3º Exercício redes
Unidade 0773
António tomatas Escola Secundária com 2º e 3ºciclos de Anselmo de Andrade Turma tis 3 13-12-2011
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Índice
1.Backups ... 3 1.1Backups completos ... 3 1.2Backups Incrementais... 3 1.3Backups Diferenciais... 4 2.Raid ... 5 2.2 Raid1 ... 6 2.3RAID 5... 7 2.4RAID 1+0 ... 8 2.5RAID-0+1... 9 3.File system ... 10 3.1 FAT32 ... 10 3.2NTFS ... 10 3.3 Ext4 ... 10 3.4SWAP ... 11 3.5HFS- ... 114.protocolos de comunicação em rede ... 11
5.Protocolos de Rede ... 12
5.1 IP (Internet Protocol) ... 12
5.2 DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) ... 13
5.3 TCP (Transmission Control Protocol) ... 13
5.4HTTP (Hypertext Transfer Protocol) ... 14
4.5FTP (File Transfer Protocol) ... 14
5.6 Telnet (Telnet Remote Protocol)... 15
5.7 SSH (SSH Remote Protocol) ... 15
5.8 POP3 (Post Office Protocol 3) ... 16
5.9 SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) ... 17
5.10 IMAP (Internet Message Access Protocol) ... 18
6.Servidores ... 19
6.1 Servidor de email ... 19
6.2 Servidor Web ... 19
6.3 Servidor FTP ... 20
6.4 Servidor Impressão ... 20
6.5 Servidor de Base de Dados ... 21
6.6 Servidor de DNS. ... 21
6.7 Servidor Proxy ... 22
6.8 Servidor de Virtualização ... 22
7. Servidores que protocolos utilizam ... 22
7.1 Servidor Email ... 22
7.2 Servidor Web ... 22
7.3 Servidor FTP ... 22
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1.Backups
1.1Backups completos
O tipo de backup abordado no início desta secção é conhecido como um backup
completo. Este tipo consiste no backup de todos os arquivos para a mídia de backup.
Conforme mencionado anteriormente, se os dados sendo copiados nunca mudam,
cada backup completo será igual aos outros.
Esta similaridade ocorre devido o fato que um backup completo não verifica se o
arquivo foi alterado desde o último backup; copia tudo indiscriminadamente para a
mídia de backup, tendo modificações ou não.
Esta é a razão pela qual os backups completos não são feitos o tempo todo — todos os
arquivos são gravados na mídia de backup. Isto significa que uma grande parte da
mídia de backup é usada mesmo que nada tenha sido alterado. Fazer backup de 100
gigabytes de dados todas as noites quando talvez 10 gigabytes de dados foram
alterados não é uma boa prática; por este motivo os backups incrementais foram
criados.
1.2Backups Incrementais
Ao contrário dos backups completos, os backups incrementais primeiro verificam se o
horário de alteração de um arquivo é mais recente que o horário de seu último
backup. Se não for, o arquivo não foi modificado desde o último backup e pode ser
ignorado desta vez. Por outro lado, se a data de modificação é mais recente que a data
do último backup, o arquivo foi modificado e deve ter seu backup feito.
Os backups incrementais são usados em conjunto com um backup completo frequente
(ex.: um backup completo semanal, com incrementais diários).
A vantagem principal em usar backups incrementais é que rodam mais rápido que os
backups completos. A principal desvantagem dos backups incrementais é que para
restaurar um determinado arquivo, pode ser necessário procurar em um ou mais
backups incrementais até encontrar o arquivo. Para restaurar um sistema de arquivo
completo, é necessário restaurar o último backup completo e todos os backups
incrementais subsequentes.
Numa tentativa de diminuir a necessidade de procurar em todos os backups
incrementais, foi implementada uma táctica ligeiramente diferente. Esta é conhecida
como backup diferencial
.
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1.3Backups Diferenciais
Backups diferenciais são similares aos backups incrementais pois ambos podem fazer
backup somente de arquivos modificados. No entanto, os backups diferenciais são
acumulativos — em outras palavras, no caso de um backup diferencial, uma vez que
um arquivo foi modificado, este continua a ser incluso em todos os backups
diferenciais (obviamente, até o próximo backup completo).
Isto significa que cada backup diferencial contém todos os arquivos modificados desde
o último backup completo, possibilitando executar uma restauração completa
somente com o último backup completo e o último backup diferencial.
Assim como a estratégia utilizada nos backups incrementais, os backups diferenciais
normalmente seguem a mesma táctica: um único backup completo periódico seguido
de backups diferenciais mais frequentes.
