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P
OLÍTICA DE
I
NVESTIMENTOS
Assistencial 2019-2023
ECONOMUS
NT 2018/173, de 12.11.2018Volume Único
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Índice
1. Introdução ... 3
2. Objetivos ... 3
3. Vigência ... 4
4. Premissas da Gestão de Investimentos ... 4
5. Pilares da Gestão de Investimentos ... 4
6. Critérios de Diversificação dos Investimentos e Limites de Alocação ... 6
7. Seleção, Monitoramento e Controle dos Gestores de Recursos... 10
9. Responsabilidade Socioambiental ... 18
10. Programa de Integridade ... 18
11. Critérios de Precificação de Ativos ... 19
12. Custódia Qualificada e Consultorias Contratadas ... 19
13. Fundo Financeiro do FEAS ... 20
14. Economus Família ... 20
15. Administrativo Assistencial ... 21
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1. Introdução
1.1. O Economus atua como operadora de Planos Privados de Assistência à Saúde classificada na
modalidade de Autogestão junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, com autorização de funcionamento de operadora sob o nº 34.261-1 e se compromete na qualidade de operador, a prestar assistência à saúde aos Titulares e Dependentes, doravante denominados de “Beneficiários”.
1.2. Conforme determinação da Resolução Normativa nº 410 da ANS, de 17/08/2016, aplica-se a esta
Política de Investimento a Resolução CMN nº 4.444, de 13 de dezembro de 2015, no que tange aos instrumentos financeiros permitidos, limites de aplicação, condições estipuladas e requisitos de diversificação para aceitação dos ativos correspondentes como garantidores.
2. Objetivos
2.1. Esta Política de Investimento foi aprovada pelo Conselho Deliberativo e tem o objetivo de
estabelecer diretrizes e procedimentos a serem observados pela Gestão de Investimentos nas ações de curto, médio e longo prazos para a alocação dos recursos da Reserva Técnica do Fundo Economus de Assistência Social - FEAS1, Economus Família e Administrativo Assistencial, doravante designados “Planos”, fornecendo, inclusive, subsídios para avaliação e monitoramento pelas partes interessadas.
2.2. A Política é construída a partir da definição do conjunto de ativos, descrevendo os objetivos de
retorno, tolerância aos riscos e restrições de investimento, conforme as fontes de custeio e de despesas: (i) contribuições dos beneficiários; (ii) receitas financeiras oriundas das aplicações; (iii) despesas assistenciais.
2.3. A Política deve ser observada por todos os profissionais envolvidos no processo de tomada de
decisão acerca dos Investimentos do Economus, obedecendo ainda aos Códigos de Ética e de Conduta do Instituto.
2.4. Esta Política de Investimento foi construída para os seguintes Programas:
2.4.1. FEAS;
2.4.2. Economus Família; e 2.4.3. Administrativo Assistencial.
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3. Vigência
3.1. Este documento vigorará no período de 01/01/2019 até 31/12/2023, sendo submetido à revisão
anual ou em períodos inferiores a este, em decorrência de eventuais alterações: na conjuntura econômica; nas despesas dos Planos ou na legislação que os regula.
4. Premissas da Gestão de Investimentos
4.1. Com o intuito de buscar as condições de segurança, rentabilidade, equilíbrio, transparência e liquidez
dos Planos, a Gestão de Investimentos deve perseguir as seguintes premissas:
4.1.1. Equilíbrio Atuarial: Buscar o equilíbrio dos ativos com o passivo atuarial por meio de aquisição de títulos e valores mobiliários com foco na macro alocação objetivo, observando os respectivos limites das margens de alocação permitidos.
4.1.2. Prudência e Segurança: Buscar, dentro de princípios que valorizem a prudência e a segurança, atingir a alocação definida para as classes de ativos, assim como envidar os esforços necessários para alcançar o retorno esperado no horizonte de tempo proposto.
4.1.3. Gerenciamento de Cenários: Construir e realinhar, sempre que necessário, os indicadores contidos nos cenários macroeconômicos, mantendo-os alinhados com as perspectivas vigentes de mercado, a fim de prospectar movimentos para as carteiras de investimentos.
4.1.4. Gerenciamento dos Recursos Disponíveis: Gerenciar as carteiras de investimentos de forma a minimizar a probabilidade de ocorrência de falta de liquidez para atendimento aos compromissos, no curto prazo, médio e longo prazos.
4.1.5. Gerenciamento de Risco: Adotar procedimentos que se mostrem eficientes ao longo do tempo visando à mitigação de risco de descasamento entre ativos e passivos, de mercado, de crédito, legal, sistêmico, de terceirização e de precificação de ativos.
