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Cap20-EstruturadeCapital

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(1)

Estrutura de capital Estrutura de capital

A

A

C

C

A

A

P

P

RL

RL

P

P

P

P

C

C

Capital de Terceiros (exigível)

Capital Próprio (PL)

Composição das fontes de financiamento a longo prazo da empresa, que visa atender a demanda por recursos de natureza

permanente.

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

Introduçã Introduçã o o

(2)

Diferentes estruturas de capitais, com maior ou menor participação de capital próprio, alteram o risco financeiro da empresa

A

A

C

C

A

A

P

P

RL

RL

P

P

P

P

C

C

EL

EL

P

P

PL

PL

A

A

C

C

A

A

P

P

RL

RL

P

P

P

P

C

C

EL

EL

P

P

PL

PL

A

A

P

P

RL

RL

P

P

EL

EL

P

P

PL

PL

A

A

C

C

P

C

P

C

Estrutura ótima de capital refere-se à proporção de recursos

próprios e de terceiros a ser mantido por uma empresa que leva à maximização da riqueza de seus acionistas

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

Introduçã Introduçã o o

(3)

O estudo da estrutura de capital está estritamente relacionado com o custo de capital total da empresa (WACC)

A identificação de uma estrutura de custo mínimo, promove a maximização do valor da empresa, beneficiando a riqueza dos proprietários

Na teoria de finanças, é marcante a existência de divergências

de opinião acerca da existência ou na da estrutura ótima de capital que promove a redução do WACC

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

Introduçã Introduçã o o

(4)

Linhas de pensamento sobre estrutura de capital: Teoria Convencional Teoria de Modigliani-Miller (MM) Franco Modigliani, Prêmio Nobel de Economia em 1985 Merton H. Miller, Prêmio Nobel de Economia em 1990

Divergem sobre a existência ou não de uma estrutura ótima de capital

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

Introduçã Introduçã o o

(5)

Economia

Economia

brasileira

brasileira

Anos 80 e 90 – custo elevado do dinheiro

Políticas mais preocupadas com a sobrevivência da empresa

Restrições dos modelos teóricos de avaliação da estrutura

Restrições dos modelos teóricos de avaliação da estrutura

de capital para a economia brasileira

de capital para a economia brasileira

Não homogeneidade das taxas de juros de mercado Taxas de juros

superdimensionadas

Atualmente: reduzida taxa de inflação

Conseqüência: desatratividade de investimentos

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

Introduçã Introduçã o o

(6)

Admite a existência de uma estrutura ótima de capital que minimiza o custo de capital para a empresa (WACC) e

maximiza a riqueza dos acionistas

Isso é conseguido mediante uma combinação adequada das fontes de financiamento

Onde:

P = recursos de terceiros permanentes (passivos onerosos)

PL = recursos próprios permanentes (patrimônio líquido)

= custo de capital próprio = custo de capital de terceiros

= custo de capital próprio se a empresa

fosse financiada somente por capital próprio WACC = custo de capital total da empresa (custo médio ponderado de capital)

e K i K 0 K K K   e i K K   

Ki  Ke 0 K e K i K WACC P/PL (Risco financeiro) Custos (%)

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.1

(7)

Observações do gráfico

Observações do gráfico

Para níveis mais baixos de P/PL há um decréscimo do custo

de capital total da empresa, em razão do custo marginal do

Ki ser inferior ao do Ke

O decréscimo do WACC verifica-se somente até certo ponto

de endividamento, definido por X no gráfico

O ponto X representa a estrutura ótima de capital, onde o WACC é mínimo e o valor de mercado da empresa é

máximo

O Ki eleva-se à medida que a participação de dívidas onerosas na estrutura de capital for mais acentuada

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.1

(8)

20.2

20.2 Estrutura de Capital pelo Enfoque do Lucro Estrutura de Capital pelo Enfoque do Lucro Operacional

Operacional

O custo de capital da empresa não se altera com as modificações na estrutura de financiamento (WACC constante)

