Graduado em Gestão de Seguros. Possui MBA em Gestão Empresarial pela
UFRJ e em Saúde Suplementar pela Universidade Católica de Petrópolis.
Cursando MBA em Gestão de Pessoas pela Universidade Católica de
Petrópolis. Corretor de Seguros e sócio da Vertseg Corretora.
Experiência de mais de 20 anos no mercado segurador, tanto em área
Técnica quanto Comercial onde exerceu cargo de Liderança em ambas as
Seguradoras, SulAmérica Seguros e Caixa Seguradora. Professor da Escola
Nacional de Seguros (ENS) - Curso de Formação de Corretores.
O QUE VEREMOS
•
DESAFIOS DA GESTÃO EMPRESARIAL
•
TORNANDO-SE UM EMPRESÁRIO (EMPREENDEDOR EM SEGUROS)
•
PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS EM SEGUROS
DESAFIOS DA GESTÃO EMPRESARIAL: LIDERANÇA
Baseada em Princípios:
■ Líderes continuamente aprendendo (Novos Conhecimentos). São humildes. ■ Possuem atitude otimista, (Contagiam todos à sua volta).
■ São Flexíveis.
■ A última característica é a sinergia. Essas pessoas são catalisadoras de mudanças, melhoram qualquer situação em que se envolvem e trabalham de forma tão árdua quanto inteligente. Sab em trabalhar em equipe , delegando poderes e são sincera, contribuindo para o processo criativo na solução de problemas.
Líder Plenamente Desenvolvido:
■ Conhece suas Forças e Fraquezas, e como empregar integralmente as primeiras para compensar as últimas.
Também são capazes:
■ Alcançar alto grau de autoexpressão; ■ Ouvir a voz interior;
■ Aprender com os mentores certos; e ■ Entregar-se a um objetivo maior.
DESAFIOS DA GESTÃO EMPRESARIAL: LIDERANÇA
Liderança como Administração do Sentido:
■ Ela surge de uma nova concepção de liderança, em que a habitual forma de control e não é mais concebível . Agora, o que interessa não é como reali zar a s atividades produti vas – conforme ocorria na burocracia –, mas, si m,
por que
fazê-las.
Estilos de Liderança:
■ Autoritário (Big Boss ): Não se importa com a opinião do Time.
■ Carismático: (Empresas de Sucesso e Funcionários Fiéis ): Umas das características mais importantes .
■ Motivador (Deixa a desejar no quesito Técnico e Racional ). Alcança resultados improváveis para equipes limitadas. Melhor trabalhar com o Inteligente ou o Esforçado ?
DESAFIOS DA GESTÃO EMPRESARIAL: LIDERANÇA
Estilos de Liderança:
■ Especialista ( Ajuda a equipe e Auxilia bem os Subordiandos ): Relações Interpessoai s .
■ Liberal (Permite aos colaboradores Criar, Desenvolver e ter idéias inovadoras): Maturidade
■ Democrático (Considera importante a participação do time na tomada de decisão): Inclusão
■ Coach: (Sabe aproveitar o melhor de cada colaborador, auxilia no desenvol vimento de suas li mitações, fazendo com que toda a equipe trabalhe de maneira sinérgica : Resultados Extraordinários .
Liderança Empreendedora:
■ Buscam conciliar as necessidades Pessoais com o Trabalho.
■ Líderes nato: Assumem Responsabilidades + Influenciam + Fazer Acontecer ■ Acabativa: Primeiros Passos, Passos do Meio e Finalizam.
Porque Empreender Um Negócio?
■ O que te Move ?
Um empreendedor, geralmente, tem características diferenciadas como: ■ Originalidade;
■ Flexibilidade;
■ Facilidade nas negociações; ■ Tolerância a erros;
■ Iniciativa; ■ Resiliência; ■ Otimismo; e ■ Autoconfiança.