5. Pilares da Gestão de Investimentos
5.1. Para definir a alocação dos recursos entre as classes de ativos, o Economus se apoia nos seguintes
pilares: (i) Cenário Macroeconômico; (ii) Estudo de Gestão de Ativos e Passivos para o FEAS; (iii) Planejamento dos Investimentos, para o Economus Família e Administrativo Assistencial, observando o Índice de Cobertura de Liquidez2; e (iv) Investimentos Táticos.
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Indicador que apresenta a razão de liquidez para o período dos próximos trinta dias corridos e é planejado para o período de 24 meses.
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5.1.1. A Gestão de Investimentos observa, além desta Política, o Regimento Interno do Comitê de Investimentos, o Livro de Alçadas dos Investimentos e os Normativos Internos, os quais definem a separação das responsabilidades e alçadas dos participantes dos processos de análise, avaliação, gerenciamento, assessoramento e decisão sobre a aplicação dos recursos dos Planos.
5.2. Cenário Macroeconômico
5.2.1. Para a construção do Cenário Macroeconômico de 2019 a 2032 foram utilizadas as projeções da Consultoria contratada pelo Economus. O quadro abaixo apresenta o cenário aprovado pelo Comitê de Investimentos do Economus:
5.2.2. Deve restar claro que caso haja alteração no cenário macroeconômico exposto e/ou as hipóteses adotadas se mostrarem deficientes em suas tarefas de direcionar os investimentos, a Política de Investimento deverá ser revisada.
5.3. Estudo de Gestão de Ativos e Passivos
5.3.1. O ECONOMUS, baseado nas Premissas da Gestão de Investimentos, expostas anteriormente, determina a alocação de ativos para os Planos, apoiando-se no Estudo de Gestão de Ativos e Passivos - Asset Liability Management (ALM), o qual também considera os princípios do Liability
Driven Investment (LDI), aprovado pelo Comitê de Investimentos.
5.3.2. O referido estudo é uma ferramenta importante para a gestão de investimentos, tendo em vista que as movimentações propostas em relação à aquisição ou alienação de ativos observam o comportamento futuro do passivo.
5.3.3. A metodologia empregada busca desenvolver, implementar, monitorar e revisar estratégias relacionadas aos ativos e passivos de modo a atingir os objetivos financeiro-atuariais, dentro dos níveis de tolerância a risco.
Cenário Econômico Projetado
Base - 60% Probabilidade 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 Selic (Fim) 7,50 8,50 8,50 8,75 9,25 9,25 9,75 9,50 10,00 10,00 10,25 10,25 10,25 10,25 INPC 4,39 4,22 4,15 4,50 4,77 4,75 4,86 4,80 4,50 4,36 4,39 4,41 4,40 4,37 IPCA 4,33 4,53 4,18 4,50 4,74 4,72 4,81 4,76 4,50 4,37 4,40 4,42 4,41 4,38 IGP-M 4,86 4,93 4,55 5,11 5,83 5,81 6,06 5,44 4,77 4,36 4,48 4,52 4,53 4,44 PIB 2,19 2,49 2,88 3,07 3,10 3,03 2,91 2,61 2,53 2,49 2,45 2,42 2,40 2,36
Câmbio - R$/US$ (Média) 1,86 0,07 0,04 2,82 3,25 1,43 7,57 3,73 2,20 1,70 2,71 2,59 2,49 2,08
Renda Variável (%) 15,49 15,86 15,22 15,24 15,34 15,24 15,43 15,43 15,22 15,09 15,10 15,10 15,09 15,06
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5.4. Planejamento dos Investimentos
5.4.1. De posse do cenário macroeconômico, resultados definidos pelo Estudo de Gestão de Ativos e Passivos e do Fluxo de Despesas dos Planos, elabora-se o Planejamento dos Investimentos, o qual indica as ações de curto prazo e compõe as projeções para o Orçamento do Resultado dos Planos. O Planejamento é aprovado pelas alçadas competentes e tem por objetivo definir a alocação e os movimentos entre as classes de ativos, de modo a otimizar a combinação de títulos e valores mobiliários contidos nos segmentos de aplicação permitidos pela legislação vigente e por esta Política.
5.5. Investimentos Táticos
5.5.1. Esses movimentos são importantes para proporcionar retorno incremental à carteira de investimentos ou ainda limitar impactos negativos decorrentes de riscos mais relevantes no curto prazo. Dessa maneira, a Gestão dos Investimentos pode fazer uso dos limites máximos e mínimos estabelecidos nos quadros de alocação, expostos mais à frente, desde que os mesmos respeitem as premissas estabelecidas no Estudo de Gestão de Ativos e Passivos, bem com as regras e limitações estabelecidas na legislação vigente e nesta Política.
6. Critérios de Diversificação dos Investimentos e Limites de Alocação
6.1. O ECONOMUS estabelece critérios de enquadramento, mais restritivos do que a legislação, que
visam ressaltar a importância da diversificação dos investimentos3 dos Planos e do conservadorismo, como fator de mitigação de risco.
