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REGULAMENTO DA DISCIPLINA DE PTPC - PERCURSO DE TIRO PRÁTICO DE CAÇA

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REGULAMENTO DA DISCIPLINA DE

PTPC - PERCURSO DE TIRO PRÁTICO DE CAÇA

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2 Enquadramento Jurídico e Legal

Lei nº 5/2006 de 23 de Fevereiro (artigo 3º) Artigo 3.º

Classificação das armas, munições e outros acessórios 5 — São armas da classe C:

c) As armas de fogo longas semiautomáticas ou de repetição, de cano de alma lisa, em que este não exceda 60 cm;

NOTA: O comprimento mínimo de cano para espingardas é de 46cm (Lei Nº5/2006, Artigo 3º, Ponto 2, Alínea p).

6 — São armas da classe D:

b) As armas de fogo longas semiautomáticas, de repetição ou de tiro a tiro de cano de alma estriada com um comprimento superior a 60 cm, unicamente aptas a disparar munições próprias do cano de alma lisa;

c) As armas de fogo longas de tiro a tiro de cano de alma lisa.

Lei nº 42/2006 de 25 Agosto (artigos 3º, 9º, 10º, 11º, 13º e 18º) CAPÍTULO I

Artigo 3.º

Tipos de licenças

Para a detenção, uso e porte de armas de fogo destinadas à prática de tiro desportivo e coleccionismo são concedidas pelo director nacional da PSP licenças dos seguintes tipos:

a) Licença de tiro desportivo; b) Licença de coleccionador.

CAPÍTULO II - Tiro desportivo Artigo 9º

Definições

1 — Considera-se «tiro desportivo»:

a) «De precisão» o que está sujeito a enquadramento competitivo internacional, sendo praticado com armas de fogo com cano de alma estriada ou armas de pólvora preta sobre alvos específicos, em que o atirador se encontra numa posição fixa e em locais aprovados pela competente federação; b) «Dinâmico» o que está sujeito a enquadramento competitivo internacional, sendo praticado com armas de fogo curtas com cano de alma estriada sobre alvos específicos, em que o atirador se desloca para a execução do tiro;

c) «De recreio» o que está sujeito a enquadramento competitivo nacional e internacional, sendo praticado com armas com cano de alma lisa de calibre até 12 mm ou estriada de calibre até .22 de percussão anelar, dentro das limitações legais previstas na presente lei;

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3 d) «Com armas longas de cano de alma lisa» o que está sujeito a enquadramento competitivo, nacional ou internacional, sendo praticado a partir de um ou mais postos de tiro ou em percurso de caça e executado sobre alvos específicos.

Artigo 10º

Federações de tiro desportivo

1 — As federações de tiro são as entidades que superintendem na prática do tiro desportivo, desde que reconhecidas nessa qualidade pela entidade pública que tutela o desporto nacional e pelo Comité Olímpico de Portugal, no caso das modalidades ou disciplinas de tiro olímpico.

2 — As federações de tiro são reconhecidas como as entidades que regulam o tiro desportivo e que têm competência para se pronunciar sobre a capacidade dos atiradores para a utilização de armas para esse efeito, cabendo-lhes decidir sobre a atribuição das licenças federativas para a prática das modalidades ou disciplinas desenvolvidas sob a sua égide e emitir pareceres sobre a concessão das licenças de tiro desportivo.

Artigo 11º Competências

1 — No desenvolvimento das suas atribuições no âmbito da prática e desenvolvimento do tiro desportivo, compete ainda às federações de tiro:

a) Emitir pareceres, com carácter vinculativo, sobre as condições técnicas e de segurança das carreiras e campos de tiro onde se realizem provas desportivas e respectivas áreas envolventes; b) Definir e regulamentar os parâmetros da atribuição de licenças federativas;

c) Definir, dentro dos limites legais, os tipos de armas, calibres e munições próprios para a prática das modalidades e respectivas disciplinas desenvolvidas sob a sua égide;

d) Exigir aos clubes apresentação anual, preferencialmente em formato electrónico, de mapas de consumo das munições adquiridas quando se trate de munições de aquisição condicionada por lei, bem como mantê-los devidamente actualizados;

e) Exigir a apresentação das licenças desportivas e dos livretes de manifesto das armas aos atiradores federados nos treinos e competições desenvolvidos sob a sua égide, com excepção dos elementos das Forças Armadas e forças e serviços de segurança ou equiparadas por lei quando usem armas de serviço;

f) Exigir anualmente, como condição de filiação ou renovação, um certificado, resultante de exame médico, que faça prova bastante da aptidão física e psíquica do praticante e que declare a inexistência de quaisquer contra-indicações;

g) Exigir a todos os agentes desportivos que possam estar presentes nas áreas reservadas à prática da modalidade a titularidade de um seguro desportivo válido e vigente;

