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Problemas de Álgebra Linear

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Academic year: 2021

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(1)

Problemas de ´

Algebra Linear

Cursos: MEBiol e MEBiom

1o Semestre 2018/2019

Prof. Paulo Pinto

http://www.math.tecnico.ulisboa.pt/∼ppinto/

Conte´

udo

1 Sistemas de equa¸c˜oes lineares e ´algebra matricial (2 aulas) 1

1.1 Algebra de matrizes´ . . . 1

1.2 Matrizes invert´ıveis . . . 1

1.3 Sistemas lineares e elimina¸c˜ao de Gauss . . . 3

2 Determinantes (1 aula) 5 2.1 Opera¸c˜oes elementares e determinantes. F´ormula de Laplace. Cofactores . . . 5

3 Espa¸cos lineares (3 aulas) 7 3.1 Subespa¸cos lineares . . . 7

3.2 Vectores geradores. Independˆencia linear . . . 8

3.3 Bases e dimens˜ao de espa¸cos lineares . . . 9

3.4 Coordenadas de um vector numa base . . . 10

4 Valores pr´oprios e vectores pr´oprios (1 aula) 11 4.1 Matrizes diagonaliz´aveis . . . 12

5 Transforma¸c˜oes lineares (212 aulas) 13 5.1 Representa¸c˜ao matricial de transforma¸c˜oes lineares . . . 13

5.2 Transforma¸c˜oes lineares injectivas/sobrejectivas. Equa¸c˜oes lineares . . . 14

5.3 Valores e vectores pr´oprios de transforma¸c˜oes lineares . . . 16

6 Produtos internos (212 aulas) 17 6.1 Ortogonaliza¸c˜ao de Gram-Schmidt . . . 18

6.2 Complementos e projec¸c˜oes ortogonais; equa¸c˜oes cartesianas de planos e rectas . . . 18

6.3 Diagonaliza¸c˜ao ortogonal/unit´aria . . . 20

7 Algumas Aplica¸c˜oes (1 aula) 20 7.1 Formas quadr´aticas . . . 20

7.2 M´ınimos quadradros . . . 21

7.3 Equa¸c˜oes diferenciais ordin´arias . . . 22

7.4 Rota¸c˜oes, reflex˜oes, projecc˜oes, contra¸c˜oes, compress˜oes, deslizamentos . . . 22

(2)

1 Sistemas de equa¸c˜oes lineares e ´algebra matricial (2 aulas) 1

1

Sistemas de equa¸

oes lineares e ´

algebra matricial

(2 aulas)

1.1 Algebra de matrizes´

1.1 Escreva a matriz A = [aij]i,j=1,··· ,4 definida por

(a) aij =      1 se i = j, −1 se j = i + 1, 0 caso contr´ario.

(b) aij = j2 (c) aij = (

−aji para todo i, j j para j > i.

1.2 Verifique se a matriz A = [aij] ∈ M2×2(R) definida por aij = 3i + 2j ´e sim´etica.

1.3 Sejam A = " 1 π −1 2 3 √3 # , B = " −1 2 3 3 2 −1 # , C =h 1 2 i, D = " π 3 # . (a) Calcule, se poss´ıvel, A + B, 2A, CD, AB, AC, DC, CB e AD.

(b) Calcule, se poss´ıvel, AT, ATB, DTCT, CTC, CCT e (CCT)T. 1.4 (a) Seja A = " 1 1 −1 −1 # . Calcule A2.

(b) Para cada real θ, seja Aθ= "

cos(θ) −sen(θ) sen(θ) cos(θ)

#

. Calcule (Aθ)ncom n ∈ N.

1.5 (a) Encontre matrizes A e B do tipo 2 × 2 tais que AB 6= BA. Ser´a que (A + B)2 = A2+ 2AB + B2? (b) Prove que (A + B)2= A2+ 2AB + B2 se e s´o se AB = BA.

(c) Prove que dadas duas matrizes quadradas A e B tais que AB = B e BA = A ent˜ao temos A2 = A. 1.6 Seja A ∈ M2×2(R). Prove que se tr(AAT) = 0 ent˜ao A = 0.

1.7 Seja A ∈ M2×2(R) tal que A " 0 2 # = " 1 1 # e A " 3 4 # = " 7 8 # . Calcule A " 0 3 2 4 # e A " 0 −3 4 −4 # . 1.8 Seja A=    1 1 1 1 1 1 1 1 1  

e para cada k1, k2 ∈ R seja x=    1 1 1   + k1    −1 1 0   + k2    −1 0 1   . Calcule Ax.

1.9 Sejam u, v ∈ Mn×1(R) e a ∈ R tais que uTv = [a]. Para a 6= −1 sejam A = I + uvT e B = I −1+a1 uvT. Calcule AB e BA e verifique que tr(uvT) = a.

1.2 Matrizes invert´ıveis 1.10 Sejam A =    0 0 π 2 3 1 1 1 0   e U =    1 1 0 0 1 1 0 0 1   .

a) Verifique se pode obter U a partir de A usando opera¸c˜oes elementares.

b) Justifique que A ´e invert´ıvel e escreva A como produto de matrizes elementares. c) Calcule a inversa de A, usando b).

1.11 Considere a matriz A =    1 0 0 −5 0 1 0 −2 0   .

a) Encontre matrizes elementares E1, E2 e E3 tais que E3E2E1A = I. b) Escreva A−1 como produto de matrizes elementares.

(3)

1 Sistemas de equa¸c˜oes lineares e ´algebra matricial (2 aulas) 2 1.12 Seja A = " 1 0 0 0 1 0 #

. Verifique que existe uma matriz B ∈ M3×2(R) tal que AB = I, mas que n˜ao existe nenhuma matriz C tal que CA = I.

1.13 Sejam a, b, c, d n´umeros reais. Prove que " a b c d #−1 = ad−cb1 " d −b −c a # sempre que ad − cb 6= 0.

1.14 (a) Sejam A, B, C matrizes n × n, tais que A e B s˜ao invert´ıveis. Resolva a seguinte equa¸c˜ao matricial em X: AXB = C.

(b) Determine, caso existam, todas as matrizes A do tipo 2 × 2 tais que I − "

0 1 2 2

#

A = −2A.

(c) Determine, caso existam, todas as matrizes A do tipo 3 × 3 tais que    1 1 2 0 1 −1 0 0 2   A − 2A = 3I.

(d) Determine, caso existam, todas as matrizes A do tipo 3 × 3 tais que    1 1 2 0 1 −1 0 0 1   A − 2A = 3I.

1.15 a) Determine a matriz A ∈ M2×2(R) tal que 2I − ((3A−1)T)−1 −1 = " 4 3 7 5 # .

b) Seja A tal que (7A)−1 = "

3 4 2 3

#

. Calcule A.

1.16 (Matrizes nilpotentes) Seja A ∈ Mn×n(R) tal que Ak= 0 para algum k ∈ N, k 6= 1. Prove que

(I − A)−1= I + A + A2+ · · · + Ak−1. 1.17 Seja A =    10 7 4 −17 −12 −7 4 3 2   .

(a) Verifique que A3 ´e a matriz nula. Prove que A n˜ao ´e invert´ıvel. (b) Calcule (I + A + A2)(I − A).

1.18 Quando poss´ıvel, inverta as seguintes matrizes:

A = " 1 1 1 2 # , B = " 1 1 1 1 # , C =    0 1 1 1 0 1 1 1 0   , D =    3 5 0 −1 −2 −2 1 2 1   , E = " cos(θ) − sin(θ) sin(θ) cos(θ) #

1.19 (a) Dadas A, B matrizes do tipo n × n invert´ıveis tais que A + B ´e invert´ıvel, prove que A−1+ B−1 tamb´em ´e invert´ıvel e

(A−1+ B−1)−1 = A(A + B)−1B.

(b) Seja A = [aij] uma matriz invert´ıvel e B = [bij] a inversa de A. Mostre que, para cada k 6= 0, a matriz [ki−jaij] ´e invert´ıvel e a sua inversa ´e [ki−jbij].

(4)

1 Sistemas de equa¸c˜oes lineares e ´algebra matricial (2 aulas) 3

1.20 Considere a cifra de Hill cuja matriz de codifica¸c˜ao ´e A =    1 0 −2 0 1 0 1 0 −1   . (a) Determine a matriz de descodifica¸c˜ao.

(b) Encontre a mensagem inicial se −13, 12, −6, −31, 2, −13, −23, 0, −11, −1, 14, 4, 1, 18, 1 for a mensagem cifrada.

(c) Verifique se existe alguma matriz de codifica¸c˜ao B do tipo 2 × 2 que determine a mensagem inicial encontrado em (b), usando a mesma mensagem cifrada de (b).

1.3 Sistemas lineares e elimina¸c˜ao de Gauss

1.21 Quais das seguintes equa¸c˜oes s˜ao equa¸c˜oes lineares em x, y e z?

(a) x + π2y +√2z = 0, (b) x + y + z = 1, (c) x−1+ y + z = 0, (d) xy + z = 0.

1.22 Decida quais dos seguintes pontos (0, 0, 0, 0), (1, −1, 0, 0), (1, −1, 0, π), (0, −1, 1, 3), (0, −1, 0, 3) perten-cem ao conjunto solu¸c˜ao do sistema linear seguinte, nas inc´ognitas (x, y, z, w):

(

x + y + 2z = 0 −x − 2y − z = 1.

1.23 Determine a intersec¸c˜ao entre as rectas y + x = 1 e y − 2x = 12.

1.24 A convers˜ao entre graus Celsius, C, e graus Fahrenheit, F , ´e governada pela equa¸c˜ao linear:

F = 95C + 32. Determine a ´unico valor da temperatura cuja convers˜ao n˜ao altera o seu valor (isto ´e quando F = C).

1.25 Determine valores para x, y, z e w de modo a que nas reac¸c˜oes qu´ımicas seguintes os elementos qu´ımicos envolventes ocorram em iguais quantidades em cada lado da respectiva equa¸c˜ao (isto ´e, equilibre as equa¸c˜oes qu´ımicas):

(a) xC3H8+ yO2 → zCO2+ wH2O (b) xCH4+ yO2 → zCO2+ wH2O

1.26 Resolva cada um dos sistemas de equa¸c˜oes lineares, utilizando o m´etodo de Elimina¸c˜ao de Gauss (aplicado `a matriz aumentada):

(a)      x + y + 2z = 8 −x − 2y + 3z = 1 3x − 7y + 4z = 10, (b)      3x + 2y = 1 6x + 4y = 0 9x + 6y = 1, (c) ( x + y + z + w = 1 2x + 2y + 2z + 3w = 1, (d)      2x + 8y + 6z = 20 4x + 2y − 2z = −2 3x − y + z = 11, (e)      2x + 8y + 6z = 20 4x + 2y − 2z = −2 −6x + 4y + 10z = 24, (f )      y + z = 2 3y + 3z = 6 y + x + y = 0.

1.27 Interprete geometricamente cada conjunto solu¸c˜ao obtido no Problema 1.26.

1.28 Usando opera¸c˜oes elementares, transforme a matriz A =    1 2 0 3 5 −1 −2 2 5 7 2 4 4 6 10   numa matriz U em escada por linhas. Indique car(A) e identifique matrizes elementares E1, E2, E3 tais que E3E2E1A = U .

1.29 Para cada parˆametro real α, considere o sistema de equa¸c˜oes lineares cuja matriz aumentada ´e dado

por    1 4 2 10 2 7 2 20 1 5 α 10   .

(a) Discuta em termos de α a existˆencia ou n˜ao de solu¸c˜ao do sistema de equa¸c˜oes lineares anterior. (b) Para α = 4, determine o conjunto solu¸c˜ao do sistema de equa¸c˜oes lineares correspondente.

(5)

1 Sistemas de equa¸c˜oes lineares e ´algebra matricial (2 aulas) 4

1.30 Discuta, em fun¸c˜ao do parˆametros α e β, a solu¸c˜ao de cada sistema linear cuja matriz aumentada ´e:

(a)    α 1 1 1 1 α 1 1 1 1 α 1    (b)    α 0 β 2 α α 4 4 0 α 2 β   

1.31 Considere o sistema Ax = b cuja matriz matriz aumentada ´e    1 2 −α 1 2 −1 −1 β 9 −2 1 −1   .

(a) Calcule as caracter´ısticas de A e da matriz aumentada [A|b] em fun¸c˜ao dos parˆametros α e β. (b) Discuta o tipo de solu¸c˜ao do sistema em fun¸c˜ao dos parˆametros α e β.

