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Wealth Management Advisory Março 2015

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Wealth Management Advisory

Março 2015

Destaques

Renda Fixa

Moedas

Houve uma leve melhora no

mercado primário de emissões de

debêntures em relação ao mês de

fevereiro

Tivemos a emissão de Dasa, Natura e

Salus Infraestrutura Portuário

Crédito

Bolsa

O grande destaque, no mês de março, certamente foi a forte desvalorização

da moeda brasileira frente ao dólar americano, e uma recomposição de

prêmio de risco nos ativos, notadamente nas taxas de juros, fruto de uma

percepção de maior risco político e um quadro fiscal pior que o esperado

(pelo menos por enquanto).

Desvalorização do dólar contaminou

os mercados de juros.

A curva de juros pré-fixados sofreu

aumento de inclinação em sua estrutura a

termo, abrindo a parte curta 35 bps em

média e a parte longa 70 bps.

O mercado acionário apresentou

uma trajetória negativa até o dia 20

do mês e recuperou quase a

totalidade do movimento até o

fechamento do período.

A dinâmica foi alterada positivamente após

o FED indicar que a trajetória para o aperto

monetário dos EUA se dará com maior

suavidade do que o esperado pelo mercado.

O BRL teve forte desvalorização no

mês, 12,51%.

O EUR também desvalorizou-se 4,15% no

mês, negociado a USD / EUR 1,0731.

Ano 2,81% 2,29% 2,92% 2,38% 20,29% Março/15 1,03% -0,84% -0,88% -0,50% 12,51% Variação CDI IBOV IBX-50 IBX-100 US$ Ano 2,03% 3,50% 2,05% 2,66% 3,38% Março/15 0,98% 1,24% -0,03% 0,05% -0,28% Variação IGP-M IPCA-15 IRF-M IMA-Geral IMA-B

(2)

Cenário Internacional

Cenário Brasileiro

Os dados econômicos americanos mostraram piora nos últimos meses, com desaceleração no

crescimento da produção e até queda nas vendas em determinados casos. Os indicadores de

confiança também mostraram piora, com queda no ISM (índice de gerente de compras) ocorrendo

desde outubro, e queda de diversos indicadores de difusão dos FEDs regionais, em especial nas

regiões produtoras de petróleo (como o distrito do FED de Dallas). O último bastião dos dados de

atividade era o mercado de trabalho, que mostrava crescimento considerável do emprego até o

começo do ano. No entanto, os dados mais recentes (de março) surpreenderam negativamente,

com a criação de empregos ficando abaixo do piso das expectativas e no nível mais baixo desde

dez/13. Os dados anteriores também foram revistos para baixo. Com isso, o índice de surpresas

da economia americana fica no seu pior nível desde 2009, indicando grande descompasso entre

dados e expectativas, mesmo que os dados não estejam mostrando queda tão forte quanto a vista

em 2009. Dessa forma, agora todos os dados de atividade econômica dos EUA estão apontando

para a mesma direção, de desaceleração da economia no começo de 2015. Alguns economistas

culpam o clima (inverno mais frio) pelos dados ruins do começo do ano, no entanto não parece

que a atividade desse ano vá crescer como era esperado previamente. A menor expectativa de

crescimento deve afetar os planos do FED, com o FOMC postergando a alta na taxa de juros

básica americana para pelo menos setembro desse ano, ao invés de junho, como alguns

economistas ainda apostavam. Essa alta também deve depender dos dados de atividade se

recuperarem após o fim do inverno. A presidente do FED, Yellen, já disse que a política monetária

depende sim dos dados, e ela deve optar pela cautela ao subir juros, em especial num cenário em

que a atividade dá sinais gerais de enfraquecimento por enquanto.

A política seguiu tendo grande influência sobre a economia e os mercados financeiros ao longo

do mês de março. O real seguiu sendo uma das moedas que mais perdeu valor, e os juros futuros

subiram consideravelmente, acompanhando a moeda por medo dos efeitos do repasse cambial

(pass through) sobre a inflação. Todo esse movimento decorre do medo do ajuste fiscal não ser

feito devido à dificuldades em aprovar medidas ligadas a ele no Congresso.

