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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.17 número4

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Academic year: 2018

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LA FI N ALI DAD DEL TRABAJO EN URGEN CI AS Y EMERGEN CI AS BAJO LA

PERSPECTI VA DE LOS PROFESI ONALES

Est ela Regina Gar let1

Mar ia Alice Dias da Silva Lim a2

José Luís Guedes dos Sant os3

Giselda Qu in t an a Mar qu es4

Se t r at a de un est udio cualit at ivo, del t ipo est udio de caso, que t uvo com o obj et ivo analizar las concepciones de

los p r of esion ales d el eq u ip o d e salu d acer ca d e la f in alid ad d el t r ab aj o en u n a u n id ad d e at en ción a las

u r g en cias y em er g en cias. El cam p o d e est u d io f u e u n a u n id ad h osp it alar ia d e at en ción a las u r g en cias y

em er gencias del int er ior del Est ado de Río Gr ande del Sur . Las t écnicas par a r ecolección de dat os fuer on la

obser vación y la ent r evist a sem iest r uct ur ada. Los r esult ados apunt an par a la diver gencia ent r e las necesidades

de la salud que llev an a los usuar ios a buscar la unidad y la finalidad del t r abaj o del local dest acada por los

pr of esion ales. El equ ipo de salu d r ev ela in sat isf acción con la bú squ eda ex cesiv a del ser v icio por pacien t es,

cuyas necesidades no pueden ser clasificadas com o ur gencia o em er gencia, apunt ando el núm er o de at enciones

com o j ust ificat iva par a la r esist encia en r ealizar el t r abaj o y par a la falt a de com pr om iso con la pr oducción del

cu id ad o.

DESCRI PTORES: ur gencias m édicas; ser vicios m édicos de ur gencias; gr upo de at ención al pacient e; or ganización

y adm in ist r ación

FI NALI DADE DO TRABALHO EM URGÊNCI AS E EMERGÊNCI AS:

CONCEPÇÕES DE PROFI SSI ONAI S

Tr at a- se de est u do qu alit at iv o, do t ipo est u do de caso, qu e t ev e com o obj et iv o an alisar as con cepções dos

pr ofissionais da equipe de saúde acer ca da finalidade do t r abalho em um a unidade de at endim ent o às ur gências

e em er gências. O cam po de est udo foi um a unidade hospit alar de at endim ent o às ur gências e em er gências do

in t er ior d o Est ad o d o Rio Gr an d e d o Su l. As t écn icas p ar a colet a d e d ad os f or am ob ser v ação e en t r ev ist a

sem iest r ut ur ada. Os r esult ados apont am a div er gência ent r e as necessidades de saúde que lev am os usuár ios

a pr ocu r ar a u n idade e a f in alidade do t r abalh o do local dest acada pelos pr of ission ais. A equ ipe de saú de

r ev ela in sat isf ação com a p r ocu r a ex cessiv a d e p acien t es, cu j as n ecessid ad es n ão p od em ser classif icad as

com o ur gência ou em er gência, apont ando o núm er o de at endim ent os com o j ust ificat iv a par a a r esist ência em

r ealizar o t r abalho e o descom pr om isso com a pr odução do cuidado.

DESCRI TORES: em er gências; ser v iços m édicos de em er gência; equipe de assist ência ao pacient e; or ganização

e ad m in ist r ação

W ORK OBJECTI VE I N EMERGENCY W ARDS: PROFESSI ONALS’ CONCEPTI ONS

This qualit at ive case st udy aim ed t o analyze how healt h t eam pr ofessionals per ceive t he w or k obj ect ive in one

em er gency unit . The place of st udy w as a hospit al em er gency w ar d in t he st at e of Rio Gr ande do Sul, Br azil.

Dat a collect ion w as con du ct ed t h r ou gh obser v at ion an d sem i- st r u ct u r ed in t er v iew . Th e r esu lt s disclose t h e

diver gence bet w een t he healt h needs t hat m ake user s seek healt h car e in t he em er gency w ar d; and t he w or k

obj ect iv e at t h at w ar d as h igh ligh t ed by t h e pr of ession als. Th e w or k t eam sh ow s dissat isf act ion du e t o t h e

excessive sear ch for car e t hat cannot be classified as em er gency, highlight ing t he num ber of at t endances as a

j ust ificat ion for r esist ance t o per for m t he w or k and lack of com m it m ent in car e pr oduct ion.

DESCRI PTORS: em er gencies; em er gency m edical ser v ices; pat ient car e t eam ; or ganizat ion and adm inist r at ion

(2)

I NTRODUCCI ÓN

L

as unidades hospit alar ias de at ención a las u r g en ci a s y em er g en ci a s i n t eg r a n el co m p o n en t e

hospit alar io del sist em a de at ención, inst it uido por la

Polít ica Nacional de At ención a las Ur gencias ( PNAU) .

La f in alidad del t r abaj o de los equ ipos de salu d de

esas u n id ad es es at en d er p acien t es q u e lleg an en

est ado gr av e, acoger casos n o u r gen t es y pr oceder

a d i r i g i r l o s a se r v i ci o s d e a m b u l a t o r i o b á si co s o

especializados, ex ist ent es en la r ed de at ención a la

salud( 1).