1.32 Indique a caracter´ıstica de cada uma das seguintes matrizes. Quais ´e que est˜ao em escada de linhas?

(a)    1 1 1 1 1 1 1 1 1    (b)    1 0 0 0 1 0 0 0 1    (c)    1 0 0 0 1 0 0 0 0    (d)    0 1 0 0 0 1 0 0 0    (e)    0 1 0 0 0 1 0 0 1    (f)    3 1 −1 0 0 0 0 0 1   (g)    3 1 −1 0 0 1 0 0 0    (h)    0 0 0 0 0 0    (i) " 0 0 0 0 0 0 # (j)    0 0 1    (k) h 0 0 1 i

1.33 Determine o conjunto solu¸c˜ao de cada sistema homog´eneo Au = 0 associado a cada matriz A do Problema 1.26, indicando o n´umero de vari´aveis livres.

1.34 Sendo A uma matriz quadrada e b uma matriz coluna n˜ao nula, decida o valor l´ogica de cada uma das seguintes afirma¸c˜oes:

(a) Seja x1 solu¸c˜ao do sistema Ax = b e y1 solu¸c˜ao do sistema homog´eneo associado Ay = 0, ent˜ao x1− y1 ´e solu¸c˜ao de Ax = b.

(b) Se x1 e x2 s˜ao duas solu¸c˜oes de Ax = b, ent˜ao x1− x2 ´e solu¸c˜ao de Ax = b. (c) Se x1 e x2 s˜ao duas solu¸c˜oes de Ax = b, ent˜ao x1− x2 ´e solu¸c˜ao de Ax = 0. (d) Se A ´e invert´ıvel, ent˜ao x = 0 ´e a ´unica solu¸c˜ao de Ax = 0.

1.35 Seja A uma matriz tal que (1, 2, 3) e (3, 2, 1) sejam solu¸c˜oes do sistema Ax = [1 1 1]T. Encontre outra solu¸c˜ao do mesmo sistema linear, distinta das anteriores.

1.36 Sejam Aα = "α −1 0 1 α 1 0 0 α # , x = "x 1 x2 x3 # , b = "1 1 1 #

onde α ∈ C ´e um parˆametro complexo. Considere a

seguinte lista de afirma¸c˜oes:

I) Existe um ´unico valor de α para o qual car(Aα) 6= 3.

II) O sistema homog´eneo Aαx = 0 ´e poss´ıvel para qualquer valor de α.

III) O sistema Aαx = b ´e poss´ıvel para qualquer valor de α.

IV) O sistema Aαx = b ´e determinado para infinitos valores de α.

A lista completa de afirma¸c˜oes correctas ´e

(6)

2 Determinantes (1 aula) 5

1.37 Para cada α ∈ R seja Aα=    1 −α α 2 1 −2 0 0 2 + α   .

a) Determine a caracter´ıstica de Aα em fun¸c˜ao do parˆametro α e diga quais s˜ao os valores de α para os quais Aα ´e invert´ıvel.

b) Determine a inversa de A0 (α = 0).

c) Determine a solu¸c˜ao de sistema A0 x = [1 − 1 1]T.

1.38 Determine um sistema linear de equa¸c˜oes cujo conjunto solu¸c˜ao seja dado por S: (a) S = {(1 + t, 1 − t) : t ∈ R}; (b) S = {(1, 0, 1)};

(c) S = {(t, 2t, 1) : t ∈ R}; (d) S = {(t, s, t + s) : t, s ∈ R}; (e) S = ∅.

2

Determinantes

(1 aula)

2.1 Opera¸c˜oes elementares e determinantes. F´ormula de Laplace. Cofactores

2.1 Seja A =    a b c d e f g h i  

 tal que det(A) = −5. Calcule

(a) det(3A) (b) det(A−1) (c) det(−2A−1) (d) det((−2A)−1) (e) det(A3) (f) det    a g d b h e c i f   .

2.2 Mostre que det    b + c a + c a + b a b c 1 1 1  

 = 0 para quaisquer a, b, c ∈ R. Ser´a que A ´e invert´ıvel para algum a, b, c ∈ R?

2.3 Para que valores de k a matriz A ´e invert´ıvel?

(a) A =    1 2 4 3 1 6 k 3 2    (b) A = " k − 2 −2 −2 k − 2 # .

2.4 Calcular os determinantes das matrizes

A =    1 π −1 0 2 0 3 4 5   , B =      1 −2 3 0 1 0 0 −1 0 −3 1 4 0 2 −1 0      , C =        0 5 1 0 2 0 3 2 1 −1 1 0 2 0 0 −1 0 3 2 1 −1 3 2 1 −1        , D =        5 4 3 2 1 2 4 4 2 1 3 4 4 2 1 7 4 5 3 1 5 2 5 1 1        . 2.5 Seja A =      0 0 −1 1 1 0 3 −3 −2 1 −2 2 0 −2 1 0     

. Prove que det(A6− A5) = 3.

2.6 Seja A ∈ Mn×n(R) tal que AAT = I. (a) Prove que det(A) = ±1.

(7)

2 Determinantes (1 aula) 6 2.7 Seja A =    1 −2 3 6 7 −1 −3 1 4   .

(a) Calcule det(A) e justifique que A ´e invert´ıvel. (b) Determina a entrada (1,3) da matriz inversa A−1.

2.8 Seja A =      4 3 2 1 2 3 1 1 2 2 2 1 1 2 3 1     

. Justifique que A ´e invert´ıvel e calcule a entrada (4, 2) de A−1.

2.9 Seja Aα=      −1 α 0 −1 α −1 −α 0 0 0 1 1 −1 α 0 −α      , com α ∈ R.

(a) Calcule det(Aα) e determine os valores de α para os quais Aα´e invert´ıvel. (b) Para cada n ∈ N, calcule det(An0 + An+20 ), onde A0 ´e a matriz Aα para α = 0.

(c) Considerando os valores de α para os quais Aα ´e invert´ıvel, calcule a entrada (3, 1) da matriz A−1α .

2.10 Seja A =    0 0 1 0 2 2 1 2 3  

. Calcule det −2A

−1ATdet(A−2)I.

2.11 Resolva os seguintes sistemas de equa¸c˜oes lineares usando a regra de Cramer.

(a) ( 7x − 2y = 3 3x + y = 5 (b)      x − 3y + z = 4 2x − y = −2 4x − 3z = −2 2.12 Seja A = "a b c a 1 2 b 2 4 #

. Sabendo que det(A) = 5, considere a seguinte lista de afirma¸c˜oes:

I) det "a 1 2 a b c 4b 8 16 # = −20. II) 2a 6= b. III) det(−3A) = −135.

A lista completa de afirma¸c˜oes correctas ´e

A) I B) II C) I e II e III D) I e II 2.13 Seja A =    3 2 1 −1 1 2 2 0 3 4 4 0 3 1 0 0  

. Considere a seguinte lista de afirma¸c˜oes:

I) A matriz A ´e n˜ao invert´ıvel.

II) A entrada (1,4) da matriz inversa de A ´e igual a 0.

III) A matriz 13A2 ´e invert´ıvel.

A lista completa de afirma¸c˜oes correctas ´e

(8)

3 Espa¸cos lineares (3 aulas) 7

2.14 Seja A, B matrizes n × n invert´ıveis. (a) Prove que adj(adj(A))=|A|n−2A. (b) Prove que adj(AB) =adj(B)adj(A).

3

Espa¸

cos lineares

(3 aulas)

3.1 Subespa¸cos lineares

3.1 Diga, justificando, quais dos seguintes conjuntos s˜ao espa¸cos lineares (considere as opera¸c˜oes usuais de adi¸c˜ao de vectores e multiplica¸c˜ao por escalares):

(a) {(0, 0)}, (b) {(x, y) ∈ R2: x − 2y = 0}, (c) {(x, y) ∈ R2 : x + y = π}, (d) {(x, y) ∈ R2: ax + by = k}. (e) {(x, y) : x ∈ N0, y ∈ R}, (f) {(x, y) ∈ R2 : x2+ y2≤ π}, (g) {(x, y) ∈ R2 : y ≥ 0}, (h) {(x, y) ∈ R2: xy ≥ 0}.

3.2 Considere o espa¸co linear V = R3 com as opera¸c˜oes usuais. Diga, justificando, quais dos seguintes subconjuntos de R3 s˜ao subespa¸cos lineares de V :

(a) {(x, y, z) ∈ R3: z = 1}, (b) {(x, y, z) ∈ R3 : xy = 0},

(c) {(x, y, z) ∈ R3: x + y + 2z = 0, x − y = 0}, (d) {(x, y, z) ∈ R3 : x + y + z = 0, −x + y + 3z = 0}.

3.3 Considere o conjunto F = {(x, y, z, w) ∈ R4: x + y + z + w = 0, x − z + w = 0, x − w = 0}.

(a) Quais os vectores u1, u2 e u3 pertencem a F , onde u1 = (0, 0, 0, 0), u2 = (1, −4, 2, 1) e u3 = (1, 4, 2, 1), (b) Prove que F ´e um subespa¸co de R4.

3.4 (a) Seja A uma matriz real n × m. Prove que V = {(x1, · · · , xm) ∈ Rm : A    x1 x2 . . . xm   =    0 0 . . . 0   } ´e um subespa¸co linear de Rm.

(b) Use (a) para resolver o Problema 3.3 (b). 3.5 Sejam A, B ∈ M2×2(R).

(a) Prove que N (B) ⊆ N (AB).

(b) Se A fˆor invert´ıvel, ent˜ao prove que N (B) = N (AB).

3.6 Considere V o espa¸co linear das fun¸c˜oes reais de vari´avel real t. Diga, justificando, quais dos seguintes subconjuntos de V s˜ao subespa¸cos lineares de V :

(a) {f ∈ V : f (t) = f (−t)}, (b) {f ∈ V : f cont´ınua},

(c) {f :∈ V : f diferenci´avel e f0(t) = f (t)} onde f0 designa a derivada de f , (d) {f ∈ V : f ´e 3 vezes diferenci´avel e f000(t) − f00(t) + πf0(t) = 0, ∀t} (e) {p ∈ V : p polin´omino},

(f) Pn:= {p(t) =Pni=0αiti: grau(p) ≤ n} onde n ´e fixo, (g) {p ∈ Pn: grau(p) = n},

(9)

3 Espa¸cos lineares (3 aulas) 8

3.7 Considere o espa¸co linear V = Mn×n(R) das matrizes n × n. Diga, justificando, quais dos seguintes subconjuntos de V s˜ao subespa¸cos lineares de V :

(a) {matrizes triagulares superiores}, (b) {X ∈ V : X ´e invert´ıvel},

(c) {X ∈ V : T r(X) = 0},

(d) {X ∈ V : XT = X} onde XT designa a transposta da matriz X, (e) {X ∈ M2×2(R) : AX = XA}, onde A =

"

0 1

−1 0 #

.

3.2 Vectores geradores. Independˆencia linear

3.8 Considere em R2 o conjunto de vectores S = {(1, 1), (−1, −1)}. (a) Mostre que o vector (3, 3) ´e combina¸c˜ao linear de vectores de S. (b) Mostre que o vector (0, 1) n˜ao ´e combina¸c˜ao linear de vectores de S.

3.9 No espa¸co linear R3 considere os vectores v1 = (1, 2, 1), v2 = (1, 0, 2) e v3 = (1, 1, 0). Mostre que os seguintes vectores s˜ao combina¸c˜oes lineares de v1, v2 e v3:

(a) v = (3, 3, 3) (b) v = (2, 1, 5) (c) v = (−1, 2, 0).

3.10 Determine o valor de k para o qual o vector v = (1, −2, k) ∈ R3 ´e combina¸c˜ao linear dos vectores v1= (3, 0, −2) e v2 = (2, −1, −5).

3.11 Decida quais dos seguintes conjuntos geram R3: (a) {(1, 1, 1), (1, 0, 1)}.

(b) {(1, 1, 1), (1, 0, 1), (0, 0, 1)}.

(c) {(1, 1, 1), (1, 0, 1), (0, 0, 1), (2, 1, 3)}.

3.12 Considere, no espa¸co linear P2 dos polin´omios de grau menor ou igual a 2, os vectores p1(t) = 2 + t + 2t2, p2(t) = −2t + t2, p3(t) = 2 − 5t + 5t2 e p4(t) = −2 − 3t − t2. O vector p(t) = 2 + t + t2 pertence `

a expans˜ao linear L({p1, p2, p3, p4})? Verifique se p1, p2, p3 e p4 geram P2?