Assume o pressuposto de que os investidores não elevarão sua taxa de desconto, diante da presença de maior

endividamento, para compensar o risco financeiro

O benefício financeiro do endividamento

compensa o

acréscimo no custo de capital próprio, não alterando o WACC e mostrando que não existe uma estrutura ótima de capital 0 K e K i K WACC P/PL (Risco financeiro) Custos (%)

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(9)

20.3

20.3 Teoria de Modigliani–Miller (MM) sem Teoria de Modigliani–Miller (MM) sem Impostos

Impostos

Num mundo hipoteticamente sem impostos, o custo total de capital de uma empresa independe de sua estrutura de financiamento

Não existe dependência entre o investimento e as diversas fontes de capital que o financiam

A atratividade do investimento é definida pela rentabilidade e o risco associado à decisão e não à forma de financiamento 0

K

e K i

K

WACC P/PL (Risco financeiro) Custos (%)

A estrutura de capital segundo a teoria de MM

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(10)

Os reflexos de uma participação de capital de terceiros,

teoricamente mais baratos, são devidamente compensados pelo aumento natural na taxa de desconto do capital

próprio

Pressupostos básicos

Não há Imposto de Renda

Não há custos de falência (custos de agency)

É possível aos investidores realizarem a arbitragem no mercado

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.3

20.3 Teoria de Modigliani–Miller (MM) sem Teoria de Modigliani–Miller (MM) sem Impostos

(11)

20.3.1 Proposições de MM num mundo sem 20.3.1 Proposições de MM num mundo sem impostos

impostos

Proposição I

O valor de uma empresa é dimensionado com base no resultado operacional, descontado a uma taxa de juros que reflete o risco da empresa

A política de dividendos da empresa não exerce influência

sobre o seu valor

Duas empresas iguais do ponto de vista operacional, exceto na forma como são financiadas , devem ter o mesmo valor de mercado

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(12)

Proposição II

O retorno requerido pelo capital próprio é uma função linear e constante do nível de endividamento 0

K

e K i

K

WACC Nível de endividamento Custos (%)

O Ke é definido pela taxa de retorno requerida na

situação de uma empresa sem dúvidas, mais um prêmio pelo risco da inclusão de capital de terceiros

Este prêmio se eleva à medida que cresce o endividamento

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.3.1 Proposições de MM num mundo sem 20.3.1 Proposições de MM num mundo sem impostos

(13)

20.3.2 Arbitragem de Modigliani e Miller 20.3.2 Arbitragem de Modigliani e Miller

Empresa CAP END

Estrutura de

capital Capitalizada (não alavancada)

Endividada (alavancada)

Valor da dívida - 0 - $ 800.000,00

Custo da dívida - 0 - 12% a.a.

Lucro Operacional $ 200.000,00 $ 200.000,00

Taxa capitalização 16% 16%

Valor das ações $ 200.000,00 / 0,16 = $ 1.250.000,00 $ 200.000,00 – [$ 800.00000,00 x 12%] / 0,16 = $ 650.000,00 Valor de mercado da empresa $ 1.250.000,00 + 0 = $ 1.250.000,00 $ 650.000,00 + $ 800.000,00 = $ 1.450.000,00

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(14)

1.250.000,0 1.250.000,0 0 0 Cap 1.250.000,0 1.250.000,0 0 0 Investidor (a) 130.000

Investidor vende sua participação na END 160.000 (b) (b) 160.000 290.000 250.000 (c) 250.000 (c) 20%

Caixa Empréstimos Aplic. Financeiras

(d) 40.000 40.000 (d) 0 -800.000,0 800.000,0 0 0 1.450.000,0 1.450.000,0 0 0 End 650.000,0 650.000,0 0 0 130.000 (a) 20%

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(15)

•Resultado como investidor de END

Ganho na participação: 16% x (20% x $ 650.000,00) = $ 20.800,00

•Resultado como investidor de CAP

Ganho na participação:

16% x (20% x $ 1.250.000,00) = $ 40.000,00 Despesas Financeiras do Empréstimo Pessoal:

12% x $ 160.000,00 = ($ 19.200,00) = $ 20.800,00 Aplicação do excedente: 7% x $ 40.000,00 = $ 2.800,00 Resultado Total: $ 23.600,00 Diferença: $ 2.800,00

