E D U A R D O F A G N A N I P R O F E S S O R D O I N S T I T U T O D E E C O N O M I A D A U N I C A M P

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(1)

E D U A R D O F A G N A N I

P R O F E S S O R D O I N S T I T U T O D E E C O N O M I A D A U N I C A M P

FÓRUM EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO

FORTALEZA – CE – 28/09/2017 - AUDITÓRIO MURILO AGUIAR –

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO CEARÁ.

(2)
(3)

VERSÃO DIGITAL

www.plataformapoliticasocial.com

www.dieese.org.br

www.anfip.org.br

(4)

CONTEXTO GERAL

1.

Golpe parlamentar: radicalização do projeto liberal

2.

Austeridade e reforço do “tripé” macroeconômico

3.

Reforma do Estado: privatização

4.

Destruição do Estado Social

Teto do gasto (até 2036)

Ampliação da DRU

Fim da Vinculação de Recursos

Reforma tributária

Reforma trabalhista

(5)

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

1.

Reformas são necessárias

2.

Debate qualificado de ideias

2.

Debate está interditado

4.

Diagnóstico baseado em falsas premissas

6.

Propostas excludentes

7.

Destruição do principal mecanismo de proteção al

8.

Reforma ancorada no “terrorismo”:

Terrorismo financeiro: “Déficit” e seu caráter “explosivo”

Terrorismo demográfico: “Não há alternativas”

Terrorismo econômico: O destino da Nação depende da

(6)

DIAGNÓSTICO BASEADO EM

FALSAS PREMISSAS

(7)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 7

O BRASIL NÃO EXIGE IDADE MÍNIMA

PARA APOSENTADORIA?

Idade Mínima Existe desde os IAPS (década de

1930)

Artigo 201 da Constituição Federal - Parágrafo 7º,

Inciso I

(8)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 8

FIGURA 3 – APOSENTADORIA “POR IDADE” E “POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO”

(RGPS)

(1)

(EM %)

(2015)

BRASIL

FONTE: DATAPREV. Notas: (1) Inclui: auxílio-acidente; reclusão; salário-maternidade, as espécies (Abono de permanência em serviço 25%; Abono de permanência em serviço 20%; Pecúlio especial de aposentadoria; Abono de servidor aposentado pela autarquia empregadora) e os Acidentários.

64,0%

36,0%

Idade

Tempo de

Contribuição

(9)

AS APOSENTADORIAS SÃO

PRECOCES?

(10)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 10

FIGURA 4 – IDADE MÉDIA NA CONCESSÃO DE APOSENTADORIAS POR IDADE

(URBANA, RURAL E TOTAL)

(EM ANOS)

(2015)

BRASIL

63,1

58,4

60,8

0 20 40 60 80

Urbano

Rural

Total

Idade m é di a Tipo

(11)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 11

PROBLEMA LOCALIZADO

• “Tempo de contribuição”(36% do total)

A REFORMA FOI FEITA EM 2015 (LEI 13.183/2015)

• Introduziu a “Fórmula 85/95 Progressiva”

(12)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 12

A REFORMA DAS PENSÕES FOI

FEITA EM 2015

(13)

REFORMA DO REGIME PRÓPRIO DA

PREVIDÊNCIA SOCIAL (SERVIDOR):

A REFORMA JÁ FOI FEITA

EC 20/1998

EC 41/2003

EC 47 (2005)

FUNPRESP:

LEI Nº 12.618, DE 30 DE ABRIL DE 2012 (

Teto: R$

5100,00).

PROBLEMAS LOCALIZADOS

Estoque

Parlamentares

Militares

Estados e Municípios

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(14)

PROPOSTAS EXCLUDENTES

(15)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 15

FIGURA 6 – GRAU DE INFORMALIDADE

BRASIL

2011-2016

Fonte: PNAD. Elaboração: IpeaDATA. Notas:

Grau de informalidade – definição I: (empregados sem carteira + trabalhadores por conta própria) / (trabalhadores protegidos + empregados sem carteira + trabalhadores por conta própria).

47,5 47,1 46,4 47,3 47,1 46,3 45,4 46,5 45,4 44,8 44,2 45,0 42 43 44 45 46 47 48 2011 2012 2013 2014 Em % Anos

Grau de informalidade - definição I Grau de informalidade - definição II Grau de informalidade - definição III

(16)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 16

FIGURA 3 – GRAU DE INFORMALIDADE POR UNIDADES DA FEDERAÇÃO (1)

(EM PORCENTAGEM) BRASIL

2014

Fonte: IBGE/PNAD.

Nota (1) (Empregados sem carteira + trabalhadores por conta própria) / (trabalhadores protegidos + empregados sem carteira + trabalhadores por conta própria).

