Su m á r i o
Prefácio... 15
Apresentação... 19
Pa r t e I A r b it r a g e m In t e r n a c io n a l, 2 1 T h e New Arbitration Rules o f the Chamber o f Arbitration o f M ilan Benedetta Coppo... 23
Intro du ctio n ... 23
(a) Structures and Roles of the C ham ber... 25
(b) The Institution’s Control on the Independence of the Arbitrators, the Duration and the Costs of the Proceedings... 29
(c) The Powers of the A rbitrators... 33
(d) Formal A m endm ents... 38
Conclusions... 42
Arbitragem Internacional e Legislação Aplicável Cláudio Finkehtein... 43
Os conflitos entre as estruturas normativas nas arbitragens internacionais: uma análise sintática e sistêmica Jonathan Barros Vita... 51
1. Introdução... 51
2. Uma síntese (re)defmidora do conceito de arbitragem... 52
3. Determinação dos instrumentos normativos aplicáveis às arbitragens: uma análise sintática... 56
3.1. Regras m ateriais... 58
3.2. Regras procedimentais gerais... 61
3.3. Regras procedimentais específicas... 63
3.4. Regras processuais pós-arbitrais... 64
4. Soluções propostas para os conflitos intraprocedimentais das arbitragens... 67
4.1. Decomposição do problema e estabelecimento das
estruturas utilizadas para sua solução... 67
4.2. O artigo 5o da Convenção de NY: a chave da
resposta do problem a... 7 2
4.3. As soluções concretas... 7 4
5. Conclusões... - ,
/ 6
Anotações Práticas sobre a Produção de Prova na Arbitragem
José Emilio Nunes Pinto 7 ç
A Prova Pericial e seu M om ento... g 3
A Exibição de Documentos e seu E scop o ... gcj
Os Métodos Tomados de Empréstimo a Outros Sistemas L egais 87
A Prova Testemunhai e o Depoimento Pessoal das P artes... 90
A Prova de Cumprimento dos Deveres Acessórios da Boa-fé Objetiva 9 3
As Audiências Técnicas na A rbitragem ... 9 4
A Relação entre as Testemunhas e o Tribunal A rbitrai... 96
Um Caminho Ainda Longo a Percorrer... 9 6
Conclusão... Q
... 7 7
A D outrina do Segundo O lhar {Second look doctrine)
Karin Hlavnicka Skitnevsky... j q j
Introdução...
A rbitrabilidade... jq j
Caso Mitsubishi Motors Corp v. Soler Chrysler-Plymouth Inc ... 105
A segunda análise ou segunda opinião... 107
Conclusão... jQg
Bibliografia... 1 Q 9
O desuso da arbitragem no direito internacional privado contemporâneo e os novos meios de solução alternativa
Luiz Femando do Vale de -/límetela Guilherme 1 1 1
1. Introdução...
2. Conflitos...
3. Soluções Alternativas... ^ 3
3.1. Negociação... ^ ^ 2
3.3. Conciliação... 114
3.4. A rbitragem ... 115
3.4.1. Histórico da A rbitragem ... 115
4. Novas Tendências... 118
4.1. Antecipação ao C onflito... 120
5. Comitês de Gerenciamento de Pendências - C G P ... 120
6. Conclusão... 123
Bibliografia... 124
S ite s ... 125
A Integração da Convenção de Arbitragem pelo Poder Judiciário: Uma Análise sob o Enfoque da Autonomia Privada Marco Antônio Rodrigues Jorge... 127
1. Introdução... 127
2. A Cláusula Compromissória e o Sistema da Lei Federal n° 9.307/96... 128
3. O Conteúdo da Sentença e a Autonomia Privada... 131
4. Conclusão... 136
O conflito de culturas na produção de provas em arbitragens internacionais Marco Deluiggi... 137
I. Introdução: a diferença cultural entre os países de Common Law e Civil L aw ... 137
II. A tentativa de harmonização: as Rules of Evidence da I B A ... 140
III. A falta de imperium dos árbitros e as possíveis medidas ante a inércia da parte... 145
IV. Notas fináis ... 150
Arbitragem e Contratos Eletrônicos Internacionais Maria Eugênia Finkeistein... 151
I. Introdução... 151
II. Contratos Eletrônicos... 151
III. Contratos Eletrônicos Internacionais... 153
IV. A rbitragem ... 156
Cláusula Escalonada ou Combinada: Mediação, Conciliação e Arbitragem
Selma Ferreira Lemes... 1 6 3
1. Introdução... 163
2. O Sistema Amigável de Solução de Disputas e as Cláusulas Escalonadas... 1 6 3 3. A Investidura do Mediador ou Conciliador e do Á rbitro... 165
4. O Precedente “Affaire de Taba ... 168
