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Consumo de Combustível

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Academic year: 2021

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(1)

Consumo de

Combustível

Uma Questão de Atitude

Por

Luiz Antônio Pigozzo

(2)

Í N D I C E

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PDF INTERATIVO

Introdução

Tríade da Eficiência Energética

Objetivo principal

Porque economizar combustível

Os custos na empresa de transportes

O motorista

3

5

6

7

9

11

Este material tem como principal objetivo

introduzir o leitor ao consumo de

combus-tível consciente e ainda além, incentivar a

reflexão sobre as práticas exercidas

atual-mente nas empresas.

Todo o conteúdo aqui reproduzido foi

reti-rado originalmente do livro “Consumo de

Combustível - uma questão de atitude”,

autoria de Luiz Antônio Pigozzo.

É terminantemente proibida a venda deste

material ou uso sem referenciar o autor.

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I N T R O D U Ç Ã O

Ao longo de vários anos de experiência, pude perceber a dificuldade que as empresas têm para gerir o assunto economia de combustível. Por isso, entendo que esse assunto é de alta complexidade e com muitas variáveis.

Venho me questionando ao longo deste tempo porquê cada empresa segue um caminho, o qual acha o mais adequado, mas por sua vez, não fica sabendo se foi ou não a melhor estratégia adotada. As empresas de transportes rodoviários sabem que o custo com combustível é o mais alto, podendo chegar à 70% ou mais do custo variável de uma operação. Atualmente o mercado oferece algumas alternativas para gerir o consumo de combustível e rastreá-lo ao longo do seu ciclo, mas, às vezes, o custo para implantar e administrar acaba sendo mais alto que a própria economia que o sistema promete.

Para construir uma gestão simples e eficaz,

considerando as variáveis que interferem positiva e negativamente, somente um Plano de Ação e um planejamento estratégico de curto e médio prazo poderá ter um efeito positivo no que se refere a redução de custos com combustível.

Desta forma, com um planejamento simples sob uma orientação, ferramentas adequadas às necessidades de cada cenário que se apresente para a tomada de decisão e uma gestão de pessoas baseada no reconhecimento do fator humano, serão um diferencial de sucesso nessa proposta de ter uma gestão em combustível ser uma questão de atitude. Nos capítulos a seguir, serão detalhados os itens mais relevantes que necessitam de um follow-up contínuo. Com isso, sua equipe terá uma ferramenta importante para reduzir o consumo de combustível e

conseguir alcançar as metas impostas pela empresa. Tive oportunidade de acompanhar vários métodos em várias empresas. Todas, sem exceção, seus colaboradores acabam conseguindo, de alguma forma, encontrar uma maneira de driblar o sistema, prejudicando, assim, todo o investimento financeiro e tempo de dedicação.

Isso porque, infelizmente, as pessoas não foram envolvidas corretamente e não se comprometeram ou não se apaixonaram pela redução de consumo de combustível. Por outro lado, o nível de eletrônica embarcada e suas complexidades nos novos e

futuros veículos vêm crescendo com o objetivo maior de diminuir a intervenção dos motoristas e contribuir para uma condução mais exata possível combinado com a tecnologia GPS.

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Tenho enfatizado e estou defendendo a tese de que, se a empresa não atuar diretamente na atitude e no comportamento de seus colaboradores, em particular o condutor do veículo, dificilmente vamos conseguir reduzir e equilibrar os custos com o consumo de combustível.

O condutor ou o motorista do veículo tem uma parcela enorme nos custos de uma operação rodoviária. Um modelo de dirigir voltado para uma condução Extra Econômica pode reduzir não somente os custos com combustível, mas também derrubar os custos com: acidentes, Arla 32 (veículos euro 5), custos com pneus, manutenção e elevação do valor de revenda do veículo ou até mesmo postergação do ponto de troca, diluindo, assim, o custo sobre o patrimônio.