3.13 Considere A1= " 1 1 1 1 # , A2= " 0 −1 1 1 # , A3= " 0 0 1 1 # e A4= " 0 0 0 1 # no espa¸co linear V =M2×2(R).

Prove que S={A1, A2, A3, A4} gera V . Escreva "

1 0 3 4

#

como combina¸c˜ao linear de matrizes de S.

3.14 Quais dos seguintes conjuntos de vectores s˜ao linearmente independentes: Em R2: (a) {(0, 0)}, (b) {(1, 1)}, (c) {(1, 1), (2, 2)}, (d) {(1, 1), (1, 2)}, Em R3: (e) {(2, −1, 4), (3, 6, 2), (2, 10, −4)}, (f) {(6, 0, −1), (1, 1, 4)}, Em R4: (g) {(4, 4, 0, 0), (0, 0, 6, 6), (−5, 0, 5, 5)}.

3.15 Determine o ´unico valor de a que torna os seguintes vectores linearmente dependentes: v1= (1, 0, 0, 2), v2 = (1, 0, 1, 0), v3 = (2, 0, 1, a).

3.16 Quais dos seguintes conjuntos de vectores s˜ao linearente independentes:

Em P3: (a) {2 − t, 1 + t}, (b) {1 + t, 1 + t2, 1 + t + t2}, (c) {1 + t + t3, 1 − t − t2+ t3, t2}, (d) {1, t, t2, t3}, No espa¸co das fun¸c˜oes reais de vari´avel real: (e) {cos2(t), sin2(t), 2}, (f) {t, cos(t)},

Em M2×2(R): (g) {A1 = " 1 1 1 1 # , A2 = " 0 −1 1 1 # , A3 = " 0 0 1 1 # , A4= " 0 0 0 1 # }.

(10)

3 Espa¸cos lineares (3 aulas) 9

3.3 Bases e dimens˜ao de espa¸cos lineares

3.17 Indique uma base e a respectiva dimens˜ao para cada espa¸co linear: (a) {(x, y) ∈ R2 : x + y = 0} (b) {(x, y, z) ∈ R3 : x + y = 0}

(c) {(x, y, z) ∈ R3: x + y + z = 0, x − y = 0} (d) {(x, y, z, w) ∈ R4: x + y + z = 0, x − y = 0, y + w = 0}.

3.18 Determine uma base e a dimens˜ao para o subespa¸co linear V de R3 gerado por u1 = (1, 2, 1), u2 = (2, 4, 3), u3= (3, 6, 4), u4 = (−1, −2, −1), i.e. V = L({u1, u2, u3, u4}). Verifique se V = {(x, y, z) ∈ R3 : 2x − y = 0}. 3.19 Seja A =      1 5 9 2 6 10 3 7 11 4 8 12     

. Determine a dimens˜ao dos seguintes espa¸cos lineares, indicando uma base

em cada caso:

(a) N´ucleo de A (b) Espa¸co linhas de A (c) Espa¸co colunas de A.

3.20 Encontre a caracter´ıstica, bases para o n´ucleo, espa¸co das linhas e das colunas de cada matriz:

" 1 5 9 2 6 10 # , " 1 −4 3 −12 # , " 0 0 0 0 0 0 # ,    1 5 2 6 3 7         1 2 −1 2 4 3 0 0 −2 4 8 12      .

Para cada matriz A verifique que: dim N (A)+ car(A)= n´umero de colunas de A.

3.21 Seja A =    1 0 1 0 1 1 1 −1 0   . (a) Determine uma base para N (A).

(b) Determine uma base de R3 que inclua duas colunas de A. (c) Determine uma base para L (A) ∩ C (A).

3.22 Encontre bases e respectivas dimens˜oes para os seguintes espa¸cos lineares: (a) V = {p ∈ P3: p(1) = 0}; (b) V = {p ∈ P2: p(0) = p(1) = 0}; (c) V = { " a b c d # ∈ M2×2(R) : a + 2b = 0}; (d) {A ∈ M2×2(R) : A = AT}; (e) {A ∈ M2×2(R) : A " 0 −1 1 1 # = " 0 −1 1 1 # A}. 3.23 Sejam V1 = L({(1, 1, 1), (1, 2, 2)}) e V2 = {(x, y, z) ∈ R3: 3x − y − z = 0}.

(a) Determine uma equa¸c˜ao ax + by + cz = 0 tal que V1 = {(x, y, z) ∈ R3 : ax + by + cz = 0}. (b) Determine dois vectores v1, v2 tais que V2 = L({v1, v2}).

3.24 Sejam V1 = L({(1, 1, 1), (1, 2, 2)}) e V2 = L({(0, 1, −1), (1, 1, 2)}). (a) Calcule dim(V1∩ V2) e dim(V1+ V2).

(11)

3 Espa¸cos lineares (3 aulas) 10

3.25 Determine as dimens˜oes de E ∩ F e E + F :

(a) E = L({(1, 1, −1, −1), (1, 1, 1, 1), (1, 1, 2, 2)}) e F = L({(1, 0, 0, 1), (0, 1, 1, 1), (1, 1, 0, 1)}); (b) E = {(x, y, z, w) ∈ R4: x + y + z = 0} e F = ({(x, y, z, w) ∈ R4 : x + w = 0, y + w = 0}; (c) E = L({1 + t + t2, 1 + t2}) e F = L({3 + 2t + 3t2}) em P

2.

3.26 Determine uma base para V1∩ V2, onde

V1 = {p(t) ∈ P2: p(−1) = 2p(0) − p(1)} e V2= L({−1 + t, 1 − t2}).

3.27 Determine uma base para R4 que inclua os vectores (1, −1, −1, 1) e (−1, 0, 0, 1).

3.28 Considere o seguinte subespa¸co de R4: U = {(x, y, z, w) ∈ R4 : x + y + z + w = 0}. (a) Determine uma base para U .

(b) Determine uma base para U que inclua os vectores (1, −1, −1, 1) e (−1, 0, 0, 1).

3.29 Seja V = {(x, y, z) ∈ R3: x − z = 0}. Considere a seguinte lista de afirma¸c˜oes:

I) O conjunto {(1, 0, 1), (0, 2, 0)} ´e uma base de V .

II) dim(V ) = 2 e {(1, 0, −1), (0, 1, 0)} forma uma base de V .

III) V = N (A) onde A = "

1 0 1

0 1 0

# .

IV) V = N (A) onde A = "

1 0 −1

3 0 −3

# .

A lista completa de afirma¸c˜oes correctas ´e

A) I e III B) II e III C) I e IV D) II e IV

3.4 Coordenadas de um vector numa base

3.30 (a) Seja Bc = {(1, 0), (0, 1)} e B = {(1, 1), (−1, 0)} duas bases de R2.

(a) Encontre as coordenadas vBc do vector v = (3, 4) na base Bc, assim como as coordenadas vB do mesmo vector na base B.

(b) Determine a matriz mudan¸ca de base SBc→B da base can´onica para a base B. (c) Use a matriz mudan¸ca de base apropriada e determine vB a partir de vBc. (d) Determine o vector w = (a, b) de tal forma que wB = (1, 1).

3.31 Considere V = L({v1, v2, v3}) onde v1 = (1, 1, 1, 1), v2 = (0, 1, 1, −1) e v3 = (1, 2, 2, 0). (a) Encontre uma base para V e indique a respectiva dimens˜ao.

(b) Quais s˜ao as coordenadas do vector v = (2, 4, 4, 0) na base ordenada de (a)?

3.32 Encontre as coordenadas do vector v = (1, 2, −3) numa base do espa¸co linear E = {(x, y, z) ∈ R3 : x + y + z = 0} `a sua escolha.

3.33 Seja B = {v1, v2} a base do subespa¸co linear W de R3, onde v1 = (1, 1, 1) e v2 = (1, 0, 1). Considere a seguinte lista de afirma¸c˜oes:

I) (1, 2, 1) ∈ W .

(12)

4 Valores pr´oprios e vectores pr´oprios (1 aula) 11

III) As coordenadas vB do vector v = (2, 3, 2) na base B s˜ao vB= (2, 1).

IV) Se vB = (3, −1) s˜ao as coordenadas de v na base B, ent˜ao v = (2, 3, 2).

A lista completa de afirma¸c˜oes correctas ´e

A) I e IV B) II e III C) I, II e IV D) I, III e IV

3.34 Considere em R2 as bases ordenadas B1 e B2 em que B1= {(1, −1), (0, 1)}. Seja

SB1→B2 =

"

1 −1

0 1

#

a matriz de mudan¸ca da base B1 para a base B2. Determine as coordenadas do vector (1, 1) em B2.

3.35 (a) Prove que A1= " 1 1 1 1 # , A2= " 0 −1 1 1 # , A3= " 0 0 1 1 # e A4= " 0 0 0 1 #

constituem uma base para o espa¸co linear V = M2×2(R).

(b) Determine a matriz mudan¸ca de base S da base can´onica de M2×2(R) para a base {A1, A2, A3, A4}. (c) Encontre as coordenadas de A =

" a b c d

#

na base can´onica de M2×2(R) e na base {A1, A2, A3, A4}.

3.36 Sejam A, B ∈ Mn×m(R).Prove que L(A+B) ⊆ L(A)+L(B). Ser´a que em geral L(A+B)=L(A)+L(B)?

3.37 Seja A matriz real 3 × 3 qualquer, n˜ao nula, tal que A2 = 0. Prove que car(A) = 1.

4

Valores pr´

oprios e vectores pr´

oprios

(1 aula)

4.1 Seja A = "

1 2 2 1

#

. Considere ainda os vectores v1 = (0, 0), v2 = (2, 1), v3 = (−1, 1), v4 = (2, 3) e v5= (2, 2). Identifique os que s˜ao vectores pr´oprios de A, indicando os valores pr´oprios associados.

4.2 Determine os valores pr´oprios de uma matriz 2 × 2 cujo tra¸co seja igual a 5 e cujo determinante seja igual a 6.

4.3 Determine os valores de a e b tais que (1, 1) ´e um vector pr´oprio de A = " 1 1 a b # e que λ = 0 ´e um valor pr´oprio de A.

4.4 Para cada uma das seguintes matrizes, encontre os valores pr´oprios e bases para os espa¸cos pr´oprios correspondentes: (a) " 3 0 8 −1 # , (b) " 10 −9 4 −2 # (c) " 0 3 4 0 # (d) " 3 0 0 4 # (e) " 0 0 0 0 # (f)    4 0 1 −2 1 0 −2 0 1    (g)    2 0 1 0 2 0 1 0 2    (h)    5 0 1 1 1 0 −7 1 0    (i)      0 0 2 0 1 0 1 0 0 1 −2 0 0 0 0 1      .

(13)

4 Valores pr´oprios e vectores pr´oprios (1 aula) 12

4.1 Matrizes diagonaliz´aveis

4.5 Justifique que    2 2 −2 5 1 −3 1 5 −3  

n˜ao ´e diagonaliz´avel, sabendo que −λ

3 ´e o seu polin´omio caracter´ıstico.

4.6 Seja A = " 1 2 0 3 # .

(a) Determine o polin´omio caracter´ıstico de A.

(b) Determine os espa¸co pr´oprios e indique as respectivas dimens˜oes.

(c) Prove que A ´e diagonaliz´avel, indicando uma matriz P e uma matriz diagonal D tais que D = P AP−1. (d) Calcule A9. 4.7 Considere as matrizes A =    0 0 0 0 0 1 10 −4 4    B =    1 1 1 1 1 1 1 1 1   .

(a) Determine os valores e vectores pr´oprios de A e de B. (b) Diga, justificando, se A ou B´e diagonaliz´avel.

(c) Indique um base de R3 formada por vectores pr’oprioes de B.

Encontre uma matriz diagonal D e uma matriz invert´ıvel P tais que D = P BP−1.

4.8 Considere, para cada parˆametro real α, a matriz Aα e o vector vα definidos por:

Aα =      α 0 0 α 1 0 0 1 2 0 0 2 3 0 0 3      , vα=      α 1 2 3      .

(a) Determine o escalar λ ∈ R, em fun¸c˜ao do parˆametro, tal que Aαvα= λvα.

