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PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO E GESTÃO DE CAIXA

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Academic year: 2021

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PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO

E GESTÃO DE CAIXA

Aula 4: Conceitos Fundamentais para

Análise de Fluxo de Caixa

(2)

SUMÁRIO

A apresentação está dividida em:

(3)

OBJETIVO DA DISCIPLINA E DAS AULAS

 Esta disciplina tem o intuito de transferir ao aluno conhecimento suficiente para entender a ferramenta fluxo de caixa.

 Entender a importância do fluxo de caixa, bem como os conceitos fundamentais para análise e interpretação dos dados para tomada de decisão.

(4)

RESUMO DO CONTEÚDO

 Metodologias para apuração e análise do fluxo de caixa;  Fluxo de caixa operacional;

 Análise dos índices de viabilidade: lucratividade, rentabilidade, prazo de retorno do investimento e ponto de equilíbrio.

(5)

AULA 4: CONCEITOS FUNDAMENTAIS

PARA ANÁLISE DE FLUXO DE CAIXA

Seção 1

(6)

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA ANÁLISE DE

FLUXO DE CAIXA

 Análise do fluxo de caixa;  Caixa diferente de lucro;

 Atividades que alteram o valor do caixa;

 Entendendo as transações através do fluxo de caixa;

 De onde vem o dinheiro do caixa e o que deve ser feito com ele?  Sobra de caixa, o que fazer?

(7)

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA ANÁLISE DE

FLUXO DE CAIXA

 Liquidez ou sobrevivência;  Origens do dinheiro em caixa;

 Onde o dinheiro em caixa pode ser investido;

 Analisando a coerências das informações derivadas da análise do FC;

 Administrando os recursos existentes;  Fazendo o caixa gerar recursos;

(8)

ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA

As análises derivadas do fluxo de caixa devem ser coerentes e condizentes com a realidade, pois o caixa é algo real, palpável e deve-se ter em mente o que deve ser feito com ele.

(9)

CAIXA DIFERENTE DE LUCRO

É preciso pensar o caixa, diferente do lucro; pois o lucro é

composto por valores não econômicos inclusive; o caixa

(10)

AS ATIVIDADES QUE ALTERAM O VALOR DO CAIXA

Analisar o caixa significa entender como este caixa foi afetado

pelas

atividades

de

financiamento,de

investimento

e

operacionais.

(11)

ENTENDENDO AS TRANSAÇÕES ATRAVÉS DO

FLUXO DE CAIXA

O caixa apresentado pode ter sido influenciado pelas

situações citadas anteriormente. Então, deve-se entender:

(12)

ENTENDENDO AS TRANSAÇÕES ATRAVÉS DO

FLUXO DE CAIXA (FC)

O dinheiro que está em caixa foi gerado por qual situação? Operações normais da empresa ou

(13)

ENTENDER DE ONDE VEM O DINHEIRO DO CAIXA E

O QUE DEVE SER FEITO COM ELE

Por que é necessário fazer esta pergunta?

Para que não se corra o risco de aplicar dinheiro de terceiros

pensando ser da geração da empresa, tomando decisões

(14)

SOBRA DE CAIXA: O QUE FAZER?

Também é importante saber se a empresa tem dinheiro

sobrando em caixa para verificar o que é mais viável no

momento: pagar seus empréstimos ou investir em ativos.

(15)

LIQUIDEZ OU SOBREVIVÊNCIA

A empresa apresenta liquidez para pagar suas contas

ou está mantendo o caixa através de recursos de

terceiros?

(16)

OBSERVAR AS ORIGENS DO DINHEIRO EM CAIXA

 Novos sócios, integralizando o capital;  Receitas não operacionais;

 Vendas ou prestação de serviços normais da empresa;  Emissão de ações em caso de S.A.;

(17)

OBSERVAR ONDE ESSE CAIXA PODE SER INVESTIDO

 Aumento de capital social;

 Despesas operacionais e não-operacionais;  Compras de estoque;

 Pagamento de fornecedores;

 Pagamento da folha de pagamentos;  Pagamento de impostos;

 Pagamento de empréstimos.  Aquisição de ativos;

(18)

ANALISANDO AS COERÊNCIAS DAS

INFORMAÇÕES DERIVADAS DA ANÁLISE DO FC

Tendo analisado de onde vem o dinheiro que está no caixa ou

onde ele foi empregado, já é uma forma de analisar se há

coerência e transparência ou falta delas nas transações da

(19)

PREVISÕES ATRAVÉS DA ANÁLISE DO CAIXA

Como as empresas projetam, através da demonstração do

fluxo de caixa, seu caixa por um determinado período, é

possível tecer um cenário favorável para empresa também

antecipado através da utilização das informações projetadas.

