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LUIZ GUSTAVO DA SILVA SIMÕES

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO – UNEMAT

LUIZ GUSTAVO DA SILVA SIMÕES

ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA NA INTERSEÇÃO DA BR 163 COM ESTRADA

MONALISA

SINOP 2019/02

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO – UNEMAT

LUIZ GUSTAVO DA SILVA SIMÕES

ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA NA INTERSEÇÃO DA BR 163 COM ESTRADA

MONALISA

SINOP 2019/02

Projeto de pesquisa apresenta à Banca Examinadora do Curso do Engenharia Civil – UNEMAT, Campus Universitário de Sinop -MT, como pré-requisito para obtenção do título de Bacharel em Engenharia Civil.

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III LISTA DE QUADROS

Quadro 1: Avaliação Numérica dos modais estatístico de trânsito. ... 11 Quadro 6: Formas e dimensões

... 18 Quadro 7: Sinalização de regulamentação ... 18 Quadro 8: Sinalização de regulamentação ... 19

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IV LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Município de Sinop e sua Localização ... 8

Figura 2: Movimentos Convergentes ... 14

Figura 3: Movimentos Divergentes ... 15

Figura 4: Movimentos Interceptantes ... 15

Figura 5: Movimentos Interceptantes ... 16

Figura 6: Movimentos não-interceptantes ... 16

Figura 7: Fluxograma ... 20

Figura 8: encontro das avenidas Mato Grosso e Nelly Martins ... 25

Figura 9: Avenida Miguel Sutil em Cuiabá ... 26

Figura 10: cruzamento da Avenida das Embaúbas com Avenida das Sibipirunas ... 26

Figura 11: Localização da interseção ... 28

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V LISTA DE ABREVIATURAS

ANTP: Associação Nacional de Transportes Públicos CONTRAN: Conselho Nacional de Trânsito

CTB: Código de Trânsito Brasileiro

DETRAN: Departamento Estadual de Trânsito

DNER: Departamento Nacional de Estradas de Rodagem DENIT: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte IBGE: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

UCP: Unidade de Carro de Passeio VPD: Veículos por dia

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VI DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1. Título: Estudo de viabilidade técnica para a implementação de sinalização semafórica na interseção da BR 163 com estrada Monalisa

2. Delimitação do Tema: Estudo de fluxo viário com sinalização semafórica 3. Proponentes (s): Luiz Gustavo da Silva Simões

4. Orientador: Karen Wrobel Straub Schneider

5. Estabelecimento de ensino: Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT

6. Público Alvo: Discentes de áreas relacionadas e profissionais da área 7. Localização: Rotatória da BR 163 entre o km 834 e km 835

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VII SUMÁRIO

LISTA DE QUADROS ... III LISTA DE FIGURAS ... IV LISTA DE ABREVIATURAS ... V DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ... VI 1. INTRODUÇÃO... 8 2. PROBLEMATIZAÇÃO ... 10 3. JUSTIFICATIVA... 11 4. OBJETIVOS ... 12 4.1.OBJETIVO GERAL ... 12 4.2.OBJETIVOS ESPECÍFICOS ... 12 5. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ... 13 5.1.O SISTEMA VIÁRIO ... 13 5.1.1. VIAS ... 13 5.1.2. INTERSEÇÕES E MOVIMENTOS ... 14 5.1.3. MOVIMENTOS CONVERGENTES ... 14 5.1.4. MOVIMENTOS DIVERGENTES ... 15 5.1.5. MOVIMENTOS INTERCEPTANTES ... 15 5.1.6. MOVIMENTOS NÃO-INTERCEPTANTES ... 16 5.2.SINALIZAÇÃO ... 17 5.2.1. SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ... 17

5.2.2. CRITÉRIOS DE IMPLANTAÇÃO DA SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ... 19

5.2.3. CRITÉRIOS PARA ESTUDOS EM LOCAIS EXISTENTES: ABORDAGEM VEÍCULOS ... 20 5.2.4. CONTAGEM VOLUMÉTRICA ... 23 5.3.ESTUDOS CORRELATOS ... 24 6. METODOLOGIA ... 27 6.1 ÁREA DE ESTUDO ... 28 6.2 COLETA DE DADOS ... 29

