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GABRIELA COSTA E SILVA

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

CURSO DE ZOOTECNIA

GABRIELA COSTA E SILVA

TÉCNICAS DE MANEJO EM UMA UNIDADE PRODUTORA DE

LEITÕES

FORTALEZA 2017

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GABRIELA COSTA E SILVA

TÉCNICAS DE MANEJO EM UMA UNIDADE PRODUTORA DE LEITÕES

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Zootecnia do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Ceará, como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Zootecnia.

Orientador: Prof. Dr. Luiz Euquerio de Carvalho MSc. Tiago Silva Andrade

FORTALEZA 2017

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GABRIELA COSTA E SILVA

TÉCNICAS DE MANEJO EM UMA UNIDADE PRODUTORA DE LEITÕES

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Zootecnia do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Ceará, como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Zootecnia.

Aprovado em ____/____ /_______.

BANCA EXAMINADORA

___________________________________

Prof. Dr. Luiz Euquerio de Carvalho (Orientador Pedagógico) Universidade Federal do Ceará – UFC

___________________________________ Tiago Silva Andrade (Conselheiro) Universidade Federal do Ceará – UFC

___________________________________ Prof. Dr. Pedro Henrique Watanabe (Conselheiro)

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AGRADECIMENTOS

Primeiramente, a Deus, o qual eu reconheço ser o centro da minha vida, pelo meu nascimento. Por ter me iluminado durante toda essa jornada e guiado meus caminhos para que eu chegasse até esse momento tão importante e sonhado em minha vida. É Ele quem rege, guarda e ilumina todos os meus passos.

À minha mãe, meu maior exemplo, dona de uma força inigualável e inexplicável. Ela que dedicou toda a sua vida para que eu pudesse ter sucesso, que sempre foi exemplo de honestidade, de determinação e princípios. Mulher guerreira que mesmo sozinha, não teve medo, não fugiu da responsabilidade e mostrou a todos que sempre seria capaz de tudo por mim. Ela que sempre me encorajou, sempre acreditou em mim e me incentivou a ir em busca de todos os meus sonhos. Fico grata pelo orgulho que você tem da profissão que escolhi. Obrigada por todos os sacríficos em prol da melhor educação que eu pude receber, por tantas noites dormindo tarde pra estudar comigo quando eu era criança. Infelizmente não há espaço para que eu possa escrever aqui todas as coisas que tenho a te agradecer que me tornaram quem eu sou hoje e que me fizeram chegar à tão sonhada graduação na federal. Essa conquista é sua também.

Ao meu avô, a quem dedico não só este trabalho, como toda a minha graduação, pois como dizia o ditado “Quem sai aos seus não degenera”. Sei que sempre olhou por mim quando partiu para outro plano, não há dúvidas que seu sangue de homem do campo corre em minhas veias. Agradeço muito essa herança que deixaste para mim, é algo inesquecível e impagável. Do teu jeito calado sempre me proporcionou muita felicidade, muitos sorrisos ao comprar meus bombons com o dinheiro que me dava, são memórias que guardo para lembrar que para ser feliz precisa de tão pouco.

A minha avó, conhecida carinhosamente como D.Reni. Nessa hora algumas lágrimas caem, pois reconheço todo seu esforço para criar todos os seus netos e bisnetos, serei eternamente grata pela sua presença e participação tão ativa em minha criação. Mulher forte, minha mãe teve a quem puxar. Nenhuma outra em seu lugar conseguiria exercer tão louvavelmente o papel de avó. Peço a Deus diariamente que te guarde sobre os braços dele e permita que tua vida entre nós seja longa.

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Figura, sem dúvida, essencial em minha formação como ser humano. Minha amada vozinha acredite seus netos não seriam nada sem essa tua perseverança e todo esse teu amor puro! Se eu pedir a Deus, ele te concede o dom de ser eterna?

Aos meus tios, Henrique e Ribeiro, duas pessoas que eu não consigo achar nenhuma palavra que expresse o tamanho do amor e da gratidão que eu tenho por eles. Mesmo que eu não seja muito carinhosa, o amor que sinto por vocês é o mais profundo desse mundo. Não sendo responsabilidade de nenhum deles, tomaram pra si a tarefa de me criar desde que nasci até hoje. Deus, sem sombra de dúvidas, sempre me reservando o melhor e vocês são os melhores. Obrigada por terem feito tudo pela minha educação, por abrirem mão de ter coisas pra vocês e dar não só a mim, mas como ao Victor, ao André e a Juliana. Por todo o amor e cuidado tão notável, por nunca ter me deixado sentir a falta de absolutamente nada, nem material e nem emocional. Peço a Deus que um dia eu possa retribuir a altura todo o sacrifício e sei que cada briga foi necessária e que todos os conselhos são para que eu possa crescer. Admiro vocês, superaram todas as adversidades, vieram de origem humilde e conseguiram vencer na vida. Exemplos de honestidade e luta, são meus espelhos de dignidade e sucesso. Se existem super-heróis, eu tenho dois!

A minha tia, Carmem, outra mãe que eu tenho. Meus sinceros agradecimentos por todo cuidado, por muitas vezes passar muitos e muitos dias das férias comigo quando eu era criança, por me tratar como uma filha, por todo amor e carinho dedicado e por nunca ter ouvido um não vindo de você. Agradeço por ter dado vida aos meus primos, que são grandes presentes em minha vida. Amo a senhora!

Aos meus primos-irmãos, André, Juliana e Victor. Três grandes presentes em minha vida, o qual sou profundamente grata a Deus por ter. Vocês sempre estiveram comigo, sei que em qualquer momento da minha vida, a qualquer hora eu posso contar com qualquer um. Saiba que carrego vocês em meu coração e que tenho um imenso amor por cada um. Foram meus primeiros melhores amigos e agradeço por esse laço que sei que não irá se desfazer por nada. Contem sempre comigo e saiba que jamais medirei esforços pra estar com vocês e que prontamente estarei ao lado de cada um em alguma necessidade. A felicidade de vocês também é minha.

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Ao Carlos Henrique e ao Gilberto Neto, pela alegria que trouxeram as nossas vidas em seus nascimentos, pelo milagre que é o nascimento de uma criança e pela esperança que ela trás pra um lar. Ainda que eu não veja vocês com a frequência que queria ver, saiba que amo vocês e que todo o esforço que fiz para me tornar uma graduanda e todo esforço que farei em minha vida profissional será por vocês também. Não tenham dúvidas que eu estarei aqui para qualquer coisa, espero em breve fazer mais por vocês.

Ao meu namorado, José Lucas, por acreditar no meu potencial e sempre me mostrar que sou capaz. Pelo amor e carinho ao longo desses anos, pelo companheirismo e força nos momentos difíceis, pela compreensão nas horas de ausência por conta do cansaço dos estudos, pelo ombro amigo quando eu chegava ao meu limite e já não podia aguentar sozinha e principalmente pela paciência nas aulas de matemática que ele me dava. Foi ele que me ajudou a achar soluções quando eu tinha certeza que não havia nenhuma. Obrigada por todas as vibrações em cada momento importante que tive que enfrentar, sem tua ajuda tudo teria sido bem mais difícil.