Um motorista que as vezes fica cinco, dez, quinze dias fora da empresa dirigindo o veículo, se não tiver uma atitude positiva em prol da empresa e um comportamento ético e moral, dificilmente teremos sucesso em um projeto ou nos controles de volumes de combustíveis.

Infelizmente nossos motoristas, à cada parada, é assediado para burlar ou infligir algumas regras: de velocidade, de prostituição, de subtração de mercadoria ou combustível, entre outras.

Se a empresa não trabalhar em prol de ter seus colaboradores exercendo sua atividade nos princípios éticos funcionais e potencializar a

capacidade de aprender e de pensar positivamente, acredito que teremos dificuldade de ter um plano ativo e eficaz que reduza ou traga os custos variáveis a um nível aceitável.

Quer queira, quer não, todas as empresas estão focadas em reduzir seus custos operacionais para serem mais competitivas e obterem uma

rentabilidade diferenciada. Mas, além de ter um foco voltado somente para custos a empresa, também poderá ter uma visão estratégica voltada para o meio ambiente e Eco Condução, construindo, assim, um programa que permita reduzir o impacto ambiental que os veículos automotores à diesel proporcionam. Nesta mesma linha ambiental, a empresa que

possuir uma visão holística, poderá reverter todo investimento e trabalho realizado neste plano de ação proposto por meio de um projeto de marketing empresarial, que permitirá ter uma atração maior pelo seus clientes, colaboradores e fornecedores.

No mundo de negócios competitivos como o de hoje, somente as empresas capazes de transformar essas informações em oportunidades, antes de seus concorrentes, terão chances de chegar primeiro, e, desta forma, obterão um custo e preços de frete competitivos.

Mais cedo ou mais tarde, você vai perceber o quão importante é seguir as dicas deste livro e focar nos três pilares principais das variáveis do consumo que são o Motorista, Veículo e Operação &

Manutenção.

Clique aqui e assista a apresentação do livro no meu canal do youtube

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T R Í A D E D A

E F I C I Ê N C I A E N E R G É T I C A

Nosso objetivo é extrair cada gota de combustível

em cada detalhe do processo.

• Treinamento

• Acompanhamento • Motivação e ética

• Velocidade • Defletor de ar

• Peso extra • Preventiva e corretiva• Diagnose precisa • Operação maximizada• Planejamento de viagem • Correta especificação

• Pneus corretos para aplicação

M O T O R I S T A

V E Í C U L O

M A N U T E N Ç Ã O

E O P E R A Ç Ã O

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O B J E T I V O P R I N C I P A L

Este trabalho busca reunir, em um único documento dados, orientações e informações, de acesso fácil e rápido, que possam dar suporte à Empresários do setor de transportes rodoviário, Gestores de Frota e Gerentes Operacionais na sua tarefa de redução de custos em suas operações.

Orientar de maneira simples e eficaz na elaboração um plano de ações de efeito imediato e, o mais

importante, contribuir na elaboração de programas de acompanhamento a longo prazo, assegurando os custos em níveis adequados e na rentabilidade das empresas.

Por outro lado, se houver um plano de ação mal elaborado ou planejado, ele poderá trazer alguns inconvenientes para a operação e possíveis prejuízos para a empresa. Por isso a importância de seguir as dicas deste livro.

Reduzir os custos variáveis num primeiro momento pode ser fácil, mas os manter num patamar baixo, equilibrado e administrado é muito mais difícil.

A empresa que tiver essa habilidade e implantar esse tipo de programa terá diretamente, e a curto prazo, benefícios: Ambientais, Sociais e Econômicos.

Perceba que este material também tem como objetivo ser um motivador para que sua empresa possa experimentar um novo modelo de gestão, motivando e envolvendo as pessoas num processo de redução do consumo de combustível e insumos.

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P O R Q U E E C O N O M I Z A R

C O M B U S T Í V E L

A redução do consumo de combustível é primordial no que diz respeito à economia dentro de uma empresa de transporte. Mais importante ainda, além do aspecto financeiro, são as questões ambientais e o respeito à vida. A empresa precisa levar a sério um programa que lhe trará muitos benefícios a médio e longo prazos.

