Redes de Acesso em Banda Larga
3 – WLANs
Marcelo Najnudel
L. Silva Mello (orientador)
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 222
Histórico
Em 1971, surge a primeira Wireless LAN: interligação de 4 ilhas no Havaí
(ALOHANET).
Em 1990, os primeiros equipamentos começam a ser vendidos para
utilização na banda ISM (900 MHz, 2,4 GHz, 5 GHz) que havia sido liberada
mundialmente e representava uma faixa desregulamentada.
Em 1994, os primeiros equipamentos começam a ser comercializados para
utilização na faixa de 2,4 GHz regulamentada.
Em 1997, o padrão 802.11 é regulamentado pelo IEEE.
Formação da WECA (Wireless Ethernet Compatibility Alliance), união das
empresas: Lucent, 3Com, Aironet (Cisco), Intersil, Nokia e Symbol.
Em 1999, o padrão 802.11b é regulamentado assegurando a
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 333
Visão geral
Os alicerces da tecnologia
WLAN
são:
Mobilidade e Praticidade
Baixos custos
(principalmente ao se comparar com outras tecnologias wireless, como
GSM/GPRS ou CDMA-1xRTT)
A escalabilidade deste tipo de rede também é um
ponto muito importante, já que as alterações entre
as diversas topologias são muito simples e rápidas.
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Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 444
O padrão 802.11
54, 36, 33, 24, 22, 12, 11, 9, 6, 5,5, 2, 1 Mbps 11, 5,5, 2, 1 Mbps 54, 48, 36, 24, 18, 12, 9, 6 Mbps 2, 1 Mbps Taxa de transmissão por canal OFDM/CCK (6, 9, 12, 18, 24, 36, 48, 54) OFDM (6, 9, 12, 18, 24, 36, 48, 54) DQPSK/CCK (22, 33, 11, 5,5 Mbps) DQPSK (2 Mbps) DBPSK (1 Mbps) DQPSK/CCK (11, 5.5 Mbps) DQPSK (2 Mbps) DBPSK (1 Mbps) BPSK (6, 9 Mbps) QPSK (12, 18 Mbps) 16-QAM (24, 36 Mbps) 64-QAM (48, 54 Mbps) DQPSK (2 Mbps DSSS) DBPSK (1 Mbps DSSS) 4GFSK (2Mbps FHSS) 2GFSK (1Mbps FHSS) Modulação 2,4 a 2,4835GHz DSSS, OFDM 2,4 a 2,4835GHz DSSS 5,15 a 5,35 GHz OFDM 5,725 a 5,825Ghz OFDM 2,4 a 2,4835 GHz DSSS, FHSS Frequência e Técnica 83,5 MHz 83,5 MHz 300 MHz 83,5 MHz Banda disponível Outubro de 2003 Setembro de 1999 Setembro de 1999 Julho de 1997 Data de regulamentação 802.11g 802.11b 802.11a 802.11 ITEML. Silva Mello
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Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 555
Wireless LANs x Wired LANs
Algumas vantagens de redes w
ireless
são:
Mobilidade
Instalação rápida e fácil
Instalação de redes temporárias
Instalação em locais de difícil passagem de cabos
Baixos custos de instalação
A principal desvantagem de redes
wireless
é a falta
de segurança das informações trafegadas
.
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 666
Equipamentos
Para se prover acesso a uma rede
wireless
, são necessários
alguns componentes novos em relação às redes cabeadas.
Access Point
(
AP
) - exerce a função de distribuir entre os
usuários o acesso à rede.
Workgroup Bridge
(
WB
) - estabelece uma “ponte” de
comunicação entre um
AP
e equipamentos fora da área de
cobertura deste.
Wireless Bridge
– tem a função de interligar duas ou mais
redes, fazendo uma ponte de comunição entre um par de
Bridges.
Client Adapter
- componentre que tem a capacidade de se
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 777
Equipamentos: Access Point
Características gerais nos equipamentos pesquisados:
I/O para o backbone cabeado
I/O(s) de RF para antena(s) (alguns equipamentos têm antenas
embutidas, outros permitem antenas externas)
Potência de saída regulável
WEP de 40 e 128 bits
Características extras de alguns equipamentos:
Diversidade de antenas
Funcionalidade
Repeater mode
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 888
Equipamentos: Workgroup Bridge
Características gerais nos equipamentos pesquisados:
I/O para o backbone cabeado
I/O(s) de RF para antena(s) (alguns equipamentos tem antenas
embutidas, outros permitem antenas externas)
Potência de saída regulável
WEP de 40 e 128 bits
Características extras de alguns equipamentos:
Limite de equipamentos conectados
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 999
Equipamentos: Wireless Bridge
Características gerais nos equipamentos pesquisados:
I/O para o backbone cabeado
I/O(s) de RF para antena(s) (alguns equipamentos tem antenas
embutidas, outros permitem antenas externas)
Potência de saída regulável
WEP de 40 e 128 bits
Características extras de alguns equipamentos:
Também pode funcionar como um AP comum
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Redes de dados
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Equipamentos: Client Adapter
Características gerais nos equipamentos pesquisados:
Entrada PCMCIA (para desktops) ou PCI para outros equipamentos
como notebooks, Handhelds etc.
