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As razões da educação profissional: olhar da demanda

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Academic year: 2020

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(1)As Razões da Educação Profissional: Olhar da Demanda1. Coordenação: Marcelo Cortes Neri. Versão Original: 2 de fevereiro de 2012. 1. Esta pesquisa foi apoiada pelo Senai. Agradecemos os comentários iniciais recebidos durante dois colóquios realizados no âmbito do CDES em Brasília e a Luiz Caruso e a equipe do Senai Nacional pelas ricas interações e detalhados comentários em versão prévia do presente texto. Insentando-os porém de possíveis erros e imprecisões remanescentes.. 1.

(2) Sumário Executivo. As Razões da Demanda Antes de um Gosplan de educação profissional, é preciso ouvir a demanda do trabalho e do capital. 83% das razões dos sem educação profissional, é por falta de demanda, e não de oferta. Em particular, 69% daqueles sem educação profissional é por falta de interesse nos cursos, não é por que não tinha curso. Perda de interesse também é 55% da razão para quem abandonou no meio tais cursos. A falta de interesse das empresas em contratar, por sua vez, explica 31% da não recolocação no mercado dos egressos destes cursos. ,. Gestores e pesquisadores têm o hábito de basear decisões e sugestões de política pública seguindo perspectiva de oferta, e não de demanda. O que importa é se há uma ideia relevante, e se a conseguimos colocá-la em produção. Frequentemente nos esquecemos que o derradeiro teste da política pública se dá na sua aceitação, ou não, pela respectiva clientela final. Por exemplo, quando perguntamos aos pequenos empresários qual a natureza da maior dificuldade percebida do negócio se é deficiência de tecnologias, infraestrutura, formalização, crédito, mão de obra qualificada entre outras. A resposta mais frequente é nenhuma das alternativas de oferta acima, mas falta de clientes ou excesso de concorrência no mercado que são elementos de demanda com mais de 2/3 das respostas dadas. Proporção semelhante da importância de fatores de demanda é encontrada em pesquisas que perguntam ao jovem de 15 a 17 anos que não está na escola regular: 67% são elementos de demanda, como falta de interesse ou renda. Apenas 10,9% dizem que é por que não tem escola ou vaga ou outros elementos de dificuldade de oferta. Gosplan - Antes de partir para um grande Gosplan2 de educação profissional é preciso ouvir a demanda do trabalho e do capital. Não basta ter no papel um bom plano de educação profissional que atenda as prioridades produtivas vislumbradas para a nação, mas ele tem que antes, e acima de tudo, atender as aspirações dos trabalhadores e das empresas. Como na frase célebre de Mané Garrincha, tem que combinar com os russos. A análise da demanda por educação profissional é muito mais complexa que a da educação regular. Em primeiro lugar, a educação profissional é necessariamente complementar a educação regular, herdando todas as virtudes e defeitos da mesma. Se tradicionalmente a criação de escolas de elite profissionalizantes garante o mérito para poucos. Alguns casos de sucesso da nova educação profissional privada estão em cursos que reconhecem a deficiência prévia do ensino regular dos alunos e que criam um espaço inicial de recuperação destas defasagens, por exemplo, ministrando aulas de Português e de Matemática antes do início do conteúdo específico.. 2. Gosplan (Госплан) era o nome coloquial da política de economia planejada da finada União Soviética.. 2.

