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EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA Ano Lectivo 2005/2006
Nenhum homem é uma ilha, fechada em si mesmo... Donne
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OORRÁÁRRIIOO::
Aula Teórica: Aula Teórico-Prática: 3ª f. 15:00/16:00 h., Sala 96 Turno A: 3ª f. 14:00/15:00 h., Sala 96 Turno B: 3ª f. 17:00/18:00 h., Sala 96E
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EEDDAAGGÓÓGGIICCAA:
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• José Farinha, Professor Adjunto, Gabinete 24 B, Ext. 6721
Resid: Urbanização de S. Luís,
Edif G-3ºDto.
8005-333 Faro,
Página Pessoal: http://w3.ualg.pt/~jfarinha Contactos:
Residência 289826681 Telemóvel 966040480 E-Mail [email protected]
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TTEENNDDIIMMEENNTTOO::
Consultar os horários de atendimento dos docentes da equipa pedagógica.Para além do período de atendimento previamente estabelecido os alunos poderão contactar o docente da disciplina sempre que entendam disso necessitar pela via que acharem mais conveniente. Neste caso, contudo, a possibilidade de atendimento fica
dependente da disponibilidade efectiva do docente.
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IINNDDAAS!S!
Enquanto docente responsável pela disciplina de Psicologia Social I gostaria de lhe dar as boas-vindas a esta disciplina, esperando que a frequência da mesma resulte numa experiência enriquecedora e útil para o seu futuro profissional.A
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SSPPEECCTTOOSS GG
EERRAAIIS S A disciplina de Psicologia Social II deve ser perspectivada em perfeita articulação e complementaridade com a disciplina de Psicologia Social I leccionada no primeiro semestre. Assim, os conteúdos programáticos são concebidos de forma a representarem uma perfeita continuidade dos conteúdos da Psicologia Social I, representando ambos aquilo que nos parece poder constituir a globalidade dos conhecimentos a adquirir pelos alunos na área da Psicologia Social.F
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IILLOOSSOOFFIIAAP
PEEDDAAGGÓÓGGIICCAA
A filosofia pedagógica subjacente à presente disciplina implica que, na medida do possível, as aulas se organizem de forma as que os alunos participem activamente no seu processo de aprendizagem.
Neste sentido gostaríamos de o(a) encorajar a interagir formal ou informalmente tanto com o docente como com os colegas. A iniciativa dos estudantes é sempre apreciada, de forma que gostaríamos muito que nos desse, sempre que achar oportuno, a sua opinião sobre a forma como está a decorrer o processo pedagógico, tanto indicando os aspectos que estão a ser mais conseguidos como aqueles em que, eventualmente, possam ser introduzidas melhorias.
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RREESSSSUUPPOOSSTTOOS S O modo como se estrutura e desenvolve o tema desta disciplina deriva naturalmente de alguns pressupostos conceptuais e pedagógicos que fazem parte do sistema do docente responsável. Nomeadamente, acreditamos que os processos específicos de educação ou de formação contribuem apenas numa pequena parte para a definição dos futuros desempenhos individuais, os quais resultam da conjugação de uma infinidade de interacções nos múltiplos sistemas sociais em que cada indivíduo participou, participa ou participará, e que consubstanciam a suaexperiência.
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OONNDDIIÇÇÕÕEESS EE R REEQQUUIISSIITTOOSS DDEE S SUUCCEESSSSOO NNAA D DIISSCCIIPPLLIINNAAConsiderando que a capacidade de reflexão e raciocínio é solidá-ria da capacidade de expressão verbal, uma condição de sucesso nesta disciplina está relacionada com as capacidades de
expressão oral e escrita dos alunos.
A capacidade de expressão deverá ser, por isso, um aspecto a que os alunos deverão prestar o máximo de atenção, tanto do ponto de vista do conteúdo, através do uso de formas de expressão
adequadas do ponto de vista de uma abordagem técnico-científica dos processos, como do ponto de vista formal, através da
correcção tanto sintáctica como ortográfica1.
