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Biblioteca Digital do IPG: Relatório de Estágio Curricular – Moving Something, Lda - ad+r Creative Studio (São João da Madeira)

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Academic year: 2021

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folitécnico

daGuarda

Polylechnic

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RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Licenciatura em Design de Equipamento

Filipe Manuel Freitas Oliveira

(2)

R E L AT Ó R I O D E E S T Á G I O

FILIPE MANUEL FREITAS OLIVEIRA

RELATÓRIO PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE LICENCIADO EM DESIGN DE EQUIPAMENTO

Escola Superior de Tecnologia e Gestão

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FICHA DE IDENTIFICAÇÃO

Aluno: Filipe Manuel Freitas Oliveira Número: 1011150

Curso: Design de Equipamento

Morada: Belide, Lote 13, 4540-297 Escariz, Arouca Telefone: 919844282

Correio eletrónico: [email protected]

Estabelecimento de Ensino: Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico da Guarda

Entidade acolhedora: Moving Something, Lda./ ad+r Creative Studio Horário de Trabalho: 10:00h às 13:00h e 14:30h às 18:30h

Supervisor na Empresa: Artur Jorge Soares Duração do Estágio: 280 horas

Início do Estágio: 02/06/2015 Conclusão do Estágio: 28/07/2015 Professor Orientador: Prof. José Loureiro

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AGRADECIMENTOS

Durante este longo período de aprendizagem, enquanto estudante, em que me foram partilhadas várias experiências e vários conhecimentos, que só foram possíveis graças a um conjunto de pessoas, quero deixar os meus sinceros agradecimentos.

Antes de mais, quero agradecer a grande oportunidade que a empresa Moving Something, Lda/ ad+r Creative Studio me concedeu.

Ao Arquiteto Artur Jorge Soares, que fez com que todo este estágio fosse possível, que me ajudou, numa primeira fase, na integração do grupo de trabalho, pela sua colaboração e grande acompanhamento, quer a nível pessoal quer profissional e em todas as etapas evolutivas do meu trabalho.

Agradeço também ao Prof. José Loureiro, orientador de estágio, pela sua disponibilidade e atenção dedicada durante o período de estágio.

Por fim agradeço a toda a minha família, especialmente aos meus pais, pelo apoio e esforço que tiveram ao longo desta fase importante da minha vida, ao meu irmão que sempre me apoiou e ajudou nesta grande etapa.

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PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR

Este relatório tem como objetivo principal mencionar todos os trabalhos/projetos definidos no período de tempo referente ao estágio curricular.

Assim sendo, o plano de estágio consiste na realização dos seguintes projetos: - Ajuda na conceção de novos alçados de mobiliário de interiores.

- Criação de duas linhas de mobiliário de interiores, destinado à AKABA Mobiliário, Unipessoal, Lda.

- Criação de mobiliário urbano, num projeto da Câmara Municipal de Ovar, destinado à cidade de Ovar.

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RESUMO

O presente relatório descreve todos os trabalhos/projetos propostos e realizados pela empresa, Move Something/ ad+r Creative Studio, durante o estágio curricular, bem como todos os processos criativos, metodologias e meios utilizados para a conceção de todos os trabalhos desenvolvidos a fim de os introduzir no mercado. Foi efetuado na ad+r Creative Studio, em São João da Madeira, processos de investigação, análise, argumentação e criação, em que se relevaram especialmente úteis e fundamentais na conceção de mobiliário.

Desenvolveram-se três projetos de mobiliário, sendo que num deles trata-se de mobiliário e equipamento urbano, tendo abordagens completamente fundamentais no que diz respeito a todo o processo de execução.

O objetivo foi contribuir para a produção do mobiliário, aplicando todos os conceitos e teorias adquiridas ao longo da formação superior e ainda adquirir nova formação/estudos ao longo deste estágio curricular, testando os variados recursos disponíveis para descrever e analisar as soluções nos vários projetos.

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Índice

FICHA DE IDENTIFICAÇÃO ... II AGRADECIMENTOS ... III PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR ... IV RESUMO ... V

ABREVIATURAS ... 8

INTRODUÇÃO ... 12

1. GEOGRAFIA E HISTÓRIA ENVOLVENTE ... 13

GEOGRAFIA DO MUNICÍPIO DE OVAR ... 14

HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE OVAR ... 14

2. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA ACOLHEDORA... 16

HISTÓRIA DA EMPRESA ... 17

VISÃO, MISSÃO E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS ... 18

LOCALIZAÇÃO DA EMPRESA ACOLHEDORA ... 19

3. OBJETIVOS E METODOLOGIA DO TRABALHO ... 20

OBJETIVOS ... 21

METODOLOGIA PROJETUAL ... 21

4. TRABALHO DESENVOLVIDO ... 23

INTRODUÇÃO ... 24

PROJETO 1 – NOVOS ALÇADOS_SIGHTS ... 26

IDEIAS/ MODELAÇÕES INICIAIS ... 28

PROJETO 2- CONCEÇÃO DE MOBILIÁRIO ... 30

LINHA_SPYM COLLECTION ... 30

i. Reconhecimento do problema ... 30

ii. Análise do problema(Sincrónica/Diacrónica) ... 30

(8)

iv. Realização do projeto ... 32

a. Estudo ergonómico ... 33

b. Conceção ... 35

LINHA GEO COLLECTION ... 37

Desenvolvimento de ideias ... 37

Realização do projeto ... 38

PROJETO 3- MOBILIÁRIO/EQUIPAMENTO URBANO_CMO ... 41

RECONHECIMENTO DO PROBLEMA ... 41

ANÁLISE DO PROBLEMA (SINCRÓNICA/DIACRÓNICA) ... 41

DESENVOLVIMENTO DE IDEIAS ... 43 REALIZAÇÃO DO PROJETO ... 44 i. Estudo ergonómico ... 45 ii. Conceção ... 49 CONCLUSÃO ... 59 BIBLIOGRAFIA ... 60 WEBGRAFIA ... 61 ANEXOS ... 62

ANEXO 1- DESENHOS TÉCNICOS_SIGHTS ... 63

ANEXO 2- NOVOS ALÇADOS_SIGHTS ... 66

ANEXO 3- EMPRESAS DO SETOR ... 67

ANEXO 4- MOBILIÁRIO PORTUGUÊS/ DESIGN_EVOLUÇÃO ... 69

ANEXO 5- APRESENTAÇÃO AO CLIENTE (SPYM COLLECTION/GEO COLLECTION) ... 71

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ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 1-Brasão da Cidade de Ovar ... 15