As contas fiscais terminaram o ano de 2014 muito deterioradas, com déficit primário de 0,6% do

PIB. Além disso, as perspectivas para a atividade econômica ficam piores a cada mês que passa,

com muitos economistas apostando na queda de 1% a 2% do PIB nesse ano, o que deve fazer as

receitas fiscais caírem ainda mais em termos reais. Tudo isso faz com que o ajuste fiscal

necessário para chegar à meta desse ano do ministro da Fazenda, Levy, de 1,2% do PIB de

superávit, seja de mais de 1,8% do PIB, equivalente a um ajuste de pelo menos R$ 100 bi.

Boa parte do ajuste anunciado até agora foi de aumento de receitas e corte de despesas que

independem da aprovação do Congresso (algo em torno de 80% das medidas independem do

Congresso). Entretanto, um Congresso hostil ao ajuste fiscal pode aprovar medidas que

resultariam em aumentos de gastos obrigatórios, em especial nos gastos com aposentadorias e

pensões.

No final do mês as tensões em relação à política pareciam ter diminuído, com algum

arrefecimento das pressões sobre câmbio e juros. Entretanto, é preciso lembrar que, uma vez que

orçamento foi aprovado pelo Congresso em março, ainda é necessário ser anunciado o

contingenciamento dos gastos, que deve ocorrer até o final do mês de abril. Esse

contingenciamento, para atingir o patamar exigido pelo mercado, deve ser de pelo menos R$ 60

bi, sendo que se o Congresso não aprovar nenhuma das medidas que dependem dele (como

mudança de regras de seguro desemprego e diminuição das desonerações de folha de

pagamento), esse valor sobe para R$ 75 bi.

(3)

Projeções

Comportamento dos Mercados

O grande destaque, no mês de março, certamente foi a forte desvalorização da moeda brasileira frente ao dólar americano, e uma recomposição de prêmio de risco nos ativos, notadamente nas taxas de juros, fruto de uma percepção de maior risco político e um quadro fiscal pior que o esperado (pelo menos por enquanto). Globalmente vimos o FOMC com menor apetite para elevação dos juros, a Europa com perspectivas mais “ensolaradas” e a China em ritmo de desaceleração.

Nos Estados Unidos, o FOMC alterou o seu comunicado conforme o esperado, retirando a palavra paciência em manter os juros inalterados, porém alterando para baixo a taxa de desemprego neutra da economia, fato este percebido com tom

dovish pelos investidores. Ao mesmo tempo, a própria autoridade americana apresentou uma trajetória esperada de

subida mais lenta do juro básico para 2015 e 2016, levando as treasuries de 10 anos a fecharem 7 bps, negociadas a 1,92% a.a.. Enquanto isso, no mercado de ações, o S&P registrou queda de 1,74% no mês, cotado a 2.067 pontos, enquanto o USD, quando comparado à cesta de moedas do índice DXY, apreciou-se em 3,22%.

Na Europa, a perspectiva melhor para a economia é confirmada nos números de confiança dos consumidores, da indústria e dos investidores. No caso da inflação, mesmo com uma queda excepcionalmente grande do índice em janeiro, em 1,60% a.m., houve uma boa recuperação do indicador que levou a uma variação positiva de 0,60% a.m. em fevereiro. Números de vendas do varejo, que em janeiro registraram alta de 1,10% a.m., corroboram para este cenário mais promissor, porém a indústria tem apresentado nos últimos meses certa estabilidade no indicador, que em janeiro registrou recuo de 0,10% a.m.. As bolsas de Frankfurt e Paris refletiram este otimismo, subindo respectivamente 4,95% e 1,66%, Londres por sua vez caiu 2,50%. O EUR desvalorizou-se 4,15% no mês, negociado a USD / EUR 1,0731. Na China, a economia continua em seu ritmo de desaceleração, confirmado pelos PMIs que a muito tempo pairam na zona dos 50, e o ritmo declinante no crescimento de alguns indicadores, como vendas no varejo, que registrou alta de 10,70% A/A, e produção industrial, que registrou avanço de 6,80% A/A, números ainda elevados, mas bem distantes daqueles dos anos de maior expansão da atividade. Diante disso, o Banco Central Chinês implementou nova onda de incentivos destinados ao mercado imobiliário, a fim de relaxar as condições para aquisição de empréstimos habitacionais. O mercado de commodities também refletiu este humor, com petróleo WTI caindo 8,71% e o índice de commodities CRB perdendo 5,45% no mês. A bolsa de Xangai acumulou alta de 13,22% no mês, novamente segurada pela expectativa de novos estímulos, alimentadas pelo BC Chinês.