(20)

ADMINISTRANDO OS RECURSOS EXISTENTES

Diante de uma situação crítica, a empresa pode se programar para:

• Compras de longo prazo • Evitar novas contratações

• Diminuição de custos operacionais • Diminuir os prazos de recebimento

(21)

FAZENDO O CAIXA GERAR RECURSOS

Diante de uma situação confortável de sobra de caixa, a empresa pode optar: • Investimento em ativos • Novos negócios • Investimento em ações • Aplicações financeiras • de longo prazo

(22)

O CICLO FINANCEIRO

As empresas vivem um ciclo financeiro em constante movimento. É preciso aprender a canalizar os esforços para atingir os objetivos propostos no planejamento estratégico.

A grande lição da análise do fluxo de caixa é que não se cria caixa, ele simplesmente é gerado. Então, necessita-se de uma boa gestão do ciclo financeiro para que o caixa seja utilizado de maneira eficiente.

(23)

O CICLO FINANCEIRO

Fonte: adaptado de Raphael Cordeiro. O Sovina e o Perdulário, Campus. 2007.

Investe

Produz

Recebe

Gasta

(24)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FREZATTI, Fábio. Contribuição para o estudo da complementariedade do lucro

e do fluxo de caixa na gestão de negócios no ambiente empresarial brasileiro.

São Paulo: USP, 1996. Tese de doutorado em Contabilidade. FEA, 1996.

GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12ª. ed. São Paulo: Harbra, 2010.

HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

HOPP, João Carlos; PAULA LEITE, Hélio. O crepúsculo do lucro contábil.

Revista de administração de empresas. vol. 4. São Paulo: FGV, 1988.

(25)

KROETZ, César Eduardo Stevens. Balanço social: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000.

LUSTROSA, Paulo Roberto Barbosa. DOAR – Uma morte anunciada.

FIPECAFI. Cadernos de estudos. v. 9, n.16. São Paulo, jul/dez 1997.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

(26)

AULA 4: CONCEITOS FUNDAMENTAIS

PARA ANÁLISE DE FLUXO DE CAIXA

Seção 2

(27)

SUMÁRIO

A apresentação está dividida em:

(28)

OBJETIVO DA DISCIPLINA E DAS AULAS

 Esta disciplina tem o intuito de transferir ao aluno conhecimento suficiente para entender os itens que compõem o fluxo de caixa operacional e a forma de análise.

 Entender os conceitos de lucratividade e conhecer um pouco do EBITDA como ferramenta de análise.

(29)

RESUMO DO CONTEÚDO

 Metodologias para apuração e análise do fluxo de caixa;  Fluxo de caixa operacional;

 Análise dos índices de viabilidade: lucratividade, rentabilidade, prazo de retorno do investimento e ponto de equilíbrio.

(30)

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA ANÁLISE DE

FLUXO DE CAIXA

 Fluxo de caixa operacional;  EBITDA ou lajida;

 EBITDA: novo conceito de analisar a lucratividade;  Onde encontrar o EBITDA?

 O que o EBITDA evita nas análises?  Forma de medir o desempenho;

(31)

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA ANÁLISE DO

FLUXO DE CAIXA

 Resultados financeiros;  Operações com terceiros;

 Lucro líquido e o parâmetro de lucratividade;  EBITDA e apoio às decisões;

(32)

FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL

O fluxo de caixa operacional é aquele gerado pelas atividades normais da empresa. Produção Vendas Serviços Juros Imposto de renda Depreciação

Excluindo

(33)

EBTIDA OU LAJIDA

A sigla Lajida em Português trata do Lucro antes dos juros, imposto de renda, depreciação e amortização, que corresponde ao EBITDA em inglês.

Segundo Assaf Neto (2001), o EBITDA equivale ao conceito restrito de fluxo de caixa operacional da empresa, apurado antes do imposto de renda.

(34)

EBTIDA: NOVO CONCEITO DE ANALISAR A

LUCRATIVIDADE

Ainda sobre os conceitos de Assaf Neto (2001):

“As empresas vêm descobrindo indicadores tradicionais do

campo das finanças, porém formulados de maneira bastante

moderna e sofisticada, e disseminando seu uso de forma

globalizada”.