(b) Discuta as dimens˜oes do N (Aα) e do espa¸co C(Aα) gerado pelas colunas de Aα, em fun¸c˜ao de α. (c) Determine, em fun¸c˜ao de α, bases para N (Aα) e C(Aα).

(d) Determine, em fun¸c˜ao de α, os valores pr´oprios de Aα. (e) Identifique os valores de α para os quais Aα´e diagonaliz´avel.

4.9 Determine a matriz A tal que u1 = (1, −1, 0), u2 = (1, 1, 1) e u3= (2, −1, −1) s˜ao vectores pr´oprios de A, cujos valores pr´oprios associados s˜ao 0, 3 e 0, respectivamente.

4.10 (a) Seja A uma matriz n × n invert´ıvel, λ um valor pr´oprio de A e v um vector pr´oprio associado ao valor pr´oprio λ. Prove que ent˜ao λ−1 ´e valor pr´oprio da matriz inversa A−1. Indique um vector pr´oprio associado a este valor pr´oprio.

(b) Se v ´e um vector pr´oprio comum `as matrizes A e B, ent˜ao prove que v ´e um vector pr´oprio de AB.

4.11 Uma matriz R ∈ Mn×n(R) diz-se de rota¸c˜ao se R for ortogonal (R−1 = RT) e det(R) = 1. Prove que para n ´ımpar, existe um vector n˜ao nulo u tal que Ru = u.

(b) Para n = 2, prove que existe um real θ tal que R = "

cos(θ) −sen(θ) sen(θ) cos(θ)

# .

(14)

5 Transforma¸c˜oes lineares (212 aulas) 13

5

Transforma¸

oes lineares

(2

12

aulas)

5.1 Considere as fun¸c˜oes P : R3 → R2 e T : R3 → R3 definidas como se segue:

P ((x, y, z)) = (x + y, x + y + 2z), T ((x, y, z)) = (x + y, x + y + 2z, 2x + 2y + 4z),

e os vectores u = (1, 2, 3) e v = (−1, 0, 1).

(a) Calcule P (u), P (v), P (u + v), P (u) + P (v), P (3u) e 3P (u). (b) Calcule T (u), T (v), T (u + v), T (u) + T (v), T (3u) e 3T (u).

5.2 Considere a transforma¸c˜ao linear T : P2 → P2 tal que T (p)(t) = p0(t) + p(t) e considere os polin´omios p1(t) = 1, p2(t) = t, p3(t) = t2 e p4 = 1 + 2t + 3t2.

Calcule T (p1), T (p2), T (p3), T (p4) e T (p1+ 2p2+ 3p3).

5.3 Determine quais das seguintes transforma¸c˜oes s˜ao lineares: Em Rn: (a) T : R2 → R2, T (x, y) = (x, y) (b) T : R2 → R2, T (x, y) = (x + 1, y) (c) T : R2 → R2, T (x, y) = (2x, y2) (d) T : R3 → R3, T (x, y, z) = (x + 2y + z, y − 3z, 0) (e) T : R2 → R3, T (x, y) = (x, 2x + 3y, x + y) (f) T : R2 → R3, T (x, y) = (x, 2x + 3y, 1)

Em Pn na var´avel t e onde p0 designa a derivada de p: (g) T : P2→ P2, T (p(t)) = tp0(t) + p(t) (h) T : P2→ P3, T (p(t)) = t2p0(t) + p(t + 1) (i) T : P2 → P2, T (p(t)) = p(t + 1) + p(t − 1) (j) T : P2→ P3, T (p(t)) = p(−1) + p(0) + p(1) (l) T : P3 → P2, T (p(t)) = p(0)p0(t) Em Mn×n(R): (m) T : M2×2(R) → M2×2(R), T  " a b c d #  = " b + 2c 0 3c + a d − a # (n) T : Mn×n(R) → Mn×n(R), T (X) = X + XT

(o) T : Mn×n(R) → Mn×n(R), T (X) = SX onde S ´e uma matriz fixa

(p) T : P2→ M2×2(R), T (p) = " p(−1) p(0) p(0) p(1) # .

5.4 Considere a transforma¸c˜ao linear T : R2 → R2 tal que T (1, 1) = (3, 3) e T (1, −1) = (1, −1). Calcule T (1, 0) e T (0, 1) e determine a express˜ao geral T (x, y).

5.1 Representa¸c˜ao matricial de transforma¸c˜oes lineares

5.5 Considere a transforma¸c˜ao linear T : R2 → R2 tal que T (x, y) = (2x − y, −x + 3y). Em cada al´ınea, determine a representa¸c˜ao matricial M (T ; B, B) na base ordenada B = {v1, v2}:

(a) v1 = (1, 0), v2= (0, 1) (b) v1= (2, 0), v2= (0, 2) (c) v1 = (0, 1), v2 = (1, 0) (d) v1= (1, 1), v2= (1, −1).

(15)

5 Transforma¸c˜oes lineares (212 aulas) 14

5.6 Considere a transforma¸c˜ao linear T : R3→ R3 tal que T (x, y, z) = (x + y, x + z, z + y). Em cada al´ınea, determine a representa¸c˜ao matricial M (T ; B, B) na base ordenada B = {v1, v2, v3}:

(a) v1 = (1, 0, 0), v2= (0, 1, 0), v3= (0, 0, 1) (b) v1= (0, 3, 0), v2= (0, 0, 3), v3= (3, 0, 0) (c) v1 = (1, 0, 0), v2 = (1, 1, 0), v3 = (1, 1, 1)

5.7 Considere a transforma¸c˜ao linear T : R3 → R2 tal que T (x, y, z) = (2x + y, z + 3y). Em cada al´ınea, determine a representa¸c˜ao matricial M (T ; B1, B2) nas bases ordenadas B1= {v1, v2, v3} no espa¸co de par-tida e B2 = {w1, w2} no espa¸co de chegada:

(a) v1 = (1, 0, 0), v2= (0, 1, 0), v3= (0, 0, 1), w1 = (1, 0), w2= (0, 1). (b) v1= (1, 0, 0), v2= (1, 1, 0), v3= (1, 1, 1), w1 = (1, 0), w2= (0, 1). (c) v1 = (1, 0, 0), v2 = (1, 1, 0), v3 = (1, 1, 1), w1= (1, 1), w2 = (0, 1)

5.8 Seja T : R2 → R2a transforma¸ao linear que na base can´onica ´e representada pela matriz A = "

1 2 2 1

# . Calcule mediante uma matriz mudan¸ca de base apropriada:

(a) A representa¸c˜ao matricial de T na base v1= (3, 0), v2 = (0, 3). (b) A representa¸c˜ao matricial de T na base v1 = (1, 1), v2 = (1, 2).

5.9 Seja T : R2 → R2 a transforma¸ao linear que na base B = {(1, 1), (1, 2)} ´e representada pela matriz A = " 3 2 1 2 # . Calcule T (x, y).

5.2 Transforma¸c˜oes lineares injectivas/sobrejectivas. Equa¸c˜oes lineares

5.10 Seja T : R3 → R3 a transforma¸ao linear definida como se segue: T ((x, y, z)) = (x, y + 2z, y + 2z)

(a) Calcule T ((1, 1, 1)) e T ((1, −3, 3)) e verifique se T ´e injectiva.

(b) Verifique que n˜ao existe um vector u tal que T (u) = (0, 0, 1). Conclua que T n˜ao ´e sobrejectiva.

5.11 Seja T : R3 → R2 a transforma¸c˜ao linear definida por

T (x, y, z) = (x + y, x + y − z).

(a) Calcule a matriz que representa T nas bases can´onicas.

(b) Calcule uma base para o n´ucleo de T . A transforma¸c˜ao ´e injectiva? (c) Calcule uma base para a imagem de T . Ser´a T sobrejectiva?

(d) Resolva a equa¸c˜ao linear T (x, y, z) = (1, 1).

(e) Existe algum (a, b) ∈ R2 tal que a equa¸c˜ao T (x, y, z) = (a, b) seja imposs´ıvel? (f) Existe algum (a, b) ∈ R2 tal que a equa¸c˜ao T (x, y, z) = (a, b) seja indeterminada?

5.12 Seja T : R3 → R4 a transforma¸ao linear definida por T (x, y, z) = (x + 2y, x − y, x, x − z). (a) Represente T matricialmente nas bases can´onicas.

(b) Ser´a T sobrejectiva ou injectiva?

(16)

5 Transforma¸c˜oes lineares (212 aulas) 15

5.13 Seja T : R3 → R3 a transforma¸ao linear definida por

T (x, y, z) = (x + y + z, 2x + 2y + 2z, −x − y − z).

(a) Encontre a representa¸c˜ao matricial de T numa base de R3 `a sua escolha. (b) Justifique que T n˜ao ´e injectiva, nem sobrejectiva.

(c) Resolva, em R3, a equa¸c˜ao linear T (x, y, z) = (3, 3, 3).

5.14 Considere a transforma¸c˜ao linear T : R3 → R4 tal que a sua representa¸ao matricial nas bases ordenadas B1 = {(1, 2, 0), (3, 2, 1), (2, 1, 0)} e B2 = {(1, 1, 1, 1), (0, 1, 1, 1), (0, 0, 2, 3), (0, 0, 0, 4)} de R4 e R3, respectivamente ´e M (T ; B1; B2) =      1 5 9 2 6 10 3 11 19 4 16 28      .

(a) Verifique se T ´e injectiva ou sobrejectiva. (b) Determine uma base para o n´ucleo de T .

(c) Determine uma base pata o contradom´ınio de T .

(d) Verifique que T (3, 2, 1) = (5, 11, 33, 108) e resolva, em R3, a equa¸c˜ao linear T (x, y, z) = (5, 11, 33, 108).

5.15 Seja T : P2 → P2 a transforma¸c˜ao linear definida por

T (p(t)) = t2p00(t) − 2p(t).

(a) Calcule a matriz que representa T na base can´onica de P2.

(b) Calcule uma base para o n´ucleo de T e uma base para o contradom´ınio de T . Conclua que T n˜ao ´e injectiva nem sobrejectiva.

5.16 Considere a transforma¸c˜ao linear T : P2 → P2 tal que T (p) = p0. Resolva a equa¸c˜ao linear T (p) = q, onde q(t) = 1 + t.

5.17 Seja T : P2 → P2 a transforma¸c˜ao linear definida por

T (p(t)) = t2p00(t) − 2p(t).

(a) Calcule a matriz que representa T na base can´onica {p1, p2, p3}. (b) Resolva, em P2, a equa¸c˜ao linear t2p00(t) − 2p(t) = 1.

5.18 Seja B1 = (" 1 0 0 −1 # , " 0 1 1 0 # , " 0 0 1 0 #)

uma base ordenada de U ={A ∈ M2×2(R) : tr(A) = 0} e B2 = {1 − t, 1 + t} uma base ordenada de P1. Seja T : U → P1 a transforma¸c˜ao linear tal que

M (T ; B1; B2) = B, onde B = " 1 2 2 0 1 −1 # . (a) Calcule T " 1 1 1 −1 #! .

(b) Verifique se T ´e sobrejectiva e determine uma base para N (T ). (c) Resolva, em U , a equa¸c˜ao linear T (A) = −4 + 2t.

(d) Seja R : P1 → U transforma¸c˜ao linear tal que M (R; B2; B1) = BT. Calcule (T ◦ R)−1(p(t)), para todo o p(t) ∈ P1.

(17)

5 Transforma¸c˜oes lineares (212 aulas) 16

5.3 Valores e vectores pr´oprios de transforma¸c˜oes lineares

5.19 Considere a transforma¸c˜ao linear T : R2 → R2 definida por T (x, y) = (2x + y, 2y).

(a) Determine a representa¸c˜ao matricial de T da base can´onica de R2. (b) Determine os valores pr´oprios e os subespa¸cos pr´oprios de T .

(c) Mostre que n˜ao existe nenhuma base de R2 constituida por vectores pr´oprios de T .

5.20 Considere a transforma¸c˜ao linear T : R3 → R3 que em rela¸c˜ao `a base ordenada B = {(0, 1, 0), (1, 0, −1), (1, 0, 1)} ´e representada pela matriz:

A =    7 4 2 1 7 −1 −1 2 10   .

(a) Verifique que p(λ) = −(λ − 6)(λ − 9)2 ´e o polin´omio caracter´ıstico de T . (b) Determine os valores pr´oprios e bases dos subespa¸cos pr´oprios de T .