6.3 ANÁLISE DOS RESULTADOS ... 29

7. CRONOGRAMA ... 31

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8 1. INTRODUÇÃO

O município de Sinop (Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná) localizado no estado de Mato Grosso é o resultado da política da ocupação da Amazônia Legal Brasileira instituída em 1970. (IBGE, 2019)

Situado na Região norte do estado, Sinop quando Distrito era subordinado ao município de Chapada dos Guimarães, com a Lei Estadual n° 3.754, de 29-06-1976, na divisão territorial no ano de 1979. Elevado na Categoria como Município pela Lei Estadual n° 4.156 de 1979 Sinop é desmembrado de Chapada dos Guimarães em 1981, na divisão territorial de 1983 Sinop é constituído do distrito sede e pela Lei Estadual n° 5.045 de 1986 é criado o distrito de Claudia e anexado a Sinop, em 1988 pela Lei Estadual nº 5.319 Claudia é elevada à categoria de município. (IBGE, 20019)

Figura 1: Município de Sinop e sua Localização

Fonte: IBGE (2019)

Segundo o IBGE, em estimativa para o ano de 2019, a cidade conta com a população de 142.996 habitantes. Neto (2002) considera Sinop a nível estadual um dos municípios mais importantes do estado, suas principais atividades giram em torno do agronegócio e prestação de serviços e um polo educacional, sendo considerada uma capital regional.

Com o crescente número populacional e a facilidade no poder aquisitivo, houve também um aumento significativo no número de veículos que trafegam nas ruas da

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9 cidade. Conforme a Secretaria Municipal de Trânsito do município de Sinop (2019) a frota de veículos em 2018 foi de 115.792 veículos, um aumento de 2.929 veículos em relação ao ano anterior 2017. A relação media de habitantes por veículos em Sinop é de 1,23 pessoas, muito abaixo da média nacional de 4,7 conforme GOMES (2019).

Em Sinop, é comum que no cruzamento de duas vias arteriais, ou mesmo da rodovia federal com MTs (rodovias estaduais) e perimetrais, sejam construídas rotatórias e canteiros nessas interseções para controlar o tráfego, tendo somente em alguns pontos da cidade o uso de semáforos. O devido funcionamento dessas rotatórias depende exclusivamente da educação dos condutores para não trancar o fluxo do tráfego em apenas uma das vias.

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10 2. PROBLEMATIZAÇÃO

Partindo do que se é observado na situação atual do trânsito da cidade de Sinop, o crescente aumento populacional e com ele o número de veículos, e o surgimento de problemas como congestionamentos na interseção da BR 163, km 834 e km 835 com a estrada Monalisa, apresentamos o seguinte questionamento: a sinalizações e ações para controle de trânsito atuais, no trecho em questão, são realmente efetivas?

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11 3. JUSTIFICATIVA

A crescente expansão da cidade Sinop e com ela o aumento de veículos, traz consigo um grande número de acidentes e problemas de congestionamentos em vias onde os acessos são feitos por interseções com rotatórias. Esses problemas mobilizam a sociedade a buscar formas mitigadoras que os sanem.

Conforme o Quadro 1 - Avaliação Numérica dos modais estatístico de trânsito, o numero de óbitos em acidentes entre os anos de 2010 até 2018 teve um aumento significativo de 25,42%, sendo que os piores índices ocorreram em 2018 com 74 acidentes com vitimas fatais e em 2013 com 61 vítimas. Em contrapartida o ano que ocorreu o maior registro de acidentes sem vítimas foi em 2017 com 2.322 registros. Quadro 1: Avaliação Numérica dos modais estatístico de trânsito.

Período 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 Acidentes 1.705 1.744 1.912 2.239 2.100 2.106 2.065 2.322 2.195

Fonte: Secretaria Municipal de Sinop – MT (2019)

O intuito deste trabalho é propor uma solução para a interseção, utilizando a rotatória da BR 163 próxima ao bairro Jardim Umuarama como objeto de estudo, simulando a situação do fluxo viário com a inserção de sinalização semafórica.

O local foi escolhido pelo autor por ser um objeto de estudo interessante para o tema, já que o mesmo realizou pesquisas anteriores no local e identificou problemas como acidentes, congestionamentos e problemas como desrespeito ás sinalizações.

