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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016

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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR032966/2015

SIND DOS TRAB NA IND DA ALIM NO E DO PA E T FED DO AP, CNPJ n. 04.136.545/0001-80, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). CLEBER CLEZIO DA SILVA TAVARES;

E

FEDERACAO DAS INDUSTRIAS DO ESTADO DO PARA, CNPJ n. 04.979.076/0001-61, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). JOSE CONRADO AZEVEDO SANTOS;

celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:

CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE

As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de abril de 2015 a 31 de março de 2016 e a data-base da categoria em 01º de abril.

CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA

A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) Trabalhadores nas Indústrias de

Alimentos da Panificação, com abrangência territorial em Abaetetuba/PA, Abel Figueiredo/PA, Acará/PA, Afuá/PA, Água Azul do Norte/PA, Alenquer/PA, Almeirim/PA, Altamira/PA, Anajás/PA, Ananindeua/PA, Anapu/PA, Augusto Corrêa/PA, Aurora do Pará/PA, Aveiro/PA, Bagre/PA, Baião/PA, Bannach/PA, Barcarena/PA, Belém/PA, Belterra/PA, Benevides/PA, Bom Jesus do Tocantins/PA, Bonito/PA, Bragança/PA, Brasil Novo/PA, Brejo Grande do Araguaia/PA, Breu Branco/PA, Breves/PA, Bujaru/PA, Cachoeira do Arari/PA, Cachoeira do Piriá/PA, Cametá/PA, Canaã dos Carajás/PA,

Capanema/PA, Capitão Poço/PA, Chaves/PA, Colares/PA, Conceição do Araguaia/PA, Concórdia do Pará/PA, Cumaru do Norte/PA, Curionópolis/PA, Curralinho/PA, Curuá/PA, Curuçá/PA, Dom

Eliseu/PA, Eldorado dos Carajás/PA, Faro/PA, Floresta do Araguaia/PA, Garrafão do Norte/PA, Goianésia do Pará/PA, Gurupá/PA, Igarapé-açu/PA, Igarapé-miri/PA, Inhangapi/PA, Ipixuna do

Pará/PA, Irituia/PA, Itaituba/PA, Itupiranga/PA, Jacareacanga/PA, Jacundá/PA, Juruti/PA, Limoeiro do Ajuru/PA, Mãe do Rio/PA, Magalhães Barata/PA, Marabá/PA, Maracanã/PA, Marapanim/PA,

Marituba/PA, Medicilândia/PA, Melgaço/PA, Mocajuba/PA, Moju/PA, Mojuí dos Campos/PA, Monte Alegre/PA, Muaná/PA, Nova Esperança do Piriá/PA, Nova Ipixuna/PA, Nova Timboteua/PA, Novo Progresso/PA, Novo Repartimento/PA, Óbidos/PA, Oeiras do Pará/PA, Oriximiná/PA, Ourém/PA, Ourilândia do Norte/PA, Pacajá/PA, Palestina do Pará/PA, Paragominas/PA, Parauapebas/PA, Pau D'arco/PA, Peixe-boi/PA, Piçarra/PA, Placas/PA, Ponta de Pedras/PA, Portel/PA, Porto de Moz/PA, Prainha/PA, Primavera/PA, Quatipuru/PA, Redenção/PA, Rio Maria/PA, Rondon do Pará/PA, Rurópolis/PA, Salinópolis/PA, Salvaterra/PA, Santa Bárbara do Pará/PA, Santa Cruz do Arari/PA, Santa Isabel do Pará/PA, Santa Luzia do Pará/PA, Santa Maria das Barreiras/PA, Santa Maria do Pará/PA, Santana do Araguaia/PA, Santarém Novo/PA, Santarém/PA, Santo Antônio do Tauá/PA, São Caetano de Odivelas/PA, São Domingos do Araguaia/PA, São Domingos do Capim/PA, São Félix do Xingu/PA, São Francisco do Pará/PA, São Geraldo do Araguaia/PA, São João da Ponta/PA, São João de Pirabas/PA, São João do Araguaia/PA, São Miguel do Guamá/PA, São Sebastião da Boa Vista/PA, Sapucaia/PA, Senador José Porfírio/PA, Soure/PA, Tailândia/PA, Terra Alta/PA, Terra Santa/PA, Tomé-açu/PA, Tracuateua/PA, Trairão/PA, Tucumã/PA, Tucuruí/PA, Ulianópolis/PA, Uruará/PA, Vigia/PA, Viseu/PA, Vitória do Xingu/PA e Xinguara/PA.

