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Instituto Superior de Engenharia do Porto

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Academic year: 2021

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Instituto Superior de Engenharia do Porto

Departamento de Engenharia Informática

Disciplina de Administração de Sistemas Informáticos

Trabalho Prático

Tema: Discos Rígidos

Grupo:

1000002 – Fernando Leal 1000313 – Paulo Santos 1000941 – Ana Silva

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História

Primeiro disco rígido: IBM 305 RAMAC (Random

Access Method of Accounting and Control), 1955

– 50 pratos de 24” de diâmetro, 5MB de capacidade

IBM 3340 “ Winchester” , 1973

– 2 pratos de 30 MB e tempo de acesso de 30 ms. – Primeiro modelo a usar caixa exterior protectora

Seagate ST-506, 1980

– Primeiro disco rígido de pequenas dimensões (5,25” ) – Capacidade de 5 MB

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História

Utilização de discos em notebooks, 1992

IBM cria tecnologia Giant MegnetoResistive (GMR),

1997

– Discos rígidos de 17 GB – 25 GB em 1998

– 73 GB a 10.000 rpm em 1999

Principais famílias de discos:

MFM (Modified Frequency Modulation)RLL (Run Length Limited)

ESDI (Enhanced Standard Device Interface)SCSI (Small Computer System Interface)IDE (Integrated Drive Electronics)

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História

Perspectiva actual:

– Discos rígidos com capacidade >= 40 GB – Interfaces mais comuns:

● IDE/ATA UDMA 100 MB/s ou UDMA 133 MB/s

● Serial ATA (SATA), de 150 MB/s a 333 MB/s (será provavelmente o padrão a curto prazo)

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Funcionamento

O que é um HDD?

– Conjunto de discos revestidos por uma camada magnetizável, juntos

num mesmo eixo, ligado a um motor passo-a-passo.

– A informação é armazenada magnetizando um ponto sobre o disco – O registo da informação é não-volátil (persistente após a falha de

energia eléctrica)

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Funcionamento

Principais problemas de um HDD e suas causas:

Problemas Causas Soluções

Colisões com a superfície do disco

- falha electrónica do HDD - falha de energia súbita - choque físico

- desgaste

- landing zone - sistema de

inércia dos discos - “ head unloading” da IBM

Cabeças colarem à superfície do

disco

- ambientes com humidade relativa elevada

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Conexões e Endereçamento

MFM

– Usado actualmente nas disquetes

– Velocidades até 5 Mbit/s, posteriormente 7,5 Mbit/s

IDE/ATA

– Versão mais recente: UDMA/133, a 133 MB/s – Velocidade de rotação <= 10.000 rpm

– Tempos médios de acesso na ordem dos 9 ms. – Configurações master/slave

SCSI

– Custo de implementação superior ao IDE/ATA – Mais eficiente e robusta que o IDE/ATA

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Conexões e Endereçamento

Serial ATA

– Introduzido no mercado no fim de 2002

– Cada disco dispõe de um canal exclusivo de comunicações (aboliu o

funcionamento em master/slave)

– Envio e recepção de informação em simultâneo, com velocidades

superiores a 150 MB/s

Fibre Channel

– Interface de ligação a discos mas também a outros periféricos – Frequentemente usado para ligar discos SCSI a controladoras

RAID, e controladoras RAID a uma rede

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Conexões e Endereçamento

FireWire

– IEEE 1394

– É usado como no caso anterior, com velocidades entre 100 a 400

Mbit/s

USB (Universal Serial Bus)

Funciona essencialmente como o FireWire – Velocidades até 12 Mbit/s na versão 1.1 – Velocidades até 480 Mbit/s na versão 2.0

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Aplicações em Servidores

RAID: Redundant Array of Independent Discs

Sistema que utiliza múltiplos discos rígidos para entre eles partilhar informação, visando o aumento da integridade da informação, da tolerância a falhas, e/ou da taxa de transmissão da informação. Diversas modalidades (níveis):

● RAID nível 0: divisão da informação em blocos por vários discos, sem informação redundante (de paridade);

RAID nível 1: cópia da informação entre discos iguais (mirroring); ● ...

● RAID nível 5: divisão da informação em blocos por vários discos, com informação de paridade em cada disco;

(Há novos níveis (6), níveis combinados (0+1, 1+0, 0+5, ...), níveis

proprietários de outras empresas, etc., que não constavam da proposta original.)

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Aplicações em Servidores

RAID 0

Vantagem:

● aumento da taxa de transmissão da informação (leitura e gravação).

Inconvenientes:

● probabilidade de avaria cresce com o aumento do número de discos; ● uma avaria em qualquer dos discos invalida todo o conjunto.

Disco 1 Disco 2

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Aplicações em Servidores

RAID 1

Vantagens:

● sistema tolerante a falhas (aumento da tolerância proporcional ao número de discos de backup);

● aumento da velocidade de leitura (cada disco lê uma parte da informação).

Disco 1 Disco 2

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Aplicações em Servidores

RAID 5

Vantagem:

● aumento da taxa de transmissão da informação, como no RAID 0, mas sem o inconveniente de uma falha num disco inutilizar todo o sistema (suporta um disco avariado).

Inconveniente:

● avaria simultânea em 2 (ou mais) discos compromete todo o conjunto (a probabilidade aumenta com o aumento do número de discos).

Disco 1 Disco 2 Disco 3 Disco 4

A1 A2 A3 Ap B1 B2 Bp B3 C1 Cp C2 C3 Dp D1 D2 D3 (An, Bn, Cn, Dn = diferentes blocos de informação; Ap, Bp, Cp, Dp = informação de paridade.)

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Fim

Questões?

Dúvidas?

...

Referências

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