Redes e Sistemas Distribuídos Profa. Cristina Nunes
Modelo de Referência OSI
OSI (Open Systems Interconnection)
Criado pela ISO (International Standards
Organization)
É um modelo abstrato que relaciona funções e
serviços de comunicações em sete camadas.
Cada camada oferece serviços de
comunicação à camada superior.
Em um sistema, cada camada N “conversa”
com sua par no outro lado, através de um
protocolo da camada N.
Física
Enlace
Rede
Transporte
Sessão
Apresentação
Aplicação
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Modelo de Referência OSI
Protocolo de transporte Máquina A Sessão Transporte Rede Enlace Físico Aplicação Apresentação SPDU TPDU pacote quadro bit Máquina B APDU PPDU Protocolo de sessão Protocolo de apresentação Protocolo de aplicação SUB-REDE DE COMUNICAÇÕES Roteador Roteador
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Modelo de Referência OSI
Nível de Enlace (2)
Converte um canal de transmissão físico não
confiável em um canal confiável de transmissão
• Enquadramento.
– bits de delimitação de quadros
• Detecção e recuperação de erros.
– redundância
• Controle de fluxo
– controle de emissão, como, por exemplo, janela deslizante.
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Modelo de Referência OSI
Nível de Rede (3)
Endereçamento, seqüenciamento e roteamento.
• datagrama: não orientado à conexão
• circuito virtual: orientado à conexão
Interconexão entre redes heterogêneas.
Modelo de Referência OSI
Nível de Transporte (4)
Comunicação fim-a-fim transparente e
confiável.
• Seqüenciamento, controle de erros, controle de fluxo
Multiplexação
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Modelo de Referência OSI
Nível de Sessão (5)
Sintaxe
Gerência de token
Controle de diálogo
• pontos de sincronismo
Gerência de atividades
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Modelo de Referência OSI
Nível de Apresentação (6)
Semântica dos dados (preocupa-se com a
representação da informação).
• compressão de texto
• conversão de códigos
• criptografia
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Modelo de Referência OSI
Transmissão de dados
Usuário (A)
dadosUsuário (B)
dados A dados A P dados A P S dados A P S T N L L dados A P S T N L F L F
Física
Enlace
Rede
Transporte
Sessão
Apresentação
Aplicação
Física
Enlace
Rede
Transporte
Sessão
Apresentação
Aplicação
dados A P S T N dados A P S TRedes e Sistemas Distribuídos Profa. Cristina Nunes
Modelo de Referência TCP/IP
TCP/IP são os protocolos oficiais da Intenet.
A Internet surgiu a partir da ARPANET (rede
de pesquisa criada pela Departamento de
Defesa dos Estados Unidos).
Aos poucos centenas de universidades e
repartições públicas foram sendo conectadas e
começou a surgir problemas com os
protocolos existentes.
Solução: Criação de uma nova arquitetura de
referência.
Interface de Rede
Internet
Transporte
Aplicação
Modelo de Referência TCP/IP
Nível de Interface de Rede
Não é feita nenhuma especificação
Tornar possível o envio de pacotes IP.
Nível Internet
Especifica formato dos pacotes e mecanismos
usados para seguir adiante os pacotes.
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Modelo de Referência TCP/IP
Nível de Transporte
Especifica como assegurar a transferência entre
origem e destino.
Definição de dois protocolos fim a fim:
• TCP (Transmission Control Protocol)
• UDP (User Datagram Protocol)
Nível de Aplicação
Especifica como uma aplicação usa a Internet.
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O Nível de Enlace nas Redes Locais
Modelo OSI para uma rede de longa distância
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O Nível de Enlace nas Redes Locais
Foi necessário adaptar o modelo OSI para aplicação no
contexto de redes locais.
Esta adaptação resultou na subdivisão do nível de enlace
em dois subníveis, denominados:
LLC - Logical Link Control, ou simplesmente Controle de Enlace;
MAC - Medium Access Control, ou Controle de Acesso ao Meio.
Objetivo; conseguir que o subnível superior, o LLC, se
tornasse independente da topologia, do meio de
transmissão e do método de acesso usados na rede local.
Assim, possíveis alterações na topologia ou técnica de rede
local não afetariam o protocolo de enlace.
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O Nível de Enlace nas Redes Locais
As redes locais são padronizadas pelo IEEE (Institute of
Eletrical and Electronics Engineers) com o nome de IEEE
802.
