N
esta edição, maté-ria especial fala do conceito básico de Representação Facial Humana (RFH), aponta o órgão nacio-nal responsável pelo emprego e desenvolvimento da RFH, além de detalhar olançamen-to do HORUS, o mais moder-no software de retrato falado integralmente desenvolvido por profissionais do Instituto Nacional de Identificação (INI), projeto que levou quatro anos para ser concluído.
Agosto/Setembro/2009
Órgão Oficial de Divulga-ção da AssociaDivulga-ção dos Papiloscopistas Policiais
do Estado de Goiás DIRETORIA
Presidente - Simone de Jesus
Vice-Presidente –Juliana Pabla Soares Martins
1º Secretário - Antônio Maciel Aguiar Filho
2º Secretário - Jaqueline Santana Santos
Tesoureiro – José Ramos Neves
Diretor de Relações Públicas, Sócio Cultural e Esportivas
Juliano Rodrigues Fontenelle Rua 66, nº124, Centro - Fone (62) 3229-4884
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Eliziário Rocha, José Albino, Denivaldo dos R. Pereira
Projeto Gráfico
Suelaine Martins Filmari
Para leitores especiais
A parceria entre a Agência de Propaganda Publique Comunicação Ltda e a Associação dos Papiloscopistas Policiais do Estado de Goiás - APPEGO – completa mais de 03 anos de pleno sucesso e total funcionalidade. Sem ônus para entidade e seus associados, a APPEGO dispõe de um jornal moderno e eficiente, elaborado por profissionais sintonizados com as últimas tendências nas áreas de jornalismo e design gráfico. Portanto, o leitor tem em mãos o resultado da união entre uma empresa competente e correta e líderes classistas íntegros e sérios. Tenham todos uma ótima leitura!
Atenciosamente,
Suelaine Martins Filmari - Diretora da Publique
Prêmio Excelência
Este espaço é destinado a premiar com o título de Excelência qualquer servidor público, seja na esfera Municipal, Estadual ou Federal, dos poderes Executivo, Legislativo ou Judiciário que tenha se destacado em sua área de atuação.
O Profissional Excelência é escolhido por uma comissão dentre os candidatos indicados pelos associados da APPEGO (Associação dos Papiloscopistas Policiais do Estado de Goiás).
Editorial
Nadiel Dias da Costa, Perito Papiloscopista do DF, premiado por seu profissionalismo, competência e dedicação.
De volta para casa
Simone de Jesus Presidente da APPEGO, Papiloscopista Policial, especialista em necropapiloscopia
A
tos secretos, cabidesde empregos, vanta-gens ilícitas para fami-liares, tráfico de influência, apar-tamentos bancados por emprei-teiras. Essas e outras tramas fa-zem parte da triste novela do Se-nado Federal, que a cada capí-tulo ganha ares de tragédia. In-diferentes ao clamor popular, aos anseios e necessidades da popu-lação que carrega literalmente o país nas costas, poderosos cha-furdam na lama das mordomias pagas com o dinheiro público, tratam o erário como extensão de suas contas bancárias.
Enquanto isso, uma pandemia de gripe coloca de joelhos a já combalida saúde pública, o povo clama por segurança pública de qualidade, por educação minima-mente descente, pela oportunida-de oportunida-de trabalhar honestamente e vi-ver com o mínimo de dignidade.
Indiferente ao barulho das ruas, uma quantidade considerá-vel de integrantes da classe polí-tica continua surda à realidade, à miséria, às carências econômi-cas e sociais de nosso país. Uma falta de sintonia que muitos in-sistem em reverter somente em vésperas de eleições, quando a in-sensibilidade cede lugar ao com-promisso vazio, às promessas ir-responsáveis.
Entretanto, com acesso a edu-cação e a informação cada vez mais a população vem demons-trando cansaço, fastio com esse jogo de cena inescrupuloso e co-brando posturas menos levianas de nossos representantes, exigin-do compromissos efetivos com os interesses e direitos do povo.
Exemplo claro desse novo cená-rio é a pesquisa Datafolha, vei-culada recentemente, mostrando que nada menos que 74% dos brasileiros defendem o afasta-mento do atual presidente do Senado Federal - por renúncia (38%) ou licença (36%).
Graças a maior conscienti-zação da população e da ação continua das entidades represen-tativas da sociedade civil organi-zada, o espaço para políticos far-santes e sem ética tem diminuí-do gradativamente. As armas mais eficientes para combater o mau político são sem dúvida as urnas e a democracia. Portanto, nunca é demais lembrar: em 2010 tem eleições, mais uma oportunidade para man-darmos para casa aqueles que hoje fazem da política partidá-ria a casa da mãe Joana.