1 Aprender a escrever e falar de forma correcta e expressiva tem ainda um benefício pragmático importante no sentido em que tornam os alunos melhores comunicadores e consequentemente candidatos preferenciais aos postos de trabalho que forem abertos nesta área.
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Psicologia Social II
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A equipa pedagógica fará tudo o que estiver ao seu alcance para criar condições de sucesso para todos os alunos. Contudo o sucesso individual depende, em último lugar, do esforço efectivo de cada aluno em particular.
Este esforço deverá assentar em 4 aspectos essenciais: 1. Uma estratégia importante para abordar os conteúdos
programáticos passa por uma reflexão regular sobre os temas apresentados nas aula teóricas. Seria óptimo que cada aluno, antes de cada aula prática, tivesse realizado algum tipo de estudo e reflexão sobre os temas abordados na aula teórica anterior.
2. Considerando que a avaliação proposta assenta essencialmente sobre a produção de materiais escritos, a avaliação na disciplina depende em larga medida de uma escrita gramaticalmente correcta, sem erros de ortografia,
logicamente estruturada, precisa, concisa, clara e original. 3. Um dos critérios fundamentais da avaliação nesta disciplina
assenta da capacidade para realizar uma reflexão aprofundada e profícua sobre temas específicos da psicologia social. Uma via fundamental para alcançar este objectivo é uma boa
participação nas aulas teórico-práticas. Isto acontece quando os comentários de cada aluno revelam uma leitura atenta e atempada dos materiais pedagógicos, são capazes de distinguir entre factos e opiniões, levam em consideração a contribuição dos colegas e indicam uma disponibilidade para explorar novas ideias.
Se bem que cada aluno possa efectivamente realizar a disciplina partindo unicamente do estudo dos conteúdos programáticos, acreditamos que uma abordagem global e efectiva da matéria está ainda dependente da frequência regular tanto das aulas teóricas como das aulas teórico-práticas.
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EERRAAL L Ajudar a aumentar a qualidade e a eficácia do processo de intervenção e educação comunitária através da utilização de conceitos de cariz marcadamente psicossociológico.E
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SSPPEECCÍÍFFIICCOOSS Em conformidade com os pressupostos anteriormente enunciados,assumem-se como objectivos de formação prioritários as seguintes destrezas cognitivas e capacidades pessoais do aluno.
1. Adquirir um conhecimentos fundamental sobre os modelos, conceitos, processos e factores mais significativos no domínio da Psicologia Social;
2. Construir uma visão alargada e integradora da realidade social e comunitária e para a compreensão dos mecanismos psicológicos, individuais e de grupo, subjacentes ao comportamento da pessoa em comunidade.
3. Reconhecer e identificar processos sociais específicos utilizando essa informação no processo tripartido de
observação, análise e intervenção em sistemas interaccionais e inter-relacionais.
4. Desenvolver e aprofundar capacidades de auto conhecimento que permitam aos alunos darem-se conta, analisar e
compreender os seus próprios comportamentos assim como as respectivas implicações em termos dinâmica do comportamento social.
5. Ser capaz de analisar a própria experiência
comunicacional/relacional, questionando sistematicamente as crenças pessoais e as representações sociais que impedem o acesso a maturidade psicológica e social.
6. Ser capaz de gerir os processos interaccionais em que participe, designadamente nas situações de
educação/intervenção, de modo a facilitar aos outros o exercício da sua autonomia e a rentabilização dos próprios recursos.
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Psicologia Social II
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RRÉÉVVIIA A Convidamos os alunos a abordarem os conteúdos programáticos criticamente, a desmontá-los tanto quanto possível, a confrontar cada afirmação factual com a sua própria experiência, e cada interpretação com as interpretações alternativas de outros autores, referidos ou não na bibliografia.A
A
PPRREESSEENNTTAAÇÇÃÃOO DDOOSS C COONNTTEEÚÚDDOOSS P PRROOGGRRAAMMÁÁTTIICCOOS SApresentamos em seguida uma apresentação planificada da matéria a abordar nas aulas teóricas2:
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UULLAA - 14 Fev.A
PRESENTAÇÃO • Do programa2
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UULLAA - 21 Fev.A
TITUDES• Natureza e definição de atitude • Origem das atitudes
• Dimensões das atitudes
• Propriedades formais das atitudes
• Outros conceitos próprios, mas distintos, de atitude • Atitudes e comportamento manifesto
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UULLAA- 7 Mar.
