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Curadoria Digital Arquivística e Software Livre

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(1)

Curadoria Digital

Arquivística

e Software Livre

http://documentosdigitais.blogspot.com

UFC - 10 de Março 2015

Prof. Dr. Daniel Flores

(2)
(3)

Estrutura

● Curadoria Digital;

● Repositórios Digitais;

● Vai além da Preservação Digital; é difusão,

acesso,

● O Software Livre;

● Alternativas e perspectivas;

● Conclusões;

(4)

Curadoria Digital

seleção, preservação, manutenção, coleção e

arquivamento de ativos ou dados digitais.

(5)

Curadoria Digital

Curadoria digital está relacionada ao processo de:

- criação e desenvolvimento de repositório de

dados para consultas atuais e futuras realizadas

por pesquisadores, cientistas, historiadores e

estudiosos.

Empresas/instituições

estão

começando a utilizar curadoria digital para

melhorar a qualidade da informação e dados em

seus processos operacionais e estratégicos .

(6)

Curadoria Digital

De acordo com Sayão (2012),

Os conhecimentos e as práticas acumulados na

última década em preservação e acesso a recursos

digitais resultaram num conjunto de estratégias,

abordagens tecnológicas e atividades que agora são

coletivamente conhecidas como “curadoria digital”.

(7)

Aspectos da curadoria digital

● Coleta de ativos digitais;

● Fornecimento de busca e recuperação de ativos digitais;

● Certificação de confiabilidade e integridade do conteúdo;

● Continuidade e comparabilidade semântica e ontológica do

conteúdo;

Desafios enfrentados pela curadoria digital

● Obsolescência e evolução do formato de armazenamento;

● Taxa de criação de novos dados e conjuntos;

● Amplo acesso e busca flexível e variada;

● Comparabilidade de definições semânticas e ontológicas dos

conjuntos de dados;

(8)

Os elementos-chaves são:

dado, objetos digitais e bases de dados.

Descrição e a representação da informação:

é efetivada pela atribuição de metadados administrativos, técnicos, estruturais e de representação de acordo com os padrões apropriados; visa assegurar a descrição adequada e o controle de longo prazo; compreende também a coleta e a atribuição de informações de representação necessárias para o entendimento do dado e para a sua apresentação (ou renderização).

Planejamento da Preservação:

é necessária a definição de um plano de preservação cujo espectro englobe todo o ciclo de vida da curadoria do material digital, incluindo gestão, administração, politicas, e tecnologias.

Participação e monitoramento:

enfatiza a necessidade de atenção para as atividades que se desenrolam no âmbito das comunidades envolvidas com o problema de curadoria, bem como a necessidade de participação no desenvolvimento de padrões, de ferramentas e de software adequados ao problema e que possam também serem compartilhados;

Curadoria e preservação:

estar continuamente alerta e empreender as ações administrativas e gerenciais planejadas para a curadoria e preservação por todo o ciclo de vida da curadoria.

Curadoria Digital

Ciclo de vida

(9)

CORRENTE

(1ª idade documental)

INTERMEDIÁRIO

(2ª idade documental)

PERMANENTE

(3ª idade documental) valor secundário Destinação Final é o Recolhimento/ Preservação “Permanente” TTD

Gestão considerando o e-ARQ

Sistema: SIGAD

Um ou vários sistemas, e pode conter sistemas de GED como ferramentas, garantindo controle do ciclo de vida,

o cumprimento da destinação prevista e a manutenção da autenticidade e da relação orgânica.

Repositório Arquivístico Digital Confiável:

Corrente e Intermediário

Repositório Arquivístico

Digital Confiável:

Permanente

Pode utilizar

Repositórios

No permanente é estratégico, fundamental: Resolução n° 39/2014 Conarq, OAIS, TRAC,

METS, PREMIS Plano de Classificação

(Quadro de Arranjo), Navegação multinível, Acesso e Difusão AtoM

Ciclo de vida dos documentos, as 3 idades, Lei 8.159 (Lei de Arquivos), a 12.527, a LAI de

acesso à informação, Princípios Arquivísticos, Normas, Metodologias, sua epistemologia, etc

Ocorre aqui uma alteração da:

CADEIA DE CUSTÓDIA

(10)

RDC-Arq’s Repositórios Arquivísticos Digitais

FLORES, D., 2015 (Grupo CNPq Ged/A UFSM)

DAD’s

Plataformas

de Acesso

e-ARQ

Brasil/Moreq-JUS:

Gestão de Documentos

- Somente Idades

Corrente e Intermediária:

Nuxeo DM, KTree,

Alfresco, SIE, SIE-Gad?,

SEI, SIGAD-Aer,

Res. 43 CONARQ:

Arquivo Permanente Digital, e

Corrente e Intermediário para Docs.