Agosto/Setembro/2009
Atualização
N
os dias 18 e 19 de junho, o hotel Kanaxuê, em Goiânia, foi palco do I Encontro Nacional de Necropapiloscopia. O evento contou com a presença de representantes de todos os Ins-titutos de Medicina Legal do país e Núcleos de Identificação dos Departamentos da Po-licia Federal. “Os objetivos propostos foram alcançados e muitos, mesmo apresentando certa complexidade, pois não dependiam apenas do profissional Papiloscopista, saíram bem encaminhados, sobretudo porque a SENASP (Secretaria Nacional de Segurança Publica), representada por Clemil José de Araújo, da coordenação de perícia do MJ e a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, re-presentada por Daniel Lerner, puderam per-ceber que há possibilidade técnica e grande alcance social”, avalia Antônio Maciel, pre-sidente da FENAPPI. O líder classista cita al-guns objetivos: o cadastro nacional dactiloscópico e antropométrico de pessoas desaparecidas; a padronização dos procedi-mentos necropapiloscopicos para todos os IMLs do país e a criação do grupo de elite de Necropapiloscopistas, especializado na iden-tificação humana em “desastres de massa”. Para a formação do grupo de elite de necropapiloscopistas foram escolhidos 10 Papiloscopistas titulares e 10 suplentes e le-vou-se em conta o grau de desenvolvimento da ciência papiloscópica nos Estados.Composição - Titulares e suplentes As pessoas selecionadas para integrar o Grupo foram:
Região Sul: Paraná: João Maria Vieira Fi-lho e Gildean Oliveira Araújo. Rio Grande do Sul: Pantaleão Júnior Pimentel Barros; Cristiane de Lima Vianna. Região Sudeste: São Paulo: Olga Benário; Marta Alves do
I Encontro Nacional de Necropapiloscopia
Nascimento. Rio de Janeiro: Sérgio Bento Olaio; Elisabeth Elisio Almeida. Região
Nor-te: Tocantins: Tito Rodrigues Lustosa; Dé-bora Moraes Barbosa. Região Nordeste: Bahia: Perito Técnico Marco Aurélio Luz Dultra; Perito Técnico Jardson Fragoso Car-valho. Região Centro Oeste: Mato Grosso do Sul: Luiz Fernando Coelho Alves; Giselia Peres Bonachela de Pádua. Simone de Je-sus; Antônio Maciel Aguiar Filho. Distrito
Federal: Jurema Aparecida Pereira de Moraes; Mírcio Antônio Abreu Filho.
Polí-cia Federal: Luciene Marques da Silva – DF (INI); João Eduardo Felício Müller – SC (SR)
Dentre os planos de ação ficou definido que a SENASP deverá:
1) Incluir no Plano Anual de Capaci-tação o Encontro Presencial do Grupo de Trabalho de Necropapiloscopia (GTN), para se discutir e apresentar resultados dos tra-balhos do Grupo;
2) Homologar as práticas estabelecidas pelo grupo, após análise e aprovação de se-tor específico de ensino e de perícias da SENASP.
3) Promover a divulgação para todas as Unidades da Federação dos trabalhos reali-zados pela comissão;
Quanto ao cadastro nacional dactilos-cópico e antropométrico de pessoas desapa-recidas, Marcos Elias, Diretor do Instituto Nacional de Identificação, garantiu a viabi-lidade técnica, colocou-se à disposição para sua implementação (a tecnologia necessária já existe) e sugeriu que o projeto fosse feito em parceria com a Secretaria Especial de Di-reitos Humanos, que inclusive já possui ca-dastro onomástico de crianças e adolescen-tes desaparecidos.
Será formada uma comissão que atuará de forma continua buscando a elaboração de estu-dos, diagnósticos e pesquisas aplicadas a necropapiloscopia, tendo como principal obje-tivo a padronização dos procedimentos necropapiloscópicos a serem implantados em todos os IMLs do país. “As palestras e apresen-tações de casos foram também muito proveito-sas, pois pudemos conhecer novas técnicas apli-cadas a necropapiloscopia nos mais variados Estados e conhecer a realidade e as dificulda-des de cada um”, conclui Antônio Maciel.
Abertura do I Encontro Nacional de Necropapiloscopia
Auditório lotado e muito interesse dos participantes
Autoridades na mesa de abertura do I Encontro Nacional de Necropapiloscopia
Momento de descontração de Papiloscopistas de todo o país
Titulares do Grupo de Elite de Necropapiloscopistas especializados em
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D
evido ao longo período da greve,cerca de 20 mil carteiras de iden-tidades deixaram de ser produzi-das, além de vários outros serviços, como: cadastros criminais, atestados de anteceden-tes, laudos papiloscópicos, pesquisas dactiloscópicas, retratos falados, e outros. Apenas os laudos necropapiloscopicos emi-tidos na seção de Identificação Humana do IML continuaram a ser emitidos normalmen-te pelos Papiloscopistas Policiais.
Com o mutirão foi possível, após 30 dias, restabelecer o prazo normal de 15 dias para entrega das identidades. A Diretoria da APPEGO agradece a toda categoria, que de forma voluntária demonstrou grande sensi-bilidade e responsasensi-bilidade social.
Papiloscopistas: Catiana, Luciney, Gustavo, Juliana, Juliano e Marcelo
Profissionais nota 10
Respeito à sociedade
Papiloscopistas fazem mutirão no Instituto de Identificação para minimizar
os impactos da greve que durou 28 dias
Reconhecidamente um dos mé-todos de identificação humana mais eficiente e mais barato, a necropapiloscopia, identificação de cadáveres pela impressão digi-tal, presta um grande serviço atra-vés dos Institutos de Medicina Le-gal. Em Goiânia, na Seção de Iden-tificação Humana do Instituto de Medicina Legal Aristoclides Teixeira da Superintendência da Polícia Técnico-Científica, existe
Necropapiloscopia
equipes de Papiloscopistas que atuam no expediente, nos plantões e no atendimento a “identificação de cadáveres em condições espe-ciais”, atendendo a região metro-politana, bem como, alguns casos do interior.