Figura 2- Mapa do Concelho de Ovar ... 15

Figura 3- Bandeira da cidade de Ovar ... 15

Figura 4-Logótipo da Empresa Moving Something ... 19

Figura 5-Logótipo do Atelier ad+r creative studio ... 19

Figura 6-Metodologia circular adotada ... 22

Figura 7-Móvel TV_SIGHTS ... 24

Figura 8-Móvel TV_SIGHTS ... 24

Figura 9-Móvel TV_SIGHTS ... 24

Figura 10-Móvel TV_SIGHTS ... 24

Figura 11- Projeto de reabilitação Urbana do Centro Histórico de Ovar ... 25

Figura 12- Fotomontagem de reabilitação do Centro Histórico de Ovar ... 25

Figura 13-Móvel TV_SIGHTS ... 26

Figura 14- Moodboard – SIGHTS ... 27

Figura 15-Modelação 3D_SIGHTS ... 28

Figura 16-Modelação 3D_SIGHTS ... 29

Figura 17-Modelação 3D_SIGHTS ... 29

Figura 18- Moodboard - Spym ... 32

Figura 19-Análise ergonómica_Mesa ... 33

Figura 20-Análise ergonómica_Mesas ... 33

Figura 21-Análise ergonómica_Mesas ... 34

Figura 22-Aparador_SPYM Collection ... 35

Figura 23-Mesa Retângular_SPYM Collection ... 35

Figura 24-Mesa Redonda_SPYM Collection ... 35

Figura 25- Camiseiro_SPYM Collection ... 36

Figura 26- Cama de casal c/ mesinha de cabeceira_SPYM Collection ... 36

Figura 27-Móvel TV_SPYM Collection ... 36

Figura 28-Moodboard_GEO Collection ... 37

Figura 29-Aparador_GEO Collection ... 38

Figura 30-Mesa Retângular_GEO Collection ... 38

(10)

Figura 32-Camiseiro_GEO Collection ... 39

Figura 33-Cama de casal c/ mesinha de cabeceira_GEO Collection ... 39

Figura 34-Móvel TV_GEO Collection ... 40

Figura 35-Móvel TV_GEO Collection ... 40

Figura 36-Moodboard_Mobiliário urbano... 43

Figura 37-Evolução do mobiliário ... 44

Figura 38-Análise ergonómica_Cadeira ... 46

Figura 39-Análise ergonómica_Mesas ... 47

Figura 40-Análise ergonómica_Mesas ... 48

Figura 41-Mobiliário Urbano_Banco Unitário ... 49

Figura 42-Mobiliário Urbano_Banco Longo ... 49

Figura 43-Mobiliário Urbano_Banco Longo ... 49

Figura 44-Mobiliário Urbano_Bloco ... 51

Figura 45-Mobiliário Urbano_Mesa ... 52

Figura 46-Mobiliário Urbano_Biblioteca ... 53

Figura 47-Mobiliário Urbano_Caixote do lixo ... 54

Figura 48-Mobiliário Urbano_Marco de correio CTT ... 55

Figura 49-Mobiliário Urbano_Suporte para bicicletas ... 56

Figura 50-Mobiliário Urbano_Luminárias de Estrada ... 57

Figura 51-Mobiliário Urbano_Luminárias de Chão ... 58

ÍNDICE DE TABELAS

Tabela 1-Dados ergonómicos_Mesa ... 33

Tabela 2-Dados ergonómicos_Mesa ... 33

Tabela 3-Dados ergonómicos_Mesas ... 34

Tabela 4-Dados ergonómicos_Altura do Suco poplíteo ... 45

Tabela 5-Dados ergonómicos_Largura do quadril ... 45

Tabela 6-Dados ergonómicos_Assento ... 46

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ÍNDICE DE ILUSTRAÇÕES

Ilustração 1-Banco longo_Movimento de peças ... 50

Ilustração 2-Banco longo_Blocos ... 51

Ilustração 3-Mobiliário Urbano_Mesa ... 52

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ABREVIATURAS

km – Quilómetros Lda – Limitada mm – milímetros

CNC – Computer Numeric Control MDF – Medium Density Fiberboard cm – centímetros

min. – Mínimo

C.M.O – Câmara Municipal de Ovar ARU – Área de Reabilitação Urbana CTT – Correio, Telégrafos e Telefones UV – Ultra Violeta

LED – Light Emitting Diode K – Kelvin

lm – Lúmen V – Volt W - Watt

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INTRODUÇÃO

O presente relatório foi elaborado no âmbito do estágio curricular para a conclusão da Licenciatura em Design de Equipamento, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico da Guarda.

O estágio curricular, foi realizado entre os meses Junho e Julho de 2015, sendo a instituição acolhedora, Moving Something, Lda/ ad+r Creative Studio, em que o atelier de design, ad+r Creative Studio, situa-se na cidade de S. João da Madeira, distrito de Aveiro.

Sendo o relatório de estágio um documento muito importante, pois descreve todos os trabalhos propostos e desenvolvidos ao longo do estágio, este apresenta a instituição e o meio envolvente e apresenta por capítulos os projetos realizados, onde é feita uma análise mais a fundo de cada projeto.

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GEOGRAFIA DO MUNICÍPIO DE OVAR

Segundo os últimos dados disponíveis (censo 2001), Ovar tinha uma população residente de 55 198 habitantes. A densidade populacional (2002) era de 377,8 h/km2. Nas últimas décadas verificou-se um crescimento acentuado da população urbana, tendo os aglomerados de Ovar (1984) e Esmoriz ganho a categoria de cidades.

A forma de povoamento rural predominante na região é o povoamento disperso alinhado. Atualmente, Ovar é um concelho industrial com um leque muito variado de atividades que vão de têxtil e vestuário à metalúrgica e produtos metálicos, da produção de rações à cordoaria, do material elétrico à montagem de automóveis ou ao fabrico de componentes. Apesar do desenvolvimento industrial e da consequente urbanização, Ovar apresenta, ainda, vastas áreas propícias ao mais diversificado tipo de atividades turísticas: quilómetros de praias enquadradas por pinhal e a beleza ímpar da Ria de Aveiro. Atualmente, em Ovar, procura-se obter um desenvolvimento equilibrado, com um consequente crescimento do sector do comércio e dos serviços que assegure um crescente bem-estar à população. Esse desenvolvimento equilibrado, conjugado com as preocupações de preservação do meio ambiente e de desenvolvimento urbanístico, será, certamente, um dos fatores que vai tornar Ovar um concelho cada vez mais atrativo e virado para o futuro. As Figuras 1 a 3 ilustram o brasão, a localização geográfica e a bandeira do concelho de Ovar.

HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE OVAR

Pensa-se que a região que hoje faz parte integrante do concelho de Ovar terá sido habitada desde a Pré-História, uma vez que apresentava condições favoráveis ao estabelecimento das primitivas comunidades humanas.

Uma linha de costa muito diferente da atual, uma zona lagunar propícia à caça e à pesca, solos leves e fáceis de trabalhar devem ter constituído, ao longo dos séculos, fatores de atração e de fixação de habitantes...

Desse passado longínquo não restou, no entanto, qualquer vestígio conhecido. Só temos notícias das populações da zona de Ovar, já em tempos históricos, a partir do século XI. Tanto quanto sabemos, o aglomerado de Ovar terá surgido da fusão de uma série de aldeias próximas, sendo as mais importantes Ovar e Cabanões.