(c) Determine uma base de R3 constitu´ıda por vectores pr´oprios de T . Qual ´e a matriz que representa T nesta base?

(d) Diagonalize a matriz A, isto ´e, determine uma matriz inver´ıvel P e uma matriz diagonal D tais que D = P AP−1.

5.21 Considere a transforma¸c˜ao linear T : P1→ P1 tal que

A = M (T ; B1; B2) = " 1 2 1 2 # , onde B1 = {1 − t, 1 + t} B2 = {2, 1 + t}.

(a) Determine os valores pr´oprios e bases dos subespa¸cos pr´oprios de T . (b) Ser´a que existe uma base de P1 formada por vectores pr´oprios de T ?

5.22 Considere a transforma¸c˜ao linear T : M2×2(R) → M2×2(R) definida por T (A) = A + AT. (a) Determina a representa¸c˜ao matricial de T numa base de M2×2(R) `a sua escolha.

(b) Determine os valores pr´oprios e os vectores pr´oprios de T .

(c) Verifique se T ´e diagonaliz´avel. Em caso afirmativo, indique uma base ordenada de M2×2(R) em rela¸c˜ao `

a qual a representa¸c˜ao matricial de T ´e uma matriz diagonal.

5.23 Considere1 a transforma¸c˜ao linear T : P2 → P2 que na base ordenada {1, 1 + t, t − t2} ´e representada pela matriz A =    0 0 0 0 0 1 10 −4 4   .

(a) Determine os valores e vectores pr´oprios de T .

(b) Diga, justificando, se existe alguma base de P2cuja representa¸c˜ao matricial de T ´e uma matriz diagonal.

5.24 Seja T : P2 → P2 a aplica¸c˜ao definida como se segue T (p(t)) = p(t + 1).

I) T n˜ao ´e uma transforma¸c˜ao linear.

(18)

6 Produtos internos (212 aulas) 17

II) p(t) = 1 + t + t2 ´e uma solu¸c˜ao da equa¸c˜ao linear T (p(t)) = 3 + 3t + t2. III) A transforma¸c˜ao linear T ´e bijectiva.

IV) O polin´omio p(t) = 5 ´e um vector pr´oprio de T . A lista completa de afirma¸c˜oes correctas ´e

A) I B) II C) III D) II e III e IV

5.25 Considere a transforma¸c˜ao linear T1 : P2 → P1 cuja representa¸c˜ao matricial em rela¸c˜ao `as bases ordenadas B1=1 + t, 1 − t, t2 de P2 e B2 = {1 + t, 1 + 2t} de P1, ´e dada pela matriz:

M (T1; B1; B2) = " 1 2 0 0 −1 1 # .

Considere ainda a transforma¸c˜ao linear T2 : P1→ P2 tal que

T2(1) = 1 − t T2(t) = 2 + 8t − 2t2.

a) Determine a matriz M (T2; B; B1) que representa T2 em rela¸c˜ao `as bases ordenadas B = {1, t} de P1 e B1 =1 + t, 1 − t, t2 de P2.

b) Determine uma base para N (T1) (n´ucleo de T1) e diga, justificando, se T1 ´e sobrejectiva.

c) Determine T1(t) e encontre, em P2, a solu¸c˜ao geral da equa¸c˜ao T1(p (t)) = t.

d) Verifique se 1 ´e o ´unico valor pr´oprio de T1◦ T2.

5.26 Seja V um espa¸co linear de dimens˜ao finita e T : V → V um indempotente (transforma¸c˜ao linear tal que T ◦ T = T ).

(a) Mostre que I − T tamb´em ´e um idempotente e que 2T − I ´e invert´ıvel com (2T − I)−1 = 2T − I. (b) Mostre que N (T ) = C(I − T ).

(c) Mostre que V = N (T ) ⊕ C(T ) (i.e. V = N (T ) + C(T ) e N (T ) ∩ C(T ) = {0}).

6

Produtos internos

(2

12

aulas)

6.1 Identifique as aplica¸c˜oes h, i : Rn× Rn→ R que definem um produto interno, Em R2: (a) h(x1, x2), (y1, y2)i = x1y1+ x2y2. (b) h(x1, x2), (y1, y2)i = x1y1+ x1y2+ x2y2. (c) h(x1, x2), (y1, y2)i = −2x1y1+ 3x2y2. (d) h(x1, x2), (y1, y2)i = x1x2y1+ x2y2. (e) h(x1, x2), (y1, y2)i = x2y1y2+ x1y2. Em R3: (f) h(x1, x2, x3), (y1, y2, y3)i = x1y1+ x2y2+ x3y3. (g) h(x1, x2, x3), (y1, y2, y3)i = x1y1+ 2x1y2+ x2y2+ 3x1y3+ x2y3+ x3y3. (h) h(x1, x2, x3), (y1, y2, y3)i = x3x1y2+ x1y2.

6.2 Determine um produto interno de R2 tal que h(1, 0), (0, 1)i = 2. Ser´a ´unico?

6.3 Usando o produto interno usual e os vectores u = (1, 1, 2, 2) e v = (−2, −2, −1, −1), calcule: (a) ||u||, (b) ||v||, (c) ||u|| − ||v||, (d) ||u − v||, (e) ||||u||u ||, (f) projvu, (g) projuv, (h) ](u, v).

(19)

6 Produtos internos (212 aulas) 18

6.1 Ortogonaliza¸c˜ao de Gram-Schmidt

6.4 Usando o produto interno usual, verifique quais dos seguintes conjuntos constituem uma base ortogonal de R3.

(a) {(1, 0, 0), (0, 1, 0), (0, 0, 1)}, (b) {(1, 1, 1), (−2, 1, 1), (0, −1, −1)}, (c) {(1, 1, 1), (−2, 1, 1), (0, 1, −1)}, (d) {(1, 1, 1), (−2, 1, 1)} (e) {(0, 0, 0), (1, 1, 1), (−2, 1, 1)}.

6.5 Usando o produto interno usual, determine uma base ortogonal para cada espa¸co linear E que se segue. (a) E = R2 (b) E = {(x, y) : x + y = 0} (c) E = L({(1, −1, 1), (−2, 2, 2), (−1, 1, 3)})

(d) E = {(x, y, z) ∈ R3 : x + y = 0} (e) E = L({(1, 1, 1, 1, 1), (1, 0, 1, 0, 1), (0, 0, 0, 1, 1)}. (f) E = {(x, y, z, w) ∈ R4 : x + y + z + w = 0, z − 2w = 0}.

6.6 Considere o produto interno em R2 definido como se segue:

h(x1, x2), (y1, y2)i = h x1 x2 i " 2 1 1 1 # " y1 y2 # .

(a) Verifique se os vectores e1 = (1, 0) e e2 = (0, 1) s˜ao ortogonais para este produto interno. (b) Verifique se os vectores u1 = (1, 1) e u2 = (2, −3) s˜ao ortogonais para este produto interno.

(c) Use o processo de ortogonaliza¸c˜ao de Gram-Schmidt para encontrar uma base ortonormada de R2usando os vectores u1 e u2 de (b).

6.2 Complementos e projec¸c˜oes ortogonais; equa¸c˜oes cartesianas de planos e rectas

6.7 Considere R3 munido com o produto interno usual e F = L({u1}) onde u1= (1, 1, 1). (a) Determine uma base ortonormada para F .

(b) Determine uma base para o complemento ortogonal F⊥ de F .

(c) Determine uma base ortonormal para o complemento ortogonal de F , i.e. base ortonormal para F⊥.

6.8 Considere R4 munido com o produto interno usual e seja F = {(x, y, z, w) ∈ R4 : x + y + z + w = 0, z − 2w = 0}.

(a) Determine uma base para o complemento ortogonal de F .

(b) Determine uma base ortogonal para o complemento ortogonal de F .

6.9 Considere R4 munido com o produto interno usual e F = {(x, y, z, w) ∈ R4 : x − y = 0}. (a) Calcule uma base ortogonal para F⊥.

(b) Determine a projec¸c˜ao ortogonal de p = (1, 1, 1, 1) sobre F e sobre F⊥. (c) Calcule d(p, F ) e d(p, F⊥).

6.10 Considere em R4 o produto interno usual.

(a) Determine uma base para o complemento ortogonal E⊥ de E = L({(1, 0, 0, 0), (1, 0, 0, 1)}). E uma base ortogonal para E⊥.

(b) Determine uma base para o complemento ortogonal de N ( h

1 1 1 1

 ). (c) Calcule o ˆangulo entre v = (1, 1, 1, 1) e w = (1, 0, 0, 0).

6.11 Determine uma base para o complemento ortogonal de N (    0 0 0 0 1 0 0 1 2 0 0 2   ).

(20)

6 Produtos internos (212 aulas) 19

6.12 Considere a estrutura de espa¸co euclidiano em P2 induzida pelo produto interno

hp, qi = Z 1

−1

p(t)q(t) d(t).

(a) Determine uma base ortogonal de P3 usando o processo de Gram-Schmidt aplicado `a base can´onica. (b) Calcule uma base para U⊥, onde U = {p ∈ P2 : p(1) = 0}.

(c) Calcule d(p, U⊥), com p(t) = 2t.

6.13 No espa¸co linear E = M2×2(R) considere o produto interno

hA, Bi = tr(ABT), e o subespa¸co linear F = { " x y z w # ∈ M2×2(R) : x + w = 0, y − z = 0}.

(a) Encontre uma base para F . (b) Encontre uma base para F⊥. (c) Calcule d(A, F ) onde A =

" 0 1 1 0

# .

6.14 Considere o espa¸co linear R3 munido com o produto interno

h(x1, x2, x3), (y1, y2, y3)i = 2x1y1+ x1y3+ 2x2y2+ x3y1+ 2x3y3

e V = L({(1, 1, 0), (1, 0, −2)}) o subespa¸co linear de R3 gerado pelos vectores (1, 1, 0), (1, 0, −2). (a) Determine u ∈ V e v ∈ V⊥ tais que (1, 1, 1) = u + v.

(b) Calcule a distˆancia entre (1, 1, 1) e V .

6.15 Considere o espa¸co linear R3 munido com o produto interno usual e V = L({(1, 1, 0), (1, 0, −2)}). (a) Determine u ∈ V e v ∈ V⊥ tais que (1, 1, 1) = u + v.

(b) Calcule a distˆancia entre (1, 1, 1) e V .

6.16 Seja W o plano de R3 definido pela equa¸c˜ao x − 2y + z = 0.

(a) Determine a(s) equa¸c˜oes (cartesianas) da recta perpendicular a W que passa pelo ponto p = (1, 0, 0). (b) Determine a equa¸c˜ao cartesiana do plano paralelo a W que passa no ponto p = (1, 0, 0).

6.17 Considere a recta (1, 1, 1) + L({(1, 2, 3)}). Encontre equa¸c˜oes cartesianas desta recta.

6.18 Seja P o plano tal que (−1, 0, 4), (1, −4, −2), (1, 0, 6) ∈ P. (a) Determine a equa¸c˜ao cartesiana de P.

(b) Determine as equa¸c˜oes param´etrica de P. (c) Determine a equa¸c˜ao vectorial de P.

(d) Determine a equa¸c˜ao cartesiana do plano paralelo a P e que passa em (1, 1, 1).

6.19 Seja p + F um k-plano em Rn. Prove que p + F ´e um subespa¸co linear de Rn se e s´o se p ∈ F .

6.20 Sejam u = (4, 3, 7), v = (2, 5, −3) ∈ R3. Determine os produtos externos u × v, v × u, u × u e v × v.

(21)

7 Algumas Aplica¸c˜oes (1 aula) 20

6.3 Diagonaliza¸c˜ao ortogonal/unit´aria

6.22 Para cada aplica¸c˜ao h, i : Rn× Rn→ R definido no Problema 6.1, a), b), c), f) e g), determine uma matriz A tal que hu, vi = uAvT.

(a) Em que casos ´e esta matriz A ´e sim´etrica e tem todos os valores pr´oprios estritamento positivos? Compare esta resposta com a solu¸c˜ao do Problema 6.1.

6.23 Considere o produto interno em R2 tal que G = "

1 1 1 3

#

seja a matriz de Gram relativamente `a base B = {(1, 1), (2, 3)}. Determine a, b, c, d tais que h(x1, x2), (y1, y2)i = ax1y1+ bx1y2+ cx2y1+ dx2y2.

6.24 Das seguintes matrizes indique as que s˜ao as matrizes hermiteanas: " 1 2 2 3 # , " 1 2 −2 3 # , " 1 i −i 3 # , " i i −i 3 # , onde i =√−1.