As minhas quatro melhores amigas, Beatriz Holanda, Beatriz Padilha, Laryssa Sabino e Thamara Reis, por mais de uma década de amizade, por tantos momentos compartilhados, por tantas vitórias celebradas e choros acalentados. Amigas que eu sei que não existe momento ou hora, que partilhamos nossa caminhada. Passamos por todas as fases até agora juntas e espero que seja assim para o resto de nossas vidas.

Aos meus amigos de faculdade, Luan Mariano, Jéssica Carias, Rebeka Magalhães, Lucas Batista, Artur Bruno, Etho Roberio, Camila Portela, Lázaro Batista, Janaína Medeiros e Laís Lima. Saibam que sem vocês esses anos teriam sido extremamente complicados, obrigada por todo apoio, amizade e companheirismo nessa longa trajetória. Cada um de vocês deixou algo em mim, guardei de cada um uma lembrança que sem dúvidas me motivou a ser uma Gabriela melhor. Que cada um siga seu caminho, mas que essa amizade perdure por todos os anos seguintes. E a minha amiga Ângela, que mesmo não estando mais cursando Zootecnia, deixou seu nome gravado em meu coração e me deixou orgulhosa por buscar seu verdadeiro caminho.

A Federação de Zootecnia do Brasil – FEZB, que foi uma etapa da minha vida fascinante e enriquecedora profissionalmente, pessoalmente e acima de tudo politicamente. Foram dois anos a

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frente da federação como presidente, no qual pude conhecer pessoas magnificas que lutam fervorosamente pelo futuro da nossa profissão.

Ao médico veterinário, Tiago Silva Andrade, por todos os ensinamentos passados, paciência com todas as minhas dúvidas, atenção, compreensão e amizade. Sem dúvidas, uma experiência marcante em minha vida, o qual o Tiago fez questão de acompanhar todos os detalhes, sempre me fazendo aprender mais.

Ao professor, Luiz Euquerio pelas orientações, pela paciência, pela preocupação em saber se tudo sempre estava indo bem durante todo o meu período de estágio.

À professora Maria Socorro Carneiro, por ter me orientado em uma parte da graduação, ter confiado em meu trabalho e por muitos ensinamentos que ela me deu, agradeço imensamente o apoio e a confiança.

Ao José Clécio, que desde o começo da graduação, me salvou inúmeras vezes na hora da matrícula e com qualquer problema que eu tivesse no curso. Sempre muito atencioso e solícito.

Aos Zootecnistas, Ézio Gomes da Mota e Walter Motta, por todo apoio durante a graduação, ensinamentos que iam além do lado profissional e político, por me tornar uma futura Zootecnista mais preocupada com a nossa classe e envolvida com as lutas da profissão. Agradeço imensamente o carinho, o respeito. Minha admiração transcende horizontes por vocês.

A empresa Xerez, por ter me dado à oportunidade de vivenciar o dia a dia de uma grande empresa de suínos, me fazendo pôr em prática tudo que aprendi na teoria, ampliando meus conhecimentos e me tornando uma profissional mais preparada para o mercado. A todos os funcionários, principalmente a Rosa, ao Nilson o “Paulista”, ao Marciano, Carlão e ao seu Edilson por toda paciência no meu processo de aprendizado, pela amizade e pela forma como fizeram eu me sentir à vontade dentro da granja.

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SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ... 11 2 LOCALIZAÇÃO ... 12 2.1 Local e Período ... 13 3 INFRAESTRUTURA DA GRANJA ... 12 4 BIOSSEGURIDADE DA GRANJA ... 15 5 ATIVIDADES REALIZADAS ... 16 5.1 Manejo Reprodutivo ... 16 51.1.1 Manejo de machos ... 16 5.1.1.2 Detecção de Cio ... 16

5.1.1.3 Técnica de coleta de sêmen ... 17

5.1.1.4 Preparação do material coletado. ... 18

5.1.1.5 Processo de Inseminação Artificial ... 19

5.1.2 Pré-gestação e gestação ... 20

5.1.2.1 Manejo alimentar nas fases de pré-gestação e gestação...20

5.1.2.2 Diagnóstico de Gestação...21

5.1.3 Maternidade ... 21

5.1.3.1 Manejo dos leitões desde o nascimento ao desmame ... 21

5.1.3.1.1 Manejo sanitário ... 21

5.1.3.1.2. Manejo alimentar das matrizes e leitões na maternidade...22

5.1.3.1.3 Manejo de parto...23

5.1.3.1.4. Secagem de leitões...24

5.1.3.1.5. Corte e desinfecção de umbigo...,...24

5.1.3.1.6. Mamada do colostro...,...24

5.1.3.1.7. Reanimação de leitões...,...25

5.1.3.1.8 Fornecimento de calor suplementar...25

5.1.3.1.9. Corte da cauda...25

5.1.3.1.10. Corte dos dentes...25

5.1.31.11 Aplicação de Ferro...26

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5.1.3.1.13. Primeiro fornecimento de ração...26

5.1.3.1.14. Aplicação de soro glicosado...27

5.1.3.1.15 Equalização de leitegada...27

5.1.3.1.16 Desmame de leitões...27

5.3 Programa de vacinação...27

5.4 Manejo de Creche...29

5.4.1 Manejo de Cortinas...29

5.4.2 Manejo Sanitário da creche...29

5.4.3 Manejo alimentar de leitões na fase de creche...29

5.5 Manejo de dejetos...30

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS...31

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1 INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas, a suinocultura veio se transformando e passou a ser mais valorizada pelo consumidor, com isso, tornou-se uma atividade extremamente competitiva. Ainda não é a carne preferida dos brasileiros, o fator limitante para o crescimento do consumo de carne suína, ainda é a falta de informação da população, que associa a carne ao perigo da cisticercose, além de terem a imagem do porco de antigamente, criado totalmente sem nutrição adequada, manejo e sanidade, o chamado “porco-banha”. Porém, o consumo vem crescendo de forma acelerada e conquistando seu espaço no cenário mundial, devido à conscientização da população sobre os valores nutricionais e a qualidade da carne suína. Atualmente, o Brasil é o quarto maior produtor mundial de carne suína, perdendo para China, que é o maior produtor e consumidor absoluto, União Europeia e Estados Unidos. (ABIPECS, 2015).

