DIREÇÃO DO INSS APROFUNDA ATAQUES AUMENTANDO AS METAS DE PRODUTIVIDADE, E AINDA QUEREM TRANSFORMAR A GDASS EM AVALIAÇÃO INDIVIDUAL
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(2) nestes setores. Porém, estabelece um aumento progressivo de pontuação que passará a ser de 94 a 120 pontos. Nos últimos dias está circulando um boato de que o INSS publicará memorando para regulamentar acordo feito com entidades sindicais. A FENASPS, alerta para ninguém assinar pacto ou acordo, bem como não autorizar que pessoas ou entidades, sem anuência da categoria ou em seu nome, assine acordo espúrio que traga problemas ao trabalho e a vida dos profissionais do serviço Social. É inaceitável qualquer acordo sem a decisão do conjunto da categoria. ALTERAÇÃO NOS INDICADORES DA GDASS A GDASS foi regulamentada pelo Decreto 6493/2008: “Regulamenta a Gratificação de Desempenho de Atividade do Seguro Social - GDASS, de que trata a Lei no 10.855, de 1o de abril de 2004’, que também instituiu o Comitê Gestor composto, por representante do governo e das entidades que haviam firmado acordo de greve. Em 2016 a lei 13.324/16, tornou a parcela de avaliação institucional em 70 pontos fixos, sendo 10 variável e 20 individual, e incorporação nas aposentadorias pela média de sessenta meses. E desde então tem sido objeto de ataques por parte dos tecnocratas do governo, que pretendem, a todo custo, mudar esta lei que estabeleceu a parcela fixa de setenta pontos. Pois querem usar a GDASS, único instrumento possível de reduzir salários legalmente, para obrigar os servidores a cumprirem as metas abusivas. Na reunião realizada no dia 06 de Março/2021, os tecnocratas do governo alegaram que vem sendo cobrados pelo TCU para mudar a forma de avaliação, atrelando a produtividade individual ou seja, o governo quer impor a nova forma de mensurar os indicadores da GDASS para poder impor as metas abusivas, quem não cumprir terá redução nos salários. Um verdadeiro absurdo. A Federação não tem nenhum acordo com estas alterações. Nenhuma medida administrativa poderá alterar a lei 13.324/16, somente outra lei poderá fazer isto. E cobramos do INSS cópia da notificação do TCU para apresentar ao Tribunal de Contas a posição dos trabalhadores. A Constituição Brasileira veda redução salarial, mas estes estafetas não medem consequências dos seus atos, pois muitos destes tem que fazer este trabalho horrível de buscar a punição como gestão porque esta é a meta deles. Nunca trabalharam numa APS, não se importam com a vida das pessoas. E por alguma razão, vivem a ilusão que estão protegidos encastelados na Direção central. A FENASPS e SINDPREVS/PR, orientam a todos os servidores para fazerem uso dos seus direitos previstos no RJU, não assinarem nenhum pacto de metas e denunciar no MPT e MPF, todos os gestores que praticarem assédio. Não existem saídas fáceis como alguns nonsenses que falam em salvar a categoria numa “Carreira de Estado”, que vem sendo destruído por este governo. Em toda a história dos trabalhadores, somente na luta unificada será possível derrotar este projeto ultraliberal que pretende privatizar o que restou da Previdência Social.. É Tempo de fortalecer as mobilizações enfrentando os ataques contra a Previdência Social uma conquista da classe trabalhadora em 100 anos de luta. Convocamos todas/os para em luta defender nossos direitos e conquistas. SEM LUTA NÃO HÁ VITORIA! OBS: As Portarias citadas estão disponíveis em:.