Segundo o CONTRAN (2014) a sinalização semafórica traz impactos positivos no controle do trânsito se usada apropriadamente como o aumento da segurança viária, melhor fluidez do trânsito, redução de atrasos e credibilidade por parte dos usuários em relação à sinalização.

A implantação de semáforos feita de forma não justificada, apresenta consequências que causam prejuízo ao desempenho e segurança do trânsito, além de efeitos negativos como: a indução do desrespeito a sinalização devido a ociosidade na operação, o descrédito em relação a sinalização e os gastos desnecessários de recursos públicos. (CONTRAN, 2014)

(12)

12 4. OBJETIVOS

4.1. OBJETIVO GERAL

Estudo da viabilidade técnica da implantação semafórica na interseção da BR 163 com a estrada Monaliza, entre os km 834 e km 835 do município de Sinop MT.

4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Estabelecer o horário de pico e coletar os dados do tráfego na BR 163 e vias laterais de acesso, que determinem as condições do trânsito;

 Analisar o fluxo de veículos das vias em estudo, considerando o tempo de congestionamento e apresentar os riscos de acidentes no local;

 Analisar outras medidas de sinalização oferecidas pelo DENATRAN;  Verificar a capacidade da rotatória.

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13 5. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

5.1. O SISTEMA VIÁRIO

O Código de Trânsito Brasileiro - CTB (2008) define o sistema viário, ou trânsito, como “a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga”.

Segundo a Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTP (2007) a estrutura do tecido urbano é formada pelo sistema viário, que fornece os caminhos para os deslocamentos e determina o modelo de organização espacial da cidade que, para ser modificado após a sua implantação, são necessários procedimentos complexos e de alto custo.

5.1.1. VIAS

Conforme art. 2 do CTB (2008)

“São vias terrestres urbanas e rurais as ruas, as avenidas, os logradouros, os caminhos, as passagens, as estradas e as rodovias, que terão seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre elas, de acordo com as peculiaridades locais e as circunstâncias especiais”.

Ainda segundo o CTB (2008), as vias podem ter as seguintes classificações: como de trânsito rápido, arterial, coletora e local.

 Vias de trânsito rápido - aquelas caracterizadas por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível.

 Via arterial - caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre as regiões da cidade.

 Via coletora - aquela destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade.

 Vias locais - aquelas caracterizadas por interseções em nível não semaforizadas, destinadas apenas ao acesso local ou a áreas restritas.

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14 A principal importância de classificar uma via é estabelecer o limite de velocidade, previsto no artigo 61 do CTB - limites pré-determinados.

5.1.2. INTERSEÇÕES E MOVIMENTOS

O DNIT (2006) define interseção como sendo a área em que duas ou mais vias se unem ou se cruzam, abrangendo todo o espaço destinado para facilitar os movimentos dos veículos que por ela circulam classificando-as em duas categorias gerais, conforme os planos em que se realizam os movimentos: interseções em nível e interseções em níveis diferentes.

O deslocamento entre dois pontos na malha viária pode ser feito de diversos modos, em variados trajetos dependendo da atitude tomada pelo usuário. “movimento” em uma interseção é o conjunto dessas possíveis atitudes tomadas em relação a trajetória. O Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito Volume V (2014) classifica esses movimentos como convergentes, divergentes, interceptantes e não interceptantes.

5.1.3. MOVIMENTOS CONVERGENTES

Segundo o CONTRAN (2014) os convergentes são movimentos que têm origem em diferentes aproximações e possuem o mesmo destino conforme a figura 3:

Figura 2: Movimentos Convergentes

Fonte: Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume V - Sinalização Semafórica (2007)

(15)

15 5.1.4. MOVIMENTOS DIVERGENTES

São considerados movimentos divergentes os que têm origem na mesma aproximação e possuem destinos diferentes conforme a figura 4. (CONTRAN, 2014).

Figura 3: Movimentos Divergentes

Fonte: Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume V - Sinalização Semafórica (2007)

5.1.5. MOVIMENTOS INTERCEPTANTES

De acordo com o CONTRAN (2014) os movimentos interceptantes têm origem em aproximações diferentes e se cruzam em algum ponto da área de conflito.