A suinocultura brasileira registrou em 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 62,57 bilhões e geram 126 mil empregos diretos e mais de 900 mil indiretos. Além disso, o país registrou um plantel reprodutivo de mais de 1,7 milhão de matrizes tecnificadas; o abate de 39,3 milhões de animais e uma movimentação de R$ 149,86 bilhões em toda a cadeia produtiva. De acordo com o sistema de produção, a suinocultura independente representa 38% da atividade, cooperativas 23% e integração 39%. (ABCS, 2016)

Com relação ao consumo de carne suína em 2016, a China continua figurando como o país que mais consumiu carne suína no mundo com uma demanda de 56.500 mil/ton ano, enquanto que o Brasil passou para o quarto maior consumidor de carne suína, com cerca de 3.344 mil/ton ano (ABIPECS, 2016). No ano de 2015 o consumo per capita foi de 15,1kg/hab (ABIPECS, 2016).

Uma das vantagens que o Brasil tem em relação aos demais países no topo do ranking de exportações é a capacidade de produção de grãos e a quantidade de terras agricultáveis possui.

A forma de exportação mais comum da carne suína é de 82,96% na forma de cortes, logo depois na forma de miúdos, com 9,63%. Os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, são atualmente os líderes no mercado exportador brasileiro. (ABIPECS, 2016).

Não existem dúvidas de que o mercado da suinocultura é altamente promissor. A participação no mercado mundial e o volume de exportação, são parâmetros que confirmam isso.

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2 LOCALIZAÇÃO

2.1 Local e Período

O estágio curricular supervisionado ocorreu na Granja Xerez Avícola Ltda, com sede em Maranguape/CE, localizada no Nordeste Brasileiro, longitude 3º53’27.41 Sul; 38º41’08 Oeste, o clima da região é Aw (clima tropical), de acordo com a classificação Köpen. O estágio na Unidade Produtora de Leitão (UPL) Tangueira, ocorreu nos meses de Fevereiro a Maio de 2017. A granja conta com duas UPL, Piroás e Tangueira, situadas nos municípios de Maranguape.

Além das UPL, a Granja Xerez, possui duas fábricas de ração, localizadas em Maranguape e Maracanaú, unidades de produção avícola, granjas de crescimento e terminação e uma fábrica de extrusão de soja.

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3 INFRAESTRUTURA DA GRANJA

As instalações na unidade de suínos consistem em 16 galpões, sendo divididos em: recepção de marrãs, central coleta de sêmen com 15 baias individuais para reprodutores, laboratório para processamento do sêmen, uma oficina onde são realizadas todas as manutenções da granja, 4 creches, 4 maternidades com capacidade para 298 animais ao total, 2 gestações coletivas com 32 baias cada (com capacidade para 6 matrizes em cada uma) e 4 gestações do tipo gaiola. Além dessas instalações, a granja conta com anexos: um refeitório, banheiros, um escritório, farmácia, incinerador para descarte de animais mortos.

A orientação dos galpões é no sentido Leste-Oeste, obedecendo à orientação para que a incidência solar seja menor durante o dia, diminuindo o desconforto dos animais em decorrência da temperatura. Na granja, usam-se modificações primárias, como o uso de árvores para servir de sombreamento natural e quebra vento, e secundárias, como o uso do Ductofan, que é um sistema de resfriamento de ar direcionado para incidir diretamente nas matrizes, prevenindo assim que os

suínos não atinjam temperaturas críticas, diminuindo sua produção.

Além disso, na maternidade e na creche, utiliza-se o manejo de cortinas. A altura do pé direito das instalações também varia de 3,0 a 3,5m estando dentro das recomendações técnicas, segundo o Manual de Instalações para Suínos da Embrapa (Embrapa, 2003) proporcionando uma maior circulação de ar dentro da instalação.

Os telhados dos galpões são de duas águas, telhas do tipo colonial de cerâmica, e beiral com uma variação de 1,2 a 1,5 metros. Não existe forro no telhado, e as baias, paredes e corredores de acesso aos galpões são construídos de alvenaria. Na gestação do tipo gaiola utilizam-se gaiolas individuais de ferro galvanizado.

Na maternidade, o piso é ripado parcialmente e suspenso, facilitando o manejo sanitário, evitando que a matriz e os leitões entrem em contato direto com os dejetos, diminuindo o risco de doenças decorrentes do contato com as fezes, como verminoses e diarreias. O bebedouro na baia é do tipo chupeta, tanto para os leitões como para a matriz.

Na central de coleta de sêmen, os reprodutores ficam em baias individuais, toda de alvenaria e piso cimentado. O cocho também é feito de alvenaria, e o bebedouro é do tipo chupeta.

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Se fizermos uma análise da UPL Tangueira, baseado nas recomendações técnicas do Manual de Instalações para Suínos da Embrapa (Embrapa, 2003), conclui-se que a unidade atende de forma satisfatória as exigências das normas técnicas descrita no manual.

A linhagem de matrizes utilizadas na granja é a TN20 e TN70, formada a partir do cruzamento das raças Large White e Landrace. O macho Traxx é um reprodutor híbrido, produzido através do cruzamento entre as linhagens Top pi e Talent. Essa genética é fornecida pela empresa Topigs Norsvin.

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4 BIOSSEGURIDADE DA GRANJA

Devido à intensificação da produção suinícola, utiliza-se ciclos cada vez mais curtos e alta densidade de animais nos galpões, gerando uma maior necessidade em relação à saúde desses animais nas granjas. A biosseguridade é um conjunto de procedimentos técnicos, com objetivo de prevenir, direta ou indiretamente, os agentes patogênicos, minimizando os riscos de enfermidades. (PINHEIRO, 2014)

Na granja Xerez, algumas medidas de biosseguridade são adotadas para que sejam minimizados os riscos de contaminação. Na entrada existe um controle e apenas pessoas autorizadas podem adentrar na granja. Ao entrarem devem tomar banho e vestir a roupa e calçado apropriado que são disponibilizados pela granja. Os funcionários executam o mesmo procedimento, mas utilizam banheiros diferentes dos visitantes. Nem todos que entram na granja, têm contato direto com os animais, porque os galpões estão localizados a certa distância da entrada.

A UPL Tangueira está localizada longe das vias de acesso e do fluxo de pessoas. Os veículos autorizados a entrarem na propriedade são apenas aqueles que transportam materiais internos da granja, passam pelo rodolúvio, localizado na portaria, sendo desinfetada com uma solução de água e um desinfetante a base de cloreto de benzalcônio. Os demais veículos devem ficar fora da granja.

Em cada galpão, temos um pedilúvio nas entradas, alguns são feitos de PVC e outros feitos de concreto, sendo construídos no próprio piso na entrada da instalação contendo uma solução desinfetante.

Quando os animais morrem, são incinerados dentro da própria granja, em um forno incinerador.

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5 ATIVIDADES REALIZADAS

5.1 Manejo Reprodutivo

5.1.1 Manejo de Machos

Os animais de reposição adquiridos pela granja, com peso de aproximadamente 130kg, consumiam ração de reposição medicada durante as três primeiras semanas, sendo fornecida a vontade, servido apenas uma vez ao dia. A ração consiste em sulfametoxazol associada à trimetoprima e doxiciclina. Após o período inicial de 21 dias, os machos passavam a comer a mesma ração específica de rufiões e reprodutores adultos, em uma quantidade de 2kg/dia para manterem o peso, sendo fornecido 1kg pela manhã e outro 1kg pela tarde.