Saída de RF com antena interna para os modelos PCMCIA e com
antena externa para os modelos PCI.
Potência de saída regulável
WEP de 40 e 128 bits
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 111111
Exemplo de Rede e seus componentes
Conforme limitações apresentadas: Hub com máximo de 8 portas Hub disponibiliza 11Mbps
máximo para o servidor → limitação da Bridge (802.11b) Todos esses equipamentos
dividem a capacidade máxima do
AP1 (11Mbps para 802.11b)
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
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Aspectos de propagação indoor
Ao se planejar uma rede
wireless
em um ambiente
indoor
, deve se levar em consideração uma série de
fatores:
Topologia da rede
Número de
APs
Posicionamentos dos
APs
Tráfego/Capacidade
Fatores relacionados à propagação:
Diversidade de antenas
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Redes de dados
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Topologia
Existem dois tipos básicos de topologia de
WLAN:
Topologia
Peer-to-peer
(ou
ad hoc
)
Estações de trabalho, munidas de placas de comunicação wireless
estabelecem comunicação entre si.
Topologia Infra-estrutura
Esta configuração consiste em um Access Point que estabelece
comunicação com um conjunto de estações de trabalho.
Configuração Unicelular
Configuração com Superposição celular
Configuração Multicelular
Configuração
Multi-hop
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Topologia Peer-to-peer
Não necessita de
Access Point
para que se estabeleça comunicação
entre estações de trabalho. Estas se comunicam entre si, permitindo
compartilhamento de arquivos e eventualmente impressoras,
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Redes de dados wirelesswirelesswireless 151515
Topologia com Infra-estrutura
Este tipo de topologia é constituída por um conjunto de estações de
trabalho que se comunicam diretamente com um
Access Point
, que
por sua vez, funciona como uma ponte entre estas estações e uma
rede cabeada.
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Redes de dados
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Configuração Unicelular
Se baseia em um único
Access Point
que provê acesso à rede a todos
os usuários em uma determinada área.
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Configuração com superposição celular
Possui mais de um
Access Point
,
cujas
suas células de cobertura
apresentam leves sobreposições.
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Redes de dados wirelesswirelesswireless 181818
Configuração Multicelular
Também possui mais de um
Access Point
, mas posicionados no
mesmo local, de modo a gerarem áreas de cobertura totalmente
sobrepostas.
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 191919
Configuração Multi-hop
Possui um par de
Access Point
e
Workgroup Bridge
(
WB
), onde a
última tem a função de expandir a área de cobertura da rede.
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 202020
Diversidade de antenas
Em ambientes em que não se espera que haja muito
efeito de multipercursos, uma única antena pode
prover bons resultados de cobertura.
Entretanto, em casos onde o sinal estiver sujeito ao
efeito de multipercursos, é recomendável a
utilização de uma segunda fonte de irradiação.
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Redes de dados wirelesswirelesswireless 212121
Aspectos de segurança
A percepção do mercado para as soluções de
WLAN
ainda é que existem grandes problemas de
segurança.
Algumas das opções disponíveis são:
Criptografia (
WEP
)
Filtragem por endereço
MAC
Autenticação
RADIUS
VPNs
, chaves dinâmicas etc.
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 222222
SSID (Service Set Identifier)
1. 2. 3. 4. 2. Access Point A SSID= 050114v Ethernet Backbone Access Point B SSID= 050114v
1. Cliente envia “solicitação” 2. AP responde à solicitação
Cliente avalia as “respostas” e escolhe o melhor AP 3. Cliente Envia pedido de Autenticação
4. AP confirma a autenticação e registra o cliente 5. Cliente envia pedido de Associação 6. AP confirma pedido de Associação