O efeito de usar backups diferenciais desta maneira é que estes tendem a crescer um
pouco ao longo do tempo (assumindo que arquivos diferentes foram modificados
entre os backups completos). Isto posiciona os backups diferenciais em algum ponto
entre os backups incrementais e os completos em termos de velocidade e utilização da
mídia de backup, enquanto geralmente oferecem restaurações completas e de
arquivos mais rápidas (devido o menor número de backups onde procurar e restaurar).
Dadas estas características, os backups diferenciais merecem uma consideração
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2.Raid
2.1RAID-0
No striping, ou distribuição, os dados são subdivididos em segmentos consecutivos (stripes, ou faixas) que são escritos sequencialmente através de cada um dos discos de um array, ou conjunto. Cada segmento tem um tamanho definido em blocos. A distribuição, ou striping, oferece melhor desempenho comparado a discos individuais, se o tamanho de cada segmento for ajustado de acordo com a aplicação que utilizará o conjunto, ou array.Há problemas de confiabilidade e desempenho. RAID-0 não terá desempenho desejado com sistemas operacionais que não oferecem suporte a busca combinada de setores. Uma desvantagem desta organização é que a confiança se torna geometricamente pior. Um disco SLED com um tempo médio de vida de 20.000 horas será 4 vezes mais seguro do que 4 discos funcionando em paralelo com RAID 0 (admitindo-se que a capacidade de armazenamento somada dos quatro discos for igual ao do disco SLED). Como não existe redundância, não há confiabilidade neste tipo de organização.
Vantagens:
acesso rápido as informações (até 50% mais rápido); custo baixo para expansão de memória.
Desvantagens:
caso algum dos setores de algum dos HD’s venha a apresentar perda de informações, o mesmo arquivo que está dividido entre os mesmos setores dos demais HD’s não terão mais sentido existir, pois uma parte do arquivo foi
corrompida, ou seja, caso algum disco falhe, não tem como recuperar;
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2.2 Raid1
RAID-1
RAID-1 é o nível de RAID que implementa o espelhamento de disco, também conhecido como mirror. Para esta implementação são necessários no mínimo dois discos. O funcionamento deste nível é simples: todos os dados são gravados em dois discos diferentes; se um disco falhar ou for removido, os dados preservados no outro disco permitem a não descontinuidade da operação do sistema.
Vantagens:
caso algum setor de um dos discos venha a falhar, basta recuperar o setor defeituoso copiando os arquivos contidos do segundo disco;
segurança nos dados (com relação a possíveis defeitos que possam ocorrer no HD). Desvantagens:
custo relativamente alto se comparado ao RAID 0; ocorre aumento no tempo de escrita;
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2.3RAID 5
RAID-5
RAID-5
O RAID 5 é frequentemente usado e funciona similarmente ao RAID 4, mas supera alguns dos problemas mais comuns sofridos por esse tipo. As informações sobre paridade para os dados do array são distribuídas ao longo de todos os discos do array , ao invés de serem armazenadas num disco dedicado, oferecendo assim mais desempenho que o RAID 4, e, simultaneamente, tolerância a falhas. Para aumentar o desempenho de leitura de um array RAID 5, o tamanho de cada segmento em que os dados são divididos pode ser optimizado para o array que estiver a ser utilizado. O desempenho geral de um array RAID 5 é equivalente ao de um RAID 4, excepto no caso de leituras sequenciais, que reduzem a eficiência dos algoritmos de leitura por causa da distribuição das informações sobre paridade. A informação sobre paridade é distribuída por todos os discos; perdendo-se um, reduz-se a disponibilidade de ambos os dados e a paridade, até à recuperação do disco que falhou. Isto causa degradação do desempenho de leitura e de escrita.
Vantagens:
maior rapidez com tratamento de ECC; leitura rápida (porém escrita não tão rápida). Desvantagem:
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2.4RAID 1+0
RAID-10
O RAID 1+0, ou 10, exige ao menos 4 discos rígidos. Cada par será espelhado,
garantindo redundância, e os pares serão distribuídos, melhorando
desempenho. Até metade dos discos pode falhar simultaneamente, sem
colocar o conjunto a perder, desde que não falhem os dois discos de um
espelho qualquer
— razão pela qual usam-se discos de lotes diferentes de
cada ‘lado’ do espelho. É o nível recomendado para bases de dados, por ser o
mais seguro e dos mais velozes, assim como qualquer outro uso onde a
necessidade de economia não se sobreponha à segurança e desempenho.
Vantagens:
segurança contra perda de dados;
pode falhar um ou dois dos HDs ao mesmo tempo, dependendo de qual avaria.
