Governança Corporativa no Brasil:
Governança Corporativa no Brasil:
Episódios recentes, principais aprendizados e
desafios
BRITCHAM Brasil – Câmara Britânica
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da SilveiraD t M t Ad i i t ã d E Fi FEA/USP
Doutor e Mestre em Administração de Empresas – Finanças – FEA/USP Professor Doutor de Contabilidade e Finanças – FEA/USP
Coordenador Executivo – CEG (Centro de Estudos em Governança Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
São Paulo, 13 de Maio de 2009
Coordenador Executivo CEG (Centro de Estudos em Governança
Governança Corporativa O Professor
Alexandre Di Miceli da Silveira
Doutor e Mestre em Administração de Empresas – Finanças (FEA/USP)
– Grau de distinção e louvor por sua tese de doutorado e também por sua dissertação de mestrado, ambas
relativas ao tema de governança corporativa relativas ao tema de governança corporativa
– Conceito “A” em todas as disciplinas do mestrado e doutorado
Professor Doutor de finanças e contabilidade em cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo – FEA/USP
Professor em cursos de pós-graduação da FIPECAFI, FIA, GV Law, FGV/EAESP, IBGC, PUC-SP, Mackenzie e Instituto Coppead/UFRJ
Instituto Coppead/UFRJ
Coordenador Executivo do CEG – Centro de Estudos em Governança Corporativa da FIPECAFI
Pesquisador-Sênior do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa
Articulista da Revista Capital Aberto
Coordenador técnico do Ranking Capital Aberto de Melhores Companhias para os Acionistas e do Comitê de
G C ti d Câ Al ã d C é i C d d P ê i IBGC d E
Governança Corporativa da Câmara Alemã de Comércio, ex-Coordenador Prêmio IBGC de Empresas
Autor dos livros “Governança Corporativa, Desempenho e Valor no Brasil” e “Governança Corporativa e Estrutura de Propriedade”
Coordenador do livro do IBGC “Governança Corporativa em Empresas de Controle Familiar – Casos de Sucesso no Brasil”
Membro do Conselho Fiscal da Sociedade Brasileira de Finanças
Sócio Alianti Consultoria Empresarial, ex-consultor Arthur D. Little
Participação em projetos de avaliação de opções estratégicas e governança corporativa para grandes corporações com equipes internacionais
Prêmios de excelência didática 2006-2008 FEA/USP, Prêmio BMF-BOVESPA da Revista Brasileira de Finanças , ç 2008, Destaque em Produção Científica FEA-USP 2007, Prêmio “Revelação em Finanças” em 2006 do Instituto Brasileiro Executivos de Finanças (IBEF), prêmio de melhor artigo de finanças do Enanpad 2004, prêmio de melhor artigo do VI Semead 2003 e premiado no 1º Prêmio IBGC de Monografias em 2003
Publicação de artigos acadêmicos de finanças corporativas na RAE/GV, RAUSP, RAC, Revista Brasileira de Finanças, EFMA, Oxford Business & Economics Conference, e Latin America Business Review, entre outrosç , , , ,
Governança Corporativa Panorama da Governança Corporativa no Brasil
Diversas evidências mostram que o tema governança corporativa
avançou muito no Brasil nos últimos anos
Evidências do aumento da importância da governança corporativa no Brasil:
Crescimento exponencial das empresas nos níveis mais avançados de GC
da Bovespa (117 empresas no N2 (18) e NM (99) em 05/05/09)
da Bovespa (117 empresas no N2 (18) e NM (99) em 05/05/09)
Forte movimento de ofertas públicas iniciais de ações de 2004 a 2007
(113 IPOs), com grande maioria (84%) das listagens ocorrendo no Nível 2
( ) g ( ) g
ou Novo Mercado
Crescimento exponencial das matérias sobre governança corporativa na
ídi i li d
mídia especializada
Iniciativas institucionais e governamentais visando aumentar o acesso das empresas ao capital em função das suas práticas de governançap p ç p g ç (regras da SPC, auto-regulação da ANBID, etc.)