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TITUDES
• Formação das atitudes • Funções das atitudes
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UULLAA- 14 Mar..
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TITUDES•Medida das atitudes o Escalas de atitudes o Medidas psicofisiológicas o Observação do comportamento
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UULLAA - 21 Mar.P
ROCESSOS DEI
NFLUÊNCIA • Tipos de influência o Normalização o Conformismo2 Se, por qualquer circunstância, não puder ser concluída a matéria programada para uma aula teórica, esta será concluída na aula teórico-prática seguinte.
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UULLAA- 28 Mar.
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ROCESSOS DEI
NFLUÊNCIA o Obediência o Inovação• Influência minoritária e mudança social
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UULLAA- 4 Abr.
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RUPONatureza e desenvolvimento grupal
• Aspectos básicos do funcionamento grupal: - coesão, socialização e normas grupais
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UULLAA- 18 Abr.
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ROCESSOS DE •G
RUPOEstrutura do grupo: - papel, estatuto e redes de comunicação grupal
• Efeitos do grupo – facilitação social
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ªª AA
UULLAA - 02 Maio.L
IDERANÇA ED
ESEMPENHOG
RUPAL• Definição de liderança • Comportamento de liderança • Teorias de liderança
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UULLAA - 16 Maio.L
IDERANÇA E
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ESEMPENHOG
RUPAL• Tomada de decisão grupal
• Factores de eficácia do desempenho grupal
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ªª AA
UULLAA- 23 Maio
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RECONCEITO•Natureza e dimensões do preconceito
• Preconceito e categorização social: - sexismo, racismo, etc.
• Efeitos do preconceito
• Factores explicativos do preconceito e discriminação
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ªª AA
UULLAA- 30 Maio.
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DENTIDADE
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OCIAL• Identidade. categorização e comparação social • Língua, bilinguismo e identidade social • Relações inter-grupais e identidade social
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UULLAA- 06 Junho
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EFLEXÃO GLOBAL SOBRE O FUNCIONAMENTO DA DISCIPLINA
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UULLAAESE/UAL 2005/2006
Psicologia Social II
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RRGGAANNIIZZAAÇÇÃÃOO O curso constará de aulas teóricas e aulas teórico-práticas. As aulas teóricas ocuparão as sessões de duas horas e serão dedicadas essencialmente à apresentação dos conteúdosprogramáticos. Esclarece-se, contudo, que a exposição teórica não esgota de forma alguma o âmbito das aprendizagens definidas para esta disciplina. Devem, por isso, ser perspectivados como uma introdução, uma orientação, o fornecer dos instrumentos conceptuais básicos para que cada aluno realize a sua aprendizagem pessoal através da leitura e reflexão sobre os materiais bibliográficos propostos pelo docente.
As aulas teórico-práticas ocuparão as sessões de uma hora e serão especialmente dedicadas ao debate, elaboração e reflexão sobre os temas abordados nas aulas teóricas, assim como à realização dos exercícios práticos que se revelarem convenientes. Durante as aulas teórico-práticas o docente poderá, ainda, colocar questões relacionadas com a matéria abordada nas aulas teóricas. As questões serão, contudo, colocadas de forma amigável e sem objectivos de avaliação suma-tiva, já que, mais do que confrontar o aluno com o seu nível de conhecimento da matéria, pretende-se ajudá-lo a descobrir novas formas de abordagem dos temas abordados enriquecendo assim a sua capacidade de reflexão e elaboração teórica conducente a uma intervenção prática mais informada e fundamentada.
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VVAALLIIAAÇÇÃÃOO FORMAS DE AVALIAÇÃO:As escolha das formas de avaliação nesta disciplina assentou fundamentalmente em critérios de diversidade e flexibilidade. Neste contexto e partindo de um princípio de avaliação global da actividade dos alunos, a classificação de frequência terá duas componentes essenciais: - uma componente teórica e uma
componente teórico-prática.