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4 Artigo 13º

Tipos de licenças federativas

1 — Para a prática do tiro desportivo são concedidas, pelas respectivas federações, as seguintes licenças:

a) Licença federativa A: prática de disciplinas de tiro desportivo de precisão, em que se utilizam pistolas, revólveres ou carabinas de ar comprimido do calibre até 5,5 mm e pistolas, revólveres ou carabinas de calibre até .22 desde que a munição seja de percussão anelar;

b) Licença federativa B: prática das disciplinas de tiro desportivo de precisão, em que se utilizam pistolas ou revólveres que utilizem munições dos calibres .32 S&W Long Wadcutter e .38 Special Wadcutter, carabinas de calibre entre 6 mm e 8 mm e armas curtas e longas de pólvora preta;

c) Licença federativa C: prática de tiro desportivo de precisão ou dinâmico, em que se utilizam pistolas ou revólveres de calibre até 11,4 mm ou .45 e carabinas de calibre entre 6 mm e 8 mm;

d) Licença federativa D: prática do tiro desportivo de recreio, em que se utilizam carabinas, pistolas ou revólveres de ar comprimido dos calibres permitidos por lei, bem como carabinas, pistolas ou revólveres até ao calibre .22 desde que a munição seja de percussão anelar e ainda espingardas até ao calibre de 12 mm;

e) Licença federativa E: prática de tiro desportivo com espingarda dos calibres e cargas permitidos para a prática das disciplinas abrangidas por esta licença, com as especificações determinadas pela respectiva federação.

2 — As licenças federativas são válidas pelo período de um ano, sendo documentadas por cartão de modelo próprio da respectiva federação, pessoal e intransmissível, onde constem o número da licença de tiro desportivo, o nome do seu titular, o clube que representa e a época desportiva a que se refere, coincidente com o ano civil.

Artigo 18º

Características das armas próprias para desporto

1 — Consideram-se armas aptas para a prática de tiro desportivo nas suas diferentes modalidades e disciplinas as seguintes:

g) Tiro desportivo com espingardas: todas as armas longas com cano de alma lisa reconhecidas pela respectiva federação como próprias para o tiro desportivo desenvolvido sob a sua égide.

2—Sem prejuízo do disposto no número anterior do presente artigo, são ainda consideradas aptas para o tiro desportivo todas as armas de uso civil que se encontrem homologadas pelas instâncias desportivas nacionais ou internacionais.

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Normativo Regulamentar

1 – Definição e Habilitação

1.1 - Trata-se de uma variante do Percurso de Caça tradicional, sendo uma disciplina de tiro desportivo com arma de caça que se desenvolve num percurso onde existem alvos estáticos e/ou móveis reproduzindo situações de tiro.

Esta disciplina utiliza todas as possibilidades do terreno e de pequenas estruturas ligeiras e amovíveis a partir das quais se podem visar alvos artificiais de apenas dois tipos: Metálicos (silhuetas recortadas) e Frangiveis (pratos de argila), a fim de colocar em evidência as qualidades técnicas e desportivas dos praticantes.

Cada percurso é desenhado de forma a oferecer distintos níveis de dificuldade de realização e tendo sempre como objectivo primário a segurança de todas as pessoas presentes no local. Igualmente deve ser acautelada a protecção da natureza e a correcta gestão ambiental, sendo proibido o tiro sobre animais vivos.

1.2 – Poderá praticar este desporto quem estiver habilitado cumulativamente com a Licença de Uso e Porte de Arma de Tiro Desportivo (emitida pela Direcção Nacional da PSP) e Licença Federativa da Classe E (emitida pela Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça - FPTAC).

1.3 – Poderão ter acesso à Licença Federativa da Classe E (emitida pela FPTAC) os atiradores desportivos já detentores da Licença Federativa da Classe B ou C (emitida pela FPT) e que cumulativamente:

a) Sejam possuidores de Licença válida de Uso e Porte de Arma de Tiro Desportivo (emitida pela Direcção Nacional da PSP).

b) Frequentem com aproveitamento curso específico de actualização, ministrado pela FPTAC, de segurança e regras específicas do tiro desportivo com armas de caça.

2 – Principios Gerais

2.1 Segurança - As competições de Percurso de Tiro Prático de Caça devem ser concebidas, construídas e realizadas tendo a segurança como primeiro objectivo.

2.2 Desafio - O interesse da prática desta modalidade é determinada pela qualidade do desafio apresentado no desenho de cada percurso, sendo que estes devem ser construidos para testar a habilidade do competidor e não as suas capacidades físicas.

2.3 Variedade – Para ser considerada a diversidade novos percursos devem ser construídos por prova, apresentando assim desafios variados para os atiradores resolverem.