7. Cliente está Associado à WLAN e pode fazer roaming pela rede Cliente SSID= 050114v 7. 5. 6.
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 232323
SSID broadcasting
1. 2. 3. 4. 2. Access Point A SSID= 050114v Ethernet Backbone Access Point B SSID= 050114v 5.Segurança baixa – Deve-se ao menos trocar o SSID padrão do equipamento
1. Cliente envia “solicitação”
2. AP responde à solicitação com SSID
Cliente avalia as “respostas” e escolhe o melhor AP 3. Cliente Envia pedido de Autenticação
4. AP confirma a autenticação e registra o cliente 5. Cliente está Associado à WLAN e pode fazer roaming pela rede
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 242424
Filtragem por endereço MAC
Segurança limitada Access Point SSID= 050114v Cliente SSID= 050114v MAC= 10005A0059910 Cliente SSID= 050114v MAC= 10005A0053905 Cliente SSID= 050114v MAC= 10005A0042807 Endereços MAC permitidos:
10005A0059910 = Permitido
10005A0053905 = Permitido
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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WEP (Wired Equivalent Privacy)
Média – Mas pode ser quebrada por hackersWEP keys: 1 = 362FA236CD 2 = 8743AE4299 3 = Vazio 4 = Vazio Ethernet Backbone WEP keys: 1 = 362FA236CD 2 = 8743AE4299 3 = 57683CD223 4 =Vazio
Tanto clientes como
APs
podem ter até 4
WEP
keys
associados
As
WEP keys
entre APs e clientes devem ser
iguais para que possa haver associação
WEP
utiliza cripptografia RC4
Existem dois tipos de implementação:
Open
Authentication
e
Shared key Authentication
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 262626
Tipos de WEP
Open Authentication
– Após autenticação, o
AP
inicia a
transmissão de dados já criptografados. Se o cliente não tiver
as chaves corretas, não conseguirá descriptografar os dados.
Shared key Authentication
- Após autenticação, o cliente
envia pacotes de teste para o
AP
, que o criptografa e devolve
ao cliente. O cliente só é associado ao
AP
se conseguir
descriptografar os pacotes de teste e informá-lo ao
AP
.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 272727
Interferência
Em razão da faixa de 2,4 GHz não necessitar de autorização
junto a orgãos reguladores, a utilização desta faixa tornou-se
popular nos últimos anos, por uma série de tecnologias:
WiFi
(IEEE 802.11)
Bluetooth
(IEEE 802.15)
Telefones sem fio
Estes equipamentos causam interferências uns nos outros.
Outros equipamentos como fornos de microondas também
podem causar interferências.
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L. Silva MelloL. Silva Mello
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Interferências Inter-sistêmicas
Bluetooth
Faixa: 2400 MHz a 2485 MHz
Potência: depende do equipamento (varia entre 0 e 5 dBm)
Duração: depende dos dados transmitidos
Fornos de Microondas
Faixa: 2450 MHz a 2458 MHz
Potência: 18 dBm a aproximadamente 3 metros
Duração: pulsos de aproximadamente 10 µs de duração
A probabilidade de colisão de pacotes WLAN x Bluetooth varia de 48% a 62%.
Fornos de microondas devem estar a 20 metros de distância de equipamentos
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Redução de Interferência
Existem diferentes maneiras de se minimizar
interferências entre sistemas e dispositivos:
Planejamento de freqüência (intra-sistêmicas)
Planejamento de cobertura
Utilização de técnicas de espalhamento de espectro
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redução de Interferência
(Planejamento de freqüência)
O espectro de freqüência do padrão IEEE
802.11 (nos E.U.A, Canadá e Brasil entre
outros) é divido em 11 canais de 22 MHz
superpostos (apenas 3 canais não apresentam
superposição)
2400
[MHz] 2412 2437 2462 2483,5
canal 1 canal 6 canal 11
22 MHz 11 2462 MHz 2457 MHz 10 2452 MHz 9 2447 MHz 8 2442 MHz 7 2437 MHz 6 2432 MHz 5 2427 MHz 4 2422 MHz 3 2417 MHz 2 2412 MHz 1 Freq. Central ID do canal
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
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Redução de Interferência
(Planejamento de cobertura)
Um bom planejamento de cobertura implica em limitar as áreas
de cobertura de dispositivos que utilizam as mesmas faixas de
freqüência. Isto é mais evidente quando se tratam de
dispositivos do mesmo sistema.
6 1 11 6 6 1
Exemplo de um bom
planejamento de
cobertura e freqüência de
uma
WLAN
.
L. Silva MelloL. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
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Redes de dados
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Redução de Interferência
(Técnicas de espalhamento)
Dentre as técnicas de espalhamento de espectro
utilizadas pelo padrão 802.11, podemos citar:
FHSS (
Frequency Hopping Spread Spectrum
)
DSSS (
Direct Sequence Spread Spectrum
)
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
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Aspectos de tráfego
O
througput
(vazão) total gerado em uma área é dado pela
soma dos
througput
gerados por cada usuário, portanto a
capacidade permitida do
AP
deve ser maior que este valor
estimado:
Valores usuais de tráfego gerado por usuário são:
througput Point Access usuários dos médio througput s simultâneo usuários de médio Número APs de Número = ⋅ 12 30 60 100 kbits/usuário Web, Email Acesso público 4 a 9 10 a 20 20 a 40 150 kbits/usuário a 300 kbits/usuário Web, Email, Transferência de arquivos Corporativo 2 Mbps 5,5 Mbps 11 Mbps
Número de usuários simultâneos Tráfego médio
Aplicação Ambiente
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados wirelesswirelesswireless 343434
Modelos de propagação em ambientes indoor
Existem dois tipos de modelos de propagação
utilizados em ambientes
indoor
:
Modelos teóricos ou determinísticos
Modelos empíricos
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
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Modelos teóricos
Os modelos teóricos não possuem nenhum tipo de
ajuste experimental, sendo baseados somente em
análise teórica.