6.2. As operações realizadas em ativos financeiros ligados à patrocinadora, seus fornecedores, clientes e
demais empresas ligadas ao grupo econômico da patrocinadora deverão obedecer aos mesmos critérios e limites estabelecidos aos demais emissores.
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Demais títulos e valores mobiliários permitidos pela legislação aplicável podem ser adquiridos pelo Economus para compor as carteiras dos Programas, desde que observem as condições e limites estabelecidos pelos Órgãos Reguladores e Livro de Alçadas dos Investimentos.
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6.3. Renda Fixa
6.3.1. Títulos de Baixo Risco de Crédito ou Risco Soberano
6.3.1.1. Até 100% (cem por cento) dos recursos do respectivo Plano em títulos da dívida pública mobiliária federal.
6.3.1.2. Até 80% (oitenta por cento) dos recursos do respectivo Plano em títulos de Crédito Privado de emissão de instituições financeiras e/ou instituições não financeiras, desde que atendam às condições descritas no item que trata dos critérios para o Risco de Crédito.
6.3.1.3. O total de títulos e valores mobiliários de emissão, coobrigação ou de responsabilidade de integrantes de um mesmo conglomerado financeiro não pode exceder:
a) 15% (quinze por cento) dos recursos do respectivo Plano; e
b) 15% (quinze por cento) do Patrimônio Líquido da instituição financeira emitente, observadas as condições estabelecidas em Normativo Interno.
6.3.1.4. O total de títulos e valores mobiliários de emissão, coobrigação ou de responsabilidade de integrantes de um mesmo conglomerado econômico não financeiro não pode exceder:
a) 12,5% (doze vírgula cinco por cento) dos recursos do respectivo Plano; e b) 7,5% (sete vírgula cinco por cento) da emissão correspondente.
6.3.1.5. Os investimentos em fundos de investimento em direitos creditórios com classificação de baixo risco de crédito não podem exceder:
a) 15% (quinze por cento) dos recursos do respectivo Plano; e
b) 25% (vinte e cinco por cento) do Patrimônio Líquido de uma mesma série de cotas emitidas. 6.3.2. Títulos de Médio Risco de Crédito
6.3.2.1. Os Planos poderão adquirir títulos de emissão de instituições financeiras e não financeiras, conforme o disposto no item que trata dos critérios para o Risco de Crédito, e observados os seguintes limites:
a) O total de títulos e valores mobiliários de emissão, coobrigação ou de responsabilidade de integrantes de um mesmo conglomerado financeiro não pode exceder:
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ii. 3,5% (três vírgula cinco por cento) do Patrimônio Líquido da instituição financeira emitente.
b) O total de títulos e valores mobiliários de emissão, coobrigação ou de responsabilidade de integrantes de um mesmo conglomerado econômico não financeiro não pode exceder: i. 5% (cinco por cento) dos recursos do respectivo Plano; e
ii. 3% (três por cento) da emissão correspondente, cuja distribuição esteja classificada como médio risco de crédito.
c) Não poderá ser realizado investimento em fundos de investimento em direitos creditórios com classificação de médio risco de crédito.
6.3.3. Títulos de Alto Risco de Crédito
6.3.3.1. Os Planos não poderão adquirir títulos de emissão de instituições financeiras e não financeiras, entretanto, em caso de desenquadramento passivo, poderão manter alocação observados os seguintes limites:
a) O total de títulos e valores mobiliários de emissão, coobrigação ou de responsabilidade de integrantes de um mesmo conglomerado financeiro não pode exceder:
i. 2,5% (dois vírgula cinco por cento) dos recursos do respectivo Plano; e
ii. 2,5% (dois vírgula cinco por cento) do Patrimônio Líquido da instituição financeira emitente.
b) O total de títulos e valores mobiliários de emissão, coobrigação ou de responsabilidade de integrantes de um mesmo conglomerado econômico não financeiro não pode exceder: i. 2% (dois por cento) dos recursos do respectivo Plano.
6.3.4. Fundos de Investimento em Renda Fixa
6.3.4.1. O total de investimentos em Fundos Condonomiais de Renda Fixa não poderá exceder a 10% (dez por cento) do Patrimônio do respectivo Fundo.
6.4. Renda Variável
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6.4.1.1. O total de investimentos em ações de uma mesma companhia negociada em bolsa de valores não pode exceder:
a) 10% (dez por cento) dos recursos do respectivo Plano.
6.4.1.2. O total de investimentos em ações em sua primeira distribuição pública não pode exceder: a) 10% (dez por cento) dos recursos do respectivo Plano; e
b) 10% (dez por cento) da respectiva distribuição pública. 6.4.2. Fundos de Investimento em Renda Variável
6.4.2.1. O total de investimentos em Fundos Condonomiais de Renda Variável não poderá exceder a 10% (dez por cento) do Patrimônio do Respectivo Fundo.