Figura 4: Movimentos Interceptantes

Fonte: Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume V - Sinalização Semafórica (2007)

(16)

16 Figura 5: Movimentos Interceptantes

Fonte: Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume V - Sinalização Semafórica (2007)

5.1.6. MOVIMENTOS NÃO-INTERCEPTANTES

d) não-interceptantes: são aqueles cujas trajetórias não se encontram em nenhum ponto da área de conflito (Figura 7).

Figura 6: Movimentos não-interceptantes

Fonte: Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume V - Sinalização Semafórica (2007)

(17)

17 5.2. SINALIZAÇÃO

A sinalização rodoviária tem como principal objetivo a segurança e orientação dos usuários das vias, sejam eles veículos ou pedestres. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (2008, p.58), a sinalização é definida como sendo “conjunto de sinais de trânsito e dispositivos de segurança colocados na via pública com o objetivo de garantir sua utilização adequada, possibilitando melhor fluidez no trânsito e maior segurança dos veículos e pedestres que nela circulam”.

Ainda segundo CTB (2008), sinais de trânsito são elementos físicos que tem a finalidade de alertar os condutores sobre as possíveis situações de perigos existentes na via de circulação. Esses elementos são definidos como placas (sinalização vertical), marcas viárias (sinalização horizontal), equipamentos de controle luminosos como a sinalização semafórica e outros dispositivos auxiliares.

5.2.1. SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA

A sinalização semafórica pertence a uma subdivisão de categoria da sinalização viária, no qual apresenta indicações luminosas acionadas através de um sistema eletrônico, cuja principal função é controlar o deslocamento dos veículos e pedestres. (CTB, 2008)

Segundo o CONTRAN (2014), a sinalização semafórica é classificada de acordo com sua função, que se divide em:

 Sinalização semafórica de regulamentação, onde sua característica se baseia em garantir a passagem de veículos e pedestres em uma interseção ou seção da via;

 Sinalização semafórica de advertência, se caracteriza em advertir os condutores de veículos e pedestres a existência de obstáculos ou uma situação perigosa na via.

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18 Quadro 2: Formas e dimensões

Fonte: CTB (2008)

Em semáforos destinados para o fluxo de automóveis, a liberação de passagem na via é sinalizada pela luz verde, que geralmente é sucedida pela luz amarela que significa que o tempo de passagem está se esgotando e pôr fim a de proibição é representada pela luz vermelha (CTB,2008).

Quadro 3: Sinalização de regulamentação

Tipo de Semáforo Posição Vertical Posição Horizontal

Veicular

Fonte: Adaptado, CTB (2008)

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (2008), em semáforos destinados a pedestres a liberação de passagem é formalizada pelo boneco verde em posição de movimento, enquanto o de proibição de passagem é representado por uma mão aberta em vermelho, ou até mesmo por um outro boneco vermelho em posição estática.

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19 Quadro 4: Sinalização de regulamentação

Tipo de Semáforo Posição Vertical

Pedestre

5.2.2. CRITÉRIOS DE IMPLANTAÇÃO DA SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA

O Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito volume V do CONTRAN (2014) destaca que os critérios estabelecidos para a implantação da sinalização semafórica levam em conta se o local em estudo está em fase de projeto. A partir dessa condição deve ser definida a abordagem principal do estudo, definindo se os usuários prioritários serão os pedestres ou os veículos. Somente após essas definições é que se realiza o estudo, seguindo os critérios a seguir para a tomada de decisão sobre a implantação de semáforos.

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20 5.2.3. CRITÉRIOS PARA ESTUDOS EM LOCAIS EXISTENTES:

ABORDAGEM VEÍCULOS

Figura 7: Fluxograma

Fonte: Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume V - Sinalização Semafórica (2014)

[a] – Número de colisões com vítima, evitáveis por sinalização semafórica, é maior do que 𝑁𝐿𝐴𝑉?