No Brasil, o PIB de 2014, que cresceu somente 0,10%, consolida um cenário acomodativo na qual a economia local sem encontra. Tanto o varejo, que vem apresentando crescimento claramente declinante ao longo do tempo, quanto o mercado de trabalho, que registrou elevação do desemprego em fevereiro, de 5,3% para 5,9%, mostram números bastante fracos. A indústria, entretanto, é a que tem mais sofrido, apresentando queda da produção de cerca de 9,1% em fevereiro, contra o mesmo período do ano passado. Esse desempenho estagnante da atividade tem pesado no resultado fiscal do governo central, que em fevereiro registrou déficit primário de R$ 7,4 bilhões, e representa um fator de risco ao aperto fiscal conduzido pelo ministério da Fazenda. Outro fator é o desgaste político que a Dilma tem sofrido nessas últimas semanas, que torna o trabalho do Ministro da Fazenda cada vez mais difícil e demanda mais concessões para aprovação de novas medidas. Estes fatos levaram os mercados de juros nominais e reais a embutirem mais prêmios nas curvas, com a curva pré abrindo 35 bps na parte curta e 70 bps na parte longa, enquanto a curva de NTN-Bs, abriu 55 bps na parte curta e 35 bps na parte longa. O mercado de câmbio estressou bem no mês, levando a uma desvalorização do BRL em 12,51%, cotado a BRL / USD 3,1967. Enquanto isso, o Ibovespa encerrou o mês em queda de 0,85%, negociado a 51.150 pontos. Apesar dos riscos, o governo tem registrado algumas vitórias, com os acordos bilaterais com alguns estados para adiar até 2016 a troca do indexador de suas dívidas e o reajuste regressivo da tabela de imposto de renda, que manteve parcialmente o veto da presidente.

2010 2011 2012 2013 2014(p) 2015(p) 2016(p)

PIB - crescimento real Var % 7,50 2,70 1,00 2,50 0,00 -1,00 0,20

IPCA % ao ano 5,91 6,50 5,84 5,91 6,41 8,10 5,50

IGP-M % ao ano 11,30 5,10 7,80 5,53 4,03 5,70 4,50

Juro Selic - média ano % ao ano 9,81 11,67 8,53 8,22 11,02 12,85 11,52 Juro Selic - dezembro % ao ano 10,75 11,00 7,25 10,00 11,75 13,00 10,50 Tx Câmbio - média ano R$/US$ 1,76 1,67 1,95 2,16 2,36 3,15 3,50 Tx Câmbio - dezembro R$/US$ 1,69 1,83 2,08 2,34 2,64 3,33 3,62 Risco País (EMBI) - dezembro bps 180 220 147 240 320 350 350

Balança Comercial US$ Bn 20,3 29,8 19,5 2,6 -4,0 -5,2 7,8

Saldo em C. Corrente US$ Bn -46,9 -52,6 -54,2 -81,4 -91,3 -89,7 -66,6 Saldo em C. Corrente % do PIB -2,3 -2,1 -2,4 -3,7 -4,1 -4,5 -3,3 Resultado Fiscal Primário % do PIB 2,6 2,9 2,2 1,8 -0,6 0,7 1,7

Dívida Líquida % do PIB 40,4 36,5 32,9 31,5 34,1 33,7 34,4

(p) projeções

Economia Brasileira

(4)