“Empreended or é, antes de tudo, a pessoa que tem a capacida de de enxergar o que os
TORNAND0-SE UM EMPRESÁRIO
(EMPREENDEDOR EM SEGUROS):
Sobre a Ideia:
Necessári o ter boas ideias. Algumas delas são:■ Negócios existentes – Negócios em falência. ■ Franquias e patentes;
■ licença de produtos – uma fonte de boas ideias é assinar revistas da área.
■ Empregos anteriores – Ideias desenvolvidas por empreendedores enquanto eram empregados de outros;
■ Caos econômico, crises, atrasos (quando há estabilidade, as oportunidades são mais raras);
Sobre a Oportunidade:
É a chance substanciada de uma ideia se t ransformar em um negócio de sucesso...Reflexões a fazer:■ A oportunidade deve se ajustar ao empreendedor. Vai depender do (know-how, perfil individual, motivação, relações);
■ A oportunidade é um alvo móvel. Se alguém a vê, ainda há tempo de aproveitá-la; ■ A oportunidade é a fagulha que detona a explosão do empreendedorismo;
■ Reconhecer e agarrar oportunidades não é uma questão de usar técnicas, checklists e o utros métodos de identificar e avaliar; não há “receita de bolo ”, mas depende da capacidade do empreendedor.
TORNAND0-SE UM EMPRESÁRIO
(EMPREENDEDOR EM SEGUROS):
As respostas às perguntas a seguir servem de orientação para trilharem o caminho certo: ■ o que fazer? (What)
■ Quando? (When) ■ Por que? (Why)
■ Com quem (se for o caso)? (With whom) ■ Onde? (Where)
■ Como? (How)
■ Quanto? (How much)
Mediante respostas conscientes e devidamente amadurecidas, definem -se o objetivo
desejado e o momento certo para a sua execução , bem como os motivos e as estratégias a serem adotados para o sucesso do empreendimento.
A Necessidade de Vencer a Inércia:
Esse movi mento é, portanto, causado pela conjunção de duas coisas: vontade e motivação: ■ Vontade é a capacidade de reagirmos ao que nos aparece.■ Motivação é a ação a partir de um motivo. Não é possível motivar outra pessoa...
TORNAND0-SE UM EMPRESÁRIO
(EMPREENDEDOR EM SEGUROS):
Empresário:
■ O Antigo Modelo: O Código Comercial de 1850 e o Código Civil de 1916 regiam o direito das empresas mercantis e civis no Brasil até janeiro de 2003.
■ Novo Modelo: Com o Código Civil, o sistema jurídico passou a adotar uma nova classificação que não se apoi a mais na ati vidade desenvol vida pela empresa, isto é, comérci o ou ser viços, mas no aspecto econômico de sua atividade, ou seja, fundamenta -se na teoria da empresa.
Sozinho:
Empresário ou Autônomo.Empresário:
■ Capacidade Civil: A idade mínima passa de 21 para 18 anos e a Emancipação poderá se dar entre 16 e 18 anos, desde que não seja legalmente impedida.
Empresário :
■ Empresário x Autônomo:
O elemento da empresa se refere à atividade desenvolvida pela empresa, isto é, faz parte do seu objeto social e de como ela está organizada para atuar.
Podemos afi rmar que é considerado autôno mo aquel e que atua, por conta própria (sem sóci os), como profissi onal li beral (advogado, dentista, médico, engenhei ro, arquiteto, contabilista), e que, na verdade, vende serviços de natureza intelectual .
■ Sociedade Empresária x Sociedade Simples:
Desta forma, podemos dizer que “Sociedade Empresária” é a reunião de dois empresários ou mais para a exploração, em conjunto, de atividade(s) econômica(s) .
Já a s Sociedades simpl es são aquelas formadas por p essoas que exercem Profissão Intelectual (gênero), de natureza científica, literária ou artística (espécies), mesmo se contarem com auxiliares ou colaborado res .
O Empresário Corretor de Seguros:
■ O Contrato Social da Corretora de Seguros:
Elaboração : Os dispositivos mais i mportantes são os contidos na legislação da SUSEP.