6.5. Estruturados
6.5.1. Fundos de Investimento em Participações
6.5.1.1. O total de investimento comprometido em um mesmo Fundo de Investimento em Participações não pode ultrapassar:
a) 5% (cinco por cento) dos recursos do respectivo Plano; e b) 10% (dez por cento) do capital comprometido do fundo. 6.5.2. Fundos de Investimento Multimercado
6.5.2.1. O total de investimento em Fundos de Investimento Multimercado não pode ultrapassar: a) 10% (dez por cento) dos recursos do respectivo Plano; e
b) 10% (dez por cento) do Patrimônio Líquido do fundo.
6.6. Investimentos sujeitos à Variação Cambial
6.6.1. Os Planos não realizarão investimentos neste segmento.
6.7. Imobiliário
6.7.1. Os Planos não realizarão investimentos neste segmento.
6.8. Disposições Complementares
6.8.1. O uso de derivativos deve respeitar os limites e condições estabelecidas na legislação vigente. Essas operações, quando realizadas, somente poderão ser efetivadas em bolsa de valores ou em
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bolsa de mercadorias e de futuros, exclusivamente na modalidade "com garantia" e ser conduzida com o objetivo de diminuição do risco a que estão expostas as carteiras destes segmentos (hedge)4.
6.8.2. Conforme prevê a legislação vigente, os títulos e valores mobiliários integrantes dos segmentos de Renda Fixa e de Renda Variável poderão ser objeto de empréstimos, desde que observem as condições estabelecidas em Instrução Normativa.
6.8.3. Os limites e critérios não mencionados expressamente nesta Política seguirão as disposições da Resolução CMN 4.444/2015.
7. Seleção, Monitoramento e Controle dos Gestores de Recursos
7.1. Seleção de Gestores de Recursos (Gestão Terceirizada)
7.1.1. É imprescindível a adoção de boas práticas em processo de seleção de gestores que contribuam para a identificação de pontos fortes e fracos nos processos de administração/gestão de recursos por terceiros. O processo pode ser sintetizado em: (i) coleta e análise de informações; (ii) decisão mediante informação; (iii) construção das carteiras de investimento; e (iv) aferição e identificação de sucessos e erros.
7.1.2. O Processo de Seleção de Gestores de Recursos é dividido em três etapas, de modo a registrar, principalmente, o histórico do processo, as justificativas para a realização do investimento e toda a documentação relacionada: (i) Avaliação de Estrutura de Governança; (ii) Avaliação Quantitativa; (iii) Avaliação Qualitativa.
7.2. Avaliação de Estrutura de Governança
7.2.1. Nesta etapa são analisados os volumes sob Administração, Gestão e Custódia, dos potenciais prestadores de serviços, conforme seu ranking ANBIMA, bem como seu histórico mínimo na prestação dos respectivos serviços.
7.2.2. A Instituição em avaliação deve ser aderente ao Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas de Fundos de Investimento e Código ABVCAP/ANBIMA, se aplicável.
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Excetuam-se das condições dispostas acima, os Fundos de Investimento Multimercados classificados no segmento de Investimentos Estruturados, conforme prevê a legislação vigente.
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7.3. Avaliação Quantitativa
7.3.1. Para a avaliação quantitativa, é considerado o Patrimônio Líquido mínimo do Fundo e seu histórico mínimo de funcionamento, sendo que as estratégias são agrupadas conforme sua Classificação ANBIMA e volatilidade histórica.
7.3.2. A partir do agrupamento, é realizada análise de indicadores estatísticos, sendo estes considerados com frequência diária e agrupados em janelas acumulativas, por exemplo, de 3 meses, 6 meses, 12 meses, 18 meses e 24 meses. Observadas as características da gestão, podem ser utilizados os seguintes indicadores, mas não se restringindo a: (i) Retorno absoluto; (ii) % de vezes acima do
benchmark; (iii) Máximo Draw down; (iv) Máximo Draw up; (v) volatilidade; (vi) Índice de Sharpe;
(vii) Information Ratio; (viii) Alpha de Jensen; (ix) Índice de Treynor; e (x) Tracking Error.
7.3.3. A partir da análise dos indicadores agrupados em janelas acumulativas, é elaborado ranking de classificação, sendo que os Gestores classificados são aprovados para a etapa qualitativa.
7.4. Avaliação Qualitativa
7.4.1. O Economus avaliará informações disponibilizadas conforme Questionário de Due Diligence ANBIMA, em suas seções (i) Informações do Gestor Pessoa Jurídica, (ii) Informações do Fundo de Investimento e (iii) Informações do Gestor Pessoa Física.