Multimercado

POSICIONAMENTO E PERSPECTIVAS

Infelizmente, a certeza de que a economia “patina” é cada vez maior. Também parece fato que a inflação certamente ficará bem acima do teto da banda de 6,50% a.a.. Parece evidente que a força política da presidente se exauriu bem antes do esperado. Felizmente, entretanto, o caminho escolhido (ajuste fiscal, realinhamento das tarifas públicas) é correto, o que nos deixa otimistas no médio prazo. Acreditamos que o ciclo de aperto monetário está chegando ao fim, e que ajustes importantes foram já precificados, como a desvalorização do Real. Neste contexto, avaliamos que as taxas pré-fixadas poderão ter bom desempenho, dada a economia estagnante e do pior da inflação ter ficado para trás. Quanto ao mercado acionário, a desvalorização do Real ajudou as ações brasileiras a ficarem mais atrativas para o investidor estrangeiro, abrindo um potencial de valorização de médio prazo. Entretanto, o caminho ainda parece tortuoso, e o apetite ao risco deve ser bem calibrado para suportar os “trancos e barrancos” dos preços dos ativos. Nesse contexto, sugerimos manter as posições em fundos multimercados que tem se beneficiado dos movimentos recentes.

Crédito Privado

POSICIONAMENTO E PERSPECTIVAS

Em março, notamos uma leve melhora no mercado primário de emissões de debêntures em relação ao mês de fevereiro. Tivemos a emissão da Dasa para os prazos de 3 e 5 anos com taxas de CDI + 1,05% e CDI + 1,20% a.a. respectivamente. A Natura também emitiu debêntures, porém para o prazo de 3 anos com taxa de 107% do CDI. A Salus Infraestrutura Portuário emitiu R$ 321 milhões de debêntures de infraestrutura com vencimento em 2024 e taxa de IPCA + 6,79%. Apesar do ambiente econômico incerto, acreditamos na retomada ainda que modesta, das emissões de títulos privados nos próximos meses.

Juros Nominais & Reais

POSICIONAMENTO E PERSPECTIVAS

Março foi mais um mês marcado pelo aumento da aversão ao risco, novamente causado por ruídos políticos que são obstáculos aos ajustes fiscais, na visão dos investidores. O real teve forte desvalorização no mês, 12,51%, dinâmica que acabou por contaminar os mercados de juros. A curva de juros pré-fixados sofreu aumento de inclinação em sua estrutura a termo, abrindo a parte curta 35 bps em média e a parte longa 70 bps.

No contexto dos juros reais, o último IPCA-15, que registrou alta de 1,24%, abaixo do número anterior, sinaliza o início da desaceleração da inflação corrente para este ano, pesando dessa forma no carregamento dos títulos indexados à inflação com vencimentos mais curtos. Assim essa região da curva sofreu maior abertura, 55 bps em média, enquanto que a parte longa teve abertura mais modesta, de 35 bps.

Apostamos que, com a inflação mensal voltando para patamares mais baixos a partir de abril, e com a economia bastante fraca, as taxas pré-fixadas poderão recuar. De fato, o BACEN avalia que a inflação de médio prazo deverá convergir para números mais próximos de sua meta. Ao mesmo tempo, o ciclo de alta da taxa Selic parece perto do fim. Desta forma, sugerimos que aumente a posição em fundos com posição aplicadas em juros nominais.

GRÁFICO 1: CURVA DE JUROS NOMINAIS GRÁFICO 2: CURVA DE JUROS REAIS

11,50% 11,75% 12,00% 12,25% 12,50% 12,75% 13,00% 13,25% 13,50% 13,75% 14,00% m ar /1 5 set /1 5 m ar /16 set /1 6 m ar /1 7 set /17 m ar /1 8 set /1 8 m ar /1 9 set /1 9 m ar /20 set /2 0 m ar /2 1 set /2 1 31/dez/14 30/jan/15 27/fev/15 31/mar/15

0,00% 0,50% 1,00% 1,50% 2,00% 2,50% 3,00% 3,50% 4,00% 4,50% 5,00% 5,50% 6,00% 6,50% 7,00% m ai /15 ag o/ 1 6 m ai /1 7 ag o/ 18 ag o/ 2 0 ag o/ 2 2 m ar /2 3 ag o/ 2 4 ag o/ 30 m ai /3 5 ag o/ 4 0 m ai /4 5 ag o/ 5 0 31/dez/14 30/jan/15 27/fev/15 31/mar/15

(5)

Bolsa

POSICIONAMENTO E PERSPECTIVAS

O mercado acionário apresentou uma trajetória negativa até o dia 20 do mês e recuperou quase a totalidade do movimento até o fechamento do período. No primeiro período as taxas de juros e o câmbio testaram seus piores limites de preço no ano. A dinâmica foi alterada positivamente após o FED indicar que a trajetória para o aperto monetário dos EUA se dará com maior suavidade do que o esperado pelo mercado, a despeito da retirada da indicação de “paciência” no seu comunicado. O impacto positivo repercutiu em todos os ativos de risco, com especial conotação favorável para os mercados emergentes.

