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Relatório estágio profissional

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Academic year: 2021

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Orientadora: Prof. Dra. Ana Neto Regente: Prof. Dr. Rui Maio

Relatório de

Estágio

Profissionalizante –

6º ano

Catarina Isabel Garcia Alves dos Ramos

Nº de aluno: 2012162 Turma 4 Período estágio: 11 Set. 2017 a 1 Junho 2018

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ÍNDICE

1.- Introdução ... 2 2.- Objetivos ... 2 3.- Actividades Desenvolvidas ... 3 3.1.- Estágio de Cirurgia ... 3

3.2.- Estágio de Medicina Interna ... 3

3.3.- Estágio de Ginecologia e Obstetrícia ... 4

3.4.- Estágio de Saúde Mental ... 4

3.5.- Estágio de Medina Geral e Familiar ... 5

3.6.- Estágio de Pediatria ... 5

3.8.- Estágio de Medicina Física e Reabilitação-opcional ... 6

3.9.- Atividades Extracurriculares ... 6

4.- Reflexão Crítica ... 7

5.- Anexos ... 10

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1. Introdução

O último ano de medicina, também chamado de estágio profissionalizante, integra vários estágios parcelares ao longo do 1º e 2º semestre. No meu caso sucederam-se pela seguinte ordem: Cirurgia, Medicina Interna, Ginecologia e Obstetricia, Saúde Mental, Medicina Geral e Familiar (MGF), Pediatria e Medicina Física e Reabilitação (MFR). A ordem escolhida teve o propósito de ter disciplinas basilares como Cirurgia Geral e Medicina Interna em primeiro lugar, para que estas matérias mais generalistas servissem de base a especialidades de grupos específicos que se seguiam, nomeadamente Saúde da Mulher, Mental, Saúde na comunidade e na criança. Pretende-se a transição de uma aprendizagem teórica à prática clínica; asPretende-sente em pilares de autonomia, responsabilidade e confiança (Primum Non Nocere) e que sirva de ponte gradual entre o antigo estudante e o jovem médico.

Pretende-se com o presente relatório enumerar as atividades realizadas encontrando-se estruturado da seguinte forma: Introdução, Objetivos, Atividades desenvolvidas, Reflexão critica e Actividades extracurriculares e Anexo.

2. Objectivos

Como objetivos destacam-se: colheita da história clínica e exame físico detalhado; elaboração do raciocínio clínico com formulação de hipóteses de diagnóstico; consolidar dos conhecimentos a nível diagnóstico e terapêutico aprendidos nos anos anteriores tendo em conta uma abordagem biopsicossocial; adquirir uma autonomia progressiva, responsabilidade; desenvolver técnicas de comunicação; aplicar os princípios éticos e científicos na prática médica diária; complementar a formação obrigatória com áreas de interesse pessoal, reconhecendo a importância da investigação científica; desenvolvimento das competências humanas como aliadas para uma boa prática de Medicina.

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3. Actividades Desenvolvidas

3.1 Cirurgia Geral

Decorrido entre 11/09/17 a 3/11/17, sob a tutoria da Dra. Rita Garrido realizei o estágio de cirurgia geral no Hospital Beatriz Ângelo. Deste estágio destaco como objetivos importantes: conhecer as principais síndromes cirúrgicas, a sua etiopatogenia e semiologia; bem como os fundamentos do seu diagnóstico, exames complementares a requisitar e tratamento; desenvolver competências técnicas de assepsia e de procedimentos de pequena cirurgia; e comunicar adequadamente e trabalhar em equipa com outros profissionais de saúde, adotando sempre uma atitude proactiva. Pude participar em consultas, enfermaria, bloco operatório, serviço de urgência e congresso. Participei em 13 cirurgias como 2º ajudante e aqui, apercebi-me das inúmeras variantes anatómicas que existem, o que torna cada cirurgia única e particular. Ao longo deste estágio fui também oradora, tendo apresentado um trabalho sobre o Síndrome de Bouveret, intitulado de “As pedras preciosas”.