2.4 Método Livre - Os competidores devem ser autorizados a resolver os desafios apresentados de forma livre, atingindo os alvos “como e quando visíveis" dentro das regras de segurança e respeitando as limitações físicas naturais ou artificiais presentes em cada percurso.

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6 3 – Segurança

3.1 – Nível de Segurança

3.1.1 – Os participantes estão sujeitos a desqualificação imediata em caso de violação de qualquer uma das normas de segurança constantes no ponto 3.

3.1.2 – Todas as competições decorrerão em situação de COLD RANGE, ou seja todas as armas estarão descarregadas e desmuniciadas a todo o tempo.

3.1.3 – As armas apenas serão carregadas e municiadas por ordem do Árbitro de Percurso responsável pelo percurso que o competidor se apresta para resolver.

3.1.4 – Não é permitida a permanência em todo o recinto de competição de quaisquer outras armas que não sejam aquelas utilizadas em prova e como tal tenham sido objecto de verificação no registo de chegada. Exceptua-se o parque de estacionamento de viaturas, armeiro ou cacifos para competidores.

3.1.5 – Nenhum espectador, competidor, árbitro ou elemento da organização da prova poderá consumir bebidas alcoólicas no recinto de competição.

3.1.6 – Nenhum competidor ou elemento da organização poderá ser aceite em prova caso haja suspeita de se encontrar com um elevado grau de alcolémia ou sob o efeito de substâncias psicotrópicas e o respectivo teste de despistagem (a que obrigatoriamente terá que se sujeitar) indicar um valor superior igual ou superior a 0,5 gramas por litro ou indicar valor positivo de alguma substância proibida.

3.1.7 – Todos os competidores estão sujeitos à legislação anti-doping em vigor.

3.1.8 – É obrigatório o uso de protecção auditiva (protectores auriculares) e visual (óculos de tiro) a todos aqueles presentes nos percursos competitivos, seja qual for a sua condição (atletas, árbitros, elementos da organização, jornalistas, convidados, elementos das forças e serviços de segurança, militares, espectadores, etc.).

3.2 – Áreas de Segurança

3.2.1 – As áreas de segurança estarão claramente indicadas por meio de sinais ou placas 3.2.2 – As armas só podem ser manuseadas (limpas, reparadas, mostradas, accionados os mecanismos, etc.) nas áreas de segurança e sempre obrigatoriamente descarregadas e desmuniciadas.

3.2.3 – Não é permitido em momento algum o manuseio de munições ou de embalagens de munições (nem mesmo que sejam munições simuladas, prática, treino) nas áreas de segurança, implicando desqualificação imediata.

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7 3.3 – Circulação das Armas (de, e para a viatura, entre percursos competitivos e durante a permanência em cada percurso competitivo)

3.3.1 – As espingardas só podem circular verticalmente em funda própria. Trolleys não motorizados podem ser utilizados desde que garantindo a fixação firme e segura das armas na posição vertical, podendo dispensar neste caso a funda.

3.3.2 – As espingardas devem circular sempre equipadas com bandeira de sinalização dos modelos aprovado neste regulamento, como comprovante da sua condição de segurança e sem qualquer tipo de carregador destacável inserido, cartuchos no depósito ou em suportes existentes da arma.

3.3.3 – À chegada a cada percurso competitivo cada competidor deve colocar a sua arma em suporte próprio (vulgo armeiro) e apenas retirá-la imediatamente antes de tomar a posição para iniciar a sua prova ou quando abandonar esse percurso competitivo.

3.3.3 – O manuseio das armas fora das áreas de segurança ou percurso competitivo implica desqualificação.

4 – Desqualificações

4.1 – A desqualificação implica a imediata retirada da prova até ratificação da decisão pelo Árbitro Director, sendo que ratificada implica a não qualificação desportiva nessa prova e portanto sem acesso a prémios ou classificação.

4.2 – Descarga negligente da arma de forma caracterizada como insegura (como por exemplo para o chão, a menos de 2 metros do atirador) implica desqualificação da prova.

4.3 – O competidor que, no interior do recinto de prova, deixe cair a arma carregada e municiada (ou não) é desqualificado.

4.4 – É desqualificado o competidor que durante a prova quebre com o cano da sua espingarda o ângulo horizontal de segurança de 90º para cada lado da perpendicular ao para-balas principal, assim como o ângulo vertical de segurança de 90º ao para-balas principal.

4.5 – A não obediência às condições específicas, constantes no BRIEFING de percurso, relativas à condição e posição da arma para início e fim do percurso, ou de ângulo de tiro (vertical ou horizontal) resultará em desqualificação.

4.6 – É desqualificado o atirador cuja arma apontar para qualquer parte do seu corpo ou do árbitro. 4.7 – A desqualificação tem carácter imediato, tendo o atirador que se retirar desde logo da prova e arrumar a arma e equipamento, não sendo sujeita a recurso ou apelo.