(3) Em segundo lugar, não há apenas um, mas dois tipos de demandantes de educação profissional. Uma clientela de prazo mais curto, o estudante, e outra de prazo mais longo, as empresas que vão ao fim e ao cabo demandar, ou não, a nova qualificação adquirida. Basta falhar em apenas um desses elos de demanda para que a oferta de curso seja de alguma forma frustrada. Em terceiro lugar, na educação profissional lato senso as escolhas de cursos são mais heterogêneas que as da educação regular o que reforça a necessidade de se ouvir a demanda. O menu profissionalizante inclui cursos de qualificação profissional, técnico de ensino médio e graduação tecnológica numa miríade de temas indo da informática a saúde passando por cursos de estética e de gestão, entre outros. Em quarto lugar, estas ofertas são realizadas por atores diversos: três níveis de governo, o Sistema S, ONGs e iniciativa privada, aumentando a complexidade de se entender a demanda do termo genérico educação profissional que nem sempre tem o mesmo princípio ativo. Nesta selva de cursos de diferentes níveis e temas ofertados por diferentes atores e de mais de um demandante final, é fácil se perder no caminho. Nesta busca, é fundamental se quantificar a falta de demanda e as razões por traz da decisão de não frequentar cursos profissionalizantes em geral. Neste caso olha-se para o conjunto de cursos. Além disso, é preciso descer aos detalhes da natureza dos diferentes cursos e aprender por que a demanda inicial desaparece ao longo do tempo. Qual a extensão e as razões para a não conclusão dos diferentes cursos, ou ainda quanto e exatamente porque os egressos destes cursos não encontram colocação no mercado de trabalho. A análise deve contemplar perguntas relativas a não conclusão, ou não aceitação pelas empresas demandantes de cada um dos tipos de educação profissional cursados. Além de quantificar a extensão dessa perda de pressão de demanda ao longo do caminho, estas perguntas conseguem revelar a rejeição aos diferentes cursos por quem conheceu dentro ou fora seus detalhes, onde dizem morar o diabo, quais sejam os ex-estudantes que abandonaram, ou aqueles que terminaram os cursos, mas não colocaram seu conteúdo em ação no mercado de trabalho. Pesquisa baseada no processamento e análise do suplemento especial da PNAD feito em projeto do CPS/FGV para o Senai, permite estudar o entrelaçamento das razões da falta de demanda por cursos profissionalizantes (WWW.fgv.br/cps/senai ). Sem Motivo - Uma linha de investigação que não vem sendo explorada devido à falta de dados é composta de perguntas diretas aos jovens sem educação profissional sobre as suas respectivas falta de motivações: seria a falta de interesse, necessidade imediata de geração de renda, ou seriam baixos retornos prospectivos percebidos por eles? Respondemos esta questão a partir das respostas dadas diretamente por aqueles sem curso profissionalizante O principal motivo alegado para não ter frequentado instituição de ensino profissional é ligado à falta de demanda da população em geral (82,97% destes casos), e não de escassez de oferta, ou até mesmo outros motivos. A motivação por falta de demanda da população se divide por sua vez em dois tipos básicos, a saber: falta de interesse intrínseco (68,8%) e falta de condições financeiras (14,17%) que a princípio é um motivo de demanda, mas poderia ser trabalhado com a oferta de bolsas de estudo profissionalizantes como nas tentativas de atrelá-las ao programa Bolsa Família, na criação de um Pro UNI do ensino técnico, ou em outras iniciativas de governos 3.

(4) sub-nacionais na área. Os demais motivos alegados dividem-se em residuais (6,57%) e falta de oferta (10,47%) dos que nunca frequentaram. As motivações de oferta, por sua vez, se dividem em falta de escola na região (8,64%), falta de curso desejado na escola existente (1,4%), falta de vagas nos cursos existentes (0,43%). Motivos de evasão % – população que nunca freqüentou 10 anos ou mais. DEMANDA (RENDA) 14,17 % dos evadidos. OFERTA FALTA CURSO 10,47% dos evadidos. VAGA 0,43%. ESCOLA 8,64%. MOTIVOS PARA NÃO TER FREQUENTADO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL. OUTROS MOTIVOS 6,57 % dos evadidos. CURSO 1,4%. DEMANDA (FALTA INTERESSE) 68,8% dos evadidos. 77,5% da população com mais de 10 anos nunca freqüentou. Panorama dos Motivos de Evasão - . http://www.fgv.br/cps/panorama/evasão % Razões para Não Frequentar Educação Profissional PIA – Falta de Interesse. e s s e r e t n i á h o ã N : a t n e u q e r f o ã N F U 81 0. 3 . 40 56 -28 7. 0 . 64 45 3 5 . 5 6 1 3 . 0 6 82 9. 8 . 06 77 -38 5. 9 . 50 67. Entre informações capitais e periferias metropolitanas os líderes dos rankings são: falta de escola (periferia de Fortaleza com 13,06%), falta de curso (Cuiabá com 5,17%), falta de recursos (São Luiz com 37,59%) e falta de interesse (Rio Branco com 86%). A demanda por capital humano específico oferecido pelo ensino profissionalizante depende do nível de capital humano geral. O gráfico abaixo apresenta a proporção dos que nunca 4.

