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Disciplina
Conceitos e Aplicações de
Propriedade Intelectual
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Aula 7
Patentes
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Plano de Aula
Objetivo
Propiciar ao estudante conhecimentos sobre o
Sistema de Patentes, Patentes de Invenção e Modelo
de Utilidade, Requisitos legais para patenteabilidade,
produtos e processos que podem ser protegidos,
bases em Busca de Anterioridade, cronograma para o
depósito de um pedido, dados gerais e classificação
de patentes e introdução à redação de patentes.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Plano de Aula
Competências
Conhecimento sobre o Sistema de Patentes e suas
vantagens; sobre a legislação pertinente e sobre a
estrutura de um documento de patente.
Habilidades
Discorrer sobre o sistema de Patentes e suas vantagens;
Ter noções sobre a legislação e interpretar situações e
casos pertinentes à luz da legislação;
Ser capaz de identificar as partes e particularidades de
cada seção de um documento de patente e redigir pelo
menos partes do documento.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Conteúdo Programático
1. Introdução
2. Definição de patente
3. Requisitos legais para patenteabilidade
4. Tipos de patente
5. Produtos e processos que podem ser protegidos
6. Busca de anterioridade
7. Cronograma para o depósito de um pedido
8. Dados gerais e classificação de patentes
9. Custos de depósito de pedido de patente
10. Estrutura básica do pedido de patente
11. Introdução à redação de patentes
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Referências
Básicas:
Lei nº 9.279 de 14 de maio de 1996. Disponível no site do INPI
http://www.inpi.gov.br
.
BARROS, Carla Eugenia Caldas. Manual de Direito da Propriedade Intelectual.
Evocati. 2007
Complementares:
Manual de redação de patentes da organização mundial da propriedade
intelectual (OMPI).
Quintella, C. M.; Meira, M.; Guimarães, A. K.; Tanajura, A. S.; da Silva, H. R. G..
Prospecção Tecnológica como uma Ferramenta Aplicada em Ciência e Tecnologia
para se Chegar à Inovação. Rev. Virtual Quim., v. 3,n.5, p.406-415, 2011.
Farrell, J.; Merges,Robert P. Incentives to Challenge and Defend Patents: Why
Litigation Won't Reliably Fix Patent Office Errors and Why Administrative Patent
Review Might Help. Berkeley Technology Law Journal, Vol. 19, No. 3, pp. 943-970,
2004.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
WIPO (2017): O país que lidera a lista é a China, com mais de 1 milhão e
300 mil solicitações de patentes, seguido dos Estados Unidos, com mais de
600 mil, e do Japão, com ~350 mil.
O Brasil foi o décimo país que mais apresentou pedidos de registro de
patentes no ano de 2016, com ~23 mil.
Em 2016, pela primeira vez, mais de 3 milhões de pedidos de patentes foram
depositados em todo o mundo em um único ano, um aumento de 8,3% a partir
de 2015 (WIPO, 2017)
WIPO (2015): O país que lidera a lista é a China, com mais de 928 mil
solicitações de registros, seguido dos Estados Unidos, com mais de 578 mil, e
do Japão, com 325 mil. O Brasil foi o décimo país que mais apresentou pedidos
de registro de patentes no ano de 2016, com 30 mil.
Em 2010 a economia do Brasil cresceu, os pedidos internacionais de
patentes caíram 14,4%. Em comparação, progrediram 56,2% na China, 20,5%
na Coréia do Sul, e 15,4% na Índia. A Rússia registrou também mais patentes
que o Brasil (2011).
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 8
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 9 Fonte: https://www.wipo.int/edocs/pubdocs/en/wipo_pub_941_2019.pdf
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 10
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 11
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Economia x Patentes
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Relatório INPI
13http://www.inpi.gov.br/noticias/inpi-divulga-relatorio-2018-com-dados-consolidados-do-ano
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Propriedade Industrial
Introdução de novidade ou
aperfeiçoamento no ambiente
produtivo e social que resulte
em novos produtos, serviços
ou processos ou que
compreenda a agregação de
novas funcionalidades ou
características a produto,
serviço ou processo já existente
que possa resultar em melhorias
e em efetivo ganho de
qualidade ou desempenho
(Art.
2°, IV da Lei 13.243/2016).
É uma ideia, um
esboço ou
modelo para
um novo ou
melhorado
dispositivo,
produto,
processo ou
sistema.