(35)

ONDE ENCONTRAR O EBITDA

Receita de Vendas: ( - ) CPV; ( = ) Lucro bruto; ( - ) Despesas operacionais; Vendas Administrativas:

(36)

O QUE O EBITDA EVITA NAS ANÁLISES?

Ele evita uma visão enganosa, por exemplo, sobre as receitas, pois nem todas as receitas registradas indicam disponibilidade instantânea de recurso.

Ou seja, dizer que a receita total da empresa representa um potencial de geração de caixa estaria equivocado. E é isso que o EBITDA altera essa falsa situação.

(37)

FORMA DE MEDIR DESEMPENHO

EBITDA se tornou uma medida de desempenho da geração de recursos próprios.

(38)

RESULTADOS FINANCEIROS

É importante lembrar também que, devido à desvalorização da moeda, não entra em seu cálculo nenhum tipo de resultado financeiro.

(39)

OPERAÇÕES COM TERCEIROS

Despesas decorrentes de operações com terceiros

também não fazem parte da composição e análises do

EBITDA, pois tratam-se de itens que não estão ligados

(40)

LUCRO LÍQUIDO E O PARÂMETRO DE LUCRATIVIDADE

O lucro líquido sempre foi considerado parâmetro de lucratividade. Porém, através dos conceitos do EBITDA, o lucro não tem pleno potencial gerador de caixa.

(41)

EBITDA E APOIO ÀS DECISÕES

De acordo com Assaf Neto (2001), o EBITDA pode ser utilizado para apoiar decisões:

• Alterações na política financeira da empresa; • Grau de cobertura das despesas financeiras; • Estratégias financeiras;

Benchmark;

(42)

EBITDA E APOIO ÀS DECISÕES

Alterações na política financeira da empresa

Recursos em nível insatisfatório geração de caixa insatisfatóriaCapacidade operacional de

Política financeira Liquidez Baixa

(43)

EBITDA E APOIO ÀS DECISÕES

Grau de cobertura das despesas financeiras

Despesas financeiras

Receita para cobertura das despesas

Margem de segurança Resultados operacionais

(44)

EBITDA E APOIO ÀS DECISÕES

Estratégias financeiras

Maior volume de recursos gerados

Melhor flexibilidade dos gestores

Liquidez Prazos

Mel

hor

(45)

EBITDA E APOIO ÀS DECISÕES

Benchmark

(46)

EBITDA E APOIO ÀS DECISÕES

Novos negócios

Desempenho do empreendimento

EBITDA positivo

Geração de recursos via operação da empresa

(47)

EBITDA E A COMPARABILIDADE DE DADOS

O EBITDA é uma ferramenta que permite a comparabilidade

financeira entre empresas localizadas em diferentes países,

pois subtrai de seu cálculo dados que impediriam esta

(48)

EBITDA – EFICÁCIA NÃO DESCARTA O USO DO

LUCRO LÍQUIDO PARA OUTROS FINS

Apesar da eficácia oferecida pelo EBITDA, não se deve

desconsiderar o lucro líquido como um todo, pois ele é a

(49)

COSENZA, José Paulo. A eficácia informativa da demonstração do valor adicionado. Revista contabilidade e finanças - USP. São Paulo, out./2003. p. 7-29.

DIÁRIO CATARINENSE. Relatório anual da administração: exercício social de 2002. Santa Catarina, 20 de mar 2003. p. 40 – 47.

FREZATTI, Fábio. Contribuição para o estudo da complementariedade do lucro e do fluxo de caixa na gestão de negócios no ambiente empresarial brasileiro. São Paulo: USP, 1996. Tese de doutorado em Contabilidade. FEA, 1996.

(50)

MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2003.

MARTINS, Eliseu. Contabilidade vs Fluxo de Caixa. Caderno de estudos FIPECAFI. vol. 2. São Paulo: USP, 1990.

NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo V. Contabilidade Avançada e análise das demonstrações financeiras. 15ª. ed. São Paulo: Frase Editora, 2007.

(51)

AULA 4: CONCEITOS FUNDAMENTAIS

PARA ANÁLISE DE FLUXO DE CAIXA

Seção 3

(52)

SUMÁRIO

A apresentação está dividida em:

1) Análise dos índices de viabilidade: lucratividade, rentabilidade, prazo de retorno do investimento e ponto de equilíbrio.

(53)

OBJETIVO DA DISCIPLINA E DAS AULAS

 Esta disciplina tem o intuito de transferir ao aluno conhecimento para entender os conceitos fundamentais para análise do Fluxo de Caixa.