Ex: Modelos baseados em traçado de raios
Modelos de 2 raios
Modelo de 6 raios
Modelo de 10 raios, etc.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 363636
Modelos teóricos
(Modelo de 6 raios)
São levados em consideração 6 possíveis caminhos de
raios provenientes do transmissor em direção ao
receptor:
θ1 θ1 hr ht θ2θ2 Raios 1 e 2 Raios 3 e 4 Raios 5 e 6 W dL. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
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Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
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Modelo Log-distance
A partir de estudos, demonstrou-se que a perda de
propagação obedece a uma lei de formação, de acordo
com a variação com a distância percorrida pelo sinal.
onde valores típicos de
n
e de σ são tabelados na
literatura, de acordo com o tipo de ambiente e
freqüência.
σ
X
d
n
L
L
total
=
o
+
10
⋅
⋅
log(
)
+
L. Silva MelloL. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
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Comunicação
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Redes de dados
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Redes de dados wirelesswirelesswireless 383838
Modelo ITU P. 1238-2
O modelo descrito a seguir foi desenvolvido pelo ITU-R,
para predição de sinais na faixa de freqüências entre 900
MHZ e 100 GHz em ambientes interiores. Este considera
os seguintes parâmetros (incorporados) em sua
modelagem matemática:
Reflexão e difração em objetos fixos
Transmissão através de paredes, pisos e outros obstáculos fixos
Confinamento da energia em corredores
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 393939
Modelo ITU P. 1238-2 (cont.)
Modelagem matemática:
onde:
f – Freqüência de operação [MHz]
n – Coeficiente de atenuação em relação à distância
d – Distância percorrida [m]
k
f– Número de pisos (andares) atravessados (n > 0)
L
f– Coeficiente de atenuação por piso atravessado [dB]
28
)
(
)
log(
)
log(
20
⋅
+
⋅
+
−
=
f f totalf
n
d
L
k
L
22 30 28 Coeficiente (n
) 6 + 3·(k
f– 1) 15 + 4·(k
f – 1) 4·k
f Coeficiente (L
f) Comercial Escritório Residencial Tipo do ambiente L. Silva MelloL. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
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Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 404040
Modelo COST 231 Keenan e Motley
Este modelo é o modelo mais completo para predição de sinais
em ambientes interiores e exteriores, em razão da quantidade de
parâmetros de entrada:
onde:
L
0– Perda de propagação a um metro da antena irradiante [dB]
d – Distância percorrida pelo sinal [m]
n – Coeficiente de propagação
L
f,i– Perda de propagação do sinal através do piso i [dB]
k
f,i–Número de pisos com a mesma característica
L
w,i– Perda de propagação do sinal através da parede j [dB]
k
w,i– Número de paredes com a mesma característica
I – Número de pisos atravessados pelo sinal
J – Número de paredes atravessadas pelo sinal
∑
∑
= =⋅
+
⋅
+
⋅
⋅
+
=
J j i w i w I i i f i f totalL
n
d
k
L
k
L
L
1 , , 1 , , 010
log(
)
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 414141
Modelo COST 231 Keenan e Motley (cont.)