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Terra de lavradores, pescadores, comerciantes de sal e artesãos, Ovar foi crescendo e ganhando importância, tendo recebido foral dado por D. Manuel I, em 10 de Fevereiro de 1514. O grande impulso ao crescimento demográfico da zona verificou-se a partir do século XVIII, facto a que não é alheia a introdução de novas técnicas de pesca (as Artes Grandes ou Xávega) e de salga e conservação do pescado.

As dificuldades sentidas pelos habitantes de Ovar, na sua luta pelo pão de cada dia, levaram muitos a calcorrear os caminhos do Mundo. Os pescadores vareiros espalharam-se pelos vários portos da costa portuguesa (até ao Algarve), os mercantéis de Ovar percorreram os difíceis e tortuosos caminhos das Beiras e de Trás-os-Montes. Os mais aventureiros atravessaram o Atlântico e tentaram a sorte nas Terras de Santa Cruz. O secular quadro rural e piscatório foi profundamente subvertido, no século XX, com a industrialização que, acelerara sobretudo a partir das décadas de 50 e 60, transformou Ovar num concelho totalmente diferente, onde mais de metade da população ativa se emprega no sector secundário.

Figura 1-Brasão da Cidade de Ovar

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HISTÓRIA DA EMPRESA

Fundada em Novembro do ano 2014 em Esmoriz, concelho de Ovar, a Moving Something

(Fig-4) é uma jovem empresa cuja área de negócios é orientada para a conceção e

materialização de mobiliário, componentes em madeira e derivados. A parte de conceção fica à responsabilidade do seu gabinete inserido nas instalações da Oliva Creative Factory, com designação comercial ad+r Creative Studio (Fig-5). A parte

produtiva está localizada em Esmoriz, é aqui que se realizam todos os projetos de carpintaria que a ad+r idealiza. Os projetos que esta empresa desenvolve abrangem tanto peças de mobiliários movíveis como amovíveis, como é o caso de cozinhas e armários embutidos e pavimentos. No entanto esta empresa também presta um serviço relacionado com a gestão de projetos de remodelação e decoração de interiores para empresas ou particulares que revelem essa necessidade.

A empresa é detida por dois sócios com quotas idênticas. O Sócio-Gerente é Artur Domingos Pereira Soares e o segundo Sócio é Artur Jorge de Oliveira Soares.

Artur Domingos Soares desde os seus 18 anos se descreve como empresário. A sua experiência profissional já conta com cerca de 40 anos de experiência nesta área de negócio e já desenvolveu projetos para grandes marcas como é o caso da Bi-Silque, Astigarraga, Kit-Line e Ikea. Na Moving Something é responsável pela gestão dos clientes internacionais, fornecedores e pelo departamento de Produção. Já o segundo sócio, Artur Jorge Soares considera-se herdeiro do espírito empreendedor do seu pai. Tem o grau académico de Arquiteto e possui uma pós-graduação em Design de Mobiliário. Em 2013 fundou o gabinete ad+r Creative Studio onde desenvolve trabalhos nas áreas de arquitetura, design e rendering. O papel que assume na Moving Something é de extrema importância, uma vez que, é o impulsionador da criação de projetos diferenciadores e capazes de criar vantagens competitivas à empresa. Este sócio é também responsável pelo gabinete criativo e pela gestão dos clientes nacionais.

A empresa tem uma personalidade muito bem definida, na medida em que procura explorar novos conceitos nos seus produtos, conseguindo desta forma oferecer um produto diferenciador ao mercado. Na materialização dos seus projetos alia as técnicas

(19)

A sua proximidade com o cluster criativo da Oliva Creative Factory permite-lhe absorver novas ideias e potenciar outras que já existam. Um dos principais objetivos da empresa é a internacionalização, sendo esta uma das principais razões pela qual se candidata a este tipo de incentivos. É expectativa da sociedade que a entrada em mercados internacionais venha a alavancar o aumento da dimensão da empresa bem como da sua capacidade produtiva. No entanto, de forma a fazer face ao aumento da procura a empresa necessitará de se qualificar e otimizar os seus processos.

A sustentabilidade da Moving Something assentará na diversificação dos seus clientes e como pedra basilar desta premissa estará a internacionalização. A adoção da estratégia de internacionalização permitirá a empresa crescer, uma vez que cada vez mais o conceito da globalização dos mercados é imposto às empresas que pretendam ter um futuro promissor. Apesar do mercado doméstico estar a retomar de uma acentuada crise económica, existem necessidades, com o aumento da procura de produtos altamente diferenciadores, que a empresa acredita ser capaz de captar em mercados estrangeiros.

VISÃO, MISSÃO E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

A Visão da Moving Something resumem-se em dois pontos cruciais: Consolidar a sua posição tanto no mercado nacional como internacional e ser reconhecida pela sua qualidade e excelência do seu desempenho.

A Missão da Moving Something é assente em 5 pontos fundamentais: - Prestar o melhor serviço a todos os parceiros e apoiar as suas iniciativas.

- Apresentar os seus produtos e serviços como uma mais-valia para os seus clientes. - Oferecer novas soluções que também sejam mais vantajosas.

- Estimular a criatividade própria e a dos seus parceiros.

- Investir em produtos que tenham uma relação preço/qualidade mais vantajosa para o mercado.

(20)

LOCALIZAÇÃO DA EMPRESA ACOLHEDORA

Empresa: Moving Something, Lda Morada: Rua da Indústria, 223 1º 3885-464 Esmoriz

Atelier de Design: ad+r Creative Studio Morada: 240, Rua da Fundição

3700-204 São João da Madeira

Figura 5-Logótipo do Atelier ad+r creative studio

Fonte: ad+r creative studio

Figura 4-Logótipo da Empresa Moving Something

(21)
(22)

OBJETIVOS

Os objetivos do estágio curricular foram os seguintes:

1- Integração do estagiário na empresa/ atelier ad+r creative studio;

2- Desenvolvimento de projetos relacionados com mobiliário de interiores e de exteriores/ urbano;

3- Apresentação das propostas às empresas/ clientes.

O supervisor na empresa/atelier, Artur Jorge Soares, proporcionou ao estagiário os meios necessários para atingir os objetivos propostos.

Foi possível aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo da licenciatura e desenvolver novas competências para preparar o estagiário para o mundo do trabalho.

METODOLOGIA PROJETUAL

Ao longo do estágio curricular, no processo de realização de projetos propostos pela empresa/supervisor do atelier de design, para que estes corressem da melhor forma e sem sobressaltos, foi necessário adotar uma metodologia de trabalho que é essencial para determinar as etapas a seguir durante todo o processo criativo.

Sendo a metodologia projetual “ Um conjunto de instrumentos de navegação que tornam mais fácil a orientação durante o processo projetual” [1], esta ajuda-nos a determinar

a sequência das ações, o conteúdo da ação e os processos específicos a aplicar e ainda permite-nos conhecer melhor a natureza do processo projetual, libertá-lo das ‘garras’ da intuição, objetivando-o, evitar comportamentos erráticos e motivar as decisões projetuais[2].

