Rev. Bras. de Iniciação Científica
ASSOCIAÇÃO ENTRE A QUALIDADE DO SONO E FORÇA DE
PREENSÃO PALMAR EM IDOSOS
ASSOCIATION BETWEEN THE SLEEP QUALITY AND THE
GRIP STRENGTH IN OLDER PEOPLE
ASOCIACIÓN ENTRE LA CALIDAD DEL SUEÑO
DE PREENSIÓN PALMAR ENMAYORES
Walleria Rodrigues de Alexandria ThamiresGonçalves da Silva Ubiraídys de Andrade Isidório Elisangela Vilar de Assis4
RESUMO: O objetivo da pesquisa foi avaliar a associação daqualidade do sono e força de
idosos. Foi realizado um estudo transversal descritivo. Participaram idosos de ambos os sexos.
responderam ao questionário de Pittsburgh sobre qualidade do sono e foi avaliada a força de preensão palmar. Foram avaliados 22 idosos. Observou
força de preensão palmar e qualidade do sono não se verificou diferenças estatisticamente significativas. não evidenciado esta relação no presente estudo, não se
Palavras-Chave: Idoso. Qualidade do Sono.
ABSTRACT: The aim of the research was to evaluate the association of the sleep quality and the grip strength
in older people. It was carried out a descriptive transversal study. The older people that participated was of both genders. The participants answered thePit
evaluated. 22 elderly were examined.
correlated the grip strength and the sleep quality was not verified any statistical significant difference. Although was not evidenced this relation on the study one cannot
Keywords: Elderly. Sleep Quality. Grip Strength.
RESUMEN: El objetivo de lainvestigación ha sido evaluarlaasociación de lacalidaddelsueño y fuerza de
preensión palmar enmayores. Ha sido realizado unestudio tran
sexos. Los participantes contestaronalcuestionario de Pittsburgh sobre calidad de sueño y ha sido evaluadalafuerza de preensión palmar.
lamayoría es mala. Cuando correlacionada fuerza de preensión palmar y calidaddelsueño no se verificó diferencias estadisticamente significativas. Aunque no haya
puede afirmar que no hayarelación entre
Palabras Clave: Mayores. CalidaddelSueño. Preensión Palmar. Envio 22/04
1Fisioterapeuta graduada pela Faculdade Santa Maria [email protected]
2 Fisioterapeuta graduada pela Faculdade Santa Maria do Ensino Superior pela Faculdade Santa Maria 3 Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade C da Faculdade Santa Maria – FSM, Cajazeiras, Paraíba. E
4 Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, São Paulo. Docente da Faculdade Santa Maria – FSM, Cajazeiras, Paraíba. E
Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr
ASSOCIAÇÃO ENTRE A QUALIDADE DO SONO E FORÇA DE
PREENSÃO PALMAR EM IDOSOS
ASSOCIATION BETWEEN THE SLEEP QUALITY AND THE
GRIP STRENGTH IN OLDER PEOPLE
ASOCIACIÓN ENTRE LA CALIDAD DEL SUEÑO
DE PREENSIÓN PALMAR ENMAYORES
Walleria Rodrigues de Alexandria1 Gonçalves da Silva2 Ubiraídys de Andrade Isidório3
O objetivo da pesquisa foi avaliar a associação daqualidade do sono e força de idosos. Foi realizado um estudo transversal descritivo. Participaram idosos de ambos os sexos.
responderam ao questionário de Pittsburgh sobre qualidade do sono e foi avaliada a força de preensão palmar. 22 idosos. Observou-se que a qualidade do sono da maioria é ruim. Quando correlacionada força de preensão palmar e qualidade do sono não se verificou diferenças estatisticamente significativas.
não evidenciado esta relação no presente estudo, não se pode afirmar que não há relação entre essas variáveis. Idoso. Qualidade do Sono. Preensão Palmar.
The aim of the research was to evaluate the association of the sleep quality and the grip strength in older people. It was carried out a descriptive transversal study. The older people that participated was of both participants answered thePittsburgh questionnaire about sleep quality and the grip strength was evaluated. 22 elderly were examined. It was observed that the sleep quality of the majority was bad. When correlated the grip strength and the sleep quality was not verified any statistical significant difference. Although was not evidenced this relation on the study one cannot state that there is no relation between these variables.
Elderly. Sleep Quality. Grip Strength.
El objetivo de lainvestigación ha sido evaluarlaasociación de lacalidaddelsueño y fuerza de preensión palmar enmayores. Ha sido realizado unestudio transversal descriptivo. Participaronmayores de ambos Los participantes contestaronalcuestionario de Pittsburgh sobre calidad de sueño y ha sido evaluadalafuerza de preensión palmar. Fueronevaluados 22 mayores. Se observó que lacalidaddelsueño de ría es mala. Cuando correlacionada fuerza de preensión palmar y calidaddelsueño no se verificó diferencias estadisticamente significativas. Aunque no haya evidenciado esta relaciónenel presente estudio, no se puede afirmar que no hayarelación entre esasvariables.
Mayores. CalidaddelSueño. Preensión Palmar.
4/2019 Revisão 22/04/2019 Aceite 19/08
Fisioterapeuta graduada pela Faculdade Santa Maria – FSM, Cajazeiras, Paraíba. E Fisioterapeuta graduada pela Faculdade Santa Maria – FSM, Cajazeiras, Paraíba. Pós
do Ensino Superior pela Faculdade Santa Maria – FSM, Cajazeiras, Paraíba. E-mail: thami12
Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Cruzeiro do Sul – UNICSUL, São Paulo, São Paulo. Docente FSM, Cajazeiras, Paraíba. E-mail: [email protected]
Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, São Paulo. Docente da Faculdade FSM, Cajazeiras, Paraíba. E-mail: [email protected]
, abr./jun., 2020.
