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Ceia do Senhor, mais que um memorial

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Academic year: 2021

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IGREJA METODISTA EM ITABERABA

CONGREGAÇÃO EM SANTANA DE PARNAÍBA

Ceia do Senhor, mais que um memorial

(Lc. 22.14-20)

A trajetória da igreja cristã é composta por muitas histórias, sím- bolos e tradições. Infelizmente, muitos deles têm sido esqueci- dos ou deixados de lado. Isso ocorre pelo simples desgaste do tempo ou porque nós mesmos deixamos de dar valor aos fatos históri- cos, às pessoas, aos costumes e às práticas de nossa igreja. As igrejas vão assim deixando de ter “cara de igreja”.

Mas pior do que deixarmos as tradições e costumes de lado é não vi- vermos a essência do que é a igreja, ou seja, um espaço de comu- nhão, amor e solidariedade. Faço uma pergunta a você, irmão ou irmã: quantas vezes na vida você já tomou a Ceia do Senhor? Sim, eu sei que é difícil responder a essa pergunta. Sabemos que a Ceia do Se- nhor é um sacramento que simboliza o sacrifício de Jesus Cristo por nós. Mas, ao participarmos dessa cerimônia, quantas vezes já para- mos para pensar no importante significado que ela tem?

A Páscoa celebrada pelos judeus no tempo de Jesus é para eles, até hoje, um memorial que relembra a saída do povo hebreu do cativei- ro egípcio. Podemos perceber pelo texto bíblico que Jesus valorizava a tradição, pois pediu a seus discípulos que preparassem a Ceia Pas- cal. Ele aproveita o ensejo da comemoração da Páscoa, com seu sen- tido de libertação do cárcere, para lhe atribuir um novo caráter, de transformação de vidas.

BOLETIM INFORMATIVO • ANO IX • Nº 366 • 5 DE JUNHO DE 2011

Última Ceia (Jacopo Bassano - 1542)

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Talvez quisesse dar seus últimos ensinamentos aos discípulos sobre como eles deveriam se comportar e executar sua missão. Aquele era, sem dúvi- da, um momento crucial, a última chance que Jesus teria de instruir seus discípulos antes de ser crucificado. Quando refletimos sobre o significado de cada elemento que compõe a Ceia do Senhor, passamos a compreen- der quão profundo e importante é esse ato que realizamos mensalmente.

Há um elemento na Ceia que é pouco citado, mas que tem muito a nos ensinar: a mesa. Num dia a dia marcado por correria e agendas lotadas como o nosso, sentar-se à mesa para fazer uma refeição é quase um luxo.

Dentro da cultura judaica, no tempo de Jesus, nunca era permitido que um pecador ou impuro dividisse a mesa com outras pessoas. Já Jesus, nos três anos de seu ministério, questiona essa restrição e assume uma nova prática. Em diferentes passagens do Evangelho, podemos vê-lo sen- tando-se à mesa com pecadores e marginalizados, pessoas consideradas impuras e não merecedoras de respeito ou da graça de Deus. Em sua úl- tima refeição, Jesus senta-se à mesa com seus discípulos, inclusive com aquele que iria traí-lo. Nós, como igreja, devemos assumir esse ensina- mento que a mesa da Ceia nos transmite: ser um espaço que acolha todas as pessoas, ainda que sejam pecadoras, marginalizadas ou pensem dife- rente de nós. A igreja deve ser um local onde as pessoas possam entrar, sentir-se amadas e receber a palavra transformadora de vidas.

Já o pão pode simbolizar uma série de coisas, como, por exemplo, a solidariedade, a partilha, a divisão. Na Bíblia, o pão representa muitas vezes a provisão de Deus a seu povo. Podemos lembrar-nos do maná no deserto e também da multiplicação dos pães por intermédio de Je- sus. Na noite de sua última ceia, Jesus diz, referindo-se ao pão: “Isto é o meu corpo oferecido por vós”. Portanto, quando juntos nos ali- mentamos do pão, passamos a fazer parte de um só corpo – o corpo de Cristo (cf. 1Co. 10.17). A raiz latina da palavra “pão” é com panis, que curiosamente também é a raiz das palavras “companhia” e “com- panheiro”. Ou seja, quando comemos do pão, estamos entendendo e aceitando o desejo de Jesus de sermos companheiros de caminhada, ou um corpo que se une e reconhece seus diferentes membros e a im- portância de cada um deles para o cumprimento da missão.

O terceiro elemento da Ceia é o vinho. Na verdade, ele nem é citado no texto bíblico, mas podemos subentender que era esse o conteúdo do cálice de que a Bíblia fala, já que Jesus se refere ao fruto da vinha.

Mas não é qualquer cálice; é o Cálice da Nova Aliança, que simboli- za o sangue de Jesus vertido na cruz, que desfez o jugo do pecado e da morte. Assim, não há mais nada que nos condene ou nos afaste do amor de Deus, nem a lei, nem a religião, nem coisa alguma.