O número mínimo limite de colisões com vítimas, evitáveis por sinalização semafórica, (𝑁𝐿𝐴𝑉), que justifica a implantação de sinalização semafórica é igual a 7,

observado nos últimos 3 anos ou 3 nos últimos 12 meses. [b] – Efetuar pesquisas iniciais

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21 Fazer contagem classificada de veículos (número de veículos por tipo) em todas as aproximações da interseção durante a sua hora-pico (ver Apêndice 3 do manual de sinalização semafórica do CONTRAN, 2014) e levantar os demais dados iniciais necessários ao estudo, tais como: número de faixas de rolamento em cada aproximação; tempo de ciclo da rede, se a interseção estiver inserida em uma via com sinalizações semafóricas operando de forma coordenada; distância da interseção estudada às interseções controladas por sinalização semafórica a montante e a jusante.

Calcular o número de veículos equivalentes, a partir da conversão de todos os tipos de veículos observados em unidades de carros de passeio (ucp).

[c] – Condição do local é segura?

Verificar se o local apresenta características que comprometam a segurança dos usuários na interseção. Essas características referem-se principalmente à geometria da via nas proximidades da interseção (curvas horizontais ou verticais), à existência de edificações ou outros elementos que dificultem a Inter visibilidade dos movimentos conflitantes, ou à configuração da interseção que dificulta a percepção natural de qual via é a via principal. Nesse último caso, a sinalização semafórica só se justifica após terem sido testadas sem sucesso diferentes alternativas para a solução do problema por meio da sinalização horizontal e vertical.

[d] – Número de ciclos vazios é maior ou igual a 𝑁𝐿𝐶𝑉?

A implantação da sinalização semafórica na abordagem veicular visa, principalmente, propiciar segurança e fluidez ao fluxo da via secundária. Assim, para o caso da utilização de sinalização semafórica de tempo fixo, é preciso verificar se, para o tempo de ciclo que a sinalização semafórica teria caso fosse instalada, existiriam ciclos sem nenhuma demanda na via secundária, isto é, ciclos vazios. Para que a sinalização semafórica seja instalada segundo este critério, o número de ciclos vazios por hora, na hora-pico, deve ser inferior a um limite estabelecido pelo projetista (𝑁𝐿𝐶𝑉) em função das características gerais de cada cidade. No entanto, em todas as

situações, 𝑁𝐿𝐶𝑉 deve ser menor ou igual a 10% do número de ciclos por hora (NC). A estimativa do número de ciclos vazios na hora-pico (sem demanda na via secundária) é feita de acordo com os passos a seguir:

Passo 1: determinação do tempo de ciclo (C) em segundos, que a sinalização semafórica teria, se instalado, ou, no caso de interseção inserida em via com

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22 sinalização semafórica operando de modo coordenado, adoção do tempo de ciclo da rede. O tempo de ciclo da rede somente deve ser considerado se pelo menos uma das interseções adjacentes estiver a menos de 500m da interseção estudada.

Passo 2: determinação do número de ciclos por hora (NC) 𝑁𝐶 =3600

𝐶

Passo 3: determinação do fluxo total das aproximações da via secundária (FTS), expresso em termos de unidade de carros de passeio (ucp) por hora.

Passo 4: determinação do número médio de veículos por ciclo, em termos de ucp, nas aproximações da via secundária (m).

𝑚 =𝐹𝑇𝑆 𝑁𝐶

Passo 5: determinação do número esperado de ciclos vazios nas aproximações da via secundária, ou seja, do número de ciclos em que não existem veículos na via secundária chegando à interseção (NCV).

𝑁𝐶𝑉 = 𝑒−𝑚 × 𝑁𝐶 onde:

e = base dos logaritmos neperianos (igual a 2,72)

A determinação do NCV pressupõe que as chegadas às aproximações da via secundária são aleatórias, seguindo uma distribuição de Poisson.

Quando o fluxo que chega ao menos a uma das aproximações da via secundária for proveniente de uma sinalização semafórica a montante, o pressuposto de chegadas aleatórias não mais se verifica. Assim, o valor do NCV estimado pelo procedimento anteriormente descrito deve ser utilizado com reservas. O ideal, nesses casos, é estimar NCV por meio de recursos mais elaborados, como técnicas de simulação da operação do tráfego em rede.

