Série : Faça você mesmo Série : Faça você mesmo
MANUTENÇÃO EM NOTEBOOKS
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Funcionamento básico
Funcionamento básico
Características técnicas
Características técnicas
Diagrama em blocos
Diagrama em blocos
Principais defeitos e causas
Principais defeitos e causas
Manutenção preventiva
Manutenção preventiva
Manutenção corretiva
Manutenção corretiva
Autor : Marcos Jerônimo dos Santos
Autor : Marcos Jerônimo dos Santos
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Prefácio do Autor Prefácio do Autor
Ao contrário do que muitos pensam a manutenção a nível de hardware em Ao contrário do que muitos pensam a manutenção a nível de hardware em microcomputadores notebooks que são c
microcomputadores notebooks que são chamados também de micros portáteishamados também de micros portáteis é muito diferente da que é realizada em micros desktops, no tocante a parte é muito diferente da que é realizada em micros desktops, no tocante a parte física dos notebooks os procedimentos e
física dos notebooks os procedimentos e ações técnicas executadas para seações técnicas executadas para se corrigir os principais defeitos são completamente diferentes e exigirá do corrigir os principais defeitos são completamente diferentes e exigirá do
técnico cuidados e conhecimentos técnicos que não são muito observados ou técnico cuidados e conhecimentos técnicos que não são muito observados ou não são muito exigidos na manutenção de desktops, na parte de software , não são muito exigidos na manutenção de desktops, na parte de software , configuração ,programação, instalação e manutenção de sistemas aplicativos e configuração ,programação, instalação e manutenção de sistemas aplicativos e utilitários os procedimentos são bem parecidos com os utilizados para se
utilitários os procedimentos são bem parecidos com os utilizados para se reparar micros desktops.
reparar micros desktops.
Neste livro estudaremos o funcionamento Básico ,o diagrama em blocos e as Neste livro estudaremos o funcionamento Básico ,o diagrama em blocos e as funções que cada setor tem responsabilidade de executar, os principais
funções que cada setor tem responsabilidade de executar, os principais defeitos e causas e os
defeitos e causas e os procedimentos técnicos necessários para se corrigir asprocedimentos técnicos necessários para se corrigir as principais falhas e problemas que ocorrem em micros notebooks e portáteis , principais falhas e problemas que ocorrem em micros notebooks e portáteis , uma vez que é um trabalho pioneiro e sem similar na literatura técnica e que uma vez que é um trabalho pioneiro e sem similar na literatura técnica e que discute e sugere as técnicas utilizadas sem a pretensão de encer
discute e sugere as técnicas utilizadas sem a pretensão de encerrar o assuntorar o assunto solicito que os técnicos, estudantes e profissionais da área de manutenção nos solicito que os técnicos, estudantes e profissionais da área de manutenção nos enviem sugestões e críticas construtivas de forma a aperfeiçoar este trabalho enviem sugestões e críticas construtivas de forma a aperfeiçoar este trabalho que acredito ser útil na formação de novos profissionais e também para
que acredito ser útil na formação de novos profissionais e também para
reciclagem de técnicos que já atuam no mercado de informática em geral , a reciclagem de técnicos que já atuam no mercado de informática em geral , a todos desejo bons estudos e muito sucesso
todos desejo bons estudos e muito sucesso nesta área que é muito carente denesta área que é muito carente de profissionais habilitados.
profissionais habilitados.
Marcos Jerônimo dos Santos Marcos Jerônimo dos Santos [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] marcos.jerô[email protected] marcos.jerô[email protected]
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SUMÁRIO SUMÁRIO Página Página 1-1- Capa...1Capa...1 2-2- Prefácio do Autor...2Prefácio do Autor...2
3-3- Sumário...3Sumário...3
4-4- Requisitos básicos desejáveis...6Requisitos básicos desejáveis...6
5-5- Introdução...7Introdução...7
6-6- Funcionamento básico...8Funcionamento básico...8
7-7- Características técnicas...9Características técnicas...9
8-8- Diagrama em blocos...10Diagrama em blocos...10
9-9- Fontes de alimentação ...12Fontes de alimentação ...12
Fonte de alimentação externa AC/DC...13
Fonte de alimentação externa AC/DC...13
Fonte de alimentação interna CC/CC...14
Fonte de alimentação interna CC/CC...14
Fonte de alta tensão Fonte de alta tensão –– LCD inverter CC/CA...15 LCD inverter CC/CA...15
10-10- Baterias...18Baterias...18 Baterias de Setup...19 Baterias de Setup...19 Baterias de alimentação...20 Baterias de alimentação...20 11-11- Teclados………...21Teclados………...21 Teclados resistivos...22 Teclados resistivos...22 Teclados capacitivos...23 Teclados capacitivos...23 12-12- Mouses……….…..24Mouses……….…..24 Point Pad..……….…..25 Point Pad..……….…..25 Touch Pad…... Touch Pad…...25...25 13-13- Telas de LCD...26Telas de LCD...26 Matriz passive...27 Matriz passive...27 Matriz ativa...28 Matriz ativa...28 14-14- Drives ...32Drives ...32 Floppy disk………...33 Floppy disk………...33 Compact disk………..34 Compact disk………..34 DVd………..38 DVd………..38 Hard disk………..…39 Hard disk………..…39 15-15- Placa Mãe...41Placa Mãe...41
14.1 Processador...42 14.1 Processador...42 14.2 Clock...45 14.2 Clock...45 14.3 Barramentos...49 14.3 Barramentos...49
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14.4 Expansões...…....55
14.5 Chip set...…..56
14.6 Coller e Sistema de refrigeração...57
14.7 Memória RAM...60 - memória dimm...61 - memória simm...62 - memória ddr...63 - memória fpm...64 14.8 Bios...69 14.9 Interface paralela...70 14.10 Interface serial...72 14.11 Interface USB...74 14.12 Interface Firewire……….……79 14.13 Interface IRDA……….……..80 14.14 Vídeo externo...85 14.15 Slots PCMCIA...87
14.16 PC card – Mini pci...88
14.17 Rede – Wireless...89
14.18 I/O multimídia...92
14.19 Conectores...94
14.20 Fusíveis e sistema de proteção...96
14.21 Controladores : Vídeo int. e vídeo ext...98
16- Verificação e Configuração de Setups...100
17- Manutenção Preventiva...102
18- Manutenção corretiva...105
19- Pesquisa e diagnóstico de defeitos...106
20- Placas de diagnóstico...108 21- Programas de diagnóstico...110 Checkit...112 Pc check………117 Everest………119 Hw info..………..120
22- Ferramentas e equipamentos para diagnóstico e Reparo...122
23- Principais defeitos , causas e procedimentos sugeridos...124
24- Princípios técnicos para desmontagem e montagem...125
25- Eletrônica aplicada a manutenção...128
Tensão elétrica...130
Resistores...133
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28- Teste,dessoldagem e substituição de componentes ...147
29- Teste , dessoldagem e substituição de componentes SMDs...148
30- Manutenção e recuperação de Baterias de alimentação...149
31- Manutenção e reparo de Drives floppyes...150
32- Manutenção e reparo de Drives Cd/Dvd...151
33- Manutenção e reparo de Hard disk...152
34- Manutenção e reparo de Telas de LCDs...153
35- Recuperação de carcaças de Notebooks...154
36- Recuperação de dobradiças...155
37- Recuperação de teclados...156
38- Reparo de fontes de alimentação chaveadas...157
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Requisitos e conhecimentos desejáveis
Manutenção em Notebooks é um Livro indicado para Profissionais e iniciantes interessados em conhecer e praticar os procedimentos técnicos utilizados para se diagnosticar e reparar equipamentos portáteis computadorizados
(Notebooks , Palmtops , Pdas , Handhelds , Mini-impresssoras , Placas computadorizadas de automóveis , equipamentos de uso geral e
eletrodomésticos de última geração) , os requisitos básicos desejáveis para os que vão se empenhar em entender e praticar todos os passos descritos neste trabalho são conhecimentos de Montagem e manutenção de
microcomputadores , configuração de setups e periféricos ,Instalação de
sistemas operacionais e aplicativos em micros desktops , eletrônica aplicada e manutenção e conhecimentos básicos de eletricidade , caso o leitor não tenha conhecimentos em algumas das áreas acima solicitamos que em paralelo com a leitura deste livro que o mesmo procure também artigos que ensinem e pratiquem sobre estas áreas.
