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Informativo do Sindicato do Comércio Varejista de Araçatuba e Região | nº 41 | Novembro 2016 |
Os salários dos comerciários foram reajustados com o percentual de 9,62%, confira os pisos. Página 3
Sincomércio assina Convenção
Coletiva de Trabalho 2016/2017
REPIS
A adesão ou a renovação ao REPIS deve ser feita anualmente, e beneficia as micro e pequenas empresas, com pisos salariais diferenciados. Página 5
Venda mais no Natal
Deixe sua vitrine mais atraente, e sua loja mais bonita e receptiva para atrair mais clientes. Pagina 4
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Sindicato do Comércio
Varejista de Araçatuba e Região
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Politicas públicas
Palavra do presidente
O
Presidente da Comissão Estadual de Emprego (CEE), Gener Silva, destacou que na última reunião realizada em 15/09, foi tratado sobre o projeto da criação de novas Comissões Municipais do Empre-go nas pequenas cidades, com a criação também do Banco do Povo, com objetivo de buscar o desenvolvimento regional, incenti-vando a criação de emprego e renda para a população.A CEE é organizada de forma tri-partite (governo, trabalhadores e empre-gadores), a comissão é responsável pelo desenvolvimento de políticas públicas de emprego e geração de renda e qualificação profissional. Periodicamente, se reúne para buscar soluções coletivas para o de-semprego no Estado.
C
om a expectativa de queda da inflação e a reto-mada da confiança dos empresários e consu-midores, são sinais de que a economia do país começa a recuperar. Estamos otimistas em relação a retomada de rumo da economia, considerando que o novo governo já anunciou que deverá adotar caminhos e medidas mais definitivas para a recuperação econô-mica.Chegamos ao fundo do poço, agora só resta uma curva ascendente de plena recuperação, estamos mais confiantes porque começamos a vislumbrar um horizonte melhor, ou seja a situação deixou de piorar, o desemprego ainda preocupa, mas é certo que esta-mos em uma nova fase, e acreditaesta-mos que não haverá mais demissões, pois
as empresas já estão trabalhando com o quadro enxuto. A recessão obrigou as empresas a fazerem um enxuga-mento das despesas e firmar mais o pé no chão, agora estão mais adaptadas e de-verão sair mais enxu-tas e eficientes, com despesas menores, e quando o faturamento voltar a subir as
em-presas poderão esperar um aumento da lucratividade. Apesar de os consumidores estarem ainda um pouco retraídos e os empresários também estão fazendo um planejamento mais calculado e mais conservador, estamos confiantes numa recuperação gradativa em 2017.
Expediente
Informativo de divulgação dos trabalhos e atividades realizados pelo Sindicato do Comércio Varejista de Araçatuba e Região. Tiragem de 5 mil exemplares, com distribuição gratuita para empresas do comércio varejista em geral.
Diagramação: Editora Clube Ltda EPP Impressão: Jornal O Liberal Regional
O informativo também está disponível no site do sindicato para leitura on line.
Publicidade: Arnaldo Castilho (18) 98114-8865 e
Tiago Castilho 98818-7355
Endereço: Rua Silva Jardim, 798, V. São Paulo,
Araçatuba/SP, cep 16015-433
Fone: (18) 3636-2200 / Fax: (18) 3636-2201 e-mail: [email protected] Site: www.sincomercioata.com.br
Diretoria: Gener Silva - Presidente,
Bemari Silva de Saad - Secretária Takashi Habe - Tesoureiro
Márcio Fernandes Rocha - Diretor de Comunicação e Relações Públicas
Nossa Missão: “Representar, defender os interesses
e direitos da categoria, estimular a livre iniciativa, pro-por soluções e serviços para gerar resultados positivos no desenvolvimento das empresas e da sociedade.