Brasil visto como líder latino-americano e talvez como país mais avançado
d BRIC i
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dos BRICs em governança corporativa
Governança Corporativa Contraponto
Entretanto, uma análise mais minuciosa mostra que ainda temos um
longo caminho a percorrer rumo às melhores práticas de GC
275 das 432 empresas ainda não estão listadas em qualquer segmento de
governança corporativa (cerca de 2/3 do total)
Empresas maiores e mais tradicionais em geral ainda não estão nosEmpresas maiores e mais tradicionais em geral ainda não estão nos segmentos mais avançados de governança (Nível 2 e Novo Mercado)
A média geral de governança corporativa das empresas listadas ainda
( é
pode ser considerada baixa (média abaixo de 9,0 entre 20 pontos possíveis no questionário do Prêmio IBGC em 2007)
Percebe-se um movimento de aprimoramento concentrado em ump
pequeno grupo de empresas, levando a uma maior heterogeneidade na qualidade da governança das empresas
Fora da população das empresas listadas em bolsa há um vasto número
Fora da população das empresas listadas em bolsa, há um vasto número
de empresas de grande porte com práticas incipientes de GC
Sob uma perspectiva mais ampla, o Brasil ainda é visto como um país
Governança Corporativa Panorama da Governança Corporativa no Brasil
A onda de IPOs entre 2004-2007 também trouxe à tona episódios
inesperados e questionáveis em relação às boas práticas de GC
1. “Poison Pills” brasileiras: ampla adoção do mecanismo pelas companhias que vieram a mercado, incluindo as do Novo Mercado
2 Insider trading: suspeita de ocorrência em diversas operações de aquisição de 2. Insider trading: suspeita de ocorrência em diversas operações de aquisição de
controle (takeovers)
3. Equity Kickings: Aceleração do processo de abertura de capital por meio da
l fi i d hi b d d
alavancagem financeira de companhias por seus bancos coordenadores
4. BDRs: Emissão por empresas intrinsecamente brasileiras, com diversos casos resultando em problemas financeiros e de governança pós-IPOs
5. Gestão de Riscos: indícios de negligência de conselhos de administração no monitoramento dos riscos aos quais suas companhias estavam expostas
6. Aquisições Originárias: Operações de venda de controle sem aprovação ou possibilidade de saída por parte de minoritários
7 CEMs (Control Enhancing Mechanisms): utilização de mecanismos para
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7. CEMs (Control Enhancing Mechanisms): utilização de mecanismos para aumento do poder de controle, inclusive por parte empresas do Novo Mercado
Governança Corporativa Panorama da Governança Corporativa no Brasil
Conclusões
A governança corporativa vem ganhando destaque crescente ao longo
desta década, com diversas iniciativas institucionais e governamentais Entretanto, o Brasil ainda não é reconhecido internacionalmente como um
país exemplar em relação às práticas de governança de suas companhias país exemplar em relação às práticas de governança de suas companhias
Apesar do discurso pró-governança durante a onda de IPOs 2004-2007,
diversos episódios inesperados e questionáveis ocorreram no período
Muitos problemas ocorridos já resultaram em mudanças de regras por
meio da regulação ou autorregulação
Do ponto de vista das companhias, observa-se que infelizmente muitas
adotaram a governança corporativa como um mero check list
Os investidores também tem sua parcela de culpa ao não questionarem
Os investidores também tem sua parcela de culpa, ao não questionarem
seriamente as práticas de GC em um momento de euforia do mercado
Com o advento da crise global, várias deficiências de GC ficaram claras, eg , , o tema deverá receber um escrutínio cada vez maior pelos investidores
FIM
FIM
[email protected] +5511 8149-8115
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
7
Governança Corporativa Bibliografia
Bibliografia recomendada (1/2)
1. JENSEN, Michael. A theory of the firm: governance, residual claims, and organizational forms. 1. ed. Harvard University Press, 2001. 320p.
2. JENSEN, M. Value Maximization, Stakeholder Theory, and the Corporate Objective Function. Journal of Applied Corporate Finance, v. 14, n. 3, p. 8-21, Fall, 2001.
3 LA PORTA R f l SHLEIFER A d i LOPEZ DE SILANES Fl i C t hi d th ld 3. LA PORTA, Rafael, SHLEIFER, Andrei, LOPEZ-DE-SILANES, Florencio. Corporate ownership around the world.
Journal of Finance, v. 54, p. 471-517, 1999.
4. SHLEIFER, Andrei, VISHNY, Robert. A survey of corporate governance. Journal of Finance, v. 52, n. 2, p. 737-783, 1997.