75, 5 69,5 65, 3 63, 7 63, 4 62, 9 62, 7 61,9 60,5 60,2 58, 8 56, 4 56, 3 56, 2 55, 7 50, 1 48, 5 47, 6 47, 3 46, 6 46,5 45,9 42, 4 40, 8 38, 6 38, 3 37,4 35,8 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 Po rc en tag em Unidades da Federação

(17)

34

31

13

,9

3,

2

17

,8

26 ,0 30 ,7 15 ,8 3, 6 23 ,8 39 ,6 31 ,4 12 ,5 2, 8 13 ,5

0

5

10

15

20

25

30

35

40

45

15 anos

16 a 20 anos 21 a 24 anos

25 anos

26 ou mais

TOTAL

HOMENS

MULHERES

Fonte: Fonte: Secretaria de Previdência Social | Folha de São Paulo. 20/02/2017.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/02/1858004-exigencia-de-25-anos-de-contribuicao-pegaria-79-de-aposentados-por-idade.shtml

DISTRIBUIÇÃO DAS APOSENTADORIAS POR IDADE SEGUNDO FAIXAS DE TEMPO DE

CONTRIBUIÇÃO (%)

A carência mínima de 25 anos para aposentadoria não teria sido alcançada por:

79% dos segurados que se aposentaram por idade em 2015 (homem e mulher)

83% dos segurados (MULHER) que se aposentaram por idade em 2015

(18)

ROTATIVIDADE E INFORMALIDADE: DIFICULDADE

EM CONTRIBUIR

(19)

EXTINÇÃO DO DIREITO A PROTEÇÃO NA VELHICE

UMA REFORMA QUE SE CONTRAPÕE À “DECLARAÇÃO

UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMENS” DE 1948

PARÂMETROS MAIS DUROS QUE OS PRATICADOS EM

NAÇÕES IGUALITÁRIAS

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(20)

AS DESIGUALDADES BRASILEIRAS NA

COMPARAÇÃO INTERNACIONAL.

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 20

As desigualdades da renda e da riqueza

As desigualdades do mercado de trabalho

As desigualdades na expectativa de vida ao nascer

As desigualdades na expectativa de sobrevida aos 65 anos

As desigualdades na "expectativa de duração da

aposentadoria”

As desigualdades na "probabilidade de não atingir 65 anos de

idade”

As desigualdades na probabilidade de "vida sem saúde"

As desigualdades na "expectativa de vida saudável"

As desigualdades na saúde

Aposentadoria precoce ou perda de capacidade laboral?

As desigualdades na educação

(21)

FIGURA 1 – ÍNDICE DE GINI

(BRASIL E PAÍSES SELECIONADOS)

2013

0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6

Ín

d

ic

e

d

e

Gi

n

i

Países

Fonte: OECDStat e Ipea

21 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(22)

FIGURA 2 – PIB PER CAPITA (PAÍSES SELECIONADOS) (EM US$ CORRENTES PPP) 2015

Fonte: Banco Mundial (ICP-DATABASE).

61.471,57 60.535,16 55.836,79 54.654,40 48.458,94 47.824,19 47.268,43 46.635,24 46.420,42 45.514,18 44.310,12 41.324,56 40.600,92 39.741,14 39.677,99 35.896,46 34.549,16 34.526,50 29.214,32 24.451,37 22.316,21 21.200,59 17.276,64 15.359,33 14.238,67 13.165,15 11.388,16 6.088,65 Noruega Suíça Estados Unidos Irlanda Países Baixos Áustria Alemanha Dinamarca Suécia Austrália Canadá Reino Unido Finlândia OCDE França Itália Coréia do Sul Espanha Portugal Rússia Chile Uruguai México Brasil China África do Sul Equador Índia US$ correntes PPP Pa ís es 22 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(23)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 23

FIGURA 3 – PARTICIPAÇÃO DOS SALÁRIOS NO PIB

(EM %)

(BRASIL E OCDE)

2009

43,6 59,5 68,3 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 Tu rq u ia Me xi co Po lô n ia G ré ci a Es lo vá q u ia BR A SIL N o va Ze lâ n d ia Itá lia R e p . Ch ec a Irl an d a Co re ia d o S u l Lu xe m b u rg o A u str áli a Ja p ão N o ru e ga Es p an h a Is rae l H u n gri a Ca n ad á Es tad o s U n id o s Á u str ia A le ma n h a Isl ând ia Fran ça Po rt u gal H o la n d a Bél gi ca R e in o Un id o Es tô n ia Fi nl ând ia Es lo vê n ia Su éc ia Di n am arc a P orce nt age m % Países

(24)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 24

FIGURA 9 – SALÁRIO MÍNIMO

BRASIL E OCDE

(EM US$PPP)

2015

$404,08 $1.793,50 $0,00 $500,00 $1.000,00 $1.500,00 $2.000,00 $2.500,00

M

exi

co

Br

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xem

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rg

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Ge

rm

an

y

US

$

PPP

Países

(25)

FIGURA 14 – IDADE DE ENTRADA NO MERCADO DE TRABALHO

POR SEXO

(PAÍSES SELECIONADOS)

2013

Fonte: OCDE – Pensions at a Glance (2015).

15 17 19 21 23 25 27 Re in o U ni do Su écia País es Baix os Á us tr ia A le man ha Po rt ug al Es tôn ia Fi nl ân di a Es pan ha D in amar ca Es lo vê ni a Fr an ça Irl an da Bé lg ica G ré cia Lu xe mb ur go Po lô ni a H un gr ia Re p. T ch ec a Es lo váqu ia Itáli a

Id

ad

e

Países Mulheres Homens 25 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(26)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 26

FIGURA 11- PROPORÇÃO DOS OCUPADOS POR FAIXA DE IDADE DE

INGRESSO NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO POR SITUAÇÃO DE

DOMICÍLIO E SEXO

(EM %)

2001

(1)

, 2011 e 2014

FAIXA ETÁRIA

URBANO

RURAL

Homem

Mulher

Homem

Mulher

2001

2014

2001

2014

2001

2014

2001

2014

Até 14 anos

61%

45%

46%

34%

90%

78%

84%

70%

15 a 17 anos

24%

31%

26%

30%

8%

16%

10%

17%

18 e 19 anos

10%

16%

14%

20%

1%

4%

3%

6%

20 anos ou mais

5%

7%

14%

16%

1%

2%

3%

6%

Fonte: IBGE/Pnad. Anos diversos.