O livro está dividido em capítulos onde mostramos o funcionamento básico , as características técnicas , o diagrama em blocos bem como a função de cada um , os principais defeitos e causas, os procedimentos utilizados para se diagnosticar defeitos e as práticas utilizadas para se reparar os módulos defeituosos , além dos requisitos solicitados acima Pedimos aos leitores que desenvolvam um bom senso técnico que possam com o a experiência
identificar as prováveis causas dos defeitos através dos vários sinais que os equipamentos eletrônicos computadorizados emitem através de Bips e
combinação de Leds em seus painéis de controle ou através de códigos de
erros que o sistema operacional do equipamento envia para o monitor de vídeo , além disto barulhos estranhos vindo de dentro dos equipamentos , cheiro de queimado ou a simples falta de acendimento de Leds de alimentação de
energia indicam problemas que são facilmente detectados por usuários atentos a qualquer anormalidade .
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Funcionamento básico
Os equipamentos de informática são hoje uma realidade vista em muitos locais , desde as nossas residências , locais de trabalho ,bancos , lazer , hospitais ,Aeroportos , shopings e rodoviárias contam com algum tipo de Equipamento Eletrônico e precisamente com os de informática , o uso de computadores na execução de tarefas complexas e em muitos casos
simples é hoje um fenômeno que se fosse retirado iria causar sérios problemas e que teríamos muita dificuldade para contorna-los , os equipamentos de informática portáteis e também conhecidos como Notebooks também com sua presença é uma ferramenta hoje muito utilizada por estudantes , professores e profissionais que necessitam de executar trabalhos em locais muitas vezes sem energia elétrica disponível para uso como aeroportos , shopings e dependências desprovidas de
tomada de energia, uma das características principais dos notebooks é a possibilidade de através de uma bateria de alimentação interna alimentar o computador portátil com energia elétrica suficiente para se trabalhar em média por três horas sem que seja necessário estar ligado a uma fonte externa de energia, esta característica faz com que os notebooks a medida que tem a sua utilização aumentada faz também com que os preços de
aquisição em muitos casos se equiparem aos preços de micros desktops que em muitos casos não podem ser transportados com muita facilidade ,após o término ou redução de carga desta bateria o equipamento precisará ser
novamente ligado a uma fonte externa ou ter a bateria substituída por outra bateria reserva devidamente carregada. O funcionamento ,operação básica e utilização dos micros Notebooks são em muitos casos similares com os micros desktops e de fácil aprendizado por usuários experientes com micros comuns ,ou seja , quem já utiliza e opera computadores desktops não terá dificuldade para trabalhar e utilizar os notebooks.
Características técnicas
As características técnicas de micros notebooks são também muito
parecidas com as de micros desktops e são: Tipo de processador , Clock de funcionamento , barramentos disponíveis, tamanho de memória RAM , slots de expansão , tamanho de Hard disk , interfaces de comunicação ,
memória de vídeo , sistemas operacionais compatíveis , e outras
características que estudaremos detalhadamente em capítulos dedicados a cada uma.
Diagrama em Blocos
Abaixo vimos o diagrama em blocos de micros notebooks e a seguir uma descrição detalhada de cada setor e as responsabilidades que cada um tem de executar , é importante que tenhamos uma consciência técnica bem definida de cada bloco porque quando fizermos uma pesquisa de defeitos este conhecimento será utilizado para definir quais os procedimentos deveremos executar para corrigir as falhas.
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diagrama em blocos de notebooks
Fonte de alimentação Externa AC/DC
Equipamentos eletrônicos e de informática em geral precisam inicialmente de uma entrada de alimentação elétrica que normalmente é fornecida pelas distribuidoras de energia de cada cidade , a energia que chega e é distribuída nos cômodos e salas da residência ou de locais de trabalho é chamada de VCA ( Volts de corrente alternada ) que é a unidade de tensão elétrica , em minha cidade a tensão nominal fornecida é de 127 VCA , mas existem cidades no Brasil onde a tensão é de 220 VCA , em muitos equipamentos eletrônicos esta tensão tem que ser observada por que se não forem de alimentação automática ( de 90 a 240 VCA )a possibilidade de queimar a entrada ou todo o equipamento é alta.
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no caso dos Notebooks a Fonte de alimentação normalmente é automática mas quando houver dúvida recomendamos verificar na etiqueta qual a tensão adequada recomendada pelo fabricante.
A fonte de alimentação tem a função de receber a tensão alternada da tomada elétrica e de converte-la em tensão contínua que será utilizada internamente para alimentar a placa CPU , os Drives e periféricos do Notebook
A fonte é conhecida também por conversor de energia pelo fato e pelo outr lado uma saída de tensão contínua que alimentará o equipamento .
Fig de uma fonte externa fig de etiqueta com o valor full
Se for fonte automática veremos que a tensão poderá variar de 90 a 240 VCA em sua entrada e a saída será um valor fixo em média de 19 VCC na maioria dos Notebooks que não é um valor padrão mas que muitos a utilizam , devemos prestar atenção é que muitas fontes podem fornecer a tensão elétrica de 19 VCC na saída que alimenta o notebook , mas a corrente elétrica que elas fornecem pode não ser compatível com a necessidade de carga que o notebook precisa receber para alimentar todos
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os estágios , ou seja , na hora de ligarmos uma fonte de alimentação em um notebook além de verificarmos a tensão elétrica contínua requerida pelo mesmo que é dada em VCC ( Volts de corrente contínua ) precisamos verificar qual a o valor requerido de corrente que é dado em A ou mA
( Ampéres ou miliAmpéres ) e qual a capacidade de corrente elétrica que a fonte tem para fornecer que também é dado em A ou mA .
por exemplo : se atrás de um Notebook na etiqueta vimos que o mesmo precisa de uma tensão de 19 VCC e de uma corrente de 3,5 A ou de 3500 mA que é a mesma coisa ( 3,5 Ampéres = 3500 miliAmpéres ) não poderemos alimenta-lo com uma fonte de 19 VCC e que forneça somente 2 A , se assim o fizermos poderá até ligar o Notebook mas o funcionamento poderá ser instável e até provocar a queima da fonte , agora se tivermos uma fonte de 19 VCC e que forneça 4 A ( 4 Ampéres ) poderemos ligar o Notebook normalmente , ou seja , a corrente que a fonte tem capacidade para fornecer poderá ser maior que a solicitada pelo Notebook , nunca poderá ser menor , um equipamento que tem na sua etiqueta uma solicitação de carga de 3,5 Ampéres só puxará 3,5 A mesmo que a fonte possa fornecer 4 A , O notebook só retirara da fonte a corrente que for
necessária para alimenta-lo , outro cuidado que devemos ter é que o plug de alimentação da fonte que é ligado no Notebook também não é padrão e as vezes as fontes podem ter a tensão e a corrente solicitada pelo Notebook mas o plug poderá ser diferente em tamanho e também pode ter a
polaridade elétrica invertida , alguns Notebooks e fontes possuem nas
etiquetas do fabricante um simbolo que indica qual a polaridade do plug na fonte e da entrada no notebook ,ambos precisam estar de acordo para que haja a alimentação , então , quando for ligar um Notebook que veio do cliente sem a fonte deveremos verificar : a tensão em VCC , a corrente em A ou mA , tipo do plug e a polaridade do plug.