Um projeto de economia de combustível, trará de imediato uma mudança de cultura e atitude de todos os colaboradores, fornecedores (e por que não seus clientes?), entendendo que o prazo estipulado para entrega talvez não combine com as velocidades econômicas do meio de transporte. Quando a empresa possui uma cultura e um

foco na eliminação de desperdícios, por meio da conscientização de todos os envolvidos,

(colaboradores, clientes e fornecedores) sobre o uso racional dos insumos existentes, o efeito positivo será observado de imediato por todos.

Se pararmos para fazer uma simples conta: Um motor diesel libera para atmosfera cerca de

2,68 kg de equivalência de CO2 por litro de diesel

queimado. Se um caminhão consome por mês 5000 litros de diesel, ele é responsável por liberar 13.4

toneladas /mês de CO2 na atmosfera.

Se considerarmos ainda a liberação de Óxidos de Nitrogênio e Material Particulado, entre outros, teremos uma grande agressão ao meio ambiente.

(8)

Se a empresa mantiver ou tiver um programa sustentável e conseguir reduzir seu consumo, automaticamente estará contribuindo para um mundo cada vez melhor.

Dentre os vários gases que o motor diesel libera para a atmosfera, podemos destacar o Dióxido de Carbono (CO2) responsável pelo efeito estufa, o

Óxidos de Nitrogênio (NOx) responsáveis pela chuva ácida, além do Material Particulado (MP), que inclui fuligem, fumaça negra, etc.

A educação ambiental na empresa motiva a mudança de postura buscando minimizar os impactos causados ao meio ambiente e cria uma reflexão sobre o seu desempenho e competitividade em um mercado cada vez mais exigente. Sabemos que muitos embarcadores e clientes já exigem uma postura e uma cultura diferenciadas

voltadas a consciência ambiental.

Uma empresa que experimenta este caminho consegue entender sua própria existência.

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O S C U S T O S N A E M P R E S A

D E T R A N S P O R T E S

Neste capítulo, não vamos nos aprofundar nos cálculos, pois a maioria das empresas seguem o Manual de Cálculo de Custos e Formação de Preços do Transporte Rodoviário de Cargas ANTT.

Dentro do transporte rodoviário, seja ele de carga ou passageiro, o diesel se destaca como o maior custo, entre os custos totais ou variáveis. A partir de 2012, o custo do Arla32 também se incorpora a esta consideração, pois o seu consumo está diretamente ligado ao tipo de operação e ao consumo de diesel. Mas a pergunta mais importante é:

Quanto o Motorista pode influenciar

positiva ou negativamente nestes custos?

Se destacarmos os três maiores dentre os custos variáveis (combustível, manutenção e pneus), podemos afirmar que a maneira ou a forma que o motorista conduz o veículo, interfere diretamente nos custos.

Aqui já podemos revelar alguns segredos. Quando um motorista pratica uma condução voltada a economia de combustível, como a condução Extra Econômica, o impacto positivo sobre os custos com Manutenção e Pneus é automático. Além disso, o risco de

acidentes será bem menor, e um efeito positivo aparecerá sobre o valor de revenda do veículo.

Agora você deve estar se perguntando por que é tão difícil conseguir que o motorista conduza um veículo comercial de uma maneira padronizada e exemplar? É exatamente neste ponto que pretendo abordar a tese de que a empresa precisa trabalhar o lado

comportamental e a atitude de seus colaboradores e, em especial, dos seus motoristas. Só assim o sucesso virá, e rápido!

Custos Variáveis de um Caminhão Rodoviário

(10)

É muito comum, dado o seu trabalho, que o motorista permaneça distante da empresa por muito tempo, estando assim exposto à convivência, à influência e por que não dizer ao assédio dos mais diversos tipos de pessoas. Por motivos como estes, é que se torna necessário e obrigatório um trabalho de gestão e acompanhamento, envolvendo os motoristas.