Os padrões IEEE 802 restringem-se aos níveis físico e de
enlace (1 e 2) do modelo OSI.
As redes locais foram originadas da rede Ethernet.
A GM participou ativamente da padronização da Ethernet
pois ela achava que essa era a única saída para a competição
com a indústria japonesa.
Via a tecnologia de rede local como a forma ideal de
interligar as máquinas e robos no ambiente de fábrica.
O Nível de Enlace nas Redes Locais
Ethernet: todas as máquinas ouvem o barramento.
Se ele não estiver ocupado, qualquer máquina pode
transmitir.
Se duas máquinas o fazem ao mesmo tempo, ocorre
uma colisão.
• Neste caso, ambas as estações interrompem a transmissão,
esperam durante um tempo gerado aleatoriamente e tentam
novamente.
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O Nível de Enlace nas Redes Locais
Token Bus (ficha-barramento): cada estação recebe o
direito de transmissão na forma de uma ficha (token) e
pode então transmitir (ou não) até um tempo máximo
determinado, passando depois a ficha à estação seguinte de
um anel lógico.
Aqui o pior caso do atraso é determinístico e não mais
estatístico ou aleatório.
Token Ring (ficha em anel): A IBM justificou a sua
escolha defendendo a alta eficiência e outra vantagens
técnicas dessa tecnologia.
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O Nível de Enlace nas Redes Locais
O Comitê acabou por adotar os três padrões, hoje
conhecidos como IEEE 802.3, 802.4 e 802.5.
O nível de enlace foi dividido em duas sub-camadas.
Os três padrões diferem no nível físico e nas funções do
MAC.
Nas funções do LLC todas as três arquiteturas usam o
mesmo protocolo, padronizado pela norma 802.2.
Para as redes metropolitanas, como DQDB (Distributed
Queue Dual Bus), foi definido o padrão IEEE 802.6.
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Padrões para os níveis físico e de enlace
em LANs e WLANs
Padrão
Padrão
IEEE 802.3
IEEE 802.3
rede em barra, utilizando CSMA/CD como método de
acesso
Padrão IEEE 802.4
rede em barra, utilizando passagem de permissão como
método de acesso
Padrão
Padrão
IEEE 802.5
IEEE 802.5
rede em anel, utilizando passagem de permissão como
método de acesso
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Padrões para os níveis físico e de enlace
em LANs e WLANs
Padrão
Padrão
IEEE 802.11a: fornece transmissão de até
IEEE
54 Mbps na banda 5 GHz. Menos possibilidade de
interferência na frequência de rádio do que a
802.11b e a 802.11g. Alcance relativamente
menor (aproximadamente 60 metros) do que a
802.11b. Não é interoperável com a 802.11b.
Padrão
Padrão
IEEE 802.11b: fornece transmissão de
IEEE
até 11 Mbps na banda 2.4 GHz. Não é
interoperável com a 802.11a. Oferece acesso a
dados até 100 metros de distância da estação base.
Padrões para os níveis físico e de enlace
em LANs e WLANs
Padrão
Padrão
IEEE 802.11g: fornece transmissão de até
IEEE
54 Mbps (normalmente 22 Mbps) na banda 2.4
GHz. Considerada a sucessora da 802.11b e
compatível com a mesma. Oferece acesso de alta
velocidade a dados até 100 metros de distância da
estação base.
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Modulação e Codificação
Modulação
Dados analógicos Sinais analógicos
Dados digitais Sinais analógicos
Codificação
Dados analógicos Sinais digitais
Dados digitais Sinais digitais
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Modulação
Processo pelo qual o sinal de dados (dito sinal modulante)
modifica um ou mais parâmetros (amplitude, freqüência ou
fase) de uma onda senoidal, dita portadora.
A informação impõe o modo como vai ser modificada a
portadora.
Ao se analisar, na recepção, as modificações sofridas pela
portadora, pode-se recuperar a informação digital
(demodulação). Por isso, se diz que a portadora transporta
a informação.
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Modulação
Uso mais comum: transmissão de dados digitais em rede
telefônica.
Rede telefônica: sinais de voz - 300 a 3400 Hz.
Há basicamente quatro técnicas
modulação em amplitude
modulação em frequência
modulação em fase
modulação QAM
Através destas técnicas de modulação pode-se transformar
um dado digital em um sinal analógico.