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ASSOCIAÇÃO ENTRE A QUALIDADE DO SONO E FORÇA DE
ASSOCIATION BETWEEN THE SLEEP QUALITY AND THE
ASOCIACIÓN ENTRE LA CALIDAD DEL SUEÑO Y FUERZA
O objetivo da pesquisa foi avaliar a associação daqualidade do sono e força de preensão palmar em idosos. Foi realizado um estudo transversal descritivo. Participaram idosos de ambos os sexos. Os participantes responderam ao questionário de Pittsburgh sobre qualidade do sono e foi avaliada a força de preensão palmar. se que a qualidade do sono da maioria é ruim. Quando correlacionada força de preensão palmar e qualidade do sono não se verificou diferenças estatisticamente significativas. Embora
pode afirmar que não há relação entre essas variáveis.
The aim of the research was to evaluate the association of the sleep quality and the grip strength in older people. It was carried out a descriptive transversal study. The older people that participated was of both tsburgh questionnaire about sleep quality and the grip strength was It was observed that the sleep quality of the majority was bad. When correlated the grip strength and the sleep quality was not verified any statistical significant difference. Although
re is no relation between these variables.
El objetivo de lainvestigación ha sido evaluarlaasociación de lacalidaddelsueño y fuerza de sversal descriptivo. Participaronmayores de ambos Los participantes contestaronalcuestionario de Pittsburgh sobre calidad de sueño y ha sido Fueronevaluados 22 mayores. Se observó que lacalidaddelsueño de ría es mala. Cuando correlacionada fuerza de preensión palmar y calidaddelsueño no se verificó evidenciado esta relaciónenel presente estudio, no se
8/2019
FSM, Cajazeiras, Paraíba. E-mail: FSM, Cajazeiras, Paraíba. Pós-Graduada em Docência
mail: [email protected] UNICSUL, São Paulo, São Paulo. Docente mail: [email protected]
Rev. Bras. de Iniciação Científica
INTRODUÇÃO
O envelhecimento populacional vem aumentando significativamente nos países em desenvolvimento devido as melhores condições de vida e saúde, bem como aos avanços de tratamento e prevenção de doenças
os idosos tornem-se introspectivos, interagindo menos no meio social, favorecendo a prejuízos na saúde mental e física
de idosos, correspondendo 10,8% da população total e estima
número de idosos ultrapasse os 64 milhões, representando mais de 22% da população (IBGE, 2010).
Com a transição epidemiológica observa
contribuindo para que o idoso seja propenso à mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (Faria; Fernandes; Leite, 2018). Além disso, o envelhecimento, por si só, trás mudanças importantes ao organismo, dentre elas alterações do sono, com
diminuição quantitativa dos estágios profundo e prolongamento dos estágios superficiais, fragmentação noturna, maior latência para início, diminuição da duração total do sono noturno e alterações mais frequentes entre os estágios do sono dur
2013).
As disfunções do sono são frequentes no envelhecimento, tornando
difícil a realização de atividades diárias, comprometendo sua saúde física, propiciando a queda, perda da capacidade funcional e decrésci
acabam por impedir o autocuidado, resultando em piora da qualidade de vida da velhice (Santos et al., 2013).
A ocorrência de queda esta associada com a baixa força de preensão palmar com dependência de outras variáv
subir/descer escadas. Um indicador importante de fragilidade que está relacionada de forma direta com o aumento do número de quedas, perda da agilidade e fraturas, dificuldades em utilizar escadas, é a perda da força muscular (Prato et al., 2017).
Estudos relataram que a força de preensão palmar prove ação em diversas atividades instrumentais da rotina cotidiana em razão das mãos serem solicitadas em atividades como, trabalhos manuais, manusear medicame
Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr
O envelhecimento populacional vem aumentando significativamente nos países em desenvolvimento devido as melhores condições de vida e saúde, bem como aos avanços de tamento e prevenção de doenças (IBGE, 2010). As doenças crônicas contribuem para que se introspectivos, interagindo menos no meio social, favorecendo a prejuízos na saúde mental e física (Gonçalves et al., 2014). No Brasil há mais de 20 mi de idosos, correspondendo 10,8% da população total e estima-se que no ano de 2050, o número de idosos ultrapasse os 64 milhões, representando mais de 22% da população (IBGE,
Com a transição epidemiológica observa-se um aumento na expectativa
contribuindo para que o idoso seja propenso à mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (Faria; Fernandes; Leite, 2018). Além disso, o envelhecimento, por si só, trás mudanças importantes ao organismo, dentre elas alterações do sono, com
diminuição quantitativa dos estágios profundo e prolongamento dos estágios superficiais, fragmentação noturna, maior latência para início, diminuição da duração total do sono noturno e alterações mais frequentes entre os estágios do sono durante a noite (Freitas et al.,
As disfunções do sono são frequentes no envelhecimento, tornando
difícil a realização de atividades diárias, comprometendo sua saúde física, propiciando a queda, perda da capacidade funcional e decréscimo da autonomia. As dependências físicas acabam por impedir o autocuidado, resultando em piora da qualidade de vida da velhice A ocorrência de queda esta associada com a baixa força de preensão palmar com dependência de outras variáveis como qualidade do sono, depressão e dificuldade de subir/descer escadas. Um indicador importante de fragilidade que está relacionada de forma direta com o aumento do número de quedas, perda da agilidade e fraturas, dificuldades em
perda da força muscular (Prato et al., 2017).
Estudos relataram que a força de preensão palmar prove ação em diversas atividades instrumentais da rotina cotidiana em razão das mãos serem solicitadas em atividades como, trabalhos manuais, manusear medicamentos, telefone e carregar sacolas, dentre outras. A
, abr./jun., 2020.
