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CAFÉ DA MANHÃ COM AS EMPRESAS

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Academic year: 2021

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CAFÉ DA MANHÃ COM AS EMPRESAS

NOSSA AGENDA

  NOVO MANUAL DO MTE

  RELAÇÃO IPP-EMPRESA

(3)
(4)

•  Manual da Aprendizagem do MTE, Questão 8:

Na vigência do contrato de aprendizagem, a empresa pode alterar

a modalidade desse contrato para prazo indeterminado?

•  Posição MTE: Não, pois o contrato de aprendizagem é de

natureza especial, cujo objetivo principal é a formação

profissional do aprendiz. Quando o contrato de  aprendizagem

chegar ao seu termo final, o adolescente/jovem poderá

ser  contratado por prazo indeterminado. A quebra do contrato

antes da conclusão do programa constitui rescisão antecipada do

contrato de aprendizagem sem justa causa, sujeitando o

empregador à autuação administrativa.

(5)

•  Manual da Aprendizagem do MTE, Questão 35:

•  O empregador pode formalizar novo contrato de aprendizagem com o mesmo

aprendiz após o término do anterior, mesmo quando o prazo do primeiro contrato for inferior a dois anos?

•  Não, pois a finalidade primordial do contrato de aprendizagem estaria sendo

frustrada, ao se admitir a permanência do aprendiz na empresa após o término do contrato anterior, por meio de um novo contrato de mesma natureza, ainda que com conteúdo distinto, em vez de capacitá-lo a ingressar no mercado de trabalho. Ademais, o art. 452 da CLT considera de prazo indeterminado todo contrato que suceder, dentro do prazo de seis meses, a outro contrato de prazo determinado, salvo se a expiração deste dependeu da execução de serviços ou da realização de certos acontecimentos.

(6)

•  Manual da Aprendizagem do MTE, Questão 61:

Quais as implicações da continuidade do aprendiz na empresa

após o término do contrato?

•  O contrato passa a vigorar como contrato de prazo

indeterminado, com todos os direitos dele decorrentes.

(7)

•  Manual da Aprendizagem do MTE, Questão 36:

O contrato de aprendizagem pode ser prorrogado?

•  Não, porque o contrato de aprendizagem, embora pertencente ao

gênero dos contratos de prazo determinado, é de natureza

especial. A duração do contrato está vinculada à duração do

curso de aprendizagem, cujo conteúdo é organizado em grau de

complexidade progressiva, conforme previsão em programa

previamente elaborado pela entidade formadora e validado no

Cadastro Nacional de Aprendizagem, o que é incompatível com a

prorrogação.

(8)

•  Manual da Aprendizagem do MTE, Questão 36:

• 

O jovem que tenha firmado contrato de emprego pode

ser contratado como aprendiz?

•  Na mesma empresa, não.

(9)

Os aprendizes estão sujeitos as seguintes

hipóteses de licença:

• Paternidade;

• Maternidade;

• Por motivo de doença ou acidente.

(10)

Licença-paternidade

•  Garantia constitucional prevista no Art. 7º, XIX, consistindo no

período de 5 (cinco) dias em que o empregado usufruirá em razão

do nascimento de filho, conforme Art. 10., § 1º do ADCT;

•  Aplicável aos aprendizes que se tornarem pais na constância do

contrato de aprendizagem;

•  Não há afastamento pelo INSS, apenas fruição do período sem

desconto pela ausência ao trabalho (equipara-se a hipótese de

falta justificada).

(11)

Licença-maternidade

•  Garantia constitucional prevista no Art. 7º, XVIII, consistindo no período de 120

(cento e vinte dias) dias em que a empregada usufruirá em razão do nascimento de filho;

•  Aplicável às aprendizas que se tornarem mães na constância do contrato de

aprendizagem;

•  Há afastamento pelo INSS: a aprendiza é beneficiada pelo salário-maternidade,

com início 28 (vinte e oito) dias antes e término 91 (noventa e um dias) depois do parto, podendo ser prorrogado em mais 2 semanas (anterior ou posterior ao parto), através de atestado médico específico, conforme Art. 71 da Lei. nº. 8.213/1991 e Art. 93, caput e § 3º do Decreto nº 3.098/1999.

(12)

Licença por motivo de doença ou acidente de trabalho

•  Ocorrência da incapacidade do empregado para sua desenvolver atividades

laborais. Pode ser motivada por doença ou acidente, comum ou de trabalho.