Uma igreja que quer realizar a missão de Jesus Cristo precisa viver a dimensão do perdão que se manifestou na cruz. Não cabe a nós acu-

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sar, julgar ou condenar quem quer que seja. Só nos foi dada uma al- ternativa: perdoar. Assim como Jesus nos salvou por meio de um sa- crifício, precisamos estar dispostos a sacrificar nos- so orgulho, nossa arrogância e, em muitos momentos, nossa teimosia, e perdoar nosso próximo.

Com carinho e estima pastoral, Rev. Tiago Valentin

Pensamos muitas vezes que Deus não escuta nossos apelos. Nós é que não escutamos suas respostas.

François Mauriac, escritor francês

O destino dos apóstolos Segundo historiadores, todos os apóstolos que andavam com Jesus morreram como mártires, com ex- ceção de dois: Judas Iscariotes, que traiu Jesus e acabou se enforcan- do, e João, que, após ser exilado na Ilha de Patmos, obteve a liberdade e morreu de morte natural. Veja o que teria ocorrido aos outros:

Simão, o Zelote, foi crucifica- do.

Judas Tadeu morreu como mártir, pregando o evangelho na Síria e na Pérsia.

Tiago, filho de Alfeu, pregou na Palestina e no Egito, sendo ali crucificado.

Mateus morreu como mártir na Etiópia.

Tomé pregou na Pérsia e na Índia, sendo martirizado perto de Ma- dras, no local depois denominado Monte de São Tomé.

Bartolomeu serviu como missionário na Armênia, sendo golpea- do até a morte.

Filipe pregou na Frígia e morreu como mártir em Hierápolis.

André pregou na Grécia e na Ásia Menor. Foi crucificado.

Tiago, filho de Zebedeu, pregou em Jerusalém e na Judéia. Foi decapitado por Herodes.

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Simão Pedro pregou entre os judeus, chegando até a Babilônia, e esteve em Roma, onde foi crucificado com a cabeça para baixo.

Matias, que ficou no lugar de Judas Iscariotes, foi martirizado na Etiópia.

Paulo, que não era apóstolo oficialmente, mas foi considerado o Apóstolo dos Gentios, por causa da sua grande obra missionária, foi decapitado em Roma, por ordem de Nero.

Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus escreva nela o que quiser.

Agostinho de Hipona (Santo Agostinho), teólogo, bispo e filósofo cristão

Templo da Igreja Metodista vira supermercado Não tenho dúvida de que a Igreja

é muito mais do que um templo ou mesmo uma organização re- ligiosa. Neste momento, porém, não desejo fazer apontamentos sobre o significado e a essência da Igreja de Cristo. Quero ape- nas compartilhar minha tristeza ao ler a matéria veiculada no site Marketing na Cozinha (http://ma- rketingnacozinha.com.br/), que apresenta a inauguração de um supermercado Tesco Express no prédio de uma antiga igreja me- todista, em Bournemouth, Dor- set, na Inglaterra.

Isso significa que a comunidade que se reunia naquele local deixou de freqüentá-la. Não havendo mais sentido de ser lugar de culto, pois deve ter ficado abandonada, poderia se transformar em qualquer coi- sa. Mais do que a preocupação com o edifício (prédio de tijolos e ci- mento), o que mais me chocou e entristeceu foi o fato de se romper com a missão e memória das gerações anteriores. Quando construí- ram aquele templo, os antepassados da atual geração tinham o desejo de ver uma comunidade vivendo ativamente a fé em Cristo. Entretan- to, pelos percalços da vida e missão da igreja, essa comunidade parece ter-se dissolvido. Não julgo ninguém! Apenas partilho minha tristeza.

Que o povo de Deus possa mudar essa lógica e começar a transfor- mar mercados em igrejas. E que Deus nos abençoe!

Rev. Paulo Dias Nogueira, da Catedral Metodista de Piracicaba (SP) Extraído de http://brasilmetodista.ning.com/profiles/blogs/templo-da- igreja-metodista.

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Conferência Missionária em Itaberaba

Tema: “A Cidade É Boa”

Versículo de referência: “Eis que é bem situada esta cidade, como vê o meu se- nhor; porém as águas são más, e a terra é estéril” (II Reis 2.19).

Quando: 18 de junho, às 20h00, e 19 de junho, as 9h00 e às 19h00 Conferencistas:

Rev. Martin Barcala, do Projeto Missionário Vale do Ribeira;

Bispo dr. Paulo Ayres Matos, prof. da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista;

Missionária Ana Maria, coordenadora do Ministério “Uma Semana para Jesus”.

Participações:

Ministério de Louvor da IM em Jardim Elisa Maria;

Quarteto Nova Luz, da Igreja Adventista.

Cesta do Amor

Expresse seu amor ao próximo comparti- lhando um pouco do muito que Deus tem dado a você. Não deixe de contribuir!