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O envelhecimento populacional vem aumentando significativamente nos países em desenvolvimento devido as melhores condições de vida e saúde, bem como aos avanços de As doenças crônicas contribuem para que se introspectivos, interagindo menos no meio social, favorecendo a No Brasil há mais de 20 milhões se que no ano de 2050, o número de idosos ultrapasse os 64 milhões, representando mais de 22% da população (IBGE, se um aumento na expectativa de vida, contribuindo para que o idoso seja propenso à mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (Faria; Fernandes; Leite, 2018). Além disso, o envelhecimento, por si só, trás mudanças importantes ao organismo, dentre elas alterações do sono, como por exemplo, diminuição quantitativa dos estágios profundo e prolongamento dos estágios superficiais, fragmentação noturna, maior latência para início, diminuição da duração total do sono ante a noite (Freitas et al., As disfunções do sono são frequentes no envelhecimento, tornando-se cada vez mais difícil a realização de atividades diárias, comprometendo sua saúde física, propiciando a mo da autonomia. As dependências físicas acabam por impedir o autocuidado, resultando em piora da qualidade de vida da velhice A ocorrência de queda esta associada com a baixa força de preensão palmar com eis como qualidade do sono, depressão e dificuldade de subir/descer escadas. Um indicador importante de fragilidade que está relacionada de forma direta com o aumento do número de quedas, perda da agilidade e fraturas, dificuldades em Estudos relataram que a força de preensão palmar prove ação em diversas atividades instrumentais da rotina cotidiana em razão das mãos serem solicitadas em atividades como, ntos, telefone e carregar sacolas, dentre outras. A
Rev. Bras. de Iniciação Científica
diminuição da potência e força dos músculos interfere diretamente na autonomia, bem qualidade de vida do idoso (Viveiro et al.,2014).
Torna-se pertinente a realização de estudos sobre qualidade d
preensão palmar em idosos, visto que, alterações nesses aspectos, podem afetar a saúde física e qualidade de vida dessa faixa etária. Pesquisas tem apresentado um aumento na prevalência de queixas relacionadas a qualidade do sono. Porém
consideração esses aspectos, tão relevantes para a saúde do idoso, havendo uma falta na literatura brasileira a respeito. Desta forma, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a associação da qualidade do sono e a força
METODOLOGIA
Trata-se se uma pesquisa transversal descritiva com abordagem quantitativa. A pesquisafoi realizada no SESC
Cajazeiras, no período de outubro a novembro de 2018, de 17h. O local é voltado para proporcionar o bem
deste setor e sua família.
Participaram da pesquisa
conveniência, sendo sete do sexo masculino e quartoze idosos a partir dos sessenta
utilizavam dispositivos auxiliadores de marcha ou que apresentassem outro impedimento para deambulação, além de dificuldade cognitiva e impossibilidade de realizar o teste de preensão palmar com a mão dominante
O peso e a altura foram verificados conforme o descri
(2012). Após a coleta do peso e altura foi calculado o índice de massa corporal (IMC) e os pontos de corte do índice de massa corporal (IMC) adotados foram: 23Kg /m²
IMC >23 e < 28 Kg/m² - peso adequado, IMC entr
IMC> 30Kg/m² - obesidade (Palma et al., 2016). A circunferência do quadril (CQ) e a circunferência abdominal (CA) foram medidas conforme o descrito por Ferreira (2014) e os valores de CA maiores que 94cm para homens
risco aumentado para o surgimento de doenças cardiovasculares (Lima; Duarte, 2013) Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr
diminuição da potência e força dos músculos interfere diretamente na autonomia, bem qualidade de vida do idoso (Viveiro et al.,2014).
se pertinente a realização de estudos sobre qualidade d
preensão palmar em idosos, visto que, alterações nesses aspectos, podem afetar a saúde física e qualidade de vida dessa faixa etária. Pesquisas tem apresentado um aumento na prevalência de queixas relacionadas a qualidade do sono. Porém, é insuficiente estudos que levaram em consideração esses aspectos, tão relevantes para a saúde do idoso, havendo uma falta na literatura brasileira a respeito. Desta forma, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a associação da qualidade do sono e a força de preensão palmar em idosos.
METODOLOGIA
se se uma pesquisa transversal descritiva com abordagem quantitativa.
A pesquisafoi realizada no SESC - Serviço Social Do Comércio no município de Cajazeiras, no período de outubro a novembro de 2018, de segunda a sexta
17h. O local é voltado para proporcionar o bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores Participaram da pesquisa vinte e dois idosos selecionados de forma aleatória e por
sete do sexo masculino e quartoze do sexo feminino. Foram idosos a partir dos sessenta anos de idade, de ambos os sexos. Foram excluídos
dispositivos auxiliadores de marcha ou que apresentassem outro impedimento para deambulação, além de dificuldade cognitiva e impossibilidade de realizar o teste de preensão palmar com a mão dominante.
O peso e a altura foram verificados conforme o descrito por Garcia; Lilia; Pereria (2012). Após a coleta do peso e altura foi calculado o índice de massa corporal (IMC) e os pontos de corte do índice de massa corporal (IMC) adotados foram: 23Kg /m²
peso adequado, IMC entre 28 e < 30 Kg/m²
obesidade (Palma et al., 2016). A circunferência do quadril (CQ) e a circunferência abdominal (CA) foram medidas conforme o descrito por Ferreira (2014) e os valores de CA maiores que 94cm para homens e 80cm para mulheres foram associados a um risco aumentado para o surgimento de doenças cardiovasculares (Lima; Duarte, 2013)
, abr./jun., 2020.
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diminuição da potência e força dos músculos interfere diretamente na autonomia, bem-estar e se pertinente a realização de estudos sobre qualidade do sono e a força de preensão palmar em idosos, visto que, alterações nesses aspectos, podem afetar a saúde física e qualidade de vida dessa faixa etária. Pesquisas tem apresentado um aumento na prevalência , é insuficiente estudos que levaram em consideração esses aspectos, tão relevantes para a saúde do idoso, havendo uma falta na literatura brasileira a respeito. Desta forma, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a associação
se se uma pesquisa transversal descritiva com abordagem quantitativa.