4.8 – Se em qualquer momento um Árbitro identificar um atirador ou espectador que demonstre falta de controlo na sua atitude e comportamento (como por exemplo através de violência verbal ou física ou conduta julgada anti-desportiva) deve desqualificar o atirador da prova ou solicitar ao espectador que se retire de imediato (desqualificando-o caso também seja atirador) por conduta anti desportiva. 4.9 – A desqualificação da prova do atirador ou espectador/atirador não invalida procedimento futuro pela FPTAC relativamente à sua continuidade como atirador desportivo federado.

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8 5 – Escalões e categorias competitivas

5.1 – As categorias de atirador para o ano de 2015 serão atribuídas segundo as classificações obtidas no ano de 2014 para os seguintes escalões (mínimo de 5 atiradores para atribuição de classificação) :

Juniores – 14 a 20 anos de idade Séniores – 21 a 55 anos de idade

Veteranos – Superior a 55 anos de idade Senhoras – Superior a 14 anos de idade

Equipas – Minimo de 4 equipas para atribuição de classificação

6 - Armas e Munições

6.1 – As armas que podem ser utilizadas para a prática desta modalidade são classificadas segundo a sua categoria desportiva em 4 Divisões competitivas:

Divisão Semi-Auto Livre – Armas semi-automáticas de calibre 12.

Divisão Semi-Auto Limitada – Armas semi-automáticas de calibre 12, sem dispositivos ópticos ou electro-ópticos de pontaria (apenas miras abertas), sem utilização de dispositivos ou transformações auxiliares / facilitadoras de recarregamento, sem carregador, com capacidade máxima de 9 cartuchos no depósito e sem compensadores ou ports.

Divisão Repetição – Armas de repetição por accionamento manual de mecanismo, de calibre 12, sem dispositivos ópticos ou electro-ópticos de pontaria (apenas miras abertas) e sem utilização de dispositivos ou transformações auxiliares / facilitadoras de recarregamento, sem carregador, com capacidade máxima de 9 cartuchos no depósito e sem compensadores ou ports.

Divisão Clássica – Armas de calibre 12 ou 20 de carregamento manual (sem carregador ou depósito), com 2 canos sobrepostos ou justapostos, sem dispositivos ópticos ou electro-ópticos de pontaria (apenas miras abertas).

Sendo a aquisição de espingardas da Classe D não sujeitas a pedido de Autorização de Compra, emitida pela Direcção Nacional da PSP – Departamento de Armas e Explosivos, a sua compra poderá ser efectuada directamente pelo interessado, seguindo o procedimento legalmente estabelecido.

Relativamente à aquisição de espingardas da Classe C para a prática deste desporto as mesmas estão sujeitas a Autorização de Compra emitida pela Direcção Nacional da PSP – Departamento de Armas e Explosivos, pelo que o interessado deverá solicitar à FPTAC a respectiva Declaração de Conformidade Desportiva da Arma que sustentará o respectivo pedido de autorização de compra junto da PSP.

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9 Para solicitar a Declaração de Conformidade Desportiva da Arma o interessado deverá enviar e-mail para a FPTAC para o endereço [email protected] com uma foto de perfil da arma e as seguintes informações técnicas:

- Marca - Modelo - Calibre - Comprimento Cano(s) - Comprimento Total - Número de Canos - Nome requerente - Data Nascimento

- Nº Bilhete Identidade / Cartão de Cidadão e data de emissão e validade - Nº de Licença Federativa

- Nº de Licença de Uso e Porte de Arma de Tiro Desportivo

Após deferimento da Declaração a mesma será enviada por correio para o requerente, tendo o custo de emissão de 20€.

6.2 – A carga dos cartuchos, especificada em cada percurso competitivo, deve no entanto estar sempre enquadrada nas seguintes características:

Chumbo Fino - Entre 24 a 28 gramas de massa balística em chumbo, com uma tolerância de + 2%, tendo a dimensão unitária dos grãos esféricos que obrigatóriamente compõem a carga um diâmetro regular compreendido entre 2,28mm (chumbo 8) e 2,54mm (chumbo 7) inclusivé.

Chumbo Grosso – Entre 24 a 28 gramas de massa balística em chumbo, com uma tolerância de + 2%, contendo entre 7 e 9 projecteis esféricos inclusivé (00).

Para cada prova e percurso competitivo serão definidos pela organização (constando no briefing detalhado) o tipo de cartuchos a ser utilizado (enquadrado nos acima descritos), em conformidade com a sua construção e desenho e tendo em consideração a salvaguarda das normas de segurança.

