir porana
-
logia;mas,seporeste modo<leraciocí nio allingealgumasvezesoquepor outrolhen ãofôrapossivel,certoque tambémmuitas calieporelle em nu
-
merosos errosatrocodeumaverdade
.
Assim,e’verosímil,queopheno-
menoda enxertia vegetaloriginasseaprimeiraidea doenxertoanimal;mas oabusonaapplieaçãodestaidea fundamentalmente verdadeira,aialta dese n ãomeditar bem na di íferença ,que separa um eoutro reino orgânico quanto ásexpressões daforca plastica,ou de formação
,
quasiatornouab-
surda
.
Nascerão,pois,váriosmcthodos rhinoplaslicos;e com variosuc-
cessoforãotentados,eexecutadosenxertos nasacsácustade partes visinhas,
e remotas ,total,ouparcialmenteseparadasdo proprio individuo,oudou
-
troqualquerda especie
.
Porem o poder incontraslavel da experiência d’accordocom arazão temsanccionadocomounicamente dignosde subsis-
tirhoje na scicncia da restauraçãonasal os méthodesindianoeitaliano
.
Consisteoprimeiroem enxertarnonarizoumelhor na regiãonasal, umretalho de partes mollesmutuado a região frontaldoproprioindividuo
,
por temposufficiente para queaconglutinação seeffectue completamente.
Osegundo em enxertar namesma parle umretalho igualmente départes molles mutuado ao braço,ouantebraçodo mesmo rhilnometo,conservando
-
otambém caçãocomocorpoaté queaadhesão sejaperfeitamenteacabada.
Uma grande lei rege edetermina todasasoperações:
—
segurar os re-
sultados,quesedesejão ;
—
são-
lhesubordinadasa»le pouparinconunodos
aodoente,e a dafacilidade epromptidão na tlousinethodospropostosse preencherá isto melhor na Vejamos
.
conservando
-
o adhérente aeconomia ao menosemcommum
-
execução
.
Com qual dos restauraçãonasal?4
H
—
METIIODO INDIANO
.
Uma das circunstancias indispensáveis para obom exito da enxer
-
tia humana é
,
que o retalho,
ogarfo animal,(permilta-
se a expres-
são) mutuado receba porseu pediculoou raizquantidade sudiciente de vasosquelheentretenbãoavida em certográide vigor
,
sem oque se-
rá frustradaa suaadhcsão á parlepara onde étransplantado
.
Uma condi-
çãolambem importante éumcertográ u demobilidadenascamadassuper
-
ficiaesdo ditogarfo,mobilidade,que devedependerinteiramente dapelle propriamentetal,enãodotecido cellular subjacente,o qualmuito pelo contrariodeveserestipadoefirmeparadarao retalho um gráuconvenien
-
tedeconsistência
.
Examinemos agoracomo naregião frontalseencontrãoestes requisi
-
tos
.
EÍTectivamcntc;logoaosladosdaraizdanarizsobem próximasequa- si parallelas por alguma distanciaasduasartériasfrontaes,(ilhas das ophtat-
micasenterrando
-
sepelasmalhasda camadacellulo gorduroza intermedia á pelleemusculo frontal,e perdendo-
se n’
estaspartespornumerosas ra-
mificações
,
entreasquaeseasd’outrasartériasquevern aesta região,
ha muitas anastomoses.
Segundoestadisposição ,pondo
-
sealgum cuidadonoformaroretalho restaurador,
é fácil evitar oferimento daquelles dous vasos,eha certezade osdeixar comprehendidosnopediculo,sem que paraissohajamister dar-
se
-
lhemaisde(ilinhasdelargura.
Oflerece tambémaregião frontal uma pellemovei ,densa,eumacamadadetecido cellular sotopostoassazconsis-
tente;propriedadesmuiconducentesatornaronarizadventícioomaisse
-
melhante possivcldo natural
.