Serviço Social Do Comércio no município de segunda a sexta-feira, das 13h às estar e qualidade de vida aos trabalhadores selecionados de forma aleatória e por do sexo feminino. Foram avaliados Foram excluídos os que dispositivos auxiliadores de marcha ou que apresentassem outro impedimento para deambulação, além de dificuldade cognitiva e impossibilidade de realizar o teste de preensão to por Garcia; Lilia; Pereria (2012). Após a coleta do peso e altura foi calculado o índice de massa corporal (IMC) e os pontos de corte do índice de massa corporal (IMC) adotados foram: 23Kg /m² - baixo peso, e 28 e < 30 Kg/m² - pré-obesidade, e um obesidade (Palma et al., 2016). A circunferência do quadril (CQ) e a circunferência abdominal (CA) foram medidas conforme o descrito por Ferreira (2014) e os e 80cm para mulheres foram associados a um risco aumentado para o surgimento de doenças cardiovasculares (Lima; Duarte, 2013)
Rev. Bras. de Iniciação Científica
Para coleta de dados pessoais foi utilizado um questionário semi das informações: iniciais do nome, idade e s
hipertensão, diabetes, cardiopatias; foi realizada também a avaliação antropométrica de cada participante, obtendo peso e altura para o cálculo do IMC; circunferência abdominal, circunferência do quadril, relação
hábitos de vida como etilismo e tabagismo.
Para avaliação da força de preensão palmar o participante foi posicionado de acordo com a recomendação da Sociedade Americana de Terapeutas da Mão (SATM):
os quadris e joelhos a 90° de flexão, ombro em adução, cotovelo fletido a 90°, antebraço e punho em posição neutra (medioprono), enquanto o examinador sustentava o dinamômetro. O teste foi realizado com a mão dominante, repetindo por três veze
segundos entre estas, evitando assim a fadiga muscular (Eichinger, 2015). Outro questionário aplicado foi o de Pittsburgh
ultimo mês, o qual consiste em 19 questões que são agrupadas em sete co
qualidade subjetiva do sono; (2) a latência do sono; (3) a duração do sono; (4) a eficiência habitual do sono; (5) as alterações do sono; (6) o uso de medicações para o sono; e (7) a disfunção diurna. Os escores dos sete componentes são so
global do PSQI, a qual varia de 0 a 21. Pontuações de 0
5-10 indicam qualidade ruim e acima de 10 indicam distúrbio do sono (Guerra et al., 2016). A presente pesquisa seguiu as normas da
Saúde (Brasil, 2012) e a coleta de dados ocorreu conforme aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade Santa Maria (FSM). Esta pesquisa faz parte da pesquisa intitulada “Força de Preensão
CEP da Faculdade Santa Maria sob o número do parecer 2.211.420.
A coleta de dados teve início por meio de visitas nos dias das reuniões dos idosos: segunda, quarta e sexta-feira à tarde
idosos foram convidados a participar da pesquisa e após explicação dos objetivos, os interessados assinaram o TCLE. O próximo passo foi a realização das avaliações dos dados pessoais, seguida pela antropometria e aplicação
posteriormente, avaliação da força de preensão palmar (FPP). As avaliações ocorreram em uma sala disponibilizada pela coordenação.
Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr Para coleta de dados pessoais foi utilizado um questionário semi
das informações: iniciais do nome, idade e sexo; antecedentes pessoais como, obesidade, hipertensão, diabetes, cardiopatias; foi realizada também a avaliação antropométrica de cada participante, obtendo peso e altura para o cálculo do IMC; circunferência abdominal, circunferência do quadril, relação cintura quadril. Por fim, foram identificados questões de hábitos de vida como etilismo e tabagismo.
Para avaliação da força de preensão palmar o participante foi posicionado de acordo com a recomendação da Sociedade Americana de Terapeutas da Mão (SATM):
os quadris e joelhos a 90° de flexão, ombro em adução, cotovelo fletido a 90°, antebraço e punho em posição neutra (medioprono), enquanto o examinador sustentava o dinamômetro. O teste foi realizado com a mão dominante, repetindo por três vezes, com intervalo de 20 segundos entre estas, evitando assim a fadiga muscular (Eichinger, 2015).
Outro questionário aplicado foi o de Pittsburgh que visa avaliar a qualidade do sono no ultimo mês, o qual consiste em 19 questões que são agrupadas em sete co
qualidade subjetiva do sono; (2) a latência do sono; (3) a duração do sono; (4) a eficiência habitual do sono; (5) as alterações do sono; (6) o uso de medicações para o sono; e (7) a disfunção diurna. Os escores dos sete componentes são somados para conferir uma pontuação global do PSQI, a qual varia de 0 a 21. Pontuações de 0-4 indicam boa qualidade do sono, de
10 indicam qualidade ruim e acima de 10 indicam distúrbio do sono (Guerra et al., 2016). A presente pesquisa seguiu as normas da resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde (Brasil, 2012) e a coleta de dados ocorreu conforme aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade Santa Maria (FSM). Esta pesquisa faz parte da pesquisa intitulada “Força de Preensão Palmar e Diabetes Mellitus em Idosos” aprovado pelo CEP da Faculdade Santa Maria sob o número do parecer 2.211.420.
A coleta de dados teve início por meio de visitas nos dias das reuniões dos idosos: feira à tarde no próprio SESC - Serviço Social Do Comércio idosos foram convidados a participar da pesquisa e após explicação dos objetivos, os interessados assinaram o TCLE. O próximo passo foi a realização das avaliações dos dados pessoais, seguida pela antropometria e aplicação do questionário de qualidade do sono, posteriormente, avaliação da força de preensão palmar (FPP). As avaliações ocorreram em uma sala disponibilizada pela coordenação.
, abr./jun., 2020.