6.25 Considere as seguintes matrizes reais

A =    0 0 0 0 0 1 10 −4 4   , B =    1 0 1 2 0 2 3 0 3   , C =    1 1 1 1 1 1 1 1 1   .

a) Indique as matrizes normais (isto ´e verifique se AAT = ATA, etc.) e as matrizes sim´etricas.

b) Identifique as matrizes X ∈ {A, B, C} diagonaliz´aveis, construindo (nesses casos) para cada X uma matriz invert´ıvel P tal que P XP−1´e uma matriz diagonal D.

c) Verifique que C ´e ´unica matriz ortogonalmente diagonaliz´avel. Counstrua uma matriz ortogonal (real) Q e D diagonal (real) tal que D = QCQT.

6.26 Seja A ∈ Mn×n(C) matriz normal. Porve que N (A) = N (A∗).

7

Algumas Aplica¸

oes

(1 aula)

7.1 Formas quadr´aticas

7.1 Classificar as seguintes formas quadr´aticas, em definids positivas, definidas negativas, semidefinidas positivas, semidefinidas negativas ou indefinidas:

(a) Q(x, y) = x2+ y2+ 2xy (b) Q(x, y) = 2x2+ 2y2+ 2xy (c) Q(x, y) = −3x2+ 2yx − 2y2. (d) Q(x, y, z) = x2+ y2+ 3z2+ 4yx. (e)Q(x, y, z, w) =h x y z w i      3 0 0 0 0 1 α 0 0 α 2 0 0 0 0 7           x y z w     

, onde α ´e um parˆametro.

7.2 (a) Seja A = "

2 −1

−1 2

#

. Verifique que A ´e definida positiva e calcule √ A−1. (b) Calcule v u u u u t    2 0 1 0 3 0 1 0 2   .

(22)

7 Algumas Aplica¸c˜oes (1 aula) 21 7.2 M´ınimos quadradros 7.3 Seja A =    4 1 3 −1 4 1   , b =    10 2 2   , u = " −2 3 # e v = " −1 1 # .

(a) Calcule Au e Av e compare estes vectores com b.

(b) Diga se u pode ser uma solu¸c˜ao de m´ınimos quadrados para a equa¸c˜ao Ax = b. (c) Determine o sistema normal associado ATAx = ATb e determine a(s) suas solu¸c˜oes. Compare com (b).

7.4 Determine todas as solu¸c˜oes de m´ınimos quadrados para a equa¸c˜ao Ax = b:

(a) A =    1 1 −1 1 −1 2   , b =    7 0 −7   . (b) A =      1 1 0 1 1 0 1 0 1 1 0 1      , b =      3 1 2 4      .

7.5 Um produtor de a¸co obteve os seguintes dados:

Ano 1997 1998 1999 2000 2001 2002

vendas anuais (em milh˜oes de euros) 1, 2 2, 3 3, 2 3, 6 3, 8 5, 1

Vamos representar os anos de 1997 a 2002 por 0, 1, 2, 3, 4, 5, respectivamente, e representar o ano por x. Seja y a venda anual (em milh˜oes de euros).

(a) Encontre a recta de m´ınimos quadrados relacionando x e y.

(b) Use a equa¸c˜ao obtida em (a) para estimar as vendas no ano de 2006.

7.6 Seja A uma matriz cujas colunas s˜ao linearmente independentes e b um vector ortogonal a todas as colunas de A. Prove que a ´unica solu¸c˜ao de m´ınimos quadrados de Ax = b ´e x = 0.

7.7 Considere as matrizes A =    1 1 1 2 1 3    eb =   3 2 1 2 3  .

(a) Verifique que o sistema Ax = b ´e imposs´ıvel.

(b) Determine todas as solu¸c˜oes de m´ınimos quadrados associadas ao sistema Ax = b.

(c) Foi observado que os lucros obtidos nas 3 primeiras semanas pela venda de um autom´ovel na Uni˜ao Europeia foram:

Semana 1 2 3

Lucros (em milh˜oes de euros) 1, 5 0, 5 3

Vamos representar as semanas por x e o lucro semanal por y. Encontre a recta y = α + βx de m´ınimos quadrados relacionando x e y. Use a recta obtida para estimar os lucros na semana 6.

7.8 Considere a seguinte tabela de dados:

x 1.0 1.2 1.4 1.6 1.8 2.0 2.2 2.4 2.6 2.8 3.0 y 0.525 0.8448 1.2807 1.8634 2.6326 3.6386 4.944 6.6258 8.7768 11.5076 14.9484 . Determine os modelos: (a) linear y = a + bx (b) exponencial y = aebx (c) logar´ıtmico y = a + b log(x) (d) potencial y = axb

(e) hiperb´olico y = a +xb

(23)

7 Algumas Aplica¸c˜oes (1 aula) 22

7.3 Equa¸c˜oes diferenciais ordin´arias

Problemas que se podem fazer com os conhecimentos do cap´ıtulo 4.

7.9 Das fun¸c˜oes y1(t) = e2t, y2(t) = e2t + π, y3(t) = πe2t, y4(t) = e2t+π quais s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao diferencial y0(t) = 2y(t)?

7.10 Determine a solu¸c˜ao geral dos seguintes sistemas de qua¸c˜oes diferenciais.

(a) ( y01= 3y1+ y2 y02= 5y1+ y2 , (b) ( y10 = 3y1+ 2y2 y20 = y1+ y2 , (c)      y10 = 3y1+ 2y2 y20 = y1+ y2 y30 = y2− y3 .

7.11 Para cada um dos sistemas do Problema anterior determinante a solu¸c˜ao que verifica as condi¸c˜oes (a) y1(0) = 0 e y2(0) = 0 (b) y1(0) = 2 e y2(0) = 1 (c) y1(0) = −1, y2(0) = 1 e y3(0) = 0.

7.12 (a) Mostre que a matriz A = "

2 1

−2 5 #

´

e diagonaliz´avel, indicando uma matriz diagonal D e matriz

mudan¸ca de base P tais que D = P−1AP .

(b) Encontre a ´unica solu¸c˜ao do seguinte sistema de equa¸c˜oes diferenciais: (

2y1(t) + y2(t) = y10(t) −2y1(t) + 5y2(t) = y20(t)

com as condi¸c˜oes y1(0) = 1, y2(0) = −1.

7.13 Considere o seguinte sistema de equa¸c˜oes diferenciais com valor inicial:      y10 = y1+ 2y2 y20 = 3y2 y1(0) = 8 e y2(0) = 5. A solu¸c˜ao deste sistema ´e:

A) y1(t) = 3et+ 5e3t, y2(t) = 5e3t B) y1(t) = 8et, y2(t) = 5e3t C) y1(t) = 3e3t+ 5et, y2(t) = 5et D) y1(t) = 3et+ 5e2t, y2(t) = 5e3t.

7.14 Determine o conjunto de todas as solu¸c˜oes do seguinte sistema de equa¸c˜oes diferenciais de 1a ordem: (

−3y1(t) = y01(t) 3y1(t) − 2y2(t) = y02(t)

(a) Usando as condi¸c˜oes iniciais y1(0) = 40 e y2(0) = 5, verifique que

y1(t) = 40e−3t, y2(t) = −120e−3t+ 125e−2t,

´e a (´unica) solu¸c˜ao do sistema de equa¸c˜oes diferenciais descrito anteriormente.

7.4 Rota¸c˜oes, reflex˜oes, projecc˜oes, contra¸c˜oes, compress˜oes, deslizamentos

Problemas que se podem fazer com os conhecimentos do cap´ıtulo 5.

7.15 (Rota¸c˜oes – ver Problemas 1.4 e 4.11) Para cada real θ ∈ [0, 2π[, seja Rθ: R2 → R2 tal que Rθ(x, y) = (x cos(θ) − y sin(θ), y cos(θ) + x sin(θ)).

(24)

8 Solu¸c˜oes 23

(a) Prove que Rθ ´e uma transforma¸c˜ao linear. Determine Aθ := M (Rθ; Bc, Bc) e verifique que A−1θ = A−θ. (b) Verifique que Rθ◦ Rϕ = Rθ+ϕ.

(c) Sendo Rθ : R3→ R3 uma rota¸c˜ao em R3 de um ˆangulo θ, verifique se existe uma base B de R3 tal que

M (Rθ; B; B) =    1 0 0 0 cos(θ) − sin(θ) 0 sin(θ) cos(θ)   .

7.16 (Reflex˜oes) Para cada real θ ∈ [0, π[, seja Fθ : R2 → R2 a reflex˜ao da recta que passa na origem e forma um ˆangulo de θ com o eixo y = 0. Prove que a representa¸c˜ao matricial de Fθ relativamente `a base can´onica ´e

"

cos(2θ) sin(2θ) sin(2θ) − cos(2θ)

#

7.17 (Projec¸c˜oes) Para cada real θ, seja Pθ : R2 → R2 a projec¸c˜ao sobre a recta que passa na origem e forma um ˆangulo de θ com o eixo y = 0. Prove que a representa¸c˜ao matricial de Pθ relativamente `a base can´onica ´e

"

cos2(2θ) sin(θ) cos(θ) sin(θ) cos(θ) sin2(θ)

#

7.18 (Contra¸c˜ao/Dilata¸c˜ao, Compress˜ao/Expans˜ao, Deslizamento) Para cada α real considere as transforma¸c˜oes lineares que na base can´onica s˜ao representadas pelas matrizes:

" α 0 0 α # , " α 0 0 1 # , " 1 α 0 1 # .

sendo X = {(x, y) ∈ R2 : 0 ≤ x ≤ 1, 0 ≤ y ≤ 1} o quadrado unit´ario, calcule a imagem de X por cada uma dessas transforma¸c˜oes.

8

Solu¸

oes

1.1 a) A =      1 −1 0 0 0 1 −1 0 0 0 1 −1 0 0 0 1      (b) A =      1 4 9 16 1 4 9 16 1 4 9 16 1 4 9 16      (c) A =      0 2 3 4 −2 0 3 4 −3 −3 0 4 −4 −4 −4 0     

1.2 N˜ao 1.3 (a), (b) AB, AC, AD n˜ao existem 1.4 (a) A2= " 0 0 0 0 # . (b) (Aθ)n= Anθ 1.5 (a) A = " 1 1 0 0 # , B = " 0 0 1 1 # . N˜ao (b) e (c) Provas

1.6 Prova (verifique que tr(AA∗) ´e a soma de reais n˜ao negativos)

1.7 " 1 7 1 8 # e " 2 −7 2 −8 # 1.8 Ax = [3 3 3]T. 1.9 AB = I = BA

1.10 a) Sim. b) A invert´ıvel (n˜ao h´a linhas nulas na matriz em escada U ). A = P13E12(2)E3(π)E32(1)E21(1).

c) A−1= E21(−1)E32(−1)E3(1π)E12(−2)P13=    1 π −1 3 −1 π 1 −2 1 π 0 0   . 1.11 a) E1=   1 0 0 5 1 0 0 0 1  , E2=   1 0 0 0 0 1 0 1 0  , E3=   1 0 0 0 −1/2 0 0 0 1  . b) A −1 =E3E2E1. c) A=E1−1E −1 2 E −1 3 =   1 0 0 −5 1 0 0 0 1     1 0 0 0 0 1 0 1 0     1 0 0 0 −2 0 0 0 1  .

(25)

8 Solu¸c˜oes 24 1.12 Qualquer matriz B =    1 0 0 1 a b  

. (Uma matriz n˜ao quadrada pode ter inverso `a esquerda e n˜ao `a direita.) 1.13 Prova 1.14 (a) X = A−1CB−1 (b) A = " 0 1/2 1 1 # (c) Imposs´ıvel (d) A = 3    −1 −1 −1 0 −1 1 0 0 −1    1.15 a) A = −3 " −7 7 3 −6 # , b) A =17 " 3 −4 −2 3 # 1.16 Prova 1.17 (a) Prova (b) I 1.18 B n˜ao invert. A−1= " 2 −1 −1 1 # , C−1=1 2    −1 1 1 1 −1 1 1 1 −1   , D −1 =    2 −5 −10 −1 3 6 0 −1 −1   , E −1 = " cos(θ) sin(θ) − sin(θ) cos(θ) # .