6.3 – O competidor deve utilizar a mesma espingarda, cano, chokes (estrangulamento de cano) e tipo de alça e mira em todos os percursos da mesma prova desportiva. Em caso de apresentação de problemas de funcionamento de algum desses orgãos da arma, ou outros, deve o competidor solicitar permissão de troca / substituição ao Árbitro Director que fará a verificação de manutenção de condições competitivas. Estas condições competitivas são atributos das características de cada arma e estarão registadas na Folha de Verificação de Arma e Equipamento, a preencher pelo Árbitro Verificador Técnico no momento da apresentação do competidor para a prova.

6.4 – O competidor não poderá em caso algum usar ou portar mais do que uma arma durante a execução de um percurso de tiro e a coronha deve estar ajustada para permitir que seja disparada apoiada no ombro.

6.5 – São proibidas as espingardas com rajada curta burst ou em funcionamento automático. 6.6 – São proibidas as armas de canos combinados drilling.

6.7 – Durante a circulação da armas fora de prova estas devem estar equipadas a todo o momento com bandeira de sinalização de câmara segura exclusivamente dos modelos identificados nas três figuras seguintes.

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10 Modelo Safetech STR12A (espingarda semi-auto) Modelo Safetech STR12P (Espingarda manual)

Modelo para espingardas de canos justapostos ou sobrepostos

6.8 – As armas e munições dos competidores podem ser solicitadas a qualquer momento pelos Árbitros de Percurso para verificação de características e testes de conformidade e segurança. 6.9 – A não observância do disposto neste artigo 6º implica a desclassificação da prova.

7 – Equipamento

7.1 – Dress Code: O vestuário deve ser correcto para a prática deste desporto. É obrigatório o uso de calças ou eventualmente de calções tipo bermudas cujo comprimento seja até 5 cm acima do joelho. Na parte superior do corpo a manga comprida ou manga curta é obrigatória, não sendo autorizado camisas de alças ou sem mangas. O colarinho da T-Shirt ou Camisa deve circunscrever de forma fechada o contorno do pescoço. Não é autorizado calçado aberto como sandálias, chinelos, mules ou similares. Apenas é autorizado calçado com salto raso. O não cumprimento do acima prescrito é impeditivo da participação em prova.

7.2 – Não é autorizada a utilização de roupa camuflada, equipamentos de traje militar, paramilitar ou policial, nem insignias ou patentes de qualquer tipo nem uniformes ou fardamento de qualquer tipo ou entidade pública ou privada.

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11 8 – Desenho e construção dos percursos de tiro

8.1 – Os percursos de tiro são classificados nas seguintes quatro categorias:

Longo – Não mais que 16 disparos para ser completado, não mais que 8 disparos pontuáveis de uma única posição ou visão de tiro e não mais que 5 posições de tiro.

Médio – Não mais que 10 disparos para ser completado, não mais que 6 disparos pontuáveis de uma única posição ou visão de tiro e não mais que 4 posições de tiro.

Curto – Não mais que 6 disparos para ser completado, não mais que 4 disparos pontuáveis de uma única posição ou visão de tiro e não mais que 3 posições de tiro.

Desafio paralelo – Não mais que 8 disparos com uma recarga obrigatória depois do primeiro disparo e antes do último disparo.

Cada prova competitiva será constituída no mínimo por 3 percursos + Desafio paralelo como percurso extra prova com pontuação própria pelo método de eliminação “à melhor de 3”.

O valor mínimo de inscrição a cobrar por percurso, por atirador e por prova será de 7,5€, exceptuando-se as voltas seguintes à primeira no Desafio Paralelo (ao critério pessoal de cada atirador, segundo disponibilidade local de horário da organização e não contando para a pontuação de prova mas apenas como treino ou satisfação versus outro competidor) que será de 5€.

8.2 – Construção Física – Todas as considerações sobre segurança, construção física e requisitos declarados para qualquer pista de tiro são da responsabilidade da organização da prova e estão sujeitos à aprovação do Árbitro Director. A proposta dos esquemas de construção devem ser enviados para a FPTAC com o mínimo de duas semanas de antecedência da prova e estarem em condição de prontidão efectiva a 100% no local de prova até dois dias antes da mesma.

O Árbitro Director poderá, por qualquer motivo, modificar a construção física ou o procedimento de execução de um percurso, antes ou durante a prova desportiva. Se essa mudança tiver sido provocada pelas acções de um competidor, esse competidor deverá ser obrigado a refazer o percurso de tiro alterado ou receberá pontuação zero nesse percurso. Se a modificação alterar significativamente o equilibrio competitivo da sua execução, poderá ser decidida a anulação desse percurso específico.