No dia 12 de agosto, em aten-dimento a solicitação para iden-tificação de um cadáver em “condição especial”, o Papiloscopista Maciel realizou
um excelente trabalho de recu-peração do tecido dérmico. O cadáver, de sexo feminino, teria sofrido um acidente automobilís-tico e sofrido queimaduras de 3º grau em praticamente todo o
cor-po. Utilizando técnicas diversas, o papiloscopista conseguiu al-guns fragmentos papilares, positivando o confronto pericial e evitando a necessidade de se recorrer ao DNA.
Planilha dactiloscópica com fragmentos dígitos papilares do cadáver 7962/09
Imagem n° 01 – Ampliação da impressão digital do dedo polegar da mão esquerda constante da planilha dactiloscópica do cadáver nº 7962/09, IML/GO, com suposto nome de A. C. S., com o assinalamento dos doze pontos característicos coincidentes com os da imagem nº 02.
Imagem n° 02 - Ampliação da impressão digital do dedo polegar da mão esquerda constante da Ficha Prontuário, em nome de A. C. S., RG
n.º 5050702, SSP/SC, com o assinalamento dos doze pontos característicos coincidentes com os da imagem nº 01.
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Opinião
N
ão estamos aqui a de-fender grande quan-tidade de Papilos-copistas nos postos de Identifica-ção, mais sim um responsável, capaz de fazer uma triagem téc-nica nos documentos, especial-mente nas certidões de nascimen-to, onde infelizmente reside a origem das inúmeras fraudes e falsificações que ocorrem no do-cumento de Identidade.Só para exemplificar e ao mesmo tempo parabenizar aos colegas Papiloscopistas da cida-de cida-de Catalão, Acida-delmar e Maria Marly, apresentamos o caso do requerente de suposto nome Marcio Pereira Pacheco. Segun-do consta no relatório Segun-do 1º DP/
A importância do Papiloscopista
nos Postos de Identificação
Catalão, o requerente teria apre-sentado uma certidão de nasci-mento, cujos dados chamaram a atenção do Papiloscopista. Em contato com Cartório Civil origi-nário, da cidade de João Pinhei-ro/MG, constatou-se que trata-va de documento falso e que o suspeito já tentara requerer Iden-tidade na cidade de Ribeirão Pre-to (SP). Configurado o crime, o suspeito foi encaminhado à de-legacia e preso. Após investiga-ção constatou-se que seu nome verdadeiro é Arnaldo de Olivei-ra PereiOlivei-ra, estelionatário que aplicou diversos golpes no co-mércio com cheques e comprou três veículos, não efetuando os pagamentos.
Durante o módulo de Documentoscopia da pós-gradua-ção em Perícia Criminal realizada no Uniclass, papilosco-pistas Bruno e Maciel ao lado do professor Samuel e dos colegas Evanildo, Clarissa, Lucélia e Beatriz.
Gerais
Novo documento reforçará segurança pública, diz deputado
Para o Deputado Federal JoãoCampos, o projeto RIC (Registro Individual Civil) e o Sistema AFIS, em funcionamento na Policia Fe-deral e em alguns Estados, inclu-sive em Goiás, são importantes ferramentas de investigação e
ins-trumento de cidadania, pois au-xiliam o combate a criminalidade, inibem as fraudes e falsificações, além de oferecerem confiabilidade ao registro civil e ampliarem a ci-dadania, levando o Registro Ge-ral a todo brasileiro.
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Sindicais
Audiência na SENASP
O
Secretário Nacional de Segurança Publi-ca, Ricardo Balestreri, recebeu em audiência represen-tantes da APPEGO/GO, AS-PECTO/TO e ASBRAPP/DF, FENAPPI, ABRAPOL e ANDI (Associação Nacional dos Dire-tores de Institutos de Identifica-ção).A principal pauta da reunião
FENAPPI (Federação Nacional dos Papiloscopistas) e ABRAPOL (Associação Brasileira dos
Papiloscopistas Policiais Federais) são recebidas pelo secretário Ricardo Balestrini
Comissão composta por Wagner(coord. Pericia), Nazareno(ABRAPOL), Breno(SENASP), Ayran(ABRAPOL), José Luis(ASBRAPP), Maciel(FENAPPI), Simone(APPEGO), Tito(ASPETO), Claudionor(II-DF) e
Luisão(ANDI e II-DF)
Entrega ao secretário do Prêmio Excelência e lembrança de Goiás
foi de agradecimento as posições da SENASP em relação à Perícia Oficial de Natureza Criminal. O secretário falou de temas gerais, incluindo a necessidade de se começar a discutir e construir uma Policia Cientifica forte, den-tro de um projeto muito maior, por exemplo, inserida no rol das polícias, no artigo 144 da Cons-tituição Brasileira. De acordo com
Balestrini, essa discussão entre categorias tem um caráter aca-dêmico, taxionômico (Classifica-ção), portanto, sem propósito. “ Em que a inclusão dos Papilos-copista no rol de peritos oficiais pode prejudicar os Peritos Crimi-nais?”, questionou.
Na oportunidade, a APPEGO, representada pela presidente Si-mone de Jesus, entregou a
Balestrini o Prêmio Excelência / outubro de 2008 e uma lembran-ça dos Papiloscopistas de Goiás. O secretário agradeceu a genti-leza e o carinho dos goianos e confirmou sua participação no X Congresso Brasileiro de Identifi-cação, Perícia Papiloscópica e Necropapiloscópica, a ser reali-zado em Recife (PE), nos dias 21, 22 e 23 de outubro.
Evento mais esperado nos úl-timos tempos no segmento da Segurança Publica do país, a 1ª Conferência Nacional chega des-pertando nos trabalhadores, gestores e sociedade civil grande expectativa. “Sabemos que um novo paradigma precisa ser cri-ado, um novo processo e muitos atores”, analisa Simone de Jesus, presidente da APPEGO.