[e] – Efetuar pesquisas de espera

Determinar o tempo total de espera dos veículos da via secundária, a partir do procedimento Indicado no manual de sinalização semafórica do CONTRAN (2014).

[f] – Na transversal, tempo total de espera indica sinalização semafórica? Se o tempo total de espera for inferior a 6.000 ucp x segundo, por hora, que corresponde a um atraso médio de 15 segundos sofrido por um fluxo de 400 ucp/hora na via secundária (sem considerar as motos), a sinalização semafórica não deve ser implantada.

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23 No caso de o tempo total de espera ser superior a 14.000 ucp x segundo, por hora, que corresponde a um atraso médio de 35 segundos sofridos por um fluxo de 400 ucp/hora na via secundária (sem considerar as motos), a sinalização semafórica deve ser implantada.

Para tempo total de espera entre 6.000 e 14.000 ucp x segundo, por hora, a decisão para implantação da sinalização semafórica fica condicionada a análises complementares por parte do técnico encarregado do estudo.

[g] – Solução não semafórica

Adotar solução que promova a segurança do tráfego na interseção sem comprometer desnecessariamente a fluidez da via principal. Dentre as soluções possíveis, referidas na Tabela 4.4 do manual de sinalização semafórica do CONTRAN (2014), destaca-se: redução das velocidades nas aproximações, adequação da geometria, implantação de mini rotatórias e mudança no sentido de circulação com eliminação do conflito.

[h] – Sinalização semafórica

Definir a estratégia e o tipo de controle a ser propiciado pela sinalização semafórica. O dimensionamento do plano semafórico para a situação definida deve ser realizado de acordo com os procedimentos indicados no manual de sinalização semafórica do CONTRAN (2014).

5.2.4. CONTAGEM VOLUMÉTRICA

O Manual de Estudos de Tráfego do DNIT (2005) define Volume de Tráfego como o número de veículos que passam por uma seção de uma via, ou de uma determinada faixa, durante uma unidade de tempo. Esse volume é expresso normalmente em veículos/dia (vpd) ou veículos/hora (vph).

De acordo com o Manual de Estudos de Tráfego do DNIT (2006), as contagens volumétricas podem ser classificadas como contagens Normais, Direcionais, Contagem de Movimento de Virada, Contagem de Classificação, Contagem de Espera/Atraso, contagem de Pedestres, entre outras.

As contagens direcionais e de movimento de virada são as que registram o número de veículos por sentido do fluxo e as conversões na interseção. Este tipo de pesquisa é utilizado para análise de capacidade da via, como justificativa para

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24 implantação semafórica, como estabelecimento de movimentos proibidos, avaliação do número de acidentes e congestionamento. (DNIT, 2006)

Segundo o DNIT (2006) a contagem classificatória é a que registra o tipo de veículo que trafega no local, de acordo com a sua categoria, que podem ser veículos de passeio, motocicletas, caminhões, ônibus, bicicletas, entre outros, convertendo a equivalência dessas categorias em Unidade de Carro de Passeio (UCP), conforme índices apresentados no manual de sinalização semafórica.

O DNIT (2006) também define contagem de espera na via secundária é a que registra o tempo, em segundos, que um determinado número de veículos fica parado na via secundária à espera para atravessar o cruzamento ou fazer as conversões possíveis. Esta contagem é utilizada como critério para implantação semafórica.

O DNIT (2006) destaca que o objetivo principal das contagens em interseções é a obtenção de dados necessários para a elaboração de fluxogramas, que servirão de base para estudos para a Operação do Tráfego, como o estudo de sinalização semafórica por exemplo. A forma mais simples e usual de apresentar os fluxos de veículos de uma interseção é montar um fluxograma, no qual constem os volumes de cada movimento.

Quanto à metodologia, o DNIT (2006) classifica as contagens como Contagem Manual, Contagem Mecânica e Contagem Automática. A contagem manual é pertinente para casos onde se necessita de determinação dos movimentos de virada (contagens direcionais), contagens de classificação por tipo de veículo, de passageiros, de pedestres e contagens em autoestradas. Já a contagem mecânica é utilizada para verificações de longa duração, através de dispositivos mecânicos que coletam os dados pertinentes.