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Meios físicos
Alguns fatores que podem ser levados em consideração na
escolha do meio físico:
taxas de transmissão
facilidade de instalação
imunidade a ruídos
confiabilidade
custo total
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Meios físicos
Coaxial
Par trançado
Fibra ótica
Rádio
Infravermelho
...
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Meios físicos
Cabo Coaxial
Consiste em um condutor de cobre central, uma camada
de isolamento flexível (dielétrico), uma blindagem com
uma malha ou trança metálica e uma cobertura externa.
1
Capa Plástica Protetora
2 Camada Condutora
3 Camada Isolante
4 Fio de Cobre
1
2
3
4
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Meios físicos
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Meios físicos
Par Trançado
Consiste de pares fios de cobre enrolados de forma
helicoidal
reduz a interferência elétrica entre dois
pares de fios.
Meios físicos
Existem dois tipos de par trançado:
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Meios físicos
UTP (Unshielded Twisted Pair) - cabo sem blindagem
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Meios físicos
Cabos UTP são divididos em 5 categorias de acordo com a
capacidades de utilização, calibre do fio, cobertura.
Referência
(banda passante) Impedância (Telefonia e Dados)Aplicações
EIA/TIA Cat. 1 150 Ohms Telefonia analógica 4KHz Telefonia digital 64KHz EIA/TIA Cat. 2
(até 1 MHz) 100 Ohms IBM 3270, AS 400ISDN Dados EIA/TIA Cat. 3
(até 16 MHz) 100 Ohms Token Ring 4 Mbit/sIEEE 10BaseT EIA/TIA Cat. 4
(até 20 MHz) 100 Ohms Token Ring 4 e 16 Mbit/sIEEE 10BaseT EIA/TIA Cat. 5
(até 100 MHz) 100 Ohms IEEE 10BaseT e100BaseT Token Ring 4 e 16 Mbit/s
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Meios físicos
Fibra Ótica
Composta basicamente de material dielétrico, seguindo
uma longa estrutura cilíndrica, transparente e flexível,
de dimensões microscópicas.
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Meios físicos
Existem três tipos de fibras:
multimodo com índice degrau
multimodo com índice gradual
monomodo
Meios físicos
Multimodo com índice degrau
Diferentes
índices de
refração
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Meios físicos
Multimodo com índice gradual
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Meios físicos
Monomodo
evita vários caminhos de propagação da luz dentro do
núcleo
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Nomenclatura
10Base2 10Base5 10BaseT 10Base FL
10 Mbps
10 Mbps
10 Mbps
500 m
500 m
500 m
sinalização em banda BASE
sinaliza
sinaliza
ç
ç
ão
ão
em
em
banda
banda
BASE
BASE
10BASE5
10BASE5
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Nomenclatura
Nome
10BASE5
10BASE2
10BASE-T
10BASE-F
Cabo
Coaxial grosso
Coaxial fino
Par trançado
Fibra ótica
Max. seg
500 m
200 m
100 m
2000 m
Nodos/seg
100
30
1024
1024
Vantagens
Bom para
backbones
Sistema mais barato
Fácil manutenção
Melhor entre prédios
Nomenclatura
10BASE5
conexões através de vampire
taps
10BASE2
conectores BNC formando
junções T
10BASE-T
10BASE2
10BASE2
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Espectro Eletromagnético
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Espectro Eletromagnético
Frequências
30MHz to 1GHz
• Omnidirectional
• Rádio em Broadcast
2GHz to 40GHz
• Microondas
• Altamente direcional
• Ponto a Ponto
• Satélite
3 x 10
11to 2 x 10
14• Infravermelho
• Aplicação local
Ar
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Ar
Rádio
Produz ondas onidirecionais
• A propagação usual é para todas as direções
• O uso de antenas permite o direcionamento das ondas
Pode usar ondas de freqüência baixa
• Ondas de freqüência baixa atravessam objetos e perdem
muita potência com a distância
Pode usar ondas de freqüência alta
• Ondas de freqüência alta tendem a ricochetear em
objetos sólidos ao longo do caminho
Uso em redes locais sem fio (Wireless LAN)
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Ar
Microondas Terrestre
Altas freqüências
Direcional
Problemas
• Períodos de precipitação intensa
• Desalinhamento das antenas
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Ar
Instalação
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Ar
Tipos de Links
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Ar
Aplicações
Telefonia celular
Comunicações entre dois prédios
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Ar
Satélite
O Satélite é uma estação de “relay”
O satélite recebe em uma freqüência amplifica ou
repete o sinal e transmite em outra freqüência
Para enviar informação sobre o planeta, giram em torno
de seu próprio eixo (o que mantém seu equilíbrio), ao
mesmo tempo que "varrem" a superfície da Terra.