(3) DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO Publicado em: 03/12/2020 | Edição: 231 | Seção: 1 | Página: 109 Órgão: Ministério da Economia/Instituto Nacional do Seguro Social. PORTARIA Nº 1.199, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2020 Institui o trabalho remoto em caráter excepcional, como medida de proteção e prevenção ao contágio para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (COVID-19). O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto nº 9.746, de 8 de abril de 2019, considerando o previsto no art. 9º da Instrução Normativa nº 109/SGP/SEDGG/ME, de 29 de outubro de 2020, e tendo em vista o contido no Processo Administrativo nº 35014.073504/2020-26, resolve: Art. 1º Autorizar a realização de trabalho remoto em caráter excepcional, no âmbito do INSS, como instrumento temporário, regido nos termos desta Portaria, enquanto perdurar a situação de risco à saúde pública decorrente do novo Coronavírus (COVID-19). CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 2º Para os efeitos desta Portaria, considera-se: I - trabalho remoto: modalidade de trabalho em que o cumprimento das atividades do servidor, empregado, contratado temporário ou estagiário pode ser realizado integral ou parcialmente fora das dependências do INSS, de forma remota, com a utilização de recursos tecnológicos; II - atividade: conjunto de ações específicas a serem realizadas, geralmente de forma individual e supervisionada pelo chefe imediato, para a entrega de produtos no âmbito de projetos e processos de trabalho institucionais; e III - chefia imediata: autoridade responsável diretamente pelo controle de atribuições e de frequência do servidor. CAPÍTULO II DAS REGRAS GERAIS DO TRABALHO REMOTO EM CARÁTER EXCEPCIONAL Art. 3º O trabalho remoto em caráter excepcional poderá ser realizado por servidores, empregados, contratados temporários e estagiários em exercício em quaisquer uma das unidades da Administração Central, nas Superintendências-Regionais - SR, nas GerênciasExecutivas - GEX e nas Agências da Previdência Social - APS exclusivamente mediante pactuação por meta de produtividade, com a respectiva chefia imediata, exceto àqueles designados nos Programas de Gestão que possuem metas específicas. § 1º Poderá ser pactuado trabalho remoto que contemple jornada integral ou parcial, a critério da chefia imediata, respeitando as determinações do INSS relativas ao enfrentamento.
(4) da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (COVID-19). § 2º Deverá ser pactuado trabalho remoto contemplando a jornada integral para todos os servidores em exercício nas unidades do INSS que se mantiverem fechadas em razão da situação de emergência de saúde pública decorrente do coronavírus (COVID-19). § 3º As pactuações de trabalho remoto para os servidores, empregados públicos, contratados temporários e estagiários em exercício nas APS serão firmadas exclusivamente por meta de produtividade pelo Gerente da APS, e aprovadas pelo Gerente-Executivo competente. § 4º A pactuação por meta de produtividade deverá definir a qual área de atividade o servidor ficará vinculado, conforme disposto em tabela de serviços e tarefas disciplinadas na Portaria nº 689/PRES/INSS, de 17 de junho de 2020, ou outra que venha substituí-la. § 5º Os Superintendentes-Regionais poderão alterar a pactuação de trabalho remoto firmada pelos Gerentes de APS, ou pelos Gerentes-Executivos, de forma justificada e documentada no Sistema Eletrônico de Informações - SEI. § 6º O servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário que, em razão de medida cautelar ou penalidade disciplinar, administrativa ou judicial, estiver impedido de executar a atividade pactuada, deve ser alocado em outra atividade prevista na tabela de serviços e tarefas da Portaria nº 689/PRES/INSS, de 2020, ou outra que venha substituí-la. Art. 4º O servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário que venha a executar suas atividades por meio de trabalho remoto em caráter excepcional deverá ter sua jornada registrada no Sistema Eletrônico de Frequência - SISREF com codificação específica, estabelecida pela Portaria Conjunta nº 9/DGPA/DIRAT/INSS, de 25 de agosto de 2020, ou outra que venha substituí-la. Art. 5º O servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário que desempenhar somente parte de suas atividades de forma remota, ou que, pela natureza das mesmas, não possa realizá-las de forma remota, deverá comparecer à sua unidade de trabalho para desempenhá-las de forma presencial, observadas as ressalvas do Ministério da Saúde e da Diretoria de Gestão de Pessoas e Administração - DGPA. § 1º A chefia imediata deve zelar pela melhor distribuição física da força de trabalho presencial, incentivar a corresponsabilidade dos servidores no cuidado coletivo da saúde e na utilização dos ambientes compartilhados, com o objetivo de evitar a concentração e a proximidade de pessoas no ambiente, respeitando a distância mínima de 1 (um) metro entre as estações de trabalho, conforme recomendação do Ministério da Saúde. § 2º Em caso de impossibilidade de distribuição física com a distância mínima de 1 (um) metro entre as estações de trabalho, as chefias imediatas ficam autorizadas a organizar o serviço presencial mediante a adoção das seguintes medidas: I - escala de revezamento em dias alternados, com trabalho presencial/remoto; e II - escala por turno de revezamento, alternando com trabalho presencial/remoto. § 3º Na impossibilidade de se estabelecer as escalas de que tratam o § 2º, as chefias imediatas deverão incentivar a adesão ao Programa de Gestão na modalidade de telebrabalho em regime de execução integral ou parcial, nos termos da Portaria nº 1.038/PRES/INSS, de 7 de outubro de 2020, ou outra que vier a substituí-la. § 4º A adoção de quaisquer das medidas previstas nos incisos I e II do § 2º ocorrerá sem necessidade de compensação de jornada e sem prejuízo da remuneração, desde que devidamente documentadas, nos termos desta Portaria..