Desenvolvimento
tecnológico que
acarrete ou possa
acarretar o
surgimento de
novo produto,
processo ou
aperfeiçoamento
incremental,
obtida por um ou
mais criadores.
Capacite, 2011Invenção
Criação
Lei 10.973/2004, Art. 2º
II - Criação: invenção, modelo de utilidade, desenho industrial, programa de computador,
topografia de circuito integrado, nova cultivar ou cultivar essencialmente derivada e qualquer
outro desenvolvimento tecnológico que acarrete ou possa acarretar o surgimento de novo
produto, processo ou aperfeiçoamento incremental, obtida por um ou mais criadores;
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 15
DESCOBERTA
x
INVENÇÃO
INVENÇÃO
Produto e métodoVELCRO
®Arctium
Lappa
(Carrapicho)
Fonte: INPIE st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
A patente constitui uma concessão governamental
de exclusividade de uso acerca de uma invenção
por parte de seu(s) inventor(es)/depositante(s) por
tempo limitado, também denominada de título de
propriedade temporária outorgado pelo Estado
aos inventores/depositantes em relação a sua
invenção.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
“Patente é um título de propriedade temporária sobre
uma
invenção ou modelo de utilidade
, outorgados
pelo Estado aos inventores ou outras
pessoas
físicas ou jurídicas
detentoras de direitos sobre a
criação que lhes garante a exclusividade de uso
econômico de sua criação.”
É um título concedido pelo Estado em troca da
disponibilização de um conhecimento aplicado.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Propriedade Industrial: Patentes
Por que patentes são importantes?
• Proteção de INOVAÇÕES técnicas;
• Atualização tecnológica permanente;
• Divulgação de novas técnicas ao público;
• Desenvolvimento e crescimento econômico;
• Competitividade de mercado;
• Permite a introdução de uma nova tecnologia no
mercado oferecendo tempo para a organização do
negócio.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
1. Novidade
A invenção deverá ser nova, ou seja, não deve estar em uso ou ser de
conhecimento de outras pessoas, em nível mundial.
2. Não-obviedade / Atividade Inventiva (PI) ou ato
inventivo (MU)
A não obviedade requer que uma invenção não seja óbvia para alguém
que é um especialista na área.
3. Utilidade / Aplicação Industrial
É uma invenção útil para a sociedade?
Soluciona algum tipo de problema técnico?
Fonte: INPI
19
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9279.htm
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Patente de Invenção e o desenvolvimento
da técnica
Fonte: INPI
PI - Tempo de Proteção: 20 anos
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
MU - Tempo de Proteção: 15 anos
Consiste em um instrumento, utensílio e objeto de uso prático, ou
parte deste, que apresente nova forma ou disposição que resulte
em melhoria funcional no seu uso ou em sua fabricação.
Modelo de Utilidade
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Inovação Tecnológica
(EMPRESA)
Invenção
Pesquisa e
Desenvolvimento
Tecnológico
VELCRO® Quick Tape
Velcro silencioso
VELCRO® PS-19
Desenvolvimento Tecnológico
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
PROCESSOS
Regras que estabelecem os meios técnicos para a
obtenção do produto.
APARELHOS
Equipamentos de processo que permitem a
obtenção dos produtos.
PRODUTOS
O resultado final de um processo (ex.:materiais
cerâmicos, polímeros, misturas, substâncias,
equipamentos).
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
LPI: Artigo 10 (não é invenção ou modelo de utilidade)
I- Descobertas, teorias científicas e métodos matemáticos;
II- Concepções puramente abstratas;
III- Esquemas, planos, princípios ou métodos comerciais,
contábeis, financeiros, educativos, publicitários, de sorteio e de
fiscalização;
IV- Obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas ou
qualquer criação estética;
VI- Apresentação de Informações;
VII- Regras de Jogo;
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
LPI: Artigo 10 (não é invenção ou modelo de utilidade)
VIII - Técnicas e métodos operatórios ou cirúrgicos, bem
como métodos terapêuticos ou de diagnóstico, para
aplicação no corpo humano ou animal;
IX - O todo ou parte de seres vivos naturais e materiais
biológicos encontrados na natureza, ou ainda que dela
isolados, inclusive o genoma ou germoplasma de qualquer
ser vivo natural e os processos biológicos naturais.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
As pesquisas do casal Curie
culminam no descobrimento de um
novo elemento químico - Rádio (Ra).
Albert Einstein elaborou a Teoria da
Relatividade.
Teoria científica – não é uma invenção.