Os machos que a granja possui ou são rufiões ou reprodutores. Os rufiões são utilizados para a detecção de cio e para estimulação da fêmea através do efeito macho. Já os reprodutores, não possuem nenhum contato com as fêmeas e são usados apenas para a coleta de sêmen.

Do ponto de vista reprodutivo, os machos com idade aproximada de 930 dias, começam a apresentar redução significativa na concentração de ejaculado e aumento de patologias espermáticas (Topigs, 2012).

5.1.2 Detecção do cio

Para que a inseminação artificial tenha sucesso, é necessário que a detecção de cio seja realizada da maneira correta, para que a fêmea seja inseminada no período certo e não ocorra desperdício de sêmen. O diagnóstico de cio era realizado duas vezes ao dia na granja, sendo uma pela manhã, às 6 horas e outra pela tarde, às 16 horas.

A manifestação do cio se dá pela ação do estradiol, que é produzido pelos folículos maduros, e tem duração de 2 a 3 dias. É na fase de estro que ocorre a ovulação, por ação do hormônio Luteinizante (LH). Os sintomas de cio, são: A fêmea nessa fase permite a monta, fica parada quando simulado o reflexo de tolerância ao homem (RHT), apresenta a vulva entumecida e avermelhada, perde o apetite, produz grunhidos e movimento das orelhas, além de urinar com mais frequência.

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Para detecção de cio das matrizes, o rufião passava em um corredor, localizado em frente à baia das fêmeas, ao mesmo tempo em que um funcionário fica pressionando suas mãos sobre o dorso do animal para saber se a fêmea aceita a cobertura do macho. Para detecção do cio das marrãs, elas eram levadas até a baia do rufião e ao estarem na presença do macho, as que estavam no cio, apresentavam reflexo de tolerância ao macho e aceitavam serem montadas. Aquelas marrãs que não estavam em cio, sofriam estímulo visual e olfatório do macho, apresentando posteriormente o comportamento de estro. As fêmeas em cio eram marcadas e conduzidas para o galpão de gestação, do tipo gaiola, onde eram inseminadas.

A marrã (fêmea nulípara púbere) apresenta um estro mais curto do que a porca (fêmea plurípara suína adulta). A ovulação das nulíparas é mais duradoura e ocorre 12 a 36 horas após o início do cio. Nas pluríparas a ovulação o é mais curta e tardia, ocorrendo com 33 a 39 horas após o início do cio (LOVATTO et al., 1996).

O cio normalmente ocorre a cada 21 dias, caso a fêmea não esteja em gestação ou lactação. Existem diferente tipos de cio na espécie suína. O cio pós-parto ocorre 60 horas após o parto, é infértil e não deve ser utilizado. O cio silencioso é aquele em que há ovulação da fêmea e elas não apresentam os sintomas típicos de cio. O falso cio ou “encabelamento”, se manifesta no 60º dia de gestação e também não deverá ser aproveitado.

5.1.1.3 Técnica de coleta de sêmen

A frequência de utilização dos machos varia com a idade, reprodutores com mais de um ano podem ter o sêmen coletado duas vezes por semana, com intervalo de 3 a 5 dias, já os reprodutores com idade menor que 12 meses, devem ter uma frequência de coleta de uma vez por semana. A coleta de sêmen na granja ocorria diariamente em reprodutores diferentes, duas vezes ao dia. Uma coleta era realizada às 8 e a outra às 14 horas. Antes da coleta, ocorria a higienização do prepúcio do animal, com água e detergente neutro, a secagem era realizada com papel toalha. Para a coleta do sêmen, o macho era conduzido até uma baia, onde continha o manequim e era estimulado a montar. Após o animal subir, sem que fosse forçado, ele expõe o pênis e o manejador segura-o com a mão protegida por uma luva e o pressiona, simulando a cérvix da porca, por isso, esse método se chama “mão enluvada”. Após a pressão no pênis a ejaculação é iniciada e o manejador direciona

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para o frasco coletor durando em torno de 5 a 10 minutos. A primeira fração, chamada fração pré-espermática, que era ejaculada pelo animal, era descartada por não possuir espermatozoides e servir para limpar a uretra. A fração espermática possui uma coloração branca, densa e rica em espermatozóides. A última fração, pós-espermática, apresenta grumos gelatinosos e é esbranquiçada, contendo grande quantidade de plasma seminal e com função de tapar a cérvix da fêmea para evitar refluxo do sêmen.

Ao final da coleta, todo o sêmen obtido era levado ao laboratório que é ligado a área da coleta por uma janela, para que fossem analisados, diluídos e preparados as doses para inseminação artificial.

Essa técnica possui vantagens de ser de fácil aprendizado para o funcionário que irá realizar a coleta, é aceita pela maioria dos reprodutores e não necessita de equipamentos especiais para a coleta do ejaculado, porém apresenta desvantagem do animal se acostumar a um único manejador, além de oferecer risco de contaminação à dose de sêmen por sujidades do ambiente.

5.1.1.4 Preparação do material coletado

Dois parâmetros são analisados no ejaculado do macho: volume e motilidade espermática. Logo após ser coletado, o ejaculado vai para banho maria a 37ºC, que deve ser a temperatura ideal do sêmen. Para analisar a motilidade, coloca-se uma gota de sêmen em uma lâmina esterilizada na estufa, com microscópio com a lente de aumento em 10 vezes, sendo possível analisar a quantidade de espermatozoides móveis.

Para a contagem de espermatozoides é realizada uma mistura com 0,1 ml do sêmen na seringa de insulina + 9,0 ml de soro fisiológico + 0,9 ml de formol na seringa de insulina. O fixador a ser usado é a solução salina + formol, que serve para fixar as células na lâmina. Uma gota dessa mistura era levada a câmara de Neubauer Improved®, para avaliação da concentração de espermatozoides e com o microscópio era realizada a contagem. A câmara de Neubauer é composta por dois lados, superior e inferior, dividida em 25 quadrados, cada quadrado maior possui 16 quadrados menores. O microscópio deve estar com a lente de aumento em 40 vezes. Fixa um L nos quadrados e conta os espermatozoides que estiverem com a cabeça dentro dos quadrados ou nas linhas divisórias. A soma dos 5 quadrados resulta na quantidade de espermatozoides presentes na câmara.

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Realizado os cálculos de quantas doses o ejaculado daria, é realizada a diluição através de um diluente comercial que contém glicose (75,5%), citrato de sódio (13,8%), bicarbonato de sódio (2,9%), ácido etilenodiamino tetra-acético – EDTA (2,8%), cloreto de potássio (3,0%), albumina (1,4%) e sulfato de gentamicina (0,6%). O diluente funciona como um suporte nutritivo para os espermatozoides, além de neutralizar a mudança de pH, impedindo o crescimento bacteriano, durante o resfriamento do sêmen. Dependendo do tipo de diluente, o sêmen pode ser armazenado de quatro a nove dias, demonstrando que o sêmen resfriado possui mais flexibilidade de uso do que o sêmen fresco (Silva et al., 2002; Severo, 2009). As doses eram embaladas em blisteres, de 50 ml ou 100 ml e eram vedados com um aparelho selador, e identificados com o número do reprodutor.