Desvantagens:
alto custo de expansão de hardware (custo mínimo = 2N HDs);
os drivers devem ficar em sincronismo de velocidade para obter a máxima performance
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2.5RAID-0+1
O RAID 0 + 1 é uma combinação dos níveis 0 (
Striping
) e 1 (
Mirroring
), onde os
dados são divididos entre os discos para melhorar o rendimento, mas também
utilizam outros discos para duplicar as informações. Assim, é possível utilizar o
bom rendimento do nível 0 com a redundância do nível 1. No entanto, é
necessário pelo menos 4 discos para montar um RAID desse tipo. Tais
características fazem do RAID 0 + 1 o mais rápido e seguro, porém o mais caro
de ser implantado.
No RAID 0+1, se um dos discos vier a falhar, o sistema
vira um RAID 0.
Ex: se os dois discos que possuam a sequência A1, A3, A5 falharem ao
mesmo tempo, haverá perda de dados. Se apenas uma das controladoras
falhar, o sistema continua funcionando, mas sem outra tolerância a falha e sem
o ganho de velocidade.
Vantagens:
segurança contra perda de dados;
pode falhar 1 dos HD's, ou os dois HD's do mesmo DiskGroup, porém deixando de ser RAID 0 + 1.
Desvantagens:
alto custo de expansão de hardware (custo mínimo = 4N HDs);
os drives devem ficar em sincronismo de velocidade para obter a máxima performance.
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3.File system
3.1 FAT32
(File Allocation Table ou Tabela de Alocação de Arquivos) é um sistema
de arquivos que organiza e gerencia o acesso a arquivos em HDs e outras mídias. Criado
em 1996 pela Microsoft para substituir o FAT16 usado pelo MS-DOS e com uma série
de limitações. O FAT32 foi implementado nos sistemas Windows 95 (OSR2), Windows
98 e Millennium e ainda possui compatibilidade com os sistemas Windows 2000 e
Windows XP, que utilizam um sistema de arquivos mais moderno, o NTFS, que foi
continuado, sendo usado também nos sistemas Windows Vista, Windows 7 e Windows
Server 2008R1/R2 (para servidores empresariais).Sistema de Ficheiros que suporta
partições de até 2 TGB, arquivos de 4GB.
3.2NTFS
(New Technology File System) é o sistema de arquivos padrão para
o
Windows NT
e seus derivados (2000, XP, Vista, 7, Server -- 2003 e 2008)
[CARRIER, 2005]. O NTFS foi desenvolvido quando a Microsoft decidiu criar o
Windows NT: como o WinNT deveria ser um sistema operacional mais
completo e confiável, o FAT não servia como sistema de arquivos por causa de
suas limitações e falta de recursos. Na época, o que a empresa de Bill Gates
queria era abocanhar uma fatia do mercado ocupada pelo UNIX.
Anteriormente, ela já havia tentado fazer isso em parceria com a IBM, lançando
o OS\2 - no entanto as duas empresas divergiam em certos pontos e acabaram
quebrando a aliança. O OS\2 usava o sistema de arquivos HPFS (High
Performance File System - Sistema de Arquivos de Alta Performance), cujos
conceitos acabaram servindo de base ao NTFS. O NTFS aceita volumes até 2
TB, Tamanho do arquivo limitado apenas pelo tamanho do volume.Oferece
suporte à criptação, comptação e criptografação indexeda.Suporte clusters de
até 512 Bytes.
3.3
Ext4 É um sistema de arquivos do Linux desenvolvido para ser o sucessor do Ext3
a partir de 2006, Ext4 usa uma técnica de execução do sistema de arquivos chamado
atribuir-on-flush , também conhecida como a atribuição de atraso. Isso melhora o
desempenho e reduz a fragmentação , melhorando a alocação de blocos decisões com
base no tamanho do arquivo., O sistema de arquivos ext4 pode suportar volumes com
tamanho até 1 exabyte e arquivos com tamanho até 16 terabytes . O atual e2fsprogs
só pode tratar um sistema de arquivos de 16 TB.As extensões são introduzidas para
substituir o tradicional bloco de mapeamento de esquema usado por arquivos
ext2/3.Uma extensão é um conjunto de blocos contíguos físico, melhorando o
desempenho de muitos arquivos e redução de fragmentação. Uma única extensão em
ext4 pode mapear até 128MB de espaço contíguo com um bloco de 4 KB de tamanho.
Quando há mais de 4 extensões em um arquivo, o resto das extensões são indexadas
em um three.