De acordo com a líder clas-sista, a presença expressiva dos Papiloscopistas goianos se deve principalmente ao engajamento da categoria em todas as etapas da conferência, que resultou na
Papiloscopistas goianos na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública
Papiloscopistas Jaqueline, Simone, Maciel e Juliana Pabla repre-sentarão Goiás na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública
eleição da Papiloscopista Julia-na Pabla e do Papiloscopista Antonio Maciel como represen-tantes da Pericia Oficial de Na-tureza Criminal de Goiás.
Também estarão presentes na 1ª CONSEG a Papiloscopista Simone de Jesus, indicada pela FENAPPI e membro efetiva da Comissão Organizadora Nacio-nal(CON). Como o Presidente da FENAPPI, Antonio Maciel, foi eleito na etapa estadual e possuía vaga como represen-tante de entidade nacional, in-dicou a Papiloscopista Jaque-line Santana.
Agosto/Setembro/2009
Senado Federal reconhece Papiloscopista e
nomenclaturas equivalentes como perito oficial
C
om atuação constante da FENAPPI (Federação Nacional dos Papiloscopistas), ABRAPOL (Associação Brasileira dos Papiloscopistas Federais) e demais entidades Estaduais e Distrital, foi aprovado o PLS 244-09, que trata do reconhecimento do Papiloscopista ou equivalentes como Perito Oficial. “O Se-nador Jayme Campos do DEM do MT e o Presidente da CCJ, Senador Demóstenes Torres, do DEM de GO foram extremamen-te importanextremamen-tes para que o acordo propos-to pela Senadora Ideli Salvati, do PT de SC, fosse cumprido à risca e tivesse tamanha celeridade”, assinala o presidente da FE-NAPPI, Antonio Maciel, que agradece a to-dos os Senadores, sobretudo, aqueles pre-sentes à sessão e que não somente votaram, mas fizeram questão de defender o voto.A partir da aprovação do PLS, os Papiloscopistas e demais servidores públicos com denominações equivalentes poderão pas-sar a integrar a carreira de peritos oficiais.
A senadora Ideli Salvati, na justificação do projeto, salienta que as atividades dos Presidente da FENAPPI, Maciel, comemora apro-vação do PLS 244-09 ao lado do Senador e relator do projeto Jayme Campos, DEM-MT, do amigo e presidente da C OBRAPOL, Gandra, e de diversos
colegas Papiloscopistas
Senadora Ideli Salvati, autora do projeto, ao lado do relator Senador Jayme Campos e de vários
Papiloscopistas
Papiloscopistas de várias regiões do país come-moram a vitória no Senado Federal
Senador Aloísio Mercadante ao lado dos Papiloscopistas após votar a favor e defender o voto
Plenário da CCJ durante a leitura do relatório favorável pelo Senador Jayme Campos Papiloscopistas são indispensáveis para a
segurança pública e a sociedade. “Tais fun-ções precisam de urgente reconhecimento como atividade de perícia oficial quando exercidas por servidores públicos designa-dos para elaborar formalmente represen-tação facial humana ou laudos papiloscópicos e necropapiloscópicos que se destinem a instruir processos cíveis e criminais”.
O diretor Parlamentar da Fenapef, Edison Tessele, ressalta que a aprovação da
propos-ta represenpropos-ta um avanço para os Papiloscopistas. Tessele destaca também a importância do trabalho da senadora para que o texto fosse aprovado. "A senadora se com-prometeu com os policiais e conseguiu em tempo recorde aprovar o PLS". Conforme Tessele, a Federação irá acompanhar a tramitação do texto na Câmara para que na-quela Casa ele tenha a mesma celeridade que teve no Senado.
Fonte: Agência Fenapef com Agência Senado
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Papiloscopistas na transferência da capital
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o dia 24 de julho, a APPEGO participou da transferência da capital para a Cidade de Goiás, além de prestigiar uma das ho-menageadas com a Ordem do Mérito Anhanguera, Maria Ce-cília Machado do Vale, Coorde-nadora da Casa Abrigo 9 Luas, mantida pelo CEVAM.Além da presença do Gover-nador de Goiás, Alcides Rodri-gues, o evento teve a participação do Ministro da Justiça, Tarso Gen-ro, do Secretário de Segurança Pública, Ernesto Roller, do Presi-dente da Assembléia Legislativa, Honor Cruvinel, do Procurador de Justiça, Eduardo Abdon
Sindicais
Simone de Jesus, presidente da APPEGO, acompanhada do deputado Onor Cruvinel e da papiloscopista Juliana PablaMoura, da Secretária de Cidada-nia, Flávia Moraes, da Secretária da SEMIRA, Denise Carvalho, do Deputado Federal Pedro Wilson, dentre outras autoridades.
A Diretoria da APPEGO par-ticipou também do almoço ofe-recido pelo Governador aos ho-menageados.
DNA
Andrew Pollack
Cientistas em Israel demonstra-ram que é possível falsificar evidência de DNA, minando a credibilidade daquele que era con-siderado o padrão da prova em casos criminais.
Os cientistas fabricaram amos-tras de sangue e saliva contendo o DNA de uma pessoa diferente da doadora do sangue e da saliva. Eles também mostraram que se tivessem acesso a um perfil de DNA em um banco de dados, eles poderiam cons-truir uma amostra de DNA que batesse com a do perfil, sem obtenção de qualquer tecido daquela pessoa. “É possível manipular uma cena de crime”, disse Dan Frumkin, o principal autor do estudo, que foi publicado online pelo “Forensic Science International: Genetics”. “Qualquer estudante de biologia pode realizar isso.”