(27)

FIGURA 15 – EXPECTATIVA DE VIDA AO NASCER (AMBOS OS SEXOS)

(BRASIL E PAÍSES SELECIONADOS) 2014

Fonte: Banco Mundial (ICP-DATABASE).

82,7 74,4 Espanha Itália França Coréia do Sul Suécia Noruega Chile Reino Unido Alemanha Portugal Dinamarca Estados Unidos Uruguai México Argentina China Peru Brasil Colômbia Paraguai Rússia Bolívia Índia África do Sul Anos Paí se s 27 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(28)

FIGURA 17 – HOMENS – EXPECTATIVA DE VIDA AO NASCER (BRASIL E PAÍSES SELECIONADOS)

2014

Fonte: Banco Mundial (ICP-DATABASE).

80,2 70,7 Itália Espanha Suécia Noruega França Reino Unido Chile Alemanha Dinamarca Finlândia Portugal Estados Unidos México China Uruguai Equador Argentina Peru Paraguai Brasil Colômbia Índia Bolívia Rússia África do Sul Anos Paí se s 28 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(29)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 29

FIGURA 19 – ESTIMATIVA DA EVOLUÇÃO DA ESPERANÇA DE

VIDA AO NASCER ENTRE 2011 E 2060

BRASIL

ANO EXPECTATIVA DE VIDA (AMBOS OS SEXOS) 2011 74,20 2015 75,40 2020 76,70 2030 78,60 2035 79,30 2040 79,80 2045 80,20 2050 80,60 2055 80,80 2056 80,90 2057 80,90 2058 81,00 2059 81,00 2060 81,00

(30)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 30

FIGURA 21 – HOMENS – EXPECTATIVA DE SOBREVIDA AOS 65 ANOS EM

2060/2065

(BRASIL E PAÍSES SELECIONADOS)

Fonte: United Nations, World Population Prospects – 2012 Revision. Pensions at a Glance 2015. Fórum de debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social (2016).

23,64 21,09 0 5 10 15 20 25 30

Ja

o

C

o

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A

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A n o s Países

(31)

FIGURA 21 – MULHERES – EXPECTATIVA DE SOBREVIDA AOS 65

ANOS EM 2060/2065

(PAÍSES SELECIONADOS)

Fonte: United Nations, World Population Prospects – 2012 Revision. Pensions at a Glance 2015. Fórum de debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social (2016).

28,25 24,61 0 5 10 15 20 25 30 35 Jap ão Co re ia Fr anç a Es pan ha Itáli a Su íç a A us tr ál ia Ch ile Á us tr ia Fi nl ân di a Po rt ug al Is rae l Su éc ia Can ad á Is lân di a Lu ch emb urg o Bél gi ca A le m an ha N oru eg a O ECD N ova Ze lân di a Irl an da G ré ci a Es lo vê ni a H ol an da Re in o Un id o Mé xi co Bras il Es tad os Un id os Tu rq ui a Di nama rc a A rg en tin a Po lô ni a Re pú bl ic a T ch ec a Estô nia A ráb ia S au di ta H un gri a Es lo váqu ia Ch in a Rú ss ia A fri ca d o S ul In do né si a Ín di a A no s Países 31 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(32)

FIGURA 23 – EXPECTATIVA DE DURAÇÃO DA APOSENTADORIA EM ANOS

(BRASIL E PAISES SELECIONADOS) 2014

Fonte: Estatísticas da OCDE (PENSIONS AT A GLANCE).

21,1 13,4 0 5 10 15 20 25 França Bélgica Itália Grécia Espanha Finlância Áustria Luxemburgo Alemanha Países Baixos Austrália Canadá Reino Unido Dinamarca Suécia Eslovênia Noruega Suíça OCDE - Média Irlanda Estados Unidos Nova Zelândia Polônia República Tcheca Eslováquia Israel Japão Portugal Hungria Islândia Chile Estônia Turquia Brasil Rússia China México Coréia do Sul África do Sul Anos Paí se s 32 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(33)

FIGURA 26 – EXPECTATIVA DE VIDA SAUDAVEL (AMBOS OS SEXOS)

(BRASIL E PAÍSES SELECIONADOS) 2012

Fonte: ONU (http://data.un.org/).

73 64 50 55 60 65 70 75 80 Japão Austrália Itália Coréia do Sul Espanha Suíça Canadá França Islândia Nova Zelândia Suécia Áustria Bélgica Finlândia Alemanha Grécia Países Baixos Noruega Portugal Reino Unido Chile Dinamarca EUA Rep. Tcheca China Colômbia Croácia Uruguai Argentina Cuba México Peru Polônia Equador Hungria Venezuela Paraguai Brasil Coréia do Norte Rússia Bolívia Índia África do Sul Anos Paí se s 33 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(34)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 34

FIGURA 24 – ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER E PROBABILIDADE DE NÃO ATINGIR OS 65 ANOS DE IDADE.