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3.4SWAP
-Memória virtual é uma técnica que usa a memória principal como
uma cache para armazenamento secundário. Houve duas motivações
principais: permitir o compartilhamento seguro e eficiente da memória entre
vários programas e remover os transtornos de programação de uma
quantidade pequena e limitada na memória principal.
3.5HFS-
Hierarchical File System
(
HFS
), é um sistema de arquivos
desenvolvido pela Apple Computer para uso em computadores rodando o Mac
OS. Originalmente projetado para uso em floppy e discos rígidos, ele também
pode ser encontrado em suporte
read-only
como CD-ROMs. HFS também
pode ser referenciado como
HFS Standard
e
Mac OS Standard
, sendo que o
seu sucessor HFS+ também é chamado
HFS Extended
ou Mac OS Extended
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4.protocolos de comunicação em rede
Na ciência da computação, um protocolo é uma convenção ou padrão que controla e possibilita uma conexão, comunicação, transferência de dados entre dois sistemas computacionais. De maneira simples, um protocolo pode ser definido como "as regras que governam" a sintaxe, semântica e sincronização da comunicação. Os protocolos podem ser implementados pelo hardware, software ou por uma combinação dos dois.
5.Protocolos de Rede
5.1 IP (Internet Protocol)
Protocolo de Internet é um protocolo de comunicação usado entre duas ou mais máquinas em rede para encaminhamento dos dados.
Os dados numa rede IP são enviados em blocos referidos como ficheiros (os termos são basicamente sinónimos no IP, sendo usados para os dados em diferentes locais nas camadas IP). Em particular, no IP nenhuma definição é necessária antes do nó tentar enviar ficheiros para um nó com o qual não comunicou previamente.
O IP oferece um serviço de data gramas não confiável (também chamado de melhor
esforço); ou seja, o pacote vem quase sem garantias. O pacote pode chegar
desordenado (comparado com outros pacotes enviados entre os mesmos nós), também podem chegar duplicados, ou podem ser perdidos por inteiro. Se
a aplicação requer maior confiabilidade, esta é adicionada na camada de transporte. Os roteadores são usados para reencaminhar data gramas IP através das redes interconectadas na segunda camada. A falta de qualquer garantia de entrega significa que o desenho da troca de pacotes é feito de forma mais simplificada. (Note que se a rede cai, reordena ou de outra forma danifica um grande número de pacotes, o desempenho observado pelo utilizador será pobre, logo a maioria dos elementos de rede tentam arduamente não fazer este tipo de coisas - melhor esforço. Contudo, um erro ocasional não irá produzir nenhum efeito notável.)O IP é o elemento comum encontrado na Internet pública dos dias de hoje. É descrito no RFC 791 da IETF, que foi pela primeira vez publicado em Setembro de 1981. Este documento descreve o protocolo da camada de rede mais popular e atualmente em uso. Esta versão do protocolo é designada de versão 4, ou IPv4. O IPv6 tem endereçamento de origem e destino de 128 bits, oferecendo mais endereçamentos que os 32 bits do IPv4.
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5.2 DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol)
O DHCP, Dynamic Host Configuration Protocol (Protocolo de configuração de host dinâmico), é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host e outros parâmetros de
configuração para clientes de rede. Este protocolo é o sucessor do BOOTP que, embora mais simples, tornou-se limitado para as exigências atuais. O DHCP surgiu como padrão em Outubro de 1993. O RFC 2131contém as especificações mais atuais (março de 1997). O último standard para a especificação do DHCP
sobre IPv6 (DHCPv6) foi publicado a Julho de2003 como RFC 3315. Resumidamente, o DHCP opera da seguinte forma:
Um cliente envia um pacote UDP em broadcast (destinado a todas as máquinas) com um pedido DHCP
Os servidores DHCP que capturarem este pacote irão responder (se o cliente se enquadrar numa série de critérios — ver abaixo) com um pacote com
configurações onde constará, pelo menos, um endereço IP, uma máscara de rede e outros dados opcionais winks , como o gateway, servidores deDNS, etc. O DHCP usa um modelo cliente-servidor, no qual o servidor DHCP mantém o gerenciamento centralizado dos endereços IP usados na rede.