Assim sendo, o estagiário deve adotar certos métodos de trabalho, conforme os problemas/oportunidades lançados pelos clientes.

Todos os trabalhos/projetos realizados no estágio tiveram sempre uma metodologia associada, sendo a adotada uma metodologia circular, conforme a Fig-6, iniciando-se

(23)

No decorrer dos projetos, com a metodologia adotada, o estagiário depois de ter o problema definido, começou a fazer bastante análise daquilo que já existe no mercado, análise sincrónica, e uma análise histórica da evolução do produto, análise diacrónica. Na transição da fase do ‘Decidir’ para a fase do ‘Realizar’, tiveram que ser feitos vários estudos, estudos sobre a Ergonomia, Meio envolvente e estudo de materiais.

A Ergonomia é uma ciência suportada por variadíssimas áreas do conhecimento, tais como a Antropometria, que estuda as dimensões humanas, a Biomecânica, que estuda a parte da elevação e do transporte de cargas, a Psicologia, a Engenharia, etc. e visa adaptar o trabalho ao Homem em todas as suas vertentes, tendo como principais preocupações a segurança, no que diz respeito a acidentes e à saúde ocupacional, a eficiência na produtividade e qualidade e o conforto, no que diz respeito à satisfação e ao estímulo do utilizador[3].

Portanto, a aplicação da Ergonomia é muito importante, pelo que deve estar sempre presente em qualquer trabalho/projeto.

Figura 6-Metodologia circular adotada

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(25)

INTRODUÇÃO

Tendo iniciado o estágio no dia 2 de Junho de 2015, já estava iniciado e decorria um projeto/linha de mobiliário de interiores para uma empresa cliente, AKABA Mobiliário, Unipessoal, Lda.

Esta linha, SIGHTS, consiste num conjunto de Móveis de TV para sala, tendo 4 tipos diferentes de mobiliário, conforme podemos observar nas figuras 7 a 10.

Foi então proposto ao estagiário a elaboração de novos alçados (portas) e outros tipos de pé para as peças de mobiliário.

Posto isto, foi proposto um segundo trabalho/projeto ao estagiário, desenvolver duas linhas de mobiliário para a mesma empresa cliente, AKABA Mobiliário, Unipessoal, Lda. Estas linhas de mobiliário consistem num conjunto de móvel aparador, móvel TV, mesas de sala, mobiliário para quartos (cama de casal, mesinhas de cabeceira e camiseiro). Como referência foram fornecidas informações sobre empresas do mesmo setor da empresa AKABA Mobiliário, Unipessoal, Lda.

Figura 10-Móvel TV_SIGHTS

Fonte: ad+r creative studio

Figura 9-Móvel TV_SIGHTS

Fonte: ad+r creative studio

Figura 7-Móvel TV_SIGHTS

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O terceiro projeto proposto consiste na conceção de mobiliário urbano, num projeto lançado pela Câmara Municipal de Ovar, projeto este que visa levar mais harmonia e mais dinâmica ao centro histórico da cidade de Ovar, pretendendo assim dinamizar o comércio local, utilizando os azulejos padrão da cidade.

Ovar ostenta o estatuto de cidade-museu do azulejo com orgulho e vaidade. É um museu sem portas, paredes ou telhados. É um museu ao ar livre construído por fachadas azulejares de muitas casas revestidas com pedacinhos de cerâmica de várias cores e padrões (Figuras 11 e 12).

Durante este projeto, foi necessário uma vasta pesquisa e um estudo bastante aprofundado sobre mobiliário urbano, intervenções em centros históricos, bem como um estudo sobre a cidade de Ovar claro está. Uma leitura da proposta teve que ser feita, para assim saber o que era realmente pretendido.

Figura 11- Projeto de reabilitação Urbana do Centro Histórico de Ovar

Fonte: http://www.cm-ovar.pt

Figura 12- Fotomontagem de reabilitação do Centro Histórico de Ovar

Fonte: http://www.publico.pt/local/noticia/ovar-vai-ter-tapetes-de-azulejo-e-esplanadas-no-centro-da-cidade-1687080

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PROJETO 1 – NOVOS ALÇADOS_SIGHTS

Sendo que este projeto já tinha dado início muito antes de o estágio começar, o que quer dizer que o estagiário entrou no projeto e já este ia a meio, este já tinha sido previamente iniciado com uma determinada metodologia, escolhida pelo arquiteto Artur Jorge Soares, semelhante à mencionada no capítulo 3, portanto o estagiário não necessitou de a fazer nem de a aplicar no projeto.

O trabalho proposto neste projeto consistiu em criar novos alçados/frentes (portas), assim como novos pés, para as peças de mobiliário já idealizadas e modeladas pelo arquiteto Artur Jorge Soares, conforme foi mencionado no tópico anterior pelas figuras 7 a 10. Numa primeira etapa foi analisada a linha de mobiliário já realizada conforme podemos observar na Fig-13, com dimensões gerais (1800 x 400 x 450 mm), e com materiais (carvalho e melamina branca ou de carvalho), as restantes dimensões estão presentes nos desenhos técnicos (Anexo 1).

Figura 13-Móvel TV_SIGHTS Fonte: ad+r creative studio

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A linha SIGHTS resume-se bastante a padrões repetidos e geométricos, que por sua vez interligam-se de porta para porta, apesar de ter uma gama com um padrão um pouco mais ‘livre’, bem como cortes, engrave, saliências (positivo- p/fora/negativo- p/ dentro), são bastante visíveis. Todo este trabalho de cortes é efetuado por máquinas CNC, sendo um produto para ser comercializado em série, em termos de custos a empresa acaba por beneficiar ao invés de ter ‘trabalhos’ completamente distintos em cada porta. Posto isto iniciou-se a fase de esboço/sketching das novas portas, assim como um estudo sobre potenciais tipos de materiais a serem utilizados nas mesmas, acompanhado de alguma pesquisa sobre mobiliário idêntico.

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Observando a Moodboard efetuada, podemos constatar que nela estão presentes os mesmos ideais referidos anteriormente.

Tendo já a ideia definida, passou-se para a fase da modelação 3D seguido de trabalho de renderização, para que o cliente em especial, mas também a própria equipa de trabalho, ficassem a perceber melhor o projeto.

IDEIAS/ MODELAÇÕES INICIAIS

Conforme representado nas figuras 15 a 17, novos tipos de portas e de pés

foram desenvolvidos com o intuito de diversificar um pouco mais esta linha,

SIGHTS, com padrões geométricos e que se interligam, tal como referido anteriormente

(Fig-13). Estes baseiam-se nas formas geométricas do losango, triângulo e

paralelepípedos, com diferentes medidas de engrave, tanto positivo como negativo, tendo o modelo das figuras 15 e 17 três medidas distintas e o modelo da Fig-16 duas medidas distintas. As portas têm o funcionamento de fecho por toque pulsador, já pré-definido anteriormente pelo arquiteto Artur Jorge Soares.