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Para coleta de dados pessoais foi utilizado um questionário semi-estruturadoconstando exo; antecedentes pessoais como, obesidade, hipertensão, diabetes, cardiopatias; foi realizada também a avaliação antropométrica de cada participante, obtendo peso e altura para o cálculo do IMC; circunferência abdominal, cintura quadril. Por fim, foram identificados questões de Para avaliação da força de preensão palmar o participante foi posicionado de acordo com a recomendação da Sociedade Americana de Terapeutas da Mão (SATM): sentado com os quadris e joelhos a 90° de flexão, ombro em adução, cotovelo fletido a 90°, antebraço e punho em posição neutra (medioprono), enquanto o examinador sustentava o dinamômetro. O s, com intervalo de 20 segundos entre estas, evitando assim a fadiga muscular (Eichinger, 2015).
visa avaliar a qualidade do sono no ultimo mês, o qual consiste em 19 questões que são agrupadas em sete componentes: (1) a qualidade subjetiva do sono; (2) a latência do sono; (3) a duração do sono; (4) a eficiência habitual do sono; (5) as alterações do sono; (6) o uso de medicações para o sono; e (7) a mados para conferir uma pontuação 4 indicam boa qualidade do sono, de 10 indicam qualidade ruim e acima de 10 indicam distúrbio do sono (Guerra et al., 2016).
resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde (Brasil, 2012) e a coleta de dados ocorreu conforme aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade Santa Maria (FSM). Esta pesquisa faz parte da Palmar e Diabetes Mellitus em Idosos” aprovado pelo A coleta de dados teve início por meio de visitas nos dias das reuniões dos idosos: Serviço Social Do Comércio. Os idosos foram convidados a participar da pesquisa e após explicação dos objetivos, os interessados assinaram o TCLE. O próximo passo foi a realização das avaliações dos dados do questionário de qualidade do sono, posteriormente, avaliação da força de preensão palmar (FPP). As avaliações ocorreram em
Rev. Bras. de Iniciação Científica
Os dados foram analisados no SPSS (SPSS versão 25). Além de estatísticas descritivas de frequência absoluta e relativa, média e desvio padrão, utilizou
comparar a qualidade do sono com o FPP. A significância estatística aceita foi de p
RESULTADOS
Na tabela 1 pode-se observar que a maioria da amostra é d
atividade física. Verificou-se que 23,8% relatou ter depressão, ninguém relatou queda, uso de tabaco ou de álcool.
Tabela 1 - Descrição dos dados biosociodemográficos Sexo Feminino Masculino Exercício Física Sim Não Depressão Sim Não Queda no último mês Sim Não Tabaco Sim Não Álcool Sim Não
Fonte: Dados da pesquisa 2018.
Na tabela 2 observou
qualidade do sono e as variáveis analisadas. A variável que mais se aproximou foi o peso e o IMC. As pessoas com má qualidade do sono apresentaram média
IMC.
Tabela 2 - Comparação entre qualidade de sono e antropometria
Variáveis Boa qualidade do sono
Idade (anos) Peso (Kg)
Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr
Os dados foram analisados no SPSS (SPSS versão 25). Além de estatísticas descritivas frequência absoluta e relativa, média e desvio padrão, utilizou-se o teste t de Studant para comparar a qualidade do sono com o FPP. A significância estatística aceita foi de p
se observar que a maioria da amostra é do sexo feminino, não faz se que 23,8% relatou ter depressão, ninguém relatou queda, uso de
Descrição dos dados biosociodemográficos
Frequência absoluta (n) Frequência relativa (%) 14 7 6 15 5 16 0 21 0 21 0 21
Na tabela 2 observou-se que não houve diferenças estatisticamente significativas entre qualidade do sono e as variáveis analisadas. A variável que mais se aproximou foi o peso e o IMC. As pessoas com má qualidade do sono apresentaram média mais elevada de peso e
Comparação entre qualidade de sono e antropometria
Boa qualidade do sono Má qualidade do sono Média Desvio padrão Média Desvio padrão
73,40 7,16 71,73 8,05
55,00 10,13 62,09 8,33
, abr./jun., 2020.
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Os dados foram analisados no SPSS (SPSS versão 25). Além de estatísticas descritivas se o teste t de Studant para comparar a qualidade do sono com o FPP. A significância estatística aceita foi de p < 0,05.
o sexo feminino, não faz se que 23,8% relatou ter depressão, ninguém relatou queda, uso de
Frequência relativa (%) 66,7 33,3 28,6 71,4 23,8 76,2 0,0 100,0 0,0 100,0 0,0 100,0
se que não houve diferenças estatisticamente significativas entre qualidade do sono e as variáveis analisadas. A variável que mais se aproximou foi o peso e o mais elevada de peso e
Má qualidade do sono Desvio
padrão p-valor
8,05 0,62
Rev. Bras. de Iniciação Científica Altura (Cm)
IMC (Kg/m²) CA (Cm) RCQ
Fonte: Dados da pesquisa 2018.
Observa-se na tabela 3 que os domínios que
piores índices de qualidade do sono foram latência do sono e uso de medicação para dormir. Mais da metade das pessoas apresentaram má qualidade do sono.
Tabela 3 - Componente da qualidade do sono dos idosos avaliados Componentes da qualidade do sono
Comp.1- Qualidade subjetiva do sono
Muito boa Boa Ruim
Comp. 2- Latência do sono
0 1 a 2 3 a 4
Comp. 3- Duração do sono
>7 horas 6 a7 horas < 5 horas
Comp. 4- Eficiência habitual do sono
>85%
Comp. 5- Distúrbios do sono
1 a 9 10 a 18 19 a 27
Comp. 6- Uso de medicação para dormir
Nenhuma vez 1 a 2 vezes/semana 3 vezes ou mais/ semana
Comp. 7- Disfunção durante o dia
0 1 a 2 3 a 4
Score total
Boa qualidade do sono Má qualidade do sono
Fonte: Dados da pesquisa 2018.
A tabela 4 expressa a comparação entre força de preensão palmar e qualidade do sono. Não se verificou diferenças estatisticamente significativas da qualidade do sono com o FPP.
Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr
1,49 0,08 1,51 0,06
24,49 3,94 27,19 3,44
83,40 22,22 88,91 20,19
3,6470 8,319 0,93 0,10 Fonte: Dados da pesquisa 2018.
se na tabela 3 que os domínios que possuem mais percentual de pessoas com piores índices de qualidade do sono foram latência do sono e uso de medicação para dormir. Mais da metade das pessoas apresentaram má qualidade do sono.