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Fonte interna on board cc/cc
A fonte de alimentação interna on board normalmente encontrada montada na placa mãe tem a função de receber a tensão elétrica fornecida pela fonte externa ( em média de 19 VCC , mas dependendo do fabricante pode variar entre 15 e 25 VCC ) e de reduzi-la para 5 , 12 , 3,3 , -5 e –12 VCC que serão utilizadas para alimentar os blocos internos ( Processador , memória , coller , drives FD,CD,DVD e HD , LCD inverter , LCD ,teclado ,mouse e interfaces ) e ainda suprir tensão para o carregador recarregar a bateria de alimentação quando esta estiver descarregada.
É muito importante que o técnico de manutenção saiba identificar , testar e substituir fusíveis , resistores , capacitores e circuitos integardos SMDs que possuem as funções de proteger e regular as tensões que irão alimentar os blocos internos e periféricos do notebook
Fonte de alta tensão – LCD inverter
A fonte de alta tensão dos Notebooks também conhecida como LCD inverter é uma fonte do tipo CC/AC que converte uma baixa tensão CC em alta tensão AC , esta tensão tem a função de alimentar uma lâmpada de catódo frio que devido a alta tensão ioniza um gás que gera um efeito fluorescente E que ilumina uma placa no LCD que gerará a imagem que iremos ver na tela , esta fonte possui também controle de intensidade que irá variar o brilho na tela de acordo com a variação de tensão , este controle pode ser feito através de botões no LCD ou através de teclas de funções pré programadas pelo fabricante no teclado do Notebook.
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www.clubedosnotebooks.com.br 21-2783-4454 / 4004-0435 – ramal 1080 /21- 8649-5634 12 No capítulo 25 - escrevemos sobre eletrônica aplicada a manutenção e mostramos as diferenças entre tensão e corrente elétrica e os procedimentos técnicos para se diagnosticar e corrigir defeitos em placa eletrônicas e em fontes de alimentação.
Baterias
Nos Computadores Notebooks encontramos dois tipos de baterias :
Baterias de setup ou Cmos : são utilizadas para alimentar a memória onde fica guardado a configuração de Setup do computador e a manter o relógio e datas atualizadas , nos micros antigos encontramos esta bateria fabricadas com NiCd ( Níquel Cádmio ) ou NiMh ( Níquel metal hidreteto ) , estas baterias são recarregáveis e possuem um circuito elétrico que a carregam periodicamente , o principal defeito que acontece com elas é o efeito gerado por seus componentes químicos que geram um Gás oxidante que destroe os componentes e trilhas próximos a esta bateria fazendo com que a recuperação destes micros se tornem muitas vezes inviáveis.
Nos Notebooks modernos encontramos baterias de setup fabricadas com Lion ( Lítio íon ) , são do tipo moeda ( CR 2018 ,CR 2032 )onde não possuem circuito de recarga , mas devido a sua alta durabilidade ( em média 3 anos ) são muito utilizadas e não provocam a emissão de nenhum gás oxidante.
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Baterias de alimentação : São utilizadas para alimentar o Notebook quando for utilizado externamente e a alimentação elétrica externa não estiver disponível ou quando houver uma interrupção momentânea da energia elétrica da distribuidora , esta característica faz com que os Notebooks possam ser utilizados onde não se tenha a energia elétrica ou quando o usuário precisar utilizar o computador quando estiver se locomovendo de um lugar a outro ( Viagens de Avião , Navio , ônibus , trem etc...) , elas podem ser encontradas de vários tipos de fabricação : NiCd , NiMh e Li On ( Níquel Cádmio , Níquel Metal e Lítio Íon ) , as duas primeiras ( NiCd e NiMh ) serão mais encontradas em Notebooks antigos e apresentam um índice de desgaste e de defeitos maior que a terceira , pelo fato de apresentarem um índice de Efeito memória alto atualmente não são mais utilizados dando lugar as baterias de lítio íon que apresentam um baixo índice de defeitos e efeito memória e por apresentarem uma alta durabilidade ( em média de 3 anos ),
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Bateria
A bateria em notebook tem como finalidade permitir que o equipamento fique em uso fora da alimentação externa (AC Power), facilitando assim o seu uso em qualquer local ou para manter as configurações do sistema da Bios e do relógio de tempo real (RTC).
Seu tempo de duração varia de acordo com as características técnicas do equipamento e o modo que está sendo usado pelo usuário.
Sua vida útil varia de acordo com os cuidados do usuário, a maneira de prolongar seu tempo de vida, geralmente vem especificado nos manuais do usuário do equipamento, independente das informações dos manuais, o certo é sempre manter o processo de carga e descarga da bateria em dia, pois a mesma é composta por pilha de Níquel Cádmio (NiCad), Níquel-Metal (
NiMH) e Lítio Íon (Li-Ion), (esta última é a mais usada em notebook), e suas tensões variam de acordo com a necessidade de soma do banco de baterias e a corrente de acordo com o consumo do equipamento.
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Sendo as pilhas de matéria química reagente, é necessário que o processo de carga e recarga seja feito no mínimo duas vezes na semana, para usuário que costuma usar seu equipamento sempre na fonte externa.
Nas baterias de sistema da Bios e RTC seu tempo de vida varia mais ou menos dois anos, em condições climáticas pouco variáveis.
Seu formato varia de bancos com 3 a 4 baterias moedas ou de uma única moeda no formato CR2032 e CR2025 ou CR1220 e CR1225.
Evolução e Características da Bateria
Bateria de chumbo: Este é o tipo de bateria usada em carros, caminhões, etc. São muito baratas, mas em compensação tem uma densidade de energia muito baixa e se descarregam muito facilmente se ficarem sem uso. Juntando tudo são completamente inadequadas a um notebook.
Níquel Cádmio (NiCad): Este é o tipo de bateria recarregável menos eficiente usado atualmente. Uma bateria de Níquel Cádmio tem cerca de 40% da autonomia de uma bateria de Li-Ion do mesmo tamanho, é extremamente poluente e tem a desvantagem adicional de trazer o chamado efeito memória. O efeito memória é uma peculiaridade deste tipo de bateria que exige o descarregamento total das baterias antes de uma recarga, que também deve ser completa. Caso a bateria seja recarregada antes de se esgotar completamente suas células passam a armazenar cada vez menos energia. Após algumas dezenas cargas parciais a autonomia das baterias pode se reduzir a até menos da metade da autonomia original. Para reduzir este problema os fabricantes de notebooks incorporam dispositivos que descarregam completamente a bateria antes da recarga. Em alguns modelos este sistema vem na forma de um programa que se deve ser instalado, por isso não deixe de consultar o manual. Em contrapartida, as baterias de níquel cádmio trazem como vantagens o fato de serem mais baratas e de serem as mais duráveis, desde que prevenido o efeito memória. Este tipo de bateria tem sua vida útil estimada em mais de 700 recargas. Atualmente estas baterias ainda são muito usadas tanto em notebooks quanto em celulares.
Níquel-Metal Hydride (NiMH): As baterias NiMH já são um pouco mais eficientes que as NiCad, uma bateria NiMH armazena cerca de 30% mais energia que uma NiCad do mesmo tamanho. Estas baterias não trazem metais tóxicos, por isso também, são menos poluentes. Também foi eliminado o efeito memória, o que exige menos cuidado nas recargas. A desvantagem sobre as NiCad é a vida útil bem menor. Uma bateria NiMH tem sua vida útil estimada em apenas 400 recargas.
Lítio Íon (Li-Ion): Estas são consideradas as baterias mais eficientes atualmente. Uma bateria Li-Ion armazena aproximadamente o dobro de energia que uma NiMH, e quase três vezes a energia armazenada por uma NiCad. Estas baterias também não possuem efeito memória, mas infelizmente é as mais caras, o que está retardando sua aceitação. Uma Li-Ion chega a custar o dobro de uma NiCad. Outra desvantagem é a baixa vida útil, estima em aproximadamente 400 recargas.
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Efeito Memória
Afinal de contas, o que é “efeito memória”? Todos nós que temos aparelhos com baterias recarregáveis (notebooks, celulares, etc.) já ouvimos falar nesse assunto, o que é o fato de a bateria reduzir sua vida útil caso seja colocada para carregar quando ainda não está completamente “zerada”. Esse problema ainda é um enigma para a maioria dos usuários.
