Manual de Atribuições
CELG GT
Dezembro/2017
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ABDIB – Associação Brasileira das Indústrias de Base
ABRADE – Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica ABRATE – Associação Brasileira das Transmissoras de Energia Elétrica ACOC – Aviso de Conclusão de Obras em Curso
ADD – Autorização de Desembolso
AFM – Autorização de Fornecimento de Materiais AFS – Autorização de Fornecimento de Serviços
AGR – Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos AIC – Ativo Imobilizado em Curso
AIS – Ativo Imobilizado em Serviço
ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica ART – Anotação de Responsabilidade Técnica AV – Autorização de Viagem
BHE – Boletim de Hora Extra
BDI – Benefício de Despesas Indiretas CA – Corrente Alternada
CACELG – Caixa de Auxílio Financeiro dos Empregados da Celg CAT – Comunicação de Acidente do Trabalho
CC – Corrente Contínua
CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCI – Compartilhamento de Infraestrutura
CCT – Contrato de Conexão de Transmissão CD – Comprovante Diário
CEF – Caixa Econômica Federal
CELG GT – Celg Geração e Transmissão S/A
CGE – Controladoria Geral do Estado de Goiás CI – Correspondência Interna
CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social COM – Componentes Menores
CR – Centro de Responsabilidade
CRA-GO – Conselho Regional de Administração de Goiás CRC – Certificado Registro Cadastral
CREA-GO – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
CVM – Comissão de Valores Mobiliários DBL – Documentos Básicos de Licitação DCOMP – Declaração de Compensação
DIRF – Declaração de Imposto Retido na Fonte DM – Devolução de Material
DMS – Declaração Mensal de Serviços DNS – Domain Name System
ECF – Escrituração Contábil Fiscal EFD – Escrituração Fiscal Digital ELETROBRÁS – Centrais Elétricas Brasileiras EPC – Equipamento de Proteção Coletiva EPE – Empresa de Pesquisa Energética EPI – Equipamento de Proteção Individual FAE – Formação Além do Exigido
FAP – Fator Acidentário Previdenciário
GORC – Sistema Gerência de Execução Orçamentária GPLAN – Sistema Gerência de Planejamento
GSERV – Sistema Gerência de Serviços
GSUP – Sistema de Gerenciamento de Suprimentos H/H – Homem/hora
ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
INSS – Instituto Nacional do Seguro Social
ISO – Organização Internacional para Padronização LAI – Lei de Acesso à Informação
LT – Linha de Transmissão MCG – Micro Central Geradora MME – Ministério de Minas e Energia MRC – Mapeamento de Risco de Corrupção MTE – Ministério do Trabalho e Emprego NMM – Nota de Movimentação de Material NR – Norma Regulamentadora
NTBP – Nota de Transferência de Bens Patrimoniais ODA – Ordem de Alienação
ODD – Ordem de Desativação ODEX – Ordem de Execução ODI – Ordem de Imobilização
ODR – Ordem de Dispêndio Reembolsável ODS – Ordem de Serviço
ONG – Organização Não Governamental ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico OP – Ordem de Pagamento
OSE – Ordem de Serviço Especial PAC – Prestação Anual de Contas
PAINT – Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna
PCH – Pequenas Centrais Hidrelétricas PCM – Pedido de Compra de Material
PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCR – Plano de Carreira e Remuneração
PDI – Programa de Demissão Incentivado PDV – Programa de Demissão Voluntário PER – Pedido de Restituição
PIS – Programa Integração Social PL – Pedido de Liberação
PMSO – Pessoal, Material, Serviços e Outras Despesas PPA – Plano Plurianual
PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais RAINT – Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna RAIS – Relação Anual de Informações Sociais
RCP – Relatório de Controle Patrimonial RDO – Relatório Diário da Operação
REF – Relação de Equipamentos e Ferramentas
REIDI – Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura REST – Relação de Serviços de Terceiros
RIAT – Relatório de Investigação e Análise de Acidente RIP – Registro Individual de Presença
RM – Requisição de Material
RSTEC – Regulamento de Segurança do Trabalho para Empresas SCDE – Sistema de Coleta de Dados de Energia
SE – Subestação
SEGPLAN – Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento SGBR – Sistema de Gerenciamento da Base de Remuneração SGR – Sistema de Gestão e Recomendação
SIGET – Sistema de Gestão de Transmissão SIN – Sistema Interligado Nacional SIPER – Sistema Integrado de Perturbações SMF – Sistema de Medição de Faturamento SNMP – Simple Network Management Protocol SPED – Sistema Público de Escrituração Digital SPE – Sociedade de Propósito Específico SSC – Sistema de Supervisão e Controle ST – Solicitação de Transporte
TAC – Teste de Aceitação em Fábrica TAF – Teste de Aceitação em Campo
TCE – Tribunal de Contas do Estado de Goiás TI – Tecnologia da Informação
UC – Unidade de Cadastro
UFIR – Unidade Fiscal de Referência UHE – Usina Hidrelétrica
SUMÁRIO 1. OBJETIVO ... 9 2. APLICAÇÃO ... 9 3. REFERÊNCIAS ... 9 4. DEFINIÇÕES ... 9 5. RESPONSABILIDADES ... 9
6. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES... 10
6.2.1. ASSESSORIA – PR–APR ... 14
6.2.2. CHEFIA DE GABINETE – PR–CHEF ... 14
6.2.3. SECRETARIA GERAL – PR–SEG ... 15
6.2.4. PROCURADORIA GERAL – PR–PRGE ... 16
6.2.5. CONTADORIA GERAL – PR–CONT ... 21
6.2.6. SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO E FINANÇAS – PR–SPRF ... 31
6.2.7. SUPERINTENDÊNCIA DE PATRIMÔNIO E NOVOS NEGÓCIOS – PR-SPNN ... 51
6.2.8. COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO – PR–CPL ... 53
6.3.1. ASSESSORIA – VP–AVP ... 58
6.3.2. AUDITORIA – VP–AUD ... 58
6.3.4. SUPERINTENDÊNCIA DE SUPRIMENTOS – VP–SPSP ... 69
6.3.5. SUPERINTENDÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – VP–SPTI ... 71
6.3.6. CENTRO DE MEMÓRIA E ASSESSORIA DE IMPRENSA – VP–CMAI ... 75
6.4.1. ASSESSORIA – DT–ADT ... 79
6.4.2. SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO DA TRANSMISSÃO – DT– SPOT 79 6.4.3. SUPERINTENDÊNCIA DE ENGENHARIA E MANUTENÇÃO – DT–SPEM ... 89
7. CONTROLE DE ALTERAÇÕES ... 138
1.
OBJETIVO
O Manual de Atribuições relaciona todas as áreas da Celg Geração e Transmissão (CELG GT) e suas respectivas atribuições respeitando a estrutura hierárquica da Empresa em seus diversos níveis;
Através deste documento as áreas obtêm as diretrizes para execução de suas atividades corriqueiras e esporádicas, otimizando os processos, de forma que não haja sobreposição de tarefas entre áreas distintas, ou seja, duas ou mais áreas executando as mesmas atividades.
2. APLICAÇÃO
O Manual de Atribuições se aplica a todas as áreas da CELG GT, em seus vários níveis hierárquicos.
3. REFERÊNCIAS
Para elaborar e manter o Manual de Atribuições é utilizado como referência o Organograma da CELG GT e as Resoluções de Diretoria que relacionam as atribuições de novas áreas.
4. DEFINIÇÕES
Atribuição: Responsabilidade própria de uma Unidade Organizacional da Empresa; descrição das funções e obrigações das áreas.
5. RESPONSABILIDADES
disponibilização do mesmo, em sua versão vigente, a todas as áreas da CELG GT, seja por meio físico ou eletrônico.
As demais áreas da CELG GT são responsáveis por informar prontamente ao VP-DGBP de qualquer alteração em suas atribuições para que a atualização do Manual de Atribuições seja providenciada e sua nova versão disponibilizada.
6. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
A seguir, estão descritas, detalhadamente, todas as atribuições das áreas da Empresa, seguindo a sua estrutura organizacional.
ATRIBUIÇÕES COMUNS ÀS DIRETORIAS
O Estatuto Social da CELG GT1 em seu artigo 17 descreve as atribuições comuns a todos os Diretores, sua redação segue na íntegra.
Compete à Diretoria todos os poderes de administração geral e de gestão executiva da Sociedade, tais como:
1. Administrar os negócios da Sociedade e praticar, para tanto, todos os atos necessários ou convenientes, ressalvados aqueles para os quais seja por lei, ou por este Estatuto Social, de competência privativa da Assembleia Geral;
2. Cumprir e fazer cumprir as leis que regem as Sociedades por Ações e os serviços de eletricidade em geral, este Estatuto Social e as deliberações da Assembleia Geral;
3. Observar as condições e as restrições contidas na legislação e regulamentação em vigor;
4. Determinar a elaboração das normas gerais de organização e administração da Sociedade, isoladamente ou articuladas em manuais, de acordo com a orientação da Assembleia Geral;
5. Executar a orientação geral dos negócios da Sociedade, fixada pela Assembleia Geral;
6. Aprovar a organização interna da Sociedade, definindo as atribuições das diversas unidades integrantes de sua estrutura administrativa;
7. Aprovar normas gerais de administração de pessoal, inclusive as relativas à instituição de planos de cargos e respectivas retribuições;
8. Elaborar o relatório anual de desempenho da Sociedade, as demonstrações financeiras do exercício e as propostas de destinação dos resultados, para apreciação e deliberação da Acionista Única;
9. Convocar a Assembleia Geral da Sociedade, nos termos do Art. 9º, Inciso I do Estatuto Social da CELG GT;
10. Autorizar a aquisição, alienação ou oneração de bens móveis e imóveis, contrair obrigações, transigir e renunciar direitos, bem como prestar garantias, fianças, cauções ou avais em negócios da própria Sociedade, sempre que o valor total dos ativos, objeto da garantia, não exceda a 5% (cinco por cento) do capital social da Sociedade, observadas as limitações dos incisos VI, VII e VIII, do § 2º, do Art. 7º do Estatuto Social; e, nos casos dos bens vinculados à concessão, observada a necessidade de prévia anuência da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL);
11. Distribuir e aplicar o lucro apurado, segundo o estabelecido neste Estatuto Social e como deliberado nas Assembleias Gerais;
PRESIDÊNCIA – PR
As atribuições do Diretor Presidente estão descritas no artigo 19 do Estatuto Social2 da CELG GT e diz o seguinte:
1. Representar a Sociedade, ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, observadas as disposições previstas no Art. 18 do Estatuto Social da CELG GT;
2. Planejar, superintender e administrar todos os negócios e atividades da Sociedade;
3. Planejar, superintender e administrar diretamente todos os negócios e atividades da área econômico-financeira da Sociedade;
4. Coordenar a elaboração e consolidação do Plano Plurianual / Estratégico da Sociedade;
5. Desenvolver as ações estratégicas definidas no Plano Plurianual / Estratégico da Sociedade;
6. Conduzir as atividades de Auditoria Interna, Relacionamento Institucional, Comunicação Social, Representação, Ouvidoria, bem como da área Jurídica;
7. Definir as políticas e diretrizes de meio ambiente, desenvolvimento tecnológico, emprego de alternativas energéticas, normatização técnica, e melhoria na qualidade de produtos e serviços;
8. Estabelecer política de seguros, conforme delineado no Plano Plurianual / Estratégico da Sociedade;
9. Detalhar a programação financeira de curto, médio e longo prazos, conforme previsto no Plano Plurianual / Estratégico e no Orçamento Anual da Sociedade;
10. Fazer com que sejam providos os recursos financeiros necessários à operação, manutenção e expansão da Sociedade, conforme Orçamento Anual, conduzindo os processos de contratação de empréstimos e de financiamento, bem como os serviços correlatos;
11. Coordenar a execução do orçamento anual, controle orçamentário e os estudos econômicos de contratos antes e depois das celebrações;
12. Contabilizar, manter e zelar pela guarda da documentação contábil e controlar as operações econômico-financeiras;
13. Sugerir a política de dividendos;
14. Executar o estudo e cálculo das tarifas de energia elétrica da Sociedade;
15. Coordenar a negociação, estudo e cálculo das tarifas de energia elétrica da Sociedade;
16. Promover negociações relacionadas à obtenção de recursos e aportes de capital, reestruturação e negociações de dívidas e de outros passivos, definição de plano de gestão, metas, detalhamento das ações e sistemática de acompanhamento, bem como outras atividades necessárias para o equilíbrio econômico-financeiro;
17. Convocar e presidir as reuniões da Diretoria;
18. Submeter à Acionista Única, em sede assemblear, observados os prazos legais, o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras e demais matérias que devam constituir objeto de deliberação da Assembleia Geral;
19. Admitir, punir ou dispensar empregados, podendo delegar essas atribuições;
6.2.1. ASSESSORIA – PR–APR
1. Assessorar a Presidência no relacionamento com todos os entes federados, Agências de Regulação, subsidiando decisões e encaminhando a documentação necessária para que este relacionamento seja o mais harmônico e profícuo. Incluindo-se neste grupo as Associações Classistas e Organizações Sociais representativas da sociedade;
2. Subsidiar a Presidência no acompanhamento do desempenho da Empresa, com análise crítica dos resultados obtidos e objetivos a serem alcançados;
3. Atender os compromissos designados pela Presidência, no desempenho de atividades determinadas por delegação;
4. Assessorar a Presidência e Diretorias na interface entre as áreas jurídica, administrativa e técnica;
5. Promover agilidade na movimentação de documentos submetidos à apreciação da Presidência e demais Diretorias.
6.2.2. CHEFIA DE GABINETE – PR–CHEF
1. Atender, na generalidade, as necessidades de encaminhamento das demandas externas da Presidência e demais Diretorias;
2. Promover os encaminhamentos formais, destacando os aspectos legais e as praxes administrativas da empresa;
4. Analisar e sanar as de dúvidas técnico-administrativas, sob a ótica de legalidade e praxe da empresa, sugerindo nos processos apresentados, a melhor conduta;
5. Coordenar as providências necessárias ao funcionamento excelente das áreas de atendimento ao Presidente e demais Diretores.
6.2.3. SECRETARIA GERAL – PR–SEG
1. Recepção, arquivamento, controle de correspondências, atos administrativos (CI, ofícios, processos de pagamentos, etc.) emanados da Presidência e Diretoria;
2. Auxílio e suporte às atividades dos servidores lotados na Presidência e Diretorias, na realização das atividades de cada função;
3. Atendimento e suporte às atividades da Presidência e Diretoria;
4. Organização de viagens, controle de Agenda Institucional e apoio às rotinas administrativas.
5. Viagens:
5.1. Coleta de preços e reservas de passagens aéreas, visando sempre o menor preço;
5.2. Realizar reservas de hotéis para o Presidente e Diretores;
5.3. Emitir Solicitação de Transporte (ST) e Autorização de Viagem (AV) da Presidência e Diretorias;
5.4. Efetuar o acerto das viagens do Presidente e Diretores;
5.6. Efetivar pagamentos dos bilhetes de passagens aéreas.
6.2.4. PROCURADORIA GERAL – PR–PRGE
1. Compete à Procuradoria Geral exercer atividades de consultoria e assessoramento jurídico em todas as matérias de interesse da CELG GT, especialmente:
1.1. Supervisionar e coordenar as atividades jurídicas e administrativas, acauteladoras de direito e de interesse da Empresa;