Complexos e Longas Temporalidades

TRAC Auditoria e Certificação ISO

16.363, OAIS ou SAAI, Metadados

METS, Empacotamento BAG-It

Archivematica, RODA,

Acesso e Difusão:

ISAD(g), NOBRADE,

ISDF, ISDIAH, LAI Lei

12.527, EAD, EAC,

EAG

ICA-AtoM, AtoM,

ArchivistToolKit,

ContentDM, SepiaDES

DIP

SIP

AIP AIP AIP

SIGAD’s

GestãoDOC

PRODUTOR

ADMINISTRADOR

CONSUMIDOR

(11)

Sequência de ações do modelo de

ciclo de vida da curadoria digital

Conceitualização – conceber e planejar a criação do dado,

incluindo os métodos de captura e as opções de

armazenamento;

Criação e/ou Recebimento – compreende a criação do dado

incluindo o elenco de metadados necessários à sua gestão e

compreensão, ou seja, metadados administrativos, descritivos,

estruturais e técnicos;

Avaliação e seleção – avaliar o dado e selecionar o que será

objeto dos processos de curadoria e de preservação por longo

prazo;

Arquivamento – transferir o dado para um arquivo, repositório,

(12)

Sequência de ações do modelo de

ciclo de vida da curadoria digital

Ações de preservação – promover ações para assegurar a

preservação de longo prazo e a retenção do dado de natureza

oficial; as ações de preservação devem assegurar que o dado

permaneça autêntico, confiável e capaz de ser usado

enquanto mantém sua integridade;

Armazenamento – armazenar o dado de forma segura

mantendo a aderência aos padrões relevantes.

Acesso, uso e reuso – garantir que o dado possa ser

acessado tanto pela sua comunidade-alvo, quanto pelos

demais usuários interessados no reuso do dado;

Transformação – compreende a criação de novos dados a

(13)

Estágios aplicados eventualmente

ações ocasionais

Eliminação – eliminar os dado que não foram selecionados

para curadoria e preservação de longo prazo de acordo com

políticas documentadas, diretrizes ou exigências legais.

Reavaliação – retornar ao dado cujos procedimentos de

avaliação foram falhos para nova avaliação e possível

seleção para curadoria.

Migração – migrar os dados para um formato diferente; isto

pode ser feito no sentido de compatibilizá-lo com o ambiente

de armazenamento ou para assegurar a imunidade do dado

contra a obsolescência de hardware e de software.

(14)

Repositórios Institucionais

Refletindo com Sayão et al (org.) (2009, p. 10), os:

Repositórios Institucionais são entendidos hoje como

elementos de uma rede ou infraestrutura informacional

de um país ou de um domínio institucional destinados a

garantir a guarda, preservação a longo prazo e,

fundamentalmente, o livre acesso à produção científica

de uma dada instituição.

(15)

Repositório Digital

Um repositório digital é aquele onde conteúdos

digitais, recursos, estão armazenados e podem

ser pesquisados e recuperados para uso posterior.

Um

repositório

suporta

mecanismos

de

importação,

exportação,

identificação,

armazenamento e recuperação de recursos

digitais. (Digital Repositories JISC Briefing Paper,

2005)

(16)

Repositório Digital

Márdero Arellano (2010) define repositório

digital como sendo as aplicações provedoras de

dados que são destinadas ao gerenciamento de

informação

e

como

vias

alternativas

de

comunicação científica.

Já, Weitzel (2006) compreende que um

repositório digital é um arquivo digital que reúne

uma coleção de documentos digitais.