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.3.2 Arbitragem de Modigliani e Miller 20.3.2 Arbitragem de Modigliani e Miller

(16)

20.3.3

20.3.3 Formulações de MM sem impostos Formulações de MM sem impostos

Proposição I – o custo de capital constante, não se

modificando diante de alterações em sua estrutura de capital

0 l operaciona caixa de Fluxo K WACC V VU L   

Proposição II – O retorno requerido pelos acionistas cresce, em relação ao endividamento da empresa

            PL P PL K PL P PL K WACC e i

:

temos

,

Se

WACC

K

0

K

K

P

PL

K

K

e

0

0

i

/

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(17)

20.4

20.4 Proposições de MM num Mundo com Proposições de MM num Mundo com Impostos

Impostos

Considerando a existência de IR, MM concluem que, ao elevar-se o quociente de endividamento (P/PL), reduz-se o WACC e, em conseqüência, maximiza-se o valor de mercado da empresa 0

K

e

K

i

K

(s/IR) WACC P/PL (Risco financeiro) Custos (%) (c/IR) WACC Benefício Fiscal

O Ke, como função linear e positiva do risco financeiro, assume a seguinte expressão:

0

/

(

1

)

0

K

K

P

PL

IR

K

K

e

i

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(18)

Logo, o valor de mercado de uma empresa alavancada, supondo fluxos de caixa perpétuos, apresenta-se:

P

IR

K

V

L

Fluxos

de

Caixa

Operaciona

is

0

Valor de uma

empresa totalmente financiada por capital

próprio (Vu) Valor presente do benefício fiscal do endividamento oneroso

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.4

20.4 Proposições de MM num Mundo com Proposições de MM num Mundo com Impostos

(19)

20.5

20.5 Por que Usar Capital Próprio Quando o Por que Usar Capital Próprio Quando o Capital de Terceiros é Mais Barato

Capital de Terceiros é Mais Barato

À medida que mais dívidas são introduzidas na estrutura financeira da empresa, o capital próprio se torna mais arriscado, exigindo maior retorno

O WACC é reduzido até certo nível de endividamento, após o qual começa a crescer pela presença mais marcante do risco financeiro

As empresas vêm optando por um comportamento de maior independência frente a pressões de mercado e riscos

conjunturais

O uso de capital de terceiros implica em custos de falência e outros custos de agency

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(20)

Um maior uso de capital de terceiros exerce certas pressões sobre os fluxos de caixa das empresas

Os credores têm amplo direito de receber juros e reembolso do capital emprestado, independente do desempenho da empresa

Quando uma empresa utiliza maior volume de capital de terceiros surgem normalmente conflitos de interesses entre credores e acionistas

O custo de falência tende a compensar as vantagens financeiras oferecidas pelo capital de terceiros

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.5

20.5 Por que Usar Capital Próprio Quando o Por que Usar Capital Próprio Quando o Capital de Terceiros é Mais Barato

(21)

20.6

20.6 Estrutura de Capital no Estrutura de Capital no Brasil

Brasil

Necessidade de se trabalhar com taxas projetadas de inflação Existência de diferentes indexadores de preços adotados

para corrigir os passivos das empresas

Menor horizonte de planejamento, com prazos mais reduzidos para as metas de estrutura de capital

Inclusão no passivo permanente de fontes de financiamento com características de pós fixação dos juros

Inclusão das dívidas onerosas de curto prazo no estudo da estrutura de capital

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(22)

20.6.1

20.6.1 Presença de diferentes custos de captação no Presença de diferentes custos de captação no mercado

mercado

Taxas livremente definidas pelo mercado

Custo real positivo normalmente elevado

Taxas subsidiadas inclusive, custo real Podem apresentar, negativo

O Ke é dependente não somente do risco financeiro (P/PL) que a empresa venha a assumir, mas também da

disponibilidade dos recursos oferecidos no mercado

Presença simultânea de recursos de terceiros com diferentes magnitudes de custos financeiros

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(23)