Infelizmente, cada dia se torna mais difícil encontrar no mercado motoristas preparados para atender todos os requisitos das empresas, sua operação e padronização. É PRECISO FORMÁ-LOS antes de colocá-los em ação.

Para um motorista que conduz um veículo seis, sete ou até dez horas durante um dia de trabalho, a atitude mais confortável acaba sendo trafegar mantendo o motor em altas rotações com ganhos de velocidade. A condução segura e econômica demanda do motorista muita paciência e controle para manter o nível de rotação do motor dentro da

faixa Extra Econômica do conta-giros, não somente

conduzir na faixa econômica.

Outro fator que deve ser considerado, e que vem a demandar do motorista mais um esforço de

adaptação, é o fato de que as gerações de motores diesel estão trabalhando numa rotação de

trabalho cada vez mais baixo.

Embora tenham recebido o treinamento correspondente a essa evolução dos motores, muitos motoristas infelizmente acabam ignorando a recomendação e voltam a dirigir de acordo com sua

“zona de conforto”. Isso claramente nos remete à

necessidade de um acompanhamento.

Operar o veículo na faixa de rotação econômica do motor é imprescindível, mas ainda não é o

suficiente para termos o melhor resultado em termos de redução de custo. A inércia do veículo em

movimento, a força da gravidade e o ponto extra

econômico podem nos ajudar muito com nosso objetivo de condução segura e Extra Econômica. Ao longo deste livro, discutiremos todos os pontos que podem influenciar negativamente o

consumo de combustível e todos os aspectos que os responsáveis pela operação precisam conhecer

para obter uma rentabilidade adequada, uma vez que o motorista não é o único protagonista desta

história.

Imagine a possibilidade de reduzir os custos variáveis de sua empresa em 10% ou talvez 15% ou porque não 30%? Valores possíveis que podem alcançar fácil R$ 60.000,00 por ano, por caminhão.

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O M O T O R I S T A

Ao longo do tempo, a classe de motoristas de caminhões e ônibus foi surgindo de uma maneira não muito organizada. Uma grande maioria deles surgiram por influência familiar.

Por muitos anos, não havia exigências para ser um motorista, ou seja, saber dirigir era o suficiente. Dentro deste propósito, muitos motoristas que não tinham sequer o ensino fundamental completo

passaram a exercer a função somente por terem uma boa habilidade funcional na direção ou mesmo

por falta de outra opção.

Quer queira, quer não, a verdade é que muitas pessoas acabaram indo por este caminho pelo fato do salário ser razoável, por estarem sempre viajando e conhecendo novos lugares com total

liberdade e não precisarem passar anos na escola se preparando para uma profissão.

A consequência disso foi que a sociedade acabou criando um rótulo negativo sobre a profissão de

motorista que ainda hoje prejudica a imagem desses profissionais.

A produção e o consumo de bens e serviços no Brasil vêm crescendo a cada ano e, conforme a Revista ANTT de 2011, 60% de tudo que é consumido e produzido no Brasil é transportado pelo modal rodoviário. Pode-se verificar com isso que nos últimos anos ocorreu um crescimento significativo em números de veículos comerciais de porte pesado no mercado.

Em combinação com as demandas

cada vez mais globalizadas, além da demanda, naturalmente, crescente por caminhões, surge uma necessidade de maior rapidez e fluidez do sistema, rapidamente demandando novas tecnologias e

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maiores potência para os motores e para os sistemas logísticos de transportes. Infelizmente a categoria dos motoristas não evoluiu na mesma proporção que a tecnologia embarcada nos

caminhões e no sistema logístico.

Nos dias de hoje, a profissão motorista ou condutor, exige vários conhecimentos básicos e outros com bastante profundidade. Suas atribuições passaram de uma simples função que envolvia a habilidade de dirigir, para funções complexas, que envolvem tomada de decisões e necessidade de se fazer escolhas, o que exige mais conhecimentos,

habilidades, experiência e treinamento constante. Portanto é necessário que as empresas

tenham uma política de seleção, gestão de competências e um documento claro sobre os requisitos mínimos para que o candidato possa exercer e desempenhar a função de motorista na sua empresa e seus critérios de seleção.