7.4.2. Nesta etapa, também é realizada verificação, principalmente, das reais condições de trabalho, dos controles internos, dos conflitos de interesse, da idoneidade e credibilidade do prestador de serviço. A diligência é realizada também para análise de cinco áreas básicas da empresa gestora de recursos: (i) a empresa; (ii) a equipe; (iii) a plataforma operacional e de TI; (iv) o processo de gestão de risco; (v) o processo de gestão de investimento; e (vi) rating de gestão.
7.5. Monitoramento e Controle de Gestores de Recursos
7.5.1. Após o direcionamento de recursos para Gestão Terceirizada, conforme Seleção, monitora-se periodicamente, os fundos de investimento no que tange a: (i) Avaliação de Desempenho (relação risco e retorno); (ii) Aderência ao Mandato; e (iii) Eficiência Operacional.
7.6. Definição de Indicadores e Processos
7.6.1. Para o Monitoramento e Avaliação de Desempenho Quantitativo, observadas as características do fundo, podem ser utilizados os indicadores, mas não se restringindo a: (i) Retorno nominal; (ii) % de vezes acima do benchmark; (iii) Máximo Draw down; (iv) Máximo Draw up; (v) volatilidade; (vi)
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Índice de Sharpe; (vii) Information Ratio; (viii) Alpha de Jensen; (ix) Índice de Treynor; e (x) Tracking
Error.
7.6.2. No que se refere à avaliação de Aderência ao Mandato, entre as práticas adotadas pelos Fundos aos indicadores de desempenho, utiliza-se o B-VaR e o Tracking Error conforme o caso.
7.6.3. Quanto ao indicador de Eficiência Operacional, realiza-se avaliação dos serviços prestados pelos fundos apurando eventuais falhas cometidas por estes fundos.
7.6.4. Com relação aos Quesitos Qualitativos, monitora-se eventuais alterações, principalmente, nas cinco áreas básicas da empresa gestora de recursos: (i) a empresa; (ii) a equipe; (iii) a plataforma operacional e de TI; (iv) o processo de gestão de risco; e (v) o processo de gestão de investimento. O monitoramento é realizado com base em atualizações do Questionário de Due Diligence ANBIMA.
7.7. Avaliação de Resultados
7.7.1. Baseado na análise de resultado descrita acima, solicita-se justificativa técnica, podendo ser realizada ainda reunião presencial com o gestor do Fundo que não cumprir as metas exigidas, para que este apresente esclarecimentos para o resultado observado e as perspectivas para a(s) estratégia(s) já adotada(s) ou a ser(em) empenhada(s) por ele, além de explicações para as falhas cometidas na prestação de serviços de back office, se houver.
7.7.2. Se a justificativa apresentada pelo Gestor for classificada como “insatisfatória”, deverá ser avaliada, pelo Comitê de Investimentos, a realização de resgate parcial ou total de recursos do Fundo de Investimento em análise gerido por aquele Gestor.
7.8. Avaliação de Conformidade
7.8.1. O gestor que apresentar administração temerária ou que assuma posições em desacordo com os objetivos do Economus ou em não conformidade com o regulamento do fundo e/ou legislação vigente, deverá ser substituído.
8. Gestão, Controle e Avaliação de Riscos
8.1. A Gestão de Riscos propõe a identificação, análise, mensuração, tratamento e monitoramento dos
principais riscos a que o Economus está exposto e proporciona o desenvolvimento de ações para criar e proteger valor. A identificação, mensuração, e monitoramento dos Riscos são realizados por área segregada daquela que gere os investimentos do Economus.
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8.2. Risco de Crédito
8.2.1. O Economus faz distinção entre diferentes níveis de risco, a fim de determinar limites de investimento específicos para cada um deles.
8.2.2. Para Títulos e Valores Mobiliários de Instituições não Financeiras e Fundos de Investimento em Diretos Créditórios - FIDCs são adotados os seguintes procedimentos:
8.2.2.1. Será considerada a menor nota de classificação de risco de crédito atribuída por qualquer uma das agências de classificação de risco dispostas na tabela (item 8.2.5.) deste tópico5; e
8.2.2.2. Será elaborado o relatório de análise de investimento, avaliando, dentre outras considerações da emissão, os fatores de riscos, conforme Instruções Normativas vigentes.
8.2.3. Para Títulos e Valores Mobiliários de Instituições Financeiras são realizados os seguintes procedimentos:
8.2.3.1. Será considerada a menor nota de classificação de risco de crédito atribuída por qualquer uma das agências dispostas na tabela (item 8.2.5.) deste tópico.
8.2.4. Para ativos adquiridos pela Gestão Direta e Fundos de Investimento Exclusivos, o Economus estabelece um Limite Técnico para Instituições Financeiras, cuja metodologia é aprovada em Normativo Interno e que tem por objetivo definir a forma de cálculo do limite de investimento, inclusive temporal, monitoramento da exposição e controle de concentração dos recursos investidos.