Componente da qualidade do sono dos idosos avaliados Componentes da qualidade do sono Frequência absoluta
(F)
Qualidade subjetiva do sono
9 10 2 10 8 3 15 5 1
Eficiência habitual do sono
21 12 8 1
Uso de medicação para dormir
15 2
3 vezes ou mais/ semana 4
Disfunção durante o dia
14 6 1
Boa qualidade do sono 10
Má qualidade do sono 11
expressa a comparação entre força de preensão palmar e qualidade do sono. Não se verificou diferenças estatisticamente significativas da qualidade do sono com o FPP.
, abr./jun., 2020.
30
0,06 0,64 3,44 0,11 20,19 0,56 0,10 0,29possuem mais percentual de pessoas com piores índices de qualidade do sono foram latência do sono e uso de medicação para dormir.
Frequência absoluta Frequência relativa (%) 42,9 47,6 9,5 47,6 38,1 14,3 71,4 23,8 4,8 100,0 57,1 38,1 4,8 71,4 9,5 19,0 66,7 28,6 4,8 47,6 52,4
expressa a comparação entre força de preensão palmar e qualidade do sono. Não se verificou diferenças estatisticamente significativas da qualidade do sono com o FPP.
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Tabela 4 - Comparação de força de preensão palmar e qualidade do sono dos idosos avaliado Componentes da Qualidade do Sono
Comp.1- Qualidade subjetiva do sono
Muito boa Boa Ruim
Comp. 2- Latência do sono
0 1 a 2 3 a 4
Comp. 3- Duração do sono
>7 horas 6 a7 horas < 5 horas*
Comp. 5- Distúrbios do sono
1 a 9 10 a 18 19 a 27*
Comp. 6- Uso de medicação para dormir
Nenhuma vez 1 a 2 vezes/semana 3 vezes ou mais/ semana
Comp. 7- Disfunção durante o dia
0 1 a 2 3 a 4*
Score total
Boa qualidade do sono Má qualidade do sono
Fonte: Dados da pesquisa 2018.
Notas: o Componente 4 não entrou na comparação pois todos os participantes ficaram no grupo de
* Categoria que não entrou na comparação, pois apresentou apenas uma participante.
DISCUSSÃO
No presente estudo pode
feminino, ambos os sexos não praticam atividade física, menos da metade relatou ter depressão. Com relação à qualidade do sono a maioria foi classificada com uma má qualidade do sono, apresentando média mais elevada de peso e IMC. Não foram observadas associações estatisticamente significativas entre FPP e qualidade do sono.
Com relação à atividade física para uma boa qualidade do sono Yang et al. (2012) aplicaram um programa formal de treinamento constituído de exercícios aeróbicos ou de resistência, e concluiu que o programa de treinamento direcionado para idosos tem resultados relativamente positivos sobre a qualidade do sono e que a prática de atividades físicas pode ser uma abordagem adicional a outros tratamentos existentes para problemas do sono. Nesta
Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr
Comparação de força de preensão palmar e qualidade do sono dos idosos avaliado Componentes da Qualidade do Sono FPP
Média Desvio padrão
Qualidade subjetiva do sono
15,08 4,16 13,77 6,64 16,75 10,25 14,94 5,72 13,97 4,41 15,26 10,56 14,67 6,69 14,44 2,83 14,70 13,61 4,60 14,95 6,82 24,00
Uso de medicação para dormir
14,10 5,39 12,15 8,41
3 vezes ou mais/ semana 17,77 6,48
Disfunção durante o dia
16,40 5,58 11,85 4,30
6,20
13,83 5,25 15,33 6,31
Notas: o Componente 4 não entrou na comparação pois todos os participantes ficaram no grupo de Categoria que não entrou na comparação, pois apresentou apenas uma participante.
No presente estudo pode-se observar que a maioria dos participantes era do sexo feminino, ambos os sexos não praticam atividade física, menos da metade relatou ter depressão. Com relação à qualidade do sono a maioria foi classificada com uma má qualidade o sono, apresentando média mais elevada de peso e IMC. Não foram observadas associações estatisticamente significativas entre FPP e qualidade do sono.
Com relação à atividade física para uma boa qualidade do sono Yang et al. (2012) aplicaram um programa formal de treinamento constituído de exercícios aeróbicos ou de resistência, e concluiu que o programa de treinamento direcionado para idosos tem resultados relativamente positivos sobre a qualidade do sono e que a prática de atividades físicas pode a abordagem adicional a outros tratamentos existentes para problemas do sono. Nesta
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Comparação de força de preensão palmar e qualidade do sono dos idosos avaliados Desvio padrão p-valor
4,16 0,77 6,64 10,25 5,72 0,92 4,41 10,56 6,69 0,99 2,83 4,60 0,22 6,82 5,39 0,45 8,41 6,48 5,58 0,08 4,30 5,25 0,56 6,31
Notas: o Componente 4 não entrou na comparação pois todos os participantes ficaram no grupo de >85%.
se observar que a maioria dos participantes era do sexo feminino, ambos os sexos não praticam atividade física, menos da metade relatou ter depressão. Com relação à qualidade do sono a maioria foi classificada com uma má qualidade o sono, apresentando média mais elevada de peso e IMC. Não foram observadas associações Com relação à atividade física para uma boa qualidade do sono Yang et al. (2012) ormal de treinamento constituído de exercícios aeróbicos ou de resistência, e concluiu que o programa de treinamento direcionado para idosos tem resultados relativamente positivos sobre a qualidade do sono e que a prática de atividades físicas pode a abordagem adicional a outros tratamentos existentes para problemas do sono. Nesta
Rev. Bras. de Iniciação Científica
pesquisa, observou-se uma baixa adesão à prática de exercício físico, bem como a maioria dos participantes apresentou uma má qualidade do sono.
Magalhães et al. (2017) most
padecem de alterações na quantidade e qualidade do sono devido ao processo de envelhecimento impactando negativamente na qualidade de vida.