(17)

Repositório Digital

Sistemas de informação que armazenam, preservam,

divulgam e dão acesso à produção intelectual de

comunidades universitárias. Ao fazê-lo, intervêm em duas

questões estratégicas: contribuem para o aumento da

visibilidade e o “valor” público das instituições, servindo

como indicador tangível da sua qualidade; permitem a

reforma

do

sistema

de

comunicação

científica,

expandindo o acesso aos resultados da investigação e

reassumindo o controle acadêmico sobre a publicação

científica (DSPACE/IBICT, 2013).

(18)

Repositório Digital

A concepção de repositórios digitais como sendo um

simples armazenador estático de informação digital

com capacidade de recuperação foi rapidamente

ultrapassada. A ideia original deslocou-se para um

conceito mais sofisticado de sistema de informação que

incorpora a facilidade da comunicação, da colaboração

e de outras formas de interação dinâmica entre

usuários

de

um

vasto

universo

(SAYÃO

E

MARCONDES, 2009, p. 26).

(19)

Políticas do Software Livre

A FSF - Free Software Foundation considera um software como livre

quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários:

Liberdade 0: A liberdade para executar o programa, para qualquer

propósito;

Liberdade 1: A liberdade de estudar o software;

Liberdade 2: A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo

que você possa ajudar ao seu próximo;

Liberdade 3: A liberdade de modificar o programa e distribuir estas

modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.

Colabora para a preservação digital;

Leva consigo a adoção de padrões abertos, formatos abertos de

documentos (ODF: .odt, .odp, .ods, etc), PDF/A, OGG, PNG, XML, etc;

Interoperabilidade, independência de hardware, auditabilidade (acesso ao

código fonte), etc.

(20)

● auditabilidade;

● acesso ao código fonte;

● acesso à documentos sem restrições de licenças

proprietárias, com pagamentos de royalties;

● padrões abertos de documentos – ODF (ISO

26.300);

● colabora para a preservação digital;

● não é o grátis, e sim o acesso (liberdade).

(21)

Ainda,

● a interoperabilidade;

● a segurança;

● a privacidade;

● o enriquecimento tecnológico do país;

● fomento do idioma próprio;

● o princípio do conhecimento científico, não

reinventando a “roda”;

● etc.

(22)

Preservação Digital

“O conjunto de atividades ou processos responsáveis

por garantir o acesso continuado a longo-prazo à

informação e restante patrimônio cultural existente em

formatos digitais.” (FERREIRA, 2006, p. 20)

Ainda: - INNARELLI (2008); - MÁRDERO ARELLANO

(2004).

Conjunto de ações gerenciais e técnicas exigidas para

superar as mudanças tecnológicas e a fragilidade dos

suportes,

garantindo

acesso

e

interpretação

dos

documentos digitais pelo tempo que for necessário (CTDE).

(23)

- RODRIGUES (2003);

- FERREIRA (2006).

● Preservação de tecnologia;

● Refrescamento;

● Emulação;

● Migração/conversão;

● Migração para suportes

analógicos;

● Atualização de versões;

● Conversão para formatos

concorrentes;

● Normalização;

● Migração a pedido;

● Migração distribuída;

● Encapsulamento;

● A pedra de Rosetta

digital;

● Software Livre;

● Reprografia/

Microfilmagem.

(24)

Repositórios Digitais

● Diferente de um banco de dados com objetos digitais

inseridos;

● Tem mecanismos próprios de preservação digital;

● Considera os requisitos arquivísticos;

● Navegação multinível;

● fixidez (PREMIS …), estratégias de preservação digital

embutidas, etc.;

● o RDC-Arq é um conceito, temos aplicações em Software

Livre como o RODA e Archivematica, mas também pode ser

uma implementação a partir de um Repositório Digital que não

tem os requisitos arquivísticos, como o DSpace, Fedora,

Eprints, etc.