Comissão Estadual de
Emprego busca incentivar a
economia no interior
Acreditamos na
recuperação do
varejo
Convenções coletivas
Convenção
Coletiva de
Trabalho dos
Engenheiros
Foi celebrado a Convenção Coletiva de Trabalho com o Sindi-cato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, aplicável a categoria profissional respectiva, com data base em 1º de maio, o percentual de reajuste foi de 7,5%. A integra da convenção está disponível no site:
http://www.fecomercio. com.br/upload/pdf/2016/07/15/ conven _ o _ coletiva _ de _ tra-balho.pdf
Convenção Coletiva
de Trabalho dos
Vendedores
Viajantes
Foi celebrado a Convenção Co-letiva de Trabalho com o Sindicato dos Empregados Vendedores e Viajantes do Comércio no Estado de São Paulo, apli-cável a categoria profissional respectiva, com data base em 1º de julho, o percen-tual de reajuste foi de 8,5%. A integra da convenção está disponível no site:
http://www.fecomercio.com.br/ upload/pdf/2016/08/08/conven _ o _ coletiva _ de _ trabalho _ vendedo-res _ e _ viajantes.pdf
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Pisos Salariais para as Empresas que aderirem anualmente ao REPIS Regime Especial de Piso Salarial Pisos Salariais dos
Empregados no Comércio Demais Empresas Empresas de Pequeno Porte EPP Micro Empresa ME Micro Empreendedor Individual MEI Empregados em geral R$ 1.322,00 R$ 1.269,00 R$ 1.215,00 R$ 1.215,00 Operador de caixa R$ 1.420,00 R$ 1.365,00 R$ 1.321,00 -Faxineiro e copeiro R$ 1.166,00 R$ 1.117,00 R$ 1.086,00 -Office boy e empacotador R$ 970,00 R$ 970,00 R$ 970,00 -Garantia comissionista R$ 1.551,00 R$ 1.491,00 R$ 1.420,00 -Piso salarial de ingresso - R$ 1.138,00 R$ 1.080,00 R$ 1.080,00
REGIME ESPECIAL DE
PISO SALARIAL – REPIS
Trata-se de tratamento diferenciado e favorecido às microempresas (ME’s) e em-presas de pequeno porte (EPP’s), assim con-ceituadas na Lei Complementar nº 123/06, que instituiu o SIMPLES NACIONAL. O objeto é beneficiar as empresas que se enquadra-rem nessa condição e, que aderienquadra-rem ao sis-tema, de poderem praticar os pisos salariais diferenciados, nesse caso, inferiores àqueles praticados pelas demais empresas, não en-quadradas na Lei do Simples.
A integra da Convenção Coletiva de Trabalho está disponível no site do sin-dicato: http://www.sincomercioata.com. br/Salarios/Arquivos/CCT _ Comercia-rios _ 2016 _ 2017.pdf
Reajuste salarial
Contribuição assistencial
F
oi assinada a Convenção Coletiva de Tra-balho 2016-2017, com vigência para o pe-ríodo de 1º de setembro de 2016 a 31 de agosto de 2017. Os salários serão reajustados a partir de 01 de setembro de 2016, data base da categoria profissional, mediante aplicação do percentual de 9,62% (nove vírgula sessenta e dois por cento), incidente sobre os salários já reajustados em 1º de setembro de 2015.Ficaram estipulados os seguintes pisos salariais, a viger a partir de 01/09/16, desde que cumprida integralmente, ou compensada, a jornada de trabalho de 44 (quarenta e quatro) horas semanais, conforme artigos 3º e 4º da Lei nº 12.790/13, como segue no quadro:
Sincomércio assina a convenção coletiva
de trabalho 2016-2017 dos comerciários, o
reajuste salarial foi de 9,62%.
Relator muda entendimento e Seção de Dissídios
Coletivos do TRT da 15ª Região determina o
pagamento da contribuição assistencial
Em dissídio coletivo instaurado porsindicato de categoria profissional (administra-dores), tendo como suscitadas empresas do grupo CPFL, o suscitante obteve procedência parcial e foi determinado que associados e não associados da entidade devem pagar a contri-buição assistencial, entendida como “taxa de solidariedade” inerente ao custeio das despesas que decorrem das negociações coletivas.