Os especialistas advertem que o “efeito memória” só afeta as baterias feitas com níquel-cádmio, comum nos modelos mais antigos. As baterias da nova geração, desenvolvidas com níquel-metal-hidreto ou lítio-íon, estão livres do problema. Mas na prática é aconselhado seguir o procedimento em qualquer tipo de bateria recarregável.
O problema com a bateria feita com o composto níquel-cádmio é que as cargas não se misturam. Isso significa que, se a bateria não estiver completamente zerada, o carregador vai entender que a carga máxima da bateria é a sua quantidade total menos o que já havia de carga. Os fabricantes fazem a seguinte analogia: imagine um tanque com capacidade total de 60 litros. Compare este tanque a uma bateria. Digamos que o usuário resolva abastecer quando o tanque ainda tem 20 litros. Então, a bomba do posto só vai injetar 40 litros. Transportando esta situação para as baterias que sofrem com o efeito memória, o carregador entende que a carga total dela são os 40 litros e não os 60 que cabem no tanque. No popular, dizem também que o “efeito memória” acontece quando o carregador fica viciado num determinado patamar e, mesmo que a bateria esteja zerada, ele não consegue enviar uma carga completa.
Formato da Bateria de Alimentação
Sendo a bateria parte da arquitetura do equipamento, seu formato pode variar, de uma caixa plástica dentro de um compartimento até uma alça de transporte.
baterias podem ser fixadas por debaixo do equipamento, dando formato a um dos pés de apoio. Neste caso ela ficará alojada em um compartimento plástico, na base do equipamento.
Baterias Inteligentes
Estas nada mais são do que baterias de NiCad, NiMH ou Li-Ion que incorporam circuitos inteligentes, que se comunicam com o carregador (também inteligente) garantindo descargas – recargas mais eficientes, o que aumenta tanto a autonomia da bateria quanto sua vida útil. Em inglês são usados os termos “Inteligente Battery” ou “Smart Battery”.
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Princípio de Funcionamento da Bateria Inteligente
Uma bateria comum ou „muda‟ tem o problema de não ser capaz de mostrar a quantidade de energia de reserva que ela retém. Nem peso, cor, nem tamanho, fornecem qualquer indicação do estado de carga e de “saúde” da bateria quando se retira do carregador uma bateria recém carregada.
A ajuda está nas mãos. Um crescente número de novas baterias recarregáveis é fabricado com “inteligência”. Equipadas com um micro chip, essas baterias são capazes de se comunicarem com o carregador e com o usuário para fornecerem informações estatísticas. Típicas aplicações para baterias inteligentes são notebooks e câmeras de vídeo. Cada vez mais, essas baterias também são usadas em avançados dispositivos biomédicos e aplicações de defesa.
Existem, vários tipos de baterias inteligentes, cada uma oferecendo diferentes complexidades, desempenho e custo. A mais básica bateria inteligente pode conter apenas um chip para identificar sua química e dizer ao carregador qual algarítimo de carga aplicar. Outras baterias afirmam ser inteligentes simplesmente porque elas fornecem proteção contra sobrecarga, sob-descarga e curto-circuito.
O que então torna uma bateria inteligente? Definições ainda variam entre organizações e fabricantes. Uma bateria inteligente deve ser capaz de fornecer indicações do estado de carga. Recentes chips de circuito integrado datam em torno de 1990. diversos fabricantes se adequaram e produziram chips inteligentes para baterias.
Durante os recentes anos 90, numerosas arquiteturas de baterias inteligentes, com leitura do estado de carga têm emergido. Elas se classificam em sistema de cabo único, sistema de dois cabos e Barramento de Gerenciamento do Sistema (SMBus). A maioria dos sistemas de dois cabos são baseados no protocolo SMBus. Iremos apenas falar sobre o sistema de cabo único e sobre o SMBus.
Sistema de Cabo Único
O sistema de cabo único é o mais simples e faz toda a comunicação de dados através de um único cabo. Uma bateria equipada com um sistema de cabo único usa apenas três cabos: o terminal positivo, o negativo e o terminal de dados. Por razões de segurança, a maioria dos fabricantes de baterias coloca um cabo separado para a medição da temperatura. A figura a seguir mostra o esquema de um sistema de cabo único. O moderno sistema de cabo único armazena dados específicos da bateria e segue parâmetros da bateria, incluindo temperatura, tensão, corrente e carga restante. Por causa da simplicidade e do custo de hardware relativamente baixo, o cabo único tem uma ampla aceitação de mercado para telefones móveis de alta qualidade, rádios de comunicação em duas vias e filmadora.
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O SMBus
O SMBus é o mais completo de todos os sistemas. Ele representa um grande esforço da indústria de eletrônicos portáteis em padronizar para um protocolo de comunicações e uma configuração de dados. O SMBus é um sistema de interface de dois cabos através do qual simples chips referentes à energia podem se comunicar com o resto do sistema. Um cabo controla os dados; o segundo é o relógio.
A Duracell / Intel SBS, em uso hoje, foi padronizada em 1993. em anos anteriores, fabricantes de computadores tinham desenvolvido suas próprias baterias inteligentes. Com a nova especificação SBS, um padrão de interface maior se tornou possível.
Projeto – A filosofia de projeto por trás da bateria SMBus é a de remover o controle de carga do carregador e fixar na bateria. Como um verdadeiro sistema SMBus, a bateria torna-se o mestre e o carregador serve de escravo que deve seguir as ordens da bateria.
O sistema SMBus permite que novas químicas de baterias sejam introduzidas sem que o carregador se torne obsoleto. Pelo fato da bateria controlar o carregador, a bateria gerencia os níveis de tensão e corrente, bem como os limiares de interrupção. O usuário não precisa saber qual química de bateria está sendo usada.
Arquitetura – Uma bateria SMBus contém dados permanentes e temporários. Os dados permanentes são programados dentro da bateria no momento em que são fabricadas e incluem o número de identificação (ID) da bateria, tipo de bateria, número serial, nome do fabricante e data de fabricação. Os dados temporários são obtidos durante o uso e consistem na contagem de ciclo, padrões do usuário e exigências de manutenção. Alguns dos dados temporários estão sendo substituídos e renovados durante a vida da bateria.
O SMBus é dividido em nível 1,2 e 3. o nível 1 tem sido eliminado porque ele não fornece carregamento de química independente. O nível 2 é projetado para o carregamento do circuito interno. Um laptop que carregue sua bateria dentro da unidade é um típico exemplo de nível 2. outra aplicação de nível 2 é uma bateria que contenha o circuito de carga dentro do conjunto. O nível 3 é reservado para carregadores externos com funções complexas. A maioria dos carregadores SMBus externos são baseados no nível 3. infelizmente, esse nível é complexo e os carregadores são caros de se fabricar. Alguns carregadores mais baratos têm surgido, que acomodam baterias SMBus mas não são totalmente SBS. Fabricantes de baterias SMBus prontamente não aprovam esse atalho. A segurança é sempre uma preocupação, mas os clientes compram esses carregadores econômicos por causa do preço mais baixo.
A seguir é mostrado o esquema do sistema SMBus de dois cabos.
Entre as mais populares baterias SMBus para computadores portáteis são a “35” e “202”. fabricadas pela Sony, Hitachi, GP Batteries, Moltech (anteriormente Energizer), Moli Energy e muitas outras. Essa bateria funciona (deve funcionar) em todos os equipamentos projetados para esse sistema.
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Indicador de Estado de Carga
A maioria das baterias SMBus é equipada com um indicador de nível de carga. Quando se pressiona um botão de estado de carga em uma bateria que está completamente carregada, todas as luzes de sinalização são iluminadas. Em uma bateria parcialmente descarregada, metade das luzes é iluminada, e em uma bateria vazia, todas as luzes permanecem apagadas, conforme figura abaixo.
