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Disciplina. Conceitos e Aplicações de Propriedade Intelectual

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E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Disciplina

Conceitos e Aplicações de

Propriedade Intelectual

(2)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Aula 7

Patentes

(3)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Plano de Aula

Objetivo

Propiciar ao estudante conhecimentos sobre o

Sistema de Patentes, Patentes de Invenção e Modelo

de Utilidade, Requisitos legais para patenteabilidade,

produtos e processos que podem ser protegidos,

bases em Busca de Anterioridade, cronograma para o

depósito de um pedido, dados gerais e classificação

de patentes e introdução à redação de patentes.

(4)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Plano de Aula

Competências

Conhecimento sobre o Sistema de Patentes e suas

vantagens; sobre a legislação pertinente e sobre a

estrutura de um documento de patente.

Habilidades

Discorrer sobre o sistema de Patentes e suas vantagens;

Ter noções sobre a legislação e interpretar situações e

casos pertinentes à luz da legislação;

Ser capaz de identificar as partes e particularidades de

cada seção de um documento de patente e redigir pelo

menos partes do documento.

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Conteúdo Programático

1. Introdução

2. Definição de patente

3. Requisitos legais para patenteabilidade

4. Tipos de patente

5. Produtos e processos que podem ser protegidos

6. Busca de anterioridade

7. Cronograma para o depósito de um pedido

8. Dados gerais e classificação de patentes

9. Custos de depósito de pedido de patente

10. Estrutura básica do pedido de patente

11. Introdução à redação de patentes

(6)

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Referências

Básicas:

Lei nº 9.279 de 14 de maio de 1996. Disponível no site do INPI

http://www.inpi.gov.br

.

BARROS, Carla Eugenia Caldas. Manual de Direito da Propriedade Intelectual.

Evocati. 2007

Complementares:

Manual de redação de patentes da organização mundial da propriedade

intelectual (OMPI).

Quintella, C. M.; Meira, M.; Guimarães, A. K.; Tanajura, A. S.; da Silva, H. R. G..

Prospecção Tecnológica como uma Ferramenta Aplicada em Ciência e Tecnologia

para se Chegar à Inovação. Rev. Virtual Quim., v. 3,n.5, p.406-415, 2011.

Farrell, J.; Merges,Robert P. Incentives to Challenge and Defend Patents: Why

Litigation Won't Reliably Fix Patent Office Errors and Why Administrative Patent

Review Might Help. Berkeley Technology Law Journal, Vol. 19, No. 3, pp. 943-970,

2004.

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E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

WIPO (2017): O país que lidera a lista é a China, com mais de 1 milhão e

300 mil solicitações de patentes, seguido dos Estados Unidos, com mais de

600 mil, e do Japão, com ~350 mil.

O Brasil foi o décimo país que mais apresentou pedidos de registro de

patentes no ano de 2016, com ~23 mil.

 Em 2016, pela primeira vez, mais de 3 milhões de pedidos de patentes foram

depositados em todo o mundo em um único ano, um aumento de 8,3% a partir

de 2015 (WIPO, 2017)

WIPO (2015): O país que lidera a lista é a China, com mais de 928 mil

solicitações de registros, seguido dos Estados Unidos, com mais de 578 mil, e

do Japão, com 325 mil. O Brasil foi o décimo país que mais apresentou pedidos

de registro de patentes no ano de 2016, com 30 mil.

Em 2010 a economia do Brasil cresceu, os pedidos internacionais de

patentes caíram 14,4%. Em comparação, progrediram 56,2% na China, 20,5%

na Coréia do Sul, e 15,4% na Índia. A Rússia registrou também mais patentes

que o Brasil (2011).