O Desembargador Francisco Alberto da Motta Peixoto Giordani, registrou que “esta relatoria passa a seguir o entendimento de que a contribuição assistencial, enquanto taxa de so-lidariedade dos integrantes da categoria da en-tidade sindical, associados e não-associados, visa cobrir despesas com a negociação salarial que beneficia, indistintamente, toda a categoria,
e deste modo deve ser paga, também, pelos não -associados do sindicato, em respeito, ainda, ao princípio da isonomia, inclusive, para garantir a sobrevivência da entidade sindical que defende os interesses de toda a categoria, profissional, irrestritamente. Fonte: Tribunal Regional do Tra-balho TRT 15ª Região 11/10/2016.
O Sincomércio orienta os empresários e os escritórios de contabilidade para que façam o recolhimento da Contribuição Assistencial Pa-tronal 2017, para evitar valores em passivo na empresa, cujo boleto de recobrança está sendo enviado às empresas, para podermos continuar trabalhando e defendendo os direitos e interes-ses de toda a categoria representada.
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Fim de ano
para a loja ficar mais atrativa e receptiva aos seus clientes.O trabalho de um Designer de Interiores compreende em projetar e valorizar ambientes, criando espaços que despertem os sentidos e provocam sensações agradá-veis. Desenvolvimento de móveis planejados para personalizar a loja, estudo de cores, ilu-minação, criação de vitrines, distribuição do lay-out, entre outros.
Para maiores informações entre em contato pelo telefone 3636-2200.
Deixe sua vitrine mais atraente para
vender mais neste Natal
O
Sincomércio faz parceria com especia-lista em designer de interior e dá dicas de como valorizar vitrine e lojaOs primeiros pontos de contato do consumidor com a loja são a fachada e a vi-trine. A vitrine é o cartão de visita da empresa, portanto a vitrine e a entrada da loja precisam ser bem iluminadas, com um mix de produtos interessantes e atrativos.
Uma boa comunicação visual também é imprescindível para manter o consumidor por mais tempo dentro da loja, as prateleiras
precisam estar bem organizadas dentro dos espaços, os produtos com os preços bem expostos para facilitar para o cliente, o impor-tante é cativar o cliente para que ele se sinta confortável e volte muitas vezes na loja.
Foi pensando em procurar ajudar os lojistas a respeito do assunto, que o Sinco-mércio firmou parceria com a Designer de Interiores Carolina Reghim, para oferecer ser-viços de consultoria e orientar o comercian-te para organizar a sua loja, mudar fachada, criar uma vitrine atraente, modificar as cores
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Benefício para as ME e EPP
A
adesão ou renovação ao REPIS (Regime Especial de Piso Sala-rial), é anual e deve ser requerido obrigatoriamente todo o ano. O REPIS proporciona redução dos custos na folha de pagamento com salários diferenciados, que beneficia as micro e pequenas empre-sas, assim conceituadas, conforme disposto na lei Complementar nº 123/06. O REPIS, é o sistema previsto em norma coletiva de trabalho (cláusula 6ª, da Convenção Coletiva de Trabalho 2016-2017, aplicável aos comerciários), tem o objetivo de dar tratamento diferenciado e fa-vorecido às Microempresas (MEs) e as Empresas de Pequeno Porte (EPPs).Na prática, as empresas que aderirem ao REPIS, poderão praticar valores de pisos salariais diferenciados, nesse caso, in-feriores àqueles praticados pelas demais empresas, não enqua-dradas na referida lei complementar. Para as empresas se bene-ficiarem dos pisos salariais diferenciados, as mesmas, deverão obrigatoriamente fazer anualmente a adesão e ou a renovação ao REPIS.