Enquanto a informação de estado de carga mostrada em uma bateria ou tela de computador é útil, o medidor de carga retorna a 100% cada vez que a
bateria é recarregada, independente do estado de “saúde” da bateria. Um sério erro de cálculo ocorre se uma bateria envelhecida mostrar 100% após uma recarga completa, quando de fato a aceitação de carga caiu para 50% ou menos. A questão permanece: “100% de quê?” Um usuário não familiarizado com essa bateria tem menos informação sobre a vida útil do conjunto.
Fonte de Recarga
A fonte de recarga da bateria tem o mesmo princípio de funcionamento da fonte chaveada, onde esta pega a tensão fornecida pela fonte interna da placa processadora e a converte em tensão que varia de +/- 5 v a +/- 19 v DC, gerenciáveis.
Este gerenciamento é ser feito por Soft (agregado ao sistema operacional) que recebe as informações de um circuito de descarga / recarga do circuito do carregador.
Circuito Típico do Carregador de Baterias
O circuito assim, nos mostra o diagrama elétrico típico de um re-carregador de baterias.
Onde as tensões +5 a 25 v DC são oriundas da fonte interna da placa processadora, e as tensões +3,3 ou +6 v DC vão para a recarga das baterias da Bios e RTC.
As tensões +9 ou 12 v DC são para as recargas das baterias. A tensão de +5 v DC é usada por baterias que tenham circuitos internos de níveis e precisão está em sincronismo com a fonte de recarga.
Em alguns casos a tensão de -12 v DC é para a descarga das baterias.
O circuito de segurança tem por finalidade evitar sobrecarga na bateria e controlar o nível junto a sistema (Soft).
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Recuperação
A recuperação de bateria é delicada e exige do técnico determinada atenção e cuidado em seu processo.
Ativação de Bateria (Efeito Memória)
Este procedimento tem o objetivo de reativar as baterias que tenham alterado sua carga por causa do efeito memória.
Procedimento Tenha em mãos:
01 Multímetro.
01 Resistor de fio 3R3 10W (aquele verde). Pode ser um resistor de valor parecido. Lembre-se de usar de potência grande.
02 pedaços de fio fino de +/- 15 cm (fios de cabos de rede par trançado é ótimo).
Ferro de solda e solda.
Fonte de alimentação com saída DC 12 v.
O primeiro passo é localizar na bateria os dois pólos que se refere à tensão de alimentação e suas referidas polaridades: (+) positivo e (-) negativo. Esta é a parte mais difícil. Você pode usar em escala DC e achar quem é o VCC e quem é o terra. Uma bateria de 9,6v em sua carga plena mede fora do aparelho +/- 12 v. Não abra a bateria em hipótese nenhuma. A bateria com “efeito memória” possui uma tensão de saída menor que esse valor. Uma vez
localizado os pólos positivo e negativo da bateria, marque estas posições e polaridades com uma pequena etiqueta, você vai precisar bastante delas.
Pegue os fios e alongue os terminais do resistor, soldando os fios aos terminais do resistor. Depois, coloque cada ponta do resistor em um pólo diferente da bateria (um no terra e outro no VCC). Não é necessário respeitar a polaridade. Tenha cuidado para não colocar os pólos da bateria em curto (você corre o risco da bateria explodir, caso faça isso). Colocado cada ponta do resistor de fio de 3R3 10W em cada pólo da bateria, você deve deixar durante 24h esta bateria com o resistor ligado nela, lembre-se que este processo é feito com a bateria fora do notebook.
Depois de 24h, a bateria estará completamente descarregada, pois toda a sua carga foi consumida pelo resistor. Você agora deve fazer uma medição com o multímetro e verificar uma tensão de 0,20 v DC (ou algo muito próximo disso) na saída da bateria. Caso a bateria não esteja ainda completamente descarregada, deixe mais tempo com o resistor acoplado até perder toda a sua carga.
Agora vem uma parte que requer bastante atenção. Lembra das polaridades? Pegue a fonte de alimentação de saída 12 v e retire o plug da fonte de maneira que você possa soldar e isolar novamente depois (se não quiser cortar os fios do plug você pode deixar os conectores e adaptar dois fios do mesmo tipo do que usou para alongar o resistor de maneira que você possa
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encaixar nos pólos da bateria que ficam em conectores bem finos). Nesta etapa você deve respeitar e ter certeza da polaridade, ou seja, saber quem é o positivo e o negativo. Agora vem a parte mais delicada e de habilidade. Você deve colocar por 1 minuto exato, em duas sessões, o positivo da fonte no positivo da bateria e o negativo na fonte do negativo da bateria. Não faça de maneira nenhuma mais que duas sessões, pos a bateria pode explodir.
Meça a tensão da bateria e você verá que ela foi carregada. O valor da carga varia muito de bateria para bateria.
Feito isso, vá imediatamente ao notebook e coloque a bateria. Deixe carregando até o notebook avisar que a bateria foi completamente carregada. Não use o notebook nesta primeira etapa de carga, deixe-o apenas ligado na tomada e você verá aquela luz mostrando que a bateria está carregando e espere até ela carregar completamente.
É importante ressaltar que baterias com mais de dois anos de uso não terão resultado satisfatório. Esse procedimento é apenas para baterias novas e semi-novas, que ficaram com “efeito memória”.
Depois disso, deixe sua bateria descarregar até o notebook avisar para você que a bateria está acabando e coloque-o pára carregar até 100% e depois descarregar de novo. Faça isso pelo menos 5 vezes.
Resumo:
O procedimento acima, começa zerando a bateria ou próximo disto, com a finalidade de retirá-la do limite que ela se colocou (efeito memória), e em seguida dar uma carga de ativação nos reagentes da bateria com a finalidade de reativá-los. Alguns profissionais da área, dão ao zerar a bateria uma sobre-corrente em torno de 20 ampares com 12 v DC de tensão para ativá-las.
Este procedimento é um dos recursos para recuperação de baterias, devemos ter consciência de que só se libera para o uso depois de vários testes de carga e descarga no próprio equipamento.
Troca de Pilhas
Ao abrirmos a bateria temos que utilizar o mesmo processo de abertura da fonte externa. Devemos observar se não há pilhas alteradas em seu volume físico e vazadas, nestes casos, é mais aconselhado substituir o banco todo.
A bateria de notebook consiste em um banco de várias pilhas de 1,2 VDC ou 1,5 VDC, de acordo com a sua configuração, estas são ligadas de duas em duas ou de descarga e o nível da bateria (Baterias Inteligentes), e esta direciona as tensões e informações para a fonte de carga/descarga.
Cada pilha apresenta certa variação resistiva, que nos permite avaliar se tem condição de uso ou não, seus valores dever ser mais ou menos iguais.
Estas pilhas são presas entre si com laminas de aço blindada e ponteadas em seus pólos, para a substituição das mesmas, caso não tenha um
ponteador, poderá soldá-las com fio, a temperatura do soldador deverá ser controlada para não haver sobre-aquecimento da pilha.
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OS SEGREDOS DA VIDA ÚTIL DA BATERIA
A vida útil de um dispositivo portátil está relacionada com o tamanho da bateria e com a energia que ela pode reter? Na maioria dos casos, a resposta é sim. Mas com equipamento digital , a duração de tempo que uma bateria pode operar não é necessariamente linear à quantidade de energia
armazenada na bateria.
Nesse capítulo examinaremos como o tempo de vida específico para um dispositivo portátil não pode ser alcançado, especialmente após a bateria ter envelhecido. Listamos 4 motivos que afetam a performance da bateria:
declínio de capacidade, aumento da resistência interna , elevada auto-descarga, e prematura interrupção de tensão na descarga.
Declínio da Capacidade
A quantidade de carga que uma bateria pode reter gradualmente diminui devido ao uso, envelhecimento, e com algumas químicas, falta de manutenção. Especificado para fornecer aproximadamente 100% da capacidade quando
nova, a bateria eventualmente requer substituição quando a capacidade cai para o nível de 60 a 70% . O limiar de garantia é tipicamente de 80% .