5.1.1.5 Processo de inseminação artificial

Na granja, o horário de inseminar as fêmeas era pela manhã as 06:30h da manhã e à tarde as 17:00 horas, pois são os horários mais frescos e a repetição de inseminação se dá para aumentar a efetividade da fecundação. A idade de reprodução de uma fêmea suína é entre os 7 e 8 meses, com média de 130kg e a partir do 3º cio. A inseminação era intrauterina permitindo a redução do número de espermatozóides por dose, sem que haja prejuízo ao desempenho reprodutivo da fêmea. O volume de diluente usado na inseminação artificial para porcas é de 50 ml, pois o sêmen é depositado dentro do útero com o auxílio de pipetas que passam da cérvix, chamado de método pós-cervical. A inseminação em porcas ocorria em três momentos: 12 horas após a detecção do cio, e as outras duas com 24 e 36 horas. Em marrãs a dose de sêmen utilizada é de 100 ml, depositado na cérvix, devido as contrações vaginais que são estimuladas pela presença do rufião. As marrãs, por nunca terem tido uma leitegada, são inseminadas através deste método cervical, para que não corra o risco de machucar o útero delas. A inseminação também ocorria em três momentos: a primeira era realizada logo em seguida a detecção de cio, as outras duas com 12 horas e 24 horas após o cio ser detectado, essa repetição de inseminação ocorre para aumentar a taxa de fecundação.

As doses de sêmen a serem utilizadas durante a inseminação eram identificadas com o número do reprodutor e transportadas dentro de uma caixa de isopor pelo manejador, para evitar que o sêmen perdesse sua qualidade, através de um possível choque térmico.

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Para dar início à inseminação, o funcionário limpava a vulva da fêmea com um papel toalha seco e massageava o flanco do animal para sua estimulação. Aplicava-se o lubrificante na ponta da pipeta, abriam-se os lábios da vulva e introduzia o cateter no sentido crânio-dorsal, até perceber certa resistência do corpo do animal. A dose de sêmen é acoplada a pipeta e lentamente é liberado para dentro do trato reprodutivo da fêmea. Depois que todo o sêmen do blister foi liberado, a pipeta é retirada da vulva do animal e descartada.

5.1.2 Pré-gestação e gestação

O manejo durante a pré-gestação e gestação é fundamental para o bom desenvolvimento da leitegada, diminuindo nascimento de leitões natimortos e mumificado. Durante este período a matriz não deve ser submetida a estresses. O manejo alimentar nesta fase adota um papel importante, afetando tamanho, peso e uniformidade dos leitões. Antes de serem transferidas para a maternidade, as matrizes são lavadas para evitar contaminação no novo ambiente.

5.1.2.1 Manejo alimentar nas fases de pré-gestação e gestação

A gestação de uma porca dura aproximadamente 114 dias, podendo ter uma variação de 4 dias para mais ou para menos.

As fêmeas gestantes com escore corporal dentro da normalidade eram alimentadas uma vez por dia, com uma oferta de 2 kg de ração. Caso a fêmea estivesse com escore corporal acima do normal, ela consome apenas 1,8kg de ração diariamente. A alimentação nesta fase de gestação deve ser adequada pois influencia diretamente na lactação e na vitalidade dos leitões. É importante que as matrizes recebam aminoácidos e energia em quantidades suficientes para sua mantença, desenvolvimento da glândula mamária e recuperação do escore corporal perdido na lactação anterior (TOPIGS, 2015). Uma matriz Topigs 20 de primeiro ciclo durante a fase de gestação tem um requerimento de energia líquida total de 2.358 MJ, atingindo o valor de 2.680 MJ a partir do 4º ciclo. Já o requerimento de energia metabolizável total para uma matriz Topigs 40, de primeiro ciclo é de 3.154 MJ² e de 4º ciclo atinge o valor de 3.584 MJ². A água é dada à vontade para as porcas. A ração medicada adicionada de florfenicol com ácido cítrico para a prevenção de problemas geniturinários era fornecida a cada dois meses paras as fêmeas. Os distúrbios do

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aparelho geniturinário das matrizes provocam diminuição da rentabilidade das granjas, podemos destacas como problema, a cistite, que muitas vezes evolui para um quadro de infecção urinária. De acordo com Silveira et al. (2006), existe estreita relação entre as infecções urinárias e problemas reprodutivos, tais como a redução do tamanho da leitegada, falhas de concepção;

5.1.2.2 Diagnóstico de Gestação

Para que as medidas necessárias para garantir uma gestação tranquila sejam tomadas, é necessário que se faça o diagnóstico de cio, para confirmar a prenhez da matriz. As observações dessas fêmeas são diárias, para garantir que não houve retorno ao cio, abortos ou enfermidades. O método adotado na granja é o indireto, através da detecção de não retorno ao cio depois de 21 dias de inseminação e, observando se há sintomas de gestação, como abaloamento do abdômen.

5.1.3 Maternidade

Antes da transferência das matrizes para a maternidade, elas devem ser lavadas, dando atenção especial ao aparelho mamário, região posterior e aparelho locomotor com objetivo de evitar a contaminação de uma instalação que já foi previamente limpa e desinfetada. É uma instalação indispensável destinada ao parto e período de lactação das porcas. O manejo correto dentro da maternidade garante mais leitões vivos por leitegada e uma melhor saúde para a porca. Nesta instalação as celas parideiras são individuais.

5.1.3.1. Manejo dos leitões do nascimento ao desmame

5.1.3.1.1. Manejo sanitário

O processo de higienização contempla cinco etapas: Limpeza seca, limpeza úmida, aplicação do detergente, enxague e desinfecção. Inicialmente, era retirada a sujeira acumulada através de um jato de alta pressão, que retira os excrementos das baias, dos bebedouros, corredores, janelas, cortinas. Após isso, uma lavagem mais detalhista, feita de cima para baixo, era realizada com água e detergente agindo por alguns minutos, até ele secar. Durante essa segunda lavagem, os pisos ripados que eram removíveis e de plástico, ficavam submersos em um tanque durante uma hora,

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em uma mistura de 200L de água para 2L de detergente. A vassoura de fogo era utilizada para desinfecção das gaiolas e pisos, para auxiliar no controle de microrganismos, como por exemplo, o da coccidiose. Após isso, as estruturas eram montadas novamente e era realizado o período de vazio sanitário, que deveria ser de 7 dias, porém, devido ao grande fluxo de produção nem sempre este período era respeitado.