Também se pode constatar que outros tipos de pés foram desenvolvidos para estas gamas, tentando acompanhar a mesma ideia das portas, sendo que estes modelos são

acompanhados de outros tipos de mobiliário que completam a linha SIGHTS (Anexo2).

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Figura 17-Modelação 3D_SIGHTS Figura 16-Modelação 3D_SIGHTS

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PROJETO 2- CONCEÇÃO DE MOBILIÁRIO

LINHA_SPYM COLLECTION

i. Reconhecimento do problema

A Moving Something tem alguns clientes já habituais, como é o caso da AKABA Mobiliário, Unipessoal, Lda, no qual a conceção desta linha de mobiliário, e da próxima mencionada no tópico seguinte (GEO), são para esta mesma empresa.

Tratando-se de design de interiores (mobiliário interior), este projeto, que já está definido no contrato entre as duas empresas de fazer duas linhas de mobiliário por ano, estes ficam ao cargo do Departamento de Design (ad+r creative studio), onde o estagiário realizou o seu estágio, pelo que lhe foi proposto ficar ao encargo deste projeto.

Os requisitos para esta linha de mobiliário são os seguintes:

Dimensões gerais: 1800 x 400 x 450 mm

Materiais: Carvalho, melamina branca ou de carvalho, madeira lacada com várias cores, vidro.

Trabalho: Engrave, cortes na madeira

Mobiliário: Móvel aparador, móvel TV, mesas de sala, mobiliário para quartos (cama de casal, mesinhas de cabeceira e camiseiro).

ii. Análise do problema (Sincrónica/Diacrónica)

A análise sincrónica vem comparar o equipamento/produto a desenvolver com outros do mesmo ramo que já existem no mercado.

Depois de realizar alguma pesquisa, foram encontrados vários tipos de mobiliário de sala e quarto, género de mobiliário do projeto proposto, é de realçar que nesta pesquisa/

análise foi tido em conta o mobiliário de algumas empresas, a empresa AKABA Mobiliário, Unipessoal, Lda (empresa cliente), e a ALEAL e a ÉPOCA (Anexo 3).

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A análise diacrónica refere-se a toda a história, a toda a evolução cronológica do equipamento/produto.

O mobiliário português já tem início desde o período medieval, este que foi o ponto de partida para destacar a produção de fatores identitários que marcam a história do mobiliário português. Da articulação de estilos, épocas, costumes, nasce a produção do mobiliário que traduz imensos significados.

No começo do século XV o mobiliário gótico português e europeu era feito

maioritariamente em carvalho e a decoração copiava os motivos da arquitetura civil e religiosa (Anexo 4). Contudo só nos séculos XVI e XVII é que se fizeram sentir novas

descobertas em termos de culturas, no século XVI o mobiliário português começou a desenvolver-se nas obras do embutido, do torno e da talha, surgindo as primeiras

aplicações de pregaria e do couro. Já no século XVII o mobiliário era caracterizado pelo Barroco na decoração artística dos elementos ornamentais e utilizavam-se alguns

materiais exóticos.

A simplicidade, austeridade, os detalhes, a capacidade de inovar, proporcionam novos gostos e releituras do passado a partir dos meados do século XIX. Com a evolução do mobiliário português [4], novos métodos devem ser estudados e aplicados para se

poder ajustar o “antigo” e poder criar o mobiliário atual. iii. Desenvolvimento de ideias

Tendo já uma análise feita, iniciou-se a fase do desenvolvimento de ideias tirando partido do esboço/sketching (Fig-18) que também encara um papel de pesquisa.

SPYM Collection vai ao encontro de uma abordagem simples e ‘limpa’ mas que também se remete a uma ideia do mobiliário antigo (Anexo 4).

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iv. Realização do projeto

Depois de decidir/definir o tipo de mobiliário a seguir, iniciou-se a fase de desenvolvimento/realização do projeto, ou seja, a fase de modelação virtual 3D, todo o processo de renderização bem como o estudo de materiais/cores a utilizar, que neste caso, o material, já estava definido antes do início do projeto conforme referenciado no tópico anterior, pelo que foi iniciado um estudo sobre potenciais cores para a toda a linha, SPYM Collection.

SPYM Collection engloba 2 gamas diferenciadas por cores diferentes, uma apresenta madeira de carvalho na sua maioria com pequenos ‘traços’ a preto (uma gama mais forte, mais pesada), enquanto que a outra apresenta na sua maioria MDF lacado em cor branca com pequenos traços a dourado (uma gama mais ‘clean’, mais leve) como podemos observar nas figuras 22 a 27 e no Anexo 5. As medidas foram baseadas em [5].

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a. Estudo ergonómico cm A 335,3 – 365,8 B 76,2 – 91,4 C 182,9 D 45,7 – 61,0 E 30,5 F 61,0 G 127,0 – 137,2 H 127,0 – 152,4 I 137,2 J 218,4 – 259,1 K 228,6 -243,8 cm A 335,3 – 411,5 B 167,6 – 205,7 C 76,2 – 91,4 D 45,7 – 61,0 E 91,4 – 106,7 F 73,7 – 76,2 G 68,6 H 48,3 I 152,4 – 182,9

Figura 19-Análise ergonómica_Mesa

Fonte:[5]

Tabela 1-Dados ergonómicos_Mesa

Fonte: [5]

Figura 20-Análise ergonómica_Mesas

Fonte:[5]

Tabela 2-Dados ergonómicos_Mesa

(35)

cm A 243,8 – 259,1 B 45,7 – 61,0 C 30,5 D 76,2 E 335,3 – 365,8 F 243,8 G 45,7 H 137,2 I 91,4 – 106,7 J 121,9 min. K 45,7 min.

Figura 21-Análise ergonómica_Mesas

Fonte:[5]

Tabela 3-Dados ergonómicos_Mesas Fonte:[5]

As medidas consideradas para o tampo da mesa foi de 106,7 cm, para o lado menor, e de 130 cm para o lado maior, visto tratar-se de mesa de sala.

(36)

b. Conceção

Figura 23-Mesa Retângular_SPYM Collection Figura 22-Aparador_SPYM Collection

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Figura 25- Camiseiro_SPYM Collection

Figura 26- Cama de casal c/ mesinha de cabeceira_SPYM Collection

(38)

LINHA GEO COLLECTION

Desenvolvimento de ideias

Tendo já uma análise feita, iniciou-se a fase do desenvolvimento de ideias tirando partido do esboço/sketching que também encara um papel de pesquisa.

GEO Collection é uma linha mais geométrica, daí o seu nome, tendo padrões que se ligam, que se conectam ou que se espelham, conforme podemos observar naFig- 28.