Salários, Reajustes e Pagamento Piso Salarial

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CLÁUSULA TERCEIRA - PISO SALARIAL

Os Convenentes fixam para a condição salarial o seguinte CONTEÚDO: todas as faixas serão incrementadas com o percentual igual a nove.

Como resultado dos itens antecedentes, a tabela salarial terá a configuração definida na cláusula segunda desta convenção coletiva.

CLÁUSULA 4ª – DA MATRIZ SALARIAL.

A matriz salarial, depois da incidência da alíquota antemencionada, terá a seguinte configuração, tendo por base para o cálculo àquela praticada na data base precedente:

FAIXA ESPECIAL. Piso Salarial de R$ 1.393,55 para os empregados admitidos nas funções

de Gerentes, Chefes de Produção e Supervisor.

PRIMEIRA FAIXA. Piso salarial de R$ 1.237,61 para os empregados admitidos nas funções

de Assistente Administrativo, Operador de máquinas I, mecânico I, eletricista I, torneiro mecânico I, soldador I, almoxarife I, operador de equipamento de transporte I, caldeireiro, porteiro, torrefador de café, masseiro I, assistente administrativo, Higienizador de Maquinas e auxiliar em Manutenção de Maquinas.

SEGUNDA FAIXA. Piso salarial de R$ 930,00 para os empregados admitidos nas funções de

operador de máquina II, mecânico II, eletricista II, Almoxarife II, operador de equipamento II, torneiro mecânico II, soldador II, masseiro II, encarregado, conferente de carga, Auxiliar Administrativo, operador de equipamento de transporte II, controlista, cozinheiro, agente de portaria, Auxiliar de compras externas, Conferente de carga, Estourador, Extrusor e Torrador, degustador e repositor de mercadoria.

TERCEIRA FAIXA. Piso salarial de R$ 831,50 para os empregados admitidos nas funções de

operários, movimentador de cargas, borracheiros, Auxiliar de Limpeza (servente, zelador e lavador), auxiliar de cozinha, auxiliar de almoxarife, auxiliar de entrega (entregador/descarregador) e empacotador.

Em se definindo a espessura salarial para cada faixa, em comparação com a imediatamente antecedente, infere-se que houve aumento vegetativo e aumento real, inexistindo então qualquer defasagem salarial, de um lado, e, de outro, incremento a partir de então.

§ 1º. Os integrantes da categoria profissional não-classificados ou não-enquadrados em

quaisquer das faixas salariais acima discriminadas, exercentes ou não das ocupações definidas nesta cláusula, terão incremento linear de nove pontos percentuais.

§ 2º. Os salários reajustados e fixados nesta Cláusula são resultados de livre negociação

entre as partes e o seu cumprimento põe as empresas a salvo de qualquer reclamação relativa à reposição de perdas de salários a qualquer título no período mencionado.

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§ 3º. Excetuando-se os casos de término de aprendizagem, promoção, ação transata e

outros que refujam ao conceito de mera liberalidade ou outorgas recíprocas, as empresas poderão compensar reajustes ou aumentos reais concedidos no período de 01.04.2014 a 31.03.2015.

§ 4º. Em face da dinâmica empresarial, principalmente no que toca à inovação tecnológica, os

convencionalistas estipulam a possibilidade do surgimento de novas profissões ou ocupações. Confirmando-se tal possibilidade, o enquadramento nas respectivas faixas se dará via critério graus de complexidade e responsabilidade.

CLÁUSULA 5ª- QUINQUÊNIO:

Os trabalhadores pertencentes à categoria profissional farão jus a cada período de 05 (cinco) anos de trabalho contínuo na mesma empresa ao pagamento de um adicional de 5% (cinco

por cento) sobre seu salário base, até o limite de 25% (vinte e cinco por cento). O período de

suspensão de contrato de trabalho não será contabilizado para os efeitos aqui presentes, mas admitir-se-á o somatório dos períodos descontínuos (anterior + posterior) objetivando atingir o limite de cinco anos individualmente considerado.