El con cep t o f u n d am en t al d e la PNAU es la

g ar an t ía d e acceso y r ecep ción en los ser v icios d e

salud, de acuer do con la com plej idad t ecnológica, que

d e b e r á e st a r o r g a n i za d a d e f o r m a r e g i o n a l i za d a ,

j er ar quizada y r egulada, pr ev iniendo iat r ogenias por

m anipulación o t r at am ient os incor r ect os, ev it ando la

m u e r t e o i n c a p a c i d a d e s f ís i c a s t e m p o r a r i a s y

p er m an en t es( 1 ).

Ex i st en a l g u n o s ser v i ci o s h o sp i t a l a r i o s d e

at en ción a las u r g en cias y em er g en cias q u e est án

or g an izad os j er ár q u icam en t e y at ien d en el m od elo

d e at en ción p r econ izad o. Se d est aca el m od elo d e

o r g a n i z a c i ó n d e u n a u n i d a d d e e m e r g e n c i a

hospit alar ia del int er ior del est ado de San Pablo, que

adopt ó el cam bio en la or ganización del t r abaj o y de

la gest ión de las ur gencias, cont r ibuy endo par a que

la super ocupación fuese cont r olada, por m edio de la

r edu cción del n ú m er o de con su lt as y de la t asa de

o c u p a c i ó n , c o n a u m e n t o d e l p r o m e d i o d e

per m anencia, de la com plej idad de los casos at endidos

y d e l c o s t o p r o m e d i o d e l a s i n t e r n a c i o n e s ,

t r an sf or m án d ose en u n cen t r o d e r ef er en cia en las

at enciones de elev ada com plej idad, así com o par a la

f o r m a c i ó n y c a p a c i t a c i ó n d e p r o f e s i o n a l e s d e

u r gen cia( 2 ).

A pesar de esos av an ces, la at en ción a las

ur gencias t odavía r eúne m uchas fr agilidades, ya que,

e n l a m a y o r ía d e l o s c e n t r o s u r b a n o s , l a

descent ralización de la asist encia es t enue y el orden

d e l o s f l u j o s e s i n ci p i e n t e . Pr e d o m i n a e l m o d e l o

t r a d i ci o n a l d e o r g a n i z a ci ó n d e l a a t e n ci ó n a l a s

e m e r g e n c i a s , d e t e r m i n a d o p o r l a b ú s q u e d a

e s p o n t a n e a d e l o s u s u a r i o s , c u l m i n a n d o c o n l a

su p e r o cu p a ci ó n d e l a s sa l a s d e a t e n ci ó n , co n l a

con secu en t e baj a calidad de la asist en cia pr est ada,

c o n e l l a r g o t i e m p o d e e s p e r a p a r a c o n s u l t a s ,

e x á m e n e s y ci r u g ía s, co n l a f a l t a d e cu p o s p a r a

int er nación, así com o de per sonal capacit ado( 2).

Lo s s e r v i c i o s d e a t e n c i ó n r á p i d a y l a s

em er gen cias h ospit alar ias cor r espon den al per f il de

a t e n c i ó n a l a s d e m a n d a s d e f o r m a m á s á g i l y

concent r ada. A pesar de super ocupados, im per sonales

y act uar sobre la quej a principal, esos locales reúnen

u n a b u en a can t i d ad d e r ecu r sos co m o : co n su l t as,

r em edios, pr ocedim ien t os de en f er m er ía, ex ám en es

d e l a b o r a t o r i o e i n t e r n a c i o n e s( 3 ) q u e l o s t o r n a

r esolut iv os, baj o la v isión del usuar io.

U n e s t u d i o r e a l i z a d o e n u n a u n i d a d d e

em er gen cia de Río de Jan eir o in dicó qu e el pr oceso

d e t r a b a j o e s t á o r g a n i z a d o p r i n ci p a l m e n t e p a r a

sopor t ar las consecuencias de la dem anda y no par a

pr opiam ent e at ender a su finalidad, ya que el núm er o

ex pr esiv o de at enciones r ealizadas por el equipo de

salud ha int er fer ido consider ablem ent e en el pr oceso

de t r abaj o( 4). De ese m odo, al t r abaj ar en la puer t a

de ent r ada de un hospit al público de em er gencia, los

p r of esion ales se en cu en t r an con u n a d em an d a q u e

ult r apasa lo que los ser v icios est án or ganizados par a

r e c o n o c e r e i n t e r v e n i r. Es t a o r g a n i z a c i ó n n o s e

r est r in ge a las con dicion es m at er iales, t ecn ológicas

y d e p e r s o n a l , i g u a l m e n t e e n g l o b a l a f o r m a d e

or g an ización y g est ión d e los p r ocesos d e t r ab aj o

em pleados en esos ser v icios( 5 ).