(5) frequentaram a educação profissional cruzado com os anos de estudo regular completos. A demanda pregressa por educação profissional está positivamente correlacionada com a escolaridade das pessoas passando de 3% para os sem escolaridade regular chegando a 23,5% aos 8 anos completos pletos de estudo, estud fase de entrada no ensino médio, quando cresce ainda mais aceleradamente atingindo o ápice nos 10 a 12 anos completos de estudo regular, ocorrendo aqui um planalto em torno dos 45%. Este é o ponto quando ocorre a passagem do ensino médio para o ensino superior. A partir dos 12 anos de estudo a demanda começa a cair chegando aos 31,1% nos 16 anos de estudo, estabilizando a partir deste ponto. % Já Frequentou Curso de Educação Profissional Profissional por anos completos de estudo regular. Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados do Supl. PNAD/IBGE. Motivos para não frequentar Não freq: Não há interesse. Não freq: Falta de recursos, pois a escola é paga. 90. 25. 85. 20. 80 15 75 10 70 5. 65 60. 0 0. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10 11 12 13 14 15 16 17 18. 0. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10 11 12 13 14 15 16 17 18. 5. 6. 7. 8. 9. 10 11 12 13 14 15 16 17 18. Não freq: Outros motivos. Não freq: Falta oferta 14. 14. 12. 12. 10. 10. 8. 8. 6. 6. 4. 4. 2. 2. 0. 0 0. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10 11 12 13 14 15 16 17 18. 0. 1. 2. 3. 4. Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados do Supl. PNAD/IBGE. 5.

(6) Motivos dos sem curso profissional relacionados à demanda por falta de recursos financeiros ou de oferta de cursos é maior para os menos educados. Por outro lado, a falta de interesse cresce para níveis mais altos de ensino regular.. Sítio da Pesquisa O sítio da pesquisa www.fgv.br/cps/senai oferece um amplo banco de dados com dispositivos interativos e amigáveis de consulta às informações. Através dele, você pode avaliar os motivos da falta de acesso a educação profissional (dividido em três grandes grupos que são: oferta, demanda por falta de interesse e demanda por falta de recursos). Ao longo do site, o usuário pode analisar a demanda especifica por diferentes cursos (qualificação, técnico e graduação tecnológica), assim como as características do mesmo. As estatísticas foram processadas a partir do Suplemento Especial da PNAD, da PME que está disponível até setembro de 2010 e Gallup World Poll.. 6.

(7) Visão Global - Segundo nossos cálculos sobre os microdados do Gallup World Pool, 57,7% da população no Brasil está satisfeita com o sistema educacional, este indicador é cerca de 9 pontos de porcentagem abaixo da média mundial (66,36%) e 13,5 p.p abaixo da apresentada América Latina. Esses resultados são consistentes com a realidade que encontramos ao longo do trabalho: altos níveis de evasão movidos pela falta de interesse e não por questões financeiras ou de oferta. Satisfação com Sistema Educacional - Jovens de 15 a 29 anos. 0 2 0 0 4 0 2 0 6 0 4 0 8 0 6 0 0 1 0 8 a t a D o N. Outra questão abordada pela pesquisa refere-se à igualdade de oportunidades. Quando perguntados se a educação é acessível a qualquer pessoa independente da situação econômica, o Brasil (com 50,12% das respostas válidas) apresenta taxas de respostas positivas abaixo da média latino americana (57,76%). Apesar desses índices, ressaltamos que o país obteve melhora nesse quesito quando analisamos o ano 2007. Acessibilidade das Escolas na América Latina - Jovens de 15 a 29 anos. 0 2 0 0 4 0 2 0 6 0 4 0 8 0 6 0 0 1 0 8. 7.