(PAÍSES SELECIONADOS) DIFERENTES PERÍODOS

PAÍS ESPERANÇA AO NASCER (ANOS)

PROBABILIDADE DE NÃO ATINGIR 65 ANOS (%) COORTES

2000-05 1970-75 2000-05 Mulher Homem Brasil 59,5 70,3 22,3 37,3 Rússia 69,7 65,4 23,7 55,5 Índia 50,3 63,1 32,6 40,8 China 63,2 71,5 19,7 25,8 Coréia do Sul 62,6 76,9 9,8 23,1 Uruguai 68,7 75,3 14,1 26,7 Chile 63,4 77,9 11,5 20,9 Colômbia 61,6 72,2 19,0 29,0 México 62,4 74,9 16,0 24,8 Portugal 68,0 77,2 9,8 20,2 Itália 72,1 80,0 7,8 15,4 Alemanha 71,0 78,7 9,5 17,7 Suécia 74,7 80,1 8,5 13,6 Reino Unido 72,0 78,3 10,6 16,4 Austrália 71,7 80,2 8,5 14,7 Canadá 73,2 79,9 9,3 15,0 EUA 71,5 77,3 13,3 20,9

(35)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 35

FIGURA 25 – ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER, AOS 60 ANOS E PROBABILIDADE DE VIDA SEM SAÚDE

(EM PAÍSES SELECIONADOS) 2001

PAÍS AO NASCER (ANOS) AOS 60 ANOS VIDA SEM SAÚDE (% DA VIDA TOTAL)

Homem Mulher Homem Mulher Homem Mulher

Brasil 52,2 61,1 69,4 73,0 20,2 15,2 Rússia 51,5 61,9 68,5 72,7 12,6 14,4 Índia 51,5 51,3 69,7 70,2 14,1 16,9 China 62,0 64,3 72,7 74,2 11,1 11,6 Coréia do Sul 64,5 70,3 72,9 76,6 9,4 10,6 Uruguai 61,2 68,3 73,3 76,8 13,7 13,7 Chile 62,0 64,3 72,7 75,5 12,0 14,7 Colômbia 55,3 62,1 70,7 72,9 17,1 16,9 México 62,6 65,0 74,5 74,9 12,6 15,3 Portugal 64,3 69,4 73,4 76,2 11,7 13,4 Itália 69,2 72,9 75,5 78,2 9,2 11,3 Alemanha 68,3 72,2 75,0 77,7 9,1 10,9 Suécia 70,5 73,2 76,5 78,5 9,2 11,1 Reino Unido 68,4 70,9 75,0 76,9 8,8 11,3 Austrália 70,1 73,2 76,4 78,8 9,4 11,4 Canadá 68,2 71,6 75,3 77,9 11,0 12,6 EUA. 66,4 68,8 74,9 76,6 10,8 13,5

(36)

FIGURA 32 – ANOS DE ESTUDO

(PAÍSES SELECIONADOS)

2013

7,2 12,2 0 2 4 6 8 10 12 14 A no s de e stu do Países 36 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(37)

AS CONDIÇÕES DE VIDA NO BRASIL

VISTAS A PARTIR DAS SUAS PROFUNDAS

DESIGUALDADES REGIONAIS E SOCIAIS.

A heterogeneidade entre Unidades da

Federação e municípios brasileiros

As desigualdades de Desenvolvimento

Humano entre os municípios brasileiros

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(38)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 38

FIGURA 5 – ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER, SEGUNDO MUNICÍPIOS

BRASILEIROS

2010.

(39)

IDH DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Em termos de Desenvolvimento Humano, a análise das informações

do IDH dos municípios brasileiros (2010), para os 5.565 municípios

brasileiros revela que:

40 municípios (0,8% do total)

são classificados com IDH "Muito

Alto" (patamar próximo das nações da OCDE).

1.989 (34% do total) municípios

são classificados com IDH "Alto"

(próximo do IDH do Brasil).

2.230 municípios (40 % do total)

são classificados com IDH

"Médio" (semelhante ao de Botsuana, Gabão, Indonésia,

Uzbequistão, El Salvador, Bolívia e Iraque, por exemplo).

1.367 municípios (24,6% do total)

são classificados com IDH

"Baixo" (padrão verificado no Congo, Zâmbia, Gana, Quênia,

Paquistão, Angola, Tanzânia e Nigéria, por exemplo).

29 municípios (0,5% do total)

são classificados com IDH "Muito

Baixo" (algo próximo do Senegal, Afeganistão, Etiópia e Gâmbia,

por exemplo).

http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/home/

.