(5) § 5º Cabe à chefia imediata do servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário avaliar a incompatibilidade entre a natureza das atividades por ele desempenhadas e o regime de trabalho remoto. Art. 6º Os ocupantes dos cargos de Diretor, Auditor-Geral, Corregedor-Geral, Procurador-Geral da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS, Chefe de Gabinete da Presidência, Coordenador-Geral de Projetos Estratégicos e Inovação, Chefe da Assessoria de Comunicação, e Superintendente-Regional emitirão portaria com a relação dos servidores, empregados públicos, contratados temporários e estagiários que aderiram ao trabalho remoto em caráter excepcional em suas unidades subordinadas. § 1º A publicação deverá indicar o nome e a matrícula do servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário, sua lotação, bem como o tipo de trabalho remoto realizado, conforme § 2º do art. 5º. § 2º Eventuais alterações na relação mencionada no caput deverão ser formalizadas mensalmente, até o 5º (quinto) dia útil de cada mês, por portaria que consolide a relação atualizada. § 3º A Coordenação-Geral de Qualidade de Vida, Saúde e Desenvolvimento do Servidor - CGQSD da DGPA consolidará as publicações indicadas no caput, e encaminhará à Assessoria de Comunicação Social, a relação completa dos servidores, empregados públicos, contratados temporários e estagiários em trabalho remoto para publicação no sítio eletrônico do INSS até o 10º (décimo) dia útil de cada mês. CAPÍTULO III DAS HIPÓTESES DE AUTORIZAÇÃO DO TRABALHO REMOTO Art. 7º Deverão ser priorizados para a execução de trabalho remoto os servidores, empregados, contratados temporários e estagiários que: I - apresentem as condições ou fatores de risco descritos abaixo: a) idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos; b) cardiopatias graves ou descompensadas (insuficiência cardíaca, infartados, revascularizados, portadores de arritmias, hipertensão arterial sistêmica descompensada) e miocardiopatias de diferentes etiologias (insuficiência cardíaca, miocardiopatia isquêmica); c) pneumopatias graves ou descompensados (dependentes de oxigênio, asma moderada/grave, doença pulmonar obstrutiva crônica - DPOC); d) imunodepressão e imunossupressão; e) doenças renais crônicas em estágio avançado (graus 3, 4 e 5); f) doenças cromossômicas com estado de fragilidade imunológica; g) neoplasia maligna (exceto câncer não melanótico de pele); h) doenças hematológicas (incluindo anemia falciforme e talassemia); i) gestantes e lactantes; e j) deficientes; II - na condição de pais, padrastos ou madrastas que possuam filhos ou responsáveis que tenham a guarda de menores em idade escolar ou inferior, durante as férias escolares ou nos locais onde ainda estiverem mantidas a suspensão das aulas presenciais ou dos serviços de creche, e que necessitem da assistência de um dos pais ou guardião, e que não possua cônjuge, companheiro ou outro familiar adulto na residência apto a prestar assistência;.
(6) III - tenham suspeita ou confirmação de diagnóstico de infecção por COVID-19; e IV - coabitem com pessoas que possuam as características indicadas no incisos I e III. § 1º As condições de que trata este artigo deverão ser declaradas e comprovadas conforme estabelecido em ato da DGPA. § 2º A prestação de informação falsa sujeitará o servidor, empregado, contratado temporário ou estagiário às sanções penais e administrativas previstas em Lei. CAPÍTULO IV DA PACTUAÇÃO DE ATIVIDADES Art. 8º As atividades realizadas por meio de trabalho remoto em caráter excepcional deverão ser definidas, avaliadas e acompanhadas pela chefia imediata do servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário, mediante pactuação por meta de produtividade, correspondente a 90 (noventa) pontos mensais, calculada proporcionalmente ao período de trabalho remoto realizado. § 1º A adesão ao trabalho remoto se dará por meio de preenchimento do Formulário de Pactuação de Trabalho Remoto por Meta de Produtividade, constante do Anexo I, devidamente incluído no SEI e assinado pelo servidor empregado público, contratado temporário ou estagiário e por sua chefia imediata. § 2º As atividades que poderão ser executadas por meio de trabalho remoto constam da tabela instituída pela Portaria nº 689/PRES/INSS, de 2020, ou outra que venha substituí-la. § 3º A distribuição e controle das atividades a serem realizadas