PARÁGRAFO ÚNICO. MUDANÇA DE FAIXA: Fica acordado que o empregado por seu desempenho pode, a critério da direção da empresa, ser convidado, desde que por escrito, a exercer função superior a atual, percebendo salário da categoria anterior, por um período máximo de 6 (seis) meses, que terá caráter avaliador, quando então passarão a perceber salário da faixa correspondente.

CLÁUSULA 6ª- GARANTIA DE EMPREGO:

Fica assegurada a garantia de emprego, ressalvadas as hipóteses do pedido de dispensa e despedida por justa causa, nos casos, prazos e condições seguintes:

6.1- EMPREGADA GESTANTE: Fica assegurado à empregada gestante o emprego pelo

prazo de 150 dias após o parto. Em ocorrendo demissão sem justa causa, deverá ser comunicado ao empregador o estado gravídico, devidamente aparelhado com declaração médica, sob pena de ser indevida a verba indenizatória ou a reintegração.

6.2- APOSENTADORIA: Fica assegurado ao empregado que estiver preste a se

aposentar por tempo de contribuição a garantia de emprego nas seguintes condições:

6.2.1- O empregado com 10 anos ininterruptos de serviço na mesma empresa,

necessariamente integrante da categoria econômica, terá garantia de emprego no período de 06 meses que faltarem para contagem do tempo para a aposentadoria, em seus tempos mínimos. Implementada a condição cessa a garantia de emprego.

6.2.2- O empregado com 15 anos ininterruptos de serviço na mesma empresa, integrante da

categoria, terá garantia de emprego no período de 12 meses que faltarem para a contagem do tempo para a aposentadoria, em seus tempos mínimos. Implementada a condição cessa a

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garantia de emprego.

CLAUSULA 7ª- SEGURO DE VIDA:

As empresas manterão seguro de vida em grupo aos seus empregados, abrangendo morte, invalidez permanente ou parcial, decorrente de acidentes de trabalho ou assalto consumado ou não no exercício de suas funções ou não, cujo valor será de R$ 30.000.00 (trinta mil reais). A empresa que não contratar o seguro e assumir o risco diretamente, deve em caso de sinistro para as hipóteses sobreditas, efetuar o pagamento do valor correspondente ao seguro ora ajustado.

CLÁUSULA 8ª. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR:

Obriga-se a empresa a prestar a todos os trabalhadores integrantes da categoria atendimento médico previsto em lei durante os expedientes normais e por ocasião de permanência de médico contratado pela mesma, quando existente, sendo que, excetuados os casos previstos em lei, os demais serão encaminhados para atendimento hospitalar aos serviços prestados obrigatoriamente pelo SUS, na conformidade das atribuições que lhes são conferidas pela legislação em vigor.

8.1- EXAMES MÉDICOS: Os exames médicos obrigatórios por lei, inclusive radiografias,

serão pagos pela empresa.

8.2- ATESTADO MÉDICO: Pelo presente Acordo Normativo a empresa se obriga a aceitar

atestados médicos ou odontológicos expedidos pelos profissionais de saúde, preferencialmente pertencentes aos serviços médicos contratados pela empresa, do SUS ou do quadro do Sindicato. Neste último caso, o atestado deverá ser de no máximo três dias, em caso de doença, salvo se o mesmo, se superior a três dias, for reavaliado pelo serviço médico-odontológico da empresa.

CLÁUSULA 9ª- ABONO DE FALTAS:

Somente serão abonadas e justificadas, inclusive para efeitos de férias, as faltas aos serviços decorrentes de:

9.1- Aquela oriunda da realização de prova escolar em estabelecimento de ensino oficial,

pelas horas necessárias a sua elaboração, desde que sejam coincidentes com o horário de trabalho, sendo obrigatória sua comunicação com 48 (quarenta e oito) horas de antecedência e posterior comprovação da realização da prova em igual prazo;

9.2- Ausência nos casos especificamente consagrados no ordenamento jurídico.