(8) Com Cursos, Sem Diploma - Quais são as razões alegadas pelos 2,45 milhões de pessoas, ou 8% daqueles que frequentaram os cursos de educação profissional, não tê-los concluído?. 3. . Mais uma vez os motivos de falta de demanda são predominantes com 98,25% das razões alegadas para a inconclusão dos cursos. Destes o principal motivo alegado é perda de interesse com 54,6%. Seguido no ranking de razões da inconclusa, 34,8% é função de problemas financeiros pessoais ou dificuldades familiares. Motivos de oferta como local distante dos cursos respondem apenas por 1,9% dos motivos alegados para não conclusão dos cursos. Finalmente, notem que 25,5% dos que cursaram ainda não concluíram por que os ainda estão cursando. As Razões da Não Conclusão dos Cursos (tirando os que estão cursando). DEMANDA (RENDA/TRABALHO/FAMÏLIA) 8,9% dos q não concluiram 34,8% PROBLEMAS FAMILIARES. OFERTA LOCAL LONGE 1,9% dos q não concluiram. MOTIVOS NÃO TER CONCLUIDO CURSO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL. CURSANDO 25,5% dos não Concluiram ainda estão Cursando (não incluidos na conta). DEMANDA (FALTA INTERESSE) 54,6% dos não concluiram. 2,45 milhões de pessoas não concluiram cerca de 8% daqueles que frequentaram tais cursos. Com Cursos, Sem Trabalho - No total dos egressos que terminaram os cursos profissionalizantes 62,58% trabalham na mesma área do curso realizado. Nos níveis de cursos técnicos mais altos é onde há maior coincidência de áreas de estudo e trabalho. A taxa de concordância de ambas sobe cerca de 10 pontos de porcentagem à medida que aumenta o patamar dos cursos profissionalizantes: Qualificação 60,8%, Técnico de Nível Médio 70,1% e. 3. Excluimos da conta os que estão no meio do curso. Notem que do total bruto de 3,3 milhôes daqueles que já começaram cursos profissionalizantes 25,5% deles ainda não concluíram por que os ainda estão cursando.. 8.

(9) Tecnólogo de nível superior 79,5%. Existe maior concordância em cursos do sistema S do que nos cursos privados ou públicos. Nem sempre não trabalhar na área do curso profissionalizante significa falta de demanda pelo trabalhador, pelo contrário em alguns casos há demandas em outras áreas. No universo total de egressos que não trabalham na área do curso, existe certo equilíbrio entre as razões alegadas: 30,7% foi falta de vagas na área, enquanto 31,86% mais positivamente foi oportunidade melhor de trabalho que corresponde à demanda em área alternativa a do curso. Agora mais uma vez à medida que sobe o patamar do ensino profissional as boas notícias aumentam e as más notícias caem. A existência de outras oportunidades trabalhistas dá saltos de 10 pontos de porcentagem entre níveis cursados: passa de 30,7% na qualificação profissional para 40,1% nos técnicos de nível médio e para 50,8% para os tecnólogos. Já a percepção de falta de vagas (demanda) cai de 31,2% na qualificação profissional para 27,9% nos técnicos de nível médio para 18,7% no nível superior de tecnólogos. As demais percepções como outros (resíduo) se mantém em torno dos 22% entre os diferentes cursos, assim como a exigência de experiência fica relativamente estável em torno dos 10% entre os extremos dos cursos sendo um pouco menor no técnico de nível médio (7,1%). O fato do certificado de diploma não ter sido aceito pelo empregador cai, mas é pequeno mesmo na qualificação profissional (0,61%) caindo virtualmente a zero nos tecnólogos. Já a percepção de que o curso não preparou para o trabalho embora bem maior na qualificação profissional (5%) que o virtual zero do tecnólogo, ainda é relativamente pequeno. A oferta em si de cursos profissionalizantes, não cria a sua própria demanda no mercado. Se acreditamos na relevância produtiva dos cursos profissionalizantes, parodiando John Maynard Keynes pai da macroeconomia e do princípio da demanda efetiva, “não devemos esquecer que entre a taça e os lábios existem vários percalços”: de demanda nos dizem estudantes, empregados e empresários. Classes Econômicas e Cursos - O suplemento nacional da PNAD/IBGE indicou que 22,5% dos indivíduos em idade ativa já frequentaram cursos de educação profissional. Podemos verificar que tanto em relação ao grupo de 15 a 29 anos (jovens), quanto ao grupo de 30 anos ou mais, pode-se observar que quanto mais alta é a classe econômica maior é a taxa de freqüência de instituição de ensino profissionalizante. A exceção é entre os jovens a passagem da classe C para a AB onde há uma pequena redução da frequencia em cursos profissionalizantes. Entre os jovens na classe C também chamada nova classe média situa-se o pico da frequencia em cursos profissionalizantes.. 9.