5. COFFEE, John C. A Theory of Corporate Scandals: Why the U.S. and Europe Differ. Columbia Law and Economics Working Paper No. 274. March, 2005. Disponível em <http://ssrn.com/abstract=694581>
6. BECHT, Marco, BOLTON, Patrick, RÖELL, Ailsa. Corporate governance and control. ECGI Finance Working Paper n 02/2002 2002 Disponível em <http://ssrn com/abstract id=343461>
Paper n. 02/2002, 2002. Disponível em <http://ssrn.com/abstract_id=343461>.
7. STERNBERG, Elaine. Just Business – Business Ethics in Action. 2a ed. Oxford University Press, 2000. 302p. 8. McLEAN, Bethany, ELKIND, Peter. The Smartest Guys in the Room – The Amazing Rise and Scandalous Fall of
Enron 1a ed Penguin Books 2004 440p Enron. 1a ed. Penguin Books, 2004. 440p.
9. MONKS, Robert, MINOW, Nell. Corporate Governance. 3a ed. Blackwell Publishers, 2003. 464p.
10.KRAAKMAN, Reinier, DAVIES, Paul, HANSMAN, Henry, HERTIG, Gerard, HOPT, Klaus, KANDA, Hideki, ROCK, Edward. The Anatomy of Corporate Law. 1. ed. Oxford University Press, 2004. 231p.y p y , p
Governança Corporativa Bibliografia
Bibliografia recomendada (2/2)
11.RAJAN, Raghuram, ZINGALES, Luigi. Salvando o Capitalismo dos Capitalistas. 1. ed. Elsevier Editora Ltda, Rio de Janeiro, 2004. 393p.
12.MORCK, Randall K. (editor). A History of Corporate Governance Around the World. 1. ed. National Bureau of economic Research – NBER, Chicago. 2005. 687p.
13 CHEW D ld H GILLAN St t L ( ) C t G t th C d 1 d M G Hill I i 13.CHEW, Donald H., GILLAN, Stuart L. (org). Corporate Governance at the Crossroads. 1. ed. McGraw-Hill Irwin.
2005. 512p.
14.SILVEIRA, Alexandre Di Miceli. Governança Corporativa, Desempenho e Valor da Empresa no Brasil. Ed. Saint Paul Institute of Finance, 1ª ed. 2005. 181 p.
15.SILVEIRA, Alexandre Di Miceli. Governança Corporativa e Estrutura de Propriedade. Ed. Saint Paul Institute of Finance, 1ª ed. 2006. 251 p.
16.IBGC (Org.). Governança Corporativa em Empresas de Controle Familiar: Casos de Destaque no Brasil. Ed. Saint Paul Institute of Finance 1ª ed São Paulo 2006 359p
Saint Paul Institute of Finance. 1ª ed., São Paulo, 2006. 359p.
17.HAMILTON, Stewart, MICKLETHWAIT, Alicia. Greed and Corporate Failure – The Lessons from Recent Disasters. 1a ed. Palgrave MacMillian, 2006. 207p.
18 DAVIS Stephen LUKOMNIK Jon PITT-WATSON David The New Capitalists 1a ed Harvard Business School 18.DAVIS, Stephen, LUKOMNIK, Jon, PITT WATSON, David. The New Capitalists. 1a ed. Harvard Business School
Press, 2006. 288p.
19.TIROLE, Jean. The Theory of Corporate Finance. 1. ed. Princeton University Press, 2006. 644p. cap. 1. p. 15-74.
20.CARVALHAL-DA-SILVA, André L., LEAL Ricardo P. C. (org.). Governança Corporativa – Evidências Empíricas
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
, , ( g ) ç p p
no Brasil. Atlas. São Paulo, 2007. 262p.
HYPERLINKS
HYPERLINKS
Governança Corporativa
Boas práticas de governança corporativa: Exigências para inserção
nos níveis diferenciados de governança da Bovespa
Ní l d
Mais i ê i d
Requisitos para adesão aos Níveis de Governança Corporativa da Bovespa* Nível de
Gov. Corp.