1.2. Acompanhar e fiscalizar a atuação da Subprocuradoria e dos Setores Administrativo e Contencioso;
1.3. Prestar consultoria e assessoramento jurídico à CELG GT;
1.4. Outras atribuições conferidas pela Diretoria da CELG GT.
SUBPROCURADORIA GERAL – PR–SBPR
1. Supervisionar e coordenar as atividades jurídicas e administrativas, acauteladoras de direito e de interesse da Empresa no âmbito da Subprocuradoria e jurisdicionados;
2. Acompanhar e fiscalizar a atuação dos Setores Administrativo e Contencioso;
3. Prestar consultoria e assessoramento jurídico à CELG GT;
SETOR DE PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PR–STPA
1. Representar a CELG GT e defender seus interesses, no âmbito administrativo, exercendo atividades de consultoria e assessoramento jurídico, especialmente:
1.1. Emitir pareceres nos processos que tenham por objeto a aplicação de legislação relativa a matéria de pessoal, inclusive disciplinar, trabalhista, cível, de orçamento, patrimônio público, licitações, contratos, convênios e meio ambiente;
1.2. Participar da elaboração de atos normativos internos de interesse da CELG GT, nas matérias de seu interesse;
1.3. Colaborar na elaboração de contratos, convênios, acordos, minutas de escrituras, editais de licitação, ou quaisquer peças jurídicas nas matérias de seu interesse;
1.4. Analisar os editais de licitação e emitir pareceres quanto à sua legalidade e de seus anexos;
1.5. Elaborar as minutas contratuais para compor os processos licitatórios;
1.6. Analisar a tempestividade e cabimento das impugnações aos editais de licitação da CELG GT;
1.7. Analisar e responder aos recursos licitatórios;
1.8. Avaliar a legalidade dos atos praticados nas licitações, incluídas as deliberações do pregoeiro e a atuação da equipe de apoio;
1.10. Representar a CELG GT perante a Controladoria Geral do Estado de Goiás (CGE) acompanhando as análises, pareceres, controles de legalidade prévios e posteriores dos processos licitatórios da empresa (exceto novos negócios);
1.11. Responder aos Ofícios, Notas Técnicas e demais correspondências da Controladora Geral do Estado, quanto aos procedimentos licitatórios;
1.12. Representar a CELG GT perante o Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE) acompanhando as análises, pareceres, controles de legalidade prévios e posteriores dos processos licitatórios da empresa (exceto novos negócios);
1.13. Responder aos Ofícios, Notas Técnicas e demais correspondências do TCE, quanto aos procedimentos licitatórios;
1.14. Orientar outros Setores/Departamentos da empresa quanto a aquisição de produtos e/ou prestação de serviços mediante procedimento licitatório, inclusive na elaboração de Termo de Referência e Projeto Básico;
1.15. Orientar, juridicamente, às Adesões da CELG GT às Atas de Registros de Preços;
1.16. Orientar o Pregoeiro e a Equipe de Apoio da Comissão Permanente de Licitações (PR-CPL), quanto às dúvidas e questionamentos surgidos durante a reunião do certame;
1.17. Demais atribuições inerentes à fase de licitação até a homologação dos certames;
1.18. Atuar na regularização dos títulos de propriedade da CELG GT;
1.20. Solicitar aos demais setores da CELG GT informações, documentos, certidões e outros elementos necessários à instrução dos processos e promover outros atos necessários ao esclarecimento;
1.21. Propor aos administradores competentes providências de ordem jurídica reclamadas pelo interesse público e pela aplicação das normas vigentes;
1.22. Representar a CELG GT e defender seus interesses perante os Tribunais de Contas, usando dos recursos e meios pertinentes;
1.23. Prestar informações e acompanhar procedimentos instaurados perante o Ministério Público;
1.24. Chancelar contratos administrativos elaborados pelo setor responsável;
1.25. Colaborar com os diversos setores da empresa nas providências necessárias ao cumprimento de ordens judiciais pela CELG GT;
1.26. Colaborar com os diversos setores da empresa no cumprimento dos requisitos para participação da CELG GT em leilões e/ou outros eventos públicos do setor elétrico e relacionados;
1.27. Análise de certidões e averbações junto a cartórios diversos;
1.28. Outras atribuições relacionadas com o âmbito administrativo.
SETOR DE PROCEDIMENTOS CONTENCIOSOS – PR–STPC
1.1. Elaborar petições iniciais;
1.2. Elaborar contestações;
1.3. Elaborar recursos para todos os graus de jurisdição cabíveis;
1.4. Comparecer às audiências designadas, o que pode implicar em necessidade de deslocamento para outra cidade;
1.5. Ir ao fórum para ter acesso aos autos do processo, quando físicos, o que pode implicar em necessidade de deslocamento para outra cidade;
1.6. Ir ao fórum para despachar com magistrados e servidores visando agilizar o andamento do processo, o que pode implicar em deslocamento para outra cidade;
1.7. Ir ao fórum para protocolar petições e documentos;
1.8. Realizar cálculos estimando quanto a CELG GT será provavelmente condenada a pagar em determinado processo para que se averigue se é mais interessante do ponto de vista financeiro prossegui-lo ou propor um acordo à outra parte;
1.9. Orientar prepostos e testemunhas da CELG GT quando irão comparecer em audiência judicial;
1.10. Providenciar junto ao setor pertinente da CELG GT a documentação necessária à defesa dos interesses da empresa no processo;
1.12. Iniciar processo de pagamento quando a CELG GT é condenada, de forma definitiva, a pagar determinado valor;
1.13. Acompanhar o andamento dos processos em que são discutidos interesses da CELG GT;
1.14. Realizar sustentação oral na sessão do Tribunal em que for julgado recurso envolvendo a CELG GT;
1.15. Realizar o controle dos prazos para a prática de atos processuais.
6.2.5. CONTADORIA GERAL – PR–CONT
1. Cumprir e fazer cumprir a legislação comercial, fiscal e a específica do setor de energia elétrica;
2. Elaborar e apresentar para aprovação da Assembleia Geral Ordinária, as Demonstrações Financeiras anuais, composta de: Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, e, Notas explicativas às Demonstrações Financeiras;
3. Preparar proposta de aumento de capital com observância da Lei Societária e Normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM);
4. Preparar e apresentar, anualmente, para aprovação da Assembleia Geral Ordinária, a proposta de destinação do resultado do exercício;
6. Acompanhar a Prestação Anual de Contas (PAC);
7. Manter-se informado sobre Leis, Decretos, Portarias, Resoluções, Normas e Ofícios, para o preparo e fornecimento de informações exigidas pelos órgãos Federais, Estaduais e Municipais.
DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE GERAL E GESTÃO TRIBUTÁRIA –
PR–DPCO
1. Preparar em conjunto com a Contadoria Geral, ao final de cada exercício social, as demonstrações contábeis anuais, compostas dos seguintes demonstrativos: Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, e, Notas explicativas às Demonstrações Financeiras;
2. Conferir e assinar faturas, avisos de lançamentos e outros demonstrativos contábeis;
3. Manter e supervisionar os serviços de arquivamento de documentos contábeis;
4. Manter métodos ou critérios contábeis, uniformes no tempo, registrando as mutações patrimoniais e as de resultados, segundo o regime de competência;
5. Acompanhar os serviços contábeis realizados em outros setores da empresa;
6. Desenvolver em conjunto com as demais chefias de Departamentos, métodos de trabalho para obtenção dos registros dos atos e fatos administrativos com exatidão;
8. Proceder à análise de contas, objetivando acompanhamento quanto à classificação definitiva dos valores registrados;
9. Manter permanentemente atualizado o cadastro de Controles Suplementares de sua responsabilidade;
10. Verificar os códigos contábeis, fazendo a classificação ou reclassificação que for devida, a fim de que todas as despesas sejam apropriadas diretamente nas subcontas conforme desdobramento padrão (Plano de Contas);
11. Manter informados os demais setores da empresa quanto à aplicação de atos legais de influência contábil e que possam traduzir em obrigações a recolher pela empresa;
12. Apurar, mensalmente, com base no resultado do exercício ou no faturamento, o Lucro Real ou Presumido, e preparar, em consequência, a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) da empresa, com observância das leis comerciais e fiscais em vigor;
13. Apurar, mensalmente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para recolhimento;
14. Apurar, mensalmente, com base na receita o Programa Integração Social (PIS) e
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) para recolhimento;
15. Preparar e informar mensalmente a Receita Federal a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF);
16. Preparar e informar mensalmente a Prefeitura a Relação de Serviços de Terceiros (REST) e a Declaração Mensal de Serviços (DMS);
18. Relacionar contribuintes do imposto de renda para Declaração de Imposto Retido na Fonte (DIRF), conforme determina a legislação pertinente;
19. Preparar quando necessário e informar à Receita Federal o Pedido de Restituição e a Declaração de Compensação (PER/DCOMP), dos tributos pagos indevidos ou a maior, para órgãos públicos federais e outros;
20. Preparar e informar mensalmente a Secretaria da Fazenda Estadual a Escrituração Fiscal Digital (EFD IPI/ICMS);
21. Preparar e informar mensalmente a Secretaria da Fazenda Estadual e a Receita Federal arquivos digitais do ambiente SPED (Sistema Público de Escrituração Digital);
22. Efetuar os serviços de contabilização relacionados com apropriação de salários, encargos sociais e tributos, oriundos de despesas com pessoal efetuada em função de operação, conservação, administração e dos investimentos da empresa;
23. Efetuar a classificação e/ou reclassificação das despesas de pessoal, segundo desdobramento padrão, do Plano de Contas;
24. Conferir a apropriação de salários emitida mensalmente pelo Departamento de Pessoal;
25. Apurar, mensalmente, e em tempo hábil, através dos lançamentos efetuados nas contas próprias, os encargos sociais e tributos sociais a serem recolhidos;
26. Efetuar conciliações de contas contábeis;
28. Emitir comprovante de retenção na fonte do Imposto de Renda, Contribuição Social, Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), incidentes sobre rendimentos de terceiros, anualmente e, no prazo estabelecido pela legislação vigente;
29. Efetuar levantamentos esporádicos, quando necessários para informações econômico-fiscais;
30. Manter atualizado o cadastro da Empresa junto a Prefeitura Municipal, Estado, Secretaria da Receita Previdenciária, Secretaria da Receita Federal do Brasil e Caixa Econômica Federal;
31. Manter informados os demais setores da Empresa quanto à aplicação de atos legais de influência contábil e que possam traduzir em obrigações a recolher pela Empresa;
32. Proceder à análise sob o aspecto hábil dos documentos recebidos para contabilização, detectando os encargos sociais e tributos para aprovação e posterior recolhimento;
33. Coordenar os serviços de apropriação de salários, faturamento, arrecadação;
34. Apropriar movimentação mensal de materiais;
35. Analisar e contabilizar os processos de fornecedores de materiais e empreiteiros, referente às obras;
36. Contabilizar obras construídas por particulares;
DEPARTAMENTO DE CONTROLE PATRIMONIAL – PR–DPCP
1. Aprovar Ordem de Execução (ODEX);
2. Montar e analisar dossiê de obras em curso;
3. Encerrar contabilmente as obras concluídas pelos Centros de Responsabilidades (CR’s), e transferi-las para o ativo imobilizado em serviço;
4. Contabilizar relatório de horas trabalhadas, enviado e preenchidos no sistema pelo CR responsável;
5. Elaborar quadro de investimento por área de aplicação;
6. Elaborar Demonstração das Mutações do Ativo Imobilizado em Curso;
7. Coordenar, orientar e controlar as atividades contábeis dos bens patrimoniais da empresa;
8. Prestar informações técnicas a órgãos internos e externos e emitir relatórios orientando, quando necessário, a todos os setores os métodos e finalidade do sistema de controle e registros por Unidade de Cadastro (UC), Unidade de Adição e Retirada (UAR), Custos Adicionais e Componente Menor (COM);
9. Supervisionar e acompanhar os processos de Ordem de Alienação (ODA) bem como os leilões efetuados e processar os registros contábeis necessários para apurar o encerramento;
11. Manter as contas contábeis conciliadas;
12. Praticar todos os atos e atividades correlatas capazes de proporcionarem completa operacionalização do controle do ativo imobilizado da empresa;
13. Administrar o controle e o registro dos bens e instalações no Ativo Imobilizado em Serviço, através do Sistema de Controle de Patrimônio, conforme determinam as normas do Manual de Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica;
14. Manter o Ativo Imobilizado em Serviço, atualizado, avaliado e depreciado;
15. Promover as mutações ocorridas no sistema de gestão do Ativo Imobilizado em Serviço (Aquisições, Baixas e Transferências);
16. Gerenciar o sistema de registro e controle de Imóveis e Servidão, visando a sua manutenção e atualização assim como o acompanhamento dos cadastros e alterações na base realizadas pela Superintendência de Patrimônio e Novos Negócios;
17. Gerenciar o sistema eletrônico de consulta e transferência de Bens;
18. Fiscalizar o cumprimento das normas existentes no Manual de Administração de Bens Patrimoniais a ser implantado, prestar as informações para dirimir dúvidas quanto à sua aplicação e executar as alterações que a legislação exigir, bem como as mudanças internas da empresa;
19. Coordenar, orientar e controlar as atividades físico-contábeis dos bens patrimoniais da Empresa;
unidade de cadastro, por ano de imobilização por valor histórico e outros que forem necessários;
21. Proceder à baixa dos bens e instalações do Ativo Imobilizado em Serviço e gerar os lançamentos contábeis;
22. Analisar os saldos contábeis de cada Ordem de Desativação (ODD) e elaborar os lançamentos finais de ajuste e conclusão, de acordo com o que determina o Plano de Contas;
23. Efetuar cálculos mensais de depreciação e amortização e gerar o lançamento de acordo com a legislação vigente e preparar demonstrativos;
24. Organizar e manter atualizado o cadastro da propriedade em função do serviço por Unidade de Cadastro (UC) e Unidade de Adição e Retirada (UAR), conforme as normas estabelecidas pelo Poder Concedente;
25. Manter os registros de controle do custo Histórico e de Depreciação de acordo com o Ano de Imobilização, manter o controle da razão auxiliar em Unidade Fiscal de Referência (UFIR), para efeitos de cálculos de correção monetária;
26. Coordenar, executar e supervisionar as atividades de Tombamento Físico dos bens patrimoniais da Empresa;
27. Efetuar o emplaquetamento e cadastramento de bens patrimoniais da empresa, bem como o seu controle e registro;
29. Anualmente, proceder à emissão dos extratos de bens patrimoniais sob responsabilidade individual e setorial, encaminhando-os às chefias dos setores envolvidos para efeito de conferência, as quais deverão devolver num prazo máximo de 30 (trinta) dias úteis, assinados pelos responsáveis setorial/individual;
30. Abrir Processo Administrativo quando for encontrada discrepância dos bens relacionados no controle Individual ou Setorial, para apurar responsabilidades, remetendo-o a Auditoria Interna, para as devidas sindicâncias;
31. Processar as inclusões, baixas e transferências de bens sob a responsabilidade Individual e Setorial com base nas Notas de Movimentação de Material (NMM) relativas à requisição RM, e devolução DM, Relação de Equipamentos (REF) e Ferramentas, Notas de Transferências de Bens Patrimoniais (NTBP), análise de Processos de Prestação de Contas, Relatórios e Memorandos e Processos Administrativos;
32. Definir os bens de controle Individual, Setorial e Unidade de Cadastro, conforme dispõe as normas da Resolução Normativa nº 367/2009, estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), atualizando a classificação de materiais no Sistema de Gerenciamento de Suprimento (GSUP);
33. Manter disponíveis as instruções normativas inerentes à atividade de administração de patrimônio, contidas nos instrumentos ou matérias regulamentadas por leis, circulares, portarias, resoluções e normas fiscais;
34. Promover a conferência do patrimônio físico com o contábil, procedendo aos ajustes ou a regularização, obedecendo à legislação vigente;
35. Manter e supervisionar os serviços de arquivamento de documentos, referentes aos bens patrimoniais, setoriais e individuais;
37. Praticar todos os atos e atividades correlatas capazes de proporcionarem completa operacionalização do controle do ativo imobilizado da empresa.