por meio de trabalho remoto se dará, exclusivamente, por meio do Gerenciador de Tarefas - GET ou e-Tarefas. Art. 9º Excepcionalmente, poderá ser autorizada a pactuação individual de atividades, compatível com a jornada de trabalho, firmada por meio do Formulário de Pactuação de Trabalho Remoto por Produto, constante do Anexo II, no caso de execução de projeto específico, cujas etapas e produtos possam ser claramente identificados, exclusivamente nos níveis de SR e Administração Central, para servidores lotados em qualquer unidade do INSS. § 1º A autorização prevista no caput se dará exclusivamente a critério dos Superintendentes-Regionais, dos Diretores, do Auditor-Geral, do Corregedor-Geral, ProcuradorGeral da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS, do Chefe de Gabinete da Presidência, do Coordenador-Geral de Projetos Estratégicos e Inovação e do Chefe da Assessoria de Comunicação, editada por Portaria. § 2º A pactuação na forma do caput deverá ser incluída no SEI e assinada pelo servidor, empregados públicos, contratados temporários e estagiários e por sua chefia imediata, indicando: I - as atividades pactuadas; II - o detalhamento das entregas esperadas; e III - o esforço em horas estimado para cada entrega. § 3º A pactuação por produto poderá incluir, de forma complementar às demais atividades, a realização de cursos de capacitação na modalidade de Ensino à Distância - EAD, preferencialmente, os cursos prioritários estabelecidos pelo INSS. Art. 10. Os ocupantes de cargos do Grupo - Direção e Assessoramento Superiores, de nível 4 ou superior, ou função equivalente, que são dispensados do controle de frequência em decorrência do disposto no Decreto nº 1.590, de 10 de agosto de 1995, e na Instrução.
(7) Normativa nº 76/PRES/INSS, de 2 de dezembro de 2014, não poderão aderir ao trabalho remoto em caráter excepcional instituído nessa Portaria. CAPÍTULO V DO CONTROLE DE FREQUÊNCIA Art. 11. A chefia imediata atestará o cumprimento da jornada de trabalho referente ao período de realização do trabalho remoto em caráter excepcional a partir da avaliação do efetivo cumprimento dos pactos firmados, para fins de registro no sistema de controle de frequência. § 1º A homologação da frequência realizada pela chefia imediata pressupõe prévia verificação do: I - cumprimento da meta de 90 (noventa) pontos, para os casos de pactuação por meta de produtividade; e II - aceite das entregas pactuadas junto ao emissor da portaria de autorização, para os casos de pactuação por produto. § 2º O não cumprimento ou o cumprimento parcial da pactuação firmada deverá ser registrado pela chefia imediata no SEI. § 3º A não assinatura do pacto deverá ser registrada no SEI e a homologação do Registro de Frequência ficará pendente de avaliação da motivação da não assinatura do pacto. § 4º Os procedimentos para registro e controle dos casos indicados no § 2º será regulamentado pela DGPA em ato próprio. CAPÍTULO VI DAS RESPONSABILIDADES Art. 12. São responsabilidades do servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário submetido ao regime de trabalho remoto em caráter excepcional: I - pactuar as atividades desempenhadas de forma remota; II - cumprir a pactuação firmada com a chefia imediata; III - submeter-se ao acompanhamento periódico para apresentação de resultados parciais e finais, em atendimento aos prazos, atividades, metas de produtividade e produtos pactuados; IV - dispor de infraestrutura tecnológica e de comunicação adequada à execução das atividades fora das dependências das unidades do INSS; V - estar disponível para comunicação com a chefia, e com outros representantes do INSS e do público externo, no que tange às atividades sob sua responsabilidade, inclusive em casos emergenciais e não programados, fora do escopo da pactuação em andamento; VI - manter telefone de contato ativo, cujo número atualizado deverá ser disponibilizado para a chefia imediata; VII - acessar diária e frequentemente o e-mail institucional, além do Microsoft Teams ou outras ferramentas de comunicação definidas pelo INSS, em dias úteis, durante o horário de jornada registrado no SISREF; VIII - estar disponível para comparecimento à unidade de exercício, sempre que houver interesse e necessidade da Administração Pública, ressalvados os servidores, empregados públicos, contratados temporários ou estagiários enquadrados nas hipóteses do art. 7º;.