A partir daí, mapeia-se a “função” motorista relacionando detalhadamente suas atividades, responsabilidades, obrigações, posicionamento na estrutura das empresas, dentre todos os itens de uma descrição de cargo completa.

Além disso, é preciso conscientizar o motorista sobre os objetivos da empresa, institucionais inclusive, tornando-o um representante da empresa e respondendo por assuntos éticos, morais e legais.

Os motoristas de caminhão ou ônibus, de um modo geral, acabam submetidos a uma grande carga de trabalho e, em contrapartida,

encontram condições bastante precárias para desempenharem suas funções, o que compromete a sua segurança, a de terceiros, seu próprio

desempenho e até a rentabilidade da operação. É uma profissão que exige grande empenho por parte do trabalhador e atribui a ele enorme

(13)

responsabilidade, sobretudo levando em conta os valores do equipamento que opera e da carga que transporta. Porém, se considerarmos ainda as

condições que seu “ambiente de trabalho” oferece, principalmente em um cenário muito competitivo para o segmento (longas distâncias, fluxos de carga cada vez mais rápidos, cargas de horário,

estradas em condições precárias, infraestrutura para descanso e alimentação de baixa qualidade, segurança pessoal e patrimonial, etc.), vamos

encontrar várias dificuldades ao bom desempenho da profissão, sobre as quais o motorista tem pouco ou nenhum controle.

Sabemos que a figura do profissional

condutor ganha, cada vez mais, contornos de “representante da empresa” perante seus clientes, podendo fazer uma enorme diferença no bom relacionamento dos negócios.

Deve-se considerar ainda que, dentre os mais jovens, o estímulo para abraçar a carreira de

motorista profissional já não é o mesmo de tempos atrás. O espírito aventureiro e de liberdade já não os seduzem em tempos atuais.

Além disso, fatores tais como o maior acesso a meios de formação e educação profissionalizantes, a valorização do indivíduo capacitado e da mão de obra qualificada por parte da sociedade e do mercado, a aspiração das famílias com relação à educação dos filhos (pais motoristas já não estimulam filhos a seguir a mesma carreira), promoveram grande redução da oferta desses profissionais, causando impacto significativo no negócio das transportadoras.

Não restaria outro caminho para as empresas transportadoras senão o da valorização desse profissional, tanto buscando aprimorar a formação dos que fazem parte de seus quadros, como

também tentar encontrar este tipo de aptidão e habilidade, e desenvolvê-la, dentre os mais jovens no âmbito familiar e atraí-lo para a profissão.

É fundamental para a empresa atentar-se de que este “recurso humano”, o motorista, pode

representar a diferença entre o bom e o mau resultado de qualquer operação de transporte rodoviário. Por este motivo, deve merecer um tratamento diferenciado, desde os aspectos técnicos e de conhecimento até aqueles que

dizem respeito ao indivíduo enquanto profissional, cidadão, membro de uma família, seus anseios, ambições, etc.

As empresas precisam criar programas internos ou com alguma associação para incentivar e

persuadir as crianças de hoje como, por exemplo, por meio do clube do mini caminhoneiro, ou algo similar, fazendo-as ter uma atratividade ou uma paixão pela profissão.

(14)

G O S T O U D E S S E

C O N T E Ú D O ?

E C O N O M I Z E

C O M B U S T Í V E L

A G O R A !

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Luiz Antônio Pigozzo é um gestor de Pós-Vendas que possuiu mais de 30 anos de experiência bem--sucedida, no Grupo Scania, atuando com técnicas modernas, gestão simples e eficaz no segmento de veículos pesados na fábrica em concessionárias do grupo e atendendo clientes do segmento pesado. Liderança de 60 colaboradores sendo dois geren-tes de pós-venda. Habilidade na formação e

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