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CLÁUSULA 10ª- ABRANGÊNCIA:

A presente norma coletiva abrange exclusivamente os trabalhadores integrantes da categoria profissional acima mencionada no Estado do Pará, excetuando-se os firmados em municípios ou mesorregiões em face da existência de outras convenções intersindicais ou acordos coletivos, não incidindo igualmente sobre instrumentos contratuais mais benéficos ao trabalhador.

CLÁUSULA 11ª- DOS CONTRATOS INDIVIDUAIS DE TRABALHO:

Durante a vigência da presente norma coletiva os contratos individuais de trabalho obedecerão às seguintes regras:

11.1- JORNADA DE TRABALHO/PONTO: A jornada de trabalho será controlada através

de cartão de ponto ou registro eletrônico, podendo ser dispensada a sua assinalação no intervalo para refeição segundo faculta a portaria do ministério do trabalho.

11.2- COMPENSAÇÃO: Para compensação de horas trabalhadas, serão adotadas as

seguintes normas:

11.2.1- COMPENSAÇÃO: Durante o curso da semana, de segunda a sexta-feira, serão

compensadas as horas de trabalho correspondentes aos sábados com o correspondente acréscimo de horas diárias ao expediente normal de modo a se completar as 44 (quarenta e

quatro) horas semanais de trabalho. Ocorrendo feriados em dias de semanas, de segunda a

sexta-feira, as horas antemencionadas serão compensadas normalmente nos demais dias.

11.2.2- PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO DE DOMINGOS E FERIADOS: As empresas

poderão estabelecer, quando necessário, programas de compensação de trabalhos executados nos domingos e feriados, avisando os empregados com pelo menos 48 (quarenta

e oito) horas de antecedência do trabalho nestes dias, através de aviso fixados no QUADRO

DE AVISOS, concedendo folga compensatória na razão de 2 (dois) dias de folga para cada dia trabalhado, no período de até 30 (trinta) dias após o domingo ou feriado trabalho; vencido este prazo, as horas extras trabalhadas serão pagas a 100% (cem por cento), ficando estabelecido que cada empregado só poderá trabalhar no máximo de 2 (dois) domingos por mês. O trabalho em domingos e feriados, salvo outro ajuste neste sentido, não poderá ocorrer no segundo domingo do mês de maio, segundo domingo do mês de agosto, segundo domingo do mês de outubro, primeiro de janeiro, sexta-feira santa, primeiro de maio e dia de natal.

11.2.3- BANCO DE HORAS: As empresas poderão adotar o sistema de compensação de jornada de trabalho de que trata o artigo 59 da CLT, dispensando-se o acréscimo de salário, desde que o excesso de horas de um dia seja compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de (01) um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas.

11.3- RESCISÃO: Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a

compensação integral da jornada extraordinária, na forma do item anterior fará o trabalhador jus ao pagamento das horas extras não compensadas, calculadas sobre o valor da

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remuneração na data da rescisão.

11.4- PRORROGAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO: Todas as vezes que as empresas

convocarem os integrantes da categoria para cumprir horas extras que ultrapassem o horário das 20h00min horas, limitadas essas a 60 horas extras mensais, fornecerão, gratuitamente, uma refeição durante o cumprimento da etapa complementar em apreço.

11.5- JORNADA DE TRABALHO: Fica acordado que a jornada dos turnos de trabalho é de

8 horas.

A) Durante a jornada de trabalho haverá intervalo de no mínimo 60 minutos destinados à

refeição.

B) As empresas que assim desejarem poderão fixar jornadas de trabalho para seus

empregados, com intervalo intrajornada, para repouso e alimentação, na forma do artigo 71, da Consolidação das Leis do Trabalho e do inciso XIII, do artigo 7º, da Constituição Federal, de até 04 (quatro) horas, não sendo o referido intervalo, conforme o disposto no parágrafo 2º, do artigo 71, da C.L.T., computado na duração do trabalho.

C) Fica autorizada a jornada de trabalho de 12 (doze) horas por 36 (trinta e seis) aos

empregados ocupantes das funções de porteiro, agentes de portaria e assemelhados, sem que implique pagamento de horas extras, já incluído o repouso semanal remunerado, e sem prejuízo do repouso intrajornada.