SETOR DE GESTÃO DA BASE DE REMUNERAÇÃO – PR-SGBR
1. Fazer a gestão e controle físico dos ativos de Geração e Transmissão;
2. Preparar e analisar juntamente com o Departamento de Controle Patrimonial o dossiê de Ordens de Imobilização (ODI);
3. Auxiliar efetivamente a área técnica na elaboração do Aviso de Conclusão de Obras em Curso (ACOC);
4. Efetivar na Base de Remuneração as ações provenientes das Ordens de Imobilização (ODI), das Ordens de Desativação (ODD), Ordens de Serviços (ODS), Ordens de Alienação (ODA) e Ordens de Dispêndio Reembolsável (ODR);
5. Codificar, padronizar e manter atualizada a codificação dos ativos, Unidade de Cadastro (UC) e Unidade de Adição e Retirada (UAR), conforme estabelecido no Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico, utilizando informações complementares do Manual de Contabilidade do Setor Elétrico e demais regras legais e regulatórias aplicadas ao controle de ativos;
6. Preparar a massa de dados para input no sistema de controle patrimonial das informações referentes aos novos ativos e unitização de obras, assim como sua codificação patrimonial conforme resolução da ANEEL;
7. Preparar a massa de dados para input no sistema de controle patrimonial das informações referentes às baixas e transferências de ativos em serviço;
9. Trabalhar integrado com as rotinas das áreas de obras, manutenção e suprimentos;
10. Acompanhar o andamento Ativo Imobilizado em Curso (AIC) até sua transferência para o Ativo Imobilizado em Serviço (AIS);
11. Acompanhar in loco as obras em curso para emitir relatórios ao Departamento de Controle Patrimonial (PR-DPCP) informando o estágio de conclusão das obras;
12. Verificar periodicamente com a área de manutenção sobre a substituição de equipamentos e componentes menores;
13. Inventariar anualmente os equipamentos das subestações e usinas;
14. Liderar os trabalhos de vistoria nas instalações no processo de Revisão Tarifária;
15. Fazer rotineiramente a conciliação Físico x Contábil, visando o alinhamento de dados entre o Sistema de Controle Patrimonial (UNISPAT) e o Sistema de Gerenciamento da Base de Remuneração (SGBR);
16. Propor ações de melhorias entre os sistemas de patrimônio, contabilidade, obras, manutenção e suprimentos;
17. Prestar auxílio ao Departamento de Controle Patrimonial na composição do Relatório de Controle Patrimonial – RCP;
6.2.6. SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO E FINANÇAS – PR–SPRF
2. Coordenar e supervisionar as atividades desenvolvidas pelos Departamentos de Economia e Regulação – PR-DPER, e Financeiro – PR-DPFI;
3. Supervisionar Controle dos recursos da Empresa, incluindo a receita proveniente de geração, transmissão, aporte de capital e recursos oriundos de financiamentos internos e externo e outas receitas não operacionais;
4. Coordenar a administração dos sistemas e dos procedimentos de contas a pagar e contas a receber, orçamento, fundo fixo e outros inerentes às atividades da área;
5. Viabilizar suporte necessário para o bom encaminhamento das atividades que envolvam finanças e regulação, tanto no que tange à composição de equipe, distribuição e priorização de tarefas, bem como no que cerne à adequação e evolução tecnológica, de acordo com os recursos disponíveis na Companhia;
6. Colaborar com outras áreas da empresa, especialmente os setores jurídicos e contábeis, em assuntos pertinentes, quando solicitado;
7. Promover o atendimento aos critérios de Compliance, quando estabelecidos pela Companhia;
8. Coordenar prestação de informações quando solicitados pelos órgãos fiscalizadores, tais como a Controladoria Geral do Estado, o Ministério Público, o Tribunal de contas e demais órgãos de controle, especificamente no que tange a questões regulatórias e econômico-financeiras;
9. Coordenar a prestação de informações no que tange à Lei de Acesso à Informação;
11. Promover interlocuções necessárias junto ao Poder Concedente e Agência Reguladora;
12. Atuar como representante da CELG GT junto à Órgãos de Planejamento e Orçamento Estadual, participando de Grupos de Trabalho e Prestando Informações;
13. Promover a apresentação institucional da CELG GT junto a Instituições Financeiras e Investidores;
14. Aprovar Pagamentos de processos devidamente autuados, em conjunto com representante do Departamento Financeiro ou, outro procurador, em sua ausência;
15. Autorizar, em conjunto com representante do Departamento Financeiro ou, outro procurador, em sua ausência, as movimentações de Fundo Fixo de Caixa, o qual será integralmente fiscalizado pela Auditoria Interna da CELG GT;
16. Coordenar a execução financeira de contratos e financiamentos, preparando a prestação de contas quando devida;
17. Avaliar e aprovar a emissão de Pareceres Econômico-Financeiros sobre avaliação de Investimentos e avaliação de Participação em Leilão;
18. Coordenar e promover as contratações necessárias às atividades vinculadas à finanças e regulação;
19. Avaliar e acompanhar, pelo aspecto econômico e financeiro, participações da CELG GT em Sociedades de Propósito Específico;
21. Coordenar a preparação dos Relatórios de Administração Societário, de Administração Regulatório e Relatório Socioambiental.
22. Acompanhar a prestação de informações trimestrais, em sistema disponibilizado pelo TCE, dados financeiros e referente a movimentação de pessoal, em cumprimento ao Art. 30 da Constituição do Estado de Goiás.
23. Aprovar planilhas e pareceres, a partir de estudos elaborados pelo Departamento de Economia e Regulação, referentes a cálculo de preço de referência para serviços, exclusos os inerentes a obras, reajustes de preços e outros.
24. Coordenar e supervisionar estudos tarifários da empresa, observando impactos estruturais e conjunturais internos e externos.
25. Consolidar e propor à Diretoria Plano Plurianual de acordo com diretrizes estratégicas da companhia, bem como acompanhar seus desdobramentos e revisões;
26. Consolidar e propor à Diretoria, após estudos apresentados pelo PR-DPER, a Proposta de Orçamento Anual, adotando as diretrizes traçadas pela Diretoria da CELG GT e de demandas dos Centros de Responsabilidades – CR´s.
27. Acompanhar e coordenar, junto ao PR-DPER, as respostas aos comunicados emitidos pela SEGPLAN, ANEEL e demais entidades, em matéria regulatória ou econômica;
28. Coordenar e Assessorar o PR-DPER nas demandas relativas à alimentação de Sistemas (vinculados a Planos Plurianuais, Orçamentos Anuais e/ou quaisquer outros) implantados e requerido pelo Estado.
30. Reunir, elaborar e coordenar as informações relacionadas com o controle de gestão orçamentária solicitada por organismos internos, externos e coordenar sua difusão nesses ambientes.
31. Avaliar pontos críticos e apresentar à diretoria alternativas para a tomada de decisão a partir dos estudos de acompanhamento de execução orçamentária, elaborado pelo Departamento de Economia e Regulação – PR-DPER.