A curva do Ke é mais realisticamente representada assim:

Os segmentos verificados na linha HG indicam o

comportamento de Ki segundo as taxas livremente praticadas no mercado

O segmento FG concentra as fontes de financiamento mais onerosos à empresa

O segmento AB indica a presença de fontes de financiamento no mercado a custos reais negativos (subsidiados)

P/PL (risco financeiro) Ki G F E D C B A Custo (%) (-):0 H

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.6.1

20.6.1 Presença de diferentes custos de captação no Presença de diferentes custos de captação no mercado

(24)

20.6.2

20.6.2 Principais conclusões para a economia Principais conclusões para a economia brasileira

brasileira

As imperfeições de mercado introduzem restrições em algumas formulações da teoria

Em situação de inflação, é indispensável que se trabalhe com

valores de WACC em termos reais

Cada fonte de financiamento relacionada na estrutura de capital estão associadas duas taxas: nominal e real

A estrutura de capital e o risco financeiro podem variar simplesmente pela presença de múltiplos indexadores no passivo das empresas

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(25)

O Ki é função, além do risco financeiro, da própria forma escolhida de financiamento

As taxas de juros de captação são dependentes da escassa oferta externa de crédito

Devido às elevadas taxas de juros da economia e a escassez de capital a longo prazo, as empresas

brasileiras

são financiadas com 67% com recursos próprios e 33% com recursos de terceiros

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.6.2

20.6.2 Principais conclusões para a economia Principais conclusões para a economia brasileira

(26)

20.7

20.7 Avaliação do Nível de Avaliação do Nível de Endividamento

Endividamento

Existem certas peculiaridades em relação à formulação de cálculo do LPA no Brasil e nos EUA:

O LPA é dimensionado pelo lucro líquido, após o

pagamento dos dividendos preferenciais, dividido pelo número de ações ordinárias emitidas pela companhia O volume de dividendos preferenciais é fixo

O LPA é dimensionado após a obtenção lucro líquido, sendo dividido entre acionistas ordinários e preferenciais A prática mais usual, dá ao

acionista preferencial um dividendo mínimo e sem perda na participação do lucro remanescente

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(27)

DR E LL = $ 60.000 BP Cap Social = $ 400.000 • Preferencial = $ 200.000 • Ordinário = $ 200.000 Estatuto

Dividendo Preferencial Mínimo: 8% sobre o capital preferencial

Dividendo obrigatório para todos os acionistas: 25% sobre o Lucro Líquido • Dividendo Preferencial Mínimo:

8% x $ 200.000 = $ 16.000 (a)

• Dividendo Mínimo Obrigatório:

25% x $ 60.000,00 = $ 15.000 / 2 = $ 7.500 (b)

• Lucro Retido pela Empresa:

$ 60.000 - $ 16.000(a) - $ 7.500(b) = $ 36.500

Do lucro retido, 50% pertence ao capital ordinário e 50% ao preferencial

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(28)

Diante desses valores, vemos que a cada acionista

compete uma participação diferente no lucro líquido e, portanto, um LPA próprio:

Acionista Preferencial

Participação no Lucro Líquido: $ 16.000,00 + $ 18.250,00 (50% s/ $ 36.500,00) = $ 34.250,00

LPA = $ 34.250,00/100.000 ações = $ 0,3425/ação

Acionista Ordinário

Participação no Lucro Líquido: $ 7.500,00 + $ 18.250,00 (50% s/ $ 36.500,00) = $ 25.750,00

LPA = $ 25.750,00/100.000 ações = $ 0,2575/ação

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.7

20.7 Avaliação do Nível de Avaliação do Nível de Endividamento

(29)

Verifica-se que não é correto dividir simplesmente o lucro líquido, após o pagamento do dividendo preferencial, pelo número de ações ordinárias emitidas para o cálculo do LPA 2 al preferenci LPA ordinário LPA 

ação

/

30

,

0

$

2

0,2575

$

0,3425

$

Será adotado, então, o cálculo do lucro por ação médio:

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.7

20.7 Avaliação do Nível de Avaliação do Nível de Endividamento

(30)