Como poremosfactosconstituemaprova porexcellcncia
,
maximequan-
doseabonâoda opiniãode pessoas respeitáveis,soutentado a transcrever aquiaseguintepassagem de M
.
Serre,
que faliacomotestemunha presen-
cialdas operações rhinopluslicas deDelpech ,seu mestre:
—
Douze fois,
dizelle,l’opérationdelarhinoplastieapuêtretentée en notreprésence
,
satisque lamort'-
jicalion dulambeausensoit jamaissuivie;l’opération avaitétéfaite Uaprès la méthode indienne.
Aucontraire,le.
lambeau a étépris deux fois auxdépensde la peau dubras,
etdeux foislagangrène en est résulté. EhI
:
íbien!laseulecausedecelledifferencetientà ce
que
lapeau
de celterégion n'aquele système capillairepourfournir àscsbesoins,tandisquendelae/tanlcelledu frontentreles sourcils
,
on est surd’avoirdans l’épaisseur dtilambeau deuxtroncs artériels fort importants.
So considcrar
-
mosagoraomethodo indianoporolado dacommodida -
de do doente
,
e facilidade d’exécuçào , fica elle lambem n’isto tãosuperior ao italiano,
quealccí desnecessáriodemonstral-
o.
Masainda umareflexão,(jueporventura nãodeveráser inutilizadanaquestão pendente
. —
Não 1íásaltosna natureza;uma insensíveleregulada graduação ócaracteristico do seuobrar:éum lheoreina dePhilosophia naturaldemonstradopelaobser
-
va çãoeanalyse douniverso
.
Proximo dasaberturas exteriores do corpoa pelle vaiinsensivelmente mudandodecôr,d’espessurae d’organisaçâo.
en'estespassos lentosegraduados
,
chega finalmente aconverter-
se numamucosa,eviceversa:pois,st* aquia meracircunstancia de visinhança en
-
la ça estes clous generös de membranasem tão estreitoparentesco, porque nã oliade valerestaconsideração emfavor darliinoplasliairontal
.
Porque senãoha dc dizer,queapelledafrontedevenecessariamentesermaisAna-
logaádo nariz,queade regiões maisdistantes,cqueporissomesmode
-
vecila serforçosamente a mais apta paraa restauraçãonasal ? Passemos,porem,aalgumas objecções
.
Etrazida comoumadasmaisfortescontra omethodo indiano a deformi
-
daderesultante dopediculo «logarfo,deformidade,quenaopiniãode M
.
Sanson,só persiinvalidatodas asvantagens,que darestauraçãonasal pos-
suoprovir
.
Ainda quemuitoencarecida, seria ella d’alguno peso noutro tempo;masactualmente cabepersi mesma empresença daingenhosamo-
dificaçãode MM
.
Blandin,
ouLisfranc,( poisentresidisputàoaprioridade ) aqual consiste em fazerpassados temposumasoluçã ode continuidade parte media da rais donariz,
cengaslal-
o n Vila,ficando d’est’artesoldado aonivcl dorostodostegumentos visinhos.
Algunsoutrospráticos teemsidoapanhadosde grandes receiosao siderarem,que paraaexecuçãodestemethodoé precizo fazer uma solução decontinuidadeumpoucoextensapróximado cncephalo;mas se nos lem
-
brarmos
,
queestaferidaé simplicíssima,edefacilcicalriznção, fica evi-
dente
,
quetaesterroressão pânicos,efilhossódapusillanimidadetãoini-
migado
genio
operatorio.
n a
C O M
-
I G
—
M E T H O D O ITALIANO
.
Tcm
-
scporelle conseguido alguns succesos;mas racionalinenle nã o devomerecermuita confian ça, porlliefaltaremos necessários requesitos.
h naverdade,nobraço eantebraço,exteriormente áaponévrose d’involu
-
cro
,
que marcaolimite alemdo qualn ãodevepassara dissecção doreta-
lho,nãohá artériade calibre sn íliciente,masapenas systema capillar , cm rasãodaprofundidadeaque ahi corremos troncosprincipaes; epor isso c muidifficil conservaraoenxertoosdividos meios de nutrição
,
e mais ainda, porquedesse mesmosystemacapillar uma grandeparte será destru ídaao destacarostegumentos,vistoqueos vasos,
queoformão,entráona pelle perpendicularmente.