(8) IX - dar ciência à chefia imediata, de forma tempestiva, de eventual dificuldade, dúvida ou informação que possa atrasar ou prejudicar o cumprimento das atividades sob sua responsabilidade, para avaliação quanto à possibilidade de repactuação de atividades; e X - preservar o sigilo dos dados acessados de forma remota, mediante observância às normas e orientações pertinentes, sob pena de responsabilidade, nos termos da legislação em vigor. Art. 13. O servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário que se considerar impossibilitado de realizar as atividades de forma remota, e que se enquadre em uma das hipóteses do art. 7º, deve comunicar o fato imediatamente à sua chefia imediata e preencher a declaração constante do Anexo III. § 1º Os casos enquadrados nas hipóteses previstas no caput terão a frequência abonada e serão analisados e tratados por equipe instituída para esse fim pelas GEX e SR para os servidores vinculados à sua área de abrangência, e pelo Diretor de Gestão de Pessoas e Administração no caso da Administração Central, devendo ser anexado no SEI relatório de avaliação da situação do servidor para avaliação da chefia imediata. § 2º Caberá à equipe designada nos termos do § 1º avaliar a possibilidade de realocação de atividades de modo a possibilitar ao servidor o exercício de uma atividade remota, mesmo que em área diversa. Art. 14. São responsabilidades da chefia imediata: I - definir o período de realização do trabalho remoto; II - definir as atividades a serem realizadas nos pactos de trabalho remoto por meta de produtividade, conforme tabela de serviços e tarefas disciplinada na Portaria nº 689/PRES/INSS, de 2020, ou outra que venha substituí-la; III - registrar os pactos firmados no SEI, que devem ser assinados pela chefia e pelo servidor; IV - acompanhar e avaliar os produtos entregues e o cumprimento das metas; V - prestar orientação técnica necessária à realização das atividades em regime de trabalho remoto; VI - registrar no SEI eventuais falhas na execução das atividades pactuadas e dar ciência ao servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário; e VII - elaborar relatório mensal, identificando os servidores, empregados públicos, contratados temporários ou estagiários que não cumpriram as metas previamente estabelecidas, e encaminhar à GEX até o 5º (quinto) dia útil de cada mês, informando as medidas adotadas. Parágrafo único. Os registros de eventuais falhas na execução do servidor deverão ser encaminhados às unidades de gestão de pessoas à qual o servidor está vinculado, para conhecimento e avaliação quanto à necessidade de ofertas de capacitação. Art. 15. São responsabilidades das GEXs: I - com base nos relatórios encaminhados pelas chefias imediatas, estabelecer plano de atuação para suporte aos servidores que tenham dificuldades em atingir a meta ou estejam impossibilitados de executar trabalho remoto; II - consolidar os relatórios encaminhados pelas chefias imediatas, o plano de atuação para suporte e a lista dos impossibilitados de executar trabalho remoto; III - encaminhar os documentos relacionados no inciso II à SR até o 10º (décimo) dia útil de cada mês; e IV - acompanhar e avaliar os produtos entregues e o cumprimento das metas..
(9) Art. 16. São responsabilidades das SRs: I - com base nos relatórios encaminhados pelas GEXs, validar ou rever plano de atuação para suporte aos servidores que tenham dificuldades em atingir a meta ou estejam impossibilitados de executar trabalho remoto; II - consolidar os relatórios encaminhados pelas GEXs, bem como os planos de atuação para suporte e encaminhar à CGQSD da DGPA até o 15º (décimo quinto) dia útil de cada mês; e III - acompanhar e avaliar os produtos entregues e o cumprimento das metas. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 17. Para os servidores, empregados públicos, contratados temporários ou estagiários que executam suas atividades remotamente ou que estejam afastados de suas atividades presenciais, ou que tenham o abono de sua frequência nos termos do art. 13, observar-se-á as seguintes vedações: I - autorização para prestação de serviços extraordinários, conforme os arts. 73 e 74 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; II - pagamento das seguintes vantagens: a) auxílio-transporte, previsto na Medida Provisória nº 2.165-36, de 23 de agosto de 2001, e no Decreto nº 2.880, de 15 de dezembro de 1998; b) adicional noturno, previsto no art. 75 da Lei nº 8.112, de 1990; e c) adicionais de insalubridade. Art. 18. Na hipótese do servidor, empregado público, contratado temporário ou estagiário trabalhar mediante escala de revezamento, ou ser convocado para exercício presencial de atividades, aplicam-se as disposições do art. 17 em relação aos dias em que não houver deslocamento ao trabalho. Art. 19. Para aplicação do disposto nesta Portaria, devem ser observadas as disposições contidas nos demais atos normativos da Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia. Art. 20. Os casos omissos e as exceções serão decididos pelo Diretor de Gestão de Pessoas e Administração. Art. 21. Fica revogada a Portaria nº 422/PRES/INSS, de 31 de março de 2020, publicada no Diário Oficial da União nº 63, de 1º de abril de 2020, Seção 1, págs. 25 a 31. Art. 22. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação e vigorará enquanto perdurar o estado de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (COVID-19), nos termos do art. 1º da Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020.. LEONARDO JOSÉ ROLIM GUIMARÃES.