Frumkin é um fundador da Nucleix, uma empresa com sede em Tel Aviv que desenvolveu um teste para distinguir amostras reais de DNA de falsas, que espera vender para laboratórios periciais.
O plantar de uma evidência fabricada de DNA em uma cena de crime é apenas uma implicação do
Cientistas mostram ser possível falsificar evidência de DNA
estudo. Uma invasão potencial de privacidade é outra.
Usando algumas das mesmas técnicas, pode ser possível recolher o DNA de qualquer pessoa, a partir de uma bituca de cigarro ou copo de papel descartável, e transformá-la em uma amostra de saliva que poderia ser apresentada a uma empresa de teste genético, para obter a descendência ou o risco de desen-volvimento de várias doenças. Celebridades poderiam passar a temer os “paparazzi genéticos”, disse Gail H. Javitt, do Centro de Genética e Políticas Públicas da Universidade Johns Hopkins.
Tania Simoncelli, consultora científica da União Americana das Liberdades Civis, disse que os resultados são preocupantes. “DNA é muito mais fácil de plantar em uma cena de crime do que impressões digitais”, ela disse. “Nós estamos criando um sistema de justiça criminal que está cada vez mais apoiado nesta tecnologia.”
John M. Butler, líder do projeto de teste de identidade humana do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, disse ter ficado “impressionado em quão bem eles conseguiram fabricar os falsos perfis de DNA”. Entretanto, ele
acres-centou, “eu acho que o criminoso médio não será capaz de fazer algo assim”.
Os cientistas fabricaram amostras de DNA de dois modos. Uma exigia uma amostra real de DNA, apesar de minúscula, talvez de um fio de cabelo ou copo usado. Eles ampliaram a amostra minúscula em uma grande quantidade de DNA, usando uma técnica padrão chamada ampli-ficação do genoma.
É claro, um copo ou um fio de cabelo poderiam ser deixados na cena do crime para implicar alguém, mas o sangue ou a saliva seriam mais críveis.
Os autores do estudo pegaram sangue de uma mulher e o centrifugaram para remover as células brancas, que contêm DNA. Às células vermelhas restantes eles adicionaram DNA que foi amplificado de um fio de cabelo de um homem.
Como as células vermelhas não contêm DNA, todo o material genético na amostra de sangue passou a ser do homem. Os autores a enviaram para um importante laboratório pericial americano, que o analisou como se fosse uma amostra normal do sangue de um homem.
A outra técnica faz uso dos perfis de DNA, armazenados em bancos de dados legais como uma série de números e letras correspondentes às variações nos 13 pontos no genoma de uma pessoa.
De um pool de amostra de DNA de muitas pessoas, os cientistas clonaram minúsculos fragmentos de DNA representando as variantes comuns de cada ponto, criando uma biblioteca desses fragmentos. Para preparar uma amostra de DNA capaz de combinar com qualquer perfil, eles apenas reuniram os fragmentos apropriados. Eles disseram que uma biblioteca de 425 fragmentos diferentes de DNA bastariam para cobrir todo perfil concebível.
O teste da Nucleix para dizer se uma amostra foi forjada explora o fato do DNA amplificado - que seria usado em qualquer uma das técnicas de fraude - não ser metilado, o que significa que ele carece de certas moléculas que estão ligadas ao DNA em pontos específicos, geralmente para desativar genes.
Tradução: George El Khouri Andolfato Fonte:http://noticias.uol.com.br/ midiaglobal/nytimes/2009/08/18/ ult574u9602.jhtm”
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Retrato falado
Representação Facial Humana
R
epresentação Facial Humana (RFH) é o ter mo genérico que agru-pa as ferramentas investiga-tórias: projeções de envelheci-mento, rejuvenescienvelheci-mento, disfar-ce, reconstituições faciais, laudos prosopográficos, além do tradi-cional retrato falado.Agora, pergunto aos leitores a qual órgão nacional cabe a res-ponsabilidade pelo emprego e desenvolvimento da RFH? Será o INC? Ou o INI? A resposta é óbvia, por razões óbvias, mas parece haver gente que tem dú-vidas. Então vamos bem pacien-temente expor os organogramas desses Institutos:
E como você avaliaria para a eficiência do serviço público o I.I. se aventurando a emitir laudos de autopsia ou, quem sabe, de perícia em informática? Pois não se sabe o porquê (?!), aqui em Goiás, a responsabilidade pelo retrato falado (RFH), vem sofren-do forte alteração no organo-grama acima, foi parar fora do congênere do INI, ou seja, o I.I., com sensíveis, naturais e inevitá-veis prejuízos para a polícia ci-entífica do Estado, conforme ain-da poderá ser constatado no
pre-sente texto. Equívoco que já está em fase de correção.
Exemplo de evolução pode ser citado o Distrito Federal, onde até 1990 o Retrato Falado era re-alizado pelo Instituto de Crimi-nalística. Desde então, passou a ser desenvolvido pelo Instituto de Identificação. Há quem não con-segue ou não quer ver esta dife-rença, que nem chega a ser sutil!