■ Empresa Baseada em Co nhecimento e Co nsulto ria : Responsável por
O Empresário Corretor de Seguros:
■ Capacidade de Gestão de Indicadores: Estabelecer alguns índices de desempenho:
-
Quantidade atual de clientes
e crescimento de sua carteira no tempo;-
Quantidade de itens segurados:
Tipo de seguro + cur va de crescimento das cartei ras no tempo;-
Valor atual
ecrescimento dos valores em risco
acumulados em suas carteiras;-
Somatório dos prêmios de seguros pagos
pelos seus clientes nas várias carteiras e curva de crescimento no tempo; ePLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS EM SEGUROS
:
Planejamento Estratégico do Negócio:
■ Administração e Planejamentos: Finalmente, convém destacar e reforçar a importância das seguintes características associadas ao planejamento :
- O planejamento diz respeito às implicações futuras de decisões presentes;
- É um processo de decisões inter- relacionadas e interdepe ndentes que visam al cançar objetivos previamente estabelecidos ;
- O processo de planejamento é mais importante do que seu produto final: os planos; - Os objetivos planejados precisam ser viáveis operacionalmente ;
■ Planejamento na Empresa: Profundas mudanças econômicas, sociais e tecnológicas
pronunciam- se e, quanto maior a ince rteza, mai or é a necessidade de planejamento . Portanto, deve-se fazer planejamento estratégico, porque ele visa:
- Conceber empresas alinhadas com o ambiente;
- Preparar a empresa para adaptá-la aos novos contextos ambientais
(inovação
tecnológica,
novos
modelos
de
gestão,
transparência
administrativa);
- Definir novas diretrizes para o futuro;
PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS EM SEGUROS
:
Planejamento Estratégico do Negócio:
■ Planejamento na Empresa:
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPRESARIAL
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: Preocupação com o Ambiente Externo ADAPTAÇÃO ESTRATÉGICA: Preocupação com o Ambiente Interno
O planejamento estratégico empresarial precede a própria empresa, quando falamos de empreendedo rismo, porque é a oportunidade de pensar a empresa antes que ela
Preparação para o Planejamento Empresarial:
■ Decisão de Planejar:
■ Decisão do Grupo de Planejamento
■ Definição do Modelo: a estratégia do negócio percorre 5 P’s. 1 – Plano 4 – Perspectiva
2 – Padrão 5 – Estratagema 3 – Posição
PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS EM SEGUROS
:
Planejamento Estratégico Empresarial:
■ Análise Ambiental:
- Interna : Pontos Fortes ou Forças / Pontos Fracos ou Fraquesas
- Externa: Oportu nidades e Ameaças
■ Concepção do Negócio:
- Conceito do Negócio :
Quais são o mercado-alvo e o público-alvo que se pretendem atingir? Há demanda?
Quais são o tamanho do mercado e o potencial de se conseguir uma boa participação de mercado ?
- Identificação dos Valores e Definição da Visão e Missão Empresarial :
Identificação dos Valores: conjunto de crenças e princípios que orientam .
Definição da Visão de Futuro: definir o estado que a empresa deseja atingir no futuro.
PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS EM SEGUROS
:
Planejamento Estratégico Empresarial:
■ Objetivos e Estratégias:
- Estabelecimento dos Objetivos:
Estratégicos (longo prazo);
Gerenciais (curto e médio prazos); Operacionais (curto e médio prazos). - Definição de Estratégias :
■ Desdobramentos
Iniciativas Estratégicas: Definir quais são as principais iniciativas estratégicas de uma empresa é o primeiro passo para ela ter sucesso.
Planos e Projetos: Constituem a descrição dos Passos, Etapas.
Indicadores de Desempenho: avaliar e mel horar o desempenho e acompanhar o progresso.
Meta: destinadas ao cumprimento da missão e dos objetivos.