•  Aplicável aos aprendizes que forem acometidos por doenças ou acidente que

os incapacite para os trabalho;

•  Se a incapacidade para o trabalho durar até 15 dias: não há afastamento pelo

INSS, o aprendiz fruirá este período para seu reestabelecimento sem desconto pela ausência ao trabalho (falta justificada);

•  Se a incapacidade para o trabalho durar mais de 15 dias: a partir do 16º dia,

haverá afastamento pelo INSS e o aprendiz será beneficiado pelo auxílio-doença.

(13)

•  Manual da Aprendizagem do MTE, Questão 64:

•  As hipóteses de estabilidade provisória decorrentes de acidente de trabalho e

de gravidez são aplicáveis ao contrato de aprendizagem?  

•  As hipóteses de estabilidade provisória acidentária e a decorrente de gravidez

não são aplicáveis aos contratos de aprendizagem, pois se trata de contrato com prazo prefixado para o respectivo término. Entretanto, cabe ao empregador recolher o FGTS do aprendiz durante o período de afastamento (art. 28 do Decreto nº 99.684, de 8 de novembro de 1990), computando-se este período, desde que não seja superior a seis meses, para fins de aquisição do direito às férias anuais (art. 133, IV, da CLT).

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DAS

LICENÇAS NOS CONTRATOS DE APRENDIZAGEM

(14)

A orientação do Manual da Aprendizagem se mantêm após nova redação da Súmula 244 do TST*?

*Súmula nº 244 do TST

GESTANTE. ESTABILIDADE PROVISÓRIA (redação do item III alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em 14.09.2012) - Res. 185/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012

[...]

III - A empregada gestante tem direito à estabilidade provisória prevista no art. 10, inciso II, alínea “b”, do Ato das Disposições Constitucionais

Transitórias, mesmo na hipótese de admissão mediante contrato por tempo determinado.

 

SIM. O Ministério do Trabalho e Emprego editou a Nota Técnica nº. 70, em 5/03/2013, confirmando a inaplicabilidade da estabilidade provisória às aprendizas gestantes.

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DAS

LICENÇAS NOS CONTRATOS DE APRENDIZAGEM

(15)

Excerto da Nota Técnica nº. 70/2013:

“[...] No caso da aprendizagem, o termo final do contrato indica basicamente o encerramento das atividades previstas no programa de aprendizagem. É

indiferente para tanto se, no momento em que o contrato se encerra, a empregada aprendiz estava ou não gestante. Diferente dos contratos de prazo determinado tradicionais, não se pode sequer presumir que a condição de gestante frustrou a prorrogação daquele vínculo de aprendizagem, cujo encerramento se dá por um critério objetivo-temporal, qual seja, o simples adimplemento de um termo final previamente fixado para as atividades teóricas e práticas que integram o programa.:

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DAS

LICENÇAS NOS CONTRATOS DE APRENDIZAGEM

(16)

•  Manual da Aprendizagem do M.T.E, Questão 66:

•  Como fica o contrato de aprendizagem em casos de afastamento em razão de

licença-maternidade, acidente de trabalho ou auxílio-doença?

•  Esses afastamentos também não constituem, por si só, causa para rescisão do

contrato, produzindo os mesmos efeitos que nos contratos de prazo determinado;

•  Transcorrido o período de afastamento sem atingir o termo final do contrato e não

sendo possível ao aprendiz concluir a formação prevista no programa de aprendizagem, o contrato deverá ser rescindido sem justa causa e poderá ser-lhe concedido um certificado de participação ou, se for o caso, um certificado de conclusão de bloco ou módulo cursado;

•  Caso o termo final do contrato ocorra durante o período de afastamento e não tenha

sido feita a opção do art. 472, § 2º, da CLT, o contrato deverá ser rescindido normalmente na data predeterminada para o seu término.

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DAS

LICENÇAS NOS CONTRATOS DE APRENDIZAGEM

(17)

•  Manual da Aprendizagem do M.T.E, Questão 64:

•  Como fica o contrato do aprendiz selecionado pelo serviço militar?

•  O afastamento do aprendiz em virtude das exigências do serviço militar não constitui

causa para rescisão do contrato, podendo as partes acordar se o respectivo tempo de afastamento será computado na contagem do prazo restante para o término do contrato do aprendiz (art. 472,caput e § 2º, da CLT), cabendo à empresa recolher o FGTS durante o período de afastamento (art. 15, § 5º, da Lei nº 8.036/90);

•  Transcorrido o período de afastamento sem atingir o termo final do contrato e não

sendo possível ao aprendiz concluir a formação prevista no programa de aprendizagem, o contrato deverá ser rescindido sem justa causa e poderá ser-lhe concedido um certificado de participação ou, se for o caso, um certificado de conclusão de bloco ou módulo cursado;

•  Caso o termo final do contrato ocorra durante o período de afastamento e não tenha

sido feita a opção do art. 472, § 2º, da CLT, o contrato deverá ser rescindido normalmente na data predeterminada para seu término.