No último 30/06 estive-mos – Maciel, Jaqueline e eu - no INI
pa-ra cerimônia de lançamento
do HORUS, o mais moderno software de retrato falado inte-gralmente desenvolvido por pro-fissionais daquele Instituto. Os únicos recursos empregados no seu desenvolvimento foram o tempo e a dedi-cação de três papiloscopistas e de um funci-onário da área de tecnologia do INI. “O
siste-ma usado atualmente cria isiste-ma- ima-gens em preto-e-branco e de bai-xa resolução, que não recebem tratamento quanto a brilho e tex-tura, por exemplo,” explica Carlos Eduardo Campos, papiloscopista envolvido no pro-jeto que levou quatro anos para ser concluído. Com um custo de R$ 20 mil por licença de uso, o software usado desde 1999 tem ainda a limitação das caracterís-ticas faciais disponíveis, segundo Campos. “Elas são baseadas na população dos Estados Uni-dos”, diz. A criação de um ban-co de imagens ban-com caracterís-ticas locais foi o primeiro traba-lho na criação do HORUS.
“Alguns colegas chega-ram a achar que eram fotos”, diz Campos. Tal confu-são acendeu uma preocupa-ção: se internamente há esta dúvi-da, um advogado pode querer questionar o uso de um RF tão real, argumentando que é uma fotografia. Para resolver isto, nos-sos retratos falados são impresnos-sos com um carimbo de Composição
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Fotográfica e, assim como osante-riores, possuem dados que possi-bilitam a sua fácil reconstituição, em casos de contestação.
Aqui no Instituto de Identifi-cação de Goiás já estamos utili-zando, há alguns meses, as fer-ramentas agora batizadas de HORUS. O sistema começa a fun-cionar com um banco de seis mil itens e nós estamos com outros dois mil criminosos identificados aqui na Divisão de Anteceden-tes Criminais para serem incluí-dos. É só uma questão de tempo. E ao final desta tarefa outros dois mil estarão na fila para inclusão. Dois itens enfatizam a seri-edade com que o Instituto de Iden-tificação conduz suas atividades:
1. Apesar da carência de mão-de-obra que sabemos ser geral na segurança pública do Estado, aqui no seu reduto natu-ral, tais trabalhos de identifica-ção somente são realizados por peritos, tendo a seção este único propósito: RFH.
2. Vê-se que o Instituto de Identificação está em um prédio velho, bastante deficitário, se comparado com outros por aí. Entretanto, no que tange à eficá-cia do seu trabalho, o GERFACH (Grupo Especializado em Repre-sentação Facial Humana) não deixa por menos. Mesmo que te-nha, às vezes, que improvisar não abre mão do fator privaci-dade, que todos sabem ter vital
importância na condução deste trabalho junto aos informantes.
Foi, sem dúvida, por estar fun-cionando em ambiente adequa-do ou, pelo menos, adequa-dotaadequa-do de privacidade, não claustrofóbico, longe de uma sala onde são rea-lizados testes de perícias de ba-lística ou identificações crimi-nais, que várias vezes tivemos dos informantes confissões que não fizeram em delegacias.
Publicou-se recentemente em revista técnica local que tratava do assunto: “Retrato falado não pode ser utilizado como meio para identificação de um suspei-to em questão”. Vamos com cal-ma. Um desenho não incrimina ninguém e é dentro de uma ca-deia probante que o RF tem va-lor de convencimento. Estes são fatos. Porém, uma coisa é ver o retrato falado sendo feito em es-critórios de detetives ou de curi-osos, e situação oposta é a sua elaboração no local devido – um Instituto de Identificação, onde o lastro de um banco de dados detentor da confiabilidade da sua organização e forma técnica de armazenamento está a lhe dar suporte. Pode o papiloscopista, diante de cada caso, com a agili-dade que o âmbito policial re-quer, “levantar dados pessoais, ficha criminal e impressões digi-tais”. Como assim? Depois de concluído cada RF e ainda na presença do colaborador, fazer
uma busca no AFIS (Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais) a partir dos traços fisionômicos do sujei-to descrisujei-to, seu modus ope-randis, local de crime e cruza-mentos destas informações e, di-ante das opções de fotografias apresentadas pelo computador, deparar com casos de identifica-ção de bandidos. Tudo na se-qüência que exige um trabalho científico. De forma
que, àquela afirma-ção do texto cabe a ressalva: depende do contexto, de onde está sendo feito o RF. E n c e r r a n d o , queremos assinalar o ótimo relacionamen-to e edificador inter-câmbio de informa-ções por nós manti-dos com o Instituto de Identificação do
Distrito Federal e a Polícia Fe-deral local, órgãos bastante de-senvolvidos nesta área, tendo este último se mostrado apreen-sivo quanto a quem está fazen-do retratos falafazen-dos em Goiás. Diante das ponderações acima, chamamos a atenção de algu-mas delegacias e demais usuá-rios para o equívoco que será continuar, por tradição e inér-cia, a alimentação da confecção da RFH fora do seu domicílio na-tural. Fica combinado assim: o
telefone para agendamento é
(62) 3201-2703 e 3201-2705 (fax). O endereço? INSTITUTO DE IDENTIFICAÇÃO Rua 66 nº. 12 – Centro – 74055-070 Goiânia - GO (entre a 1ª DDP e o Corpo de Bombeiros).
Gerson Inácio é papiloscopista, com especialização em retrato falado pela Academia de Polícia Civil de Goiás (2002), pela Academia Nacional de Polícia (2004) e Representação Facial Humana pela Academia de Polícia Civil do Distrito Federal (2005), realizou os cursos à distância (EAD) Representação Facial Humana 1 (2008) e Representação Facial Humana 2 (2009) da SENASP.