La d em an d a p o r at en ci ó n en u n i d ad es d e

em er gencia, adem ás de ex cesiv a, no se agot a en lo

q u e s e c o n s i d e r a u n a n e c e s i d a d d e s a l u d . Es

ca r a ct e r i za d a , m u ch a s v e ce s, p o r p a ci e n t e s q u e

buscan en la at ención de la salud la r esolución par a

los m ás d iv er sos p r ob lem as sociales q u e en f r en t an

en su día a día( 6). El t ipo de consult a at endida en un

ser v icio p ú b lico d e u r g en cia p ed iát r ica ev id en ció la

h e t e r o g e n e i d a d d e l a s a t e n c i o n e s y r e v e l ó l a

car act er íst ica d el ser v icio d e at en d er casos g r av es

confor m e su m isión, sin em bar go t am bién de r ecibir

casos no ur gent es( 6).

Así, l a s d i f e r e n t e s co n ce p ci o n e s q u e l o s

u su ar ios, la p ob lación y los p r of esion ales d e salu d

poseen par a def in ir la u r gen cia h an sido apu n t adas

c o m o u n o d e l o s f a c t o r e s d e t e r m i n a n t e s d e l a

su p e r o cu p a ci ó n d e l a s u n i d a d e s h o sp i t a l a r i o s d e

at en ción a las u r gen cias( 2 ). Es p osib le id en t if icar la

ex ist en cia d e la d iscr ep an cia en t r e la f in alid ad d el

t r ab aj o en las u n id ad es con m od elo t r ad icion al d e

a t e n c i ó n a l a s u r g e n c i a s y e m e r g e n c i a s y l a s

n ecesid ad es d e su s u su ar ios, q u e p oseen cr it er ios

p r o p i o s p a r a ca r a ct e r i za r l o q u e r e p r e se n t a u n a

u r g en ci a, l os cu al es n o si em p r e co i n ci d en co n l os

par ám et r os biom édicos y la or ganización r acional del

(3)

El en f er m er o d e la u n id ad d e em er g en cia,

r e s p o n s a b l e p o r l a c o o r d i n a c i ó n d e l e q u i p o d e

enfer m er ía, necesit a buscar m edios par a adm inist r ar

el cuidado de enferm ería, visualizando las necesidades

del pacient e de for m a t ot al, conciliando los obj et iv os

d e la or g an ización con los ob j et iv os d el eq u ip o d e

enfer m er ía( 7). Sin em bar go, cuando los pr ofesionales

p r est an at en cion es en sit u acion es d e u r g en cia, n o

con siguen v isu alizar la t r ay ect or ia de los u suar ios y

l a s d i f i c u l t a d e s p o r l a s c u a l e s p a s a n p a r a l a

sat i sf acci ó n d e su s n ecesi d ad es d e sal u d . D e ese

m o d o , e s i m p o r t a n t e l a c o m p r e n s i ó n d e e s a s

sit u acion es par a t or n ar la at en ción m ás acogedor a,

u t i l i z a n d o u n a a b o r d a j e q u e l l e v e a l a s o l u c i ó n

com pet ent e y sat isfaga al usuar io( 3).

Un recient e est udio sobre la organización del

t r a b a j o en l a s p u er t a s d e u r g en ci a y em er g en ci a

d e s t a c a l a a t e n c i ó n p r e s t a d a a l u s u a r i o e n u n a

at en ción d e em er g en cia, id en t if ican d o y an alizan d o

sus dem andas y necesidades de salud, baj o el enfoque

d e l u s u a r i o( 3 ). S e p r e t e n d e , e n e s t e a r t íc u l o ,

a cr ecen t a r el em en t o s p a r a el a n á l i si s d el t r a b a j o

d e s a r r o l l a d o e n l a s p u e r t a s d e l a u r g e n c i a y

em er gencia, así com o de su finalidad, t eniendo com o

paño de fondo la aplicación de la PNAU y, com o foco,

las con cep cion es d e los p r of esion ales en el ám b it o

hospit alario. Se t iene la pret ensión de cont ribuir para

l a d i scu si ó n d e e sa p r o b l e m á t i ca , e n f a t i za n d o e l

pot encial del equipo de salud para m odificar la realidad

en la est r u ct u r a or g an izacion al d e las in st it u cion es

de salud.

Así, con base en la sit uación descrit a, se t iene

c o m o o b j e t i v o a n a l i z a r l a s c o n c e p c i o n e s d e l o s

profesionales del equipo de salud acerca de la finalidad

de su t r abaj o en una unidad hospit alar ia de at ención

a las ur gencias y em er gencias.

METODOLOGÍ A

Es una invest igación con abor daj e cualit at ivo

q u e ap r en d e la r ealid ad y an aliza las con cep cion es

d e l o s p r o f e si o n a l e s q u e a ct ú a n e n e l e q u i p o d e

salu d( 8 ). El d iseñ o m et od ológ ico d e la in v est ig ación

es el est u d i o d e caso, q u e p er m i t e p r of u n d i zar l a

obser v ación de la unidad a ser est udiada, obser v ada

en su singular idad( 9).