O armazenamento de energia de uma bateria pode ser dividido em 3 seções imaginárias consistindo em energia disponível, zona vazia (que pode ser
utilizada novamente) e zona inutilizável.
Em baterias à base de Níquel, a zona inutilizável pode estar na forma de uma formação cristalina, também chamada de memória. Ciclo profundo pode freqüentemente restaurar a capacidade para serviço completo.
A perda de aceitação de carga de baterias de Lítio-Íon/Polímero é devido a oxidação da célula, que ocorre naturalmente durante o uso e como parte do envelhecimento. A perda de capacidade é permanente porque os metais
usados nas células são designados para funcionarem por um tempo específico e estão sendo consumidos durante seus tempos de serviço.
A degradação do desempenho da bateria de Chumbo-Ácido é
freqüentemente causada por sulfação, uma fina camada que se forma nas placas negativas das células, que inibem o fluxo de corrente. Além disso, existe a corrosão da grade que se inicia na placa positiva.
Aumento da Resistência Interna
A resistência interna, também conhecida como impedância, determina a performance e o tempo de vida da bateria. Se medido com um sinal AC, a resistência interna da bateria é também atribuída como impedância. A alta resitência interna corta o fluxo de energia da bateria para o equipamento.
Enquanto uma bateria com baixa resistência interna pode entregar alta corrente quando exigida, uma bateria com alta resistência “desmorona” com corrente pesada. Embora a bateria possa reter capacidade suficiente, a tensão
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cai para a linha de interrupção e o indicador de “bateria fraca” é acionado. O equipamento pára de funcionar e a energia que permanece não é entregue.
Uma bateria com baixa impedância fornece irrestrito fluxo de corrente e entregar os estouros de alta-energia devido a um trajeto restrito, e o
equipamento pode interromper prematuramente.
A bateria de NiCd tem a menor resistência interna de todos os sistemas de baterias comerciais, até após fornecer 1000 ciclos. Em comparação, a bateria de NiMH começa com uma resistência superficialmente maior e as leituras aumentam rapidamente após 300 a 400 ciclos.
Manter uma bateria a uma baixa resistência interna é importante,
especialmente com dispositivos digitais. Falta de manutenção em baterias à base de Níquel pode aumentar a resistência interna. Leituras de mais que o dobro da resistência normal têm sido observadas em baterias mal cuidadas. O recondicionamento livra as placas das células de indesejáveis formações
cristalina, que restaura o adequado fluxo de corrente.
A bateria de Lítio-Íon oferece características de resistência interna que estão entre as de NiMh e NiCd. O uso não contribui muito para o aumento da
resistência, mas o envelhecimento contribui. A vida típica de uma bateria de Lítio-Íon é de 2 a 3 anos, estando ou não em uso. Armazenar em local fresco e manter a bateria em um estado parcialmente carregado, quando não
estiverem sendo usadas, retardam o processo de envelhecimento.
A resistência interna das baterias de Lítio-Íon não pode ser melhorada com carga/descarga. A oxidação da célula, que causa alta resistência , é
irreversível. A causa final de falha é a alta resistência interna. Alguma energia pode ainda estar presente na bateria, mas não poderá ser entregue por muito tempo devido à pobre condutividade.
Com esforço e paciência, baterias de Chumbo-Ácido podem às vezes ser melhoradas por carga/descarga, ou aplicando uma carga de pico ou de equalização.
Similar a uma bola macia que se deforma quando apertada, a tensão de uma bateria com alta resistência interna modula a tensão de fornecimento. Os
pulsos de corrente empurram a tensão à linha de fim de descarga, resultando em uma interrupção prematura.
Quando medir a bateria com um voltímetro depois que o equipamento tiver interrompido e a carga tiver sido removida, a tensão terminal comumente se recupera e a leitura de tensão parece normal. Medir a tensão terminal aberta é um método não confiável para estabelecer o estado da carga da bateria.
Uma bateria com alta impedância pode funcionar bem se carregada com uma baixa corrente DC tal como uma lanterna, um toca CDs portátil ou um relógio de parede. Com tal carga delicada, virtualmente toda a energia
armazenada pode ser recuperada e a deficiência de alta impedância é camuflada.
A resistência interna de uma bateria pode ser medida com dedicados medidores de impedância. Vários métodos estão disponíveis, porém o mais comum é aplicar cargas DC e sinais AC. O método AC pode ser feito com diferentes freqüências. Dependendo do nível de perda de capacidade, cada
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técnica fornece leituras superficialmente diferente. Em uma boa bateria, as medições são razoavelmente próximas; em uma bateria fraca, as leituras entre os métodos podem dispensar mais drasticamente.
Modernos analisadores de bateria oferecem medições de resistência interna como um teste rápido de bateria. Tais testes podem identificar baterias que falhariam devido à alta resistência interna, apesar da capacidade poder ainda ser aceitável.
Auto-descarga Elevada
Todas as baterias exibem uma certa quantidade de auto-descarga; a maior é vista em baterias à base de Níquel descarrega 10 a 15% da sua capacidade nas primeiras 24 horas depois da carga, seguido por 10 a 15% a cada mês após isso.
A auto-descarga na bateria de Lítio-Íon é mais baixa comparada aos sistemas à base de Níquel. A bateria de Lítion-Íon se auto-descarrega
aproximadamente 5% nas primeiras 24 horas e 1 a 2% após isso. Adicionar o circuito de proteção aumenta a auto-descarga para 10% por mês.
Uma das melhores baterias em termos de auto-descarga é o sistema de Chumbo-Ácido; ela apenas se auto-descarrega 5% por mês. Isso deveria ser notado, contudo, que a família de Chumbo-Ácido tem também a menor
densidade de energia entre os atuais sistemas de energia. Isso torna o sistema inadequado para a maioria das aplicações portáteis de mão.
Nas altas temperaturas, a auto-descarga aumenta em todas as químicas de baterias. Tipicamente, a taxa dobra a cada 10ºC (18ºF). Grandes perdas de energia ocorrem através da auto-descarga se uma bateria é deixada em um veículo quente. Em algumas baterias mais antigas, a energia armazenada pode ir embora durante o decorrer do dia, através da auto-descarga.
A auto-descarga de uma bateria aumenta com a idade e com o uso. Por
exemplo, uma bateria de NiMH é boa para 300 a 400 ciclos, ao passo que uma de NiCd funciona adequadamente acima de 1000 ciclos antes que a
auto-descarga afete a performance da bateria. Uma vez que a bateria apresente elevada auto-descarga, nenhum remédio está disponível para reverter o efeito. Os fatores que aceleram a auto-descarga em baterias à base de Níquel são separadores danificados, e alta contagem de ciclo, que promove inchaço na célula.
No presente, nenhum teste rápido simples está disponível para medir a auto-descarga da bateria. Um analisador de bateria pode ser usado para primeiro ler a capacidade inicial após carga completa, e depois medir a capacidade
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PREMATURA INTERRUPÇÃO DE TENSÃO
Alguns equipamentos portáteis não utilizam completamente o espectro de tensão “baixo-final” da bateria. O equipamento interrompe antes que a
designada tensão de fim de descarga seja alcançada e alguma energia preciosa da bateria permanece inutilizada.
O problema da interrupção de tensão é mais difundido do que é comumente suposto. Por exemplo, uma certa marca de telefone celular que é alimentado com uma bateria de Lítio-Íon de célula simples interrompe a 3,3 Volts. A
bateria de Lítio-Íon pode ser projetada para ser usada a 3 Volts ou menos.
Com uma descarga para 3,3 Volts, apenas aproximadamente 70% da esperada capacidade de 100% é utilizada. Outro telefone celular que use baterias de NiMH e NiCd interrompe a 5,7 Volts. As baterias à base de Níquel de 4 células são projetadas para descarregar até 5 Volts.