Para aderir ou renovar a adesão ao REPIS, é muito simples, basta a empresa encaminhar requerimento direcionado ao Sindi-cato Patronal (SINCOMÉRCIO), com dados completos da empresa, assinado em conjunto com contador, conforme modelo disponi-bilizado no site do sindicato, solicitando a expedição do CERTIFI-CADO DE ADESÃO ao REPIS, cuja vigência é a mesma da norma coletiva de trabalho, ou seja de 01/09/2016 à 31/08/2017, que será concedido desde que cumpridas todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho, inclusive pecuniárias.
As micros e pequenas empresas usufruem de grande van-tagem econômica quando aderem ao REPIS, tomando-se como exemplo, o pagamento do piso de empregado em geral, fazendo o comparativo, com salários diferenciados pagos durante um ano
por uma empresa que aderiu ao REPIS e com outra que não aderiu ao REPIS, a diferença é muito significativa: para as Micro Empresas a diferença anual é de R$ 2.236,00 por empregado, enquanto que para as Empresas de Pequeno Porte a diferença anual é de R$ 1.492,00, isso, sem considerar os encargos trabalhistas e sociais que incidem sobre os salários. Agora, faça as contas, e confira como vale a pena aderir ao REPIS, multiplique esse valor pelo nú-mero de funcionários da sua empresa.
ATENÇÃO PASSIVO TRABALHISTA: Se a empresa não ade-rir ao REPIS, mas praticar os pisos diferenciados, CUIDADO! : ao final do contrato, o funcionário terá direito por lei, a receber as dife-renças salariais, e a empresa terá ainda, que recolher as difedife-renças dos encargos trabalhistas e sociais.
Os pisos salariais diferenciados só poderão ser praticados somente pelas micro empresas (ME) e pequenas empresas (EPP) que tenham aderido do REPIS anualmente, e obtiveram o Certifica-do de Adesão ao REPIS.
O Certificado de Adesão ao REPIS, servirá de prova ao em-pregador, para fins de homologação de rescisão de contrato de trabalho e, para comprovação perante a Justiça Federal do Traba-lho, do direito praticar os pisos salariais previstos na cláusula 6ª da Convenção Coletiva de Trabalho.
Empresário não perca tempo nem o prazo, solicite ao seu contador para que faça a adesão da sua empresa ao REPIS.
Apresentamos como exemplo o salário de ingresso para Microempresas, comparado com o salário de empregado em geral praticados pelas demais empresas. No quadro abaixo, mostra a comparação do valor do salário pago em um ano por uma empresa que aderiu ao REPIS e a outra que não aderiu ao REPIS.
REGIME ESPECIAL DE PISO SALARIAL, É
ANUAL E DEVE SER REQUERIDO TODO ANO
QUADRO COMPARATIVO PARA AS MICRO EMPRESAS - ME
EMPRESA QUE ADERIU AO REPIS
EMPRESA QUE NÃO ADERIU AO REPIS
Primeiros 6 meses
12 meses
R$ 1.080,00 X 6 = R$ 6.480,00
R$ 1.322,00 X 12 R$ 15.864,00
Próximos 6 meses
+ 13º Salário R$ 1.322,00
R$ 1.215,00 X 6 = R$ 7.290,00
+ 1/3 Férias R$ 440,00
13º Salário R$ 1.215,00
+ 1/3de Férias R$ 405,00
TOTAL PAGO NO ANO = R$ 15.390,00
TOTAL PAGO NO ANO = R$ 17.626,00
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A Revisão Tributária ou Fiscal, por sua vez, consiste em uma atividade, no qual são revisados e auditados todos os proce-dimentos relacionados à emissão de notas fiscais, cadastro de produtos, escrituração fiscal, cálculo de tributos e preenchimen-to de obrigações acessórias. Seu principal objetivo é verificar e garantir a correção das informações, afastando–se o risco de atu-ações por inconformidades no cálculo dos tributos e na apresentação das obrigações acessórias, ao mesmo tempo em que se verifica evitar o pagamento indevido ou a maior dos tributos.