El espacio de inv est igación fue la unidad de

em er g en ci a d e u n h o sp i t al d e en señ an za p ú b l i ca,

referencia para ese tipo de atención, en un m unicipio del

int er ior del Est ado de Río Gr ande del Sur. El ser v icio

a t i en d e a l o s u su a r i o s q u e b u sca n l a u n i d a d

espont áneam ent e y los encam inam ient os for m ales e

inform ales de unidades prehospit alarias fij as ( Unidades

Básicas de Salu d, Un idades de Salu d de la Fam ilia,

Am bulatorios de Especialidades, entre otros) del m unicipio

sede y de unidades hospitalarios de los dem ás m unicipios

q u e co m p o n en u n a r eg i ó n d e a p r o x i m a d a m en t e

1.162.787 habitantes. Hasta el m om ento de la recolección

de los datos, la atención a las urgencias era organizada

sin recepción con clasificación del grado de riesgo o central

m édica de regulación.

La r eco l ecci ó n d e d a t o s f u e r ea l i za d a p o r

m e d i o d e l a o b s e r v a c i ó n y d e l a e n t r e v i s t a

sem iest r uct ur ada( 10). El foco de la obser v ación fue el

pr oceso de t r abaj o del equipo de salud que act úa en

la unidad. Los aspect os or ient ador es de la obser vación

f u er on : obj et o, agen t es, in st r u m en t os y la fin alidad

d el t r ab aj o . Así, f u er o n o b ser v ad o s l o s d i f er en t es

a g e n t e s d u r a n t e e l p r o c e s o d e t r a b a j o e n l a

e m e r g e n ci a y e n l o s m o m e n t o s e n q u e e l l o s se

ar t icu laban par a r ealizar el cu idado al pacien t e. Los

ag en t es f u er on seleccion ad os p ar a ser ob ser v ad os

con for m e la fu n ción qu e ej er cían , bu scan do abar car

los div er sos t r abaj os desar r ollados en la u n idad de

e m e r g e n c i a . Ta m b i é n f u e r o n s e l e c c i o n a d a s

act iv idades con sider adas r elev an t es par a capt ar las

relaciones ent re los suj et os y la form a de organización

del t r abaj o, así com o algunos espacios en los cuales

esas r elacion es ocu r r en de f or m a m ás sign if icat iv a.

Las en t r ev ist as sem iest r u ct u r adas f u er on r ealizadas

par a ident ificar las concepciones de los pr ofesionales

en cuant o a la finalidad del t rabaj o realizado, ut ilizando

las sigu ien t es pr egu n t as or ien t ador as: ¿Cóm o u st ed

e n t i e n d e e l t r a b a j o r e a l i z a d o e n l a u n i d a d d e

em er g en cia?, ¿Cóm o est á or g an izad a la at en ción a

las ur gencias y em er gencias en esa unidad?, ¿Cuáles

son los pr ofesionales del equipo de em er gencia que

par t icipan en el pr oceso de t r abaj o, y de que for m a?

Lo s s u j e t o s d e e s t u d i o f u e r o n l o s

pr ofesionales que act uaban en el equipo de salud de

la r efer ida unidad, en el per íodo de j unio a sept iem br e

de 2.007. La selección de los suj et os fue int encional,

p r i or i zan d o l a i n cl u si ón d e en f er m er os, t écn i cos y

a u x i l i a r e s d e e n f e r m e r ía y, p o s t e r i o r m e n t e ,

e s c u c h a n d o o t r o s c o m p o n e n t e s d e l e q u i p o .

Part iciparon de las ent revist as 29 suj et os, siendo siet e

enfer m er os, nueve t écnicos de enfer m er ía, un becado

del cur so de gr aduación en enfer m er ía, dos m édicos

(4)

dos cur sando doct or ado en el cur so de m edicina, una

secr et ar ia, u n a au x iliar d e ser v icios g en er ales, d os

g u ar d ias, u n a n u t r icion ist a, u n a f isiot er ap eu t a y la

enfer m er a coor dinador a adm inist r at iv a de la unidad.

El p r oy ect o f u e ap r ob ad o p or el Com it é d e

Ét ica en I n v est igación de la Un iv er sidad Feder al de

Río Gr a n d e d e l S u r ( CEP n º 2 0 0 7 6 8 8 ) . A l o s

p r o f e s i o n a l e s s e l e s e n t r e g ó u n t é r m i n o d e

consent im ient o libre y esclarecido, el cual garant izaba

los aspect os ét icos apunt ados por la Resolución 196/

96 del Consej o Nacional de Salud( 11).

El análisis de los dat os fue realizado siguiendo

las d ir ect r ices d el m ét od o cu alit at iv o: or d en ación ,

clasificación en est r u ct u r as de r elev an cia, sín t esis e

in t er pr et ación( 8 ). Los dat os obt en idos por m edio de

las obser v aciones fuer on codificados con la let r a “ O”

y los d at os p r ov en ien t es d e las en t r ev ist as con la

let r a “ E”, segu idas de la descr ipción de la cat egor ía

del pr of esion al obser v ado o en t r ev ist ado.