Ao descarregar essas baterias para seus respectivos limiares de fim de descarga com um analisador de bateria depois de o equipamento ter interrompido até 60% das leituras de capacidade residual podem ser
recuperadas. Alta capacidade residual é dominante com baterias que têm
resistência interna elevada e são operadas a temperaturas ambientes mornas. Dispositivos digitais que carregam a bateria com “estouros” de correntes são mais receptivos à interrupção de tensão prematura do que equipamento
analógico.
Em muitos casos o problema de interrupção prematuro é induzido por uma bateria com baixa tensão. Uma baixa tensão de tabela é freqüentemente causada por um conjunto de baterias que contém uma célula com um curto elétrico. A memória também causa um decréscimo na tensão; contudo, isso está apenas presente em sistemas à base de Níquel. Além disso, a
temperatura elevada diminui o nível de tensão em todos os sistemas de
baterias. A redução de tensão devido a altas temperaturas é temporária e se normaliza uma vez que a bateria se esfrie.
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Teclados
Como funcionam os Teclados?
Ao pressionarmos uma tecla, independente do tipo de tecla
utilizada, o ato de pressioná-la causará uma alteração no fluxo da corrente que flui nos circuitos internos do teclado. Um
microprocessador, como o Intel 8048, dentro do teclado, varre constantemente os circuitos que conduzem às teclas. Ele detecta o aumento e a diminuição da corrente da tecla que está sendo
pressionada e gera os códigos relativos a essa tecla (código de varredura). O processador armazena esse número no buffer de memória do próprio teclado e carrega-o numa porta de conexão para que o possa ser lido pelo BIOS do computador. Em seguida, o processador envia um sinal de interupção, informando ao
processador do PC que há um código de varredura esperando por ele. A BIOS lê o código do teclado e envia um sinal para o teclado, informando-o de que o código já pode ser apagado da memória. Esse código então é processado e interpretado pelo PC,
apresentando o resultado dessa operação na tela (pode ser um simples caractere ou uma chamada de um processo).
Este dispositivo tem como finalidade, permitir ao usuário fazer alterações no sistema. De todos os periféricos, é considerado um dos mais lentos e tem um tratamento específico na arquitetura do notebook e também por ter influência do usuário para ser ativado. A formação das teclas varia de acordo com a língua do país, sua composição pode variar de 84 a 105 teclas, que se dividem em caracteres numéricos, alfas numéricos, alfabéticos e teclas de funções.
Teclas de Funções
As teclas de funções têm como objetivo fazer executar instruções programáveis como: acesso a comandos do setup da bios ou dentro do sistema operacional, através das teclas que vão de F1 a F12 ou funções específicas do equipamento como volume do som, comando para CD entre outras, que são adicionadas em conjunto com a tecla Fn.
Processo de Retirada do Teclado
Para retirarmos o teclado, devemos observar como está presa a sua estrutura, que se adapta com os demais do notebook. Normalmente, devemos retirar a tampa que se localiza na base da tela, parte superior do teclado, que em alguns casos fazem parte do acabamento das dobradiças, que são fixadas por parafusos na parte de trás ou também na parte debaixo do notebook.
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Sendo o teclado preso por parafusos na parte superior ou travas em sua Sendo o teclado preso por parafusos na parte superior ou travas em sua lateral.
lateral.
Princípio de Funcionamento Princípio de Funcionamento
A estrutura do teclado é montada sobre uma placa de alumínio, que varia de A estrutura do teclado é montada sobre uma placa de alumínio, que varia de formato conforme a arquitetura do notebook. Como todo teclado, sua base de formato conforme a arquitetura do notebook. Como todo teclado, sua base de funcionamento é sobre uma matriz de linhas e colunas, que formam os funcionamento é sobre uma matriz de linhas e colunas, que formam os contatos das teclas em seu cruzamento. Suas trilhas são confeccionadas por contatos das teclas em seu cruzamento. Suas trilhas são confeccionadas por uma tinta com base de nitrato de prata ou carbono, elaborados sobre uma uma tinta com base de nitrato de prata ou carbono, elaborados sobre uma película filme de acrílico, que permite a formação dos contatos da matriz.
película filme de acrílico, que permite a formação dos contatos da matriz. O teclado se divide em:
O teclado se divide em:
Teclado Resistivo - Como
Teclado Resistivo - Como o nome já diz, o contato é resistivo entre linhas o nome já diz, o contato é resistivo entre linhas e colunas, sua resposta é mais lente, porém, de baixo custo
e colunas, sua resposta é mais lente, porém, de baixo custo..
Como funcionam os teclados com teclas de Contato Físico?
Como funcionam os teclados com teclas de Contato Físico?
Num teclado de Contato Num teclado de Contato
Físico, o pressionamento das Físico, o pressionamento das teclas faz deslizar uma
teclas faz deslizar uma cápsula de espuma de cápsula de espuma de borracha. A cápsula borracha. A cápsula
pressiona uma lâmina de pressiona uma lâmina de plástico, localizada em sua plástico, localizada em sua extremidade inferior, que extremidade inferior, que por sua vez possui uma área metálica conectada ao resto da placa por sua vez possui uma área metálica conectada ao resto da placa de circuito impresso do teclado. A superfície metálica entra em de circuito impresso do teclado. A superfície metálica entra em contato com uma superfície similar em outra lâmina de plástico, contato com uma superfície similar em outra lâmina de plástico, permitindo que a corrente passe através dos circuitos impressos permitindo que a corrente passe através dos circuitos impressos conectados a cada uma das almofadas.
conectados a cada uma das almofadas. Quando a tecla é liberada,Quando a tecla é liberada, a cápsula volta à sua
a cápsula volta à sua forma original, liberando pressão na lâminaforma original, liberando pressão na lâmina de plástico. O plástico volta também à sua posição original
de plástico. O plástico volta também à sua posição original rompendo o circuito elétrico e cortando a corrente.
rompendo o circuito elétrico e cortando a corrente. Teclado Capacitivo - O
Teclado Capacitivo - O teclado capacitivo não é uma matriz propriamente teclado capacitivo não é uma matriz propriamente dita, cada uma das suas teclas geram valores capacitivos que são codificados dita, cada uma das suas teclas geram valores capacitivos que são codificados de acordo com o seu valor. Sua resposta é mais rápida que o resistivo, mas, de acordo com o seu valor. Sua resposta é mais rápida que o resistivo, mas, tem o maior custo da categoria.
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Como funcionam os teclados com teclas capacitivas?
Como funcionam os teclados com teclas capacitivas?
Num teclado Num teclado capacitivo, o capacitivo, o pressionamento da pressionamento da tecla comprime uma tecla comprime uma mola que faz com mola que faz com que um êmbolo de que um êmbolo de plástico e metal plástico e metal mova-se mais para mova-se mais para perto de duas almofadas fixadas em uma superfície coberta por perto de duas almofadas fixadas em uma superfície coberta por uma combinação de estanho, níquel e cobre. As almofadas estão uma combinação de estanho, níquel e cobre. As almofadas estão conectadas à placa de circuito impresso do teclado. Embora as conectadas à placa de circuito impresso do teclado. Embora as duas áreas metálicas nunca se toquem, elas agem como um duas áreas metálicas nunca se toquem, elas agem como um capacitor, com uma delas mantendo uma carga positiva
capacitor, com uma delas mantendo uma carga positiva e a outrae a outra uma igual negativa. O êmbolo de metal ao passar entre as
uma igual negativa. O êmbolo de metal ao passar entre as almofadas, reduz a carga contida nelas. A diferença de carga almofadas, reduz a carga contida nelas. A diferença de carga
causa uma pequena, mas perceptível corrente que flui através do causa uma pequena, mas perceptível corrente que flui através do circuito ligado às almofadas. Quando a tecla é liberada, a mola circuito ligado às almofadas. Quando a tecla é liberada, a mola expande-se retornando a tecla à
expande-se retornando a tecla à sua altura original e retornando asua altura original e retornando a corrente ao seu nível normal.
corrente ao seu nível normal. Controle da Matriz
Controle da Matriz
O controle da matriz está diretamente ligado a um cabo que é constituído O controle da matriz está diretamente ligado a um cabo que é constituído pelo próprio material da película do teclado, que se conecta na placa CPU pelo próprio material da película do teclado, que se conecta na placa CPU (motherboard), exemplo Fig. 7.4, sendo este controlado por um dispositivo de (motherboard), exemplo Fig. 7.4, sendo este controlado por um dispositivo de controle de teclado, que pode ser um controlador isolado ligado ao barramento controle de teclado, que pode ser um controlador isolado ligado ao barramento de dados e endereços, ou agregado a um chipset de várias funções.
de dados e endereços, ou agregado a um chipset de várias funções. Geração de Códigos no Barramento
Geração de Códigos no Barramento
Todo teclado gera em seu barramento um código binário, que convertido a Todo teclado gera em seu barramento um código binário, que convertido a hexadecimal, forma caracteres de acordo com a tabela ASCII que é padrão hexadecimal, forma caracteres de acordo com a tabela ASCII que é padrão internacional, permitindo ao sistema identificar a tecla acionada pelo usuário. internacional, permitindo ao sistema identificar a tecla acionada pelo usuário.