Além disso, Galvão et al. (2017) relatam que indivíduos que apres
insônia reportam um nível elevado de irritabilidade, cansaço, ansiedade, depressão e pior qualidade de vida. Aditivamente indivíduos que apresentam uma má qualidade do sono retratam um risco maior para desenvolver depressões, ansiedade, a
substâncias e doenças cardiovasculares. Dentre os participantes avaliados, percebe
apesar da prática de exercícios físicos ser baixa, a prevalência de depressão também foi. Esse fato pode estar relacionado ao uso de medicament
pesquisadores.
No presente estudo não houve diferença estatisticamente significativa entre qualidade do sono e as variáveis antropométricas analisadas. As que mais se aproximaram foram peso e IMC. Pessoas com má qualidade do
Zanutoet al. (2015) mostram que a obesidade está relacionada ao desenvolvimento de disfunções do sono, e que a ocorrência de alterações do sono pode estar associada a altas taxas de excesso de peso, afetando
que afeta a região do pescoço devido ao excesso de adiposidade interferindo na respiração. Com isso ocasionando alterações do sono relacionado ao ganho de peso.
Já para a relação entre qualidad
não encontrou resultado estatisticamente significativos, este fato é relatado no estudo de Eichingeret al. (2015) onde relatam que não há relação entre a qualidade do sono e força de preensão palmar, o mesmo complementa dizendo, que a FPP está diretamente relacionada às atividades de vida diária, sendo que quando limitada ocasiona deficiências importante para o indivíduo. Caracteriza um índice objetivo da totalidade funcional dos membros superiores, sendo aplicada constantemente na monitorização da função motora, indicando como saúde geral do indivíduo adulto.
Independentemente da faixa etária a força muscular está relacionada com índices de limitação funcional, morbidade e mortalidade. A diminuição da F
Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr
se uma baixa adesão à prática de exercício físico, bem como a maioria dos participantes apresentou uma má qualidade do sono.
Magalhães et al. (2017) mostram que mais da metade dos idosos acima de 65 anos padecem de alterações na quantidade e qualidade do sono devido ao processo de envelhecimento impactando negativamente na qualidade de vida.
Além disso, Galvão et al. (2017) relatam que indivíduos que apres
insônia reportam um nível elevado de irritabilidade, cansaço, ansiedade, depressão e pior qualidade de vida. Aditivamente indivíduos que apresentam uma má qualidade do sono retratam um risco maior para desenvolver depressões, ansiedade, abuso ou dependência de substâncias e doenças cardiovasculares. Dentre os participantes avaliados, percebe
apesar da prática de exercícios físicos ser baixa, a prevalência de depressão também foi. Esse fato pode estar relacionado ao uso de medicamentos, que não foi abordado pelos No presente estudo não houve diferença estatisticamente significativa entre qualidade do sono e as variáveis antropométricas analisadas. As que mais se aproximaram foram peso e IMC. Pessoas com má qualidade do sono apresentam índices elevados de peso e IMC. Zanutoet al. (2015) mostram que a obesidade está relacionada ao desenvolvimento de disfunções do sono, e que a ocorrência de alterações do sono pode estar associada a altas taxas de excesso de peso, afetando o sono de diferentes formas, como apneia obstrutiva do sono em que afeta a região do pescoço devido ao excesso de adiposidade interferindo na respiração. Com isso ocasionando alterações do sono relacionado ao ganho de peso.
Já para a relação entre qualidade do sono e força de preensão palmar o presente estudo não encontrou resultado estatisticamente significativos, este fato é relatado no estudo de Eichingeret al. (2015) onde relatam que não há relação entre a qualidade do sono e força de mesmo complementa dizendo, que a FPP está diretamente relacionada às atividades de vida diária, sendo que quando limitada ocasiona deficiências importante para o indivíduo. Caracteriza um índice objetivo da totalidade funcional dos membros superiores, do aplicada constantemente na monitorização da função motora, indicando como saúde Independentemente da faixa etária a força muscular está relacionada com índices de limitação funcional, morbidade e mortalidade. A diminuição da FPP está relacionada de
, abr./jun., 2020.
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se uma baixa adesão à prática de exercício físico, bem como a maioria dos ram que mais da metade dos idosos acima de 65 anos padecem de alterações na quantidade e qualidade do sono devido ao processo de Além disso, Galvão et al. (2017) relatam que indivíduos que apresentam sintomas de insônia reportam um nível elevado de irritabilidade, cansaço, ansiedade, depressão e pior qualidade de vida. Aditivamente indivíduos que apresentam uma má qualidade do sono buso ou dependência de substâncias e doenças cardiovasculares. Dentre os participantes avaliados, percebe-se que apesar da prática de exercícios físicos ser baixa, a prevalência de depressão também foi. Esse os, que não foi abordado pelos No presente estudo não houve diferença estatisticamente significativa entre qualidade do sono e as variáveis antropométricas analisadas. As que mais se aproximaram foram peso e sono apresentam índices elevados de peso e IMC. Zanutoet al. (2015) mostram que a obesidade está relacionada ao desenvolvimento de disfunções do sono, e que a ocorrência de alterações do sono pode estar associada a altas taxas o sono de diferentes formas, como apneia obstrutiva do sono em que afeta a região do pescoço devido ao excesso de adiposidade interferindo na respiração. Com isso ocasionando alterações do sono relacionado ao ganho de peso.
e do sono e força de preensão palmar o presente estudo não encontrou resultado estatisticamente significativos, este fato é relatado no estudo de Eichingeret al. (2015) onde relatam que não há relação entre a qualidade do sono e força de mesmo complementa dizendo, que a FPP está diretamente relacionada às atividades de vida diária, sendo que quando limitada ocasiona deficiências importante para o indivíduo. Caracteriza um índice objetivo da totalidade funcional dos membros superiores, do aplicada constantemente na monitorização da função motora, indicando como saúde Independentemente da faixa etária a força muscular está relacionada com índices de PP está relacionada de
Rev. Bras. de Iniciação Científica
maneira significativa ao estado funcional, ao aumento de complicações pós
tempo de internação hospitalar, e com o aumento da mortalidade. Já em idosos, a título de exemplo, o declívio de força muscular pode estar ref
com o nível de dependência (Eichinger, 2015). De acordo com Martin;
relacionada com a força muscular dos demais músculos do organismo, considerando
um bom indicador para a força muscular global tal como para avaliar o desempenho físico dos idosos. A avaliação da capacidade funcional no idoso, que possui relação com a força muscular, é essencial para a elaboração de um diagnóstico e de um prognóstico na adoç medidas preventivas e/ou promocionais à saúde do idoso (OLIVEIRA; FLEIG, 2017).