RESULTADOS Y DI SCUSI ÓN

En el p r o ceso d e t r ab aj o en l a u n i d ad d e

em er g en cia se ev id en ció q u e la con cep ción d e los

profesionales acerca de la finalidad de su t rabaj o est á

r elacionada a la at ención de pacient es que pr esent en

alt er aciones en el or ganism o, r esult ando en dr ást ico

t r ast or no de la salud o en súbit a am enaza a la v ida,

ex igien do m edidas t er apéu t icas in m ediat as.

[ ...] el obj et ivo de nuest r o t r abaj o es el cuidado al

pacient e gr ave ( E–Enfer m er o) .

Los m ot iv os qu e llev an a los u su ar ios a las

u n i d a d e s d e e m e r g e n ci a , e n t r e t a n t o , p u e d e n se r

ot ros: garant ía de acceso al ser vicio de salud, fluj o y

l o cal i zaci ó n g eo g r áf i ca p r i v i l eg i ad a, p o si b i l i d ad d e

r e a l i z a r e x á m e n e s c o m p l e m e n t a r e s y r e c i b i r

m edicaciones no disponibles en la at ención básica( 3).

Ad em ás d e eso, l a p er cep ci ón d el u su ar i o

sobr e lo qu e sign if ica algo gr av e est á dir ect am en t e

r elacion ada a la au t oev alu ación sobr e su est ado de

salu d . La elección d el ser v icio d e salu d se d ar á d e

acuer do con la per cepción de lo que es sim ple o gr ave,

r esult ando, casi siem pr e, en la búsqueda espont anea

por los ser v icios( 3).

Por m edio de las obser vaciones y ent r evist as,

se co n st a t ó u n a g r a n b ú sq u e d a d e a t e n ci ó n p o r

u su ar ios cu y as n ecesidades n o se clasificaban com o

urgencia o em ergencia, lo que generaba insat isfacción

del equipo de salud, confor m e afir m ación a seguir.

Est e hospit al es de m edia y alt a com plej idad. Aquí deberían ser at endidas solam ent e las em ergencias, no consult it as. Hay per sonas que viene aquí par a hacer exam en de gr avidez o par a hacer nebulización, piensan que es un puest o de salud ( E –

Técn ica de En fer m er ía) .

A l c o n t r a r i o d e l o q u e e s p e r a n l o s

p r of esion ales d e salu d , los u su ar ios p u ed en b u scar

a t e n ci ó n a l p r e se n t a r a l t e r a ci o n e s d e sa l u d q u e

con sider en im por t an t es. En ese sen t ido, el ex am en

d e g r av id ez p ar a u n a m u j er q u e n o con sig u e o n o

quier e la gr av idez, así com o la nebulización par a un

por t ador de enfer m edad r espir at or ia, sin condiciones

de adquir ir el apar at o par a r ealizar la en casa, pueden

v olv er se n ecesidades u r gen t es par a el u su ar io.

El d e se n cu e n t r o e n t r e l o q u e p i e n sa n l o s

usuar ios y los pr ofesionales de salud fue ident ificado

en est udio sobre la at ención de urgencia en una unidad

d e a t e n ci ó n r á p i d a . Fu e d e st a ca d o q u e , p a r a l o s

profesionales, en los casos elect ivos, la ut ilización era

in debida y se per día la car act er ización de la m isión

de at en ción de u r gen cia, ocasion an do sobr ecar ga al

t r abaj o que por sí ya causaba est r és, lo que colocaba

al usuario en sit uación de j ust ificar su necesidad para

r ecibir at ención( 12).

Esa s d e m a n d a s d e u su a r i o s p a r e ce n se r

incom pr endidas y hast a m ism o despr eciadas por los

pr ofesionales de salud. La gr an búsqueda de la unidad

par a at ención de casos no ur gent es est á r elacionada

por los pr ofesionales a la sobr ecar ga de act iv idades

y a la dism inución de la calidad de la at ención de los

casos de u r gen cia o em er gen cia.

En una invest igación r ealizada en una unidad

de em er gencia se const at ó que 74% de las at enciones

son car act er izados com o no ur gencia o em er gencia( 13).

Mu ch as v eces, esas u n i d ad es so n u t i l i zad as co m o

v á l v u l a d e e s c a p e d e l o s s e r v i c i o s d e s a l u d ,

per j udicando la at ención de los casos agudos y gr aves

qu e son con sider ados adecu ados a la f in alidad a la

cual se dest inan esos servicios, una vez que el exceso

d e d e m a n d a o c a s i o n a a c u m u l o d e t a r e a s y l a

co n se cu e n t e so b r e ca r g a p a r a t o d o e l e q u i p o d e

pr ofesionales, cont r ibuyendo t am bién par a el aum ent o

de los cost os hospit alar ios.

