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Gerenciamento de Entrada e Saída (E/S)

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Academic year: 2021

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Gerenciamento de Entrada e Saída (E/S)

Adriano J. Holanda

http://adrianoholanda.org

Depto Computação e Matemática – FFCLRP – USP

(2)

Entrada e Saída: E/S

..

processador

.

controladora de disco

.

controladora USB

.

placa de vídeo

.

memória

.

disco rígido

.

mouse

.

impressora

.

teclado

.

monitor

(3)

Entrada e Saída: E/S

..

processador

.

controladora de disco

.

controladora USB

.

placa de vídeo

.

memória

.

disco rígido

.

mouse

.

impressora

.

teclado

.

monitor

..

gerenciamento de processos

(4)

Entrada e Saída: E/S

..

processador

.

controladora de disco

.

controladora USB

.

placa de vídeo

.

memória

.

disco rígido

.

mouse

.

impressora

.

teclado

.

monitor

..

gerenciamento de memória

(5)

Entrada e Saída: E/S

..

processador

.

controladora de disco

.

controladora USB

.

placa de vídeo

.

memória

.

disco rígido

.

mouse

.

impressora

.

teclado

.

monitor

.

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Subsistema de entrada e saída

Fonte: [Oliveira, 2008]

..

E/S: nível de usuário

.

E/S independente do dispositivo

.

Interface padrão para drivers de dispositivo (API)

.

driver disco

.

driver USB

.

driver rede

.

. . .

.

driver teclado

.

Hardware

.

Sistema

op

er

acional

.

Soft

w

are

(7)

Drivers de dispositivo

Exemplo: driver de placa de rede

..

Aplicação de rede

.

Subsistema de rede do SO

.

Driver da placa de rede

.

Placa de rede

.

Espaço do usuário

.

Espaço do kernel

.

Interface com o dis-positivo de rede

.

(8)

Classificação das camadas de E/S

Dispositivos de caracter

São dispositivos cujo fluxo de dados ocorre de forma sequencial,

um byte após o outro.

Exemplo: teclado, porta serial.

Dispositivos de bloco

Os dados são acessados de forma aleatória em pedaços de

tamanho fixo chamado blocos.

Exemplo: Disco rígido, memória flash, disquete, leitor de Blu-ray.

Dispositivos de rede

Os dados são recebidos e transmitidos em pacotes.

Exemplo: Interface de rede.

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Classificação das camadas de E/S

Dispositivos de caracter

São dispositivos cujo fluxo de dados ocorre de forma sequencial,

um byte após o outro.

Exemplo: teclado, porta serial.

Dispositivos de bloco

Os dados são acessados de forma aleatória em pedaços de

tamanho fixo chamado blocos.

Exemplo: Disco rígido, memória flash, disquete, leitor de Blu-ray.

Dispositivos de rede

Os dados são recebidos e transmitidos em pacotes.

Exemplo: Interface de rede.

(10)

Classificação das camadas de E/S

Dispositivos de caracter

São dispositivos cujo fluxo de dados ocorre de forma sequencial,

um byte após o outro.

Exemplo: teclado, porta serial.

Dispositivos de bloco

Os dados são acessados de forma aleatória em pedaços de

tamanho fixo chamado blocos.

Exemplo: Disco rígido, memória flash, disquete, leitor de Blu-ray.

Dispositivos de rede

Os dados são recebidos e transmitidos em pacotes.

Exemplo: Interface de rede.

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(12)

Dispositivos de bloco

Introdução

Os

Dispositivos de bloco

fornecem acesso a dispositivos que

transferem aleatoreamente blocos de tamanho fixo, tais como

disco rígido, CD-ROM, DVD-ROM dentre outros.

Os blocos frequentemente possuem o tamanho de

4096 bytes

,

porém, este tamanho pode variar de acordo com a arquitetura

e sistema de arquivos.

(13)

Dispositivos de bloco

Conceitos essenciais

A menor unidade endereçável em um dispositivo de bloco é

um

setor

.

O tamanho mais comum do setor é

512

bytes. Porém, alguns

dispositivos possuem tamanhos diferentes, por exemplo,

muitos CD-ROMs possuem setores de 2-KB.

Os blocos são armazenados temporariamente em um zona de

memória chamada

buffer

, para ajuste entre as diferenças na

velocidade de transferência entre as camadas dos subsistemas.

Por exemplo, se a placa de rede suporta envio de blocos de 4-KB, e o SO necessita enviar 64-KB, estes são armazenados no buffer até o término da transmissão.

(14)
(15)

Busca em disco rígido

Trilha

.

...

(16)

Busca em disco rígido

Setor

.

... . setor

(17)

Busca em disco rígido

Cabeçote de leitura e escrita

.

...

.

cabeçote de leitura e escrita

(18)

Escalonamento das requisições de E/S

O

escalonador de E/S

gerencia a fila de requisições dos

dispositivos de bloco, decidindo qual requisição é despachada,

com o objetivo de maximizar a performance global de E/S do

sistema.