11.6- DO PAGAMENTO: O pagamento dos salários dos integrantes da categoria

profissional poderá ser efetuado através do sistema de CARTÃO SALÁRIO, podendo ser pago sob as formas mensal, quinzenal ou semanal, conforme conveniência da empresa.

11.7- INÍCIO DE FÉRIAS: A data de início de férias do trabalhador não poderá coincidir com

o dia do repouso remunerado (domingo ou feriado).

11.8- REDUTIBILIDADE DE SALÁRIO: A redutibilidade de salário decorrente de motivo de

força maior ou caso fortuito ou ainda cenário econômico desfavorável será feita mediante instrumento convencional que estipule:

11.8.1- Prazo máximo para vigência da redução salarial;

11.8.2- Redução salarial que não poderá exceder a 25% (vinte e cinco por cento); 11.8.3- Critérios de admissão e demissão;

11.8.4- As disposições de perdas salariais;

11.8.5- Normas para os casos de encerramentos definitivos das atividades das empresas e

estabelecimentos.

11.9- CAFÉ DA MANHÃ: Fica expressamente pactuado que as empresas poderão fornecer

café da manhã sem que este fornecimento implique natureza salarial em espécie, in natura e utilidade, seja na vertente ordinária seja na vertente extraordinária, e o tempo absorvido para o consumo não integra a jornada de trabalho.

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11.10- EXTINÇÃO DO CONTRATO POR MORTE: Quando o empregado falecer em

decorrência de acidente de trabalho será garantido ao seu dependente pagamento de todas as parcelas pertinentes, desde que comprovada a dependência através de certidão do órgão competente ou alvará judicial, se necessário.

CLÁUSULA 12ª- DAS RELAÇÕES DO SINDICATO DA CATEGORIA:

As relações das empresas com o sindicato dar-se-ão com o reconhecimento e acatamento das seguintes regras:

12.1- COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DA NORMA COLETIVA: As empresas

permitirão a presença da diretoria do sindicato, até o limite de 03 (três) pessoas de cada vez, devidamente credenciadas, nas suas dependências, com o objetivo exclusivo de fiscalizar o cumprimento da presente norma coletiva ou legislação vigente, com intervalo mínimo de 60 (sessenta) dias entre uma visita e outra, ou em período inferior se houver necessidade.

12.2- DISPONIBILIDADE DO DIRIGENTE SINDICAL: As empresas se obrigam a conceder

licença remunerada ao diretor efetivo do sindicato profissional, que porventura faça parte de seu quadro, de 01 (um) dia no mês, quando se fizer necessários seus serviços na entidade, formalizada a concessão mediante ofício da entidade no prazo de 48 (quarenta e oito) horas de antecedência protocolado pelo responsável no departamento de pessoal da empresa, limitada tal licença ao máximo de um diretor por empresa.

12.3- QUADRO DE AVISO: As empresas colocarão a disposição do sindicato profissional,

quadros de avisos em locais acessíveis aos trabalhadores para veiculação de assuntos de interesse da categoria, sendo expressamente vedada a divulgação de matérias político-partidárias bem como ofensivas a quem quer que seja, afixando ainda cópia da presente norma coletiva.

CLÁUSULA 13ª- MENSALIDADE SINDICAL PROFISSIONAL:

A EMPRESA ACORDANTE abrangida pelo presente acordo coletivo de trabalho descontará mensalmente, de acordo com precedente Normativo 119 do TST, de seus colaboradores associados, a título de mensalidade social, a importância equivalente à 2% (dois por cento) do salário base de cada colaborador, até o limite máximo de R$ 20,00 (vinte reais) por colaborador, a partir do mês de abril/2015, e repassará para o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação dos Estados do Pará e Amapá. O recolhimento será realizado à Conta Corrente Nº 503.707-1, CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – Agência 0022, Operação 003 (Jurídica), até o dia 10 (dez) de cada mês subsequente ao desconto, sob pena de em caso de inadimplência, incorrer em multa diária de 1,5% (um vírgula cinco por cento) do valor arrecadado, além da atualização monetária. O colaborador poderá cancelar a qualquer tempo o desconto retro mencionado, comunicando por escrito diretamente ao S.T.I.A.P.A.