Los pr ofesionales que act úan en unidades de

em er g en ci a en f r en t an co n f l i ct o s, d i ar i am en t e, p o r

act uar en am bient e en un super ocupado, con r ecur sos

h u m a n o s, t e cn o l ó g i co s y d e e st r u ct u r a f ísi ca n o

siem pr e adecu ados, n o of r ecien do con dicion es par a

acom odar a los usuar ios con segur idad y calidad( 5).

(5)

la recepción, no hay salas para at ender porque llegan em ergencias y ocupan la sala de em er gencia, y hay que esper ar hast a que ese pacient e sea at endido para llam ar ot ro. En cuant o est o, la at ención de la clínica y la at ención de la cir ugía van alt er nando una sala, llega un pacient e accident ado, necesit a de la sala, llega un pacient e que se cor t ó necesit a de una sut ur a y ahí los pacient es que est án aquí t ienen que esper ar , a no ser que el pacient e est é pasando m al, ahí ellos colocan al pacient e allá para dent r o, sin em bargo si no es urgencia o em ergencia va quedar esperando ( E – Enferm era) .

El p r o f e s i o n a l r e c o n o c e l a d i f i c u l t a d d e l

u su a r i o e n su t r a y e ct o r i a t e r a p é u t i ca y t a m b i é n

percibe su sufrim ient o al llegar a un servicio de salud

y no r ecibir la at ención esper ada. A pesar de eso, el

v olu m en de pacien t es y el est r és de las at en cion es

se so b r ep o n en a l a r ecep ci ó n d e l o s caso s y a l a

responsabilidad con la producción del cuidado, siendo

que la relación de los equipos con el usuario se sit úa

ent r e el her oísm o y la desat ención.

La const ant e super ocupación de las salas de

esper a y de los cor r edor es de las salas de ur gencia,

asociad a a las elev ad as t asas d e ocu p ación d e las

cam as de obser vación, en los difer ent es com ponent es

a s i s t e n c i a l e s d e l s i s t e m a d e s a l u d , t r a e , c o m o

consecuencia, la flex ibilización en los est ándar es del

cu idado y de la ét ica de los pr of esion ales de salu d

que act úan en la ur gencia( 2).

A par t ir de la concepción biom édica y por la

esca sez d e r ecu r so s h u m a n o s y t ecn o l ó g i co s, l o s

pacien t es en sit u ación de em er gen cia qu e llegan al

ser v icio son p r ior izad os en d et r im en t o d e aq u ellos

q u e se en cu en t r an en ob ser v ación o est ab ilizad os.

D e e se m o d o , se i d e n t i f i có q u e l o s p r o f e si o n a l e s

act úan según su concepción de ur gencia/ em er gencia,

dando pr ior idad a la at ención de los pr oblem as gr aves

y agudos, con pot encial r iesgo a la v ida.

[ ...] priorizam os los pacientes que llegan a la em ergencia,

p or q u e n o es u n a u n id ad d e in t er n ación ( E – Técn ica d e

En f er m er ía) .

S e g ú n e s a c o n c e p c i ó n , l a u n i d a d d e

em ergencia debería ser un local t ransit orio, dest inado

a la r ealización de la pr im er a at en ción al u su ar io y

t a n l u e g o s u s c o n d i c i o n e s c l ín i c a s e s t u v i e s e n

e s t a b i l i z a d a s , e n c a m i n a r l o p a r a u n a u n i d a d d e

i n t er n aci ó n o u n i d ad esp eci al i zad a. En t r et an t o , l a

m ayor ía de las veces, el lar go t iem po de per m anencia

de usuar ios en la unidad, pot encializa sit uaciones de

conflict o ent re ellos y los profesionales, por m edio de

l a s cu a l e s se v i sl u m b r a n d i f e r e n t e s co n ce p ci o n e s

acer ca de la finalidad del t r abaj o en la em er gencia.

El t iem po de perm anencia de los pacient es en la unidad es una dificult ad. El pacient e acaba siendo t r at ado t ot alm ent e aquí, sale de aquí con el alt a par a la casa. Ya sucedió que el pacient e se int er nó, r ecibió t r at am ient o var ios días, m ur ió, sin ser t r ansfer ido par a unidad de int er nación. No deber ía ser así. Hay pacient es que se quedan 30 días aquí y deber ía ser en lo m áxim o 24 hor as por que aquí es una Unidad de Em er gencia ( E–

Técn ica de En fer m er ía) .

La or gan ización del pr oceso de t r abaj o, sin

evaluación del gr ado de r iesgo, que t r at a de equilibr ar

la despr opor ción ent r e lo cuant it at iv o del per sonal y

e l n ú m e r o d e p a ci e n t e s, a so ci a d a a l á r e a f ísi ca

d e f i c i e n t e , r e f u e r z a l a i n s a t i s f a c c i ó n d e l o s

pr of esion ales, la cu al es ex pr esada, m u ch as v eces,

por m edio de la r esist encia en r ealizar el t r abaj o en

la unidad.