32. Acompanhar e apresentar à Diretoria condições do Fluxo de Caixa da Empresa, com vistas a adotar medidas pertinentes quando necessário;
33. Assessorar a Diretoria no acompanhamento da política de empréstimos e financiamentos da Empresa;
34. Atuar na promoção da Captação de Recursos Financeiros para suprir demandas de investimento ou capital de giro:
34.1 Manter contatos institucionais junto a Instituições Financeiras, agências de avaliação de riscos, e demais instituições vinculadas a operações de captações financeiras;
34.2 Prospectar propostas junto a Instituições Financeiras, Fundos ou outros agentes vinculados ao mercado financeiro ou de capitais;
34.3 Submeter à apreciação da Diretoria qualquer operação de endividamento;
35. Coordenar e acompanhar o controle de empréstimos e financiamentos internos e externos com base nos respectivos contratos;
36.1. Perfil da disponibilidade de caixa, de forma a priorizar aplicações efetivamente mais rentáveis, considerando dentre outros, as instituições de menor risco, a compatibilidade de prazo para utilização de recursos, tipo de papel e encargos tributários
36.2. Para aplicações de valores iguais ou superiores a R$ 5 milhões da CELG GT, requerer autorização de Diretoria
37. Atender e acompanhar os trabalhos dos Auditores Internos, Externos e Órgãos de Controle referentes no que tange aos temas regulatórios, econômicos e financeiros;
38. Consolidar e submeter à aprovação da Diretoria o Programa de Treinamento da PR-SPRF;
39. Coordenar o desenvolvimento de revisão das atribuições das unidades vinculadas à Superintendência, constantes no Manual de Organização da Empresa;
40. Coordenar, quando estabelecido, o Programa de Metas e Ações no âmbito da Superintendência;
DEPARTAMENTO FINANCEIRO – PR–DPFI
1. Contas a pagar:
1.1. Receber os processos para pagamento;
1.2. Autuar os processos de pagamento sob responsabilidade do PR-DPFI;
1.3. Verificar a documentação necessária para o pagamento;
1.4. Conferir a classificação dos pagamentos;
1.6. Emitir os comprovantes de pagamento e anexar aos respectivos processos;
1.7. Enviar as Ordens de Pagamento (OP’s) para visto da Diretoria;
1.8. Gerar mensalmente Comprovante Diário (CD) dos processos de pagamentos;
1.9. Após juntada dos comprovantes de pagamentos, enviar os processos para arquivo na Contabilidade;
1.10. Manter registros dos pagamentos efetuados;
1.11. Efetuar pagamentos através de Fundo Fixo de Caixa:
1.11.1. Rejeitar despesas cujo pagamento não atender ao regulamento do Fundo Fixo;
1.11.2. Suprir o fundo com os recursos necessários;
1.11.3. Efetuar regularmente as prestações de conta;
1.11.4. Gerar mensalmente Comprovante Diário (CD) dos processos de pagamentos do Fundo Fixo;
1.11.5. Enviar os processos para a Contabilidade.
2. Contas a receber:
2.1. Fazer a gestão do processo de Faturamento e Arrecadação/Recebimentos;
2.3. Atualizar cadastro com base nas informações mensais do ONS;
2.4. Receber planilha do ONS para faturamento de rede básica;
2.5. Receber planilha da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para faturamento de Cotas de Garantia Física;
2.6. Emitir mensalmente as faturas de rede básica, dos contratos bilaterais e de Cotas de Garantia Física;
2.7. Emitir faturas de Contratos de Conexões de Transmissão(CCT) e de Contratos de Compartilhamento de Infraestrutura (CCI), a partir dos contratos informados pela área responsável pela elaboração e formalização dos mesmos;
2.8. Emitir fatura relativa ao ressarcimento de estudos, a partir de informações advindas das áreas responsáveis pelos Estudos, e Contratos de Concessões que determinem o valor e prazo para cobrança;
2.9. Disponibilizar no site da empresa as faturas emitidas, para download pelas usuárias;
2.10. Informar mensalmente as usuárias da disponibilidade das faturas para download;
2.11. Emitir notas fiscais de Cotas de Garantia Física e enviar os arquivos às usuárias;
2.12. Emitir fatura decorrente de Prestação de Serviços;
2.13. Gerar mensalmente Comprovante Diário (CD) do provisionamento das faturas emitidas;
2.14. Disponibilizar informações sobre faturamento no duto SAMP – ANEEL.
3.1. Emitir extratos diários das contas bancárias da empresa;
3.2. Identificar todos os registros lançados tanto a débito quanto à crédito;
3.3. Consultar o banco sobre lançamentos não identificados;
3.4. Registrar todos os lançamentos no sistema interno da empresa;
3.5. Contabilizar as transferências realizadas entre as contas bancárias;
3.6. Manter registros das movimentações efetuadas.
4. Gestão de inadimplência: verificar a numeração
4.1. Monitorar contas a receber vencidas e os índices mensais de inadimplência;
4.2. Executar as ações de cobrança para o recebimento das faturas em atraso:
4.2.1. Contatar usuárias que não tenham efetuado o pagamento no vencimento devido;
4.2.2. Emitir Memória de Cálculo para as faturas negociadas;
4.2.3. Registrar nos órgãos reguladores as informações de inadimplência.
5. Acompanhamento e cálculos de contratos de dívidas e/ou contas a receber e outras atualizações financeiras:
5.2. Controlar créditos da companhia decorrente de contratos de parcelamentos, com base nos respectivos contratos, gerando os relatórios necessários e possibilitando a contabilização dos compromissos, inclusive juros, dos recebimentos;
5.3. Efetuar a atualização financeira de contratos CCI’s, CCT’s e outros;
5.4. Efetuar cálculo de parcelas vincendas e a vencer;
5.5. Efetuar cálculo de desconto de antecipação de pagamentos;
5.6. Efetuar cálculo de outras demandas.
6. Avaliação financeira de projetos:
6.1. Elaborar modelagens econômico-financeiras para participação em leilão;
6.2. Levantar e analisar os dados dos projetos, e considerar todas as variáveis envolvidas;
6.3. Interagir com as demais áreas envolvidas nos projetos;
6.4. Emitir relatório com avaliação objetiva quanto a viabilidade financeira de projetos.
7. Capacitação de recursos:
7.1. Identificar as reais necessidades de capital da empresa e informar instâncias superiores;
7.2. Apresentar melhores opções para captação de recursos;
7.4. Dar o apoio necessário no levantamento e repasse de informações.
8. Acompanhamento financeiro de SPE’s:
8.1. Monitorar e efetivar aportes devidamente autorizado;
8.2. Monitorar os aportes realizados por demais acionistas em contrapartida aos da CELG GT;
8.3. Solicitar informações de realização de Fluxo de Caixa periodicamente às SPE’s;
8.4. Comparar o andamento do fluxo de caixa realizado com o previsto;
8.5. Emitir relatório sobre o desempenho financeiro e rentabilidade do empreendimento.
9. Gestão de aplicações financeiras:
9.1. Identificar recursos disponíveis no fluxo de caixa;
9.2. Identificar aplicações compatíveis com finalidade da empresa;
9.3. Após autorizado, executar aplicação de recursos considerando o perfil de investimento da empresa;
9.4. Acompanhar mensalmente os rendimentos obtidos;
9.5. Após autorização, resgatar aplicações quando necessário, em decorrência de necessidade de caixa.
10.1. Analisar a validade das garantias apresentadas;
10.2. Manter arquivo com os documentos apresentados.
11. Fluxo de caixa:
11.1. Elaborar, manter e controlar o Fluxo de Caixa ao longo do período de concessão;
11.2. Controlar Fluxo de Caixa classificando os recebimentos e pagamentos e emitindo relatórios do fluxo, disponibilidades financeiras e gerencial;
11.3. Provisionar pagamentos e recebimentos;
11.4. Identificar pontos de sobra e déficit para medidas necessárias;
11.5. Acompanhar o Fluxo de Caixa Previsto x Fluxo de Caixa Realizado mensalmente, relativo ao exercício em vigência;
11.6. Emitir relatórios para embasamento de ações da Diretoria.
12. Contratação de seguradoras e corretoras:
12.1. Contratar seguradora para emissão de garantias para participação em leilões e fiel cumprimento de contratos;
12.2. Contratar corretoras para representação junto à Bovespa em leilões;
12.3. Agente de avaliação de risco.
13. Relacionamento com bancos:
13.2. Manter o cadastro da empresa atualizado junto aos bancos.
14. Representação da CELG GT junto a associações ou outras instituições:
14.1. Representar, quando solicitado a CELG GT junto à Associações, por exemplo a Associação Brasileira de Transmissoras de Energia Elétrica (ABRATE), ou outras instituições.