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Para o caso de um mesmo ativo ser classificado de maneira diferente entre duas ou mais agências elegíveis de classificação de risco, o Economus adotará a classificação mais conservadora, ou seja, a que apresentar a pior nota de crédito.
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8.2.5. Tabela de Classificação de Risco:
8.3. Risco de Mercado
8.3.1. Em atendimento à legislação, o ECONOMUS realiza a identificação, avaliação, controle e monitoramento do risco de mercado conforme abaixo estabelecido:
8.3.1.1. É utilizado modelo não paramétrico, com horizonte de tempo de 21 dias úteis e intervalo de confiança de 95%.
8.3.2. Limites de Risco para o Segmento de Renda Fixa:
8.3.2.1. Carteira Própria e Fundo de Investimento exclusivo, ambos com Foco em ALM – Limite de Orçamento de Risco não aplicável.
8.3.2.2. Fundos de Investimento exclusivos com foco em liquidez – Limite de 0,50% de VaR.
8.3.2.3. Fundo de Investimento em cotas de fundos de investimento exclusivos com foco em rentabilidade6 – Limite de 1,0% de VaR.
8.3.2.4. Fundos de Investimento abertos com foco em rentabilidade – (i) Limite de 1% de VaR para Fundos de Renda Fixa com Duração Baixa, Média e Livre e (ii) Limite de 7% de VaR para Fundos de Renda Fixa com Duração Alta.
6
Fundos que possuem estratégias com ativos de duration mais elevada e que incrementam o risco de seu portfolio para atingir maior rentabilidade em médio e longo prazos.
Fitch Moody's S&P Risco
AAA Aaa AAA AA+ Aa1 AA+ AA Aa2 AA AA- Aa3 AA-A+ A1 A+ A A2 A A- A3 A-BBB+ Baa1 BBB+
BBB Baa2 BBB
BBB- Baa3 BBB- Grau de Investimento
BB+ Ba1 BB+ BB Ba2 BB BB- Ba3 BB-B+ B1 B+ B B2 B B- B3 B- CCC Caa1 CCC CC Caa2 CC C Caa3 C Baixo Risco Médio Risco
Escala Nacional de Longo Prazo
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8.3.3. Limites de Risco para o Segmento de Renda Variável:
8.3.3.1. Fundos de investimento exclusivos e/ou abertos de gestão passiva ou pouco ativa7 e meta de retorno próxima ao benchmark – Limite de Tracking Error de 1,0%
8.3.3.2. Fundos de Investimento abertos ou exclusivos de gestão ativa8 com meta de retorno não aderente / superior benchmark – Limite de Tracking Error de 4,0%.
8.3.3.3. Fundos de Investimento fechados de gestão ativa com meta de retorno não aderente / superior ao benchmark – Limite de Tracking Error de 20%.
8.3.4. Limites de Risco para o Segmento de Investimento Estruturado – Não aplicável.
8.3.5. A responsabilidade para mensuração do risco de mercado é dos gestores de recursos dos fundos de investimento exclusivos e do administrador do Fundo, quando se tratar de Fundo aberto. O Economus segrega a função de mensuração do risco e conta ainda com Consultoria especializada para apuração mensal do risco de mercado.
8.4. Risco de Liquidez
8.4.1. O Risco de Liquidez será observado no horizonte de curto, médio e longo prazos, sendo:
8.4.2. Monitoramento de Liquidez de Curto Prazo: Visa observar e ajustar, com prudência, o percentual mínimo de alocação em ativos de liquidez imediata9, para fazer frente aos compromissos de curto prazo (ano corrente), os quais serão monitorados por meio do Indicador de Cobertura de Liquidez Imediata (ICL), conforme Instrução Normativa.
8.4.3. Monitoramento de Liquidez de Médio e Longo Prazos: Visa observar o comportamento dos ativos líquidos (caixa), considerando a aquisição, manutenção ou venda de ativos identificados pelo Economus como de médio prazo (2020 a 2023) e longo prazo (2024 em diante). Este monitoramento é realizado por meio de Estudo de Gestão de Ativos e Passivos, cujo conteúdo na íntegra pode ser observado no Relatório de Gestão de Estudos de Ativos e Passivos, disponível na Gerência de Investimentos - GERIN.
8.5. Risco Atuarial
7
Pouco Ativa: podem apresentar pequenos desvios com relação ao seu benchmark, detendo posições overweight ou underweight com relação às posições de seu benchmark.
8
Fundos que, de forma ativa, concentram investimentos em determinados ativos e setores para agregar valor com relação ao seu
benchmark ao longo do tempo.
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8.5.1. O risco atuarial se materializa quando não há aderência das hipóteses biométricas, demográficas, econômicas e financeiras à população observada, utilizadas na estimativa do cálculo do passivo e consequentemente da reserva matemática necessária para honrar com os benefícios a serem pagos aos participantes do Plano.