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DAS

LICENÇAS NOS CONTRATOS DE APRENDIZAGEM

(18)
(19)

Programas e cursos homologados pelo MTE – Ministério do

Trabalho e Emprego

O IPP conta com uma experiência de quase 10 anos em processos

educacionais envolvendo aprendizes, preparando, motivando e

cuidando de forma diferenciada dos jovens para ingressar e

permanecer no mundo do trabalho, auxiliando-os em seu

desenvolvimento, formando uma

rede de apoio

em conjunto com

seus pais e responsáveis legais, possibilitando o pleno exercício de

sua cidadania.

(20)

Atendimento diferenciado

Nossos diagnósticos precisos frente às reais

necessidades de aprendizagem

apresentadas pelas

empresas que nos procuram, permitem que nosso

atendimento seja diferenciado. Damos o suporte

necessário durante todo o período de contrato com as

empresas.

(21)

Programas diferenciados para atender a sua empresa

Podemos desenvolver um curso específico com foco na

área de atuação

da empresa

interessada em contratar um

grupo acima de 20 aprendizes, desta forma maximizando

os  resultados e agregando um diferencial valioso para as

empresas.

(22)

Vínculo empregatício

O aprendiz poderá não ter vínculo empregatício

com a empresa onde prestará serviço, o que é uma

forma de terceirização onde a empresa assina o

contrato com o IPP e o IPP assina contrato com o

aprendiz, através de seus pais ou responsável

legal, quando menor.

(23)

Cadastro no CMDCA

Somos uma entidade cadastrada no CMDCA

(Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do

Adolescente) sob nº 1174/CMDCA, com autorização

para trabalhar com a Lei do Aprendiz e também

somos registrados no COMAS – Conselho

Municipal de Assistência Social sob nº 1194/2007).

(24)

SAAP – Serviços de Atendimento ao Aprendiz

O jovem e/ou sua família contam com serviços que

facilitam a permanência do jovem em nossa instituição.

São eles:

Esclarecimentos Jurídicos:

O jovem e/ou sua família

contam com o serviço de esclarecimentos jurídicos para

dissipar dúvidas trabalhistas;

Apoio psicológico:

Problemas de adaptação podem ser

sanados com a interferência dos nossos psicólogos.

(25)

Política da Qualidade

Nossa política da qualidade respalda-se na ética e na cidadania, na legalidade, na melhoria contínua e na satisfação de todos:

- Guiar-se pela ética;

- Inspirar-se em valores de cidadania; - Cumprir a Lei do Aprendiz;

- Esforçar-se continuamente para melhoria dos processos internos e da equipe; - Propiciar a capacitação profissional de jovens, desenvolvendo suas

competências;

- Tornar-se referência em Ensino Profissionalizante; - Inserir os jovens capacitados no mundo do trabalho; - Garantir a satisfação de todos os envolvidos.

(26)

RELAÇÃO IPP-EMPRESA

Nossos diferenciais nos permitiram formar mais de 5.000 jovens ao longo de nossa história e atender a uma série de empresas que veem no ato de contratar um aprendiz, um ato de

(27)

Quem são os nossos jovens?

•  Gerações Y e Z;

•  Imediatistas;

•  Consumistas;

•  Executar multitarefas;

•  Conectado, aberto ao diálogo, veloz e global;

•  Habilidade e intimidade com os eletrônicos e a

velocidade da informação;

•  Desmotivados.

(28)
(29)

Estratégia Metodológica

•  Maior motivação no ensino-aprendizagem;

•  Visa encontrar soluções para a falta de motivação, fator

determinante para a aquisição da aprendizagem,

proporcionando ao aluno posicionar-se de maneira

crítica, criativa, reflexiva e construtiva frente à família,

escola, comunidade empresa nas soluções dos

problemas.

(30)

Essa metodologia

•  Dá ênfase à contextualização dos conteúdos e

interdisciplinaridade das disciplinas como práticas que se

fundamentam essencialmente no diálogo e na ação de forma

criativa, critica, inovadora, reflexiva;

•  Propõe um paradigma construtivista, interacionista, sociocultural

e transcendente, em que o professor neste contexto, é o

mediador, o estimulador, articulando as experiências extra e intra

classe, em que o aluno reflita sobre suas relações com o mundo

e o conhecimento.