(10) ANEXO I FORMULÁRIO DE PACTUAÇÃO DE TRABALHO REMOTO POR META DE PRODUTIVIDADE DADOS DO SERVIDOR, EMPREGADO, CONTRATADO TEMPORÁRIO OU ESTAGIÁRIO Nome completo: CPF: Matrícula: Unidade de exercício: DETALHAMENTO DO PACTO Período de trabalho remoto: Tabela de aferição de produtividade utilizada como referência*: Área vinculada: Atividade(s) pactuadas(s)**: Assinaturas _____________________________ Servidor. _____________________________ Chefia Imediata. * Informar a tabela de aferição de produtividade utilizada para fins de contabilização da pontuação alcançada. ** Informar as atividades pactuadas com o servidor, que serão válidas para fins de contabilização dos 90 (noventa) pontos, considerando o grupo de serviços/atividades da tabela de aferição correspondente. ANEXO II FORMULÁRIO DE PACTUAÇÃO DE TRABALHO REMOTO POR PRODUTO (Exclusivamente a nível de Superintendência-Regional ou Administração Central) DADOS DO SERVIDOR, EMPREGADO, CONTRATADO TEMPORÁRIO OU ESTAGIÁRIO Nome completo: CPF: Matrícula: Unidade de exercício: DETALHAMENTO DO PACTO Portaria autorizativa da pactuação por produto: Período de trabalho remoto: Atividades pactuadas Descrição da atividade. Produto esperado Esforço em horas Data da entrega.
(11) Assinaturas _________________________ Servidor ANEXO III. _____________________________ Chefia Imediata. DECLARAÇÃO DE IMPEDIMENTO DE REALIZAÇÃO DE TRABALHO REMOTO Nome completo: Matrícula: Endereço completo: CPF: Telefone de contato: Motivo da Impossibilidade de exercer trabalho remoto: (Descrever as razões que impedem a realização do trabalho remoto) Servidor se enquadra nas hipóteses dos arts. 7º ou 8º?. ( ) SIM ( ) NÃO. Hipótese de enquadramento com base no art. 7º ou 8º: Declaro que estou ciente de que a prestação de informação falsa me sujeitará às sanções penais e administrativas previstas em Lei. Local e Data: Assinatura:.
(12) 01230343517805179 52
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(49)
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(60)
(61) 659 7 9 76 /23
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(63) 696
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(100) 6 6
(101)
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(103)
(104) C1
(105) 7575766
(106) -3
(107) 3 ,9
(108) 2<2-
(109) 767!
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(118) -<0<7599 . ))*7D=599 9!& 7+6
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(299) Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.493, DE 30 DE JUNHO DE 2008. Regulamenta a Gratificação de Desempenho de Atividade do Seguro Social - GDASS, de que trata a Lei no 10.855, de 1o de abril de 2004.. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto nos arts. 11, 15 e 16 da Lei no 10.855, de 1o de abril de 2004, DECRETA: Art. 1o A Gratificação de Desempenho de Atividade do Seguro Social - GDASS, a que se refere o art. 11 da Lei no 10.855, de 1o de abril de 2004, fica regulamentada segundo as disposições deste Decreto. Art. 2o A GDASS é devida aos integrantes da Carreira do Seguro Social, em função do desempenho institucional e individual. Art. 3o A GDASS será paga observado o limite máximo de cem pontos e o mínimo de trinta pontos por servidor, correspondendo cada ponto, em seus respectivos níveis e classes, ao valor estabelecido no Anexo VI da Lei no 10.855, de 2004. Art. 4o A pontuação referente à GDASS será assim distribuída: I - até vinte pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho individual; e II - até oitenta pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional. Art. 5o As avaliações de desempenho individual e institucional serão realizadas semestralmente, considerando-se os registros mensais de acompanhamento, e utilizadas como instrumento de gestão, com a identificação de aspectos do desempenho que possam ser melhorados por meio de oportunidades de capacitação e aperfeiçoamento profissional. § 1o O primeiro ciclo de avaliação terá início trinta dias após a data de publicação das metas de desempenho a que se refere o § 1o do art. 10. § 2o O resultado da primeira avaliação de desempenho gerará efeitos financeiros a partir do início do primeiro período de avaliação, devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor. § 3o As avaliações de desempenho individual e institucional serão consolidadas semestralmente, e processadas no mês subsequente ao da consolidação. § 4o A avaliação individual somente produzirá efeitos financeiros se o servidor tiver permanecido em exercício das atividades por, no mínimo, dois terços de um ciclo de avaliação completo. § 5o O resultado consolidado de cada período de avaliação, após o primeiro ciclo, terá efeito financeiro mensal, durante igual período, a partir do mês subsequente ao de processamento das avaliações. Art. 6o Para fins do disposto neste Decreto, avaliação de desempenho consiste no acompanhamento sistemático e contínuo da atuação individual e institucional do servidor, tendo como finalidade o alcance das metas, considerando a missão e os objetivos do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. Art. 7o A avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições do cargo ou função, com foco na contribuição individual para o alcance dos objetivos organizacionais. Art. 8o A avaliação de desempenho individual será realizada em dois níveis: I - gerencial para servidores que atuam na gestão de equipe de trabalho; e II - funcional para servidores membros das equipes de trabalho e que não atuem na gestão de equipes..