Deve ser empreendido todo o esforço possível para evitar acidentes com os competidores, auxiliares e espectadores durante a competição. O desenho da pista deve ser projetado de modo a impedir, sempre que possível, ações inseguras involuntárias. A operação de todas as pistas de tiro deve ser levada em conta, para que elas ofereçam acesso adequado aos auxiliares que supervisionam os competidores.

8.3 - Segurança dos Ângulos de Tiro – As pistas de tiro devem ser sempre construídas tendo em atenção ângulos de tiro seguros, sendo considerado seguro o ângulo horizontal de até 90º para cada lado da perpendicular do ponto de tiro ao para balas principal. Pode a organização da prova ou o Árbitro Director de prova da FPTAC definir como ângulo vertical máximo um valor inferior a 90º ao para balas principal para um ou mais percursos específicos ou para a sua totalidade.

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12 Deve ser prestada especial atenção à segurança na construção dos alvos e da estrutura da pista, bem como ao ângulo de todos os ricochetes possíveis. As dimensões físicas e a adequação dos pára-balas e das bermas deverá ser determinada como parte do processo de construção.

8.4 - Distâncias Mínimas – Quando forem empregados alvos de metal ou coberturas metálicas numa pista de tiro, deve ser estabelecida uma distância mínima de utilização individual. Sempre que possível deve ser feito com barreiras físicas. Se utilizadas linhas de tiro (ripas de madeira pregadas no chão) deverão ser colocadas a uma distância mínima de 12 metros para cartucho multiprojectil de chumbo (chumbo fino ou grosso).

8.5 - O Briefing de prova deverá ser entregue até ao momento de registo na recepção da prova e deverá conter as seguintes informações mínimas relativas a cada percurso:

- Pontuação (nº mínimo de tiros obrigatórios) - Alvos (tipo e quantidade)

- Tipo de munições aceitáveis

- A condição da arma para início do percurso - Posição de início

- Inicio de contagem do tempo de execução (sinal audível ou visual) - Procedimentos específicos

O Árbitro de Percurso deverá ler em voz alta o Briefing de cada percurso a cada novo grupo de atiradores. Depois de respondidas eventuais dúvidas que surjam em cada percurso os competidores poderão fazer uma inspecção disciplinada ao percurso sem tocar nos adereços ou alvos aí instalados, sob pena de atribuição de erro de procedimento. O tempo de inspecção é estipulado pelo Árbitro de Percurso e será o mesmo para todos os atiradores.

8.6 – O competidor que não puder completar o percurso de tiro em virtude de falha do equipamento do percurso ou pelo facto de um alvo ter tombado ou não ter sido reposto na sua posição normal tem direito a repetir o percurso.

8.7 – O mau funcionamento ou falha critica de um mecanismo num determinado percurso de tiro pode acarretar a sua retirada da competição.

8.8 – A superfície da pista deve ser regular e os obstáculos naturais ou artificiais devem levar em conta as variações de altura, constituição física e agilidade dos competidores devendo permitir a sua execução em condições de segurança.

8.9 – Os movimentos dos competidores devem, de preferência, ser restringidos com o uso de barreiras físicas. Contudo é permitido o uso de linhas de tiro que devem ser construídas com réguas de madeira com uma dimensão mínima de 2cm x 2cm bem fixas ao chão.

9 – Pontuação e Penalidades 9.1 – Alvos

9.1.1 – Metálicos (basculantes ou com pé simples), são construídos em chapa de ferro macio de 10mm de espessura para replicarem espécies cinegéticas na forma de silhuetas metálicas recortadas e cujas dimensões exteriores devem estar dentro dos limites indicados de seguida (tolerância de 5mm) e pintados de cor amarela, encarnado ou laranja fluorescente (repintados a cada novo competidor).

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15 9.1.2 – Alvo de Penalidade, metálicos (basculantes ou com pé simples), são construídos em chapa de ferro macio de 10mm de espessura para replicarem espécies protegidas na forma de silhuetas metálicas recortadas e cujas dimensões exteriores devem estar dentro dos limites indicados de seguida (tolerância de 5mm) e pintados de cor branca (repintados a cada eventual impacto ocasionado por um competidor).

Falcão

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16 Existindo alvos em dois tamanhos por espécie cinegética representada fica definido que o tamanho pequeno (assim como os dois tamanhos de pratos de argila) são alvos destinado a serem colocados em suportes metálicos específicos (fotos abaixo) com a sua base a uma distância do solo entre 15cm a 30cm. Os alvos metálicos de tamanho grande são assentes directamento no solo ou montados em carro deslizante, munidos de uma dobradiça na sua base e parafuso de afinação da força de derrube.

SUPORTE DE PRATOS ARGILA “Y” (cantoneira 25mmx25mm com haste mín. de 300mm)

SUPORTE DE SILHOUETA “U” (cantoneira 40mmx25mm com hastes mín. de 300mm)

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17 9.1.3 – Pratos Frangíveis em argila

Prato - 11cm de diâmetro (tolerância de 2mm), uma altura de 25 a 28mm e um peso de 105grs (tolerância de 5 gramas) e de cor amarela, encarnada ou laranja fluorescente.