3.2 Medicina Interna

Seguiu-se o estágio de Medicina Interna de 6/11/17 a 5/01/18 no Hospital São Francisco Xavier (HSFX) na Unidade de AVC. Ao longo do período do estágio a Dr.ª Fátima Grenho e a Dr.ª Ana Lourenço deram-me a oportunidade de me preparar individualmente para a observação de doentes. Quanto aos objetivos para este estágio destaco: adquirir autonomia nas tarefas médicas desempenhadas; avaliar, diagnosticar e prescrever as medidas terapêuticas para as situações clínicas, frequentes e raras, de maior gravidade e referenciar apropriadamente as situações clínicas que o requeiram; melhorar a capacidade de seleção da informação a discutir em casos clínicos e apresentações de doentes. Assim, a colheita de anamnese, a realização de exame objetivo, de técnicas mais invasivas, a passagem pelo Serviço de Urgência (SU) e o acompanhamento de um número considerável de doentes internados, permitiu-me um aumento gradual de autonomia e

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maturação dos conhecimentos anteriormente apreendidos. Tive ainda a oportunidade de participar numa simulação de AVC onde, por ter desempenhado o papel de paciente, ganhei a noção do percurso que o doente faz antes de chegar à UAVC. Ao longo deste estágio também fui oradora, tendo apresentado um trabalho sobre o Impacte do Álcool no crescimento das doenças crónicas.

3.3 Ginecologia e Obstetrícia

O estágio decorreu ao longo das 4 primeiras semanas do primeiro semestre, de 22/01/18 a 16/02/18, no Hospital Fernando de Fonseca, sob a orientação da Dr.ª Irina Ramilo (Ginecologia) e Drª Ana Paula Ferreira (Obstetrícia).Como objetivos para este estágio destaco: aprofundar conhecimentos teóricos apreendidos em anos anteriores e adquirir conhecimentos práticos de forma a ser capaz de identificar situações que necessitem de referenciação, e desenvolver autonomia e confiança nos assuntos relacionados com a Saúde da Mulher. Durante o ensino prático pude observar as várias componentes em que o mesmo está dividido tais como: Consulta, Internamento, Serviço de Urgência, reuniões de serviço e sessões clínicas do hospital. Tive a oportunidade de me preparar individualmente para técnicas como a colocação de espéculo, interpretação de ecografia obstétrica, avaliar o foco cardíaco fetal e interpretar o CTG.

3.4 Saúde Mental

O estágio decorreu ao longo do segundo semestre, de 19/02/18 a 16/03/18, no Hospital Egas Moniz e pólo comunitário em Cascais sob a orientação da Dr.ª Catarina de Jesus. Os objetivos principais foram identificar elementos patológicos na personalidade, comportamentos e relacionamento interpessoal e diferenciá-los do funcionamento psicológico normal do indivíduo. Avaliar as capacidades funcionais dos doentes, contexto social, e identificar situações individuais de risco. Consolidar conhecimentos teóricos e identificação de situações de risco que necessitem de referenciação

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Ao longo do estágio tive em contacto com técnicas terapêuticas com recurso a animais e a psicoterapias. As consultas de sexologia permitiram-me conhecer a realidade desta área, pouco desenvolvida no MIM. Nas consultas de dor crónica vi consultas pré implantação de neuro-estimulador. Tive ainda a oportunidade de assistir a intervenção da Dra. Catarina numa palestra sobre drogas, participei no seu trabalho de investigação, que estuda como sexologia e dor cronica se correlacionam, realizei uma história clínica e apresentei um trabalho intitulado “Por detrás da pele- Aspetos Psiquiátricos na PSORIASE”.

3.5 Medicina Geral e Familiar

No estágio de 19/03/18 a 20/04/18, foi orientado pela Dra. Maria Sobral na USF de Rio de Mouro. Os meus objetivos para este estágio focaram-se nos seguintes pontos: adquirir autonomia para uma observação cuidada do utente nos diferentes tipos de consulta - saúde da mulher, planeamento familiar, crianças, geriatria; promover estratégias de prevenção e aplicar as técnicas de entrevista anteriormente aprendidas.

Senti uma grande evolução na execução de procedimentos práticos (como colocação de implanon) e na capacidade de dirigir consultas, sempre numa atmosfera de autonomia controlada. Destaco ter assistido e conduzido toda a variedade de consultas (planeamento, grávidas, saúde infantil e doença aguda). Redigi carta de encaminhamento para Urgência. Senti-me parte integrante nas atividades realizadas na USF, incluindo redigir um documento informativo complementar de consultas sobre Escabiose.

3.6 Pediatria

O estágio decorreu entre 23/04/18 a 18/05/18, no Hospital São Francisco Xavier sob a orientação do Dr. Edmundo Santos. Para este estágio destaco os seguintes objetivos: aprofundar os conhecimentos fundamentais acerca das principais patologias da criança e do adolescente;

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realizar de um exame objetivo, respeitando a personalidade da criança; e adquirir competências interpessoais para lidar com situações de início e fim de vida.