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(40)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 40

FIGURA 7 – ÍNDICE DE EXPECTATIVA DE VIDA POR DISTRITO MUNICIPIO DE SÃO PAULO

(41)

A DESTRUIÇÃO DO PRINCIPAL

MECANISMO DE PROTEÇÃO

SOCIAL

(42)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 42

A Previdência beneficia direta e indiretamente mantém quase

100 milhões de brasileiros

A Seguridade beneficia mais de 140 milhões de brasileiros

A maioria dos idosos brasileiros está protegida

A Previdência fomenta a agricultura familiar

A Previdência combate o êxodo rural

A Previdência promove a economia regional

O papel redistributivo nos municípios mais pobres

A Previdência reduz a desigualdade da renda

A Previdência reduz a pobreza

Sem a Previdência e a Assistência Social a pobreza extrema

seria muito maior

(43)

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 50 52 54 56 58 60 62 64 66 68 70 72 74 76 78 80

IMPACTO DAS TRANSFERÊNCIAS NA CONDIÇÃO DE EXTREMA POBREZA POR IDADE (2014)

Extrema pobreza atual

Extrema pobreza sem a previdência

Extrema pobreza sem previdência e pensão

Extrema pobreza sem previdência, pensão e BPC

Extrema pobreza sem previdência, pensão, BPC e Bolsa Família

Idade

Fonte: IBGE/Pnad.

43 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(44)

TERRORISMO FINANCEIRO

(45)

Aposentadoria por idade 38% Saúde/doenças 28% Família/crianças 8% Invalidez 7% Pensões 6% Custos administrativos 3% Outras despesas 1% Outros benefícios 9%

PROTEÇÃO SOCIAL NA OCDE (EU-28)

ESTRUTURA DA DESPESA 2012 (EM %)

(46)

FONTES DE RECEITA DA PROTEÇÃO SOCIAL NA OCDE (EU-15) (PARTICIPAÇÃO %) |2012 Fonte: Eurostat 75,6 63,2 51,9 51,1 47,9 47,4 47,3 45,0 44,7 43,2 38,0 35,8 35,4 34,9 33,6 19,1 11,5 25,1 36,5 28,9 35,3 34,6 28,3 32,3 25,7 42,0 39,9 36,5 32,0 41,5 34,5 30,9 8,0 8,1 9,6 12,7 14,9 12,5 15,2 18,0 23,3 12,4 19,8 26,0 20,1 20,3 30,3 36,5 4,8 3,6 1,9 7,4 2,0 5,5 9,2 4,7 6,3 2,4 2,3 1,7 12,5 3,3 1,6 13,5 0% 20% 40% 60% 80% 100% Dinamarca Irlanda Suécia Reino Unido Itália Finlândia Portugal Europa dos 15 Luxemburgo Espanha Bélgica Áustria Grécia França Alemanha Países Baixos Em % do Total P a is e s

(47)

FIGURA 3 – FONTES DE RECEITA DA PROTEÇÃO SOCIAL NA OCDE (EU-15)

(EM % DO PIB) | 2012 | FONTE: EUROSTAT

28,2

16,2

15,5

14,5

14,5

14,1

13,5

13,4

11,7

11,7

11,3

11,3

10,8

10,6

10,3

6,5

4,3 11,4 11,3 10,7 8,2 5,6 9,7 8,0 13,9 12,3 10,2 6,5 10,5 10,8 10,6 10,5 3,0 3,0 4,1 4,5 3,6 1,8 5,4 4,3 6,8 6,1 6,4 5,9 3,1 7,7 9,3 12,4 1,8 1,8 0,6 2,1 1,4 2,6 1,1 4,0 1,6 4,6 0 10 20 30 40 Dinamarca Suécia Finlândia Itália Reino… Irlanda Europa… Portugal França Bélgica Grécia Luxemb… Espanha Áustria Alemanha Países…

% do PIB

P se s

(48)

O MODELO EUROPEU INSPIROU A

CONSTITUIÇÃO DE 1988

O ARTIGO 194 ESTABELECE QUE A SEGURIDADE SOCIAL É

INTEGRADA PELOS SETORES DA PREVIDÊNCIA, SAÚDE, ASSISTÊNCIA

SOCIAL E SEGURO-DESEMPREGO.

O ARTIGO 195 ESTABELECEU O ORÇAMENTO DA SEGURIDADE

SOCIAL.

Sistema Tripartite (clássico): Trabalhador, Empregador e Governo

Criou novas fontes para a “contribuição do governo”:

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Empresas (CSLL)

Contribuição Social Para o Financiamento da Seguridade Social COFINS);

Contribuição para o PIS/PASEP para financiar o Programa do Seguro –

(49)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 49

FIGURA 6 – RECEITAS, DESPESAS E RESULTADO DO ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL (EM R$MILHÕES CORRENTES)

ANOS SELECIONADOS

RECEITAS REALIZADAS 2005 2007 2009 2011 2013 2015

1. RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS 277.045 340.281 375.887 508.095 634.239 671.637 Receita Previdenciária (1) 108.434 140.412 182.008 245.890 317.164 352.553 Arrecadação Previdenciária 108.434 140.412 182.008 245.890 307.147 350.272

Urbana 105.086 136.167 177.444 240.534 300.991 343.191

Rural 3.348 4.245 4.564 5.356 6.156 7.081

Compensações não repassadas (2) 10.017 2.281

Cofins 89.597 101.835 116.759 159.625 199.410 200.926

CSLL 26.232 33.644 43.592 57.582 62.545 59.665

PIS/Pasep 22.083 26.116 31.031 41.584 51.065 53.071

Outras contribuições (3) 30.699 38.274 2.497 3.414 4.055 5.423 2. RECEITAS DE ENTIDADES DA SEGURIDADE 11.704 12.603 14.289 16.787 15.078 20.534