Mini-Prato – 6cm de diâmetro (tolerância de 2mm), uma altura de 19mm e um peso de 32grs (tolerância de 5 gramas) e de cor amarela, encarnada ou laranja fluorescente.

9.1.4 – O Árbitro Director deverá designar um suprimento específico de munição e uma ou mais espingardas para serem utilizadas como instrumento de calibração oficial dos alvos pelos Árbitros de cada percurso, sem hipótese de contestação.

A(s) espingarda(s) de calibração deverá(ão) ter o comprimento mínimo de cano autorizado que é de 46cm e a munição utilizada deverá ter uma massa de carga balística de 24 gramas. 9.1.5 – Em cada percurso deverá existir hegemonia de cores entre os diversos alvos, ou seja os alvos frangíveis devem ser da mesma cor que os alvos metálicos.

9.2 – As linhas de tiro servem para obrigar o competidor a colocar-se em determinada posição (não a ultrapassando), devem ter o comprimento mínimo de 1 metro e consideram-se que se prolongam até ao infinito. Por cada disparo efectuado após ultrapassar a linha de tiro é atribuído um erro de procedimento.

9.3 – Os pontos ou penalidades têm os seguintes valores, ponderados pelo tempo de execução do percurso:

Pontuação Alvos Fixos:

Alvo Metalico ou Frangível: 5 Pontos Pontuação Alvos Móveis:

Alvo Metalico ou Frangível: 10 Pontos Penalização

Falha de Quebra ou Derrube: –10 Pontos Alvo de Penalidade: –10 Pontos

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18 9.4 – Cada competidor é responsável pelo controlo preciso dos seus pontos e tempos de execução para poder conferir com as listas afixadas.

9.5 – Depois de todos os competidores terem terminado a prova são afixados os resultados provisórios para serem conferidos. Caso um competidor deseje apresentar reclamação sobre os resultados afixados tem o prazo de até 30 minutos após afixação dos mesmos, não podendo após esse período ser considerado o protesto.

9.6 – Considera-se erro de procedimento se o competidor não visar ou disparar sobre um alvo. 9.7 – O resultado final para cada pista será baseado na pontuação directa verificada, ordenada pelo tempo de execução.

10 – Arbitragem

10.1 – Para proceder à Arbitragem em todas as provas de PTPC os Árbitros deverão obter qualificação como Árbitros de PTPC, recebendo formação definida pela FPTAC e existindo em duas categorias: Árbitro de Percurso, responsável pela arbitragem de um determinado percurso competitivo, e Árbitro Director, Responsável pelo normal decorrer competitivo da prova e pelas decisões finais de arbitragem.

10.2 – Vozes de comando:

Preparar – Ao ouvir este comando de percurso o competidor deve retirar a arma do suporte (vulgo armeiro), tomar a posição de início de prova e apenas aí colocar a mesma na condição de prontidão indicada no briefing de pista.

Competidor Pronto, Atenção ao sinal – Ao ouvir este comando o competidor deve preparar-se para iniciar a todo o momento o percurso competitivo após sinal de início (sonoro do temporizador ou visual, e que acontecerá entre 3 a 5 segundos após a voz de comando Competidor Pronto). Em caso de início intempestivo do percurso por parte do competidor o Árbitro dará o comando de STOP, na forma e momento que for mais seguro, e concederá uma nova possibilidade para o atirador resolver o percurso. Caso o incidente se repita o atirador pontuará ZERO nesse percurso específico.

Se terminou descarregue, mostre a arma limpa e coloque em segurança – Ao ouvir este comando de percurso o competidor deve desmuniciar e descarregar completamente a arma (depósito e suportes adicionais incluidos), efectuar disparo de segurança para comprovar essa condição e colocar a bandeira de segurança accionando a patilha de segurança da arma (caso tenha).

Percurso Seguro – Ao ouvir este comando o competidor deve recolocar a arma no suporte (vulgo armeiro), na funda, na caixa ou no trolley tendo o cuidado absoluto de manter durante todo o procedimento o cano virado para direcção segura.

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19 Stop – Ao ouvir este comando o competidor deve imobilizar imediatamente toda e qualquer acção e aguardar (em posição estática e com a arma apontada em direcção segura) por indicações do Árbitro de Percurso.

10.3 – Condições da Arma para iniciar o percurso competitivo:

Municiada: Carregador inserido e ajustado (se for o caso) e câmara(s) vazia(s), cão e/ou mecanismo de tiro desarmado e segurança mecânica accionada (se a espingarda foi preparada de origem para estas operações).