5. A Redação da Cláusula Escalonada ou Com binada... 169
6. Eficácia Contratual da Cláusula Escalonada... 171
7. Eficácia Processual da Cláusula Escalonada... 172
8. Jurisprudência... I7 3 9. Conclusão... 1 7g P a r t e
II
I n s t r u m e n t o s d e U n i f o r m i z a ç ã o d o D i r e i t o I n t e r n a c i o n a l :UNIDROIT
eCISG, 181
Reservas à Convenção de Viena de 1980: qual a melhor opção para o Brasil? Abrão M. Arabe Neto... j g 3 Introdução... I g3 I. Breves considerações sobre a reserva... 184II . Reservas previstas na Convenção... 185
II. 1. Artigo 92: exceção às Partes II e I I I ... 185
11.2. Artigo 94: exceção por harmonização de normas... 187
11.3. Artigo 95: exceção ao Artigo l( l) ( b ) ... 188
11.4. Artigo 96: exceção à forma contratual não-escrita... 190
III. Deve o Brasil manifestar reservas à Convenção?... 191
Conclusão... 1 9 4
Aplicação da Convenção de Viena sobre Compra Internacional de Mercadorias pelo Árbitro
Alfred Habib Siouß Filho... 1 9 7
Introdução... I9 7
I. A uniformização do direito privado internacional... 197
A. Segurança jurídica das relações comerciais internacionais 198
B. O campo de aplicação da C V IM ... 1 9g II. As particularidades da aplicação da lei à substancia da controvérsia pelo árbitro... 2 0 1 A. Falta de fo ro ... 201
B. Liberdade das partes... 201
C. Métodos de escolha pelo árbitro ... 202
D. Controle pelo E stad o ... 204
Conclusão... 206
Violação Essencial dos Contratos no Âmbito da CISG: Uma Regra Controvertida Eduardo Grebler... 207
I. Introdução... 207
II. Problemas Formais do Artigo 25 da C IS G ... 208
III. Problemas de Fundo do Artigo 25 da C I S G ... 209
IV. Tendência Moderna sobre a Violação de Contratos... 2 1 1 V. Preenchimento de Lacunas pela C IS G ... 213
VI. Conclusão... 215
Lex mercatoria e praxes comerciais entre as partes na Convenção de Viena sobre a venda internacional de mercadorias Eugenia Zerbini... 217
Introdução... 217
Parte 1 - 1.1. A lex mercatoria à época da conclusão da CISG, em
1980: embates doutrinários e momento político. 1.2. A ausência de referência aos usos e costumes do comércio internacional na Convenção de Roma sobre a lei aplicável às obrigações contratuais de mesmo ano. 1.3. Desdobramentos ocorridos na lex mercatoria
{lexpetrolea e lex construcciones), a celebração da Convenção
internacionais, em 1994, e a edição dos Princípios aplicáveis aos contratos internacionais do UNIDROIT,
em 1994, revistos em 2 0 0 4 ... 21g
Parte 2 - Análise do artigo 9 à luz de sua aplicação pelos
tribunais estatais e arbitrais... 223
Interpretação dos Contratos Comerciais Internacionais: Um Estudo Comparado
Flávia Bittar Neves & Gisely Moura Radael... 227
I. Os Princípios Unidroit... 2 2 7
II. A Interpretação dos Contratos segundo os Princípios Unidroit 230
III. A Interpretação segundo a Convenção das Nações Unidas sobre Contratos de Venda Internacional de Mercadorias,
de 1980 (CISG ou Convenção de Viena)... 240
IV. A Interpretação segundo o Código Civil Brasileiro de 2002 ... 244
V. Conclusão... „ , ,
... 246 As Partes na Arbitragem Internacional: Direito Brasüeiro
U N ID R O IT e C ISG - “Extensão” dos Efeitos da Cláusula Compromissória
Gilberto Giusti & Ricardo Dalmaso Marques... 247
I. Introdução ao te m a... 2 4 7
II. As partes no regime brasileiro da arbitragem: Lei de
Arbitragem Brasileira e a intervenção de terceiros... 249
III. As arbitragens entre múltiplas partes no direito estrangeiro:
a questão da extensão ’ da cláusula compromissória... 254
IV. A arbitragem entre múltiplas partes no direito brasüeiro:
a evolução de uma tendência... 2 5 8
V. A intervenção de terceiros a partir da CISG ou dos Princípios da
UNIDROIT: a extensão” dos efeitos da convenção de arbitragem 261
VI. Conclusão...
VII. Bibliografia... ^
Aplicação da CISG no Brasü: Possibilidades Jurídicas e Incentivos Econômicos
Luciano Benetti Timm & Luiz Gustavo Meira Moser... 265
Introdução...
