1 | Programa de Mestrado e Doutorado em Administração - PMDA
Mestrado em Administração
Disciplina: SEMINÁRIOS DE DISSERTAÇÃO 1º Semestre de 2010
Carga horária: 15 horas-aula Créditos: 1
Professores: Luciano Rossoni e Sandro Aparecido Gonçalves
PROGRAMA DA DISCIPLINA I. Objetivos
A disciplina possui como objetivo geral promover o desenvolvimento dos projetos de dissertação de mestrado a partir de apresentações realizadas por seus respectivos autores durante o processo de elaboração. Durante o período, pretende-se, por meio de debates estimulados entre os integrantes da turma, promover a reflexão sobre a pesquisa em que estão se dedicando, bem como estimular a troca de experiências e conhecimento.
II. Conteúdo Programático
Aula Data Conteúdo 1. 12/03
Apresentação da disciplina
Exposição de Projeto de Dissertação (Convidado) Distribuição das apresentações
2. 09/04 1ª Rodada – 4 apresentações 3. 16/04 1ª Rodada – 4 apresentações 4. 23/04 1ª Rodada – 4 apresentações 5. 30/04 1ª Rodada – 4 apresentações 6. 11/06 2ª Rodada – 4 apresentações 7. 18/06 2ª Rodada – 4 apresentações 8. 25/06 2ª Rodada – 4 apresentações 9. 02/07 2ª Rodada – 4 apresentações
2 | Metodologia e Avaliação
O programa será desenvolvido com base nas apresentações dos pré-projetos, incluindo, necessariamente, questionamentos por parte dos professores e dos membros da turma, voluntários ou escolhidos. Cada aluno deverá apresentar seu pré-projeto em duas oportunidades no decorrer da disciplina.
A leitura e conhecimento prévio dos pré-projetos a serem apresentados serão considerados requisitos para a avaliação da participação. A interação e a troca de idéias entre os participantes da disciplina são consideradas especialmente relevantes.
A avaliação será realizada com base nos seguintes elementos: a. Presença em aula;
b. Contribuição aos debates;
c. Apresentação do pré-projeto nas aulas indicadas.
O conceito A é atribuído inicialmente a todos os alunos. Contudo, sua manutenção fica condicionada às seguintes situações:
Presença em pelo menos dois encontros de cada rodada de apresentação de pré- projetos, além da primeira aula;
Conhecimento e contribuições ao desenvolvimento dos pré-projetos apresentados pelos mestrandos.
Clara melhora do pré-projeto na comparação entre a primeira e segunda versão apresentadas. Obs: Entende-se por clara melhoria o empenho de cada aluno em considerar as críticas e sugestões na primeira série de apresentações, consultando seus respectivos professores orientadores, para que na segunda rodada sejam apresentadas e justificadas as escolhas realizadas na construção do projeto, além de considerar vantagens e limites da nova formulação.
Em síntese:
A Clara melhoria da apresentação 1 para 2 e contribuição ao demais
B Clara melhoria da apresentação 1 para 2 e conhecimento dos demais trabalhos C Clara melhoria da apresentação 1 para 2
3 | Para estimular o debate, a turma será dividida em grupos, cada qual responsável pela arguição de um dos pré-projetos de cada data agendada, por meio da presença de um ou mais de seus representantes presentes nas aulas.
III. Alocação de Leitura
Os alunos deverão providenciar a leitura prévia dos pré-projetos indicados para a respectiva aula. Para que isso seja possível, o mestrando deverá disponibilizar eletronicamente cópia de seu pré-projeto aos professores e colegas de sala, em até uma semana antes das datas agendadas para apresentação. Além disso, cópias eletrônicas dos slides das apresentações deverão ser enviadas por email até a véspera das apresentações. Os professores, em posse do material enviado, se responsabilizarão por disponibilizá-lo no portal nas respectivas aulas agendadas para apresentação.
IV. Bibliografia Básica
Artigos
1. CALDAS, M. P. Apresentação. Revista de Administração de Empresas, v. 43, n. 3, julho/setembro 2003, p. 65-68.
2. DOWNEY, H. K.; IRELAND, R. D. Quantitative versus qualitative: environmental assessment in organizational studies. Administrative Science Quarterly, v. 24, 1979, p. 630-637.
3. JICK, T. D. Mixing qualitative and quantitative methods: triangulation in action. Administrative Science Quarterly, v. 24, 1979, p. 602-611.
4. MCKINLEY W.; MONE, M.; MOON, G. Determinantes e desenvolvimento de escolas na teoria organizacional. Revista de Administração de Empresas, v. 43, n. 3, julho/setembro 2003, p. 85-99.
5. SUTTON, R. I.; STAW, B. O que não é teoria. Revista de Administração de Empresas, v. 43, n. 3, julho/setembro 2003, p. 74-84.
6. WHETTEN, D. A. O que constitui uma contribuição teórica? Revista de Administração de Empresas, v. 43, n. 3, julho/setembro 2003, p. 69-73.
Livros
1. BABBIE, E. Métodos de pesquisas de survey. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1999. 2. BAUER, M.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis:
Vozes, 2002.
4 | 3. BECHHOFER, F.; PATERSON, L. Principles of research design in the social sciences.
Routledge, 2000.