(31)

•  Um projeto gera situações problemáticas, ao mesmo tempo, reais

e diversificadas. Possibilita, assim, que os jovens, ao decidirem,

opinarem, debaterem, construam sua autonomia e seu

compromisso com o social;

•  Proporciona o envolvimento do aluno no projeto, onde eles

tomam decisões, fazem escolhas, executam e vão adotando

comportamentos e valores embasados em seus conhecimentos;

•  Os conteúdos trabalhados ganham vida, significado, porque não

são vistos isoladamente, mas integrados a um conjunto,

conectado, interligado a outras disciplinas, na construção do

conhecimento.

(32)

1º Trimestre:

Reaprendendo a valorizar os valores (Dia de

fazer a diferença);

2º Trimestre:

Projeto de Vida (Projeto Rumo);

3º Trimestre:

Comprometimento;

4º Trimestre:

Despertando talentos.

(33)

1º TRIMESTRE

(34)

Objetivo Geral

Proporcionar aos aprendizes uma reflexão

sobre valores e sua utilização na vida pessoal

e profissional, estimulando-os a participarem

da construção de uma sociedade mais justa e

solidária.

(35)

Ações

•  Levar o jovem a uma reflexão sobre alguns valores e a

sua importância;

•  Aprender a identificar os valores;

•  Fazer junto com o jovem uma autoanálise sobre se ele

possui certo valor e como fazer para adquiri-lo;

•  Questionar com o jovem sobre o conceito de valor.

(36)

Projeto rotário que objetiva a busca da valorização

do ser humano, resgatando a importância das

virtudes, como tendência para o bem, que devem

ser ensinadas e partilhadas pela família, sociedade,

escola e empresa também.

Os valores se constroem no convívio com o outro e

nas ações do dia a dia.

(37)

2º TRIMESTRE

(38)

Objetivo Geral

Levar o jovem a uma reflexão sobre o seu EU,

identificando seus limites, e possíveis

mudanças em seus comportamentos,

atitudes e principalmente um questionamento

em relação ao seu profissional.

(39)

Ações

•  Sensibilização (escolhas de uma vida);

•  Linha do tempo;

•  Tabela: Saúde Física, Saúde Espiritual, Saúde,

Intelectual, Saúde Familiar, Saúde Social, Saúde

Financeira, Saúde Profissional e Saúde Ecológica.

Culminância: Projeto Rumo

(40)

Objetivo Geral

Através de um ciclo de palestras visa proporcionar

informações e esclarecimentos sobre as diferentes

profissões e áreas de atividades, dissipando

dúvidas e orientando os adolescentes para uma

futura escolha profissional.

(41)

3º TRIMESTRE

(42)

Ações

Sensibilização; Questionamentos:

Na sua opinião, o que é comprometimento? Onde podemos usá-lo?

Onde e como aprendemos a sermos comprometidos? Isso é um valor?

É necessário ter isso para ter sucesso? Por que?

Se eu não for comprometido, o que pode acontecer com a minha carreira? Onde e como uso isso no meu dia a dia?

Conclusões.

(43)

4º TRIMESTRE

(44)

Objetivo Geral

Proporcionar aos jovens a valorização e a

motivação necessária para elevação de sua

autoestima, valorizando as suas habilidades

artísticas e oportunizando a melhoria da

comunicação intra e inter grupos.

(45)

Ações

Descoberta de talentos:

•  Música;

•  Teatro;

•  Poesia;

•  Artesanato;

•  Pintura;

•  Apresentação;

•  Dança;

•  Instalação.

DESPERTANDO TALENTOS

(46)

1º Trimestre:

Contar e Recontar (Dia de fazer a diferença);

2º Trimestre:

Orientação Profissional (Projeto Rumo);

3º Trimestre:

SER Profissional;

4º Trimestre:

SER Empreendedor.

(47)

Objetivos Gerais

•  Adotar, no dia a dia, atitudes de solidariedade,

cooperação e repúdio às injustiças e discriminações;

•  Construir uma imagem positiva de si, o respeito

próprio traduzido pela confiança em sua capacidade de

escolher e realizar seu projeto de vida e pela

legitimação das normas morais que garantem a todos

essa realização;

(48)

•  Assumir posições segundo seu próprio juízo de valor,

considerando diferentes pontos de vista e aspectos de

cada situação;

•  Através de atividades individuais, em grupos e de

avaliação, desenvolver as habilidades de organização,

responsabilidade, respeito, solidariedade, disciplina.

(49)

Ações

•  Trabalho com textos;

•  Qual a definição de Literatura?

•  Quais elementos compõem a estrutura do Conto?

•  O que são Contos Literários e quais exemplos

clássicos; são citados?

•  Estrutura dos contos;

•  Tipos de contos.