Resgatando a história
A Lei n.º 947 de 1.902, (DOC...) e seu Decreto regulamentador, de nº 4764/1.903 (DOC..), já naquela época disciplinava as atribuições do Pa-piloscopistas e as atividades do Ga-binete de Identificação e Estatística da Polícia Civil do Distrito Federal (à época, no Rio de Janeiro).
Aos papiloscopistas competiam fazer a identificação, perícia papilos-cópica, necropapiloscópica e até mes-mo o “local de crime”, batendo foto-grafias e recolhendo vestígios, em companhia dos médicos-legistas, res-ponsáveis pelos seus exames especí-ficos. Veja-se a legislação a respeito (Decreto nº 4764/1903):
“... Art.57 - A identificação dos delinqüentes será feita pela
combina-Papiloscopia: há mais de um século é perícia oficial no Brasil
ção de todos os processos atualmente em uso nos países mais adiantados, constando do seguinte, conforme o modelo do livro de Registro Geral ane-xo a este regulamento:
- exame descritivo (retrato falado); - notas cromáticas;
- observações antropométricas; - sinais particulares, cicatrizes e tatuagens;
- impressões digitais;
- fotografia da frente e de perfil. • Parágrafo único. Esses dados serão na sua totalidade subordinados à classificação datiloscópica, de acor-do com o métoacor-do instituíacor-do por Juan Vucetich, considerando-se, para to-dos os efeitos, a impressão digital como a prova mais concludente e
po-sitiva da identidade do indivíduo e dando-se-lhe a primazia no conjunto das outras observações, que servirão para corroborá-la.
“... Art.60 - Os serviços do Gabine-te abrangerão, além da parGabine-te de Esta-tística e de informações judiciárias:”
“... II - A verificação da identidade dos cadáveres desconhecidos, deven-do sempre este serviço preceder ao de autopsia.”
“... III - A fotografia do local em que se der o delito, enquanto permanece-rem os vestígios deste e sempre que isso for necessário.
Os demais exames eram realiza-dos pelos médicos-legistas:
“Art. 48. Ao Gabinete Médico-Le-gal compete proceder a:
a) corpos de delicto; b) autopsias;
c) verificação de óbitos; d) exumações;
e) análises toxicológicas.” A nomenclatura do cargo “perito criminal” surgiu bem depois, somen-te após a criação do Gabinesomen-te de Pes-quisas Científicas, em 1933, através do Dec. no 22.332/33, para a realiza-ção de exames complementares, cujo quadro inicial constava de apenas:
1 Diretor Geral; 2 Químicos; 2 Auxiliares; 2 serventes.
Teríamos ficado 30 anos sem “pe-rito oficial”?
Agosto/Setembro/2009
Agosto/Setembro/2009
Evento
Organizado pela ASPPAPE e FENAPPI, o X Congresso Brasi-leiro de Identificação, Perícia Papiloscópica e Necropapiloscópica terá como principal objetivo estimular, desenvolver e divulgar o conhecimento e as novas técnicas da identificação papiloscópica, ciência fundada em 1841 por Juan Vucetich, e que tem por meta o estudo da identificação humana através das impressões papilares, bem como, disseminar o trabalho desenvolvido pela papiloscopia. O evento será realizado no período de 21 a 23 de outubro, no Recife Praia Hotel, em Recife (PE)
X Congresso Brasileiro de Identificação,
Perícia Papiloscópica e Necropapiloscópica
DIA 21 DE OUTUBRO DE 2009 - (Quarta-feira) TARDE
15:00h às 15:55h – CREDENCIAMENTO E ENTREGA DE MATERIAIS AOS CONGRES-SISTAS
16:00 às 16:55h – Abertura Oficial do Evento pelo Cerimonial - Pronunciamento de Autoridades
17:00h às 17:25h– Pronunciamento do Excelentíssimo Governador do Estado – OU REPRESENTANTE LEGAL DO GOVERNO.
PALESTRAS
17:30 as 18:25h – 1° TEMA: (A CONFIRMAR)
A PAPILOSCOPIA COMO PERICIA OFICIAL Palestrante: SENADORA IDELI SALVATI – PT– SC
18:30 ás 19:25h – 2° TEMA: (CONFIRMADO)
AS NOVAS POLÍTICAS DA SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA (SENASP) PARA A POLICIA TECNICA E O PAPEL DA PAPILOSCOPIA NESTE CONTEXTO
Palestrante: RICARDO BALESTRERI Secretario Nacional de Segurança Pública 19:30 às 20:20– 3° TEMA: (CONFIRMADO) CENTENÁRIO DO INSTITUTO DE IDENTI-FICAÇÃO TAVARES BURIL – IITB – E A IM-PORTÂNCIA DA REPRESENTAÇÃO DE CLASSE NA CONJUNTURA ATUAL DA SUA HISTÓRIA
Palestrante: NILSON ALVES DE OLIVEIRA (CONFIRMADO)
Dactiloscopista Policial Civil de Pernambuco.
20:30h às 21:20h – APRESENTAÇÃO CULTURAL
21:30h às 23:00h – COQUETEL – MÚSICA AO VIVO
DIA 22 DE OUTUBRO DE 2009 – (Quinta-feira) MANHÃ
08:30h às 09:25h – 4° TEMA (CONFIRMADO) AFIS CIVIL – MODELO DF e RS
Palestrante:LUIS ANTÔNIO OLIVEIRA BARBOSA
PROGRAMAÇÃO
Diretor do Instituto de Identificação DF GUILHERME FERREIRA LOPES Diretor do Instituto de Identificação do RS.