No berçário observei casos de baixo peso ao nascer, prematuridade, fratura da clavícula e displasia da anca. A autonomia foi crescente bem como a segurança na avaliação de recém-nascido e da distinção entre o fisiológico e patológico. Na enfermaria e consultas pode observar as patologias mais frequentes nas crianças como gastroenterite, ITU e pneumonia. Assisti a consultas de desenvolvimento e neurologia, passando ainda pelas urgências. Apresentei ainda uma história clínica sobre pneumonia numa criança de 2 anos, sem tradução radiológica.

3.7 Medicina Física e Reabilitação (MFR)

O estágio decorreu entre 21/05/18 a 1/06/18, no Hospital Curry Cabral sob a orientação do Dr. Pedro Soares Branco. Assisti à consulta de ortotraumatologia, amputados, reumatologia, posturografia dinâmica computorizada e mesoterapia. Tracei como objetivos: adquirir conhecimentos práticos nesta área, desenvolver capacidades de orientar diferentes terapêuticas possíveis e conhecer quando devo referenciar. Destaco a posturografia dinâmica onde aprendi as 3 componentes do equilíbrio (somatosensorial, vestibular e ocular). Observei também o modo como, através de testes, o médico consegue decompor estes componentes e precisar qual o que está afetado e a causar alterações do equilíbrio, sabendo assim em que sistema deve atuar.

3.8 Actividades extracurriculares

Desenvolvi atividades extraplano de estudos que acredito valorizarem a minha aprendizagem. Realizei voluntariado em neurologia no Hospital dos Capuchos de 2 meses, experienciando assim o lado do doente (Anexo I). No ano seguinte, iniciei 1 mês de estudo de neurocirurgia em Praga, agora presenciando o lado do médico (Anexo II). Realço que, embora interligadas, tive contacto com patologias variadas e pude participar em cirurgias de remoção de hérnias discais. Seguiram-se vários estágios em MGF, otorrinolaringologia, hemato-oncologia e

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ortopedia (Anexo III) mas foi microbiologia que me voltou a despertar o interesse. Assim, fui monitora do Departamento de Infeção da NMS|FCM onde pode aplicar técnicas comunicacionais e aprofundar técnicas de laboratório (Anexo IV). Na sequência das matérias desenvolvidas no departamento, participei num projeto de investigação sob a orientação do Professor Paulo Paixão acerca de “Desenvolvimento de ensaios imunoenzimáticos do tipo ELISA para pesquisa de Legionella pneumophila em suporte de papel utilizando a tecnologia Lab-on-Paper” (Anexo V). Realço ainda a oportunidade de ter participado em atividades relacionadas com o trabalho em equipa, tendo sido membro da Associação de Estudantes da NMS|FCM (Anexo VI), Departamento de Comunicação. Finalmente, atividades relacionadas com inovação científica através da participação em congressos dos quais destaco O Congresso de MGF 2018 e o iMED 2017 (Anexos VII e VIII).

4. Reflexão Crítica

O estágio profissionalizante permite um contacto próximo com uma grande variedade de especialidades o que torna toda a experiência muito enriquecedora e produtiva para um aluno de 6º ano. Considero ter atingido os objetivos delineados para as várias unidades curriculares. De um modo geral todos os estágios permitiam assistir a consultas, enfermaria e serviço de urgência, tendo ainda acréscimo a mais-valia do bloco operatório nas especialidades cirúrgicas. Os estágios permitiram um aumento gradual de autonomia, responsabilidade e maturação dos conhecimentos anteriormente apreendidos. Acredito ainda que fui capaz de me integrar nas diversas equipas multidisciplinares em que fui inserida e procurei fazer uma análise autocrítica do trabalho que fui realizando ao longo do ano. No estágio de Cirurgia destaco a participação em várias cirurgias e o aperfeiçoar das técnicas de pequena cirurgia como sutura e drenagem de abcessos. Verifiquei que “a diferença entre a tragédia e o triunfo era definida por 1 ou 2 milímetros” e que até numa especialidade puramente cirúrgica a relação médico-doente tem extrema importância, “Quando não