(10) % frequenta curso de educação profissional por classe econômica. Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados do Supl. PNAD/IBGE. Em termos da relação entre classe econômica e motivações para a não frequência na educação profissional entre os jovens, a diferença maior é o maior desinteresse das classes mais altas no ensino profissional (por exemplo: 52,4% da classe E, os pobres, contra 82% na classe AB) e a menor importancia da falta de renda (por exemplo: 22,2 % da classe E contra 3,65% na classe AB). Essa falta de interesse pode em alguma medida ser fruto do maior acesso a cursos de nível superiores. Os fatores de demanda assim como os os residuais são menos importantes entre os pobres. Em contrapartida, os motivos de escassez de oferta perdem importancia nas classes mais altas (por exemplo: 18,95% da classe E, os pobres, contra 4,59% na classe AB). % Motivos de não frequentar curso de educação profissional por classe econômica. Percentual (%). Falta escola com curso de educação profissional na região. Falta de vaga no curso. Não havia o curso desejado. Falta de recursos, pois a escola é paga. Não há interesse. Outro. Classe E. 16,43. 0,83. 1,69. 22,15. 52,37. 6,52. Classe D. 11,15. 0,93. 2,07. 21,89. 55,65. 8,31. Classe C. 5,68. 0,82. 2,48. 16,07. 64,39. 10,55. 2,03. 0,18. 2,38. 3,65. 82,16. 9,61. Classe AB. Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados do Supl. PNAD/IBGE. 10.

(11) O Estado do Rio de Janeiro lidera o ranking de falta de interesse correspondendo a 82,19% dos motivos alegados para não cursar a educação profissional. O Estado do Tocantins é onde a falta de interesse é menor com 53,4% das respostas... MOTIVOS PARA NUNCA TER FREQUENTADO - 10 ANOS OU MAIS. Percentual (%). Não freq: Não há interesse. 1 2 3. Rio de Janeiro Acre Paraíba. 83,60 80,37 79,42. 4 5 6. Pará São Paulo Amazonas. 72,86 71,58 71,48. 7 8 9. Pernambuco Santa Catarina Paraná. 70,47 70,46 69,98. 10 11 12. Goiás Alagoas Rondônia. 69,19 69,03 68,56. 13 14 15. Minas Gerais Sergipe Piauí. 68,36 67,49 67,27. 16 17 18. Roraima Distrito Federal Ceará. 66,82 66,74 66,37. 19 20 21. Mato Grosso do Sul Rio Grande do Norte Mato Grosso. 65,74 64,25 64,21. 22 23 24. Espírito Santo Amapá Rio Grande do Sul. 62,77 60,25 59,51. 25 26 27. Maranhão Bahia Tocantins. 57,31 56,90 54,51. Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados do Supl. PNAD/IBGE. 11.

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