Theodoro Vicente Agostinho
Doutorando e Mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP. Especialista em Direito Previdenciário pela EPD-SP.
Coordenador e Professor em cursos de Direito Previdenciário.
Coordenador e Professor da área Direito Previdenciário da LEX Cursos Jurídicos. Coordenador e Professor do IBEP – Instituto Brasileiro de Estudos
Previdenciários.
Conselheiro junto ao CARF – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. Autor e Coautor em diversas publicações especializadas de Direito
Previdenciário.
Consultor Jurídico e Parecerista.
@theoagostinho Theodoro Agostinho @theodoro_prof [email protected] http://migre.me/rYqJ0 @theodoro_prof www.professortheodoro.com.br
ASPECTOS PRÁTICOS e
ATUAIS da
ADVOCACIA
EMPRESARIAL
PREVIDENCIÁRIA
.
35
DIREITO TRIBUTÁRIO
DIREITO CIVIL
DIREITO DO TRABALHO
Consumidor
Administrativo
Constitucional
Penal
Considerações Iniciais
Legislação
Escritório/Estrutura
Seguro
Teses
Prospecção
Financiamento da Seguridade Social
Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de
forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios, e das seguintes contribuições sociais...
Pagamento. das Contribuições Sociais –
artigo 195 inc. I a IV
Aporte de Recursos Orçamentários da U, E, M, DF. Devem constar dos respectivos orçamentos dos entes federativos. Não integram o orçamento da união.
Não podemos deixar de mencionar a DRU – Desvinculação de Receitas da União.
Antes da Emenda
Constitucional nº 20/98
-
Sujeito passivo do tributo
= empregador
-
Base de cálculo do tributo
= folha de salários
Depois da Emenda
Constitucional nº 20/98
-
Sujeito passivo do tributo
= empresa e entidade a ela
equiparada
-
Base de cálculo do tributo
=
folha
de
salários
e
demais
rendimentos
do
trabalho
Financiamento da Seguridade Social
FONTES DE FINANCIAMENTO RECEITA ou FATURAMENTO (Art.195,I,b) FOLHA DE SALÁRIOS (Art. 195,I,a) e ( 195,II)LUCRO (Art. 195,I,c) CONCURSOS de PROGNÓSTICOS (Art. 195,III) IMPORTADOR (Art.195,IV) RECEITAS
Princípio da Diversidade da base de Financiamento.
Princípio da Solidariedade Social.
Princípio da Equidade na forma de participação no
custeio.
Regra da Contrapartida (ou Precedência da Fonte de
Custeio).
CON
$$$$$
ULTA
A Câmara dos vereadores do Município de Gravatá lhe
procura para que seja emitido um parecer sobre a
viabilidade
(constitucionalidade)
de
normas
que
instituem
PENSÃO
ESPECIAL
VITÁLICIA
aos
ex-vereadores após o exercício de três mandatos
consecutivos.
Valor do parecer:
R$80.000,00 (ointenta mil reais).
Aplicação Prática
AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. NORMAS QUE
INSTITUEM PENSÃO ESPECIAL VITÁLICIA AOS EX-VEREADORES
DO MUNCICÍPIO DE GRAVATÁ APÓS O EXERCÍCIO DE TRÊS
MANDATOS CONSECUTIVOS. MEDIDA LIMINAR DE CARÁTER
CAUTELAR DEFERIDA. PRESENÇA DE FUMUS BONI IURIS E
PERICULUM IN MORA.
AFRONTA AOS PRINCÍPIOS DA
MORALIDADE, IMPESSOALIDADE E PRECEDÊNCIA DA FONTE
DE CUSTEIO
. PRECEDENTES DA CORTE ESPECIAL DO TJPE.
SUSPENSÃO CAUTELAR DA EFICÁCIA DO ART. 30 DA LEI
ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE GRAVATÁ E DA LEI Nº 2461/1999
DO MUNICÍPIO DE GRAVATÁ. DECISÃO UNÂNIME. (TJ-PE - ADI:
3665623 PE , Relator: Bartolomeu Bueno, Data de Julgamento:
SAT - Seguro Acidente do Trabalho
1% Para as empresas em cuja atividade preponderante o risco deacidentes do trabalho seja considerado LEVE
2% Para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de
acidentes do trabalho seja considerado MÉDIO
3% Para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de
acidentes do trabalho seja considerado GRAVE
Na Prática:
1º. passo: cliente (possível).
2º. passo: CNPJ/Google.
3º.
passo:
DEC.
6.957/09,
RE-ENQUADRAMENTO
ABSURDOS!
Base: PORTARIA MPS/MF 254/2009 –
GFIP
15
4º. Passo: NÃO SE EMOCIONA
.
Observações IMPORTANTES
• COMPENSAÇÃO:
http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tribu
taria/restituicao-ressarcimento-reembolso-e-compensacao/compensacao
• PERDCOMP:
http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tribu
taria/restituicao-ressarcimento-reembolso-e-CONTRIBUIÇÕES INCIDENTES SOBRE A FOLHA DE
SALÁRIOS
COTA PATRONAL.
SAT (SEGURO DE ACIDENTE DO TRABALHO).
FAP (FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO).
ENTIDADES TERCEIRAS (SESC; SENAR; SENAC; SENAI, SEBRAE; SEST;
SESI; INCRA, SENAI;FUNDO AEROVIÁRIO, SALÁRIO EDUCAÇÃO
(FNDE), DPC, SESCOOP).
CONTRIBUIÇÕES SUBSTITUTIVAS.
FGTS.
Encargos sobre a folha
%
Contribuição ao INSS – parte da empresa
20,00
Sesi, Sesc ou Sest
1,50
Senai, Senac ou Senat
1,00
Incra
0,20
Sebrae
0,60
Salário-educação
2,50
Salário-de-contribuição
Possui um conceito mais abrangente do que remuneração. As
contribuições para o RGPS incidem sobre uma base que
é
denominada salário-de-contribuição
.
O salário-de-contribuição
é uma base de cálculo da contribuição
previdenciária
tanto em relação aos segurados
e
empregadores
domésticos
, quanto para as empresas e entidades a elas
equiparadas
.
Art. 28, I da Lei 8.212/91 conceitua o salário-de-contribuição.
“
Salário-de-contribuição é a
remuneração
...”
Compõe a remuneração (art. 457 da CLT)
a) salário
b) gorjetas
c) gratificações contratuais
d) prêmios
e) adicional noturno
f) adicional de insalubridade e periculosidade
g) ajuda de custo e diárias de viagem que excederem 50% do salário
h) comissões
CONSULTORIA PRÉVIA
23Art. 28
da
8212/91
CTN
170-A
Jud.
1º. - a importância paga ao empregado a título de complementação ao valor do auxílio-doença...
2º. – Terço de Férias Constitucional.