1.19 (a) Prova (note que para provar que X−1= Y basta verificar que XY = I ou Y X = I.) (b) Prova (comece por escrever A e B nos casos n = 2 e n = 3.) 1.20 (a) A−1=    −1 0 2 0 1 0 −1 0 1  

(b) ALGEBRA LINEAR (c) N˜ao. 1.21 (a) e (b) Sim (c) e (d) N˜ao

1.22 (1, −1, 0, 0), (1, −1, 0, π) ∈ S e os restantes n˜ao. 1.23 x = 16, y =56 1.24 F = C = −40

1.25 Temos que resolver o sistema: (a)      3x = z 8x = 2w 2y = 2z + w (b)      x = z 4x = 2w 2y = 2z + w 1.26 (a) S = {(3, 1, 2)} (b) S = ∅ (c) S = {(2 − y − z, y, z, −1) ∈ R4 : y, z ∈ R} (d) S = {(2, −1, 4)} (s) S = {(−2 + z, 3 − z, z) ∈ R3 : z ∈ R} (f) S = {(2z − 4, 2 − z, z) ∈ R3 : z ∈ R} 1.27 (a) um ponto (b) vazio (c) plano em R4(d) um ponto (f) rectas 1.28 Por exemploU =    1 2 0 3 5 0 0 1 4 6 0 0 0 -16 −24   . Car(A) = 3; E1= E12(1), E2= E31(−2) e E3= E23(−2). 1.29 (a) Sist. determinado para α 6= 4. Para α = 4 sistema indeterminado (b) S = {(10 + 6z, −2z, z) ∈ R3: z ∈ R}

1.30 (a) Para α 6= 1 e α 6= −2 o sistema ´e poss´ıvel e determinado. Para α = 1 sistema ´e poss´ıvel e indeterminado. Finalmente para α = −2, o sistema ´e imposs´ıvel. (b) O sistema ´e poss´ıvel e determinado se α 6= 0 e β 6= 2. ´E imposs´ıvel para α = 0 e β 6= 2. Nos restantes casos, o sistema linear ´e poss´ıvel e indeterminado (i.e. β = 2 e qualquer α).

1.31 car A =  3, α 6= −5 2, α = −5 , car [A|b] =    3, α 6= −5, β ∈ R 3, α = −5 e β 6= −1/2 2, α = −5 e β = −1/2

. (b) Sistema ´e imposs´ıvel quando α = −5 e β 6= −1/2. ´

E determinado quando α 6= −5 (e qualquer β). Indeterminado quando α = −5 e β = −1/2.

1.32 (a) car(A)=1. N˜ao (b) car(B)=3. Sim (c) car(C)=2. Sim (d) car(D)=2. Sim (f) car(F)=2. N˜ao (g) car(G)=2. Sim (h) car(H)=0. Sim (i) car(I)=0. Sim (j) car(J)=1. N˜ao (k) car(K)=1. Sim

1.33 (a) S = {(0, 0, 0)} (b) S = {(−2

3y, y) ∈ R

3 : y ∈ R} (c) S = {(−y − z, y, z, 0) ∈ R4 : y, z ∈ R} (d) S = {(0, 0, 0)} (f)

S = {(−2z, −z, z)R3: z ∈ R}

1.34 (a) Sim (b) Falso (c) Sim (d) Sim

1.35 (1, 2, 3) − (3, 2, 1) = (−2, 0, 2) ´e solu¸c˜ao do sistema homog´eneo associado. Assim, para cada k, (1, 2, 3) + k(−2, 0, 2) ´e uma solu¸c˜ao de sistema inicial. 1.36 A) 1.37 a) Aα → ... →   1 −α α 0 1 + 2α −2 − 2α 0 0 2 + α 

. Logo Aα invert´ıvel sse car(Aα) = 3 sse α 6= −12 e α 6= −2. Car(A−1 2 )=car(A−2) = 2. A−10 =   1 0 0 −2 1 1 0 0 1 2   c) x = A −1 0 1 −1 1 T =1 −2 1/2T . 1.38 (a) x + y = 2 (b) x = 1, y = 0, z = 1 (c) 2x − y = 0, z = 1 (d) x + y = z (e) 0 = 1 2.1 (a) 33(−5) (b) −1 5 (c) (−2)3 (−5) (d) 1 (−2)3(−5) (e) (−5)3 (f) −(−5) 2.2 Prova 2.3 (a) k 6= −1 (b) k /∈ {0, 4}

2.4 det(A) = 16, det(B) = −17, det(C) = 54, det(D) = 2 2.5 Prova 2.6 (a) Prova (b) A =

 −1 0 0 1  2.7 (a) det(A) = 152 (b) (A−1)(1,3)= −15219 2.8 det(A) = −3, (A−1) (4,2)= 0 2.9 (a) det(A) = (α − 1)(α2− 1) e A

(26)

8 Solu¸c˜oes 25

2.10 −18. 2.11 (a) x = 1, y = 2, (b) x = −2811, y = −3411, z = −3011. 2.12 C) 2.13 B) 2.14 Prova

3.1 (a) Sim (b) Sim (c) N˜ao (d) Sim sse k = 0 (e) N˜ao (f) N˜ao (g) N˜ao (h) N˜ao 3.2 (a) N˜ao (b) N˜ao (c) Sim (d) Sim

3.3 (a) u1∈ F , u2∈ F , u36∈ F (b) Prova 3.4 (a) Prova (b) F = N   1 1 1 1 1 0 −1 1 1 0 0 −1   

3.5 (a) Prova (b) Prova

3.6 (a) Sim (b) Sim (c) Sim (d) Sim (e) Sim (f) Sim (g) N˜ao (h) Sim 3.7 (a) Sim (b) N˜ao (c) Sim (d) Sim (e) Sim

3.8 (a) Prova (b) Prova

3.9 (a) Prova (b) Prova (c) Prova 3.10 k = −8

3.11 (a) N˜ao geram (b) Sim (c) Sim 3.12 p(t) = 2 + t + t26∈ L({p

1, p2, p3, p4}). N˜ao geram P2

3.13 A = 1A1+ 1A2+ 1A3+ 1A4

3.14 (a) L.D. (b) L.I. (c) L.D. (d) L.I. (e) L.I. (f) L.I. (g) L.I. 3.15 a = 2

3.16 (a) Sim (b) Sim (c) Sim (d) Sim (e) N˜ao (f) Sim (g) Sim

3.17 (a) Uma base ´e {(1, −1)} e dim(U ) = 1 (b) Uma base ´e {(−1, 1, 0), (0, 0, 1)} e dim(U ) = 2 (c) Uma base ´e {(1, 1, −2)} e dim(U ) = 1 (d) Uma base ´e {(−1, −1, 2, 1)} e dim(U ) = 1

3.18 Uma base para U ´e {u1, u2} e dim(U ) = 2

3.19 (a) {(1, −2, 1)} base de N (A) (b) {(1, 5, 9), (0, 1, 2)} base de L(A) (c) {(1, 2, 3, 4), (5, 6, 7, 8)} base de C(A)

3.20 car(A) = 2, {(1, −2, 1)} base de N (A), {(1, 5, 9), (0, 1, 2)} base de L(A) e {(1, 2), (5, 6)} base de C(A); car(B) = 1, {(4, 1)} base de N (B), {(1, −4)} base de L(B) e {(1, 3)} base de C(B); car(C) = 0, {(1, 0, 0), (0, 1, 0), (0, 0, 1)} base de N (C), ∅ base de L(C) e ∅ C(C); car(D) = 2, ∅ base de N (D), {(1, 5), (2, 6)} base de L(D) e {(1, 2, 3), (5, 6, 7)} base de C(D)

3.21 (a) {(1, 1, −1)} (b) {(1, 0, 1), (0, 1, −1), (0, 0, 1)} (c) {(1, 0, 1)}

3.22 (a) {−1 + t, −1 + t2, −1 + t3} ´e uma base e dim(V )=3 (b) {t − t2} ´e uma base e dim(V ) = 1

(c) {  −2 1 0 0  ,  0 0 1 0  ,  0 0 0 1  } base e dim(V ) = 3 (d) {  1 0 0 0  ,  0 1 1 0  ,  0 0 0 1 

} base e dim(V ) = 3 (e) {  1 1 −1 0  ,  1 0 0 1  } e dim(V ) = 2 3.23 (a) y − z = 0 (b) v1= (1, 0, 3), v2= (0, 1, −1)

3.24 (a) dim(V1∩ V2) = 1 e dim(V1+ V2) = 3 (b) V1+ V2= R3e {(2, 3, 3)} ´e uma base de V1∩ V2

3.25 (a) dim (E ∩ F )=1, dim(E + F )=4 (b) dim (E ∩ F )=1, dim(E + F )=4 (c) dim(E ∩ F )=1, dim(E + F )=2 3.26 {1 − t}

3.27 P.ex.: {(1, −1, −1, 1), (−1, 0, 0, 1), (0, 0, 1, 0), (0, 0, 0, 1)}

3.28 (a) {(−1, 1, 0, 0), (−1, 0, 1, 0), (−1, 0, 0, 1)} base de U (b) P.ex.: {(1, −1, −1, 1), (−1, 0, 0, 1), (−1, 0, 1, 0)} 3.29 C) 3.30 (a) vBc= (3, 4) e vB= (4, 1) (b) SBc→B= SB→Bc=  1 −1 1 0 −1 =  0 1 −1 1  (c) vB= SBc→BvBc (d) SB→BcwB=  0 1  , i.e. w = 0(1, 0) + 1(0, 1) = (0, 1)

3.31 (a) B = {v1, v2} ´e uma base de V e dim(V ) = 2 (b) (2, 4, 4, 0)B= (2, 2)

3.32 Uma base de E ´e B = {(−1, 1, 0), (−1, 0, 1)} e (1, 2, −3)B= (2, −3)

3.33 C)

3.34 (1, 1)B2= (−1, 2)

3.35 (a) Como dim(M2×2(R)) = 4, basta ver que A1, A2, A3, A4s˜ao linearmente independentes; (b) SBc→B=

    1 0 0 0 1 −1 0 0 1 1 1 0 1 1 1 1     −1

(c) ABc= (a, b, c, d) e AB= (a, a − b, b + c − 2a, d − c).

3.36 Prova (car(A)=1 ou car(A)=2, pois A ´e n˜ao nula e n˜ao invert´ıvel. Por outro lado A2= 0 implica que A(Au) = 0 para todo o vector

u, pelo que C(A) ⊂ N (A). Podemos agora concluir que car(A)=1, usando a equa¸c˜ao dimC(A)+dimN (A) = 3) 3.37 Prova. N˜ao, p.ex., considerar B = −A 6= 0

4.1 v1, v2, v4n˜ao s˜ao vectores pr´oprios de A, v3, v5s˜ao vectores pr´oprios e λ = −1, λ = 3 s˜ao os valores pr´oprios associados, respectivamente.

4.2 Os valores pr´oprios de A s˜ao 2 e 3 (λ1+ λ2= 5 e λ1λ2= 6). 4.3 a = b = 1 4.4 (a) σA = {−1, 3}, E−1 = L({(0, 1)}) e E3 = L({(1, 2)}) b) σB = {4, 4} e E4 = L({(3, 2)}) c) σC = {−2 √ 3, 2√3}, E−2√ 3 = L({(−√3, 2)}) e E√ 3= L({( √ 3, 2))}) d) σD= {3, 4}, E3 = L({(1, 0)}) e E4 = L({(0, 1)}) e) σE= {0, 0} e E0= R2 f) σF = {1, 2, 3}, E1 = L({(0, 1, 0)}), E2 = L({(−1, 2, 2)}) e E3 = L({(−1, 1, 1)}) g) σG = {1, 2, 3}, E1 = L({(−1, 1, 0)}), E2 = L({(0, 1, 0)}) e E3 =

(27)

8 Solu¸c˜oes 26

L({(1, 0, 1)}) h) σH = {2, 2, 2} e E2 = L({(1, 1, −3)}) i) σI = {−2, −1, 1, 1}, E−2 = L({(−1, 0, 1, 0)}), E−1 = L({(−2, 1, 1, 0)}) e

E1= L({(0, 0, 0, 1), (2, 3, 1, 0)})

4.5 Prova.

4.6 (a) p(λ) = (1 − λ)(3 − λ). (b) {(1, 0, )} base de E1e {(1, 1)} base de E3; dimE1=dimE3=1 (c) P−1=

 1 1 0 1  e P = (P−1)−1(d) A9= P  19 0 0 39  P−1

4.7 (a) pA(λ) = −λ(λ−2)2, pB(λ) = −λ2(λ−3) (b) A n˜ao ´e diaginaliz´avel, pois ma(2) 6=mg(2); B ´e diagonaliz´avel (c) D =

  0 0 0 0 0 0 0 0 3  , P−1=   −1 −1 1 1 0 1 0 1 1   e P = (P−1)−1

4.8 (a) λ = 3 + α (b) car(Aα) = 1, logo dim(C(Aα)) = 1 e dim(N (A)) = 3 para todo o α (c) {vα} ´e base para C(Aα) e

{(1, 0, 0, −1), (0, 1, 0, 0), (0, 0, 1, 0)} ´e base para N (Aα) (d) p(λ) = λ3(λ − α − 3) (e) A diagonaliz´avel sse α 6= −3.