15. Gestão dos sistemas financeiros:
15.1. Incluir, excluir, habilitar, configurar perfis de acessos aos módulos geridos pelo PR-DPFI.
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E REGULAÇÃO – PR–DPER
1. Planejamento estratégico e outros:
1.1. Controlar e operacionalizar as atividades econômicas da CELG GT, promover ações com as áreas envolvidas, elaborar e monitorar o cumprimento das metas estabelecidas e promover as revisões necessárias;
1.2. Preparar Relatórios com Informações Gerenciais Orçamentárias, analisar os dados enviados pelas áreas, promover os tratamentos estatísticos dos resultados, supervisionar e consolidar as informações no documento oficial de informações gerenciais da CELG GT;
1.4. Elaborar, quando solicitado, estudos e análises de desempenho econômico-financeiro da CELG GT e aqueles relacionados à regulação econômica, observando impactos estruturais e conjunturais internos e externos com vistas a atender as normas de planejamento global da CELG GT;
1.5. A partir de determinação de instâncias superiores, propor os indicadores, de metas físicas e financeiras, mais representativos para o desempenho da CELG GT, definidos pelo Planejamento Estratégico, manter o banco de dados a ser disponibilizado aos clientes internos e externos como fonte oficial da CELG GT;
1.6. Prestar informações para atendimento à Lei de Acesso à Informação e correlatos.
2. Estudos regulatórios e tarifários:
2.1. Realizar, quando solicitado, estudos e atividades que envolvem relações com acionistas e investidores, incluindo o panorama econômico e financeiro relacionado à captação de recursos destinados a projetos de interesse da CELG GT;
2.2. Efetuar os estudos tarifários e monitorar o desempenho das receitas da empresa;
2.3. Operacionalizar os trabalhos necessários ao processo de Reposicionamento Tarifário, Revisão Tarifária Extraordinária e Revisão Tarifária Periódica, inclusive das empresas em que a CELG GT mantenha participação;
2.5. Elaborar anualmente comparativo entre custos com Pessoal, Material, Serviços e Outras Despesas (PMSO) da CELG GT e o Benchmarking ANEEL, cujo relatório deverá, após validado pela PR-SPRF, ser submetido à Diretoria;
2.6. Elaborar comparativo de indicadores técnicos da CELG GT e benchmarking ANEEL, na ausência da formalização deste, elaborar comparativo entre transmissoras e geradoras renovadas, a ser submetido a Diretoria, após avaliação da PR-SPRF e dos superintendentes das áreas técnicas.
3. Análises econômicas de licitações e contratos:
3.1. Coordenar, supervisionar e operacionalizar os estudos pertinentes à análise econômico-financeira de licitações e contratos;
3.2. A partir de demanda dos gestores, promover estudos para reajustes de preços e/ou equilíbrio econômico e financeiro dos contratos;
3.3. Avaliar a compatibilidade entre os custos de Pessoal, Material e Serviços estabelecidos em Tarifa e os efetivamente praticados pela Companhia;
3.4. Orientar o gestor na elaboração do Projeto Básico e/ou Termo de Referência no que se refere a itens econômico-financeiros (ex.: Cláusula de reajuste, de pagamento, de garantia, etc.) e itens que impactam nos custos dos serviços.
4. Representação interna e externa:
5. Benefícios fiscais, encargos setoriais e penalidades:
5.1. Realizar a gestão e acompanhamento do processo de enquadramento dos empreendimentos ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI) junto às áreas responsáveis da CELG GT e junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e ao Ministério de Minas e Energia (MME);
5.2. Conferir legalidade e bases de cobranças de encargos setoriais, e acompanhar junto às áreas responsáveis os montantes devidos para o respectivo recolhimento;
5.3. Proceder o acompanhamento das penalidades impostas pelos órgãos de fiscalização e controle, operacionalizar os cálculos do montante devido, intervir juntos as áreas responsáveis, dentro de suas competências, para que prestem informações e apoio necessários.
6. Relações regulatórias institucionais:
6.1. Manter as relações institucionais, quando designado, com o Poder Concedente, Associações e Empresas do Setor Elétrico, coordenar e reunir informações e relatar resultados da participação da CELG GT em eventos e promover sua divulgação interna;
6.2. Acompanhar aspectos regulatórios das Sociedades em que a CELG GT participe, em especial quanto às revisões tarifárias;
6.4. Atuar preventivamente sobre as propostas de mudança legislativa e regulamentar que possam vir a impactar o contrato de concessão, buscando manter informadas ou a interação das diversas áreas envolvidas;
6.5. Defender os interesses da CELG GT nas negociações que se estabeleçam com os organismos reguladores quem alterem ou impactem a política setorial;
6.6. Proceder o permanente acompanhamento da legislação, regulamentos e notícias referentes à regulação do setor elétrico, repassando às áreas da CELG GT o entendimento mais adequado para sua aplicação, em harmonia com as diretrizes empresariais e as prescrições dos marcos regulatórios, disponibilizando-os através de repositórios físicos e digitalizados;
6.7. Dar conhecimento aos diretores, gerentes e demais funcionários de notícias relevantes do setor elétrico;
6.8. Acompanhar Audiências e Consultas Públicas, ofícios circulares, promover a discussão interna e preparar manifestação da CELG GT junto aos órgãos reguladores e Poder Concedente;
6.9. Acompanhar pautas de Reuniões da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e dar publicidade ao que afetar a companhia e as sociedades que tem participação, articulando junto aos principais envolvidos estratégias para atuação junto ao regulador, se o caso assim exigir;
6.10. Manter banco de dados sobre a legislação específica de tarifas, leis, decretos, portarias, resoluções e outros, com o objetivo de subsidiar os atos que interessem aos estudos e decisões de caráter regulatório;
6.12. Promover o monitoramento da aplicação dos procedimentos regulatórios no âmbito interno, de forma a garantir a correta aplicação das diretrizes advindas dos Agentes Reguladores e Normalizadores;
6.13. Formular, em conjunto com as áreas responsáveis, procedimentos, normas regulamentares e metas internas que tenham por objetivo garantir a adequada prestação dos serviços públicos regulados e a preservação do equilíbrio econômico-financeiro do(s) contrato(s) de concessão;
6.14. Prestar informações, coordenado pela Superintendência de Regulação e Finanças, quando solicitados pelos órgãos fiscalizadores, dentre outros, a Controladoria Geral do Estado de Goiás (CGE), o Ministério Público, o TCE e demais órgãos de controle, especificamente a questões de ordem regulatórias e econômico-Financeira.
7. Atendimento às demandas regulatórias:
7.1. Encaminhar às áreas competentes da CELG GT para o atendimento das demandas internas ou externas que sejam de suas respectivas atribuições, e acompanhar as respectivas respostas a serem prestadas pela Empresa;
7.2. Atuar junto às áreas responsáveis da CELG GT quanto a prevenção a autuações de entidades do Poder Concedente e demais áreas de controle externo de fiscalização;
7.3. Monitorar e orientar, em sua área de atuação, o cumprimento dos procedimentos e prazos determinados pelos órgãos reguladores e fiscalizadores;
7.4. Efetuar a gestão, conjuntamente com as áreas técnicas responsáveis, dos contratos de seguro dos ativos determinados pelo(s) Contrato(s) de Concessão.
8.1. Assinar e/ou aprovar pagamentos, transferências bancárias ou qualquer outra operação bancária, em conjunto com o gerente da Superintendência de Regulação e Finanças e/ou do Departamento Financeiro;
8.2. Preparar Termos de Referências para contratações que envolvam assuntos de abrangência do PR-DPER;
8.3. Quando figurar como gestor de contrato, avaliar desempenho do contrato, fiscalizar e emitir autorizações para faturamento, bem como autuar processos de pagamentos, conforme procedimentos da CELG GT.