Balanço anual seguindo as normas do US GAAP ou IAS GAAP
Emissão apenas de ações ordinárias e/ou conversão das ações preferenciais em ordinárias (proibição de ações preferenciais)
a
do
exigências de governança corporativa
Balanço anual seguindo as normas do US GAAP ou IAS GAAP
Adesão às regras de Câmara de Arbitragem para resolução de conflitos societários
Conselho de Administração com no mínimo 5 membros, mínimo 20% de conselheiros independentes e mandato unificado de no máximo 2 anos
Oferta pública de compra de todas as ações em circulação, pelo valor econômico, em caso de fechamento do capital ou cancelamento do registro no nível 2
o
vo Merc
a
Man tenção de m percent al mínimo de 25% de ações em circ lação e Reali ação de ofertas fechamento do capital ou cancelamento do registro no nível 2
Direito de voto aos preferencialistas nas seguintes matérias: transformação, incorporação, cisão/fusão, aprovação de contrato com as subsidiárias
Tag along de 100% aos ordinaristas minoritários e de 80% do valor para os preferencialistas
2
N
o
Manutenção de um percentual mínimo de 25% de ações em circulação e Realização de ofertas públicas de ações favorecendo a dispersão do capital
Divulgação de informações adicionais nas ITRs, DFPs e IANs (DF consolidadas, dem. fluxos de caixa e valores mobiliários detidos pelo grupo de controladores e grupo de administradores) Regras de Disclosure em operações envolvendo ativos da companhia e divulgação mensal das negociações com valores mobiliários realizados por controladores ou administradores
Nível
l 1 negociações com valores mobiliários realizados por controladores ou administradores
Divulgação de acordo de acionistas, programas de stock options e termos dos contratos firmados com partes relacionadas
Disponibilização de um calendário anual de eventos corporativos e realização de ao menos uma reunião pública anual com analistas e investidores
Níve
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
Governança Corporativa
Realização de IPOs majoritariamente no N2 e Novo Mercado: entrada
de 107 empresas no mercado de ações brasileiro desde 2004 (1/4)
Ano Empresa Segmento de
listagem Natureza da oferta Volume R$ milhões ¹ Nº de corretoras ² Nº de investidores ³ Nº IPO desde 2004
UOL Nível 2 Mista 625 56 13 234 16
Estatísticas das Aberturas de Capital na BOVESPA até 18/Fev/2008
UOL Nível 2 Mista 625 56 13.234 16
Cosan Novo Mercado Primária 886 52 9.079 15
Nossa Caixa Novo Mercado Secundária 954 54 7.666 14
OHL Brasil Novo Mercado Mista 496 42 1.084 13
Energias BR Novo Mercado Mista 1.185 44 468 12
TAM S/A Nível 2 Mista 548 48 1 212 11
2005
TAM S/A Nível 2 Mista 548 48 1.212 11
Localiza Novo Mercado Secundária 265 48 809 10
Submarino Novo Mercado Mista 473 52 4.022 9
Renar Novo Mercado Primária 16 42 1.698 8
Porto Seguro Novo Mercado Mista 377 51 5.919 7
DASA Mi 437 44 2 892 6
DASA Novo Mercado Mista 437 44 2.892 6
Grendene Novo Mercado Secundária 617 56 7.905 5
CPFL Energia Novo Mercado Mista 821 47 2.750 4
ALL Amer Lat Nível 2 Mista 588 33 3.425 3
Gol Nível 2 Mista 878 40 11.397 2
N S dá i 768 32 4 445 1
2004
Natura Novo Mercado Secundária 768 32 4.445 1
1 Volume financeiro total da operação 1. Volume financeiro total da operação
Governança Corporativa
Realização de IPOs majoritariamente no N2 e Novo Mercado: entrada
de 107 empresas no mercado de ações brasileiro desde 2004 (2/4)
Segmento de Natureza da Volume R$ Nº de Nº de Nº IPO d d Ano Empresa Segmento de
listagem Natureza da oferta Volume R$ milhões ¹ N de corretoras ² N de investidores ³ desde 2004 Dufrybras BDR Secundária 850 60 10.177 42
Lopes Brasil Novo Mercado Secundária 475 59 9.930 41
Positivo Inf Novo Mercado Mista 604 61 18.814 40
Odontoprev Novo Mercado Mista 522 55 8.860 39
Odontoprev Novo Mercado Mista 522 55 8.860 39
Ecodiesel Novo Mercado Primária 379 58 9.446 38