Descoberta: revelação ou identificação de algo (ou fenômeno)
até então ignorado, mas já existente na natureza, através da
capacidade de observação do homem.
Exemplos
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
III – esquemas, planos, princípios ou métodos comerciais, contábeis,
financeiros, educativos, publicitários, de sorteio e de fiscalização.
Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 Fonte: INPI
Exemplos
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
IV - As obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas ou
qualquer criação estética;
As criações que envolvem aspectos puramente estéticos ou
artísticos, por não apresentarem caráter técnico, não são
consideradas invenções.
Entretanto, se o efeito estético ou artístico for obtido através de meios
envolvendo características técnicas, tais meios constituem matéria
patenteável.
Exemplo: Um efeito estético ou artístico obtido em tecidos através de
relevos, tramas e urdiduras. A obtenção de tal tecido se realizou por
meio de processo específico de tecelagem e formação de tufos. Neste
caso, tanto o processo como o tecido resultante são invenções, sem que
o efeito estético ou artístico tenha sido levado em consideração.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
V - Programas de computador em si;
Proteção por
Direito Autoral
Lei de Software
Se o
equipamento
que possui o software resolve um
problema técnico e produz um efeito técnico, ele é
passível de proteção por
patente
.
Neste caso, a proteção
não
recai sobre o programa
de computador em si, mas sobre o equipamento.
Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
O conteúdo da informação apresentado por meios diversos
(sinais acústicos, visuais, etc.), não é considerado invenção.
Entretanto, tal conteúdo pode ser gravado em suportes
variados, que podem ou não ser passíveis de patenteamento
(mas não as informações em si e/ou a maneira como elas são
apresentadas).
VI - Apresentação de informações;
Proteção por
Direito
Autoral
Fonte: INPIExemplos
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
VII - Regras de jogo;
No caso de um jogo, só os meios físicos são
protegidos.
Fonte: www.saraiva.com.br/03/07/2016
Exemplos
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Exemplos
VIII - Técnicas e métodos operatórios ou cirúrgicos, bem como
métodos terapêuticos ou de diagnóstico, para aplicação no corpo
humano ou animal
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Métodos Terapêutico
Exemplo: Placa dental
A remoção da placa dental é considerada um método
terapêutico.
Não se pode separar o efeito cosmético do efeito terapêutico, pois
a melhora da aparência dos dentes está intrinsecamente ligada
com a remoção de um resíduo de efeitos nocivos à saúde dental.
Exemplos
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Métodos Diagnósticos
Fonte: INPIE st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Sequências de DNA/RNA modificadas;
Proteínas (Enzimas), Polipeptídeos, Sequências de
nucleotídeos, Anticorpos, Hibridomas, Plasmídeos modificados;
Vacinas, Composições, Formulações, Compostos
Químicos;
Processos de obtenção, fabricação, modificação e uso dos
itens acima.
Exemplos
Fonte: INPI
IX - o todo ou parte de seres vivos naturais e materiais biológicos
encontrados na natureza, ou ainda que dela isolados, inclusive o
genoma ou germoplasma de qualquer ser vivo natural e os processos
biológicos naturais.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Não são Patenteáveis
37
Art. 18. da LPI:
I - o que for contrário à moral, aos bons costumes e à segurança, à ordem
e à saúde públicas;
II - as substâncias, matérias, misturas, elementos ou produtos de qualquer
espécie, bem como a modificação de suas propriedades físico-químicas e os
respectivos processos de obtenção ou modificação, quando resultantes de
transformação do núcleo atômico; e
III - o todo ou parte dos seres vivos, exceto os microorganismos
transgênicos que atendam aos três requisitos de patenteabilidade -
novidade, atividade inventiva e aplicação industrial - previstos no art. 8º
e que não sejam mera descoberta.
Parágrafo único. Para os fins desta Lei, microorganismos transgênicos são
organismos, exceto o todo ou parte de plantas ou de animais, que
expressem, mediante intervenção humana direta em sua composição
genética, uma característica normalmente não alcançável pela espécie
em condições naturais.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 38 Fonte: INPI
Matérias
Patenteáveis
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 39 http://www.abpi.org.br/congressosdaabpi/pos-evento/2013/apresentacoes/painel6/17%2000%20Claudia%20Magioli%20-%20Seg%C3%B3via%203.pdf
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Consiste no levantamento de informações e evidências sobre o
“estado
da
técnica” de uma determinada invenção para saber se já foi
desenvolvida e apropriada.