4.9 A =   1 1 1 1 1 1 1 1 1 

. 4.10 (a) Prova (b) Prova 4.11 Prova

5.1 a) (3, 9); (−1, 1); (2, 10); (2, 10); (9, 27); (9, 27) b) (3, 9, 18); (−1, 2, 2); (2, 11, 20); (2, 11, 20); (9, 27, 54); (9, 27, 54) 5.2 p1; p1+ p2; 2p2+ p3; 3p1+ 8p2+ 3p3

5.3 (a) Sim (b) N˜ao (c) N˜ao (d) Sim (e) Sim (f) N˜ao (g) Sim (h) Sim (i) Sim (j) Sim (l) N˜ao (m) Sim (n) Sim (o) Sim (p) Sim 5.4 T (x, y) = (2x + y, x + 2y) 5.5 a)  2 −1 −1 3  b)  2 −1 −1 3  c)  3 −1 −1 2  d) 1 2  3 −1 −1 7  5.6 a)   1 1 0 1 0 1 0 1 1   b)   0 1 1 1 1 0 1 0 1   c)   0 1 0 1 0 0 0 1 2   5.7 a)  2 1 0 0 3 1  b)  2 3 3 0 3 4  c)  2 3 3 −2 0 1  5.8 c)  1 2 2 1  b)  3 6 0 −1  5.9 T (x, y) = (4x, 4x + y) 5.10 a) T (1, 1, 1) = (1, 3, 3), T (1, −3, 3) = (1, 3, 3). N˜ao b) Prova. 5.11 a)  1 1 0 1 1 −1 

b) {(1, −1, 0)}; N˜ao. c) {(1, 1), (0, −1)}; Sim. d) {(1 − y, y, 0) ∈ R3: y ∈ R} e) N˜ao f) Sim

5.12 a)     1 2 0 1 −1 0 1 0 0 1 0 −1    

b) ´E injectiva mas n˜ao ´e sobrejectiva c) P.ex. (1, 0, 0, 0) 5.13 a) na Bc:   1 1 1 2 2 2 −1 −1 −1   b) Prova c) ∅ 5.14 a) N˜ao Injectiva, n˜ao sobrejectiva b) {(3, 1, 2)} c) {(1, 3, 9, 28), (5, 11, 33, 108)} d) {(3 + 3k, 2 + k, 1 + 2k) : k ∈ R} 5.15 a)   −2 0 0 0 −2 0 0 0 0   b) {t2}, {−2, −2t} 5.16 {p(t) = a + t +12t2: a ∈ R} 5.17 {p(t) = −1 2+ ct 2: c ∈ R} 5.18 (a) T " 1 1 1 −1 #!

= 4 − 2t. (b) Como 2=car(A)=dim (Espa¸co de chegada), T ´e sobrejectiva. Uma vez que {(−4, 1, 1)} ´e uma base

de N (A), {−4 " 1 0 0 −1 # + 1 " 0 1 1 0 # + 1 " 0 0 1 0 # }, i.e. { " −4 1 2 4 #

} ´e uma base de N (T ). (c) Por a), T "

−1 −1 −1 1

#!

= −4 + 2t, pelo que A ∈ U ´e solu¸c˜ao de T (A) = −4 + 2t se e s´o se

A = " −1 −1 −1 1 # + α " −4 1 2 4 # , com α ∈ R. (d) Note-se que M (T ◦ R)−1, B2, B2= (BBT) −1 = " 9 0 0 2 #−1 = " 1 9 0 0 1 2 #

. Dado p(t) = a + bt ∈ P1, com a, b ∈ R, temos que

p(t) =a−b2 (1 − t) +a+b2 (1 + t). Portanto (T ◦ R)−1(p(t))) =

a−b 2 (T ◦ R) −1((1 − t)) +a+b 2 (T ◦ R) −1((1 + t))=a−b 2 1 9(1 − t) + a+b 2 1 2(1 + t)= 11a + 7b 36 + 7a + 11b 36 t. 5.19 a)  2 1 0 2  b) λ1= λ2= 2, {(1, 0)} base de E2 c) Prova

5.20 a) Prova b) σT= {6, 9} {2(0, 1, 0) − 1(1, 0, −1) + 1(1, 0, 1)} base de E6(i.e. {(0, 2, 2)}) e {2(0, 1, 0) + 1(1, 0, −1) + 0(1, 0, 1), 1(0, 1, 0) +

0(1, 0, −1) + 1(1, 0, 1)} base de E9(i.e. {(1, 2, −1), (1, 1, 1)}) c) Bvp:= {(0, 2, 2), (1, 2, −1), (1, 1, 1)} ´e uma tal base. D = M (T ; Bvp; Bvp) =

  6 0 0 0 9 0 0 0 9   d) P−1=   2 2 1 −1 1 0 1 0 1   e P = (P−1)−1.

(28)

8 Solu¸c˜oes 27 5.21 a) B := M (T ; B1, B1) =  1 0 1 1   1 2 1 2  =  1 2 2 4 

. Logo os valores pr´oprios de B s˜ao os valores pr´opruios de T (i.e. λ1= 0

e λ2= 5). {2(1 − t) − 1(1 + t)} = {1 − 3t} ´e uma base para ET(λ1) enquanto que {1(1 − t) + 2(1 + t)} = {3 + t} ´e uma base para ET(λ2).

b) Sim, {1 − 3t, 3 + t} ´e uma tal base.

5.22 a) M (T ; Bc; Bc) =     2 0 0 0 0 1 1 0 0 1 1 0 0 0 0 2     b) σT= {0, 2, 2, 2}, E0= L({  0 1 −1 0  }) e E2= L({  1 0 0 0  ,  0 1 1 0  ,  0 0 0 1  }) c) Sim e {  0 1 −1 0  ,  1 0 0 0  ,  0 1 1 0  ,  0 0 0 1 

} ´e uma tal base 5.23 λ1= 0, λ2= 2, Eλ1= L({7 + 2t}), Eλ2= L({1 + 3t − 2t 2}) (T n˜ao ´e diagonaliz´avel). 5.24 D) 5.25 a) M (T2; B; B1) =   0 5 1 −3 0 −2 

 b) {−1 − 3t + t2} base de N (T1) e T1e sobrejectiva c) T´ 1(T ) = 12t e a sol. geral ´e {2t + c(−1 − 3t + t2) :

c ∈ R} d) λ = 1 ´e o ´unico valor pr´oprio de T 5.26 Prova

6.1 a) Sim b) N˜ao c) N˜ao d) N˜ao e) N˜ao f) Sim g) N˜ao h) N˜ao 6.2 P.ex. h(x1, x2), (y1, y2)i = 4x1y1+ 2x1y2+ 2x2y1+ 4x2y2. N˜ao 6.3 a)√10 b)√10 c) 0 d) 6 e) 1 f) 45(2, 2, 1, 1) g) −45(1, 1, 2, 2) 6.4 a) Sim b) n˜ao c) Sim d) N˜ao e) N˜ao 6.5 a) {(1, 0), (0, 1)} b) {(1, −1} c) {(1, −1, 1), (−1/3, 1/3, 2/3)} d) {(1, −1, 0), (0, 0, 1)} e) {(0, 0, 0, 1, 1), (0, 1, 0,1 2, − 1 2), (1, 1 3, 0, − 1 3, 1 3)} f) {(−1, 0, 1, 0), (1, 0, 1, 1)} 6.6 a) N˜ao b) Sim c) {( √ 5 5 , √ 5 5 ), ( 2√5 5 , − 4√5 5 )} 6.7 a) {( √ 3 3 , √ 3 3 , √ 3 3 )} b) {(−1, 1, 0), (−1, 0, 1)} c) {(− √ 2 2 , √ 2 2 , 0), (− √ 6 6 , − √ 6 6 , 2√6 6 )} 6.8 a) {(0, 0, 1, −2), (1, 1, 1, 1)} b) {(0, 0, 1, −2), (1, 1,65,35)} 6.9 a) {(1, −1, 0, 0)} b) PF(p) = p e PF⊥(p) = 0 c) d(p, F ) = 0 e d(p, F⊥) = ||p|| = 2

6.10 a) {0, 1, 0, 0), (0, 0, 1, 0)} ´e uma base de E⊥e ´e tamb´em uma base ortogonal de Eb) {(1, 1, 1, 1)} c) π/3 6.11 {(1, 0, 0, 1)}

6.12 a) {1, t, t21 3} b) {1 − 2t − 5t 2} c) 4 3 6.13 a) {  1 0 0 −1  ,  0 1 1 0  } b) {  1 0 0 1  ,  0 1 −1 0  } c) d(A, F ) = 0 6.14 a) u = PV(1, 1, 1) = (3/4, 5/4, 1) e v = (1, 1, 1) − PV(1, 1, 1) = (1/4, −1/4, 0) b) d((1, 1, 1), V ) = ||v|| =phv, vi =p1/4. 6.15 a) v =19(2, −2, 1) e u = (79,119,89) b) d((1, 1, 1), V ) = ||v|| =13 6.16 a) 2x + y = 2, −x + z = 0 b) x − 2y + z = 1 6.17 2x − y = 1, 3x − z = 2 6.18 a) x + 2y − z = −5 b) e c) (x, y, z) = (−1, 0, 4) + α(2, −4, −6) + β(2, 0, 2) d) x + 2y − z = 2 6.19 Prova 6.20 (−44, 26, 14), (44, −26, −14), (0, 0, 0), (0, 0, 0) 6.21 ´AreaT=12||−uv × −→ uw|| =→ 12||(2, −1, −2) × (3, 3, −1)|| =12||(7, −4, −3)||

6.22 A resposta por cada al´ınea de 6.1: a) A = I b)  1 1 0 1  c)  −2 0 0 3  d) N˜ao ´e poss´ıvel e) N˜ao ´e poss´ıvel f) I g)   1 2 3 0 1 1 0 0 1  

h) N˜ao ´e poss´ıvel As matrizes de a) e f) s˜ao as ´unicas matrizes sim´etricas e com todos os valores pr´oprios positivos 6.23 1ae 3a 6.24 h(x1, x2), (y1, y2)i =  x1 x2  STBc→BGSBc→B  y1 y2 

= .... Em alternativa, podemos determinar a matriz de Gram GBcna base

can´onica (a ´e a entrada (1, 1) de GBc, a entrada (1,2) d´a-nos b e c, a entrada (2,2) d´a-nos d). Para encontrar GBc, comece por ver que

(1, 0) = 3(1, 1) − (2, 3) e (0, 1) = −2(1, 1) + (2, 3), depois usa-se a linearidade para colocar os produtos internos entre os diversos vectores da base can´onica coo somas de produtos internos entre vectores da base B (cujos valores s˜ao dados pelas entrada da matriz G).

6.25 A, B n˜ao s˜ao matrizes normais; C ´e normal b) A n˜ao ´e diagonaliz´avel; B e C s˜ao diagonaliz´aveis c) s´o C! 6.25 Prova 7.2 (a)√A−1=1 6  3 +√3 3 −√3 3 −√3 3 +√3  . (b)12    1 +√3 0 −1 +√3 0 2√3 0 −1 +√3 0 1 +√3    7.8 (a) A =                    1 1.0 1 1.2 1 1.4 1 1.6 1 1.8 1 2.0 1 2.2 1 2.4 1 2.6 1 2.8 1 3.0                    , b =                    0.525 0.8448 1.2807 1.8634 2.6326 3.6386 4.944 6.6258 8.7768 11.5076 14.9484                    =⇒ b x = (ATA)−1ATb =  −8.31864 6.77694  y = −8.31864 + 6.77694x 1.5 2.0 2.5 3.0 x 5 10 15 y

Referências

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