Usado para
• Televisão
• Telefonia de longa distância
• Redes Privadas
Ar
Satélites geoestacionários
São satélites colocados em órbita sobre o equador de tal
forma que o satélite tenha um período de rotação igual ao do
planeta Terra.
As estações terrestres utilizam antenas fixas, que apresentam
um pequeno custo de operação e manutenção em relação às
móveis.
A uma altitude de 37.000 km, o período de
deslocamento com vel. de 28.000km/h é igual a
24 horas e está girando com a mesma velocidade
angular que a Terra.
A União Internacional de Telecomunicações
(UIT) dividiu o espaço geoestacionário em 180
posições orbitais, cada uma separada da outra de
um ângulo de 2°.
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Ar
Satélites não geoestacionários
São satélites colocados em órbita circular com a terra, onde:
velocidade de rotação do satélite
≠ velocidade de rotação da
terra
As estações terrestres utilizam antenas móveis, com custos
de operação e manutenção maiores em relação às fixas
Um satélite a 800 km de altitude se desloca com uma
velocidade de 28.000 km/h, completando uma órbita em 100
minutos.
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Ar
Banda KU X Banda C
Por operar em uma freqüência mais alta, a Banda KU não sofre
interferência dos enlaces terrestres de microondas nas áreas
metropolitanas. A banda C, por atuar em uma freqüência mais baixa, está
sujeita a enfrentar problemas de interferências tanto climáticas quanto do
excesso de tráfego.
Internacionalmente, a banda mais popular é a banda Ku, pois permite
cursar tráfego com antenas menores que as de banda C, devido ao fato das
suas freqüências serem mais altas.
Devido ao mesmo fato, a transmissão em banda Ku é mais suscetível a
interrupções causadas pela chuva. Dessa forma a banda C é mais popular
em países tropicais.
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Ar
Vantagens do uso de satélites
Grande largura de banda disponível
Cobertura de grandes áreas
Todos os usuários têm as mesmas possibilidades de
acesso
Facilidade de utilização em comunicações móveis
Superação de obstáculos naturais
Ar
Desvantagens do uso de satélites
Alto investimento inicial
Pequena vida útil
Aspectos institucionais, legais e regulamentais
Dificuldades e alto custo de manuntenção
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Ar
Infravermelho
Uso facilitado por projeto fácil e custo baixo
Apresentam curto alcance
São razoavelmente unidirecionais, com pouca
abertura
Problemas
• Espectro compartilhado com a luz do Sol
• Interferência de luz fluorescente
• Não atravessa objetos opacos
Vantagens
• Segurança
• Não interferência entre redes em salas diferentes
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Multiplexação
É a técnica que permite a transmissão de mais de um sinal
em um mesmo meio físico.
A capacidade de transmissão do meio físico é dividida em
“fatias” (canais), com a finalidade de transportar
informações de equipamentos distintos.
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Multiplexação - FDM
Neste tipo de
modulação a banda
passante é dividida
em vários canais de
comunicação, em
faixas de
freqüência
distintas.
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Multiplexação - FDM
Cada um desses canais pode ser usado individualmente
como se fosse uma linha separada.
Na telefonia as faixas de freqüência reservadas para a
transmissão de voz são de 4 KHz.
Neste tipo de técnica os terminais não precisam estar
geograficamente próximos.
Todos sinais são enviados ao mesmo tempo, porém cada
um ocupando uma diferente porção da largura de banda.
Uma desvantagem da FDM é a dificuldade de expansão.
Multiplexação - FDM
Transmissão de três
canais de voz sobre
o mesmo meio
simultaneamente.
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Multiplexação - FDM
Transmissão ADSL
Menos de 25kHz para
voz
• Plain old telephone
service (POTS)
Uso de FDM para
alocar duas bandas
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Multiplexação - TDM
Este tipo de multiplexação se beneficia do fato de que a
capacidade (em quantidade de bits por segundo) do meio
de transmissão, em muitos casos, excede a taxa média de
geração de bits das estações conectadas ao meio físico.