(8)

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(9)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 9 Fonte: https://www.wipo.int/edocs/pubdocs/en/wipo_pub_941_2019.pdf

(10)

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(11)

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(12)

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Economia x Patentes

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Relatório INPI

13

http://www.inpi.gov.br/noticias/inpi-divulga-relatorio-2018-com-dados-consolidados-do-ano

(14)

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Propriedade Industrial

Introdução de novidade ou

aperfeiçoamento no ambiente

produtivo e social que resulte

em novos produtos, serviços

ou processos ou que

compreenda a agregação de

novas funcionalidades ou

características a produto,

serviço ou processo já existente

que possa resultar em melhorias

e em efetivo ganho de

qualidade ou desempenho

(Art.

2°, IV da Lei 13.243/2016).

É uma ideia, um

esboço ou

modelo para

um novo ou

melhorado

dispositivo,

produto,

processo ou

sistema.

Desenvolvimento

tecnológico que

acarrete ou possa

acarretar o

surgimento de

novo produto,

processo ou

aperfeiçoamento

incremental,

obtida por um ou

mais criadores.

Capacite, 2011

Invenção

Criação

Lei 10.973/2004, Art. 2º

II - Criação: invenção, modelo de utilidade, desenho industrial, programa de computador,

topografia de circuito integrado, nova cultivar ou cultivar essencialmente derivada e qualquer

outro desenvolvimento tecnológico que acarrete ou possa acarretar o surgimento de novo

produto, processo ou aperfeiçoamento incremental, obtida por um ou mais criadores;

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DESCOBERTA

x

INVENÇÃO

INVENÇÃO

Produto e método

VELCRO

®

Arctium

Lappa

(Carrapicho)

Fonte: INPI

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A patente constitui uma concessão governamental

de exclusividade de uso acerca de uma invenção

por parte de seu(s) inventor(es)/depositante(s) por

tempo limitado, também denominada de título de

propriedade temporária outorgado pelo Estado

aos inventores/depositantes em relação a sua

invenção.

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“Patente é um título de propriedade temporária sobre

uma

invenção ou modelo de utilidade

, outorgados

pelo Estado aos inventores ou outras

pessoas

físicas ou jurídicas

detentoras de direitos sobre a

criação que lhes garante a exclusividade de uso

econômico de sua criação.”

É um título concedido pelo Estado em troca da

disponibilização de um conhecimento aplicado.

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Propriedade Industrial: Patentes

Por que patentes são importantes?

• Proteção de INOVAÇÕES técnicas;

• Atualização tecnológica permanente;

• Divulgação de novas técnicas ao público;

• Desenvolvimento e crescimento econômico;

• Competitividade de mercado;

• Permite a introdução de uma nova tecnologia no

mercado oferecendo tempo para a organização do

negócio.

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1. Novidade

A invenção deverá ser nova, ou seja, não deve estar em uso ou ser de

conhecimento de outras pessoas, em nível mundial.

2. Não-obviedade / Atividade Inventiva (PI) ou ato

inventivo (MU)

A não obviedade requer que uma invenção não seja óbvia para alguém

que é um especialista na área.

3. Utilidade / Aplicação Industrial

É uma invenção útil para a sociedade?

Soluciona algum tipo de problema técnico?

Fonte: INPI

19

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9279.htm

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Patente de Invenção e o desenvolvimento

da técnica

Fonte: INPI

PI - Tempo de Proteção: 20 anos

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MU - Tempo de Proteção: 15 anos

Consiste em um instrumento, utensílio e objeto de uso prático, ou

parte deste, que apresente nova forma ou disposição que resulte

em melhoria funcional no seu uso ou em sua fabricação.

Modelo de Utilidade

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Inovação Tecnológica

(EMPRESA)

Invenção

Pesquisa e

Desenvolvimento

Tecnológico

VELCRO® Quick Tape

Velcro silencioso

VELCRO® PS-19

Desenvolvimento Tecnológico

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PROCESSOS

Regras que estabelecem os meios técnicos para a

obtenção do produto.

APARELHOS

Equipamentos de processo que permitem a

obtenção dos produtos.

PRODUTOS

O resultado final de um processo (ex.:materiais

cerâmicos, polímeros, misturas, substâncias,

equipamentos).