A tabela a seguir apresenta valores adquiridos por meio de
medições pelo órgão de estudos
European
COST 231:
15 a 36 13 a 17
2 a 13 Parede com janela (valor exato depende da
razão entre área de janelas e de concreto)
15 13 2 Vidraça 36 17 13 Concreto espesso (sem janelas)
5,2 GHz 2,4 GHz
1,8 GHz Obstáculo
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 424242
Modelo COST 231 Multi-wall
O modelo Multi-Wall foi criado baseado no modelo de
propagação COST 231 Keenan e Motley, aplicando uma
distribuição não linear a atenuação por múltiplos pisos:
onde:
L
0– Perda de propagação a um metro da antena irradiante [dB]
d – Distância percorrida pelo sinal [m]
n – Coeficiente de propagação
L
f– Perda de propagação do sinal através do piso i [dB]
k
f–Número de pisos com a mesma característica
L
w,i– Perda de propagação do sinal através da parede j [dB]
k
w,i– Número de paredes com a mesma característica
b – Fator de correção da atenuação dos pisos
J – Número de paredes atravessadas pelo sinal
∑
= − + +⋅
+
⋅
+
⋅
⋅
+
=
J j wi wi f b L L f totalL
n
d
L
k
k
L
L
f f 1 , , 1 2 010
log(
)
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 434343
Caracterização do canal rádio
O comportamento de um sinal no canal rádio pode ser dividido
em três principais componentes:
Dependência com a distância (a)
Variabilidade de larga escala (b)
Variabilidade de pequena escala (c)
(a) (b) (c)
d
-γ
+
+
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 444444
Dependência com a distância
Qualquer sinal tem seu nível de potência atenuado à medida
que se propaga no canal. Este fato se dá, devido ao
espalhamento do sinal no espaço, reduzindo a sua densidade de
potência.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 454545
Variabilidade de Larga Escala
A variabilidade de larga escala, também conhecida como
sombreamento, implica em flutuações do nível de potência do
sinal em torno do seu valor médio, em razão das características
do relevo e da morfologia do ambiente.
(
)
( )
:
10Log(x)
y
Linear
escala
Em
:
Logarítima
escala
Em
−
=
−
−
=
=
2 2 0 22
ln
exp
2
1
2
exp
2
1
)
(
σ
π
σ
σ
π
σ
x
y
y
Y
p
x
x
X
p
x y L. Silva MelloL. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 464646
Variabilidade de Larga Escala (cont.)
Para uma melhor visualização do efeito, faz-se um gráfico
normalizado em relação à distância (nível de potência estável
em relação à distância), para que possa se notar a variabilidade
de larga e pequena escala.
Distância entre TX-RX
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 474747
Variabilidade de Pequena Escala
A variabilidade de pequena escala, conhecida como
multipercursos, é causada por raios provenientes de um
transmissor que chegam ao receptor por caminhos diferentes.
Distância entre TX-RX
potência
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 484848
Perda de penetração
As perdas de penetração são
extraídas de medições que
contemplam diversos efeitos
de propagação como
reflexão múltipla e difração.
A tabela ao lado apresenta
valores de perda de
penetração medidos (pelo
European
COST 231):
20 a 25 Piso/Teto muito espesso
15 a 20 Piso/Teto espesso
20 a 25 Parede muito espessa(aprox. 30 cm)
15 a 20 Parede espessa(aprox. 15 cm)
10 Parede média (madeira)
5 a 8 Parede fina (madeira)
5 a 8 Janela (tinta metálica)
3 Janela (tinta não metálica)
0 Espaço Livre
Perda [dB] Obstáculo
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 494949
Perda de penetração (cont.)
Outras considerações importantes são:
Obstáculos metálicos sólidos refletem grande parte do sinal
incidente, impedindo a propagação através deste.
Obstáculos sólidos de madeira, plástico e feitos de tijolos
refletem uma parte do sinal e permitem que uma parcela
deste seja transmitido através.
Água e objetos úmidos tendem a absorver uma grande parte
do sinal incidente.
Estas observações são válidas para obstáculos sólidos, pois a
reflexão de um sinal em um objeto depende do comprimento de
onda do sinal incidente e da largura do obstáculo.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 505050
Multipercursos
O efeito de multipercursos é causado por três fenômenos: a
reflexão, a difração e o espalhamento. Estes fenômenos permitem
que um sinal atinja um destino por diferentes percursos, além do
raio direto (
LoS
–
Line of Sight
), quando este existe.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 515151
Multipercursos (cont.)
Reflexão (a)
Difração (b)
Espalhamento (c)
(a) (b) (c) L. Silva MelloL. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 525252
Comportamento do sinal
separação entre antenas transmissora e receptora [m]
po tên cia do si nal [d Bm] n1= 1,43 n2= 4,29 ponto de quebra em d = 115 m
A composição de todos os efeitos combinados afetam a
propagação de um sinal, de modo que um sinal típico pode
ser caracterizado por:
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 535353
Testes de propagação
Testes de propagação, comumente chamados de
survey
tem a função de auxiliar no projeto de uma
rede
wireless
, na definição dos parâmetros já
comentados. Para estes testes, são importantes:
Plantas do local vistoriado
Equipamento e
Software
de medição
Equipamentos para simulação de cobertura
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 545454
Testes de propagação específicos
Testes de propagação específicos são importantes
para conceber modelos de propagação. Entre eles,
podemos citar:
Teste de
LoS
Teste de
LoS
em corredor estreito
Difração em bordas
Atenuação por obstáculos (paredes, portas etc.)
Movimento de pessoas
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 555555
Testes de propagação específicos
(cont.)