Terna Part Nível 2 Mista 627 52 6.509 37
Profarma Novo Mercado Mista 401 53 4.609 36
Brascan Res Novo Mercado Mista 1.188 54 4.319 35
M.Diasbranco Novo Mercado Secundária 411 56 3.460 34
Santos Bras Nível 2 Mista 933 54 4.209 33
Klabinsegall Novo Mercado Mista 527 53 4.720 32
Medial Saude Novo Mercado Mista 742 53 3.131 31
Abyara Novo Mercado Primária 164 41 6 30
MMX Miner Novo Mercado Primária 1.119 35 18 29
2006
Datasul Novo Mercado Mista 317 52 5.514 28
GP Invest** BDR Primária 706 49 2.373 27
Lupatech Novo Mercado Mista 453 55 11.453 26
BrasilAgro Novo Mercado Primária 583 35 3 25
CSU CardSyst Novo Mercado Mista 341 57 14.637 24
ABnote Novo Mercado Secundária 480 55 15.453 23
Equatorial Nível 2 Mista 540 56 7.521 22
Totvs Novo Mercado Mista 460 57 16.322 21
Company Novo Mercado Mista 282 55 13.166 20
Gafisa Novo Mercado Mista 927 57 14.028 19
C N M d P i á i 813 60 15 802 18
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
13
Copasa Novo Mercado Primária 813 60 15.802 18
Vivax Nível 2 Mista 529 50 7.916 17
Governança Corporativa
Realização de IPOs majoritariamente no N2 e Novo Mercado: entrada
de 107 empresas no mercado de ações brasileiro desde 2004 (3/4)
Nº IPO Estatísticas das Aberturas de Capital na BOVESPA até 18/Fev/2008
Ano Empresa Segmento de listagem Natureza da oferta Volume R$ milhões ¹ corretoras ²Nº de investidores ³Nº de
N IPO desde 2004
Indusval Nivel 1 Mista 253 59 290 74
Tegma Novo Mercado Mista 604 64 6.776 73
Marfrig Novo Mercado Mista 1.021 62 4.933 72
Daycoval Nível 1 Mista 1.092 62 7.585 71
C i S l í l Mi t 574 61 4 221 70
Cruzeiro Sul Nível 1 Mista 574 61 4.221 70
EZTec Novo Mercado Primária 542 62 5.553 69
Log-In Novo Mercado Mista 848 67 26.898 68
SLC Agricola Novo Mercado Mista 490 64 9.750 67
Parana Nível 1 Primária 529 50 8.586 66
Inpar S/A Novo Mercado Primária 756 60 9.614 65
Tarpon BDR Primária 444 56 10 714 64
Tarpon BDR Primária 444 56 10.714 64
Sofisa Nivel 1 Mista 505 61 7.269 63
Wilson Sons BDR Mista 706 57 11.915 62
Cremer Novo Mercado Mista 552 58 9.419 61
Agra Incorp Novo Mercado Mista 786 62 5.375 60
CR2 Novo Mercado Primária 308 58 2.810 59
Bematech Novo Mercado Mista 407 60 8.718 58
2007 Bematech Novo Mercado sta 0 60 8 8 58
Metalfrio Novo Mercado Mista 453 65 9.672 57
JHSF Part Novo Mercado Primária 432 66 4.561 56
Fer Heringer Novo Mercado Mista 350 64 9.275 55
BR Malls Par Novo Mercado Primária 657 66 13.909 54
Even Novo Mercado Primária 460 65 11.366 53
Pine Nivel 1 Mista 517 55 20.251 52
JBS Novo Mercado Mista 1.617 61 22.984 51
Anhanguera Nível 2 Mista 512 60 13.742 50
GVT Holding Novo Mercado Primária 1.076 59 14.597 49
Sao Martinho Novo Mercado Mista 424 64 24.686 48
Iguatemi Novo Mercado Primária 549 64 16.889 47
Tecnisa Novo Mercado Mista 791 66 17.436 46
Governança Corporativa
Realização de IPOs majoritariamente no N2 e Novo Mercado: entrada
de 107 empresas no mercado de ações brasileiro desde 2004 (4/4)
Nº IPO Estatísticas das Aberturas de Capital na BOVESPA até 18/Fev/2008
Ano Empresa Segmento de listagem Natureza da oferta Volume R$ milhões ¹ corretoras ²Nº de investidores ³Nº de
Nº IPO desde
2004
2008 Nutriplant * BOVESPA Mais Primária 21 0 N/D 107
Tempo Part Novo Mercado Mista 420 57 3.807 106
MPX Energia Novo Mercado Primária 2.035 58 164 105
BMF Novo Mercado Secundária 5.984 70 255.001 104
Panamericano Nível 1 Primária 700 61 21.222 103
Laep BDR Primária 508 52 563 102
Helbor Novo Mercado Primária 252 60 723 101
Amil Novo Mercado Mista 1.401 69 4.398 100
BR Brokers Novo Mercado Mista 699 55 13 99
Bovespa Hld Novo Mercado Secundária 6.626 69 64.775 98
Agrenco BDR Primária 666 55 805 97
Agrenco BDR Primária 666 55 805 97
Marisa Novo Mercado Primária 506 67 13.177 96
SEB Nível 2 Mista 413 61 3.709 95
Tenda Novo Mercado Primária 603 60 10.172 94
Trisul Novo Mercado Primária 330 62 2.444 93