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LPI: Artigo 10 (não é invenção ou modelo de utilidade)

I- Descobertas, teorias científicas e métodos matemáticos;

II- Concepções puramente abstratas;

III- Esquemas, planos, princípios ou métodos comerciais,

contábeis, financeiros, educativos, publicitários, de sorteio e de

fiscalização;

IV- Obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas ou

qualquer criação estética;

VI- Apresentação de Informações;

VII- Regras de Jogo;

(25)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

LPI: Artigo 10 (não é invenção ou modelo de utilidade)

VIII - Técnicas e métodos operatórios ou cirúrgicos, bem

como métodos terapêuticos ou de diagnóstico, para

aplicação no corpo humano ou animal;

IX - O todo ou parte de seres vivos naturais e materiais

biológicos encontrados na natureza, ou ainda que dela

isolados, inclusive o genoma ou germoplasma de qualquer

ser vivo natural e os processos biológicos naturais.

(26)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

As pesquisas do casal Curie

culminam no descobrimento de um

novo elemento químico - Rádio (Ra).

Albert Einstein elaborou a Teoria da

Relatividade.

Teoria científica – não é uma invenção.

Descoberta: revelação ou identificação de algo (ou fenômeno)

até então ignorado, mas já existente na natureza, através da

capacidade de observação do homem.

Exemplos

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E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

III – esquemas, planos, princípios ou métodos comerciais, contábeis,

financeiros, educativos, publicitários, de sorteio e de fiscalização.

Fonte: INPI

(28)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 Fonte: INPI

Exemplos

(29)

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IV - As obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas ou

qualquer criação estética;

 As criações que envolvem aspectos puramente estéticos ou

artísticos, por não apresentarem caráter técnico, não são

consideradas invenções.

Entretanto, se o efeito estético ou artístico for obtido através de meios

envolvendo características técnicas, tais meios constituem matéria

patenteável.

Exemplo: Um efeito estético ou artístico obtido em tecidos através de

relevos, tramas e urdiduras. A obtenção de tal tecido se realizou por

meio de processo específico de tecelagem e formação de tufos. Neste

caso, tanto o processo como o tecido resultante são invenções, sem que

o efeito estético ou artístico tenha sido levado em consideração.

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E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

V - Programas de computador em si;

Proteção por

Direito Autoral

Lei de Software

Se o

equipamento

que possui o software resolve um

problema técnico e produz um efeito técnico, ele é

passível de proteção por

patente

.

Neste caso, a proteção

não

recai sobre o programa

de computador em si, mas sobre o equipamento.

Fonte: INPI

(31)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

O conteúdo da informação apresentado por meios diversos

(sinais acústicos, visuais, etc.), não é considerado invenção.

Entretanto, tal conteúdo pode ser gravado em suportes

variados, que podem ou não ser passíveis de patenteamento

(mas não as informações em si e/ou a maneira como elas são

apresentadas).

VI - Apresentação de informações;

Proteção por

Direito

Autoral

Fonte: INPI

Exemplos

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E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

VII - Regras de jogo;

No caso de um jogo, só os meios físicos são

protegidos.

Fonte: www.saraiva.com.br/03/07/2016

Exemplos

(33)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Exemplos

VIII - Técnicas e métodos operatórios ou cirúrgicos, bem como

métodos terapêuticos ou de diagnóstico, para aplicação no corpo

humano ou animal

(34)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

 Métodos Terapêutico

Exemplo: Placa dental

A remoção da placa dental é considerada um método

terapêutico.

Não se pode separar o efeito cosmético do efeito terapêutico, pois

a melhora da aparência dos dentes está intrinsecamente ligada

com a remoção de um resíduo de efeitos nocivos à saúde dental.

Exemplos

(35)

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 Métodos Diagnósticos

Fonte: INPI

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 Sequências de DNA/RNA modificadas;

 Proteínas (Enzimas), Polipeptídeos, Sequências de

nucleotídeos, Anticorpos, Hibridomas, Plasmídeos modificados;

 Vacinas, Composições, Formulações, Compostos

Químicos;

 Processos de obtenção, fabricação, modificação e uso dos

itens acima.