Avisos

Treina Jovem

Entre os dias 23 a 25 de junho, será rea- lizado em Curitiba (PR) o primeiro Trei- na Jovem, uma capacitação nacional para a juventude metodista, elabora- da pela Confederação Metodista de Jo- vens.

Mais informações com o Murilo ou pelo site www.juventudemetodista.org.br.

Seminário Toque de Poder sobre Louvor e Adoração

Totalmente na Graça!

Quando: Dia 11 de junho de 2011, a partir das 8h30

Onde: No Teatro Santo Agostinho, na Rua Apeninos, 118, na Liberdade Valor: R$ 35,00

Informações: Pelo telefone (11) 3266-2786 ou pelo site http://3re.metodista.org.br/.

Orai sem cessar!

Apresentemos a Deus os nomes de irmãos e irmãs que passam por enfermidades e problemas diversos. Oremos:

• Pela saúde da Márcia e do Antônio (irmão da Rosa);

• Pela plena recuperação física da Beth Wada;

• Pelo ministério pastoral e pela liderança de nossa igreja;

• Pela nossa Congregação em Santana de Parnaíba;

• Pelo ministério do bispo Adriel Maia, da nossa Região;

• Pelo 19º. Concílio Geral da Igreja Metodista, que ocorrerá entre os dias 9 e 17 de julho de 2011.

Os irmãos e irmãs que desejarem incluir pedidos de oração no Boin devem procurar o Pr. Tiago.

Aniversariantes

6/6 Eric Vinícius Amaral Ferreira e Isabella Dias de Souza 7/6 Olívio Manoel Paes e Luciene Silva das Chagas 9/6 Vera Lúcia M. Sobolewski

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NOSSA MISSÃO

Esforçarmo-nos para espalhar a Santidade bíblica sobre a Terra.

NOSSA VISÃO

Somos uma igreja intercessora, que celebra e adora ao Deus vivo, tem amor à Palavra, acolhe aos que se achegam e busca a cura e restauração do corpo, da alma e do espírito.

R. Mestras Pias Fillipini, 161 São Paulo - SP - 02736-010 Tel: 3977-0571 Pastor: Tiago Valentin Pastora: Laura Valentin

Tel. Res: 2339-5057 VISITE NOSSO SITE:

metodistaitaberaba.com.br I G R E J A M E T O D I S TA E M I TA B E R A B A

pROGRAMAçãO SEMAnAl

3ª FeiRA 4ª FeiRA 6ª FeiRA doMingo

Tarde de Oração 14h30

Mentoria Espiritual 20h

Culto de Libertação 20h

Esc. Dominical - 9h Culto Solene - 19h Assista as transmissões ao vivo

dos cultos em nosso site.

Reveja também as transmissões dos domingos anteriores no site www.metodistaitaberaba.com.br ou

http://pt-br.justin.tv/metodistaitaberaba/videos HORÁRIOS DE EXPEDIENTE DOS PASTORES NA IGREJA

Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo

Manhã Folga

8h30 – 11h

Laura - 8h30 – 11h

Tiago - - 9h

Laura e Tiago

Tarde 14h – 18h

Tiago 14h – 18h

Tiago 14h – 18h

Tiago 14h – 18h

Tiago 14h (visitas) Laura e Tiago - Noite 20h (visitas)

Laura e Tiago 20h

Laura 20h (visitas) Laura e Tiago 20h

Laura e Tiago 20h

Tiago 19h

Laura e Tiago Res pos tas : 1.

Na buc odo nos or;

2. L em uel;

3.

Eze qui as;

4. R abs aqu é; 5 . D alila

; 6.

Go lias

Quem disse isto?

1. “Toma-o, e põe sobre ele teus olhos.” (Jr. 39.11-12) 2. “Dai bebida forte aos que perecem.” (Pv. 31.1, 6)

3. “Ouve as palavras que Senaqueribe enviou para afrontar o Deus vivo.”

(II Rs. 19.14, 16)

4. “Ouvi as palavras do grande rei, do rei da Assíria.” (Is. 36.13) 5. “Zombaste de mim, e me disseste mentiras.” (Jz. 16.10)

6. “Por que saíste a ordenar a batalha?” (I Sm. 17.4, 8)

Por Bel Gonçalves Escala de serviço

SERVIÇO HOJE PRÓX. DOMINGO

INTERCESSÃO Gina/Paulo Edward/Salete

MINISTÉRIO INFANTIL Silvana/Edna/Cláudia Doroti/Mariana

LOUVOR Vida Geração Eleita

OPERADOR DE SOM Cláudio Tiago

OPERADORA DO DATASHOW Eula Bel

DIREÇÃO DO CULTO Pr. Tiago/Pra. Laura Pra. Laura/Manuel

PREGADOR(A) Bispo Adriel Pr. Tiago

Referências

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