Recursos Próprios do MDS 87 43 160 86 239 137

Recursos Próprios do MPS 798 962 503 672 819 1.078

Recursos Próprios do MS 947 1.888 2.542 3.220 3.858 4.257

Recursos Próprios do FAT 9.507 9.304 10.652 12.240 9.550 14.160

Recursos Próprios dos HU 102 110 50 58 103 238

Taxas, multas e juros da Fiscalização. 264 296 381 511 509 664 3. Contrapartida do Orçamento Fiscal EPU (4) 1.052 1.766 2.015 2.256 1.782 2.226

TOTAL DE RECEITAS 289.801 354.649 392.191 527.137 651.099 694.397 DESPESAS REALIZADAS 2005 2007 2009 2011 2013 2015 1. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS (1) 145.816 182.575 225.095 281.438 357.003 436.090 Previdenciários urbanos 118.626 147.386 178.999 218.616 274.652 336.296 Previdenciários rurais 27.190 35.189 44.850 61.435 80.355 98.041 Compensação previdenciária (5) - - 1.246 1.387 1.996 1.753 2. BENEFÍCIOS ASSISTENCIAIS (6) 9.335 13.468 18.712 25.116 33.869 41.798 3. BOLSA FAMÍLIA E OUTRAS TRANSFERÊNCIAS 6.769 8.943 11.877 16.767 24.004 26.921 4. EPU – BENEFÍCIOS DE LEGISLAÇÃO ESPECIAL 1.052 1.766 2.015 2.256 1.782 2.226 5. SAÚDE: DESPESAS DO MS (7) 34.517 45.798 58.270 72.332 85.429 102.206 6. ASSISTÊNCIA SOCIAL: DESPESAS DO MDS (7) 1.716 2.302 2.746 4.033 6.227 5.389 7. PREVIDÊNCIA SOCIAL: DESPESAS DO MPS (7) 3.404 4.792 6.265 6.767 7.401 8.197 8. OUTRAS AÇÕES DA SEGURIDADE SOCIAL 2.384 4.404 7.244 7.875 11.871 11.547

9. BENEFÍCIOS FAT 11.375 17.951 27.092 34.159 46.561 48.180

10. OUTRAS AÇÕES DO FAT 547 685 650 579 505 506

TOTAL DE DESPESAS 216.915 282.685 359.968 451.323 574.653 683.061

RESULTADO DA SEGURIDADE SOCIAL 72.886 71.965 32.223 75.814 76.446 11.337

(50)

50 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR?

FIGURA 4 – SUPERAVIT DA SEGURIDADE SOCIAL

(EM MILHÕES CORRENTES)

2007-2015.

Fonte: ANFIP in Análise da Seguridade Social 2015.

72,0

64,3

32,2

53,9

75,8

82,8

76,4

55,6

11,3

0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

R$ Anos

(51)

51 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR?

FIGURA 7 – DRU – CAPTURA DE RECEITAS DA SEGURIDADE SOCIAL (EM R$ BILHÕES CORRENTES E % DO PIB)

2005-2015

Fonte: Relatório Resumido de Execução Orçamentária – RREO/STN

32 34

39 40 39

46 50

55

60 60 61

1,5% 1,4% 1,4% 1,3% 1,2% 1,2% 1,2% 1,1% 1,1% 1,1% 1,0% 0,0% 0,2% 0,4% 0,6% 0,8% 1,0% 1,2% 1,4% 1,6%

0

10

20

30

40

50

60

70

2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 % do PIB R$ Anos

(52)

52 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR?

FIGURA 8 – TOTAL DE DESONERACÕES DA RECEITA DA SEGURIDADE

SOCIAL

(EM R$ MILHÕES CORRENTES)

2007-2016

Fonte: Receita Federal, Ministério da Fazenda. Demonstrativo dos Gastos Tributários. PLOA [projeções] e Relatório de Bases Efetivas.

28315

67354

80909

157647

0

20000

40000

60000

80000

100000

120000

140000

160000

180000

2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016

Em R $ M Il hõe s C orr e nt e s Anos

(53)

DE ONDE VEM O SUPOSTO DÉFICIT?

Se a Previdência é parte da Seguridade Social;

e se o Orçamento da Seguridade Social é

superavitário; então, de onde vem o suposto

déficit?

O déficit vem da não contabilização

da “Contribuição do governo”

(COFINS; CSLL; PIS-PASEP) como fontes

de receita da Previdência.

(54)

TERRORISMO FINANCEIRO:

“DÉFICIT EXPLOSIVO” EM 2060

(55)

TERRORISMO DEMOGRÁFICO

(56)

TERRORISMO DEMOGRÁFICO

Experiência internacional

Não temos capacidade de pensar alternativas para

enfrentar um problema que ocorrerá em 2060?

Razão de dependência de idosos: o financiamento

depende unicamente da contribuição do trabalhador

ativo?

Quarta Revolução Industrial :

É razoável pensar 2060

com cenário semelhante a 1960?

Ausência de modelo de desenvolvimento adequado

as necessidades nacionais: 50 milhões de

trabalhadores estão na informalidade

(57)
(58)

TERRORISMO ECONÔMICO

O destino da Nação depende crucialmente

do êxito da reforma da Previdência

Sem a reforma da Previdência:

Não há crescimento

Não há geração de empregos

A taxa de juros vai subir

O risco-Brasil vai explodir

Não há investimento estrangeiro

A dívida pública cresce.