4. BOOTH, W. C; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
5. BRYMAN, A. Quantity and quality in social research. London: Routledge, 1996. 6. BRYMAN, A. Research methods and organization studies. London: Routledge, 1989. 7. CASTRO, C. M. A prática da pesquisa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978.
8. CRESWELL, J. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
9. GOODE, W. J.; HATT, P. K. Métodos em pesquisa social. 7ª ed. São Paulo: Nacional, 1979.
10. DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y. S. (eds.) Handbook of qualitative research. Thousand Oaks: Sage, 1994
11. KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU, 1980.
12. KERLINGER, F.; LEE, H. Foundations of behavioral research. 4th ed. London: Thomson Learning, 2000.
13. KUMAR, R. Research methodology: a step-by-step guide for beginners. London: Sage, 2005.
14. LANKSHEAR, C.; KNOBEL, M. Pesquisa metodológica: do projeto à implementação. Porto Alegre: Artmed, 2008.
15. LAVILLE, C.; DIONE, J. A construção do saber. Porto Alegre: Artmed, 1999.
16. MERTON, R. On social science and science. Chicago: University of Chicago Press, 1996. 17. RICHARDSON, R. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1999. 18. SCHWAB, D. P. Research methods for organizational studies. New Jersey: Lawrence
Erlbaum, 2005.
19. SELTTIZ, C. et al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: EPU, 4ª reimpressão, 1974.
20. SELTTIZ, C.; WRIGHTSMAN e COOK. Métodos de pesquisa nas relações sociais. Vol. 1. Delineamentos de pesquisa. São Paulo: EPU, 1987.
21. TSOUKAS, H.; KNUDSEN, C. The Oxford handbook of organization theory. New York: Oxford University Press, 2003.
22. YIN, R. Estudo de caso. Porto Alegre: Bookman, 2005.
V. Bibliografia Geral (não exaustiva)
1. BABBIE, E. The practice of social research. Belmont: Cengage, 2006.
2. BECKER, H. Métodos de pesquisa em ciências sociais. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, 1997.
5 | 3. BENTO, A. M., FERREIRA, M. R. D. A prática da pesquisa em ciência social: uma estratégia
de decisão e ação. Revista de Administração Pública, v. 17, n.4, p.4-39, out./dez. 1983 4. BRUYNE, P.; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M. Dinâmica da pesquisa em ciências sociais.
5ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves Editora, 1991.
5. COOPER, D.; SCHINDLER, P. Business research methods. 7th ed. Boston: McGraw-Hill, 2000.
6. CORBETTA, P. Social research: Theory, methods and techniques. London: Sage, 2003. 7. CRANO, W. D.; BREWER, M. B. Principles and methods of social research. New Jersey:
Lawrence Erlbaum, 2002.
8. DERKSEN, L.; GARTRELL, J. Scientific explanation. In: Edgar F. Borgatta; Rhonda J. V. Montgomery (eds.). Encyclopedia of Sociology, 2nd ed. New York: MacMillan. Vol. 4, pp. 2463-2473, 2000. 9. DIETERICH, H. Novo guia para a pesquisa científica. Blumenau: Editora da FURB, 1999. 10. DIMAGGIO, P. J. Comments on ‘What theory is not’. Administrative Science Quarterly, v.
40, n. 3, 1995, p. 391-397.
11. ECO, U. Como se faz uma tese. 16ª ed. São Paulo: Editora Perspectiva, 2001.
12. FREITAS, H. et al. O método de pesquisa survey. Revista de Administração, v. 35, n. 3, 2000, p. 105-112.
13. HEDSTROM, P. Dissecting the social. New York: Cambridge Univ. Press, 2005.
14. KIDDER, L. (Org). Métodos de pesquisa nas relações sociais (2ª ed. Brasileira). 3 volumes. São Paulo: EPU, 1987.
15. KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2000. 16. LACEY, H. Valores e atividade científica. São Paulo: Discurso Editorial, 1998.
17. LONGINO, H. E. Science as social knowledge: values and objectivity in scientific inquiry. Princeton: Princeton Univ. Press, 1990.
18. MILES, M.; HUBERMAN, A. Qualitative data analysis: an expanded sourcebook. 2nd. ed. Thousand Oaks: SAGE, 1994.
19. POPPER, K. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix e Editora da USP, 1975. 20. REED, M.; HUGHES, M. (eds.). Rethinking organization: new directions in organization
theory and analysis. London: Sage, 1992.
21. SPROULL, N. Handbook of research methods. 2nd. ed. Maryland: Scarecrow Press, 2002. 22. STINCHCOMBE, A. L. The logic of social research. Chicago: The University of Chicago
Press, 2005.
23. WEBER, M. Metodologia das ciências sociais (Parte 1). 2ª ed. São Paulo: Cortez; Campinas, SP: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1993.
24. WEBER, M. Metodologia das ciências sociais (Parte 2). São Paulo: Cortez; Campinas, SP: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1992.
25. VAN MAANEN, J. V. (Ed.). Qualitative methodology. Beverly Hills: Sage, 1983.
26. GRIX, J. (2002). Introducing students to the generic terminology of social research. Politics, 22(3), 175-186.
6 | 27. ABRAHAMSON, E. (2008). 22 Things I hate: mini rants on management research. Journal
of Management Inquiry, 17(2), 422-425.