Revisão minuciosa sobre o estado da técnica, buscando patentes
correlacionadas à invenção e trabalhos científicos sobre a temática.
Evita perda de recursos e tempo destinados ao desenvolvimento de
algo que poderá ser objeto de disputas legais ou mesmo que não poderá
ser patenteado por não atender aos critérios de
novidade
ou atividade
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 41
“É preciso criar uma cultura da pesquisa nos inventores, já que mais de 70%
da informação tecnológica disponível no mundo está em
patentes”, disse a
coordenadora da Cooperação Nacional do INPI, Rita de Cássia Pinheiro
Machado, responsável pelos cursos e seminários que o instituto promove
para difundir o conhecimento sobre propriedade intelectual. (Jornal da
Ciência, 30 de maio de 2007. Pesquisa de Patente, arma estratégica para a
inovação.)
“Um estudo do escritório de Patentes da Alemanha provou que 30% dos
gastos com pesquisa e desenvolvimento poderiam ser economizados com a
pesquisa de
patentes”. (Jornal da Ciência, 30 de maio de 2007. Pesquisa de
Patente, arma estratégica para a inovação.)
“A informação tecnológica revelada através dos documentos de patentes, é
ainda muito subutilizada pela sociedade brasileira. Poucos são os
pesquisadores que utilizam esta informação para subsidiar seus projetos, o
que gera pesquisas
redundantes”, segundo Zea Mayerhoff, do Cedin (Centro
de Divulgação, Documentação e Informação Tecnológica do INPI.).
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Bases Científicas
Pesquisas de artigos científicos em plataformas
acadêmicas abrangentes.
Fonte: http://www.periodicos.capes.gov.br/
Fonte: http://www.sciencedirect.com/ http://www.scielo.org/php/index.php http://www.americalatina.elsevier. com/sul/pt-br/scopus.phpE st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 43
1963 – atual, atualizado
semanalmente, 41 autoridades
emissoras de patentes, oferece
ferramentas estatísticas)
Bases Tecnológicas
Brasil, Argentina, México,
Cuba, Chile, Uruguai,
Peru, etc
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
• Na maioria dos países, posteriormente ao depósito de
um pedido de patente corre um prazo de
18 meses de
sigilo,
após o qual o mesmo é publicado na forma de
um documento de patente
;
• O termo “Documento de Patente” compreende tanto o
pedido publicado quanto a patente concedida e, para
fins de informação
, tem enorme valor, pois possibilita
que o público entre em contato com informação
qualificada, referente a todos os campos tecnológicos,
indexados
pela
Classificação
Internacional
de
Patentes de maneira organizada.
Principal fator de limitação na
precisão
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Por que usar a Informação de Patente?
• Evitar
infringir direitos
de terceiros;
• Conhecer
potenciais alternativas técnicas
;
• Definir
potenciais rotas para aperfeiçoamentos
em
produtos e processos existentes;
• Efetuar levantamentos sobre
tecnologias em nível
mundial por empresa, inventor, assunto;
• Identificar
tendências de mercado e previsão de
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 46 http://www.inpi.gov.br/noticias/saiba-como-ficam-os-exames-prioritarios-de-patentes-apos-a-uniformizacao/view
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 47
Código de serviço Descrição do Código de Serviço Descrição do Objeto
206 Cumprimento de exigência decorrente de exame formal
- Cumprimento de exigência formal para trâmite prioritário
263 Exame Prioritário - Depositante idoso
- Depositante com deficiência - Depositante com doença grave 277 Exame colaborativo prioritário - PPH - USPTO
- PPH - JPO - PPH - PROSUL - PPH - EPO - PPH - SIPO - PPH - UKIPO - PPH - DKPTO 279 Exame prioritário estratégico - Tecnologia verde
- Depositante ICT
- Depositante MEI, ME ou EPP
- Tecnologia para tratamento de saúde - Depositante acusa contrafação - Terceiro acusado de contrafação - Terceiro detentor de tecnologia - Liberação de recurso financeiro - Família de patente iniciada no Brasil
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
0
18
meses
36
meses
20
anos
Depósito
Publicaçã
o
Exame
Extinção
Exigência do
examinador
Contrafator
Ações
judiciais
Terceiro
s
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 50
MESES
PROCEDIMENTO
DEFINIÇÃO
0
Depósito do pedido local
Tipicamente um pedido de patente nacional no país do
requerente
12
Depósito do pedido PCT
Tipicamente depositado no mesmo Organismo nacional de
patentes - um conjunto de taxas, uma língua, um conjunto de
formalidades - e efeito legal em todos os Estados do PCT
16