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há lugar para o bisturi, as palavras são o único instrumento do cirurgião.”- Dr. Kalanithi em “When

breath becomes air”. Foi no estágio de Medicina Interna que me senti evoluir de uma estudante

para uma futura médica, com a autonomia diária de ter a meu cargo um doente, realizar o exame objetivo, a prescrição de exames complementares de diagnóstico, terapêutica e realizar urgências com a minha equipa onde pode fazer vários diagnósticos diferenciais e aperfeiçoar técnicas, como gasometrias. Nos estágios de Ginecologia e Obstetrícia pode aperfeiçoar técnicas como colocação de espéculo e observação de exames complementares e cirurgias específicas desta área, como miomectomias. Em Saúde Mental destaco a diversidade de consultas a que pode assistir, demonstrando-me que esta ciência envolve qualquer outra especialidade já que o doente é um todo. Em Medicina Geral e Familiar pude dar continuidade ao trabalho iniciado em Medicina Interna, agora com mais segurança, e realizar as primeiras consultas, exames minimamente invasivos, colposcopias e colocação de implanon. Pediatria foi o culminar do saber adquirido ao longo do ano onde destaco não só a destreza que ganhei ao realizar triagens aos recém-nascidos todos os dias, como também o contacto que tive com as patologias mais frequentes nos jovens que, apesar de serem as mesmas patologias dos adultos, podem apresentar-se com sintomas diferentes, tornando o diagnóstico menos linear. Apesar de ser em Medicina Geral e Familiar que mais se faz referência à relação médico doente, aos processos de empatia e transferência; senti que tal era transversal às outras especialidades. O que aprendia num estágio tornava-se uma mais-valia para outra especialidade. Como exemplo tenho, como as consultas de sexologia em psiquiatria auxiliavam nas consultas de planeamento familiar de medicina geral e familiar ou as consultas de desenvolvimento em medicina geral e familiar me permitiam identificar situações não fisiológicas em pediatria, e assim sucessivamente. As especialidades cruzam-se e senti em vários momentos a interligação entre elas porque o doente é um conjunto das vertentes bio-psico-social e, por isso, deve ser analisado como tal. Por fim, o estágio opcional em Medicina Física e Reabilitação permitiu-me aprofundar uma área do permitiu-meu interesse e que trabalha para aupermitiu-mentar a qualidade de vida das pessoas. Após uma cirurgia ao joelho, o paciente pode andar e subir escadas, mas não é igual

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subir um degrau de cada vez com os pés ou intercalar os pés. Isto é qualidade de vida e é tão ou mais importante do que salvar uma vida. Aprendi várias técnicas e observei tratamentos de patologias que, mesmo que não opte por esta especialidade, posso aplicar na prática clínica de outras especialidade como Medicina Geral e Familiar ou Medicina Interna.

Ser paciente, significa segundo o dicionário português, alguém que sofre sem reclamar mas são os médicos que devem tentar atenuar este sofrimento e desafiar a que reclamem. Não se devem tornar o inimigo da doença, mas o seu embaixador e é nessa qualidade que os médicos são confiados a trazer as espectativas da pessoa para áreas da possibilidade razoável. Mais do que conhecimento científico dos médicos, espera-se a autenticidade existencial que cada pessoa deve encontrar por si próprio. Espero afastar-me do estereótipo dos médicos descritos por Tolstoi focado no estrito tratamento da doença. Descrito em Guerra e Paz: “Os doutores visitavam Natasha, (…)

falavam muito em francês, em alemão e em latim, criticavam-se uns aos outros, prescreviam os mais variados medicamentos para todas as doenças que conheciam; porém, a nenhum deles passava pela cabeça a ideia muito simples de que não podiam conhecer a doença de que sofria Natasha.” Provando que não temos de falar varias línguas, mas aquela que o doente perceba, para

ir ao encontro das necessidades do doente.

Concluindo, tentei aproveitar as oportunidades que me foram dadas durante este ano e julgo que a evolução foi grande em conhecimentos, na execução de procedimentos, na relação médico-doente mas sobretudo na segurança que tenho em mim e na confiança que os outros também depositam em mim. Além do plano curricular desenvolvi atividades nas minhas diversas áreas de interesse, sempre em prol de uma formação mais completa e multifacetada, acreditando na máxima do Dr. Abel Salazar, segundo a qual, “Um médico que só de medicina sabe, nem medicina sabe.”

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5. Anexos

Anexo I

Declaração da actividade desenvolvida como voluntariado de neurologia no Hospital Sto. António dos Capuchos

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Anexo II

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Anexo III

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Anexo IV

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Anexo V

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Anexo VI

Certificado de colaboradora na equipa de Comunicação e Marketing da Associação de Estudantes da Nova Medical School I Faculdade de Ciências Médicas

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ANEXO VII

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ANEXO VIII

Referências

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