5.3
TCP (Transmission Control Protocol)
O TCP (acrônimo para o inglês Transmission Control Protocol) é um
dos protocolos sob os quais assenta o núcleo da Internet. A versatilidade e robustez deste protocolo tornou-o adequado a redes globais, já que este verifica se os dados são enviados de forma correta, na sequência apropriada e sem erros, pela rede. O TCP é um protocolo de nível da camada de transporte (camada 4) do Modelo OSI e é sobre o qual que se assentam a maioria das aplicações cibernéticas, como
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5.4HTTP (Hypertext Transfer Protocol)
O Hypertext Transfer Protocol (HTTP) - Protocolo de Transferência de Hipertexto - é um protocolo de comunicação (na camada de aplicação segundo oModelo OSI)
utilizado para sistemas de informação de hipermedia distribuídos e
colaborativos.[1] Seu uso para a obtenção de recursos interligados levou ao estabelecimento da World Wide Web.
Coordenado pela World Wide Web Consortium e a Internet Engineering Task Force, culminou na publicação de uma série de Requests for Comments; mais notavelmente o RFC 2616, de junho de 1999, que definiu o HTTP/1.1.
Normalmente, este protocolo utiliza a porta 80 e é usado para a comunicação de sítios web, comunicando na linguagem HTML. Contudo, para haver comunicação com o servidor do sítio é necessário utilizar comandos adequados, que não estão em linguagem HTML.
Para acedermos a outro documento a partir de uma palavra presente no documento actual podemos utilizar hiperligações (ou âncoras). Estes documentos se encontram no sítio com um endereço de página da Internet - e para acessá-los deve-se digitar o respectivo endereço, denominado URI (Universal Resource Identifier ou Identificador Universal de Recurso), que não deve ser confundir com URL (Universal Resource
Locator ou Localizador Universal de Recurso), um tipo de URI que pode ser
directamente localizado.
5.5 FTP (File Transfer Protocol)
FTP significa File Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Arquivos), e é uma forma bastante rápida e versátil de transferir arquivos (também conhecidos como ficheiros), sendo uma das mais usadas na Internet.
Pode referir-se tanto ao protocolo quanto ao programa que implementa este protocolo (Servidor FTP, neste caso, tradicionalmente aparece em letras minúsculas, por
influência do programa de transferência de arquivos do Unix).
A transferência de dados em redes de computadores envolve normalmente
transferência de arquivos e acesso a sistemas de arquivos remotos (com a mesma interface usada nos arquivos locais). O FTP (RFC 959) é baseado no TCP, mas é anterior à pilha de protocolos TCP/IP, sendo posteriormente adaptado para o TCP/IP. É o padrão da pilha TCP/IP para transferir arquivos, é um protocolo genérico
independente de hardware e do sistema operacionale transfere arquivos por livre arbítrio, tendo em conta restrições de acesso e propriedades dos mesmos.
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5.6 Telnet (Telnet Remote Protocol)
Telnet é um protocolo cliente-servidor usado para permitir a comunicação
entre computadores ligados numa rede (exemplos: rede local / LAN, Internet), baseado em TCP.
Telnet é um protocolo de login remoto.
Antes de existirem os chats em IRC o Telnet já permitia este gênero de funções. O protocolo Telnet também permite obter um acesso remoto a um computador. Este protocolo vem sendo gradualmente substituído pelo SSH, cujo conteúdo é criptografado antes de ser enviado. O uso do protocolo Telnet tem sido
desaconselhado, a medida que os administradores de sistemas vão tendo maiores preocupações de segurança. Com o Telnet todas as comunicações entre o cliente e o servidor podem ser vistas, inclusive senhas, já que são somente texto aberto,
permitindo assim que com o uso de "port-stealing" intercepte a conexão e seus pacotes, fazendo hijacking.
5.7 SSH (SSH Remote Protocol)
Em informática o Secure Shell ou SSH é, simultaneamente, um programa de computador e um protocolo de rede que permite a conexão com outro computador na rede, de forma a executar comandos de uma unidade remota. Possui as mesmas funcionalidades do TELNET, com a vantagem da conexão entre o cliente e o servidor ser criptografada.
Uma de suas mais utilizadas aplicações é o chamado Tunnelling, que oferece a capacidade de redirecionar pacotes de dados. Por exemplo, se alguém se encontra dentro de uma instituição cuja conexão à Internet é protegida por um firewall que bloqueia determinadas portas de conexão, não será possível, por exemplo, acessar e-mails via POP3, o qual utiliza a porta 110, nem enviá-los via SMTP, pela porta 25. As duas portas essenciais são a 80 para HTTPe a 443 para HTTPS. Não há necessidade de o administrador da rede deixar várias portas abertas, uma vez que conexões
indesejadas e que comprometam a segurança da instituição possam ser estabelecidas pelas mesmas.