El fisiot er apeu t a dij o, dir igién dose a la t écn ica de enferm ería: “ el paciente de la cam a ocho quiere ir al baño y necesita de ayuda! ” . La t écnica r esponde: “ ¡ya voy! ” . Después de algún t iem po de esper a, el fisiot er apeut a solicit a nuevam ent e que la t écnica de enfer m er ía acom pañe a la pacient e hast a el baño. Percibiendo que ella no irá, él acaba lo que está haciendo y acom paña a la pacient e ( El – Fisiot er apeut a) .

La obser v ación descr it a r ev ela la r esist encia

d e t é c n i c o s d e e n f e r m e r ía e n a s u m i r a l g u n a s

act iv id ad es i n h er en t es a su t r ab aj o. Esa sit u ación

p u e d e s e r e n t e n d i d a c o m o l a n a t u r a l i z a c i ó n d e

accion es r epr esen t adas por m edio de la n egligen cia

u host ilidad al usuario en el am bient e de t rabaj o. Así,

al g u n o s en t r ev i st ad o s j u st i f i can el n o h acer y l as

lar gas esper as par a r ealizar su s accion es apoy ados

e n e l d i scu r so d e l a su p e r o cu p a ci ó n , d e l n ú m e r o

inadecuado de pr ofesionales, en la gr an solicit ud de

a t e n c i ó n p o r p a r t e d e u s u a r i o s y f a m i l i a r e s , y,

especialm ent e, en la finalidad del t rabaj o en la unidad

de em ergencia, o sea, si no es urgencia o em ergencia

n o debe ser at en dido, y, si n ecesit a per m an ecer en

el h ospit al, debe ser en cam in ado par a las u n idades

de in t er n ación .

En e s e s e n t i d o , c a b e r e s a l t a r q u e l a s

r e l a ci o n e s e n t r e l o s p r o f e si o n a l e s d e sa l u d y l o s

u su a r i o s e st á n p e n e t r a d a s p o r l a d i sci p l i n a y e l

p o d e r. A d e m á s d e e s o , l a f r a g m e n t a c i ó n d e l

p r o c e s o d e t r a b a j o t a m b i é n c o n t r i b u y e p a r a l a

d e sp e r so n a l i z a ci ó n d e l u su a r i o p o r p a r t e d e l o s

p r o f e si o n a l e s d e l e q u i p o d e sa l u d , co l o cá n d o l o s

com o p r od u ct or es d e act os d e n o cu id ad o, a p esar

d e q u e su ej er cicio p r of esion al d eb a est ar d ir ig id o

(6)

La h ost ilidad qu e el in div idu o en cu en t r a en

e s e a m b i e n t e p u e d e s e r e n t e n d i d a c o m o l a

ex acer bación de m an if est acion es r elacion adas t an t o

a la ev olu ción d e la cu lt u r a h osp it alar ia clásica d e

aislam ien t o, a la act it u d im p er son al ap oy ad a en el

t e c n i c i s m o o c i e n t i f i c i s m o m é d i c o p o s i t i v i s t a , a

m eca n i sm o s d e d ef en sa d eb i d o a l a s co n d i ci o n es

u lt r aj an t es de t r abaj o, así com o a la r eacción a las

condiciones de m iser ia y v iolencia social( 4).

Así, en a l g u n o s m o m en t o s, el n ú m er o d e

at enciones car act er izadas com o no ur gent es es usado

com o j u st if icación p ar a la r esist en cia en r ealizar el

t r abaj o y la f alt a de com pr om iso con la pr odu cción

del cuidado. El discur so sobr e la finalidad del t r abaj o

en l a u n i d a d d e u r g en ci a y em er g en ci a d e ci er t a

f o r m a p r o t e g e a l o s p r o f e s i o n a l e s , y a q u e

r esponsabiliza siem pr e al usuar io por el uso indebido

d el sist em a. Ad em ás d e eso, r et ir a el com p r om iso

que la unidad de em ergencia y el sist em a de at ención

a la salud t iene en la r egulación de las ur gencias en

l o q u e l e s c o r r e s p o n d e a l a c o m p r e n s i ó n d e

necesidades y dest ino de las m ej or es alt er nat ivas par a

la r ecepción y t r at am ient o de los usuar ios.

La o r g an i zaci ó n d e esa p u er t a d e en t r ad a

para recibir al usuario necesit a ser discut ida, llevando

en cu en t a q u e ex ist e u n a d em an d a r ep r im id a q u e

llega a los servicios de at ención rápida y a las unidades

d e e m e r g e n c i a y n e c e s i t a d e r e s p u e s t a s a s u s

n e c e s i d a d e s . En l u g a r d e e s o , s e o b s e r v a l a

p e n a l i za ci ó n d e l u su a r i o p o r e l u so i n d e b i d o d e l

sist em a d e salu d , h acién d olo p er eg r in ar p or ot r as

inst ancias en busca de at ención( 12).