O resultado final dos índices acabou com o IBOV tendo uma queda de -0,84%, IBX -0,51%, IBX-50 -0,88% e o IDIV apresentou um desempenho negativo de -4,14%. No panorama local, as negociações com o congresso para o ajuste fiscal proposto pelo governo sofreram um momento de embate incrementando a volatilidade no período.

Apesar de o cenário sugerir cautela dado o conjunto fundamental local com baixo crescimento e inflação alta, o mercado deve reagir positivamente com o alívio do panorama global que favorece ativos de risco. A sustentabilidade do movimento dependerá do conjunto de dados econômicos do próximo mês.

Monte Sua Carteira

Ativo Conservador Moderado Agressivo

Fundos Renda Fixa 80% 59% 35%

Fundo Renda Fixa Pós-Fixada 36% 25% 5% Fundo Renda Fixa Crédito 24% 12% 5% Fundo Renda Fixa Ativo 15% 15% 15%

Fundo IMA-B 5% 7% 10%

Fundos Multimercado 20% 28% 35%

Fundos Ações - 13% 30%

Fundos Dividendos - 3% 5%

Fundos Ativos - 10% 25%

Rentabilidade Esperada CDI+1.0% CDI+2.5% CDI+4.0%

Volatilidade Esperada (a.a.) 1.5% 3.0% 5.0%

Dados Históricos*

Retorno no mês (%CDI) 103.68% 81.22% 84.74% Retorno 2015 (% CDI) 111.03% 107.47% 100.52% Retorno 12 meses (% CDI) 110.63% 97.69% 84.98% Retorno 24 meses (% CDI) 95.31% 62.96% 32.70% Maior Retorno Mensal (% CDI) 237.00% 316.41% 482.93% Menor Retorno Mensal (%CDI) -15.45% -334.01% -594.18% Volatilidade Realizada (a.a.) 1.18% 3.38% 5.75%

GRÁFICO 3: RETORNO SETORES BOLSA BRASILEIRA 90 95 100 105 110 115 2 -m ar 4 -m ar 6 -m ar 8 -m ar 10 -m ar 12 -m ar 14 -m ar 16 -m ar 18 -m ar 20 -m ar 22 -m ar 24 -m ar 26 -m ar 28 -m ar 30 -m ar

Ind Energia Elétrica Ind Financeiro Ind Mat Básicos ind set consumo Ibovespa

(6)

Expediente

Informações: Maria Augusta [email protected]

Julia Silveira [email protected]

Atendimento a clientes : [email protected]

Site: www.sulamericainvestimentos.com.br

Glossário

Este material foi preparado pela SulAmérica Investimentos DTVM S.A. e apresenta caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes fidedignas e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a SulAmérica Investimentos DTVM não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.

BACEN: Banco Central Brasileiro BCE: Banco Central Europeu BRL: Moeda brasileira (Real R$)

Copom: Comitê de Política Monetária Brasileiro

Dovish: postura de autoridades de mercado de taxas de juros mais baixas e uma postura mais tolerante com a

inflação

FED: Banco Central Americano Fiscal Cliff: Aperto fiscal nos EUA

FOMC: Comitê de Política Monetária Americano

Hawkish: Defensores de juros mais altos e de uma política de austeridade mais forte.

IBOVESPA: Índice composto pelas ações mais negociadas na Bolsa brasileira e ponderadas conforme sua liquidez.

IBOVIEE: Índice composto por ações do setor de Energia Elétrica da BM&FBOVESPA

IBX: Índice composto pelas ações mais negociadas na Bolsa e ponderadas pelo valor de mercado das ações disponíveis para negociação nos últimos 12 meses

ICONBV: Índice composto por ações do setor de Consumo da BM&FBOVESPA

IDIV: Índice composto pelas ações listadas na Bolsa cujos dividendos e juros sobre o capital próprio pagos nos últimos 24 meses são os mais elevados.