Exemplos

Fonte: INPI

IX - o todo ou parte de seres vivos naturais e materiais biológicos

encontrados na natureza, ou ainda que dela isolados, inclusive o

genoma ou germoplasma de qualquer ser vivo natural e os processos

biológicos naturais.

(37)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Não são Patenteáveis

37

Art. 18. da LPI:

I - o que for contrário à moral, aos bons costumes e à segurança, à ordem

e à saúde públicas;

II - as substâncias, matérias, misturas, elementos ou produtos de qualquer

espécie, bem como a modificação de suas propriedades físico-químicas e os

respectivos processos de obtenção ou modificação, quando resultantes de

transformação do núcleo atômico; e

III - o todo ou parte dos seres vivos, exceto os microorganismos

transgênicos que atendam aos três requisitos de patenteabilidade -

novidade, atividade inventiva e aplicação industrial - previstos no art. 8º

e que não sejam mera descoberta.

Parágrafo único. Para os fins desta Lei, microorganismos transgênicos são

organismos, exceto o todo ou parte de plantas ou de animais, que

expressem, mediante intervenção humana direta em sua composição

genética, uma característica normalmente não alcançável pela espécie

em condições naturais.

(38)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 38 Fonte: INPI

Matérias

Patenteáveis

(39)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 39 http://www.abpi.org.br/congressosdaabpi/pos-evento/2013/apresentacoes/painel6/17%2000%20Claudia%20Magioli%20-%20Seg%C3%B3via%203.pdf

(40)

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 Consiste no levantamento de informações e evidências sobre o

“estado

da

técnica” de uma determinada invenção para saber se já foi

desenvolvida e apropriada.

 Revisão minuciosa sobre o estado da técnica, buscando patentes

correlacionadas à invenção e trabalhos científicos sobre a temática.

 Evita perda de recursos e tempo destinados ao desenvolvimento de

algo que poderá ser objeto de disputas legais ou mesmo que não poderá

ser patenteado por não atender aos critérios de

novidade

ou atividade

(41)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 41

“É preciso criar uma cultura da pesquisa nos inventores, já que mais de 70%

da informação tecnológica disponível no mundo está em

patentes”, disse a

coordenadora da Cooperação Nacional do INPI, Rita de Cássia Pinheiro

Machado, responsável pelos cursos e seminários que o instituto promove

para difundir o conhecimento sobre propriedade intelectual. (Jornal da

Ciência, 30 de maio de 2007. Pesquisa de Patente, arma estratégica para a

inovação.)

“Um estudo do escritório de Patentes da Alemanha provou que 30% dos

gastos com pesquisa e desenvolvimento poderiam ser economizados com a

pesquisa de

patentes”. (Jornal da Ciência, 30 de maio de 2007. Pesquisa de

Patente, arma estratégica para a inovação.)

“A informação tecnológica revelada através dos documentos de patentes, é

ainda muito subutilizada pela sociedade brasileira. Poucos são os

pesquisadores que utilizam esta informação para subsidiar seus projetos, o

que gera pesquisas

redundantes”, segundo Zea Mayerhoff, do Cedin (Centro

de Divulgação, Documentação e Informação Tecnológica do INPI.).

(42)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Bases Científicas

Pesquisas de artigos científicos em plataformas

acadêmicas abrangentes.

Fonte: http://www.periodicos.capes.gov.br/

Fonte: http://www.sciencedirect.com/ http://www.scielo.org/php/index.php http://www.americalatina.elsevier. com/sul/pt-br/scopus.php

(43)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 43

1963 – atual, atualizado

semanalmente, 41 autoridades

emissoras de patentes, oferece

ferramentas estatísticas)

Bases Tecnológicas

Brasil, Argentina, México,

Cuba, Chile, Uruguai,

Peru, etc

(44)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

• Na maioria dos países, posteriormente ao depósito de

um pedido de patente corre um prazo de

18 meses de

sigilo,

após o qual o mesmo é publicado na forma de

um documento de patente

;

• O termo “Documento de Patente” compreende tanto o

pedido publicado quanto a patente concedida e, para

fins de informação

, tem enorme valor, pois possibilita

que o público entre em contato com informação

qualificada, referente a todos os campos tecnológicos,

indexados

pela

Classificação

Internacional

de

Patentes de maneira organizada.