5.3. ESTUDOS CORRELATOS

Com base nas referências técnicas apresentadas podemos exemplificar situações e locais onde foram aplicados a metodologia sugerida neste trabalho. Estes exemplos levaram em consideração a necessidade de melhorias na qualidade do fluxo viário local, com o embasamento técnico necessário.

No município de Campo Grande – Mato Grosso do Sul, durante muito tempo o encontro das avenidas Mato Grosso e Nelly Martins, esteve entre os pontos mais

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25 críticos da cidade, o local foi palco constante de acidentes e engarrafamentos quilométricos.

Figura 8: encontro das avenidas Mato Grosso e Nelly Martins Fonte: Enfoque MS, 2017

A solução definitiva chegou em agosto de 2017, com a entrega do projeto no Estado, que ampliou faixas de rolamento, instalou semáforos inteligentes, e atendeu a uma reivindicação dos moradores com a abertura de um acesso seguro, que facilitou a entrada de motoristas e pedestres.

Outro exemplo de aplicação de sinalização semafórica em rotatória é na capital Cuiabá. Segundo o Secretário Antenor Figueiredo, a aplicação do sistema de semáforos na rotatória da avenida Miguel Sutil deve melhorar o fluxo constante da via, diminuindo o congestionamento que persistia em horário de picos devido a imprudência de muitos motoristas.

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26 Figura 9: Avenida Miguel Sutil em Cuiabá

Fonte: Olhar Direto, 2019

O secretário destacou a instalação de semáforos inteligentes entre a estrada do Moinho e a Avenida Brasília, lugares que o fluxo viário era muito lento, e que agora possui fluidez no trânsito.

No município de Sinop, por sua vez, houve a implantação de sinalização semafórica no cruzamento da Avenida das Embaúbas com Avenida das Sibipirunas, com objetivo de proporcionar maior segurança e reduzir acidentes.

Figura 10: cruzamento da Avenida das Embaúbas com Avenida das Sibipirunas Fonte: Só Notícias, 2019

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27 6. METODOLOGIA

Para realizar esta pesquisa, serão feitas contagens manuais do tipo direcional, classificatória e contagem de espera de veículos na via secundária, seguindo os procedimentos técnicos do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito – Volume V do CONTRAN (2014) e o Manual de Estudos de Tráfego do DNIT (2006).

O fluxograma a seguir ilustra o desenvolvimento da pesquisa:

FONTE: O autor, 2019

Elaboração do Projeto de

Pesquisa

Contagem do Fluxo de

veículos no local de

estudo

Classificação das vias e

definição do horario de

pico

contagem semanal do

fluxo de veículo no

horario de pico

estabelecido

Filmagem da interseção

no dia e horario

estabelecidos pela

pesquisa

Analise dos dados

coletados, conforme o

manual V de sinalização

semafórica CONTRAN

Apresentação da

proposta para melhoria

do tráfego no local de

estudo

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28 6.1 ÁREA DE ESTUDO

A interseção estudada localiza-se na BR 163 com a Estrada Monalisa, nas coordenadas 11°54'46.3"S 55°30'31.3"W, entre os Km 834 E km 835, próximo a estabelecimentos comerciais e residências.

Figura 11: Localização da interseção Fonte: Adaptação Google Maps (2019)

Os bairros Jardim Umuarama, Jardim Umuarama 2, Sebastião de Matos, Residencial Sabrina I e II, Jardim Roma, Boa Vista, Novo Jardim e Chácaras de Lazer

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29 Monalisa usufruem do acesso. Os outros acessos que dão entrada à rodovia localizam-se a 2 km sentido sul da interseção e a 1,5 km sentido norte.

6.2 COLETA DE DADOS

Para a coleta, o pesquisador se posicionará ao lado das vias de cruzamento, com instrumentos de contagem manuais e folhas de campo para o devido preenchimento dos dados conforme orientações de Vasconcelos (1982) e usarei a planilha para organização dos dados semelhante a sugerida por Akishino (2011).

A vantagem do método manual é a fácil operação, o baixo custo, flexibilização dos postos de contagem e a possibilidade de contagem por tipo de veículo, porém as contagens manuais não permitem contagens muito prolongadas.