Para quebrar essa imposição rígida, o SSH oferece o recurso do Túnel. O processo se caracteriza por duas máquinas ligadas ao mesmo servidor SSH, que faz apenas o redirecionamento das requisições do computador que está sob firewall. O usuário envia para o servidor um pedido de acesso ao servidor pop.google.com pela porta 443 (HTTPS), por exemplo. Então, o servidor acessa o computador remoto e requisita a ele o acesso ao protocolo, retornando um conjunto de pacotes referentes à aquisição. O servidor codifica a informação e a retorna ao usuário via porta 443. Sendo assim, o usuário tem acesso a toda a informação de que necessita. Tal prática não é ilegal caso o fluxo de conteúdo esteja de acordo com as normas da instituição.
O SSH faz parte da suíte de protocolos TCP/IP que torna segura a administração remota de um servidor Unix.
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5.8
POP3 (Post Office Protocol 3)
O Post Office Protocol (POP3) é um protocolo utilizado no acesso remoto a uma caixa de correio eletrônico. Ele está definido no RFC 1939 e permite que todas as mensagens contidas numa caixa de correio eletrônico possam ser transferidas sequencialmente para um computador local. Dessa maneira, o utilizador pode ler as mensagens recebidas, apagá-las, responder-lhes, armazená-las, etc..
O funcionamento do protocolo POP3 diz-se off-line, uma vez que o processo suportado se baseia nas seguintes etapas:
É estabelecida uma ligação TCP entre a aplicação cliente de e-mail (User Agent -
UA) e o servidor onde está a caixa de correio (Message Transfer Agent - MTA)
O utilizador autentica-se;
Todas as mensagens existentes na caixa de correio são transferidas sequencialmente para o computador local;
As mensagens são apagadas da caixa de correio (opcionalmente, o protocolo pode ser configurado para que as mensagens não sejam apagadas da caixa de correio; se esta opção não for utilizada, deve-se utilizar sempre o mesmo computador para ler o correio eletrônico, para poder manter um arquivo das mensagens);
A ligação com o servidor é terminada;
O utilizador pode agora ler e processar as suas mensagens (off-line).
A característica off-line do protocolo POP3 é particularmente útil para utilizadores que se ligam à Internet através de redes públicas comutadas, em que o custo da ligação é proporcional ao tempo de ligação (ex: a rede telefônica convencional ou a rede RDIS). Com o POP3, a ligação apenas precisa de estar ativa durante a transferência das mensagens, e a leitura e processamento das mensagens pode depois ser efetuada com a ligação inativa
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5.9 SMTP (Simple Mail Transfer Protocol)
Simple Mail Transfer Protocol (SMTP) é o protocolo padrão para envio de e-mails através da Internet.
SMTP é um protocolo relativamente simples, baseado em texto simples, onde um ou vários destinatários de uma mensagem são especificados (e, na maioria dos casos, validados) sendo, depois, a mensagem transferida. É bastante fácil testar um servidor SMTP usando o programa telnet.
Esse protocolo usa a porta 25 numa rede TCP. A resolução DNS de um servidor SMTP de um dado domínio é possibilitada por sua entrada MX (Mail eXchange). A utilização em massa do SMTP remonta aos anos 80. Na altura era um complemento ao UUCP, que era mais adequado para transferências de correio eletrônico entre máquinas sem ligação permanente. Por outro lado, o desempenho do SMTP aumenta se as máquinas envolvidas, emissor e receptor, se encontrarem ligadas
permanentemente.
O Sendmail foi um dos primeiros (se não o primeiro) agente de transporte de email a implementar SMTP. Em 2001, havia, pelo menos, cerca de 50 programas que
implementavam SMTP como cliente (emissor) ou servidor (receptor). Outros servidores SMTP muito conhecidos são: exim, Postfix, Qmail,Microsoft Exchange Server e o Mail da Apple disponivel apenas para usuários do Mac OS ou do iOS para dispositivos movéis da Apple.
Dada a especificação inicial, que contemplava apenas texto ASCII, este protocolo não é ideal para a transferência de arquivos (também chamados deficheiros).
Alguns standards foram desenvolvidos para permitir a transferência de ficheiros em formato binário através de texto simples, como o caso doMIME. Hoje em dia quase todos os servidores SMTP suportam a extensão 8BITMIME.