Todas as medidas efetuadas neste trabalho têm como
objetivo caracterizar o canal rádio em 2,4 GHz para
WLANS
. Para tal, assumimos as mesmas condições para
todas as medidas:
Um único
AP
para isolar a fonte de irradiação em um
único ponto
Utilização do
notebook
(equipamento de medição) na
posição horizontal
AP
com as antenas fazendo ângulo reto com o solo
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 565656
Equipamentos utilizados nos testes
Acces Point:
Modelo: Cisco, AIR-AP350 SERIES Freqüência: 2,4GHz DSSS
Througput
máximo: 11MbpsPotência máxima (regulável): 100 mW, 50 mW, 30 mW, 20 mW, 5mW e 1 mW
Client Adapter:
Modelo:Cisco, AIR-PCM350 SERIES Freqüência: 2,4GHz DSSS
Througput
máximo: 11MbpsPotência máxima (regulável): 100 mW, 50 mW, 30 mW, 20 mW, 5mW e 1 mW Sensibilidade: -45 dBm
(potências maiores que -45 dBm não são apresentadas) Limiares: 11 Mbps: -85 dBm
5,5 Mbps: -89 dBm 2 Mbps: -91 dBm 1 Mbps: -94 dBm
Software de medição:
Cisco Aironet Client Utility Notebook:
Toshiba SatelliteL. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 575757
Teste de LoS
Objetivo: Este teste serve para definir a perda do
sinal em relação à distância.
Procedimento: Posiciona-se o
AP
em um local em
que o raio direto esteja desobstruído e varia-se a
distância de medição.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 585858
Teste de LoS (cont.)
Teste de LoS em corredor (PUC-Rio, Prédio Cardeal Leme 3º piso)
-90 -85 -80 -75 -70 -65 -60 -55 -50 -45 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Distância [m] Pot ênc ia r ecebi d a [ d Bm ]
Comprimento: 95,0 m ; Largura: 3,0 m
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 595959
Teste de LoS (cont.)
separação entre antenas transmissora e receptora [m]
po tê nci a do si na l[ dB m ] n1= 1,43 n2= 4,29 ponto de quebra em d = 115 m L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 606060
Teste de LoS em corredor estreito
Objetivo: Este teste serve para definir a perda do
sinal em relação à distância, sob alto efeito de
multipercursos.
Procedimento: Posiciona-se o
AP
em uma
extremidade de um corredor estreito e reto, de
modo que o raio direto fique desobstruído até a
outra extremidade, mas que haja um alto índice de
raios refletidos de potência significativa.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 616161
Teste de LoS em corredor estreito
(cont.)
Corredor 1
Corredor 2
Teste de LoS em corredor estreito (PUC-Rio, Prédio Kennedy 7º piso - CETUC)
Comprimento: 40,0 m ; Largura: 1,2 m
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 626262
Teste de LoS em corredor estreito
(cont.)
-75 -35,2 -73 -79 -30,0 / 30,8* -79 -79 -81 -26,4 -74 -74 -74 -87 22,0 -68 -63 -63 -78 17,6 -61 -60 -74 -73 13,2 -63 -63 -67 -79 8,8 -61 > -45 -61 -64 4,4 5 mW (7 dBm) 10 mW (10 dBm) 5 mW (7 dBm) 1 mW (0 dBm) Corredor 2 Corredor 1 Potência recebida [dBm] Distância [m]* a distância de 30,0 m é referente às medidas do corredor 1, enquanto 30,8 m é referente ao corredor 2.
Os resultados apresentam as mesmas características de teste de
LoS
em corredos largo, mas com a perda em relação à distância
um pouco mais acentuada:
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 636363
Teste de difração em bordas
Objetivo: Mensurar a perda de penetração do sinal a
atravessar uma pequena parcela do obstáculo.
Procedimento: Posiciona-se o
AP
próximo a uma
“esquina” ou “curva” de uma parede, e varia-se a
posição do receptor na outra face do obstáculo.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 646464
Teste de atenuação em obstáculos
Objetivo: Mensurar a perda de penetração do sinal a
atravessar diferentes tipos de obstáculos.
Procedimento: Posiciona-se o
AP
de frente a uma
face de um obstáculo e efetuam-se medições
imediatamente antes e após o sinal atravessar o
obstáculo. Em caso de poder mover o obstáculo,
esta medida se torna mais confiável.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 656565
Teste de atenuação em obstáculos
(cont.)