(39)

Realização do projeto

Depois de decidir/definir o tipo de mobiliário a seguir, iniciou-se a fase de desenvolvimento/realização do projeto, ou seja, a fase de modelação virtual 3D, todo o processo de renderização bem como o estudo de materiais/cores a utilizar, que neste caso, o material, já estava definido antes do início do projeto conforme referenciado no tópico anterior, pelo que foi iniciado um estudo sobre potenciais cores para a toda a linha, GEO Collection.

GEO Collection, tal como a SPYM Collection, engloba duas gamas diferenciadas por cores diferentes, uma apresenta madeira de carvalho na sua maioria com pequenas formas geométricas num tom mais claro ou mais escuro, enquanto que a outra

apresenta na sua maioria MDF lacado em cor branca com pequenas formas

geométricas a dourado (uma gama mais ‘clean’, mais leve) como podemos observar nas

figuras 29 a 35 e no Anexo 5.

Figura 29-Aparador_GEO Collection

(40)

Figura 31-Mesa Redonda_GEO Collection

Figura 32-Camiseiro_GEO Collection

(41)

Figura 34-Móvel TV_GEO Collection

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PROJETO 3- MOBILIÁRIO/EQUIPAMENTO URBANO-C.M.O

RECONHECIMENTO DO PROBLEMA

Foi lançado, pela C.M.O, um projeto de reabilitação do centro histórico de Ovar, visando dinamizar o comércio local, utilizando os azulejos padrão da cidade(Anexo 6).

Sendo um projeto aberto a todas as empresas/ateliers de design e arquitetura, a ad+r Creative Studio decidiu aproveitar esta oportunidade para que também conseguisse ganhar confiança e cativar a C.M.O para que a ad+r Creative Studio venha a colaborar noutros projetos futuros.

A ARU do Centro histórico de Ovar tem por objetivo geral promover a reabilitação de edifícios da área de intervenção bem como a reabilitação do mobiliário urbano existente, área em que entra o trabalho do estagiário. Os objetivos específicos em que a ad+r Creative Studio pode contribuir com o seu trabalho são os seguintes:

- Consolidar a cidade de Ovar enquanto centralidade estruturadora do município, através do reequilíbrio da ocupação no seu interior e dos aglomerados envolventes;

- Desenvolver ações de reabilitação, regeneração e renovação urbana que combatam as carências e os desequilíbrios sócio territoriais existentes;

- Proteger e promover a valorização do património cultural edificado como fator de identidade e diferenciação urbana;

- Garantir o bom funcionamento das infraestruturas urbanas e do espaço público;

- Travar o declínio demográfico e o abandono do Centro Histórico, reforçando a atividade existente e promovendo a instalação de novos usos;

ANÁLISE DO PROBLEMA (SINCRÓNICA/DIACRÓNICA)

A análise sincrónica vem comparar o equipamento/produto a desenvolver com outros do mesmo ramo que já existem no mercado.

Depois de realizar uma vasta pesquisa, foram encontrados vários tipos de mobiliário urbano, concebidos de maneiras totalmente diferentes e de diferentes materiais, para

(43)

Moura, isto para perceber melhor como é realizado o trabalho de reabilitação urbana em centros históricos.

Quanto à análise diacrónica, esta refere-se a toda a história/evolução cronológica do equipamento/produto, neste caso mobiliário urbano.

O mobiliário urbano evoluiu historicamente numa relação direta entre a cidade e a utilização por parte dos cidadãos. Este pode ser considerado uma parte integrante da urbe, acompanhou a evolução do processo de urbanização desde os meados do século XIX e XX, o que levou à implantação de novos serviços públicos, a fim de responderem às necessidades do crescente número de habitantes nas cidades. Desde meados do século XIX até meados do século XX que se assistiu a um processo sistemático de "mobilar e equipar" o espaço público, ao qual podemos denominar fase de normalização da paisagem urbana. O desenho da cidade supõe a utilização de determinados elementos móveis, como o mobiliário, para satisfazer as necessidades dos cidadãos, seja numa cidade de província ou numa grande capital.

De um modo geral o mobiliário urbano é um conjunto de equipamentos de rua, inseridos num espaço público, com o propósito de oferecer serviços específicos e funções diversas, a fim de responder às necessidades de uma sociedade, como o lazer; a comunicação; o descanso; a limpeza; as delimitações do espaço pedonal, entre outros. Porém nem sempre estes elementos são de utilização direta por parte dos cidadãos, como é o caso das estátuas; as floreiras; as fontes, etc. Sabemos que a implantação deste mobiliário alterou a paisagem urbana e segundo alguns registos do século passado, terá havido por parte do município, necessidade de ordenação do espaço e do mobiliário urbano nomeadamente no alinhamento e espaçamento regular dos marcos, candeeiros, postes e bancos.

Atualmente, o mobiliário urbano constitui uma presença constante em toda a cidade, sob a orientação de entidades reguladoras dos espaços públicos, que estabeleceram as regras de localização e implementação dos mesmos.

Assim, a colocação do mobiliário urbano tem como objetivo satisfazer as necessidades dos cidadãos, e fará sempre parte da história da cidade (http://repositorio.ul.pt).

(44)

DESENVOLVIMENTO DE IDEIAS

Depois de uma análise feita, iniciou-se a fase do desenvolvimento de ideias tirando partido do esboço/sketching que também encara um papel de pesquisa. O projeto consiste na conceção de praticamente todo o tipo de mobiliário/equipamento urbano existente, desde bancos, mesas, luminárias e bibliotecas de rua.

Nesta fase muito sketch foi realizado até encontrar a forma/geometria certa para o mobiliário em questão, conforme podemos observar na Fig-36. Outras pesquisas/

sketches apresentam-se no Anexo 6.

(45)

REALIZAÇÃO DO PROJETO

Tendo terminado a fase de esboço/sketching iniciou-se a faze de modelação 3D assim como o estudo de potenciais materiais e todo o estudo de medidas ergonómicas para todas as peças de mobiliário, a fim de haver um certo conforto quando utilizadas pelas pessoas. Pretendendo dar solução a uma continuada insuficiência, degradação e obsolescência de alguns edifícios e espaços, promovendo assim uma intervenção integrada, através da delimitação de uma área de reabilitação urbana, melhorando as suas condições e valorizando principalmente o património cultural, através dos padrões azulejares da cidade de ovar, a ad+r Creative Studio aposta numa linha de mobiliário urbano variado que não foge deste tema e que vem valorizar bastante o seu património cultural.

Este mobiliário urbano partiu de um princípio de juntar o próprio nome da cidade de Ovar com um dos aspetos do seu património cultural, os padrões azulejares. A sua forma parte assim das próprias letras do nome da cidade, Ovar, fazendo referência às letras ‘O’ e ‘V’, como se pode observar nos esboços (Fig-37), a forma do mobiliário ‘nasceu’ da

forma da letra ‘O’, vindo, posteriormente, a aperfeiçoar-se, fazendo ligação com a letra ‘V’ assumindo assim os ângulos da própria letra como podemos observar. A forma final trás mais ‘leveza’ a todas as peças, nota-se que é uma peça mais ‘limpa’, com bastante simplicidade mas atrativa, os seus chanfros nas extremidades de cada peça fazem com que esta se torne mais apelativa e que fuja um pouco do ‘normal’, livrando-se assim de quinas vivas, o que não é aconselhável.