Principal fator de limitação na

precisão

(45)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Por que usar a Informação de Patente?

• Evitar

infringir direitos

de terceiros;

• Conhecer

potenciais alternativas técnicas

;

• Definir

potenciais rotas para aperfeiçoamentos

em

produtos e processos existentes;

• Efetuar levantamentos sobre

tecnologias em nível

mundial por empresa, inventor, assunto;

• Identificar

tendências de mercado e previsão de

(46)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 46 http://www.inpi.gov.br/noticias/saiba-como-ficam-os-exames-prioritarios-de-patentes-apos-a-uniformizacao/view

(47)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 47

Código de serviço Descrição do Código de Serviço Descrição do Objeto

206 Cumprimento de exigência decorrente de exame formal

- Cumprimento de exigência formal para trâmite prioritário

263 Exame Prioritário - Depositante idoso

- Depositante com deficiência - Depositante com doença grave 277 Exame colaborativo prioritário - PPH - USPTO

- PPH - JPO - PPH - PROSUL - PPH - EPO - PPH - SIPO - PPH - UKIPO - PPH - DKPTO 279 Exame prioritário estratégico - Tecnologia verde

- Depositante ICT

- Depositante MEI, ME ou EPP

- Tecnologia para tratamento de saúde - Depositante acusa contrafação - Terceiro acusado de contrafação - Terceiro detentor de tecnologia - Liberação de recurso financeiro - Família de patente iniciada no Brasil

(48)

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0

18

meses

36

meses

20

anos

Depósito

Publicaçã

o

Exame

Extinção

Exigência do

examinador

Contrafator

Ações

judiciais

Terceiro

s

(49)

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(50)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 50

MESES

PROCEDIMENTO

DEFINIÇÃO

0

Depósito do pedido local

Tipicamente um pedido de patente nacional no país do

requerente

12

Depósito do pedido PCT

Tipicamente depositado no mesmo Organismo nacional de

patentes - um conjunto de taxas, uma língua, um conjunto de

formalidades - e efeito legal em todos os Estados do PCT

16

Relatório de Pesquisa

Internacional e Opinião

Escrita

Relatório sobre o estado da Técnica (documentos relativos ao

estado da técnica e à sua pertinência) + opinião inicial sobre a

patenteabilidade

18

Publicação internacional

Divulgação ao mundo do conteúdo do pedido em forma

normalizada

19

Pedido de pesquisa

internacional suplementar

(facultativo)

A depender do interesse em ser feito um exame mais completo

do estado da técnica

22

Depósito do pedido de exame

preliminar internacional

(facultativo)

Pedido de uma análise adicional de patenteabilidade na base do

pedido modificado

28

Relatório preliminar

internacional sobre a

patenteabilidade

Análise adicional da patenteabilidade, destinada a ajudar na

tomada de decisões na fase nacional

28

Relatório de Pesquisa

Internacional suplementar

Pedido de pesquisa internacional suplementar

30

Entrada na fase nacional

Expressão de intenção e tomada de medidas em vista da

concessão em vários países

(51)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES (PCT)

O Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT),

administrado pela OMPI, dispõe sobre o depósito, a pesquisa

(busca por anterioridades), a publicação e o exame de pedidos

internacionais.

O PCT facilita a obtenção de patentes nos países contratantes,

prevendo o depósito de um pedido internacional, que pode em

seguida ser processado nos diversos escritórios oficiais

nacionais ou regionais designados dos Estados integrantes do

PCT.

Vale ressaltar, entretanto, que o sistema do PCT não prevê a

concessão de patentes mundiais.