(59)

ALTERNATIVAS PARA O EQUILÍBRIO

FINANCEIRO DA PREVIDÊNCIA NO

LONGO PRAZO

A S P E C T O S I N T E R N O S Á P R E V I D E N C I A

(60)

Aspectos internos à Seguridade Social.

60 Eduardo Fagnani

(61)

Eduardo Fagnani 61

1. Cumprir a Constituição da República

2. Organizar a Seguridade segundo ordena a

Constituição da República

3. Exigir que as receitas da Seguridade Social

sejam aplicadas na Seguridade Social

(62)

Eduardo Fagnani 62

4. Enfrentar a questão da DRU

5. Enfrentar a questão das renúncias tributárias que incidem

sobre o Orçamento da Seguridade Social

6. Alterar a forma de contabilizar as renúncias tributárias nas

contas da Previdência

7. Extinguir as desonerações patronais sobre a folha de

pagamento

8. Rever as isenções previdenciárias para entidades filantrópicas

9. Agronegócios: fim das isenções e maior contribuição para o

financiamento da Previdência.

10. Reforçar a fiscalização e a gestão financeira e administrativa

interna do setor

(63)

Eduardo Fagnani 63

FIGURA 5 – DÍVIDA ATIVA – DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS

(EM MILHÕES CORRENTES)

2011-2015

FONTE: ANFIP (2106). 183.295 251.215 349.551 R$ 2.525 (1,36%) R$ 3.818 (1,5%) R$ 1.127 (0,32%) 50.000 100.000 150.000 200.000 250.000 300.000 350.000 400.000 2011 2013 2015 M ilh õ e s co rr e n te s Anos

(64)

Eduardo Fagnani 64

Combate à sonegação, pela

melhoria da fiscalização e da

inspeção do trabalho·.

(65)

65 Eduardo Fagnani

FIGURA 6 – RGPS - ESTIMATIVA DE RECEITA SONEGADA PELA NÃO

FISCALIZAÇÃO (EMPREGOS SEM CARTEIRA)

(EM BILHÕES DE 2015)

2015

Fonte: FILGUEIRAS e KREIN (2016).

41,6

5,7

46,8

R$

Tipo de contrato de trabalho

Empregados no Setor Privado

Empregados Domésticos

(66)

Aspectos relacionados à política

macroeconômica.

66 Eduardo Fagnani

(67)

Eduardo Fagnani 67

A importância do crescimento

econômico

Ajustar para crescer ou crescer

para ajustar?

Potencializar as receitas pela

inclusão dos trabalhadores

(68)

Eduardo Fagnani 68

Gráfico 1: PIB real do Brasil, evolução trimestral

Fonte: IBGE – Sistema de Contas Trimestrais. Evolução do PIB real, média de 2004 = 100. Elaboração

ANFIP e Fundação ANFIP (ANFIP 2015)

(69)

Eduardo Fagnani 69

Saldo de contratações de empregados com vínculo formal de emprego (em mil)

2000 a 2016

Fonte: CAGED (MTE). *Saldo de contratações até setembro de 2016.

658 591 958 869 1768 1549 1519 1911 1666 1325 2657 2109 1326 1058 565 -1425 -718 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2

-3.000

-2.000

-1.000

0

1.000

2.000

3.000

2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016*

(70)

Eduardo Fagnani 70

Taxa de Desemprego (%) - 2002 a 2015

Fonte: Pesquisa Mensal de Emprego (IBGE).

12,5 12,4 13,1 10,8 10,4 10,2 8,5 8,9 7,3 6,4 6,0 5,8 4,8 6,4

0

5

10

15

2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Em

%

(71)

71

RESULTADO DO RGPS, URBANO

(R$ BILHÕES NOMINAIS E % DO PIB)

Fonte: MTPS. -13,6 -13,6 -12,5 -1,3 1,6 8,4 20,5 24,5 24,3 25,3 5,1 -0,6% -0,6% -0,5% 0,0% 0,0% 0,2% 0,5% 0,5% 0,5% 0,4% 0,1% -1,2% -1,0% -0,8% -0,6% -0,4% -0,2% 0,0% 0,2% 0,4% 0,6% 0,8% 1,0% 1,2% -30 -20 -10 0 10 20 30 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 EM % EM R $

(72)

RGPS- CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (EMPREGADOR E

TRABALHADOR)

TAXA DE CRESCIMENTO REAL ANUAL (2001-2016)

ELABORAÇÃO: DENISE GENTIL

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 72

1,8

3,4

4,0

6,3

9,4

10,4

8,8

9,9

6,8

10,0

8,9

6,9

4,7

2,8

-6,2

-3,8

-8,0 -6,0 -4,0 -2,0 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 % Anos

(73)

RECEITAS DA SEGURIDADE SOCIAL

TAXA DE CRESCIMENTO REAL ANUAL (2007-2016)

ELABORAÇÃO: DENISE GENTIL

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

(74)

Eduardo Fagnani 74

Recompor a capacidade

financeira do Estado: maior

equidade na distribuição dos

custos do ajuste

(75)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 75

FIGURA 13 – GASTOS FEDERAIS DIRETOS COM JUROS E PREVIDÊNCIA

(R$ BILHÕES CORRENTES)

(205-2015)

BRASIL

Fonte: Banco Central.