(25)

Repositório arquivístico digital

Um repositório digital de documentos arquivísticos é um

repositório digital que armazena e gerencia esses

documentos, seja nas fases corrente e intermediária, seja na

fase permanente. Como tal, esse repositório deve:

● gerenciar os documentos e metadados de acordo com

as práticas e normas da Arquivologia, especificamente

relacionadas

à

gestão

documental,

descrição

arquivística multinível e preservação;

● resguardar as características do documento arquivístico,

em especial a autenticidade (identidade e integridade)

(26)

Repositório Digital Confiável

TRAC, Nestor, Magenta, etc.

Uma forma de atestar a confiabilidade de um

repositório digital junto à comunidade-alvo se dá por meio

da sua certificação por terceiros. Para esse fim, o

RLG/OCLC em parceria com o National Archives and

Records Administration – NARA publicou em 2007, o

documento TRAC - Trustworthy Repository Audit &

Certification: Criteria and Checklist critérios e um checklist

a serem tomados como referência para a certificação de

repositórios digitais confiáveis. Esse documento serviu de

base para a elaboração da norma ISO 16363: 2012, que

lista os critérios que um repositório digital confiável deve

atender.

(27)

OAIS

O modelo de referência Open Archival

Information System – OAIS – é um esquema

conceitual que disciplina e orienta um sistema de

arquivo dedicado à preservação e manutenção

do acesso a informações digitais por longo

prazo.

ABNT - NBR 15.472/2007 (SAAI – SISTEMA ABERTO

DE ARQUIVAMENTO DE INFORMAÇÃO).

(28)

Origem do OAIS

Desenvolvimento

coordenado

pelo

CCSDS

Consultative Comittee for Space Data System;

ligado à NASA por encomenda da ISSO;

Participação ampla em escala mundial [do Brasil: INPE e

CTA];

Um produto de 10 anos de trabalho;

.. Red Book – maio de 1999;

.. Blue Book – janeiro de 2002;

(29)

Pacotes

SIP

– Pacote de Submissão de Informação

Entregue pelo Produtor a um OAIS para construção de

um ou mais AIP.

AIP

– Pacote de Arquivamento de Informação

Pacote de informação que será objeto de preservação.

DIP

– Pacote de Disseminação de Informação

Pacote de Informação derivado de um ou mais AIP,

recebido pelo Consumidor em resposta a uma requisição

dirigida ao OAIS.

(30)

Fluxograma dos Pacotes SIP/AIP/DIP

Empacotamento dos

SIPs:

Direto do SIGAD ou

Memorandos, Ofícios, e-mails, Fotografias, etc.

+ Metadados

(.CSV Excel - Dublin Core, METS)

Repositório Arquivístico Digital Confiável:

- Ao receber o pacote SIP, submete-o aos: - micro-serviços: anti-virus, validação, formatos,

metadados, etc …

- para então gerar o Pacote de Armazenamento, o AIP;

Passa permanentemente por:

- Políticas de Preservação; - Estratégias de Preservação; - Atualização de Formatos: - FPR (PREMIS); Pacote AIP gerado Submetido Pacote DIP para o ICA-AtoM Confirmado Difusão

Acesso e Difusão dos Documentos Arquivísticos Descritos, normalizados via Web.

(31)

Aplicabilidade

● O modelo OAIS pode ser aplicado a qualquer

instituição/arquivo,mas

ele

é

especificamente

dirigido

para

organizações

que

têm

a

responsabilidade de tornar a informação disponível

a longo prazo.

● O Modelo é também de interesse das organizações

e pessoas que criam informações que podem

necessitar de preservação de longo prazo, bem

como das organizações que adquirem tais

informações;

(32)

Ambiente

PRODUTORES

Pessoas ou sistemas clientes que fornecem a informação a ser

preservada.

ADMINISTRAÇÃO

Entidade responsável pelo estabelecimento de políticas mais

gerais do arquivo.

CONSUMIDORES

Pessoas ou sistemas clientes que interagem com os serviços do

OAIS para recuperar e adquirir informações preservadas de

interesse. Uma classe especial de Consumidores é a Comunidade

Alvo. (Designated Community).