Suas teclas são encaixadas em articulações plásticas, sobre uma ventosa de Suas teclas são encaixadas em articulações plásticas, sobre uma ventosa de borracha sintética, que permite a articulação correta e macia, facilitando o borracha sintética, que permite a articulação correta e macia, facilitando o contato da tecla na matriz.
contato da tecla na matriz. Reparo
Reparo
Seu reparo começa com uma inspeção visual, com o objetivo de identificar a Seu reparo começa com uma inspeção visual, com o objetivo de identificar a causa do problema (queda de líquidos como: café, refrigerantes, água, ect), causa do problema (queda de líquidos como: café, refrigerantes, água, ect), logo após deveremos destravar as placas de alumínio da base das chaves, logo após deveremos destravar as placas de alumínio da base das chaves, tendo assim em mãos a matriz. Devemos observar como é separadas as tendo assim em mãos a matriz. Devemos observar como é separadas as películas, se por uma película separadora (que é de mais fácil reparo) ou por películas, se por uma película separadora (que é de mais fácil reparo) ou por uma cola azul. Para fazer a separação das películas, é necessário fazer um uma cola azul. Para fazer a separação das películas, é necessário fazer um
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aquecimento com a ajuda de um secador de cabelo, que permitirá descolar as aquecimento com a ajuda de um secador de cabelo, que permitirá descolar as películas. Aconselha-se atenção e cuidado neste manuseio. Uma vez aberta é películas. Aconselha-se atenção e cuidado neste manuseio. Uma vez aberta é só medir as trilhas das teclas que não estão funcionando, fazendo a correção só medir as trilhas das teclas que não estão funcionando, fazendo a correção das trilhas corrompidas com tinta condutiva (nitrato de prata ou carbono).
das trilhas corrompidas com tinta condutiva (nitrato de prata ou carbono).
O único teclado que não há reparo é o capacitivo, pois não há condições de O único teclado que não há reparo é o capacitivo, pois não há condições de elaborar as teclas com seus valores corretos.
elaborar as teclas com seus valores corretos. Pinagem do Cabo
Pinagem do Cabo
A pinagem do cabo varia de teclado para teclado, pois não existe um padrão A pinagem do cabo varia de teclado para teclado, pois não existe um padrão entre os fabricantes do mesmo, porém seus sinais de controle são sempre os entre os fabricantes do mesmo, porém seus sinais de controle são sempre os mesmos.
mesmos.
- Pinos 1 a 11 e 2 a 12- Sinais de linhas de matriz - Pinos 1 a 11 e 2 a 12- Sinais de linhas de matriz - Pinos 13 a 19 e 14 a 20
- Pinos 13 a 19 e 14 a 20- Sinais de colunas da matriz- Sinais de colunas da matriz - Pino 21- Sinais de caixa alta (Capslock ou Shift)
- Pino 21- Sinais de caixa alta (Capslock ou Shift) - Pinos 22 e 27- Sinal de terra
- Pinos 22 e 27- Sinal de terra - Pino 24- Sinal de +5v
- Pino 24- Sinal de +5v
- Pinos 23 e 28- Não são usados - Pinos 23 e 28- Não são usados
-- Pinos 25 e 26- Sinais de controle do mouse Pointpad, nos cPinos 25 e 26- Sinais de controle do mouse Pointpad, nos casos em queasos em que
o notebook controla o mouse o notebook controla o mouse
--Mouses Mouses
Este periférico tem o objetivo de facilitar a operação do usuário em Este periférico tem o objetivo de facilitar a operação do usuário em programas com plataformas gráficas, um exemplo é o sistema Windows, programas com plataformas gráficas, um exemplo é o sistema Windows, permitindo ao operador menor uso do teclado e resposta mais rápida na permitindo ao operador menor uso do teclado e resposta mais rápida na elaboração do seu produto (Soft).
elaboração do seu produto (Soft).
Encontramos em notebook, dois formatos de mouse Pointpad ou Touchpad, Encontramos em notebook, dois formatos de mouse Pointpad ou Touchpad, na maioria dos notebook são encontrados um tipo de cada, salvo alguns na maioria dos notebook são encontrados um tipo de cada, salvo alguns equipamentos que em seus modelos possuem os dois mouses.
equipamentos que em seus modelos possuem os dois mouses. Princípio de Funcionamento
Princípio de Funcionamento - Pointpad
- Pointpad
O mouse Pointpad é composto de uma haste plástica, que presa em uma O mouse Pointpad é composto de uma haste plástica, que presa em uma base de metal permite pequenas movimentações para cima, para baixo ou nas base de metal permite pequenas movimentações para cima, para baixo ou nas laterais, fazendo com que os contatos na sua base façam contatos com as laterais, fazendo com que os contatos na sua base façam contatos com as trilhas do cabo flat filme, que conduz os sinais para um controlador específico trilhas do cabo flat filme, que conduz os sinais para um controlador específico que gera o padrão PS2 para o barramento.
que gera o padrão PS2 para o barramento.
As teclas de funções com o botão direito e esquerdo do mouse, ficam As teclas de funções com o botão direito e esquerdo do mouse, ficam localizadas na base do teclado a altura das mãos do usuário.
MANUTENÇÃO EM NOTEBOOKS
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Em alguns modelos os notebooks possuem teclas para rolar a página (Scroll), que ficam próximas dos botões do mouse. Todas estas funções são direcionadas através de cabos para o controlador da função do mouse.
Toda a sua estrutura fica presa na placa base do teclado, que permite a sua localização no centro do mesmo.
encontramos:
1- Mouse Pointpad
2- Botão de Scroll esquerdo 3- Botão de Scroll direito
4- Botão de Confirmação do mouse (Botão esquerdo) 5- Botão de Atalho do mouse (Botão direito)
Obs: Como não existe padrão em notebook, o formato e a posição das teclas do mouse variam de acordo com a estrutura do equipamento.
- Touchpad
O mouse Touchpad é composto de uma pista deslizante, que é uma matriz térmica resistiva que de acordo com a movimentação do dedo do usuário, posiciona na tela o cursor. Esta matriz é controlada por uma chipset que se localiza na parte debaixo da pista, que converte o sinal da matriz em padrão PS2 para o barramento (Fig. 8.4).
Os botões do mouse, normalmente são acoplados a uma estrutura metálica que serve de base para a pista touchpad e os swicht dos botões esquerdo e direito, ligados a uma membrana de película filme, que vai ligar os sinais ao controlador do barramento do mouse.
O touchpad, por ser de matéria térmica condutiva, é necessário sempre estar com sua superfície limpa de resíduos com suor, água ou qualquer produto abrasivo, permitindo assim o seu bom funcionamento.
Reparo
Estes periféricos não possuem reparo, a não ser que algum dos seus flap parta, ou quando há necessidade de refazerem as suas soldas (soldas frias).