Relatório de Pesquisa
Internacional e Opinião
Escrita
Relatório sobre o estado da Técnica (documentos relativos ao
estado da técnica e à sua pertinência) + opinião inicial sobre a
patenteabilidade
18
Publicação internacional
Divulgação ao mundo do conteúdo do pedido em forma
normalizada
19
Pedido de pesquisa
internacional suplementar
(facultativo)
A depender do interesse em ser feito um exame mais completo
do estado da técnica
22
Depósito do pedido de exame
preliminar internacional
(facultativo)
Pedido de uma análise adicional de patenteabilidade na base do
pedido modificado
28
Relatório preliminar
internacional sobre a
patenteabilidade
Análise adicional da patenteabilidade, destinada a ajudar na
tomada de decisões na fase nacional
28
Relatório de Pesquisa
Internacional suplementar
Pedido de pesquisa internacional suplementar
30
Entrada na fase nacional
Expressão de intenção e tomada de medidas em vista da
concessão em vários países
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES (PCT)
O Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT),
administrado pela OMPI, dispõe sobre o depósito, a pesquisa
(busca por anterioridades), a publicação e o exame de pedidos
internacionais.
O PCT facilita a obtenção de patentes nos países contratantes,
prevendo o depósito de um pedido internacional, que pode em
seguida ser processado nos diversos escritórios oficiais
nacionais ou regionais designados dos Estados integrantes do
PCT.
Vale ressaltar, entretanto, que o sistema do PCT não prevê a
concessão de patentes mundiais.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 52
INID
(
Identificação Numérica Internacional de Dados Bibliográficos)
CIP
ou
IPC
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
• A classificação de patente tem como objetivo
inicial o
estabelecimento de uma ferramenta
de busca eficaz para a recuperação de
documentos de patentes
pelos escritórios de
propriedade intelectual e demais usuários, a
fim de estabelecer a novidade e avaliar a
atividade inventiva de divulgações técnicas em
pedidos de patente.
53
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Classificação Cooperativa de Patentes - CPC
• A CPC é o sistema de classificação criado pelo
EPO/USPTO, baseado na IPC, sendo apenas mais
detalhado.
• Enquanto a IPC possui em torno de 70 mil grupos, a
CPC possui aproximadamente 200 mil grupos.
54
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
• A Classificação Internacional de Patentes, conhecida pela
sigla IPC
– International Patent Classification, foi
estabelecida pelo
Acordo de Estrasburgo em 1971,
cujas
áreas tecnológicas são divididas nas classes A a H.
• Todos os documentos de patente são indexados
com os
símbolos da IPC.
• Prevê um
sistema hierárquico de símbolos
para a
classificação de PI e de MU de acordo com as diferentes
áreas tecnológicas a que pertencem.
• A IPC é adotada por mais de
100 países
e coordenada pela
OMPI.
• Na sua versão de Janeiro de 2011 - cerca de
70.000
campos ou grupos
, que consistem de uma
sequência de
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Estrutura da IPC
• Estrutura hierárquica:
Seções
Subseções
Classes
Subclasses
Grupos
Subgrupos
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Classificação Internacional de Patentes (IPC)
Cada
SEÇÃO
tem um título e uma letra com o código
específico, a saber:
• SEÇÃO A
— NECESSIDADES HUMANAS
• SEÇÃO B
— OPERAÇÕES DE PROCESSAMENTO; TRANSPORTE
• SEÇÃO C
— QUÍMICA; METALURGIA
• SEÇÃO D
— TÊXTEIS; PAPEL
• SEÇÃO E
— CONSTRUÇÕES FIXAS
• SEÇÃO F
— ENGENHARIA
MECÂNICA; ILUMINAÇÃO; AQUECIMENTO; ARMAS; EXPLOSÃO
• SEÇÃO G
— FÍSICA
• SEÇÃO H
— ELECTRICIDADE
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Classificação Internacional de Patentes (IPC)
• Exemplo de uma Classificação completa:
Seção
A
Necessidades Humanas
Classe
A43
Calçados
Subclasse
A43B
Partes de Calçados
Grupo
Principal
A43B 13
Solas
Subgrupo
A43B 13/02
●Caracterizadas pelo material
Subgrupo
A43B 13/04
●●matéria plástica, borracha
ou fibra vulcanizada
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 59
Valores das chamadas Retribuições por
Serviços prestados pelo INPI estão
condicionadas ao que atualmente for
designado pelas Resoluções respectivas
ao serviço no site do INPI.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 60 Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Fonte: INPI
61Legislação
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
INVENTOR / CRIADOR é a
pessoa física que encontrou uma
solução nova a um problema
, mediante um ato criativo e não por
simples dedução lógica.