Forma inicial Forma Final

(46)

i. Estudo ergonómico

Tabela 4-Dados ergonómicos_Altura do Suco poplíteo

Fonte:[5]

Tabela 5-Dados ergonómicos_Largura do quadril

Fonte:[5]

O percentil considerado para a medida do sulco poplíteo foi o percentil 50 dos homens, sendo utilizada a medida 45 cm.

(47)

cm A 78,7 – 83,8 B 39,4 – 40,6 C 40,6 – 43,2 D 43,2 – 61,0 E 0,0 – 15,2 F 39,4 – 45,7 G 20,3 – 25,4 H 30,5 I 45,7 – 50,8 J 61,0 – 71,1 K 58,4 – 73,7

Figura 38-Análise ergonómica_Cadeira

Fonte:[5]

Tabela 6-Dados ergonómicos_Assento

Fonte:[5]

A medida considerada para a profundidade dos bancos foi de 49 cm, um pouco mais alta do que a referida em F na tabela 6, pois os bancos concebidos não têm costas, podendo haver

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cm A 243,8 – 259,1 B 45,7 – 61,0 C 30,5 D 76,2 E 335,3 – 365,8 F 243,8 G 45,7 H 137,2 I 91,4 – 106,7 J 121,9 min. K 45,7 min.

Figura 39-Análise ergonómica_Mesas

Fonte:[5]

Tabela 7-Dados ergonómicos_Mesas Fonte: [5]

(49)

cm A 335,3 – 411,5 B 167,6 – 205,7 C 76,2 – 91,4 D 45,7 – 61,0 E 91,4 – 106,7 F 73,7 – 76,2 G 68,6 H 48,3 I 152,4 – 182,9 J 137,2 – 152,4 K 45,7 L 73,7 – 91,4

Figura 40-Análise ergonómica_Mesas

Fonte: [5]

Tabela 8-Dados ergonómicos_Mesas

Fonte:[5]

(50)

ii. Conceção

A ad+r Creative Studio aposta assim em peças de mobiliário urbano que sejam atrativas ao público-alvo, criando assim alguma dinâmica nas peças com os padrões azulejares, em que o utilizador pode interagir com algumas das peças conforme podemos observar nas seguintes figuras e no decorrer da apresentação.

Como se pode observar nas figuras 41 a 43, estas peças tratam-se de banco unitário e banco longo, respetivamente, tendo as duas peças os padrões azulejares.

Figura 42-Mobiliário Urbano_Banco Longo Figura 41-Mobiliário Urbano_Banco Unitário

(51)

Como podemos reparar, pela Fig-43, este banco, embora tendo a mesma geometria que o banco da Fig-42, este diferencia-se pelo facto de ter no seu assento peças que se podem deslocar ao longo do seu comprimento, podendo cada pessoa movimentá-las conforme desejar.

Podemos perceber melhor o seu movimento na Ilustração-1.

Todas as peças, tanto de mobiliário como equipamento urbano, conforme já referido anteriormente têm todos a mesma geometria, assim sendo, a ad+r Creative Studio a pensar já no futuro, desenvolveu uma peça que vem dar mais ‘força’ a todas as peças de mobiliário urbano.

Os bancos públicos são peças de mobiliário urbano, que em certas zonas e em certas estações do ano, como o verão por exemplo, podem ter muita afluência de pessoas, necessitando estas de um espaço de descanso que lhes traga algum conforto, quer físico quer psicológico. A pensar nesse conforto, a ad+r Creative Studio desenvolveu uma peça que se integra nos dois tipos de bancos, unitário e longo, a fim de colocar mais bancos na mesma zona se necessário, poder colocar floreira num dos bancos, pequenas árvores, criando assim alguma dinâmica com os bancos e tornando-os diferentes e com diferentes utilizações se necessário.

Podemos observar este mobiliário naFig-44 e Ilustração-2 .

(52)

Figura 44-Mobiliário Urbano_Bloco

(53)

Podemos reparar que a mesa (Fig-45) contém a mesma geometria que os bancos, esta está presente no seu pé. Com esta peça de mobiliário o utilizador poderá também interagir com a mesma, tirando partido de um manusear das peças azulejares que estão no tampo da mesa, movimentando-as como um puzzle.

Podemos perceber melhor a possibilidade de reconfiguração do tampo da mesa na

Ilustração-3.

Figura 45-Mobiliário Urbano_Mesa

(54)

A biblioteca de rua que foi desenvolvida (Fig-46), tem espaços para a colocação de

livros e de revistas/jornais, na zona inferior com maior espaço, informações que a C.M.O queira disponibilizar. A ideia principal é que os cidadãos quando pegarem nos livros, revistas ou jornais para lerem o façam no local, ou também, que os levem para suas casas, repondo-os mais tarde ou até trocando-os por outros livros que tenham e que queiram disponibilizar aos restantes cidadãos. Esta iniciativa já se verifica no

estrangeiro, como é caso de Londres, em cabines telefónicas, e mesmo até em Portugal, no caso da biblioteca mais pequena do país, instalada em Barcelinhos, concelho de Barcelos, numa antiga cabine telefónica inglesa (Anexo 6).

O caixote do lixo proposto (Fig-47) apresenta duas versões, uma com padrões

azulejares apenas na base, e a outra com padrões azulejares na base e sensivelmente a meio do ‘corpo’ do caixote. A limpeza do mesmo faz-se com a retirada do caixote de metal que está dentro da estrutura de cimento, como se verifica Ilustração-4.

(55)

Uma vez que a cidade integra, como é claro, marcos de correio dos CTT e estes fazem parte da família do mobiliário urbano, a ad+r Creative studio trabalhou também no sentido de os renovar, integrando-os também na família do mobiliário urbano que tem vindo a desenvolver (Fig-48).

Figura 47-Mobiliário Urbano_Caixote do lixo

(56)

geometria diferente dos marcos tradicionais de correio dos CTT como é óbvio, mas mantendo as suas cores padrão (Vermelho e Preto).

Este projeto, como já referido anteriormente neste capítulo, incide sobre o centro histórico da cidade de Ovar, o que quer dizer que existem algumas ruas e largos dos quais não é permitida a circulação de viaturas, apenas circulação de pessoas e bicicletas.

Neste sentido foi desenvolvido uma peça de mobiliário que suporte bicicletas (Fig-49),

que uma vez mais não foge à geometria ‘mãe’ e que também vem dar harmonia à cidade. O topo da peça serve de floreira para dar mais harmonia ao espaço público.