Ela intercala os bits, que fluem das linhas de baixa
velocidade, dentro da linha de maior velocidade.
A TDM pode ser classificada em síncrona e assíncrona.
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Multiplexação - TDM Síncrona
O domínio do tempo é dividido em intervalos de tamanho
fixo T chamados frames (quadros).
Cada frame é subdividido em N subintervalos {t
1,...,t
n}
denominados slots ou segmentos que formam uma partição
dos frames que, por sua vez, formam uma partição do
tempo infinito.
Os segmentos de tempo dentro de um frame não precisam
ser do mesmo tamanho.
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Multiplexação - TDM Síncrona
Canal Fixo
é o conjunto de todos os segmentos, um em cada frame,
identificados por uma determinada posição fixa dentro desses
frames. Cada canal deve ser alocado para as diferentes fontes de
transmissão.
Canais Chaveados
são alocados e deslocados dinamicamente durante o
funcionamento das fontes transmissoras.
Multiplexação - TDM Assíncrona
Também chamada de multiplexação estatística.
Não há alocação de canal.
Parcelas de tempo são alocadas dinamicamente de acordo
com a demanda das estações, isto é, com a largura
individual de cada canal.
A banda a ser destinada a cada uma dos canais é alocada
dinamicamente com base na utilização estatística.
Cada canal dispõe de banda somente quando estiver
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Multiplexação - TDM Assíncrona
Permite-se dessa forma a maximização do uso da largura
de banda disponível na linha compartilhada.
Nenhuma capacidade de transmissão é desperdiçada, pois
o tempo não utilizado está sempre disponível caso alguma
estação gere tráfego e deseja utilizar o canal de
transmissão.
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Multiplexação - TDM Assíncrona
Cable Modem
Dois canais dedicados para transferência de dados.
• Um em cada direção.
Cada canal é compartilhado por vários assinantes.
• Uso de TDM Assíncrono ou estatístico.
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Distorção
Mudança indesejada na forma da onda
Ocorre sempre que é transmitido o sinal sobre um
certo canal.
Conhecendo o canal, pode-se predizer o que irá
acontecer sobre qualquer sinal que seja
transmitido por ele.
É passível de compensação pela adição de
componentes elétricos passivos e/ou ativos ao
canal, que eliminem ou minimizem seus efeitos.
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Distorção por atenuação
As distorções, por serem sistemáticas e determinísticas,
podem ser compensadas no transmissor e no receptor, através
de circuitos de equalização
Se todas as componentes de um sinal tivessem suas
amplitudes simplesmente atenuadas de forma constante, o
sinal perderia potência mas manteria a mesma forma de onda,
sem distorção
A distorção ocorre porque a atenuação afeta de maneira
diferente as amplitudes relativas de diferentes componentes do
sinal.
Ruído
É constituído por sinais eletrônicos aleatórios
Por serem aleatórios, não podem ser
completamente compensados.
Adição adulterada ao sinal de informação que
tende a alterar seu conteúdo.
É um sinal indesejável.
É muito difícil de compensar, pois não pode ser
prognosticado, a não ser em termos de
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Ruído
Existem dois tipos de ruído que afetam as
comunicações telefônicas:
ruído branco
ruído impulsivo
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Ruído branco
É denominado também ruído térmico.
Provocado pela agitação dos elétrons nos
condutores.
Sua quantidade é função da temperatura.
É uniformemente distribuído em todas as
freqüências do espectro .
Na prática, é o chiado de fundo que pode ser
ouvido em qualquer sistema de comunicação.
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Ruído branco
A recuperação e amplificação do sinal em pontos
intermediários de um canal de comunicação não
melhora a relação sinal/ruído (RSR)
ruído branco também é amplificado e se adiciona ao
nível de ruído presente no novo trecho de linha
Assim, a RSR se deteriora com o aumento do número
de trechos de um canal
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Ruído impulsivo
É não contínuo e consiste em pulsos irregulares e
com grandes amplitudes, sendo de difícil
prevenção
a duração destes pulsos pode variar de alguns
milisegundos até centenas de milisegundos
Ruído impulsivo
É provocado por
distúrbios elétricos externos ou falhas nos equipamentos
indução no circuito telefônico (raios)
É o causador da maior parte dos erros em
comunicação de dados
Sua medida se realiza pela contagem do número de
vezes que, num determinado período de tempo, os
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