O SMTP é um protocolo de envio apenas, o que significa que ele não permite que um usuário descarregue as mensagens de um servidor. Para isso, é necessário um cliente de email com suporte ao protocolo POP3 ou IMAP, que é o caso da maioria dos
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5.10 IMAP (Internet Message Access Protocol)
IMAP (Internet Message Access Protocol) é um protocolo de gerenciamento de correio eletrônico superior em recursos ao POP3 - protocolo que a maioria dos provedores oferece aos seus assinantes. A última versão é o IMAP4. O mais interessante é que as mensagens ficam armazenadas no servidor e o utilizador pode ter acesso a suas pastas e mensagens em qualquer computador, tanto por webmail como por cliente de correio eletrônico (como o Mozilla Thunderbird, Outlook Express ou o Evolution). Outra vantagem deste protocolo é o compartilhamento de caixas postais entre usuários membros de um grupo de trabalho. Além disso, é possível efetuar pesquisas por mensagens diretamente no servidor, utilizando palavras-chaves.
Tem, no entanto, alguns inconvenientes:
O número de mensagens possível de se armazenar depende do espaço limite que nos é atribuído para a caixa de correio;
Caso o servidor IMAP esteja numa localização remota, pela Internet, e não numa rede local LAN, é necessário estar ligado à Internet todo o tempo que quisermos consultar ou enviar mensagens, podendo não ser adequado a quem utiliza a Internet através de ligação telefônica Dial-up, devido aos custos associados. No entanto, a maioria dos clientes de e-mail (e.g. Outlook
Express, Thunderbird, Novell Evolution, etc.) oferecem a possibilidade de criar uma cópia local (offline) das mensagens contidas em uma ou várias pastas (e.g. Inbox (Recebidas), Sent (Enviadas), etc.). Sendo assim, toda vez que você dispuser de uma conexão (estiver online) sua cópia local será sincronizada com o servidor de e-mail.
Existem também algumas outras vantagens, como por exemplo: Ativar e desativar "flags" (marcações que indicam características de uma mensagem), que podem, inclusive, ser definidas pelo usuário. Com o POP3, estas marcações são registradas pelo cliente, de forma que, se a mensagem for aberta por um segundo cliente, as mesmas podem não ter seu "status" indicado corretamente. O IMAP permite a
gravação das "flags" junto às caixas-postais, assegurando que, independente de qual cliente se acesse, as mensagens terão as mesmas corretamente atribuídas.
Capacidade de reconhecer os padrões de mensagens eletrônicas [RFC 822] e MIME-IMB [RFC 2045] em mensagens eletrônicas, de modo que os clientes de e-mail não o necessitem fazer. O servidor IMAP cumpre a tarefa de interpretar estes padrões, tornando os clientes mais fáceis de implementar e o acesso mais "universal"; Pesquisa de texto em mensagens de forma remota. Este modo de trabalho é feito localmente às caixas-postais; A seleção para recebimento dos atributos de uma mensagem, ou seu texto ou anexos e outras partes ("attachments") podem ser feitos de forma
independente. Então, o usuário pode pedir para receber de uma mensagem com um grande "attachment", apenas a parte do texto que lhe interessa, o que é vantajoso no caso de um acesso discado de baixa qualidade e a redução do tráfego em geral.
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6.Servidores
6.1 Servidor de email
Um agente de transporte de e-mail ou MTA, acrónimo para Mail Transfer Agent (também conhecido como servidor de e-mail) é o programa de
computador responsável por transferências de mensagens de correio electrónico entre um computador e outro.
Ele recebe mensagens de outro MTA (relaying), um agente submetedor de e-mail (MSA - Mail Submission Agent) que por sua vez o recebeu de um agente utilizador de e-mail (MUA - mail user agent) ou directamente de um MUA que por si actuou como um MSA.
O MTA faz seu trabalho sem interferência directa do utilizador, enquanto o utilizador interage com o MUA (Este MUA pode ser um programa como Mutt ou Outlook ou um página de webmail ).
A entrega do e-mail para a caixa postal do utilizador normalmente é feita pelo agente entregador de e-mail (MDA – mail delivery agent), mas muitos MTA´s tem
funcionalidade básica de MDA embutida, mas um MDA dedicado como procmail pode oferecer mais sofisticação
6.2 Servidor Web
Um programa de computador responsável por aceitar pedidos HTTP de clientes, geralmente os navegadores, e servi-los com respostas HTTP, incluindo opcionalmente dados, que geralmente são páginas web, tais como documentos HTML com objetos embutidos (imagens, etc.);Um computador que executa um programa que provê a funcionalidade descrita acima.
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6.3 Servidor FTP
Chama-se servidor FTP um servidor que fornece, através de uma rede de computadores, um serviço de acesso de usuários a um disco
rígido ou servidor através do protocolo de transferência de arquivos: File Transfer Protocol. Seu acesso pode ser de qualquer usuário da rede ou reservado (com pedido de login e senha). O servidor FTP utiliza o protocolo FTP via navegador ou via cliente ftp dedicado.