PARÁGRAFO PRIMEIRO: As Empresas repassaram ao STIAPA o valor equivalente a cada

trabalhador de 1,50/30 (um vírgula cinco trinta avos) e sem ônus para os trabalhadores mensalmente, já reajustado conforme esta Convenção Coletiva de Trabalho, em favor do Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias de Alimentação dos Estados do Pará e Amapá a

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título de ajuda de custo.

PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica assegurado o empregado que não concordar com o

desconto manifestar-se contra a qualquer tempo por escrito no sindicato da categoria

CLÁUSULA 14ª- CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL PROFISSIONAL:

Em se tendo em mira o diferencial entre filiação, entendida como manifestação volitiva, e o fenômeno da integração automática no âmbito da categoria, e considerando ainda a prerrogativa sindical fixada na alínea “e” do art. 513 celetário, fica fixada a contribuição de 0,01 (um centésimo ponto percentual) a ser deduzida do piso salarial de cada integrante da categoria profissional sindicalizado. A frequência será mensal. O recolhimento será realizado à conta corrente cuja combinação alfanumérica será oportunamente divulgada.

Parágrafo Único. O Sindicato Profissional declara para todos os fins de direito que a

contribuição de que se trata esta cláusula foi aprovadaem Assembléia Geral de sua categoria convocada para este fim, bem como é o único responsável pelo repasse dos percentuais das contribuições devidos à Federação e à Confederação. É de exclusiva responsabilidade do sindicato profissional toda e qualquer reclamação questionando a legalidade ou devolução dos descontos efetuados em decorrência desta cláusula, obrigando-se em caso de demanda judicial ou extrajudicial a devolver os valores descontados pelos empregadores, sem prejuízo do direito de oposição.

CLÁUSULA 15ª- COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES – CIPA:

O Sindicato Profissional poderá participar da criação da CIPA que objetiva a redução do índice de acidentes de trabalho.

CLÁUSULA 16ª- CIPA:

A eleição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA deverá ser acompanhada pelo sindicato profissional.

CLÁUSULA 17ª- AMBIENTAÇÃO DE TRABALHO:

A empresa promoverá a ambientação do empregado no primeiro dia de trabalho quando ao local, treinamento e instrução dos EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI), engajando-o nos programas desenvolvidos pela CIPA.

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Quando de uso obrigatório as empresas fornecerão gratuitamente aos seus empregados uniformes, fardamentos e equipamentos de proteção individual (EPI), quando exigidos para prestação de serviços, respeitadas às normas de segurança vigentes. Quando por culpa ou dolo do empregado houver perda, dano ou extravio de material fornecido, o valor do mesmo poderá ser descontado no salário.

CLÁUSULA 19ª- HIGIENE NO TRABALHO:

A empresa manterá no local de trabalho, dentro dos padrões de higiene, uma área destinada a banheiros e sanitários, com separação por sexo, quando for o caso, com armários individuais e bebedouros, todos de conformidade com as normas regulamentadas que disciplinam a matéria.

CLÁUSULA 20ª - As empresas inorganizadas em sindicato poderão celebrar Acordos

Coletivos com o sindicato da categoria profissional que fixem novas condições de trabalho, seja na vertente qualitativa, seja na vertente quantitativa, ou em ambas, tudo em função de singularidades e particularidades regionais.

Assinado em Belém, capital do Estado do Pará, no décimo segundo dia do mês de maio de dois mil e quinze, onde os efeitos econômicos, com exceção do disposto nas cláusulas quinta e décima segunda, retrotrairão ao primeiro dia do mês de abril de dois mil e quinze, mas a mecânica operacional dar-se-á de acordo com o fluxo de caixa de cada empresa. Tirado em três vias.

CLEBER CLEZIO DA SILVA TAVARES Presidente

SIND DOS TRAB NA IND DA ALIM NO E DO PA E T FED DO AP

JOSE CONRADO AZEVEDO SANTOS Presidente

FEDERACAO DAS INDUSTRIAS DO ESTADO DO PARA

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