5.1.3.1.2. Manejo alimentar das matrizes e leitões na maternidade

As matrizes são levadas para a maternidade com uma média de 4 dias antes do parto previsto. No dia do parto, a ração é suspensa e apenas a água é fornecida a matriz. No dia seguinte, a porca era alimentada com 2kg de ração. A cada dia aumentava-se mais um kg de ração, até se estabilizar nos 8kg. Quando estabilizado, o manejo alimentar ocorria da seguinte forma: 2 kg de ração é fornecido, e a cada leitão vivo a porca tem um adicional de 0,5kg de ração fornecida. Durante esta fase não deve haver nenhum tipo de restrição em relação à alimentação, devido a sua exigência nutricional ser maior neste período, pois além da sua mantença há produção de leite. As matrizes são levantadas a cada 45 minutos, sendo estimuladas a beberem água e consumirem a ração. Uma matriz em lactação pode chegar a consumir entre 14 a 32 litros de água por dia. (Neves, 2011).

Quadro 1. Arraçoamento para matrizes na granja Xerez.

Horário Quantidade (Kg) 05:00h 2kg 07:00h 1kg 08:00h 1kg 09:00h 1kg 10:00h 1kg 19:00h 2kg Total: 8kg/dia

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A partir do 7º dia de vida dos leitões uma pequena quantidade de ração já é fornecida no comedouro para a adaptação deles, sendo totalmente peletizada e a vontade e apresenta como vantagens a melhora no ganho de peso, o consumo de ração, a conversão alimentar do animal, diminuindo a poeira gerada pela ração, apresentando desvantagem o custo para peletização. Essa ração começa a ser fornecido nesse período para o amadurecimento das enzimas digestivas dos leitões, para um melhor desempenho na fase de creche.

5.1.3.1.3. Manejo de parto

Como a granja adota o sistema de inseminação artificial, é possível programar os partos para que os funcionários estejam preparados para auxiliar esse momento. Quando a matriz está perto do período de parição, ela começa a demonstrar alguns sinais tanto comportamentais como fisiológico, tais como: Inquietude, edema vulvar, secreção de leite em gotas, mastigação constante. O intervalo de expulsão de um feto para outro é em torno de 15 a 20 minutos e o funcionário deve estar atento para que o leitão não espere muito tempo pelos primeiros cuidados. Quando a fêmea começa a apresentar jatos de leite, no máximo em 6h o primeiro leitão irá nascer. As contrações são identificadas quando a porca começa a torcer a cauda, quando ela pressiona o membro anterior na barriga. Ao longo do parto a placenta pode ser liberada aos poucos e ao final, é expulsa em maior volume, indicando que o parto foi finalizado.

Os funcionários estão preparados para intervir em qualquer complicação no parto das matrizes, quando um leitão demora mais que o tempo médio para nascer o funcionário deve massagear a região do aparelho mamário, o que provocará um estímulo de ocitocina endógena na fêmea e das suas contrações. Caso não funcione, pode-se levantar a fêmea para que ela mude de posição. Em caso de partos sem contrações era aplicado 1 ml de ocitocina, via endovenosa, para estimular as contrações, caso o leitão não nascesse em até 10 minutos após a aplicação é realizado o toque. Caso essa fêmea tivesse contrações e após realizar as primeiras intervenções como massagem e levantar a matriz e mesmo assim o leitão não nascesse, não era realizada a aplicação de ocitocina, era realizado logo o toque. Após a realização do toque, que é um procedimento evasivo, as matrizes recebem antibiótico terapia para combater infecções.

Cada fêmea tem a sua ficha, constando número da matriz, linhagem, ordem de parto, data prevista para o parto, macho utilizado na inseminação, idade, além das informações colhidas

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durante o parto, como a hora que cada leitão dela nascia, número de leitões e número de natimortos e mumificados. Esse controle individual permite um acompanhamento do desempenho da matriz, gerando dados que servem como indicadores de produção.

5.1.3.1.4. Secagem de leitões

Em uma mesa auxiliar de ferro galvanizado, e os animais eram limpos e secos com pó secante, para evitar a perda de calor. Era retirada toda a membrana que cobria o animal, limpando principalmente boca e secando as narinas para desobstruir as vias aéreas e garantir a respiração do animal, esses animais podem morrer sufocados se essa membrana não for retirada. Em animais aparentemente mortos era realizada a massagem do dorso e da região pulmonar do leitão, para garantir a ativação da sua circulação sanguínea e estimular a respiração.

5.1.3.1.5. Corte e desinfecção de umbigo

Logo ao nascerem, após ser realizada a secagem dos animais, retirando todos os restos placentários, os leitões eram levados a uma mesa auxiliar para realizar o corte e desinfecção do umbigo. O animal ficava com as patas para cima, amarrava-se uma linha que estava emergido em iodo no cordão umbilical entre 3 a 5 cm da sua inserção no abdômen e cortava-se com uma tesoura cirúrgica. Após o corte, a região é desinfetada com uma solução de iodo de 10%, onde se emergia o umbigo dentro do frasco de iodo, pressionando-o contra o abdômen e fazendo um movimento de 180º durante cinco segundos, para que todo o umbigo fosse atingido.

5.1.3.1.6. Mamada do colostro

O colostro é rico em imunoglobulinas, que são absorvidas de forma intacta pelas paredes do intestino e que são de extrema necessidade para a vida do leitão, pois não existe a transferência de anticorpos da placenta para o leitão. Os leitões devem mamar o colostro até 6 horas após o parto, para uma melhor absorção. Auxiliar a mamada do colostro é uma prática indispensável para a imunidade do animal recém-nascido. Na granja, a mamada do colostro é realizada como primeiros cuidados ao leitão, e dado a cada leitão 5 a 10 ml em uma seringa. Após os cuidados básicos, o leitão retornava a porca, e a sua mamada era auxiliada.

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5.1.3.1.7. Reanimação de leitões

Alguns animais nasciam aparentemente mortos, com dificuldade de respirar, não abriam os olhos e apresentavam o corpo enrijecido. A forma de reanimação usada pelo funcionário era a limpeza das narinas do animal, depois era realizada a compressão do abdômen em direção ao tórax para expulsar os líquidos aspirados.

5.1.3.1.8. Fornecimento de calor suplementar

Os leitões quando nascem necessitam de uma fonte extra de calor, pois sua faixa de conforto térmico encontra-se entre 30 a 32ºC e ainda é fisiologicamente imaturo, possuindo capacidade termorreguladora ineficiente, pois ao nascerem às extremidades de seu corpo são compridas e seu corpo é pequeno, facilitando a termólise. O fornecimento de calor suplementar oferecido pelos leitões na granja era através do escamoteador, feito de alvenaria e cobertura de placas de madeira e não possuíam nenhuma lâmpada ou resistência elétrica.