158

162

502

145 165

436

0

100

200

300

400

500

600

2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 RS Anos

Juros

Previdência

(76)

PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

EXCLUIR? 76

FIGURA 17 – VARIAÇÃO DA DÍVIDA BRUTA, DESPESAS COM JUROS E NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO INSS

(EM R$ BILHÕES CORRENTES) (2007-2016)

BRASIL

* Valores até novembro/2016. Fonte: Banco Central.

206 198 233 38 232 164

675

163 166 171 195 237 214 249

502

45 36 43 43 36 41 50 57

86

0 100 200 300 400 500 600 700 800 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016* R$ Anos

Variação da DBGG

Juros nominais

(77)

Eduardo Fagnani 77

2. Revisar as renúncias

(78)

78 Eduardo Fagnani

FIGURA 1 – DESONERAÇÕES TRIBUTÁRIAS TOTAIS E SOBRE A

SEGURIDADE SOCIAL

(EM R$ MILHÕES CORRENTES)

– 2009-2015

ANO DESONERAÇÃO TOTAL* % PIB* DESONERAÇÕES DE CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS TOTAL DAS DESONERAÇÕES DE RECEITAS DA SEGURIDADE SOCIAL % PIB Contribuição Previdência Social Cofins CSLL PIS-Pasep 2009 116.098 3,65 17.905 29.418 6.087 5.651 59.061 1,85 2010 113.861 3,60 18.183 33.883 8.333 6.955 67.354 2,02 2011 152.406 3,68 21.156 34.618 5.830 6.542 68.146 1,75 2012 182.410 4,15 24.412 41.376 6.976 8.145 80.909 1,78 2013 225.630 4,66 33.743 46.142 8.788 9.060 97.733 1,97 2014 253.902 4,92 57.012 58.510 9.301 11.639 136.462 2,60 2015 282.437 4,93 62.519 70.538 10.490 14.100 157.647 2,75

Fonte: Receita Federal (Ministério da Fazenda). Demonstrativos de gastos tributários. PLOA (projeções) e Relatório de Bases Efetivas.

(79)

Eduardo Fagnani 79

3. Combater a sonegação

de impostos

(80)

FIGURA 2 – ESTIMATIVA DE SONEGAÇÃO FISCAL NO BRASIL – 2015 TRIBUTO CARGA TRIBUTÁRIA (R$MILHÕES) % DO TOTAL % DO PIB INDICADOR DE SONEGAÇÃO ESTIMADO (% DO TRIBUTO) SONEGAÇÃO ESTIMADA (R$MILHÕES) % PIB TOTAL 1.951.452 100,00% 33,10% 23,20% 452.968 7,70% IR (1) 322.101 16,50% 5,50% 28,10% 90.621 1,50% IPI 49.266 2,50% 0,80% 33,40% 16.434 0,30% IOF 34.693 1,80% 0,60% 16,60% 5.742 0,10% II 39.015 2,00% 0,70% 24,80% 9.687 0,20% CONTR. PREVID. 371.814 19,10% 6,30% 27,80% 103.178 1,70% COFINS 201.673 10,30% 3,40% 22,10% 44.630 0,80% CSLL 61.382 3,10% 1,00% 24,90% 15.278 0,30% PIS-PASEP 53.781 2,80% 0,90% 22,10% 11.902 0,20% FGTS (2) 113.529 5,80% 1,90% 27,80% 31.504 0,50% ICMS (3) 406.978 20,90% 6,90% 27,10% 110.454 1,90% ISS (4) 54.110 2,80% 0,90% 25,00% 13.538 0,20% OUTROS (5) 243.109 12,50% 4,10% (-) (-) (-)

Fonte: SINPROFAZ. Sonegação no Brasil – Uma Estimativa do Desvio da Arrecadação do Exercício de 2015. Brasília. Jun. 2016.

Notas:

80 Eduardo Fagnani

(81)

Eduardo Fagnani 81

4. Combater a elisão fiscal

5. Recuperar a Dívida Ativa da

União

(82)

Eduardo Fagnani 82

6.

Reforma tributária que enfrente

(83)

Jorge Rachid (secretário da Receita) na CAE/Senado:

A renda mensal tributável média:

Do 0,1% mais rico = R$ 135.103,00.

Do 0,9% mais rico = R$ 35.165,00.

Dos 50% dos contribuintes mais pobres= R$ 1.640,00

(84)

Eduardo Fagnani 84

7.

A superação das

inconsistências do regime

macroeconômico e fiscal

brasileiro

(85)

85 Eduardo Fagnani

(86)

86 Eduardo Fagnani

(87)

FIGURA 9

DISPONIBILIDADES DO GOVERNO FEDERAL NO BANCO CENTRAL

(EM R$ MILHÕES CORRENTES)

2006-2015

Fonte: Banco Central.

100.000

200.000

300.000

400.000

500.000

600.000

700.000

800.000

900.000

1.000.000

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

87 Eduardo Fagnani

(88)

QUESTÃO CENTRAL.

Q U E P A Í S Q U E R E M O S ?

Q U E P A Í S T E R E M O S ?

(89)

MUITO OBRIGADO

89 PREVIDÊNCIA: REFORMAR PARA

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