4 a 8 dB 50,0 mm Lisa Gesso 13 a 19 dB 150,0 mm Lisa Cimento + Tinta Aberta/Fechada Vidro com persiana2 a 4 dB / 0 a 1 dB 5,0 mm Próximo/Distante da esquadria metálica Vidro Janela 17 a 24 dB 200,0 mm Rugosa Cimento + Tinta 8 a 14 dB 100,0 mm Lisa Gesso 2 a 4 dB 35,0 mm Lisa Madeira (divisória) Parede 19 a 23 dB 41,0 mm Oca Metal 5 a 9 dB 53,0 mm Aglomerado Madeira 1 a 3 dB 35,0 mm Aglomerado Madeira Porta Perda adicional Espessura Característica Material de composição (predominante) Obstáculo L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 666666
Perda de penetração (para
comparação)
Conforme apresentado
anteriormente, a tabela ao
lado apresenta valores de
perda de penetração medidos
(pelo
European
COST 231):
20 a 25 Piso/Teto muito espesso
15 a 20 Piso/Teto espesso
20 a 25 Parede muito espessa(aprox. 30 cm)
15 a 20 Parede espessa(aprox. 15 cm)
10 Parede média (madeira)
5 a 8 Parede fina (madeira)
5 a 8 Janela (tinta metálica)
3 Janela (tinta não metálica)
0 Espaço Livre
Perda [dB] Obstáculo
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 676767
Movimento de pessoas
Objetivo: Mensurar a variação e estabilidade do sinal
recebido quando existe obstrução do raio direto por
obstáculos móveis.
Procedimento: Posiciona-se o
AP
e o equipamento
medidor em posições fixas e que o sinal seja estável,
e simula-se a movimentação de pessoas obstruindo
o raio direto entre eles.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 686868
Movimento de pessoas (cont.)
6 a 12 dB 2 ou mais
4 a 8 dB 1
Perda média Número de pessoas em movimento
Os resultados foram muito próximos aos sugeridos
pelo ITU (ITU P. 1238-2), que é de 8 a 10 dB para 2,4
GHz.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 696969
Teste de cobertura geral
Objetivo: Neste caso, o
AP
é posicionado em um
ponto qualquer e são efetuadas medidas ao longo
de todo ambiente para verificar os efeitos que
possam influenciar a propagação do sinal em cada
tipo de ambiente (
indoor
).
Procedimento: Posicionar o
AP
em um local fixo e
efetuar medições no interior de todo o ambiente em
que este está instalado.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 707070
Teste de cobertura geral (cont.)
-76 > -45 -79 -72 -60 -52 AP1 AP2 -75 -72 -79 -58 -54 -54 -50 -64 -80 -60 -53 -63 -58 -54 > -45 > -45 -60 -72 -70 -81
Regiões de
handoff
AP1→ AP2 AP1→ AP2 AP2→ AP1L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 717171
Modelo Ajustado
Baseando-se no modelo COST 231 Keenan e Motley:
A partir das medidas efetuadas e apresentadas, definiu-se:
Perda de propagação a um metro da antena (L
0):
Coeficiente de propagação (n):
∑
∑
= =⋅
+
⋅
+
⋅
⋅
+
=
J j i w i w I i i f i f totalL
n
d
k
L
k
L
L
1 , , 1 , , 010
log(
)
48 a 62 dB -48 a -62 dBmIndoor
(corredor largo)45 a 47 dB -45 a -47 dBm
Indoor
(corredor estreito)L
0 Potência recebida a1 metro Ambiente
2,3
Indoor
(corredor largo)2,5
Indoor
(corredor estreito)n
AmbienteL. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 727272
Metodologia de projeto
O processo de planejamento pode ser dividido em 5
fases:
Definição das necessidades dos usuários
Mapeamento de uma possível rede existente
Planejamento de cobertura
Planejamento de capacidade
Planejamento de freqüência
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 737373
Metodologia de projeto (cont.)
A definição das necessidades dos usuários envolve:
Regiões a serem cobertas
Número médio de usuários
Taxas de transmissão mínima (por usuário)
Requisitos de segurança
Custo máximo do projeto
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 747474
Metodologia de projeto (cont.)
O mapeamento de uma possível rede existente é
importante para:
Mapear passagens de cabo
Identificar posições de ligação com a rede Ethernet
Identificar posições de ligação de energia
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 757575
Metodologia de projeto (cont.)
O planejamento de cobertura envolve:
Cálculos de
Link Budget
Medidas de campo
Escolha dos equipamentos e antenas externas
Isolar áreas de cobertura que utilizam canais próximos
(conforme apresentado antereiormente)
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 767676
Metodologia de projeto (cont.)
O planejamento de capacidade consiste em:
Descobrir o número médio de usuário simultâneos
sob a área de cobertura de cada
AP
.
Projetar o
througput
médio por usuário, de acordo
com suas aplicações (de acordo com tabela
apresentada anteriormente).
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 777777
Planejamento de freqüência
O planejamento de freqüência tem o objetivo de
reduzir interferências intra-sistêmicas, conforme
apresentado anteriomente.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 787878
Software de testes
Conforme comentado neste trabalho, para um bom
planejamento de uma
WLAN
, são necessários estudos
no local de implantação.