- Um objetivo ou Indicador - Um Valor ou Quantificação - Um Prazo Determinado Controles: O que é medido e controlado pode ser gerenciado
PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS EM SEGUROS
:
Plano de Negócios:
■ Algumas Finalidades
Iniciativas Estratégicas:
Identificar e avaliar uma oportunidade de negócio; Determinar e captar os recursos necessários; e
Plano de Negócios:
■ Assim, podemos resumir os objetivos de um plano de negócios nos seguintes itens:
- Testar a viabilidade de um conceito de negócio; - Orientar o desenvol vi mento das estratégias ; - Definir os parâmet ros operaci onais ;
- Atrair recursos financeiros ; - Transmitir credibilidade ;
- Desenvolver a equipe de gestão; e - Servi r de guia.
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Considerações sobre Plano de Negócios para Corretoras de Seguros
Há duas etapas do plano de negócios muito importantes:
O Plano co mercial e o Plano de c usto s, porque a s decisõe s tomadas em um del es afetam o outro diretamente.
SIMULAÇÕES DE PRODUÇÃO E CUSTOS
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Decisões Financeiras Preliminares: Assim, as perguntas iniciais a serem
respondidas são as seguintes :
Quanto custará para abrir o negócio?
Do que preciso, em termos de infraestrutura, para começar a trabalhar?
No início da operação precisarei de funcionários? De quantos? Para fazer o quê? Quanto tempo l evarei para treinar os funcionários? O que eles precisam
aprender?
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Investimento e Capital de Giro:
Toda empresa precisa de capital de giro para pagar seus débitos e ter um fôlego para novos investimentos e crescimento, quando assim for de interesse dos sócios.
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Cálculo do Capital de Giro:
- Po r o utro lado, para um cálc ulo mais minuc ioso de capital de giro, po dem- se co nsidera r as despesas fixas mensais da empresa, como:
energia elétrica,
provedor de Internet, aluguel,
telefone,
pagamento de funcionários e terceirizados, licenças de softwares e demais despesas;
depois, acrescentam -se a esse s valores o Pró -labore dos Só cios e uma Margem de Segurança para contingências .
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Equilíbrio entre Capital de Giro e Investimento Fixo
O Investimento Fixo corresponde às despesas iniciais com todos os bens necessários para que a empresa funci one, como máquinas e equipamentos . Esti mar qual será o investimento fixo necessário é um dos primeiros passos de um plano financeiro. O Capital de Giro, por outro lado, diz respeito aos valores monetários que a
empresa possu i, seja no Caixa, nas Contas a Receber , na Conta Corrente bancária
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Retorno do Investimento:
Após calcular o Capital de Giro, realiza-se a elaboração dos seguintes demonstrativos :
Demonstrativo de Resultados, para se conhecer o Lucro Líquido do futuro empreendimento ;
Fluxo de Caixa mensal, para, no mínimo, três anos (36 meses). Após obter as informações necessárias, é possível realizar os cálculos para a obtenção do retorno do investimento .
Fica claro que o lucro líquido mensal é obtido pela relação entre as receitas de vendas (comissões) e as despesas.
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Lucratividade e Rentabilidade: Existe uma máxima conhecida no mundo dos
empreendimentos : “Um negócio lucrati vo nem sempre é rentável”. Mas o que, na verdade, isso quer dizer ?
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Lucratividade: Quando o empreendedor, com dados financeiros de um determinado
mês, divide o luc ro líquido pelo faturamento , el e obtém a luc ratividade do
empreendimento .
Exemplo :
Para um negócio, na fase de planejamento, os valores serão assim estimados: - Faturamento bruto mensal = R$ 25.000,00
- Lucro líquido = R$ 1.250,00
- Lucrati vidade : (lucro líquido/faturamento bruto mensal) = (1. 250,00 / 25. 000,00) = 0,05 = 5,0%.
Portanto, o Lucro Líquido equivale a 5% do faturamento, ou seja, a lucratividade mensal desse negócio é de 5%
■ Rentabilidade: Quando o empreendedor conhece as informações sobre o Investimento Inicial Total e di vide esse valor pel o Resultado estimado do Fluxo de Caixa Anual ,
obtém a Taxa de Retorno do Investimento Anual, ou seja, a rentabilidade anual.