BicBanco Nível 1 Mista 822 62 5.197 92
Sul America Nível 2 Primária 775 67 19.261 91
2007 Satipel Novo Mercado Mista 413 59 6.807 90
Cosan Ltd** BDR Primária 275 59 1.572 89
Estacio Part Nível 2 Mista 447 64 10.890 88
Generalshopp Novo Mercado Primária 287 59 4.999 87
Multiplan Nível 2 Mista 925 66 24.419 86
Providencia Novo Mercado Primária 469 64 11.135 85
Springs Novo Mercado Mista 656 69 7 383 84
2007
Springs Novo Mercado Mista 656 69 7.383 84
ABC Brasil Nível 2 Mista 609 49 6.050 83
Triunfo Part Novo Mercado Mista 513 59 7.139 82
Guarani Novo Mercado Primária 666 63 12.388 81
Kroton Nível 2 Mista 479 60 11.297 80
MRV Novo Mercado Mista 1.193 60 15.657 79
Patagonia** BDR Mista 76 56 2.846 78
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
15
Minerva Novo Mercado Mista 444 62 11.660 77
Invest Tur Novo Mercado Primária 945 53 17 76
Redecard Novo Mercado Mista 4.643 67 29.766 75
Governança Corporativa hyperlink
Evolução das notícias sobre GC na mídia especializada – Gazeta Mercantil
Notícias sobre Governança Corporativa no jornal Gazeta Mercantil
798 873 900 1000 Média 2004-2007 708 notícias 798 650 700 800 s obr e G C 381 511 400 500 600 d e notícias s 231 200 300 400 Nú me ro d Média 1996-1999 Média 2000-2003 171 notícias 0 0 2 0 9 64 0 100 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Média 1996-1999 0,5 notícias 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
Governança Corporativa hyperlink
Evolução das notícias sobre GC na mídia especializada – Revista Exame
Notícias sobre Governança Corporativa na Revista Exame
58 64 60 70 Média 2004-2007 47 notícias 47 40 48 50 s obr e G C Média 2000-2003 37 notícias 34 40 35 30 40 d e notícias s 10 20 Nú m e ro d Média 1996-1999 3 notícias 0 6 2 2 10 0 10 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 3 notícias
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
Governança Corporativa Panorama GC no Brasil
Iniciativas institucionais e governamentais visando aprimorar a GC
no país e aumentar o acesso ao capital em função das práticas
adotadas
Iniciativas de adequação:
Nova Lei das SA (10.303 / 2001);
Códigos de governança do IBGC e da CVM;
Níveis diferenciados de governança corporativa da Bovespa;
Iniciativas de financiamento:
Novas regras da Secretaria de Previdência Complementar (SPC) – Res. 3.456;
Critérios do BNDES para concessão de recursos
Maior facilidade de acesso a recursos do IFC/Banco Mundial
Projeto de Lei do FGTS (PLS no247 / 2002)
Projeto de Lei do FGTS (PLS n 247 / 2002)
Plano Diretor do Mercado de Capitais
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O peso atual das empresas pertencentes aos níveis mais avançados de
governança sobre a capitalização e volume de todo o mercado ainda
não é tão relevante
Das 20 maiores do país em capitalização de mercado (que representam
68 % d i li ã d d d B ) 4 ã Ní l 2
68,5% da capitalização de mercado da Bovespa), apenas 4 estão no Nível 2 ou Novo Mercado (Banco do Brasil, Redecard, OGX e CPFL)
As empresas do N2 / NM correspondem a 27 1% do total de empresas
As empresas do N2 / NM correspondem a 27,1% do total de empresas
listadas na Bovespa
As empresas do N2 / NM correspondem a 20,2% da capitalização dep p , p ç mercado
As empresas do N2 / NM correspondem a 20,6% do volume negociado em
setembro de 2008
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
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Resultados do Prêmio IBGC de Empresas – 2005, 2006 e 2007
Ano Média
Desvio-Padrão Mínimo 1o Quartil Mediana 3o Quartil Máximo Amostra (Empresas) 2007
8,8
8,8
3,50 1,5 6,0 8,5 11,5 17,0 366 20067,9
3,04 1,5 5,5 7,5 9,5 17,0 343 20057,7
2,65 2,0 6,0 7,0 9,0 16,0 378O IPGC é composto por 20 perguntas binárias e objetivas. O questionário para construção do índice serve de base para atribuição do Prêmio IBGC de Empresas.