I. As Atuais Possibilidades Jurídicas de Aplicação da CISG no Brasil 268 A) Possibilidades de Aplicação da CISG diante das
Regras Conflituais (D IP r) ... 269
B) A CISG como Lei Aplicável em Procedimento A rbitrai 270 II. Incentivos Econômicos da CISG: A Principiologia na Convenção de V iena... 272
A) O Princípio da Boa-Fé O bjetiva... 275
B) O Princípio da Razoabilidade... 278
C) O Princípio da Consensualidade... 279
Conclusão... 285
Bibliografia... 286
Axiologia Principiológica do U N ID R O IT Luciano de Almeida Pereira... 289
1. Introdução... 289
2. Estabelecendo prem issas... 290
2.1. Teoria dos valores. Breve relato ... 290
3. Noções de princípios... 292
4. Os primados no Unidroit... 293
5. O hardship como elemento fundamental nos princípios do Unidroit... 293
6. Os princípios do Unidroit e o hardship'. Breves considerações 294
7. Arbitragem e Unidroit. Relação conflitual com o direito brasileiro 296
8. Conclusão... 298
O procedimento de incorporação da Convenção de Viena sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias no ordenamento jurídico brasileiro Maria Fátima B. Arraes de Oliveira & Amélia Regina Mussi Gabriel 299 Notas introdutórias... 299
O procedimento de incorporação de um tratado internacional no ordenamento jurídico brasileiro e a adesão brasileira à C IS G ... 302
O caso da adesão brasileira à C I S G ... 305
Conclusão... 306
A CISG , o seu Objetivo Harmonizador e seu Contexto Jurídico
Marina Amaral Egydio de Carvalho... 309
Introdução... 3 0 9
A harmonização das relações contratuais internacionais
-arbitragem e lei aplicável... 309
A CISG como máxima harmonizadora da lei aplicável a contratos
de compra e venda internacional de mercadorias... 311 O texto da CISG não é mais abrangente (vago) do que o de
outras leis dom ésticas... 312
A CISG deve ser lida em conjunto com os IN C O T E R M S ... 315
Conclusão... 3 1 9
Bibliografia... 320 Interpretação e aplicação da regra de “Exoneração”
da Convenção de Viena (1980)
Maurício Almeida Prado... 321
Seção 1 - Os requisitos de aplicação... 323
Seção 3 - Os efeitos... 3 3 6
§ 1.- A obrigação de com unicar... 336
§ 2 . - A suspensão da execução... 3 3 7
§ 3.- A exoneração... 338
Conclusão... ... 3 3 9
Considerações sobre a formação do Contrato de Compra e Venda na Convenção de Viena sobre Compra e Venda Internacional de Mercadorias e no D ireito brasileiro
Napoleão Casado Filho... 3 4 1
1. Introdução... 3 4 1
2. A formação do contrato de compra e venda no Direito brasileiro 342
2.1. Elementos essenciais a um contrato de
compra e venda no Brasil... 342
2.2. A formação do contrato: oferta e aceitação... 3 4 3
2.2.1. Efeitos da oferta e sua revogação... 3 4 5
2.2.2. A aceitação e seus efeitos... 346
2.3. A determinação do local de formação do contrato... 3 4 7
3.1. Dos requisitos de uma oferta válida... 348
(i) intenção de vínculo... 3 4g
(ii) proposta suficientemente definida... 3 4 9
(üi) A oferta deve atingir o destinatário... 350
3.2. A Aceitação... 352
3.2.1. Aceitação irrestrita... 3 5 3
3.2.2. Aceitação efetiva... 3 5 4
4. Conclusão... 1 0
A noção de contrato na Convenção de Viena de 1980 sobre venda internacional de mercadorias
Vera Jacob de Fradera... 3 5 5
Introdução... 3 5 5
Ia Parte: Os modelos contratuais inspiradores do legislador da C IS G 358
A) A noção de contrato adotada pelo BGB em razão da
vocação dos alemães para o com ércio... 3 5 9
B) A concepção de contrato do Uniform. Commercial Code\
um modelo aberto de norma com ercial... 362
IIa Parte: A noção de contrato na C IS G ... 365
A) A função do artigo 7o da C ISG na construção da sua
concepção de contrato... 3 6 6
B) O papel da Boa-fé Objetiva na noção de contrato da CISG: função interpretativa ou standard de
comportamento das partes?... Conclusão...