(50)

•  Semana de fazer a diferença (abril);

•  Trabalho voluntário: Contação de histórias para as

crianças de escola pública.

(51)

2º TRIMESTRE

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL

Objetivo Geral

Promover o autoconhecimento e auxiliar os jovens a

buscar mais informações sobre as profissões de seu

interesse para que eles possam fazer escolhas com mais

segurança.

(52)

Ações

Autoconhecimento

Abrangência dos principais cursos, crescimento de inserção nas faculdades públicas e privadas e cursos mais procurados.

Autoconhecimento;

Orientação Psicossocial

Estimular os valores pessoais dos participantes para que encontrem dentro de si a verdadeira vocação para sua carreira;

Autoconhecimento e senso crítico;

Realidade social

Levar o jovem a se imaginar enquanto profissional, e dessa forma detectar como eles simbolizam determinadas profissões diante o status social;

(53)

Informação profissional 

Informar ao jovem as especificidades de diferentes profissões, elucidar dúvidas acerca das mesmas e desmitificar mitos e preconceitos. Além disso levantamos reflexões, sobre os critérios para escolha profissional, sobre quais as

expectativas em relação a carreira, ancoras profissionais, etc.;  

Aptidões

Através do autoconhecimento, verificar a tendência, capacidade, natural ou adquirida para realizar qualquer coisa;

Áreas profissionais.

(54)

Objetivo Geral

Através de um ciclo de palestras visa proporcionar

informações e esclarecimentos sobre as diferentes

profissões e áreas de atividades, dissipando

dúvidas e orientando os adolescentes para uma

futura escolha profissional.

(55)

3º TRIMESTRE

(56)

A relação entre um estado de TER e um estado do SER

Sociedade moderna: Valoriza-se mais o Ter que o Ser

Objetivo Geral

Levar o jovem a perceber a real importância das coisas,

voltando-se para o seu íntimo, levando-o a pensar sobre a

sua trajetória de vida.

(57)

Ações

•  Leitura e discussão sobre biografias e autobiografias;

•  Reconhecimento da biografia/autobiografia enquanto

um importante gênero textual;

•  Localização no tempo fatos importantes de seu

desenvolvimento;  

•  Elaboração um texto autobiográfico a partir dos fatos

resgatados;

•  Produção de autorretrato a partir das observações de

suas principais características.

(58)

Retrato

Cecília Meireles

A Porta

Vinicius de Moraes

Meus Oito Anos

Casimiro de Abreu

Aí eu peguei e nasci!

José Simão

Supermercado Millôr

(Autobiografia de Mim Mesmo à maneira de Mim Próprio)

Quem eu sou ?

Como eu sou ?

De onde eu vim ?

(59)

Sete Passos

 

1º Passo:

Encontrar:

- Infância;

- Adolescência;

- Adulto;

- Atualidade;

2º Passo:

Dividir;

3º Passo:

Documentar;

4º Passo:

Problematizar (...)

O SER PROFISSIONAL

(60)

Sete Passos

 

5º Passo:

Reescrever;

6º Passo:

Propor;

7º Passo:

Rever.

O SER PROFISSIONAL

(61)

4º TRIMESTRE

(62)

SER EMPREENDEDOR

MENTES CONECTADAS, LIDERANDO ESCOLHAS

E CAMINHOS = JOVENS APRENDIZES IPP

(63)

Objetivos Gerais

•  Incentivar a cultura empreendedora junto aos jovens aprendizes;

•  Estimular em cada indivíduo que acredita na possibilidade de ser

empreendedor, a inspiração para encontrar as devidas saídas e

soluções para este grande desafio;

•  Contribuir assim, para a transformação da realidade por meio do

ato de empreender, oferecendo soluções para suas empresas e

departamentos.

(64)

Apresentação 1

Aprendiz: Victor Balconi

Orientadora: Silvia

Empresa: Citi

(65)

Apresentação 2

•  Aprendiz: Rayssa Silva e Souza

•  Orientadora: Micheli

•  Empresa: IGESP

(66)

Apresentação 3

•  Aprendiz: Beatriz Goldini Volpolini

•  Orientadora: Micheli

•  Empresa: Leo Burnett

(67)

Apresentação 4

•  Aprendiz: Heitor Santiago Yamin

•  Orientador: Cristiane

•  Empresa: Financial Management

Control

(68)

Apresentação 5

•  Aprendiz: Lucas Paulino dos

Santos

•  Orientadora: Maria Cristina

•  Empresa: Melhor Bocado

(69)

SENHORAS E SENHORES

SEJAM NOSSOS PARCEIROS!

(70)

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