Como limitação do estudo destaca
pesquisa e a não investigação do tipo de atividade diária realizada pelos participantes.
CONCLUSÃO
O presente estudo observou que grande parte da amostra foi classificada como tendo uma má qualidade do sono. A relação entre peso e o indicador de PSQI revelou que os idosos com peso mais elevado foram mais frequentes entre os que tinham má qualidade
Apesar da maioria dos idosos afirmarem que não realizavam exercícios físicos, infere se pela participação deles nesses grupos de convivência que são idosos ativos, podendo ter influenciado em uma força de preensão palmar sem relação com a qualidad
Embora não evidenciado a relação entre a associação da qualidade do sono e a força de preensão palmar no presente estudo, torna
busquem identificar e esclarecer associação entre a qualidade do sono
palmar, investigando as possíveis causas dessas alterações de formar a esclarecer medidas preventivas e/ou promocionais de saúde. Não se pode afirmar que não exista a relação entre essas duas variáveis.
A força de preensão palmar tem s
pode ainda ser uma ferramenta relevante no diagnóstico precoce de possíveis doenças cardiometabólicas, uma vez que o sono vem sendo estudado como fator contribuinte para tais eventos. A qualidade do sono ve
associada a doenças cardiovasculares.
Rev. Bras. de Iniciação Científica (RBIC), Itapetininga, v. 7, n. 3, p. 25-35, abr maneira significativa ao estado funcional, ao aumento de complicações pós
tempo de internação hospitalar, e com o aumento da mortalidade. Já em idosos, a título de exemplo, o declívio de força muscular pode estar referente com a incapacidade funcional e com o nível de dependência (Eichinger, 2015).
De acordo com Martin; Nebuloni; Najas (2012) a força de preensão palmar está relacionada com a força muscular dos demais músculos do organismo, considerando
indicador para a força muscular global tal como para avaliar o desempenho físico dos idosos. A avaliação da capacidade funcional no idoso, que possui relação com a força muscular, é essencial para a elaboração de um diagnóstico e de um prognóstico na adoç medidas preventivas e/ou promocionais à saúde do idoso (OLIVEIRA; FLEIG, 2017).
Como limitação do estudo destaca-se o número de participantes que aderiram à pesquisa e a não investigação do tipo de atividade diária realizada pelos participantes.
O presente estudo observou que grande parte da amostra foi classificada como tendo uma má qualidade do sono. A relação entre peso e o indicador de PSQI revelou que os idosos com peso mais elevado foram mais frequentes entre os que tinham má qualidade
Apesar da maioria dos idosos afirmarem que não realizavam exercícios físicos, infere se pela participação deles nesses grupos de convivência que são idosos ativos, podendo ter influenciado em uma força de preensão palmar sem relação com a qualidad
Embora não evidenciado a relação entre a associação da qualidade do sono e a força de preensão palmar no presente estudo, torna-se necessário a realização de mais estudos que busquem identificar e esclarecer associação entre a qualidade do sono
palmar, investigando as possíveis causas dessas alterações de formar a esclarecer medidas preventivas e/ou promocionais de saúde. Não se pode afirmar que não exista a relação entre A força de preensão palmar tem sido um importante marcador de desfecho em saúde e pode ainda ser uma ferramenta relevante no diagnóstico precoce de possíveis doenças cardiometabólicas, uma vez que o sono vem sendo estudado como fator contribuinte para tais eventos. A qualidade do sono vem sendo relacionada com o aumento da mortalidade associada a doenças cardiovasculares.
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maneira significativa ao estado funcional, ao aumento de complicações pós-operatórias e do tempo de internação hospitalar, e com o aumento da mortalidade. Já em idosos, a título de erente com a incapacidade funcional e (2012) a força de preensão palmar está relacionada com a força muscular dos demais músculos do organismo, considerando-se assim indicador para a força muscular global tal como para avaliar o desempenho físico dos idosos. A avaliação da capacidade funcional no idoso, que possui relação com a força muscular, é essencial para a elaboração de um diagnóstico e de um prognóstico na adoção medidas preventivas e/ou promocionais à saúde do idoso (OLIVEIRA; FLEIG, 2017).
se o número de participantes que aderiram à pesquisa e a não investigação do tipo de atividade diária realizada pelos participantes.
O presente estudo observou que grande parte da amostra foi classificada como tendo uma má qualidade do sono. A relação entre peso e o indicador de PSQI revelou que os idosos com peso mais elevado foram mais frequentes entre os que tinham má qualidade do sono.
Apesar da maioria dos idosos afirmarem que não realizavam exercícios físicos, infere-se pela participação deles nesinfere-ses grupos de convivência que são idosos ativos, podendo ter influenciado em uma força de preensão palmar sem relação com a qualidade do sono.
Embora não evidenciado a relação entre a associação da qualidade do sono e a força se necessário a realização de mais estudos que busquem identificar e esclarecer associação entre a qualidade do sono e força de preensão palmar, investigando as possíveis causas dessas alterações de formar a esclarecer medidas preventivas e/ou promocionais de saúde. Não se pode afirmar que não exista a relação entre ido um importante marcador de desfecho em saúde e pode ainda ser uma ferramenta relevante no diagnóstico precoce de possíveis doenças cardiometabólicas, uma vez que o sono vem sendo estudado como fator contribuinte para tais m sendo relacionada com o aumento da mortalidade
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