(52)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 52

INID

(

Identificação Numérica Internacional de Dados Bibliográficos)

CIP

ou

IPC

(53)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

• A classificação de patente tem como objetivo

inicial o

estabelecimento de uma ferramenta

de busca eficaz para a recuperação de

documentos de patentes

pelos escritórios de

propriedade intelectual e demais usuários, a

fim de estabelecer a novidade e avaliar a

atividade inventiva de divulgações técnicas em

pedidos de patente.

53

(54)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Classificação Cooperativa de Patentes - CPC

• A CPC é o sistema de classificação criado pelo

EPO/USPTO, baseado na IPC, sendo apenas mais

detalhado.

• Enquanto a IPC possui em torno de 70 mil grupos, a

CPC possui aproximadamente 200 mil grupos.

54

(55)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

• A Classificação Internacional de Patentes, conhecida pela

sigla IPC

– International Patent Classification, foi

estabelecida pelo

Acordo de Estrasburgo em 1971,

cujas

áreas tecnológicas são divididas nas classes A a H.

• Todos os documentos de patente são indexados

com os

símbolos da IPC.

• Prevê um

sistema hierárquico de símbolos

para a

classificação de PI e de MU de acordo com as diferentes

áreas tecnológicas a que pertencem.

• A IPC é adotada por mais de

100 países

e coordenada pela

OMPI.

• Na sua versão de Janeiro de 2011 - cerca de

70.000

campos ou grupos

, que consistem de uma

sequência de

(56)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Estrutura da IPC

• Estrutura hierárquica:

Seções

Subseções

Classes

Subclasses

Grupos

Subgrupos

(57)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Classificação Internacional de Patentes (IPC)

Cada

SEÇÃO

tem um título e uma letra com o código

específico, a saber:

• SEÇÃO A

— NECESSIDADES HUMANAS

• SEÇÃO B

— OPERAÇÕES DE PROCESSAMENTO; TRANSPORTE

• SEÇÃO C

— QUÍMICA; METALURGIA

• SEÇÃO D

— TÊXTEIS; PAPEL

• SEÇÃO E

— CONSTRUÇÕES FIXAS

• SEÇÃO F

— ENGENHARIA

MECÂNICA; ILUMINAÇÃO; AQUECIMENTO; ARMAS; EXPLOSÃO

• SEÇÃO G

— FÍSICA

• SEÇÃO H

— ELECTRICIDADE

(58)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Classificação Internacional de Patentes (IPC)

• Exemplo de uma Classificação completa:

Seção

A

Necessidades Humanas

Classe

A43

Calçados

Subclasse

A43B

Partes de Calçados

Grupo

Principal

A43B 13

Solas

Subgrupo

A43B 13/02

●Caracterizadas pelo material

Subgrupo

A43B 13/04

●●matéria plástica, borracha

ou fibra vulcanizada

(59)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 59

Valores das chamadas Retribuições por

Serviços prestados pelo INPI estão

condicionadas ao que atualmente for

designado pelas Resoluções respectivas

ao serviço no site do INPI.

(60)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 60 Fonte: INPI

(61)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Fonte: INPI

61

Legislação

(62)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

(63)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

INVENTOR / CRIADOR é a

pessoa física que encontrou uma

solução nova a um problema

, mediante um ato criativo e não por

simples dedução lógica.

DEPOSITANTE é o

requerente do pedido

de patente de invenção ou

de modelo de utilidade.

TITULAR é o

proprietário da invenção ou do modelo de utilidade

, isto

é, aquele em nome do qual a patente é concedida e possui o direito

de excluir terceiros de sua exploração.