8.5.2. De acordo com a Resolução CNPC nº 19, de 29 de novembro de 2012, a Entidade deve realizar a confrontação entre a taxa real de juros estabelecida nas projeções atuariais e a taxa de retorno real projetada para as aplicações dos recursos garantidores.
8.5.3. A mesma resolução determina ainda que compete ao Conselho Fiscal da Entidade atestar, mediante fundamentação e documentação comprobatória, a existência de controles internos destinados a garantir o adequado gerenciamento dos riscos atuariais.
8.6. Risco Legal
8.6.1. Em atendimento à Resolução CMN 4.661/2018, o Economus utiliza software contratado especificamente para verificação, mensuração e quantificação da aderência de todas as carteiras de investimentos à luz da legislação aplicável às EFPCs, bem como a esta Política.
8.7. Risco Operacional
8.7.1. Os procedimentos atinentes à gestão do risco operacional são monitorados pela Divisão de Riscos e Controles Internos do Instituto. Suas atribuições estão vinculadas à avaliação de todo o fluxograma de informações, procedimentos e realização de testes, objetivando a identificação de riscos intrínsecos às operações desenvolvidas pela gestão de investimentos. Como resultado desse mapeamento qualitativo e quantitativo são elaborados planos de ação que possuem a intenção precípua de mitigar os riscos identificados.
8.8. Risco de Terceirização
8.8.1. Na administração dos recursos financeiros há a possibilidade de terceirização total ou parcial dos investimentos da Entidade. Esse tipo de operação delega determinadas responsabilidades a gestores externos, porém não isenta a Entidade de responder legalmente perante os órgãos fiscalizadores.
8.8.2. Nesse contexto, o modelo de terceirização exige que o Economus tenha processo formalizado para escolha e acompanhamento de seus gestores em linha com o que estabelece o Guia Melhores
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Práticas em Investimentos Previc, bem como deve possuir controles adequados para monitorar as ações desses prestadores de serviços conforme a legislação.
8.8.3. O Economus possui processos instalados que relacionam o histórico, justificativas e documentação pertinente à Seleção e Monitoramento de Gestores.
8.9. Risco Sistêmico
8.9.1. A alocação dos recursos deve levar em consideração os aspectos referentes à diversificação de setores, emissores e gestores externos, bem como os diferentes indicadores de desempenho para o investimento, visando, desta maneira, mitigar os impactos de crises de grande magnitude sobre os ativos dos Planos. Os critérios de diversificação, apresentados anteriormente, são fator determinante para a mitigação do risco sistêmico.
8.9.2. A Consultoria contratada realiza testes de stress utilizando diversos cenários para o monitoramento do risco sistêmico.
9. Responsabilidade Socioambiental
9.1. Desde 2007, o Economus é signatário dos Princípios para o Investimento Responsável - PRI (na sigla
em inglês), cujo conceito busca integrar os temas ambientais, sociais e de governança - ESG (na sigla em inglês) nas tomadas de decisão de investimento e práticas de propriedade, com o propósito de contribuir para o retorno de longo prazo aos beneficiários.
9.2. O Economus tem como objetivo, no âmbito da gestão e administração dos seus investimentos, incentivar os gestores contratados a adotar as práticas do PRI.
10. Programa de Integridade
10.1. O Economus possui Códigos de Ética e de Conduta, sendo o primeiro um conjunto de princípios e
valores que são declarados, difundidos, respeitados e praticados pelo Economus nas relações em que está inserido, e o segundo estabelece as condutas que o Economus, seus empregados e demais colaboradores difundem, respeitam e praticam nas relações entre si e o universo em que se inserem.
10.2. Além disso, o Instituto desenvolveu seu programa de integridade de modo a adequar-se às
exigências da Lei Nº 12.846 (Lei Anticorrupção) no que tange ao relacionamento com gestores/administradores de recursos e demais prestadores de serviços, nos casos em que as disposições legais forem aplicáveis.
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11. Critérios de Precificação de Ativos
11.1. Na precificação dos ativos, o ECONOMUS se utiliza do Manual de Apreçamento do Custodiante
contratado e, adicionalmente, poderá utilizar as seguintes fontes: (i) Manuais de Precificação emitidos pelo Tesouro Nacional; (ii) ANBIMA; (iii) Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos - CETIP e (iv) BM&FBOVESPA, conforme demonstra a tabela a seguir:
12. Custódia Qualificada e Consultorias Contratadas
12.1. O Economus contrata, direta ou indiretamente, pessoas jurídicas registradas junto à Comissão de
Valores Mobiliários para o exercício dos seguintes serviços: custódia de valores mobiliários, consultoria de investimentos e riscos e consultoria de cenários econômicos.