Carregada: Carregador inserido e ajustado (se for o caso) e câmara(s) carregada(s), cão e/ou mecanismo de tiro armado e segurança mecânica accionada (se a espingarda foi preparada de origem para estas operações).

Descarregada: Carregador ou depósito fixo e suportes de cartuchos tem que estar vazios, carregadores destacáveis removidos e câmara(s) com bandeira(s) de segurança colocada(s).

10.4 – Exceptuando o acto de disparar, para realizar qualquer acção ou movimento (incluindo o carregar, descarregar, municiar ou desmuniciar da arma) os atiradores deverão ter o dedo do gatilho visivelmente fora do guarda mato, sob pena de desqualificação. Entende-se também como movimento, por exemplo, a mudança de posição de pé para ajoelhado ou de sentado para de pé, etc.

10.5 – Nenhuma ajuda de algum tipo poderá ser prestada ao competidor durante a execução do percurso de tiro, sob pena de ser atribuida penalização.

10.6 – Se o competidor pretender fazer uma aquisição visual de alvo através de uma “visada” apenas o poderá fazer antes de carregar a arma e após autorização do Árbitro de percurso, sob pena de desqualificação.

10.7 – Ninguém poderá entrar num percurso de tiro sem aprovação prévia do Árbitro a ele adstrito, sob pena de desqualificação ou retirada do recinto da prova.

10.8 – Durante o momento de pontuação o competidor não poderá aproximar-se a menos de 1 metro dos alvos sem autorização prévia do Árbitro de Percurso, sob pena de incorrer em erro de procedimento. Mesmo após autorização para aproximação o competidor não poderá tocar em nenhum momento nos alvos ou sistema de alvos sob pena de incorrer em erro de procedimento e pontuação zero no alvo respectivo.

10.9 – Se durante o decorrer da prova for verificado pela arbitragem que as características da arma não correspondem à Divisão competitiva declarada, o atirador será automáticamente transferido para a Divisão competitiva Semi-Auto Livre.

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CONSTRUÇÃO DE PERCURSOS DE PTPC

A construção de percursos deve observar sempre as condicionantes especificadas no regulamento de PTPC.

A proposta de construção dos percursos é livre por parte dos Clubes que recebem as competições de PTPC, podendo todavia solicitar o apoio da FPTAC para a elaboração das mesmas, sejam provas de Clube ou Federativas.

A proposta final dos percursos de PTPC (sejam provas de Clube ou Federativas) quando finalizada pelo Clube que

recebe a competição, deve ser enviada para a FPTAC para validação final antes de iniciar-se a sua construção e divulgação.

Toda e qualquer prova só pode recorrer a alvos expressamente considerados no regulamento de PTPC, sendo a construção dos cenários livre de apresentação de proposta.

A arbitragem das provas de PTPC (sejam provas de Clube ou Federativas) só poderão ser efectuadas por árbitros certificados pela FPTAC para a disciplina de PTPC.

Os clubes podem fabricar ou adquirir directamente os alvos utilizados na construção de percursos de PTPC desde que estejam conformes com o especificado pela FPTAC para a disciplina de PTPC.

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PERCURSO DE TIRO PRÁTICO DE CAÇA

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FOLHA DE PONTUAÇÃO DA PROVA

PISTA Nº DATA

ATIRADOR Nº Atirador / Esquadra

Alvo Fixo + 5Pts Alvo Móvel + 10 Pts Alvo Pen. - 10 Pts Falha de DQ - 10 Pts. Erro Proc. - 10 Pts. ALVO 1 ALVO 2 ALVO 3 ALVO 4 ALVO 5 ALVO 6 ALVO 7 ALVO 8 ALVO 9 ALVO 10 ALVO 11 ALVO 12 ALVO 13 ALVO 14 ALVO 15 ALVO 16

TOTAL POS. TOTAL NEG.

TOTAL FINAL TEMPO

Árbitro Atirador

FOLHA DE PONTUAÇÃO DA PROVA

PISTA Nº DATA

ATIRADOR Nº Atirador / Esquadra

Alvo Fixo + 5Pts Alvo Móvel + 10 Pts Alvo Pen. - 10 Pts Falha de DQ - 10 Pts. Erro Proc. - 10 Pts. ALVO 1 ALVO 2 ALVO 3 ALVO 4 ALVO 5 ALVO 6 ALVO 7 ALVO 8 ALVO 9 ALVO 10 ALVO 11 ALVO 12 ALVO 13 ALVO 14 ALVO 15 ALVO 16

TOTAL POS. TOTAL NEG.

TOTAL FINAL TEMPO

Árbitro Atirador

PERCURSO DE TIRO PRÁTICO DE CAÇA PERCURSO DE TIRO PRÁTICO DE CAÇA

Referências

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