(64)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 Fonte: INPI/OMPI Fonte: INPI

(65)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 65 Fonte: INPI

(66)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 66 Fonte: INPI

(67)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 67 Fonte: INPI

(68)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 68 Fonte: INPI

(69)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 69 Fonte: INPI

(70)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 70 Fonte: INPI

(71)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 71 Fonte: INPI

(72)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 Fonte: INPI/OMPI

Relatório Descritivo

(73)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 73

(74)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 74

(75)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Diretrizes para o fazer o relatório descritivo

75

Definir os objetivos da invenção (IN nº 030/13, Capítulo I - art. 2 -

inciso V) ou descrever o modelo (IN nº 030/13, Capítulo II - art. 9 - inciso

V) de forma

clara, concisa e precisa

, a

solução

proposta para o

problema técnico existente, bem como as

vantagens

em relação ao

estado da técnica;

Ressaltar, nitidamente, a novidade (LPI Art. 11) e evidenciar o

efeito

técnico

alcançado (para PI) (IN nº 030/13, Capítulo I - art. 2 - inciso VI)

ou a

melhoria funcional

alcançada (para MU) (IN nº 030/13, Capítulo II -

art. 9 - inciso VI);

Relacionar as figuras apresentadas nos desenhos, especificando

suas representações gráficas (vistas, cortes, circuitos, diagramas,

fluxogramas, gráficos, etc.) (IN nº 030/13, Capítulo I - art. 2 - inciso VII;

(76)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 76

(77)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Suficiência Descritiva

Art. 24. O relatório deverá descrever clara e suficientemente o

objeto, de modo a possibilitar sua realização por técnico no

assunto e indicar, quando for o caso, a melhor forma de

execução.

Parágrafo único. No caso de material biológico essencial à

realização prática do objeto do pedido, que não possa ser descrito na

forma deste artigo e que não estiver acessível ao público, o relatório

será suplementado por depósito do material em instituição autorizada

pelo INPI ou indicada em acordo internacional.

A descrição do pedido deve permitir sua reprodução

LPI - Seção II

(78)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7 78

O Relatório é suporte para as

reivindicações!

(79)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Introdução à invenção

• Descreve:

– objeto da invenção.

– finalidade deste objeto.

– solução principal da invenção.

– aplicação industrial.

– descreve o estado da técnica

Relação direta com o quadro reivindicatório

Informações básicas de cada figura a ser apresentada

Fundamentos da Invenção

• Contém as informações básicas da invenção.

• Apresentação dos problemas e suas soluções (citando referências).

• Descrição de forma a convergir à sua solução (afunilamento).

(80)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Descrição Detalhada da Invenção

• Cerne do pedido de patente.

• Suficiência descritiva.

• Relação com a novidade e atividade inventiva da

invenção.

• Exemplos ilustrativos

• Descrição das formas factíveis da invenção

(apresentação da melhor forma de executar a invenção conhecida

pelo inventor)

• “Pulo do gato”.

Fonte: INPI/OMPI

RESUMINDO: Relatório Descritivo

(81)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

São a base legal da proteção patentária.

Os termos e a estruturação das reivindicações definem os limites de

proteção conferidos por uma patente;

Devem

estar

fundamentadas

no

relatório

descritivo,

caracterizando as particularidades do pedido e definindo, de modo

claro e preciso

, a matéria objeto da proteção.

...a proteção conferida pela patente é

determinada pelo teor das reivindicações,

interpretado com base no relatório descritivo e

nos desenhos.

Reivindicações

Fonte: INPI/OMPI

(82)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Um preâmbulo

– frase introdutória que identifica a categoria da

invenção e o estado da técnica mais relevante conhecido.

Palavra de transição

– abertas ou fechadas conforme legislações.

Um corpo

– provê a novidade caracterizando o aperfeiçoamento

da invenção, ou seja, a diferença em relação ao estado da técnica.

Estrutura:

Reivindicações

Fonte: INPI/OMPI

(83)

E st e m a te ri a l n ã o p o d e se r u ti liz a d o se m co n se n ti m e n to p vi o . P I - A ul a 7

Preâmbulo

Define uma categoria para a invenção. Exemplos:

Um dispositivo …

Um equipamento …

Uma composição …

Um método …

Um processo …

Um uso …

Um produto …

Deve ser coerente com o título da invenção!

Fonte: INPI/OMPI

Reivindicações

Referências

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