O escalonadores de E/S realizam 2 ações principais sobre as

requisições para minimizar as buscas:

▶ Fusão: agrupamento de 2 ou mais requisições ao mesmo bloco;

▶ Ordenação: classifica as requisições de acordo com algum critério.

(19)

Algoritmos de escalonamento de E/S

Disco rígido

1. FCFS(firt-come first-served): as requisições são atendidas conforme a ordem de chegada na fila;

2. SSTF(shortest seek time first): as requisições são atendidas de acordo com o menor tempo de acesso, e são reordenadas constantemente, para levar em conta a posição atual do cabeçote, privilegiando os setores mais próximos à posição corrente na reordenação da fila de requisições. Desvantagem: Suscetível à postergação indefinida (starvation).

3. SCAN: é uma variação do SSTF que se diferencia por adotar um sentido de varredura preferencial, como por exemplo do mais interno para o mais externo. Ao atingir o mais interno, inverte-se o sentido e novas

requisições no sentido contrário são atendidas na próxima varredura. Também é conhecido como algoritmo doelevador.

4. C-SCAN: variação do SCAN que se diferencia por adotar o sistema de varredura em somente uma direção. Por exemplo, se o cabeçote atingir o cilindro mais interno, é então reposicionado no cilindro mais externo e a varredura é realizada novamente.

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Algoritmos de escalonamento de E/S

Disco rígido

1. FCFS(firt-come first-served): as requisições são atendidas conforme a ordem de chegada na fila;

2. SSTF (shortest seek time first): as requisições são atendidas de acordo com o menor tempo de acesso, e são reordenadas constantemente, para levar em conta a posição atual do cabeçote, privilegiando os setores mais próximos à posição corrente na reordenação da fila de requisições. Desvantagem: Suscetível à postergação indefinida (starvation).

3. SCAN: é uma variação do SSTF que se diferencia por adotar um sentido de varredura preferencial, como por exemplo do mais interno para o mais externo. Ao atingir o mais interno, inverte-se o sentido e novas

requisições no sentido contrário são atendidas na próxima varredura. Também é conhecido como algoritmo doelevador.

4. C-SCAN: variação do SCAN que se diferencia por adotar o sistema de varredura em somente uma direção. Por exemplo, se o cabeçote atingir o cilindro mais interno, é então reposicionado no cilindro mais externo e a varredura é realizada novamente.

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Algoritmos de escalonamento de E/S

Disco rígido

1. FCFS(firt-come first-served): as requisições são atendidas conforme a ordem de chegada na fila;

2. SSTF(shortest seek time first): as requisições são atendidas de acordo com o menor tempo de acesso, e são reordenadas constantemente, para levar em conta a posição atual do cabeçote, privilegiando os setores mais próximos à posição corrente na reordenação da fila de requisições. Desvantagem: Suscetível à postergação indefinida (starvation). 3. SCAN: é uma variação do SSTF que se diferencia por adotar um sentido

de varredura preferencial, como por exemplo do mais interno para o mais externo. Ao atingir o mais interno, inverte-se o sentido e novas

requisições no sentido contrário são atendidas na próxima varredura. Também é conhecido como algoritmo do elevador.

4. C-SCAN: variação do SCAN que se diferencia por adotar o sistema de varredura em somente uma direção. Por exemplo, se o cabeçote atingir o cilindro mais interno, é então reposicionado no cilindro mais externo e a varredura é realizada novamente.

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Algoritmos de escalonamento de E/S

Disco rígido

1. FCFS(firt-come first-served): as requisições são atendidas conforme a ordem de chegada na fila;

2. SSTF(shortest seek time first): as requisições são atendidas de acordo com o menor tempo de acesso, e são reordenadas constantemente, para levar em conta a posição atual do cabeçote, privilegiando os setores mais próximos à posição corrente na reordenação da fila de requisições. Desvantagem: Suscetível à postergação indefinida (starvation).

3. SCAN: é uma variação do SSTF que se diferencia por adotar um sentido de varredura preferencial, como por exemplo do mais interno para o mais externo. Ao atingir o mais interno, inverte-se o sentido e novas

requisições no sentido contrário são atendidas na próxima varredura. Também é conhecido como algoritmo doelevador.

4. C-SCAN: variação do SCAN que se diferencia por adotar o sistema de varredura em somente uma direção. Por exemplo, se o cabeçote atingir o cilindro mais interno, é então reposicionado no cilindro mais externo e a varredura é realizada novamente.

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Sistemas Operacionais.

Rômulo Silva de Oliveira, Alexandre da Silva Carissimi e Simão

Sirineo Roscani.

Editora Bookman, 2008.

Linux Kernel Development.

Robert Love.

Addison Wesley Publisher, 2010.

Principles of Modern Operating Systems.

José M. Garrido, Richard Schlesinger.

Referências

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