O docente entende não se verificarem condições para a realização de avaliação contínua.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
A avaliação nas várias modalidades (teórica e teórico-prática) será realizada tendo em conta os seguintes critérios:
• correcção e qualidade da expressão oral ou escrita; • correcção e originalidade das ideias expostas; • organização e desenvolvimento da temática abordada; • capacidade de reflexão e elaboração conceptual.
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Avvaalliiaaççããoo
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Será realizado um teste no dia 16 de Junho de 2006. O teste será constituído por duas partes:
1. Uma primeira parte constituída por 5 questões de resposta breve nas quais o aluno deverá adoptar essencialmente uma postura directa e descritiva. Cada resposta é cotada com um máximo de 2 valores cada, num total máximo de 10 valores; 2. Uma segunda parte constituída por dois grupos de duas
questões cada. O aluno escolhe e responde a uma questão de cada grupo adoptando aqui essencialmente uma postura
reflexiva e de elaboração conceptual. Cada resposta é cotada com um máximo de 5 valores num total máximo de 10 valores. O resultado no teste será a soma da pontuação obtida em cada questão respondida. A Avvaalliiaaççããoo t teeóórriiccoo--pprrááttiiccaa A PRESENTAÇÃO ORAL:
Esta componente avaliativa será obtida a partir da realização em grupo de um trabalho de cariz teórico-prático.
Este trabalho consiste na preparação e apresentação oral numa das aulas teórico-práticas de um tema à escolha, devendo, contudo, ser tido o necessário cuidado para que não se verifiquem repetições nos temas escolhidos.
Pretende-se com este trabalho que, após uma apresentação inicial (20 a 30 minutos) o grupo coloque o tema à apreciação da
audiência, respondendo a questões e discutindo opiniões propostas pelos colegas ou docente da disciplina, até uma duração máxima de 50 minutos.
Um exercício deste tipo representa uma oportunidade para
apresentar as aprendizagens teóricas e capacidades daí derivadas de forma a podem ser passíveis de avaliação, reflexão e ensaio de aplicação.
A avaliação da apresentação assenta em duas componentes, uma componente global grupal e uma componente individual. Assim, cada apresentação será avaliada de forma global pelo docente a partir de uma grelha de avaliação e pontuada numa escala de 0 a 20 valores (AG).
A prestação individual de cada elemento do grupo durante a apresentação será igualmente objecto de avaliação e pontuada numa escala de 0 a 20 valores (AI).
A classificação para cada aluno neste elemento de avaliação (ATP) resulta assim da média da nota global (AG) com a nota individual (AI).
Pretende-se que este trabalho seja realizado ao longo do semestre pelo que deverão ser respeitados os seguintes prazos:
Escolha do tema: até 14 Março
Entrega do projecto: até 11 Abril
Apresentação: nos últimos dias de aulas segundo uma
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Psicologia Social II
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O não cumprimento destas datas implica uma penalização de 10% na nota final por cada período de até uma semana de atraso;
Um atraso de mais de 4 semanas implica a não realização deste elemento de avaliação.
Quaisquer detalhes suplementares relativos a este trabalho deverão ser esclarecidos junto do docente.
A
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RREEQQUUÊÊNNCCIIA AA avaliação de frequência é apurada no final do semestre a partir dos resultados obtidos por cada aluno nos vários tipos de avaliação, sendo atribuído um peso de 60% à avaliação teórica e um peso de 40% à avaliação teórico-prática.
Em qualquer aspecto omisso no presente programa é aplicado o Regulamento de Frequência e Avaliação em vigor na ESE da Universidade do Algarve.
Assim, deverão os alunos ficar cientes de que o disposto no presente programa, conjugado com as normas constantes no
Regulamento de Frequência e Avaliação, constitui o enquadramento global e único no qual serão tomadas as decisões em matéria de avaliação, sobrepondo-se, por isso, a quaisquer eventuais acordos ou condições pontuais, reais ou imaginárias, explícitas ou implícitas, assumidas ou presumidas, entre quaisquer alunos e quaisquer elementos da equipa pedagógica.
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