09:30h às 10:25h – 5° TEMA (CONFIRMADO) A PERÍCIA NECRODATILOSCÓPICA COMO INSTRUMENTO OTIMIZADOR DA SEGU-RANÇA JURÍDICA
Palestrante: EDENILSON JOSÉ DE MATOS Delegado da Polícia Civil de Pernambuco
10:30h às 10:50h – INTERVALO
10:55h às 11:50h – 6° TEMA (CONFIRMADO) PAPILOSCOPIA E IDENTIFICAÇÃO NO AMBITO DA PERICIA FORENSE
Palestrante: EDSON WAGNER Coordenador de Perícias – SENASP.
12:00h às 14:00h – INTERVALO ALMOÇO LIVRE
TARDE
14:00h às 14:55h – : 7° TEMA (CONFIRMADO) IDENTIFICAÇÃO DAS VÍTIMAS DA TRAGÉDIA DO VÔO 447 DA AIR FRANCE
Palestrante: NILMA DA SILVEIRA AZEVEDO JOSÉ FERREIRA DA SILVA - Dactiloscopistas Policiais Civis de Pernambuco
15:00h às 15:55h – 8° TEMA (CONFIRMADO) OS 12 PONTOS CARACTERÍSTICOS VERSUS A CONVICÇÃO DO ESPECIALISTA Qual dos métodos é adotado pela comunidade científica internacional da área?
Palestrante: NADIEL DIAS DA COSTA Perito Papiloscopista - DF
16:00h às 16:20h – Coffee Break
16:25h às 17:30h – 9° TEMA (CONFIRMADO) USO DE REAGENTES E NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS A PAPILOSCOPIA
Palestrante: VALTER STEFANI Doutor em Ciências Químicas Professor da Universidade Federal do RS
17:35h às 18:30h – 10° TEMA (CONFIRMADO)
A IMPORTANCIA DA PAPILOSCOPIA PARA A INVESTIGAÇÃO
Palestrante: Dr. CARLOS ALBERTO FONSECA Promotor de Justiça – MP – GO
DIA 23 DE OUTUBRO DE 2009 – (Sexta-feira) MANHÃ
08:30h às 09:25h – 11° TEMA (CONFIRMADO) PROJETO RIC – REGISTRO ÚNICO DE IDENTIDADE CIVIL
Palestrante: MARCOS ELIAS CLÁUDIO DE ARAUJO
Diretor do Instituto Nacional de identificação - INI
09:30h às 10:30h – 12° TEMA (CONFIRMADO) REPRESENTAÇÃO FACIAL HUMANA E SUAS MULTI FACETAS
Palestrante: BRASILIO CALDEIRA BRANT Papiloscopista Policia Federal – DPF – GO
10:35h às 11:55h – 13° TEMA (CONFIRMADO) OS NOVOS RUMOS PARA A PAPILOSCOPIA NO BRASIL
Palestrante: JOÃO CAMPOS Deputado Federal – PSDB – GO. ANTÔNIO MACIEL AGUIAR FILHO (Presidente da FENAPPI)
PAULO AYRAN DA SILVA BEZERRA (Presidente da ABRAPOL)
12:00h às 14:00h – INTERVALO - ALMOÇO LIVRE
TARDE
14:00h às 15:00h – 14° TEMA (CONFIRMADO) APLICAÇÃO DE LUZ FORENSE EM LOCAL DE CRIME
Palestrante: JAMES TROY VALENCIA VARGAS Perito especializado em identificação humana para el Ministério del Interior y Justicia de la República de Colômbia. Consultor Técnico
Forense para Latinoamericano de IAFIS GROUP.
15:00h às 18:00h – TOUR EM RECIFE -VISITAÇÃO AO IITB, IML, DHPP e Delegacia de Boa Viagem
EVENTO PARALELOS
- 15:00h às 15:50h REUNIÃO DOS DIRETORES DOS INSTITUTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO BRASIL.
(Local: SALÃO CAPIBARIBE - RECIFE PRAIA HOTEL - Av. Boa Viagem – n° 09 – Pina – Recife – PE)
- 16:00h às 17:00h REUNIÃO DOS REPRE-SENTANTES DAS ASSOCIAÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA PAPILOSCOPIA DOS E S T A D O S , P O L Í I C I A F E D E R A L E FENAPPI.
(Local: SALÃO CAPIBARIBE - RECIFE PRAIA HOTEL - Av. Boa Viagem – n° 09 – Pina – Recife – PE)
EVENTO PARALELOS
1 5 : 0 0 à s 1 6 : 0 0 W O R K S H O P – LABORATÓRIO PAPILOSCÓPICO LOURIVAL RODRIGUES FERREIRA Perito papiloscopista/DF
HUMBERTO DE FARIAS SOARES Perito Papiloscopista/DF JÂNIO FIGUEIREDO DE AQUINO A g . d e P o l í c i a / D F M e s t r e e m F í s i c a E x p e r i m e n t a l p e l a U n i v e r s i d a d e d e Brasília-DF. e
NADIEL DIAS DA COSTA Perito Papiloscopista/DF
16:00 às 17:00 DEFINIÇÃO DE PROCE-DIMENTOS E LAUDOS NECROPAPILOS-CÓPICOS
INTEGRANTES TITULARES DO GRUPO D E T R A B A L H O D E N E C R O P A P I L O S-COPIA (GTN)