LOP ($) Ponto de Indife rença 600 500 300 100 LPA (%)

Uma possível combinação de resultados hipotéticas de capital é apresentada a seguir:

SE:

INDICA:

LOP > nível de equilíbrio financeiro LPA > 0

LOP = nível de equilíbrio financeiro LPA = 0

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.7

20.7 Avaliação do Nível de Avaliação do Nível de Endividamento

(31)

BP

LL={LOP-(CM x 1.000.000,00) – 0,14 x [(1.000.000,00) x (1+CM)] – (VC x 1.500.000,00) – 0,12 x [(1.500.000,00) x

O volume de lucro líquido e de lucro operacional pode ser genericamente identificado da seguinte forma:

Fin. Moeda Nacional $ 1.000.000,00 (CM + 14%a.a. s/ saldo corrigido) Fin. Moeda Estrangeira $ 1.500.000,00 (VC + 12%a.a. s/ saldo corrigido) Patrimônio Líquido $ 2.000.000,00 IR = 40% 20.8

20.8 Avaliação da Estrutura de Capital no Avaliação da Estrutura de Capital no Brasil

Brasil

A decisão da escolha da melhor estrutura de capital depende do comportamento esperado do resultado operacional, tendo-se como batendo-se de comparação, na avaliação, o ponto de

indiferença de equilíbrio financeiro

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(32)

LL=[LOP- 1.000.000,00 x CM – (0,14) x (1.000.000,00 +

1.000.000,00 x CM) – 1.500.000,00 VC – (0,12) x (1.500.000,00 + 1.500.000,00 VC)] x (1-0,40)

Resolvendo-se a identidade de avaliação da estrutura de capital: LL=[LOP- 1.000.000,00 x CM – 140.000,00 – 140.000,00 x CM - 1.500.000,00 x VC – 180.000,00 - 180.000,00 x VC] x 0,6 LL=[LOP- 1.140.000,00 x CM – 1.680.000,00 x VC – 320.000,00] x 0,60 LL=[0,6 LOP – 684.000,00 x CM – 1.008.000,00 x VC – 192.000,00

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.8

20.8 Avaliação da Estrutura de Capital no Avaliação da Estrutura de Capital no Brasil

(33)

Resultados da estrutura de capital para diferentes indexadores:

INDEXADORES META PARA O LUCRO LOP CM VC LÍQUIDO NECESSÁRIO LL = 0 $ 591.200,00 12% 8% LL = $ 268.800,00 Retorno s/ o patrimônio líquido real de 12% $ 1.039.200,00 LL = 0 8% 12% LL = $ 259.200 Retorno s/ o patrimônio líquido real de 12% $ 1.044.800,00

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

(34)

Observações do gráfico

Observações do gráfico

Para CM de 12% e VC de 8%, um ROE de 12% só será satisfeito se o lucro operacional atingir o montante de $ 1.039.200,00 e assim por diante

Para uma correção monetária (CM) de 12% e variação cambial

(VC) de 8%, o equilíbrio financeiro da empresa se verifica para

um lucro operacional (líquido de IR) de $ 591.200,00 Correções superiores a este limite levarão a empresa, desde

que não se verifique um crescimento correspondente do lucro operacional, a trabalhar na área de prejuízo

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

20.8

20.8 Avaliação da Estrutura de Capital no Avaliação da Estrutura de Capital no Brasil

(35)

Bibliografi Bibliografi a

a

ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas

aplicações. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.

BENNINGA, Simon Z.; Sarig, Oded H. Corporate finance: a valuation approach. New York: McGraw-Hill, 1997.

BREALEY, Richard A.; MYERS, Stewart C. Principles of

corporate finance. 6. Ed. New York: McGraw-Hill, 2001.

BRIGHAM, Eugene F.; GAPENSKI, Louis C.; EHRHARDT,

Michael C. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2001. ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey F. Administração financeira. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2002

VAN HORNE, James C. Financial management and policy. 12. Ed. New York: Prentice Hall, 2002.

Capítulo 20 – Estrutura

Capítulo 20 – Estrutura

de Capital

de Capital

Referências

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