COMUNIDADE ALVO

Conjunto de Consumidores capazes de compreender a

informação preservada

(33)

DSpace - www.dspace.org

É um sistema de repositório digital, desenvolvido

conjuntamente

pelas

bibliotecas

do

MIT

e

pela

Hewlett-Packard (HP). Disponível como um sistema de livre

acesso que possa adaptar-se e estender-se à captação,

armazenamento, indexação, preservação e redistribuição de

documentos em formatos digitais. A comunidade de

utilizadores do DSpace gere o código base, dando origem a

novas versões do software. Atualmente há mais de 200

instalações de DSpace à nível mundial, a maior parte dando

suporte, principalmente, à repositórios institucionais nas

universidades, mas também, à repositórios de objetos de

aprendizagem, de teses online, assim como sistemas de

arquivos digitais.

RBE, Newsletter 3, Repositórios Digitais

(34)

Eprints - www.eprints.org

Criado e ainda sendo desenvolvido pela School of

Electronics and Computer Science of University of

Southampton, UK. Disponível como software de acesso

livre e é descrito como a maneira mais fácil e mais

rápida de criar repositórios de acesso livre na

investigação da literatura, bases de dados científicas,

teses, relatórios e multimídia. Centrado no acesso livre

à investigação na literatura. Eprints é a plataforma mais

usada para repositórios institucionais, porém apenas

alguns sejam significativos no uso de materiais de

aprendizagem, arquivos digitais e etc.).

(35)

Fedora - www.fedora.info

É uma proposta de sistema de repositório, desenvolvido

conjuntamente pelas Universidades de Ciências da

Informação de Cornell e pela Biblioteca da Universidade da

Virgínia. Fedora visa fornecer um software de repositório de

livre acesso e serviços relacionados para servir de base

para muitos tipos de sistemas de gestão da informação.

Provavelmente o sistema com maior flexibilidade arquitetural

para suportar tipos diferentes de repositórios e de

conteúdos. Fedora é, atualmente, o menos usado dos três

sistemas, provavelmente porque é o que exige mais tempo e

conhecimento nas fases da instalação, da configuração e de

adaptação.

(36)
(37)
(38)

Sistema de preservação digital que visa

oferecer

um

ambiente

integrado

de

ferramentas free e Open Source para capacitar

o processamento de objetos digitais de acordo

com o modelo funcional ISO-OAIS (14721);

Archivematica (CIA)

● Pacote de Informação de Submissão (SIP) [enviada pelo produtor da informação ao arquivo].

● Pacote de Informação de Armazenamento (AIP) [pacote de informação armazenado pelo arquivo]. ● Pacote de Informação de

Disseminação (DIP) [pacote transferido para o usuário em resposta a uma solicitação].

(39)
(40)

ICA-AtoM

ICA-AtoM é o acrônimo de

Access to Memory. O projeto de

software ICA-AtoM resulta de um

esforço de colaboração entre o ICA e

alguns parceiros e patrocinadores (a

UNESCO, a Escola de Arquivos de

Amsterdam, o Banco Mundial, a

Direção dos Arquivos da França, o

Projeto Alouette Canadá e o Centro

de Documentação dos Emirados

Árabes Unidos). Destaques: - Total

conformidade às normas do ICA; -

Apoio

para

outras

normas

relacionadas, incluindo EAD, EAC,

METS,

MODS,

Dublin

Core;

-

Aplicação

concebida

inteiramente

para ambiente web; - Interfaces

multilingues;

-

Catálogo

multi-institucional; - Interfaces com

repositórios digitais. Requer Wamp

ou Lamp.

(41)
(42)

RODA

-

Repositório de Objetos Digitais Autênticos

O RODA é o arquivo nacional digital em Portugal. Através deste sistema complexo a DGARQ -

Direção Geral de Arquivos terá capacidade de incorporar documentos eletrônicos de forma

controlada assegurando a sua gestão ao longo do tempo e a sua acessibilização aos usuários.

Este projecto é desenvolvido pela DGARQ, contando com a colaboração informática da

Universidade do Minho. A estratégia seguida foi o desenvolvimento progressivo de funcionalidades

básicas e sólidas e ir progressivamente aumentando estas funcionalidades de forma a receber

maiores tipologias de objetos digitais e futuramente, dar resposta e apoio direto a organizações que

possuam objectos digitais mas não disponham de recursos especializados nesta área.