5.1.3.1.9. Corte da cauda

O corte do último terço da cauda, é realizado em leitões para evitar o canibalismo entre eles, que ocasiona sérios prejuízos ao animal. O canibalismo ainda não tem uma causa especifica e pode acontecer por aspectos ambientais, como grande número de animais por baia, espaço inadequado para alimentação e até mesmo por cauda comprida, ou por aspectos nutricionais, como presença de micotoxinas nas rações e dietas com alto conteúdo energético, mas pobre em fibras (SOS SUINOS, 2013). Na granja, esse processo era realizado com 24 horas após o nascimento dos leitões, através de um alicate elétrico que possui uma lâmina de resistência elétrica, possibilitando o corte e cauterização de forma simultânea. Essa forma evita hemorragias no animal.

5.1.3.1.10. Corte dos dentes

Os leitões nascem com 8 dentes pontiagudos, sendo quatro incisivos e quatro caninos, com tendência de crescer para fora da cavidade bucal. Esse procedimento evita que os leitões

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machuquem a teta da porca (6 a 7 pares de tetas), o que pode acarretar na inflamação, permitindo à entrada de bactérias nas lesões, consequentemente pode ocorrer uma mastite, podendo até cessar a produção de leite. O corte de dentes também evita o canibalismo no lote e ferimentos em brigas. Na granja, esse processo era realizado 24 horas após o nascimento e o funcionário imobilizava a cabeça do leitão e introduzia o dedo indicador dentro de sua boca, dessa forma, os dentes a serem cortados ficavam expostos, facilitando o trabalho. O dente deve ser cortado com força para que não restem fragmentos e de forma rápida e não machucando a gengiva do animal.

5.1.3.1.11. Aplicação de ferro

O leite da porca não supre completamente a necessidade de ferro do leitão. O leite só conta com 10 a 20% da necessidade total de ferro (MORES et al., 1998), o que ocasiona um índice elevado de leitões anêmicos e até mortes, se não for oferecido de outra maneira. Na granja, fornecido 2 ml de ferro dextrano por via intramuscular, 24h após o nascimento.

5.1.3.1.12. Castração de leitões

A castração é realizada para diminuir principalmente odor e sabor desagradáveis na carne. Esse odor é caracterizado pelo feromônio androstenol, desclassificando a carne para consumo humano.

O processo era realizado entre os 7º ao 10º dia de vida, pois os testículos já apresentam um bom tamanho, facilitando a cicatrização. O animal apoiado e posicionado de cabeça para baixo, sendo o saco escrotal desinfetado com iodo a 10%. Era realizada uma pequena incisão de forma vertical no saco escrotal, retirando-se em seguida os testículos, sendo realizada a raspagem dos cordões espermáticos até serem rompidos. Os animais que apresentavam hérnia escrotal também eram castrados e ao final da castração o local era suturado.

5.1.3.1.13. Primeiro fornecimento de ração

A primeira ração fornecida aos leitões aos 7 dias de vida é a pré – inicial I, sendo peletizada. A peletização dessa primeira ração fornecida ao leitão é extremamente importante, devido a

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melhoria na disponibilidade de nutrientes devido ao tratamento térmico dos ingredientes, aumenta o tamanho das partículas da ração facilitando a ingestão, consequentemente aumentando a conversão alimentar. É dada em pequenas quantidades ao animal, para que ele se adapte ao consumo de ração.

5.1.3.1.14. Aplicação de soro glicosado

Para fortificar os leitões que nasciam fracos, era aplicado nos primeiros dias de vida 20 ml de glicose a 5% por via oral, como fonte de energia.

5.1.3.1.15 Equalização de leitegada

Deve ser realizada até 48 horas após o parto para uniformização das leitegadas e tem como dar a mesma chance de desempenho aos leitões até o desmame. É feita a análise dos tetos da fêmea, para saber quais são viáveis e retirar os leitões que estão sobrando. Os animais não devem ter peso muito diferente permitindo que todos se desenvolvam de maneira semelhante, pois quando o lote não está uniformizado, os animais menores não conseguem ter acesso aos tetos funcionais por conta dos leitões maiores. Os animais refugos são retirados do lote e ficam com uma “mãe de leite”.

5.1.3.1.16. Desmame dos leitões

O desmame é uma mudança enorme para o leitão, pois ele será separado da porca, além de sofrer uma mudança na dieta e no ambiente que ele está acostumado. O desmame é realizado em média com 25 dias de nascido, pois a produção de leite da porca atinge seu pico aos 21 dias pós-parto, a atividade enzimática e o desenvolvimento intestinal são superiores a partir da 4ª semana, sendo um fator importante a considerar na absorção de nutrientes (BARCELÓ, 2010). Os desmames são realizados sempre as quintas-feiras na granja, evitando assim que as matrizes iniciem o cio no final de semana. Antes do procedimento, devem-se contar os leitões de cada fêmea e no dia do desmame são contados novamente. No dia do desmame, a leitegada é pesada antes de ser transferida para creche. O grunido que eles fazem ao serem separados da fêmea é um indicativo

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de estresse pela separação. Os leitões mais anêmicos recebiam 2 ml de ferro via intramuscular no dia do desmame, eram separados em cabeças, intermediários e refugos.

Após o desmame, algumas matrizes eram descartadas, preferencialmente as que estão no 7º parto, pois a fase mais produtiva da matriz é até o 6º parto, com retorno de cio constate e menor número de leitões vivos.

5.3 Programa de Vacinação

Existem diversas vacinas que podem ser adotadas na suinocultura, tudo vai depender da avaliação do veterinário responsável da granja e das doenças comuns na região, gerando prejuízos econômicos caso atinjam ao plantel.

Tabela 1 – Esquema de vacinação da granja Xerez – UPL Tangueira

DOENÇA VACINAS LEITÃO MACHOS PORCAS MARRÃS

Parvovirose/ Leptospirose/ Erispela Porcilis ERY PARVO LEPTO - 1ª dose: 7 dias após chegar na granja. (Reforço semestral) 12 dias que antecedem o parto.

1ª dose: 180 dias de vida 2ª dose: 15 dias antes da 1ª

cobertura

Rinite Porcilis AR-T

- 1ª dose: 7 dias após chegar na granja. (Reforço semestral) 84-90 dias de gestante.

1ª dose: 7 dias após chegada. 2ª dose: 15 dias após a

primeira. Circovirose/ Mycoplasma Circumvet/ PCV M 1ª dose: ao desmame. 2ª dose: 15 dias após a primeira 15 dias após a entrada na granja. (Reforço semestral)

- 15 dias após a entrada na granja E.coli/ Clostridium perfringens/ Rotavírus Porcilis 2*3*4 - - 84-90 dias de gestante.

1ª dose: 70-76 dias de gestação 2ª dose: 84-90 dias de

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5.4 Manejo de Creche

5.4.1 Manejo de Cortinas

O manejo de cortinas é muito importante para proteger os leitões das variações do ambiente externo a instalação, além do controle da boa ventilação diminuir o estresse calórico do animal.

Na 3ª semana abaixam-se as cortinas até a metade pelo lado do vento durante o dia e a noite as cortinas são totalmente levantadas.