9. Gestão orçamentária:
9.1. Operacionalizar as ações com as áreas envolvidas, elaborar e acompanhar os orçamentos plurianual e anual da empresa de acordo com as diretrizes traçados pelo Planejamento Estratégico da CELG GT;
9.2. Elaborar, proposta de Plano Plurianual (PPA) da CELG GT, que compõe o PPA do Estado, para avaliação da PR–SPRF e aprovação da Diretoria;
9.3. Manter atualizado o banco de dados da Controladoria do Estado e da Secretaria de Planejamento, e informar sempre que necessário o desempenho das ações constantes no programa anual e plurianual de investimentos;
9.4. Administrar os Sistemas Orçamentários, Planejamento e de acompanhamento e controle de contratos e serviços da CELG GT, bem como proceder orientação aos usuários do sistema quanto à adequada alimentação e operacionalização;
execução dos orçamentos aprovados, bem como o cronograma de desembolso de contratos de obras;
9.6. Acompanhar a execução orçamentária plurianual e anual, analisando as ações planejadas e seus cronogramas, procedendo as revisões necessárias em conjunto com os CR’s;
9.7. Elaborar relatórios mensais e trimestrais a serem apresentados à PR-SPRF, que após validação remeterá à Diretoria e posteriormente enviará aos CR’s, para que estes tomem conhecimento e procedam aos ajustes que se fizerem necessários;
9.8. Reunir, elaborar e coordenar as informações relacionadas com o controle de gestão orçamentária solicitada por organismos internos e externos, bem como emitir relatórios do desempenho das propostas;
9.9. Inserir em sistema interno dados de cada contrato quando da ativação de: Autorização de Fornecimento de Serviços (AFS’s), Autorização de Fornecimento de Materiais (AFM’s), Autorização de Desembolso (ADD) ou demais instrumentos que a CELG GT adote;
9.10. Acompanhar de todos os contratos e AFS’s celebradas pela Empresa;
9.11. Operacionalizar os procedimentos de análise de contas (processos de pagamento) antes de serem encaminhadas aos setores de contabilização e pagamento;
9.13. Caso o valor de retenções tributárias estiverem em discordância com a norma vigente, o que será indicado pela Contabilidade, então proceder aos ajustes necessários, inclusive na alimentação de tabela de dados do sistema;
9.14. Realizar a verificação entre a previsão de receitas devidas pelo Poder Concedente e dos ativos de Transmissão e Geração, e a sua efetivação.
6.2.7. SUPERINTENDÊNCIA DE PATRIMÔNIO E NOVOS NEGÓCIOS – PR-SPNN
1. Realizar prospecções junto ao mercado interno e externo, bem como apresentar modelos de parcerias e negócios visando estruturar e compor o portfólio de “Novos Negócios” da Companhia :
1.1. Avaliar em conjunto com as áreas técnica e financeira da Companhia as oportunidades de participação em empreendimentos de Geração, Transmissão, Comercialização de energia elétrica convencional ou alternativa e outros negócios correlatos e afins, para subsidiar deliberação da Diretoria;
1.2. Coordenar a execução das estratégias de novos negócios da CELG GT, desenvolvendo modelos de parcerias, planos de negócios e de investimentos;
1.4. Disponibilizar, mediante Termo de Acordo de Confidencialidade, informações a potenciais interessados em futuras parcerias obedecendo a critérios e políticas internas;
1.5. Acompanhar o desempenho das SPE ’s, tanto na fase de implantação como de operação, avaliando o andamento dos cronogramas físico e financeiros bem como a conformidade com o previsto nos Planos de Negócios;
1.6. Controlar o atendimento por parte das SPE ’s quanto às obrigações fiscais, tributárias e regulatórias, seja por meio de certidões pertinentes, demonstrações financeiras, contábeis ou consultas acessíveis pela rede mundial “internet”;
2. Gerenciar o patrimônio imobiliário pertencente à CELG GT, vinculado ou não aos objetos das Concessões do serviço público de energia elétrica, controlando e arquivando toda docu mentação cartorária, tributária, fundiária em áreas urbanas e rurais, bem como cuidando para evitar o inadimplemento de impostos e outras obrigações decorrentes das propriedades:
2.1. Constituir e manter devidamente atualizado o cadastro imobiliário de todos os bens imóveis pertencentes à CELG GT, inclusive as servidões constituídas por registros cartoriais vinculando aos ativos do Sistema Elétrico nos respectivos arquivos georeferencia dos das linhas, subestações e usinas;
2.3. Cuidar para que os imóveis de propriedade da CELG GT permaneçam livres e desembaraçados de qualq uer impedimento, que sejam de ordem de conservação, manutenção ou uso;
2.4. Preparar documentos para aquisições de imóveis necessários ao cumprimento adequado das obrigações das concessões da CELG GT, bem como desenvolver ações para regularização de propriedades imobiliárias da CELG GT;
2.5. Preparar documentos para alienação de bens imóveis não vinculados às Concessões da CELG GT, mediante deliberação da Diretoria;
3. Propor mudanças nas políticas de parce rias e no campo da gestão do s bens imóveis pertencentes à CELG GT, quando solicitado pela Diretoria.
6.2.8. COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO – PR–CPL
1. Fase interna do processo licitatório:
1.1. Receber os processos contendo os Documentos Básicos de Licitação (DBL), devidamente conferidos, conforme requerido pela legislação vigente;
1.2. Analisar e examinar a documentação dos processos licitatórios;
1.3. Elaborar os editais de licitação compatíveis com as modalidades indicadas;
1.4. Encaminhar à PR-PRGE e aos órgãos de controle;
1.5. Atender quando necessário os questionamentos feitos pelos órgãos de controle;
1.7. Enviar para publicação nos jornais de grande circulação a divulgação da abertura do certame.
2. Fase externa do processo licitatório:
2.1. Atender com apoio dos gestores todos os esclarecimentos / questionamentos relacionados aos processos licitatórios;
2.2. Receber os pedidos de impugnação e encaminhá-los ao jurídico, para análise e simultaneamente resposta;
2.3. Realizar a abertura das licitações;
2.4. Receber, examinar e julgar todos os documentos (habilitação e proposta) e procedimentos relativos às licitações e ao cadastramento/credenciamento dos licitantes;
2.5. Habilitar ou inabilitar as empresas participantes;
2.6. Realizar a publicação da empresa adjudicada;
2.7. Encaminhar o processo ao gestor para contratação, ou no caso de fracasso ou deserto as providências necessárias;
2.8. Acompanhar de forma sistemática todas as ocorrências relativas às licitações quer seja em alterações de leis e procedimentos bem como o cenário do mercado.
DEPARTAMENTO DE CADASTRO E PREÇOS ORÇAMENTÁRIOS – PR–
DPCA
2. Receber documentação dos fornecedores em conformidade com os artigos 27 a 31 da Lei 8.666/93;
3. Realizar análise da documentação, nos aspectos fiscais;
4. Encaminhar para análise os requerimentos cadastrais para que as respectivas áreas emitam pareceres técnicos validando os produtos ou serviços a serem efetivamente aprovados;
5. Efetuar o cadastro das empresas;
6. Gerar o Certificado Registro Cadastral (CRC);
7. Disponibilizar no sistema informações dos fornecedores efetivamente cadastrados inerentes aos produtos e a documentação fiscal.
DEPARTAMENTO DE PREGÕES – PR-DPPR
1. Receber processos, conferir a documentação e quando pertinente auxiliar na pesquisa de preços visando a formação dos valores de referência;
2. Elaborar editais de licitação;
3. Encaminhar editais de licitação para a emissão de parecer jurídico, artigo 38 Lei 8.666/93, Controladoria Geral do Estado de Goiás (CGE) e TCE, efetuando, após aprovação, a publicação dos mesmos;
4. Acolher, julgar e responder às impugnações/esclarecimentos de edital nos termos da legislação vigente;