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Maior heterogeneidade da qualidade da GC – estudo “Evolution and
Determinants of Firm-Level Corporate Governance Quality in Brazil”
(1/2)
(
)
1998 2000 2002 2004 Mean 4.16 4.21 4.39 5.00 Standard-Dev 2.07 2.22 2.64 2.88 Mi i 1 67 2 08 2 08 2 50 Corporate Governance Index (CGI) Scaled from Minimum 1.67 2.08 2.08 2.50 1o Quartile 3.33 3.75 3.75 4.17 Median 4 17 4 17 4 17 5 00 Scaled from 0-10 range Median 4.17 4.17 4.17 5.00 3o Quartile 4.58 5.00 5.00 5.83 Maximum 6.25 6.67 7.92 8.75 N (sample) 225 225 199 175Fonte: SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da ; LEAL, Ricardo Pereira Câmara ; SILVA, André Carvalhal da . governance in Brazil: Evolution of
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
, ; , ; , g
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Maior heterogeneidade da qualidade da GC – estudo “Evolution and
Determinants of Firm-Level Corporate Governance Quality in Brazil”
(1/2)
(
)
1998 2000 2002 2004 Disclosure Mean 6.26 6.40 6.47 6.64 Disclosure sub-index (DISC) Standard-Dev 0.88 0.89 1.01 1.03 1998 2000 2002 2004 Mean 3 48 3 42 3 69 4 77 Board of Directors sub-index (BOARD) Mean 3.48 3.42 3.69 4.77 Standard-Dev 1.10 1.22 1.30 1.24 1998 2000 2002 2004 Ethics Conflicts of Interest sub-index (ETHIC) Mean 4.16 4.17 4.30 4.59 Standard-Dev 0.77 0.80 0.87 1.05 ( ) 1998 2000 2002 2004 Shareholder Rights (SHARIG) Mean 2.75 2.85 3.11 4.02 Standard-Dev 0.87 0.90 1.08 1.12 (SHARIG)Governança Corporativa hyperlink
Empresas de médio e grande porte brasileiras e a governança
corporativas
De acordo com o IBGE, o país tinha 17.546 companhias de grande porte
em 2005 (empresas de varejo ou prestadoras de serviço com 100 ou mais
d i d t i i i d 500 d )
empregados ou empresas industriais com mais de 500 empregados)
Adicionalmente, o Brasil possui 27.716 empresas de médio porte (de
varejo ou prestadoras de serviços com 50 a 99 empregados ou a varejo ou prestadoras de serviços com 50 a 99 empregados ou a empresas industriais com 100 a 499 empregados)
Desta forma,, o número de empresasp listadas na Bovespap (451)( )
corresponde a apenas 1,0% das médias e grandes empresas do país
Ademais, o número de empresas presentes nos segmentos avançados de
governança (114) corresponde a 0,3% das médias e grandes empresas do país
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
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A ainda baixa qualidade da GC no Brasil foi corroborada por um
estudo de 2007 elaborado pela consultoria de governança GMI Ratings,
que colocou o país em 31º lugar entre 37 países avaliados
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1. “Poison Pills” brasileiras: ampla adoção do mecanismo pelas
companhias que vieram a mercado, incluindo as do Novo Mercado
Cláusulas estatutárias visando a “proteção da dispersão acionária”
Cerca de 60% das empresas que vieram a mercado entre 2004-2007 adotaram tais cláusulas
tais cláusulas
Geralmente obrigam o adquirente de um certo percentual acionário (“gatilho”) a fazer uma oferta pública de compra de todas as ações, a um preço elevado
O gatilho geralmente é baixo (15 a 20%)
Muitas também adotaram as chamadas “cláusulas pétreas”, recentemente
d l CVM
censuradas pela CVM
Podem impedir reestruturações corporativas e a entrada de novos acionistas relevantes, possibilitando o entrincheiramento dos executivos/controladores Ex. Trisul: gatilho a 15%, valor mínimo na oferta pública de 150% do valor
econômico e adoção da “cláusula pétrea”
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
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2. Insider trading: suspeita de ocorrência em diversas operações de
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3. Equity Kickings: Aceleração do processo de abertura de capital por
meio da alavancagem de companhias por seus bancos coordenadores
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