Exemplo :
- Investimento inicial total = R$ 80.000,00
- Resultado final do fluxo de caixa anual = R$ 3.200,00 (resultado médio de 12 meses) - Rentabilidade : (resultado do fluxo de caixa anual/investimento inicial total) =
(3.200,00/80. 000,0 0) = 0,04 = 4,0%
SIMULAÇÕES DE PRODUÇÃO E CUSTOS
Planejamento da Comercialização de Seguros:
■ Prazo de Retorno (PayBack): Ainda poderíamos informar que o Prazo de Retorno seria
de 25 meses, dividindo o Valo r do Investimento Inicial To tal pelo Resultado Médio
Mensal do Fluxo de Caixa.
Prazo de Retor no: (investimento inicial total/resultado médio do fluxo de caixa) = (80.000,00/3.200,00) = 25 meses.
de Matemática Financeira, onde:
Investimento
Valor
Abertura da Empresa R$1.500,0 0 Móveis R$2.000,0 0 Equipamentos R$6.000,0 0 Reforma R$10.00 0,00 Subtotal R$19.50 0,00 Valor Presente = R$ 19.500,00 Prazo = 36 meses Juros = 2% ao mês.Isso vai resultar em uma prestação de R$ 765.04.
Vamos admitir que o empreendedor espera que esse investimento retorne em 36 meses , com juros de 2% ao mês . Isso significa dizer que seria necessário que a empresa gerasse
SIMULAÇÕES DE PRODUÇÃO E CUSTOS
Simulação de Necessidade de Vendas Mínimas:
■ Despesas Mensais: As despesas mensais incluem os c usto s co m pessoal ,
manutenção d o esc ritó rio e as despesas p ara fazer a pro dução aco ntecer , além
dos reajustes anuais por conta da inflação no perí odo de salários e encargos ,
aluguéis e outras despesas. Assim, estamos supondo que:
- Aluguel
- Condomínio
- Telefone Fixo e Celular
- Limpeza
- Contado r
- Transpo rte para Visita
- Contador
Um cor retor de seguros inici ante não começa a vender seguros no momento em qu e monta a sua correto ra, porque há uma etapa inicial a ser cumprida, que passa por:
■ Cadastramento da Pessoa Física na SUSEP;
■ Abertura da Empresa;
■ Cadastramento da Pessoa Jurídica na SUSEP; ■ Busca, Contrato de Locação e Instalação; ■ Seleção das Seguradoras e Operadoras;
■ Cadastramento nas Seguradoras e Operadoras;
■ Conhecimento dos Produtos;
■ Treinamento; e
Processo de Venda Consultiva:
De forma resumida, o proce sso de vendas consultivas passa pelas seguintes etapas:1ª Etapa – Prospec ção de Clientes: Quem é o nosso Prospect ? 2ª Etapa – Qualificação : Necessidades e Motivações do Prospect ?
3ª Etapa – Apresentação : Apresentar Proposta e os Benefícios da Oferta.
4ª Etapa – Negociação : Etapa de Maturação. Gerir objeções + Atitude Positiva.
5ª Etapa – Fechamento : Reconhecer os Sinais. Concretiza -se dom a assinatura da proposta.
6ª Etapa – Pós Venda: Proces so de Acompanhamento e Relacionamento . Fidelização e Retenção.
Cada um dos produtos de seguros de danos remuneram os corretores de seguros de forma particular.
Seguros Massificados são os preferidos dos corretores iniciantes, e as remunerações por comissionamento são, em média, as seguintes:
• Seguros de Automóveis
• Seguros Residenciais, de Condomínio e Empresariais .
Os chamados Benefícios (Seguros de Pessoas e Planos de Saúde) têm as mais variadas formas de remuneração, que envolvem angariação e comissionamento, que pode ser Vitalício .