(300) Art. 9o A avaliação de desempenho individual será composta por fatores de desempenho que reflitam os conhecimentos, as habilidades e as atitudes necessárias ao adequado desempenho das tarefas e atividades funcionais ou gerenciais, que contribuam para o alcance das metas do INSS. § 1o Na avaliação de desempenho individual em nível funcional, serão observados os seguintes critérios mínimos: I - flexibilidade às mudanças; II - relacionamento interpessoal; III - trabalho em equipe; IV - comprometimento com o trabalho; e V - conhecimento e auto-desenvolvimento. § 2o Na avaliação de desempenho individual em nível gerencial, serão observados os seguintes critérios mínimos: I - liderança; II - planejamento; III - comprometimento com o trabalho; IV - gestão das condições de trabalho e desenvolvimento de pessoas; e V - relacionamento interpessoal. § 3o A avaliação de desempenho individual do servidor será realizada pela chefia imediata ou por aquele a quem o Presidente do INSS designar. Art. 10. A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o alcance das metas organizacionais, considerando a missão e os objetivos da instituição. § 1o As metas referentes à avaliação de desempenho institucional serão fixadas semestralmente, em ato do Ministro de Estado da Previdência Social, podendo ser revistas, a qualquer tempo, ante a superveniência de fatores que venham a exercer influência significativa e direta na sua consecução, desde que o INSS não tenha dado causa a tais fatores. § 2o As metas referidas no § 1o devem ser objetivamente mensuráveis, utilizando-se como parâmetros indicadores que visem aferir a qualidade dos serviços relacionados à atividade finalística do INSS. § 3o As metas de desempenho institucional e os resultados apurados a cada período serão amplamente divulgados pelo INSS, inclusive no seu sítio eletrônico, e devem permanecer acessíveis a qualquer tempo. Art. 11. Os critérios e procedimentos específicos da sistemática de avaliação de desempenho institucional e individual e de atribuição da GDASS serão estabelecidos em ato do Presidente do INSS, observada a legislação vigente.. § 1o Na definição dos procedimentos de que trata o caput, será considerada a obrigatoriedade de cientificar o servidor quanto ao resultado de sua avaliação individual e à possibilidade de interposição de recurso. § 2o No caso de interposição de recurso pelo servidor, o avaliador poderá reconsiderar totalmente sua decisão, deferir parcialmente o pleito ou indeferi-lo. § 3o Na hipótese de deferimento parcial ou de indeferimento do pleito, na forma do § 2o, o recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à comissão de avaliação de recursos, de que trata o art. 13, que o julgará em última instância. Art. 12. Ficam definidas como unidades de avaliação as Gerências Executivas existentes na estrutura organizacional do INSS. § 1o A avaliação de desempenho institucional dos servidores lotados na Direção Central do INSS será correspondente à média da avaliação das Gerências Regionais. § 2o A avaliação de desempenho institucional dos servidores lotados nas Gerências Regionais, Auditorias Regionais, Corregedorias Regionais e Procuradorias Regionais corresponderá à média da avaliação das Gerências Executivas vinculadas às Gerências Regionais..