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3. Equity Kickings: Aceleração do processo de abertura de capital por
meio da alavancagem de companhias por seus bancos coordenadores
Chart 2: Financial ratios for companies with and without loans from their underwriters Chart 2: Financial ratios for companies with and without loans from their underwriters
The chart below shows the return on assets (ROA) and return on equity (ROE) one year after the IPO by splitting the sample in two groups: companies that received loans from their underwriters before their IPOs vs. companies without such operation. ***, **, and * denote statistical significance of the mean comparison test at the 1%, 5%, and 10% levels, respectively. Total number of observations (n) for each banking relationship is also shown.g p
20.8% 20% 25% * 66 15.2% 15% 20% With Loans ** n=66 n=66 5.8% 8.5% 5% 10% Without Loans n=28 0% 5%
Return on Assets (ROA) Return on Equity (ROE)
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3. Equity Kickings: Aceleração do processo de abertura de capital por
meio da alavancagem de companhias por seus bancos coordenadores
Chart 3: Short and long term stock return for companies with and without loans from their underwriters
their underwriters
The chart below shows the first day stock returns (UNDERPRICING) and one year post-IPO total stock returns (TSR) by splitting the sample in two groups: companies that received loans from their underwriters before their IPOs vs. companies without such operation. ***, **, and * denote statistical significance of the mean comparison test at the 1%, 5%, and 10% levels, respectively. Total number of observations (n) for each banking relationship is also shown. ( ) g p
8% 10% 20% 4% 6% 0% 10% Underpricing With L TSR n=28 n=66 n=66 -20% -10% With Loans Without Loans 36% -30% *** n=28
Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP) Prof. Dr. Alexandre Di Miceli da Silveira (FEA/USP)
29
-36% -40%
Fonte: SANTOS, Rafael Liza, DA SILVEIRA, Alexandre Di Miceli and BARROS, Lucas Ayres B.de C.,Underwriters Fuelling Going Public Companies? Evidence of Conflict of Interest in the Brazilian 2004-2007 IPO Wave(January 15, 2009). Available at SSRN: http://ssrn.com/abstract=1328291
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4.
BDRs: Emissão por empresas intrinsecamente brasileiras, com
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5.
Gestão de Riscos: indícios de negligência de CAs no monitoramento
dos riscos aos quais suas companhias estavam expostas (1/2)
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5.
Gestão de Riscos: indícios de negligência de CAs no monitoramento
dos riscos aos quais suas companhias estavam expostas
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6.
Aquisições Originárias: Operações de venda de controle sem
aprovação ou possibilidade de saída por parte de minoritários
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6.
Aquisições Originárias: Operações de venda de controle sem
aprovação ou possibilidade de saída por parte de minoritários
CUMULATIVE ABNORMAL RETURN (CAR)
0% ‐5 ‐4 ‐3 ‐2 ‐1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 DAYS CUMULATIVE ABNORMAL RETURN (CAR) "TENDA" Control Transfer ‐ September, 2nd 2008 ‐14,3% ‐27,5% ‐20% ‐10% R N (C A R ) DAYS Announcement:
“Strategy to buy TENDA unpleases the market” “Originary acquisiton of TENA unpleases analysts”
‐44,7% ‐41,8% ‐40% ‐30% BN O R MA L RE TU
R “Originary acquisiton of TENA unpleases analysts”
‐47,9% ‐49,7% ‐66,6% ‐56,0% ‐55,7% ‐60,0% ‐58,3% ‐64,9% ‐60% ‐50% CU M U LA TI VE A Market Value in 08/Aug/08: R$ 859 MM ‐75,9% , ‐69,8% ‐69,9% ‐79,7% ‐80% ‐70% Market Value in Sep/16/2008: R$ 355 8 MM Abnormal Value Destruction: R$ 503.2 MM R$ 355.8 MM
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7.
CEMs (Control Enhancing Mechanisms): utilização de mecanismos
para aumento do poder de controle por parte de diversas empresas
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