Importante esclarecer que todos os procedimentos da Revisão Tributária são embasados na legislação Estadual, Federal ou Municipal, utilizando-se de Leis, Decre-tos, Regulamentos e outros atos.
A Revisão Tributária faz-se impor-tante também nas pequenas e médias em-presas, pois utilizando corretamente desta ferramenta terá uma redução de seus tribu-tos, e evitará sanções por parte do fisco.
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Atuante há 20 (vinte) anos no De-partamento Fiscal e Contábil, contador responsável de um grupo empresarial em Araçatuba.
Dívida
Débitos do Simples
Nacional são inscritos em
divida ativa
A receita Federal informou que os dé-bitos apurados no Simples Nacional que es-tavam em cobrança em 1º de julho de 2016 foram enviados à Procuradoria Geral da Fa-zenda (PGFN) para inscrição em dívida ativa. Assim, para regularizar as pendências, o con-tribuinte poderá efetuar o pagamento integral mediante Dasdau, emitido exclusivamente no portal do Simples Nacional. Outra opção é parcelar seu débito em até 60 prestações no e-CAC da PGFN, cuja guia também deverá se obtida no portal do Simples Nacional.
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Luta sindical
F
ecomercioSP trabalha para evitar apro-vação de projetos que onerem o setor de comércio e serviçosAlém de encarar o desafio de ad-ministrar as empresas durante as crises econômica, política e moral vividas nos últimos anos, o empresário brasileiro ainda precisa se preocupar com a pauta de âm-bito legislativo. Ela, em vez de simplificar o ambiente de negócios, impõe maiores custos administrativos (ou até mesmo di-ficuldades operacionais) para o empresário realizar o básico de sua atividade: ofertar produtos/serviços aos seus clientes.
Existem projetos de lei que tramitam nos Estados e na Câmara dos Deputados, que, ao contrário de melhorar o ambiente de negócios, exigem o cumprimento de regras desnecessárias, de difícil operacio-nalização e sem conexão com a velocidade exigida pelo mercado.
Em momentos de retração econô-mica, os parlamentares, a título de defesa dos direitos dos consumidores, assumem como norma geral que comerciantes atu-am de má-fé na hora de promover os seus produtos e serviços (quando esses ajustam suas ofertas). Tal fato não encontra funda-mento na realidade do comércio brasileiro – exceto, obviamente, por uma minoria que compromete a imagem daqueles que se pautam pela ética e pela responsabilidade social de suas empresas.
Federação busca evitar que projetos se tornem efetivamente leis, onerando em-presários e consumidores na sua relação de vender e comprar produtos e serviços
Ao proporem leis que visam regula-mentar o estabelecimento dos preços dos bens e serviços, por exemplo, os parlamen-tares ignoram o ordenamento constitucional que protege, igualmente, a livre-iniciativa e
a defesa do consumidor, sob a justificativa de protegê-los de eventuais abusos. Con-tudo, esses direitos já estão devidamente resguardados pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei federal nº 8.078/1990) e pelo Decreto nº 7.962/13 (que dispõe sobre a contratação no comércio eletrônico). As-sim, afrontam o artigo 170 da Constituição Federal, que contém os preceitos que
re-gem as ordens econômica e financeira do País.
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), como entidade represen-tativa e em consonância com os sindicatos patronais que a compõem, não se furta em apontar aos parlamentares os impactos econômico e social de tais proposituras.
Dessa forma, a Federação busca evitar que tais projetos de lei se tornem efetivamente leis, onerando empresários e consumidores na sua relação de vender e comprar produ-tos e serviços, conforme os princípios da livre-iniciativa e de defesa do consumidor, de acordo com a Constituição Federal.
Fonte: www.fecomercio.com.br/
noticia/ambiente-legislativo-e-desafio-Ambiente legislativo é desafio para
empresas brasileiras
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