Falha tambémoutra condiçãoexigida;por quanto n’estaspartesapelle alem detenue,devea^
uamobilidadea laxidãodote-cidocellularsotoposto
.
C’estlà entre antres raisons, dizM.
Blandin ,ce quidonneratoujoursàlar/tinoplastic brachiale ou antibrachiale,
une grande infériorité,etcequidoit,àmon sens,lafairerejetercomplètement.
Peloquetocaaosincommodos do doente duranteacura,ea facilida
-
de d’operar,nãoestá demelhorpartidoestemelhodo. K necessáriocon
-
servarao menosporoitodiasumadasextremidades superiores grandemen
-
teelevada ,eprezaá cabeça a lirn de conteroretalho convenientemente adaptadoaos bordos dasolucçãode continuidadenasal,quesepertendere
-
parar;semistoe'impossí velconseguir
-
se aadhcsão.
Ora ,é claro quanto umaposiçãotãoviolenta sefaz penosaaodoente;e,seáisto accrescentar-
mos adilficuldadcsumma
,
quelia em conserval-
a firmecinalterável pormaisingenhoso que sejaoapparelhocontenlivo
,
aoqualo propriopesodo braçoobrigaarelaxar-
seconslantemente,conceberemosque a conglutina-
ção incipienteseráquasisempredestru ídaporestas traeções ,e retardado, sen ãofrustradoo seu complemento
.
Dir
-
se-
ha, queesteinconvenienteseremedeia a custa de summa vigi-
lânciaecuidado daparte dopracliconarevisãodoapparelho;mas a neces
-
sidade detãograndezelo e attenção do assistente é persimesmoum gran
-
díssimo obstáculo
,
muitasvezesinsuperável,
ouporque lhen ãocdadoseiomniprovidente
,
ouhm conclusão:
—
um parallelo dasporque osdesmandosdo doente baldãoseus esforços
.
curas iguahnente perfeitas obtidas—
17—
pur cadaumdosdousmethodosseráoverdadeiroihcrmomelro
para
mar-
caraume outro odevidográudemerecimentopratico;mas como elle está ainda por lazer
,
c asrasõesa priorimilitão todasafavordo indiano,deve-
mos assentarprudentemente que dos dons éesteomelhor
.
Temos chegadoao fim do objecto ,a quenôspropusemos;mas res
-
ta
-
nosainda umdeversagrado,
c este é osignificarmos ao S.
r D.
' José Maurício,amizadeegratidãopela bondade,
comquesedignou acccitar a presidência danossa these, eporoutrasattençòes,
e favores, queserão indeleveisem nossamemoria.
i.
Ad extremosrnorbos
,
extremaremédiaexquisite optima.
(Sect.í.
* aph.
G)II
.
Non satietas
,
nonfames, neque aliud quicquam bonum est, quod supranaturaemoduin fuerit.
( Sect.
2.
*aph.
4)III
.
A morbobellecomedenti nihil proficerecorpus,malum est
.
(Sect. 2.
*aph.31 )IV
.
In omnicorporis motu, quandó dolere coepcrit,interquiescere
,
sla-
tim lassitudem curat
.
(Sect.
2/aph.
48 )V
.
Inmorbis acutis , extremarum partium frigus, malum
.
(Sect.
aph.
l.
°)VI
.
Attenuata longo tempore corpora lente reficere oportet:quæverò bre
-
vi, celeriter
.
( Sect.
2.
*aph.
7.
e)lUo de Janeiro,1843
. —
Tjpograpliia Franccza , ruado S.
José,u.
64.
Esta
These
estáconforme os Estatutos.
Riode Janeiro,
2de Dezembro de 1843.
DR