Para tal, é interessante a utilização de
softwares
com a
capacidade de prover predições e auxiliar as medições
durante o processo.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 797979
Características gerais
WLAN Walktest
Desenvolvido em Microsoft Visual Basic 6.0
Permite marcação de pontos de medidas sobre mapas
Efetua predição de cobertura sobre mapas
(com os modelos de propagação descritos)
Importação de mapas no padrão Metafile (.EMF, .WMF)
Exportação de dados de projeto para Microsoft Excel
(para auxiliar predição e comparação com medidas)
Atributos gráficos: definição de escala, criação de obstáculos,
zoom
, etc.
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 808080
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
ComunicaçãoComunicaçãoMóvelMóvelMóvele e e CelularCelularCelular
Redes de dados
Redes de dados
Redes de dados wirelesswirelesswireless 818181
Exemplo 1 de cálculo de cobertura
L. Silva Mello
L. Silva MelloL. Silva Mello
CETUC
CETUCCETUC---PUC/RioPUC/RioPUC/Rio
Comunicação
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Referências Bibliográficas (1)
[1] Vagner Sacramento, “WLAN-802.11.pdf”, Departamento de Informática – PUC-Rio. (www-di.inf.puc-rio.br/~endler/courses/Mobile/transp/WLAN-80211.pdf)
[2] Eduardo Prado, Apresentação do Seminário WLAN - Wireless Local Area Network, 21 de maio de 2003 - RIOSOFT
[3] “Understanding Wi-Fi.pdf”, HP. (www.hp.com/sbso/wireless/images/understandingWiFi.pdf)
[4] Jim Zyren e Al Petrick, “IEEE 802.11 Tutorial”, 1999
[5] “[Wireless LAN] INFO - WLANs são inseguras?”. (www.cisco.com.br)
[6] Datasheet do Acces Point Cisco 350 Series (www.cisco.com)
[7] Tim Cox, “Education Wireless Solution”, 2002 (www.cisco.com)
[8] “FHSS”. (www.sss-mag.com/ss01.html#other)
[9] “DSSS”. (www.sss-mag.com/ss01.html#other)
[10] “OFDM”. (www.sss-mag.com/ofdm.html)
[11] Holma H. and Toskala A., "WCDMA for UMTS: radio access for third generation mobile communications", John Wiley, 2000
[12] “BreezeNET PRO.11 Series Reference Guide”, Cat. No. 213026, 1998.
(www.dateline.ru/download/manual/man-breezenet-pro-ref.pdf)
[13] Theodore S. Rappaport, “Wireless Communications-Principles & Practice”, Pretince Hall Inc, 1996
L. Silva Mello
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Referências Bibliográficas (2)
[14] Marcio Eduardo da Costa Rodrigues, “Técnicas de Traçado de Raios em Três Dimensões para Cálculo de Campos em Ambientes Interiores e Exteriores”, Disertação de Mestrado – Pontificia
Universidade Católica de Rio de Janeiro, 2000
[15] G.C. Hess, “Handbook of Land-Mobile Radio System Coverage”, Mobile Telecomunications Series – Artech House, 1998
[16] N. Amitay, “Modeling and computer simulation of wave propagation in lineal line-of sight microcell”, IEEE Trans. Vehic. Technol, 1992
[17] R. F. Rudd, “Indoor Coverage Considerations for High-elevation Angle Systems”, Aegis Systems Limited, 2002
[18] Recommendation ITU-R P.1238-1, “Propagation data and prediction models for the planning of
indoor radiocommunication systems and radio local area networks in the range 900 MHz to 100 GHz”, 1997 – 1999 – 2001
[19] Steve Shellhammer, “Overview of ITU-R P.1238-1 Propagation Data and Prediction Methods for Planning of Indoor Radiocommunication Systems and Radio LAN in the Frequency Band 900 MHz to 100 GHz”, Symbol Technologies, 2000
[20] Professor Gláucio Lima Siqueira, “Notas de aula do Curso de Canal de Propagação Rádio Móvel”, CETUC-PUC/Rio, 2002
[21] Michael Döhler, “An Outdoor-Indoor Interface Model for Radio Wave Propagation for 2.4, 5.2 and 60 GHz”, Msc Thesis – King’s College London, 1999
[22] Keenan J.M. and Motley A.J., “Radio Coverage in Buildings”, British Telecom Technology Journal, 1990
[23] COST 231, “Digital Mobile Radio Towards Future Generation Systems”, Final Report – European
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Referências Bibliográficas (3)
[24] Daniela Laselva, “WLAN Indoor Radio Network Planning”, HUT Communications Laboratory, 2003
[25] N. Amitay, “Modeling and computer simulation of wave propagation in lineal line-of sight