DEPOSITANTE é o
requerente do pedido
de patente de invenção ou
de modelo de utilidade.
TITULAR é o
proprietário da invenção ou do modelo de utilidade
, isto
é, aquele em nome do qual a patente é concedida e possui o direito
de excluir terceiros de sua exploração.
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 Fonte: INPI/OMPI Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 65 Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 66 Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 67 Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 68 Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 69 Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 70 Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 71 Fonte: INPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 Fonte: INPI/OMPI
Relatório Descritivo
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 73
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 74
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Diretrizes para o fazer o relatório descritivo
75
Definir os objetivos da invenção (IN nº 030/13, Capítulo I - art. 2 -
inciso V) ou descrever o modelo (IN nº 030/13, Capítulo II - art. 9 - inciso
V) de forma
clara, concisa e precisa
, a
solução
proposta para o
problema técnico existente, bem como as
vantagens
em relação ao
estado da técnica;
Ressaltar, nitidamente, a novidade (LPI Art. 11) e evidenciar o
efeito
técnico
alcançado (para PI) (IN nº 030/13, Capítulo I - art. 2 - inciso VI)
ou a
melhoria funcional
alcançada (para MU) (IN nº 030/13, Capítulo II -
art. 9 - inciso VI);
Relacionar as figuras apresentadas nos desenhos, especificando
suas representações gráficas (vistas, cortes, circuitos, diagramas,
fluxogramas, gráficos, etc.) (IN nº 030/13, Capítulo I - art. 2 - inciso VII;
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 76
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Suficiência Descritiva
Art. 24. O relatório deverá descrever clara e suficientemente o
objeto, de modo a possibilitar sua realização por técnico no
assunto e indicar, quando for o caso, a melhor forma de
execução.
Parágrafo único. No caso de material biológico essencial à
realização prática do objeto do pedido, que não possa ser descrito na
forma deste artigo e que não estiver acessível ao público, o relatório
será suplementado por depósito do material em instituição autorizada
pelo INPI ou indicada em acordo internacional.
A descrição do pedido deve permitir sua reprodução
LPI - Seção II
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7 78
O Relatório é suporte para as
reivindicações!
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Introdução à invenção
• Descreve:
– objeto da invenção.
– finalidade deste objeto.
– solução principal da invenção.
– aplicação industrial.
– descreve o estado da técnica
Relação direta com o quadro reivindicatório
Informações básicas de cada figura a ser apresentada
Fundamentos da Invenção
• Contém as informações básicas da invenção.
• Apresentação dos problemas e suas soluções (citando referências).
• Descrição de forma a convergir à sua solução (afunilamento).
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Descrição Detalhada da Invenção
• Cerne do pedido de patente.
• Suficiência descritiva.
• Relação com a novidade e atividade inventiva da
invenção.
• Exemplos ilustrativos
• Descrição das formas factíveis da invenção
(apresentação da melhor forma de executar a invenção conhecida
pelo inventor)
• “Pulo do gato”.
Fonte: INPI/OMPI
RESUMINDO: Relatório Descritivo
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
São a base legal da proteção patentária.
Os termos e a estruturação das reivindicações definem os limites de
proteção conferidos por uma patente;
Devem
estar
fundamentadas
no
relatório
descritivo,
caracterizando as particularidades do pedido e definindo, de modo
claro e preciso
, a matéria objeto da proteção.
...a proteção conferida pela patente é
determinada pelo teor das reivindicações,
interpretado com base no relatório descritivo e
nos desenhos.
Reivindicações
Fonte: INPI/OMPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7
Um preâmbulo
– frase introdutória que identifica a categoria da
invenção e o estado da técnica mais relevante conhecido.
Palavra de transição
– abertas ou fechadas conforme legislações.
Um corpo
– provê a novidade caracterizando o aperfeiçoamento
da invenção, ou seja, a diferença em relação ao estado da técnica.
Estrutura:
Reivindicações
Fonte: INPI/OMPI
E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p ré vi o . P I - A ul a 7