A diferença de servidor FTP para FTP é que o servidor é um software produzido para promover o gerenciamento FTP e o FTP já é o transporte adquirido através do servidor para acesso a certos dados.
Exemplos de servidores FTP para Linux/Unix/BSD são :
ftpd glftpd ProFTPd Pure-FTPd VsFTPd Wu-ftpd wzdftpd
Para Windows podem-se citar :
WarFTPD Server (open source),
FileZilla Server (open source),
Pure-FTPd (BSD),
Typsoft FTP server (GPL),
wzdftpd (open source)
Internet Information Services (Proprietário, acompanha várias versões do Windows)
6.4
Servidor Impressão
Um servidor de impressão é um aplicativo para um sistema computacional, destinado a controlar as tarefas de impressão enviadas para uma impressora (de rede) por diferentes trabalho que competem entre si pelo recurso. Pode ser um equipamento específico (hardware) ou um artifício de programação (software) que usa os recursos disponíveis no exercício dessa função. Sua principal importância é poder gerar um local centralizado na rede para impressão, gerando controle de páginas e definindo ordem de prioridade das solicitações. Um servidor de impressão é
recomendado para grandes redes, com mais de 10 computadores compartilhando a mesma impressora. Para redes menores utilizamos o compartilhamento de impressora gerenciado pelo Sistema Operacional.
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6.5
Servidor de Base de Dados
Servidor que possui e manipula informações contidas em um banco de dado
6.6 Servidor de DNS.
O DNS (Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído operando segundo duas definições:
Examinar e atualizar seu banco de dados.
Resolver nomes de domínios em endereços de rede (IPs).
O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984, e com ele, os nomes de hosts residentes em um banco de dados pode ser distribuído entre
servidores múltiplos, diminuindo assim a carga em qualquer servidor que provê administração no sistema de nomeação de domínios. Ele baseia-se em nomes hierárquicos e permite a inscrição de vários dados digitados além do nome do host e seu IP. Em virtude do banco de dados de DNS ser distribuído, seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adiciona mais servidores nele. Este tipo de servidor usa como porta padrão a 53.
A implementação do DNS-Berkeley, foi desenvolvido originalmente para o sistema operacional BSD UNIX 4.3.
A implementação do Servidor de DNS Microsoft se tornou parte do sistema operacional Windows NT na versão Server 4.0. O DNS passou a ser o serviço de resolução de nomes padrão a partir do Windows 2000 Server como a maioria das implementações de DNS teve suas raízes nas RFCs 882 e 883, e foi atualizado nas RFCs 1034 e 1035.
O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Num sistema livre o serviço é implementado pelo software BIND. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário.
O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário.
Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.
Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura
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6.7
Servidor Proxy
Proxy é um servidor que atende a requisições repassando os dados do cliente à frente: um usuário (cliente) conecta-se a um servidorproxy, requisitando algum serviço, como um arquivo, conexão, página web, ou outro recurso disponível no outro servidor. Um servidor proxy pode, opcionalmente, alterar a requisição do cliente ou a resposta do servidor e, algumas vezes, pode disponibilizar este recurso mesmo sem se conectar ao servidor especificado. Pode também atuar como um servidor que
armazena dados em forma de cache em redes de computadores. São instalados em máquinas com ligações tipicamente superiores às dos clientes e com poder de armazenamento elevado.
Esses servidores têm uma série de usos, como filtrar conteúdo, providenciar anonimato, entre outros.
Um proxy de caixa/cache HTTP ou em inglês caching proxy, permite por exemplo que o cliente requisite um documento na World Wide Web e o proxy procura pelo
documento na sua caixa (cache). Se encontrado, a requisição é atendida e o
documento é retornado imediatamente. Caso contrário, o proxy busca o documento no servidor remoto, entrega-o ao cliente e salva uma cópia na sua caixa (cache). Isto permite uma diminuição na latência, já que o servidorproxy, e não o servidor original, é requisitado, proporcionando ainda uma redução do uso da banda.
6.8 Servidor de Virtualização
permite a criação de máquinas virtuais (servidores isolados no mesmo equipamento) mediante compartilhamento de hardware, significa que, aumentar a eficiência
energética, sem prejudicar as aplicações e sem risco de conflitos de uma consolidação real.
7. Servidores que protocolos utilizam
7.1 Servidor Email
- utiliza Protocolo SMTP7.2 Servidor Web- utiliza protocolo HTPP
7.3 Servidor FTP
- utiliza Protocolo FTP23