 Entender que o fluxo de caixa oferece condições de decisão, de visão do futuro e, associado a alguns índices, oferece boas condições de gestão.

(54)

RESUMO DO CONTEÚDO

Metodologias para apuração e análise do fluxo de

caixa;

Fluxo de caixa operacional;

Análise dos índices de viabilidade: lucratividade,

rentabilidade, prazo de retorno do investimento e

(55)

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA ANÁLISE DE

FLUXO DE CAIXA

 Lucratividade;  Rentabilidade;

 É possível ver rentabilidade?

 Índices de rentabilidade mais comuns;  Margem bruta;

 Margem operacional;  Margem líquida;

(56)

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA ANÁLISE DE

FLUXO DE CAIXA

 Retorno sobre o investimento;  Lucro por ação;

 Prazo de retorno sobre o investimento;  Ponto de equilíbrio;

 Lucro;

 Margem de contribuição; e  Ponto de equilíbrio de vendas.

(57)

LUCRATIVIDADE

A lucratividade é obtida através dos ganhos sobre as

vendas. Geralmente, este cálculo aparece em termos

(58)

Lucro total

Valor das vendas

(59)

300.000,00

1.730.000,00

Exemplo numérico:

Lucratividade = 0,17; ou seja 17%

LUCRATIVIDADE

(60)

RENTABILIDADE

(61)

RENTABILIDADE

Lucro líquido x 100

Patrimônio líquido

(62)

215.000 x 100

2.000.000

Rentabilidade = 10,75%

RENTABILIDADE

(63)

É POSSÍVEL VER A LUCRATIVIDADE?

O que as empresas mais

querem é mostrar sua

lucratividade. É possível ver

este lucro quando eles

superam os custos da

(64)

ÍNDICES DE RENTABILIDADE MAIS COMUNS

Margem bruta

Lucro bruto

(65)

300.000

1.450.000

Margem bruta =20,69%

(66)

Margem operacional

Lucro operacional

Vendas líquidas

(67)

261.000

1.430.000

Margem operacional = 18%

(68)

Margem líquida

Lucro líquido

Vendas líquidas

(69)

1.730.000

1.450.000

Margem líquida – 15%

(70)

Retorno sobre o patrimônio líquido

Lucro líquido

Patrimônio líquido

(71)

Retorno sobre o patrimônio líquido = 10,75%

215.000

2.000.000

(72)

Retorno sobre o investimento (ROI)

Lucro líquido

Ativo total

(73)

Retorno sobre o investimento (ROI) = 7,67%

215.000

2.800.000

(74)

Lucro por ação (LPA)

= 288,33

Lucro líquido

nº de ações

(75)

Lucro por ação (LPA)

= 288,33

1.730.0000

6.000

(76)

Lucro por ação (LPA)

Lucro líquido

Nº de ações ordinárias

(77)

Prazo de retorno sobre o investimento

Investimento total

Lucro líquido

(78)

Prazo de retorno sobre o investimento = 9,30

2.0000.000

215.000

(79)

UTILIZANDO OS ÍNDICES

Os índices apresentados são os mais utilizados nas análises

financeiras. Podem fornecer importantes informações para

tomada de decisão, lembrando sempre de tomar as decisões

(80)

PONTO DE EQUILÍBRIO

Acontece o ponto de equilíbrio quando as receitas totais

(81)

LUCRO

Receitas

- menos

Gastos

= Igual

Lucro

(82)

LUCRO

GASTO FIXO GASTO VARIÁVEL

(83)

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

MC = Preço unitário da venda Custo unitário variável

(84)

PONTO DE EQUILÍBRIO DE VENDAS

PEV = Gasto fixo total

(85)

BRAGA, Roberto; MARQUES, José Augusto Veiga da Costa. Avaliação da liquidez das empresas através da demonstração de fluxos de caixa. Revista

contabilidade e finanças – FIPECAFI. vol. 14, nº 25. São Paulo: FEA,

jan/abr. 2001. p. 6-23.

CARMO, Augusto Blanqui Gondim, et al. Fluxos de caixa. Revista do CRC

SP. ano I, n. 3. São Paulo, dez./1997. p. 57-64.

COSENZA, José Paulo. A eficácia informativa da demonstração do valor adicionado. Revista Contabilidade e Finanças- USP. São Paulo, out./2003. p. 7-29.

GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12ª. ed. São Paulo: Harbra, 2010.

(86)

PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO

E GESTÃO DE CAIXA

Aula 4: Conceitos Fundamentais para

Análise de Fluxo de Caixa

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