(301) Art. 13. Serão compostas comissões de avaliação de recursos, no âmbito do INSS, instituídas em ato do seu dirigente máximo, com a finalidade de julgar, em última instância, os eventuais recursos interpostos quanto aos resultados das avaliações individuais. § 1o As comissões serão formadas por representantes da administração e por membros indicados pelos servidores. § 2o A forma de funcionamento das comissões será definida em ato do Presidente do INSS. § 3o Somente poderão compor as comissões servidores ativos e estáveis, que não estejam em estágio probatório ou respondendo a processo administrativo disciplinar. Art. 14. Serão compostos comitês gestores da avaliação de desempenho instituídos em ato do Presidente do INSS, com a finalidade de: I - revisar e propor alterações dos instrumentais de avaliação de desempenho em período não inferior a doze meses; e II - realizar estudos e propostas, visando aperfeiçoar os procedimentos pertinentes à sistemática da avaliação de desempenho. § 1o Os comitês gestores serão formados por representantes indicados pela administração e por membros indicados pelos servidores. § 2o Os comitês gestores participarão de todas as etapas do ciclo avaliativo e subsidiarão as comissões de avaliação de recursos, previstas no art. 13. § 3o A forma de funcionamento dos comitês gestores será definida em ato do Presidente do INSS. § 4o Somente poderão compor os comitês gestores servidores ativos e estáveis, que não estejam em estágio probatório ou respondendo a processo administrativo disciplinar. Art. 15. Os servidores beneficiários das gratificações de desempenho que obtiverem avaliação de desempenho individual inferior a cinquenta por cento da pontuação máxima prevista serão submetidos a processo de capacitação ou de análise da adequação funcional, conforme o caso, sob a responsabilidade do INSS. Parágrafo único. A análise de adequação funcional visa a identificar as causas dos resultados obtidos na avaliação do desempenho e servir de subsídio para a adoção de medidas que possam propiciar a melhoria do desempenho do servidor. Art. 16. Os integrantes da Carreira do Seguro Social que não se encontrem no efetivo exercício das atividades inerentes aos respectivos cargos somente farão jus a GDASS nas seguintes hipóteses: I - quando cedidos para a Presidência ou a Vice-Presidência da República, no valor equivalente a cem por cento da parcela individual, aplicando-se a avaliação institucional do período; II - quando em exercício no Ministério da Previdência Social e nos Conselhos integrantes de sua estrutura básica ou a eles vinculados, calculada com base nas mesmas regras válidas como se estivessem em exercício no INSS; ou III - quando cedidos para órgãos ou entidades do Poder Executivo Federal que não os indicados nos incisos I e II, investidos em cargos em comissão de Natureza Especial e do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, níveis 6, 5 e 4, ou equivalentes, perceberão a GDASS no valor equivalente à avaliação institucional do período. Parágrafo único. A avaliação institucional dos servidores referidos nos incisos I a III corresponderá ao resultado obtido pela Gerência Executiva ou unidade organizacional de origem. Art. 17. Os servidores referidos no art. 16, exonerados do cargo em comissão ou que retornarem ao INSS, continuarão percebendo a GDASS correspondente a última pontuação obtida, até que seja processada a sua primeira avaliação após o retorno.. Art. 18. Em caso de licenças e afastamentos considerados como de efetivo exercício, sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção da gratificação de desempenho, o servidor continuará percebendo a GDASS correspondente a última pontuação obtida, até que seja processada a sua primeira avaliação após o retorno. Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica aos casos de cessão, ressalvadas as hipóteses previstas em leis específicas..
(302) Art. 19. Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho que venha a surtir efeito financeiro, o servidor recém nomeado para cargo efetivo e aquele que tenha retornado de licença sem vencimento, de cessão ou de outros afastamentos sem direito à percepção da gratificação de desempenho no decurso do ciclo de avaliação receberá a GDASS no valor de oitenta pontos, observados os respectivos níveis e classes. Art. 20. O servidor que, no primeiro período de avaliação para fins de percepção da GDASS, não tenha cumprido o interstício previsto no § 4o do art. 5o, em virtude de licenças ou de afastamentos sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção da gratificação, fará jus, no período de geração de efeito financeiro dessa primeira avaliação, à referida gratificação no valor correspondente a oitenta pontos, observados a sua classe e o seu padrão. § 1o O servidor que, no período subsequente, novamente deixar de cumprir o interstício previsto no § 4o do art. 5o, em virtude de licenças ou de afastamentos sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção da gratificação, receberá a GDASS na forma do caput. § 2o O disposto no caput aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDASS. Art. 21. Enquanto não forem editados os atos referidos no § 1o do art. 10 e no art. 11 e até que sejam processados os resultados da primeira avaliação de desempenho, para fins de atribuição da GDASS, o valor devido de pagamento mensal por servidor ativo será de oitenta pontos, observados os respectivos níveis e classes. Art. 22. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 30 de junho de 2008; 187o da Independência e 120o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Paulo Bernardo Silva Carlos Eduardo Gabas Este texto não substitui o publicado no DOU de 1º.7.2008.
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