Na 4ª semana, durante o dia as cortinas são todas abaixadas e pela noite só é levantada caso esteja frio.

Na 5ª semana, as cortinas estão sempre abaixadas e só é levantado caso seja necessário.

5.4.2 Manejo sanitário da creche

Essa parte representa menos de 1% dos custos e quando realizada uma limpeza e desinfecção realizada corretamente diminui a incidência de doenças dentro da instalação, diminuindo custos com medicamentos.

Inicialmente, era retirada a parte sólida da sujeira com o jato de alta pressão, que caia na calha e era levado para fora da instalação. Posteriormente, o piso ripado, também chamado de “tabuada”, era retirado e a instalação era lavada de cima para baixo. Teto, paredes, cortinas, comedouros e bebedouros, tudo era limpo. Enquanto essa lavagem ocorria, o piso ripado ficava dentro de um tanque com 200L de água e 2L de detergente, durante uma hora. Após agir na solução, todo o piso era montado e lavado novamente com sabão e esperava secar. Em seguida, era utilizada a vassoura de fogo. Para fechar, o desinfetante era usado e deixava-o agir até a entrada do novo lote. A parte limpa da instalação era fechada e a entrada era proibida até o outro dia.

5.4.3 Manejo alimentar de leitões na fase de creche

Após os desmame, os leitões vão para a creche geralmente permanecem em média 42 dias e neste período são oferecidos quatro tipos de ração diferentes para eles. As rações são: pré-inicial I (1º ao 8º dia), pré-inicial II (9º ao 14º dia), inicial I (15º ao 28º dia) e inicial II (29º ao 42º dia). Além das rações serem divididas em quatro momentos, os animais são separados em três grupos:

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os maiores, chamados de “cabeça”, com peso acima de 6 kg. Na baia desses animais era colocado um aquecedor com raspas por aproximadamente duas semanas. Na água deles era colocado promotor L, que é uma suplementação de vitaminas e aminoácidos, durante uma semana. Na primeira semana era aplicado catosal, 1ml, via intramuscular, para estimular os processos metabólicos e melhorar os índices produtivos e na 3ª semana era aplicada a injeção de ADE, 1ml, via intramuscular. O objetivo da separação desses animais é para um melhor controle do crescimento deles, para que se possa uniformizar o lote e não haja prejuízos nessa fase.

Os animais intermediários, com peso entre 5 a 6 kg, tem a seguinte distribuição alimentar: Pré inicial I durante 10 dias, pré inicial II por 4 dias, inicial I por uma semana e inicial II por duas semanas.

Os animais pequenos ou refugos, com peso abaixo de 5 kg e chamados de “ponta de lote”, recebem a ração pré inicial I por duas semanas, pré inicial II por uma semana, inicial I por uma semana e inicial II por duas semanas.

Na última semana que os animais permanecem na creche, eles recebem uma ração inicial II medicada com doxiciclina e tiamulina.

5.5 Manejo de Dejetos

A suinocultura é uma das atividades agrícola mais poluente com alta geração de dejetos, por isso, todas as unidades produtoras devem ter um programa de dejetos para descarte orientado evitando que o ambiente seja agredido. A granja conta com oito lagoas de decantação, onde todos os dejetos são levados através de canaletas para este local e depositados na lagoa. Esse método é o mais fácil e mais econômico para tratamento dos resíduos. O decantador é importante pois remove as cargas orgânicas e de nutrientes, reduz o mau cheiro e evita o assoreamento de lagoas (CARDOSO et al, 2013). A parte sólida que fica ao fundo do decantador pode ser utilizada como fertilizante.

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6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estágio obrigatório é extremamente importante pra formação do aluno de Zootecnia. A vivência diária no campo, o contato direto e prático com os animais, nos faz pôr em prática tudo o que foi visto em sala de aula durante toda a graduação, além de moldar o aluno a resolver os problemas que aparecem no campo de forma rápida e eficiente. É neste momento, que o aluno se molda profissionalmente.

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7 REFERÊNCIAS

ABIPECS. Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora da Carne Suína. Disponível em: <http://www.abipecs.com.br/> Acesso em: 14 de Fev 2017.

ASCE. Associação dos Suinocultores do Ceará. Disponível em:

<http://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/ceara/20030429-171903-0309>. Acesso em: 15 de abril de 2017.

AGROCERES. Divisão Animal. Manual de biosseguridade. Rio Claro, 1995.

BARCELÓ, Josep. Qual a melhor idade para desmamar. <https://www.3tres3.com.pt/os-peritos-opinam/qual-e-a-melhor-idade-para-desmamar-i-de-ii_1135/> acesso em 22 Jun de 2017

DEPEC. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos. Disponível em:

<https://www.economiaemdia.com.br/EconomiaEmDia/pdf/infset_carne_suina.pdf> Acesso em: 01 de Jun 2017

EMBRAPA. Instalações para suínos. 2003.

EMBRAPA. Suinocultura Dinâmica. Limpeza e desinfecção em suinocultura. Ano VI – n° 20 – Outubro/1998 – Periódico técnico-informativo elaborado pela Embrapa Suínos e Aves. Disponível em: <http://docsagencia.cnptia.embrapa.br/suino/suidin/sudi020.pdf>. Acesso em: 29/03/2017

GONÇALVES, M. Impacto da peletização sobre o desempenho zootécnico e econômico.

Dísponivel em:

<http://www.suinoculturaindustrial.com.br/comentario-suino/impacto-da- peletizacao-sobre-o-desempenho-zootecnico-e-economico-por-marcio-goncalves/20130923-110159-S302> Acesso em: 16 de Maio 2017

GONÇALVES, Nayara Magalhães; NEVES, Mariana Machado. Sêmen fresco, resfriado ou

congelado? Disponível em:

<https://www2.cead.ufv.br/espacoProdutor/scripts/verArtigo.php?codigo=27&acao=exibir> Acesso em: 01 de Jun. 2017

MIELE, M.; DOS SANTOS FILHO, J. I.; MARTINS, F. M.; SANDI, A. J. O Desenvolvimento Da Suinocultura Brasileira Nos Últimos 35 Anos. In: SOUZA J.C.P.V.B

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MORES, N.; SOBESTIANSKY, J.; CIACCI, J. R.; AMARAL, A. L. do; BARIONI JUNIOR, W. Fatores de risco na maternidade associados a diarréia, mortalidade e baixo desempenho dos leitões. Concórdia: EMBRAPA - CNPSA, 1991. 4 p. (EMBRAPA - CNPSA. Comunicado Técnico, 178).

MORES, N.; SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, I.; MORENO, A.M. Manejo do leitão desde o nascimento até o abate. In: SOBESTIANSKY, J. (Ed). Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasilia: Embrapa - Sistema de Produção de Informação, 1998. p. 137 - 162. NEV ES, F.J. Água durante a gestação e lactação de matrizes suínas. Disponível em: < http://www.polinutri.com.br/upload/artigo/147.pdf> Acesso em: 10 de Jun 2017

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Referências

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