La r egionalización y la j er ar quización, por sí

solo, no garant izan la reducción del fluj o desnecesario

de usuar ios a los niv eles de m ay or com plej idad. Se

esper a que los usuar ios no solo sean r ecibidos en la

a t e n c i ó n b á s i c a y s e c u n d a r i a ; t a m b i é n e s

fundam ent al, que r eciba at ención r esolut iv a en esos

n iv eles d e com p lej id ad , ev it an d o en cam in am ien t os

desnecesar ios a los cent r os de com plej idad t er ciar ia,

p a r t i c u l a r m e n t e , h o s p i t a l e s d e m a y o r p o r t e ,

p o s i b i l i t a n d o q u e l a s c a m a s s e a n o c u p a d a s p o r

usuar ios que r ealm ent e necesit en de ellas( 2).

Para lo t ant o, es necesario que profesionales,

gest ores y usuarios se at engan no solo a la dim ensión

biom édica, t am bién lo deben hacer a las dim ensiones

sociales y su b j et iv as q u e en v u elv en la at en ción d e

u r g e n c i a s . En t r e t a n t o , t o d a v ía e x i s t e u n a b a j a

i n v e r s i ó n e n l a c a l i f i c a c i ó n d e p r o f e s i o n a l e s y

cap acit ación d e g est or es en cu an t o a en t en d er las

direct rices del sist em a y en la planificación de acciones

que r espondan a las necesidades de salud del usuar io.

Es f u n d a m e n t a l e s t a b l e c e r u n a m e j o r

or ganización de la at ención, definir r esponsabilidades

y c l a s i f i c a r r e f e r e n c i a s y c o n t r a r e f e r e n c i a s

efect ivam ent e negociadas, de m odo que la r egulación

p u e d a e j e r ce r e l p a p e l o r d e n a d o r y co r r e g i r l a s

d i st o r si o n es t o d a v ía ex i st en t es en l a s p u er t a s d e

ent r ada del sist em a. Ent r et ant o, es im prescindible que

el pr oceso de t r abaj o en las u n idades h ospit alar ias

de at ención a las ur gencias y em er gencias r esponda

a las n ecesidades de los u su ar ios, r azón de ser de

esos ser v icios.

CONSI DERACI ONES FI NALES

La unidad de em er gencia se car act er iza por

l a g r a n d e m a n d a p o r a t e n ci o n e s, p r o v e n i e n t e d e

c u a d r o s c l ín i c o s y / o t r a u m á t i c o s d e d i f e r e n t e s

com plej idades. Ese h ech o, asociado a las pr egu n t as

de or gan ización y gest ión , h ace qu e esa u n idad n o

siem pr e cuent e con condiciones adecuadas de t r abaj o,

e n t é r m i n o s d e ca n t i d a d d e p e r so n a s y r e cu r so s

m at eriales, para la realización de asist encia calificada.

Lo s p r o f esi o n al es su st en t an l a co n cep ci ó n

b i o m é d i ca , t e n i e n d o co m o f o co d e l a a t e n ci ó n l a

e n f e r m e d a d y l a r e a l i za ci ó n d e l a t a r e a y n o a l

in d iv id u o. Pr ior izan la at en ción a los u su ar ios con

pr oblem as gr av es y agudos que buscan la unidad de

em er g en cia y d em u est r an su in sat isf acción con los

ca so s n o u r g e n t e s o e st a b i l i za d o s p o r m e d i o d e

at ención im per sonal, host il y hast a negligent e.

Es im pr escindible que gest or es, pr ofesionales

y usuar ios t engan conocim ient o clar o de la finalidad

d el t r ab aj o ej ecu t ad o en la u n id ad d e em er g en cia

que deber á ser negociada con los dem ás ser v icios e

i n st i t u ci o n e s. Cu a l q u i e r d e se n cu e n t r o e n t r e e l l o s

ocasion ar á em b at es y con f lict os q u e t en d r án com o

pr odu ct o la in sat isfacción de t odos los par t icipan t es

en el pr oceso.

D e e s e m o d o , e s n e c e s a r i o a m p l i a r l a s

discusiones acer ca de la finalidad del t r abaj o en los

ser v icios de ur gencia y em er gencia, de for m a que el

t r ab aj ad or p u ed a asu m ir u n a p ost u r a cr ít ica d e su

p r o ceso d e t r a b a j o , t o r n á n d o se, en co n j u n t o co n

usuar ios y gest or es, los pr ot agonist as de una am plia

reorganización del sist em a de at ención a las urgencias.

En ese co n t ex t o , el eq u i p o d e en f er m er ía

(7)

un papel dest acado. Los enfer m er os t ienen un papel

c e n t r a l y a r t i c u l a d o r q u e l e s p o s i b i l i t a g r a n d e s

op or t u n id ad es d e in t er acción e in f lu en cia sob r e las

accion es p r of esion ales q u e son d esar r ollad as en la

unidad de em er gencia, en pr o de la pr oducción de un

cuidado int egr ado e int er disciplinar.

REFERENCI AS

1. Minist ér io da Saúde ( BR) . Polít ica nacional de at enção às

ur gências. 3ª ed. Br asília ( DF) : Edit or a do Minist ér io da Saúde;

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d ezem b r o ; 2 3 ( 1 2 ) : 3 0 0 0 - 1 0 .

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possív eis im pact os após a m u n icipalização dos ser v iços de

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Referências

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