O RODA foi construído tendo como base o OAIS (Open Archival Information System) e documentos

técnicos produzidos no âmbito do projeto Interpares 2. A base do repositório RODA assenta na

plataforma FEDORA.

São utilizados vários esquemas de metainformação nomeadamente o EAD (Encoded Archival

Description), PREMIS (PREservation Metadata: Implementation Strategies ), METS (Metadata

Encoding and Transmission Standard), Z39.87.

(43)

o RODA

(44)
(45)

● Necessidade de Repositórios Digitais Confiáveis;

● OAIS, Archivematica e Roda;

● Interligação Archivematica e ICA-AtoM;

● Interoperabilidade Archivematica e DSpace;

● O potencial da Curadoria Digital: pesquisa,

formação, preservação, acesso e difusão.

(46)

● O

RDC-Arq é o Arquivo Permanente

Digital;

● O

RDC-Arq necessita de CURADORIA

DIGITAL ARQUIVÍSTICA;

● O Arquivista é o CURADOR DIGITAL do

RDC-Arq.

(47)

Referências

ABBOUT, Daisy. What is digital curation? Edinburgh, UK : Digital Curation Centre, 2008. Disponível em: <http://www.era.lib.ed.ac.uk/bitstream/1842/3362/3/Abbott%20What%20

is%20digital%20curation_%20_%20Digital%20Curation%20Centre.doc>. Acesso em: 20 dez. 2011.

Arquivo Nacional. Conselho Nacional de Arquivos. Publicações digitais. Requisitos funcionais para sistema informatizado de gestão arquivística de documentos: e-ARQ Brasil. Dezembro, 2009. Disponível em:

<http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/media/publicacoes/earqmet/earqbrasilv1.1.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2011.

CCSDS. Consultative Committee for Space Data Systems. Reference Model for an Open Archival Information System (OAIS). Janeiro, 2002. Disponível em:

<http://public.ccsds.org/publications/archive/650x0b1.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2011.

CTDE. Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacional de Arquivos. Glossário de Documentos Arquivísticos Digitais. 2010. Disponível em:

<http://www.documentoseletronicos.arquivonacional.gov.br/media/publicacoes/glossario/2010glossario_v5. 1.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2011.

InterPARES. International Research on Permanent Authentic Records in Electronic Systems. Disponível em: <http://www.interpares.org>. Acesso em: 09 ago. 2011.

Diretrizes do Produtor - A Elaboração e a Manutenção de Materiais Digitais: Diretrizes para Indivíduos Disponível em:

(48)

Diretrizes do Preservador - A Preservação de Documentos Arquivísticos Digitais: Diretrizes para Organizações -

http://www.interpares.org/display_file.cfm?doc=ip2_preserver_guidelines_booklet--portuguese.pdf RLG/NARA.Trustworthy repositories audit & certification. RLG, OCLC, Feb. 2007. Disponível em: <http://www.crl.edu/sites/default/files/attachments/pages/trac_0.pdf>. Acesso em 09 ago.2011.

Sayão, L.F. Repositórios Digitais Confiáveis para a Preservação de Periódicos Eletrônicos Científicos. Ponto de Acesso, Salvador, V.4, n.3, p. 68-94, dez 2010 - www.pontodeacesso.ici.ufba.br

Sayão, L.F. Uma Outra Face dos Metadados: Informações para a Gestão da Preservação Digital.

Sayão, Luis Fernando. SALES, Luana Farias. CURADORIA DIGITAL: um novo patamar para preservação de dados digitais de pesquisa. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.3, p. 179-191, set./dez. 2012.

CNEN - Rio de Janeiro - RJ - Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., ISSN 1518-2924, Florianópolis, v. 15, n. 30, p.1-31, 2010.

Thomaz, K. Repositórios digitais confiáveis e certificação. Arquivística,net, v.3. n.1, p.80-89, jan/jun. 2007. Disponível em: <http://www.arquivistica.net/ojs/include/getdoc.php?id=372&article=118&mode=pdf>.

Acesso em: 09 ago. 2011.

(49)

Obrigado

Prof. Dr. Daniel Flores

Líder dos Grupos de Pesquisa CNPq - UFSM: GED/A e

Patrimônio Documental Arquivístico

Referências

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