Para dar início à pesquisa, será feita a contagem do fluxo viário para definir o horário de pico sendo realizada entre as 6:00h e 8:00h e as 16:30 as 19:30 (horários de maior movimentação nas vias), em intervalos de 15 minutos em três dias da semana escolhidos, que são uma quantidade ideal para se definir o maior horário de movimentação de veículos. Com os dados coletados, será definido o horário de pico somando os 60 min de maior fluxo de veículos.

Após a primeira etapa, será contabilizado o número de veículos durante 5 dias uteis da semana, para verificar qual o dia de maior quantidade no horário de pico estabelecido anteriormente. Com os dados, serão definidos o dia e hora para realizar a filmagem da interseção.

A analise da filmagem resultara na contagem volumétrica classificatória e direcional, que são as que registra o veículo conforme seu tipo ou classe junto com o sentido de fluxo dos mesmos.

6.3 ANÁLISE DOS RESULTADOS

Com todos os dados coletados e classificados, terá início a análise conforme os parâmetros estabelecidos pelo manual V de sinalização semafórica do CONTRAN (2014).

O fluxograma da Figura 13 ilustra as tomadas de decisões a serem respeitadas:

(30)

30 Figura 12: Estrutura Geral do Estudo

Fonte: Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume V - Sinalização Semafórica (2014)

Os itens 4.2.1, 4.2.2, 4.2.3 e 4.2.4 citados no fluxograma acima são referentes aos itens encontrados no manual de sinalização semafórica do CONTRAN (2014).

Seguindo as instruções da Figura 13, nosso estudo é em um local existente, ou seja, não está em fase de projeto. Como se trata de uma rodovia com interseção com uma estrada e perimetrais, a abordagem a ser considerada será a de veículos.

Com esses dois parâmetros definidos, serão aplicados os critérios para veículos em local existente descritos no item 4.2.2 do manual V do CONTRAN (2014) para então definir se os resultados indicam sinalização semafórica ou não.

(31)

31 7. CRONOGRAMA

ATIVIDADES 2020

JAN/MAR ABR MAI JUN/JUL

Contagem do fluxo de veículos Classificação das

vias

Analise dos dados coletados Contagem semanal dos veículos Filmagem da interseção Elaboração do Artigo Apresentação da proposta de melhoria

(32)

32 8. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO

AKISHINO, Pedro. Introdução à Engenharia de Tráfego. Universidade Federal do Paraná, 2011.

ANTP – Associação nacional de Transportes Públicos. PlanMob Construindo a Cidade

Sustentável – Caderno de Referência para Elaboração de Plano de Mobilidade Urbana. Brasília, Ministério das Cidades, 2007.

CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito. Sinalização vertical de regulamentação. 2. Ed. Brasília: CONTRAN, 2007. 220 p., v.1.

CTB - Código de Trânsito Brasileiro: instituído pela Lei nº 9.503, de 23-9-97 - 1ª edição - Brasília: DENATRAN, 2008.

CONTRAN / DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito / Conselho Nacional de Trânsito / Ministério da Justiça. Serviços de Engenharia: Manual de Semáforos. Brasília/DF.1979.

DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes. Manual de projeto de

interseções. 2 Ed. – Rio de Janeiro, 2005.

DNER. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Manual de

sinalização rodoviária. Ministério dos Transportes, 1999.

IBGE. Cidades e Estados. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/mt/sinop.html. Acesso em 09 set. 2019.

SANTOS, L. E. F dos. Atlas Histórico e Geográfico de Sinop: Evolução Histórica, Aspectos Geográficos, Evolução Política, Econômica e Social. 1 ed. Sinop, MT: Gráfica Print Indústria e Editora Ltda, 2014, 196 p.

VASCONCELOS, Eduardo Alcântara. Pesquisas e levantamentos de tráfego. São Paulo, Companhia de Engenharia de Tráfego, 1982, 184p., il. (Boletim Técnico CET, 31).

(33)

33 GOMES, Lindauro. País mantém 4,7 habitantes por veículo há três anos. Disponível em: https://jornaldebrasilia.com.br/brasil/pais-mantem-47-habitantes-por-veiculo-ha-tres-anos/. Acesso em 02 de dez. de 2019.

Referências

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