12.2. O custodiante atua na função de agente centralizador e consolidador da totalidade dos ativos do
Instituto alocados em carteira própria e fundos de investimento.
12.3. A consultoria de investimentos realiza trabalhos de análise de risco e performance dos
investimentos, bem como de enquadramento legal.
12.4. A consultoria de cenários econômicos tem a função de elaborar relatórios diários, semanais e
mensais, além de realizar reuniões periódicas junto ao Comitê de Investimentos do Economus, apresentando as projeções para as variáveis econômicas.
Segmento
Invest. Estruturados
Invest. Exterior Imóveis
Oper. com Participantes Saldo devedor: A precificação será determinada considerando a taxa do empréstimo calculada pró-rata, registrando as entradas e
saídas ocorridas no período.
Renda Fixa
Renda Variável
Critério de Precificação dos Ativos
Cotas: A precificação será determinada pelo administrador do respectivo fundo e auditada por empresa especializada. Cotas: A precificação será determinada pelo administrador do respectivo fundo e auditada por empresa especializada. Imóveis: A precificação será determinada pelo custo de aquisição e reavaliada anualmente por empresa especializada. Títulos Mantidos Até o Vencimento: A precificação será determinada pela correção do valor principal corrigido pela taxa contratada,
calculada pró-rata e deduzidas provisões.
Títulos Marcados a Mercado: A precificação será determinada baseada em fonte auditável e transparente comumente utilizada pelo mercado (p.ex.: CETIP, ANBIMA), de modo a reproduzir eficientemente o respectivo valor do título objeto da precificação.
Cotas: A precificação será determinada pelo administrador do respectivo fundo e auditada por empresa especializada. Títulos com Valor no Mercado: A precificação será determinada considerando o valor de cotação do título em bolsa de valores ou
mercado de balcão.
Títulos sem Valor no Mercado: A precificação será determinada considerando o valor econômico, custo histórico ou valor patrimonial.
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13. Fundo Financeiro do FEAS
13.1. Gestão de Ativos e Passivos
13.1.1. Recursos insuficientes a partir de 2021, conforme projeções. Ações estruturantes estão sendo estudadas e serão apresentadas ao Conselho Deliberativo.
13.2. Tabela de Alocação Objetivo
13.3. Meta de Rentabilidade para os Investimentos
14. Economus Família
14.1. Tabela de Alocação Objetivo – Planejamento dos Investimentos
14.2. Meta de Rentabilidade para os Investimentos
0,00 50,00 100,00 150,00 200,00 250,00 300,00 350,00 400,00 450,00 500,00 2 0 1 9 2 0 2 1 2 0 2 3 2 0 2 5 2 0 2 7 2 0 2 9 2 0 3 1 2 0 3 3 2 0 3 5 2 0 3 7 2 0 3 9 2 0 4 1 2 0 4 3 2 0 4 5 2 0 4 7 2 0 4 9 2 0 5 1 2 0 5 3 2 0 5 5 2 0 5 7 2 0 5 9 2 0 6 1 2 0 6 3 2 0 6 5 2 0 6 7 2 0 6 9 2 0 7 1 2 0 7 3 2 0 7 5 2 0 7 7 2 0 7 9 R $ M ilh õ e s Fluxos Ativo Passivo -5,00 -3,00 -1,00 1,00 3,00 5,00 7,00 9,00 2 01 9 2 02 0
Rentabilidade Projetada x TMA (%)
Rentabilidade TMA
Alocação Objetivo 2019
%
Renda Fixa 100,0% 80% 100% 100%
Outros (FIP, FII e FIM) 0,0% 0% 20% 20%
Total 100,0% Segmento Limite Inferior Limite Superior Limite Legal
Segmento Meta de Rentabilidade
Patrimônio Consolidado INPC + 5,05%
Renda Fixa INPC + 5,05%
Renda Variável IBrX 100
Invest. Estruturados - Fundo Multimercado 120% CDI
Invest. Estruturados - FIP INPC + 8,00% aa
Alocação Objetivo 2019 % Renda Fixa 100% 100% 100% 100% Total 100,0% Segmento Limite Inferior Limite Superior Limite Legal
Segmento Meta de Rentabilidade
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15. Administrativo Assistencial
15.1. Tabela de Alocação Objetivo – Planejamento dos Investimentos
15.2. Meta de Rentabilidade para os Investimentos
16. Histórico de Atualização
Versão Data Nota Técnica Descrição das Alterações Próxima atualização
01 12.11.2018 DIRIN/GERIN – 2018/173 Aprovação da Política de Investimentos
(2019 – 2023) Dez/2019 Alocação Objetivo 2019 % Renda Fixa 100% 100% 100% 100% Total 100,0% Segmento Limite Inferior Limite Superior Limite Legal
Segmento Meta de Rentabilidade