(57)

No que diz respeito a equipamento de iluminação exterior, luminárias de estrada e luminárias de chão, a ad+r Creative studio uma vez mais quis marcar presença neste campo. As luminárias de estrada são também constituídas por uma peça na base que funciona como um apoio de braços ou para pequenos arrumos temporários,

conforme podemos observar na Fig-50, existem 2 tipos de peças, um para pequenos arrumos e apoio de braços, e outro que serve apenas como apoio de braços, dando oportunidade de escolha ao cliente.

Sendo que a cidade em questão, Ovar, está situada na zona da costa portuguesa, o que quer dizer que esta está sujeita a ventos provenientes do mar, ventos estes que trazem muitas partículas de água salgada que são piores no que toca à corrosão, a corrosão é maior e mais rápida. Posto isto, conclui-se que as luminárias têm de ser concebidas com um material que tenha em conta estes aspetos referidos.

Corpo das luminárias em alumínio injetado (livre de cobre) EN AB-47100 com alta resistência à corrosão[6], tendo na ‘cabeça’ da luminária vidro temperado transparente com 5 mm de espessura. Existe uma porta de inspeção nivelada com a superfície do poste, para que, como o próprio nome indica, poder ser feita inspeção na luminária a nível eletrónico sempre que necessário.

No final inicia-se um processo de dupla pintura a pó, que se baseia em 3 passos: - Tratamento da superfície contendo nano partículas de cerâmica (Bonderite); - Pintura com primário de epóxi;

- Pintura a pó de poliéster com alta resistência contra os raios UV e a ambientes agressivos [6];

As luminárias são constituídas por lâmpadas LED que são fornecidos com circuito LED.

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36 LED branco 4000K CRI70 (cima) 24 LED branco 4000K CRI70 (baixo)

Fluxo Luminoso de 9472lm (cima)/ 5700lm (baixo)

Entrada com potência de 230V/ 107W (cima)/ 230V/ 60W (baixo) Fluxo Luminoso para cima desperdiçado 0%

(59)

LED 3000K branco CRI90 2016lm Luminária com fluxo de 1034lm Entrada com potência de 240V/ 24W

Fluxo Luminoso para cima desperdiçado 0%

Figura 51-Mobiliário Urbano_Luminárias de Chão

As referências [7] e [8] apresentam ideias sobre design de exteriores, e de mobiliário e equipamento

(60)

CONCLUSÃO

Ao longo do estágio curricular da empresa Moving Something, no atelier de Design ad+r creative studio, foram realizados três projetos, Novas portas e pernas para

móveis, duas linhas de Mobiliário SPYM COLLECTION/ GEO COLLECTION, e um terceiro projeto de reabilitação urbana da cidade de Ovar. Estes dois últimos projetos foram aqueles em que trabalhei com mais dedicação e com resultados mais visiveis.

O estagiário, nestes projetos, introduziu todas as técnicas que aprendeu ao longo da sua formação superior, desde o esboço/sketching, à metodologia, à modelação, entre outras técnicas fundamentais para o bom desenvolvimento de projetos, como é o caso do estudo ergonómico que se deve realizar antes de partir para as fases finais da

conceção, da modelação 3D e antes da produção do equipamento.

Sentir que o trabalho realizado foi valorizado pelos clientes destes projetos,

contribuiu muito para a formação do estagiário e constituirá uma boa base para a vida futura de Designer. A empresa AKABA Mobiliário, Unipessoal, Lda, já manifestou intenção de iniciar a produção das duas linhas de mobiliário propostas pelo estagiário. No que diz respeito ao projeto de reabilitação urbana da cidade de Ovar, depois de uma pequena reunião com a administração da C.M.O para a apresentação do projeto, foi referido que este projeto será uma mais-valia para a cidade de Ovar e que será retomado em data a anunciar pela Câmara de Ovar.

Todo o estágio foi uma mais-valia para o estagiário, por toda a experiência que viveu ao longo do estágio pois foi bastante enriquecedora, quer a nível profissional quer a nível pessoal.

O estagiário mostrou-se sempre disponível para qualquer projeto que a empresa venha a desenvolver para outros clientes no futuro e a administração da ad+r creative studio revelou a intenção de pedir esta colaboração.

(61)

BIBLIOGRAFIA

[1] Gui Bonsiepe, Teoria e Prática do Design Industrial, Editado pelo Centro Português de

Design, 1992

[2] Arlindo Ferreira; Apontamentos da UC Metodologia projetual; IPG, ESTG [3] Miguel Lourenço; Apontamentos da UC Ergonomia; IPG, ESTG

[4] Identidade Portuguesa no Mobiliário (http://comum.rcaap.pt/)

[5] Panero, J. e Zelnik, M., Dimensionamento humano para espaços interiores,Barcelona:

Editorial Gustavo GILI, SA, 2002

[6] Vicent Chiaverini, Tecnologia Mecânica Vol.III 2ª edição, Editora McGraw-Hill Ltda,

1986

[7] Peter Zumthor, Atmosferas, Editorial Gustavo GILI, SA

[8] Javier Arpa, Vários, Aurora Fernández Per, The Public Chance, NUevos

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WEBGRAFIA

http://www.cm-ovar.pt/www/default.aspx http://www.publico.pt/local/noticia/ovar-vai-ter-tapetes-de-azulejo-e-esplanadas-no-centro-da-cidade-1687080 http://p3.publico.pt/cultura/livros/7346/antiga-cabine-telefonica-e-mais-pequena-biblioteca-do-pais http://aleal.pt/en/ http://epoca.pt/ http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/4971/2/ULFBA_TES443.pdf (pág.48) http://www.ikea.com/pt/pt/?cid=pt|ps|exact|go|ikea http://www.simes.com/pt/

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ANEXO 3- EMPRESAS DO SETOR

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ANEXO 4- MOBILIÁRIO PORTUGUÊS/ DESIGN_EVOLUÇÃO

Cadeira tipo “Savoranola e Dantesca”, séc.XV/ Contador hispano-mourisco, séc.XVI-XVII/ Mesa de cabeceira D.José, séc.XVIII/ Mesa de Jogo D.Maria, séc.XVIII/ Caixa contador indo-portuguesa, séc.XVII/ Contador pau-santo, séc.XVII/ Cadeira em palhinha, séc.XIX/ Estilo império, séc.XIX/ Cadeira com entalhe e couro preso por tachas, séc.XVII-XVIII/ Mesa de centro D.João V, séc.XVIII/ Cadeira de embalo, pau-marfim, Joaquim Tenreiro, séc.XX/ Madeira, couro, palhinha, OScar Niemeyer com Colaboração Anna Maria Niemeyer, séc.XX.

Respetivamente da esquerda para a direita, de cima para baixa.

Representação da evolução do design, designer italiano Ferruccio Lavian/ Pormenor do aparador Diamond da marca portuguesa Boca do Lobo. Respetivamente da esquerda para a direita.

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ANEXO 6- PROJETO C.M.O

Padrões azulejares da cidade de Ovar

A cabine telefónica foi restaurada e adaptada pela Fundação Portugal Telecom, ficando agora à guarda da Junta de Barcelinhos, com o nome “Livros do Cávado”

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Referências

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