IFNCBV: Índice composto por ações do setor Financeiro da BM&FBOVESPA

IMA-B: Índice composto por notas do tesouro nacional série B (NTN-B) que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada mais a variação do IPCA no período

IMAT: Índice composto por ações do setor de Materiais Básicos da BM&FBOVESPA IMOBBV: Índice composto por ações do setor de Imobiliário da BM&FBOVESPA

IRF-M: Índice composto por letras do tesouro nacional (LTN) e notas do tesouro nacional série F (NTN-F) que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada.

IVBX-2: Índice composto por 50 ações escolhidas a partir de uma classificação decrescente por liquidez, não podendo estar entre as 10 ações mais negociadas na BM&FBOVESPA nos últimos 12 meses

Overweight: Posição acima de um determinado índice de referência (benchmark)

Quantitative Easing (QE): Expressão utilizada para caracterizar uma política monetária que pretende aumentar a

quantidade de dinheiro em circulação na economia.

SMLLBV: Índice composto por ações de menor capitalização da BM&FBOVESPA

Tapering: Redução gradual do programa de compra de títulos de longo prazo pelo FED Underweight: Posição acima de um determinado índice de referência (benchmark)

(7)

mar/15 fev/15 jan/15 dez/14 nov/14 out/14 set/14 2015 2014 12 M 24 M Desde o Início

PL Médio

12 meses1 Tx. Adm. Tx. Perf.

Aplicação

(Conversão)

Resgate

(Conversão/Liquidação) Aplicação Inicial Mínima

Movimentação/ Saldo Mínimo Referenciado DI

Exclusive FI Refenciado DI 1,03 0,81 0,93 0,95 0,81 0,94 0,90 2,79 10,67 11,11 20,89 394,80 166.805.756 0,15% a.a. não há 06/02/2002 D+0 D+0/D+0 R$ 50.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 100,01 98,71 99,87 99,43 96,62 99,64 99,85 99,58 98,72 98,74 98,82 94,55

Renda Fixa

Excellence FI RF Crédito Privado 1,07 0,86 0,95 0,99 0,85 0,99 0,95 2,91 11,18 11,65 21,92 369,54 1.526.893.917 0,50% a.a. não há 12/11/2002 D+0 D+1/D+1 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 103,73 104,98 102,96 103,64 101,23 104,44 105,38 103,88 103,45 103,57 103,73 104,31

Inflatie FI RF Longo Prazo -0,72 0,92 3,34 -1,52 1,49 2,01 -3,38 3,54 13,71 14,78 7,79 122,31 233.722.103 0,40% a.a. 20% sobre o que 11/07/2008 D+0 D+2/D+3 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

IMA-B (Alfa) -0,44 0,38 0,22 0,39 -0,65 -0,07 0,15 0,16 -0,84 -0,75 -1,19 -6,41 exceder o IMA-B

Índices FI RF Longo Prazo 0,14 0,51 2,11 -0,54 1,45 1,33 -1,39 2,77 12,33 12,62 13,12 11.344.402 0,25% a.a. 20% sobre o que 27/02/2013 D+0 D+2/D+3 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

IMA-G ex-C(Alfa) 0,05 0,02 0,03 -0,04 0,01 -0,11 0,03 0,09 -0,05 0,08 -1,05 exceder o IMA-G ex-C

Renda Fixa Ativo FI Longo Prazo 0,40 0,68 1,40 0,73 0,92 0,82 0,57 2,51 10,33 10,53 19,73 39,44 43.655.417 0,50% a.a. 20% sobre o que 10/08/2011 D+0 D+0/D+1 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 38,82 83,54 151,35 76,36 109,53 86,62 63,72 89,35 95,60 93,60 93,35 100,45 exceder o CDI

Multimercado Multigestor

Focus Fundo de Fundos FIC FIM 3,02 1,88 0,58 1,19 1,49 -0,23 2,32 5,56 8,81 13,68 22,52 606,16 24.762.487 0,35% a.a. 20% do que 01/06/2001 D+0 D+0/D+1 R$ 10.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 291,95 229,90 62,32 124,50 177,72 -24,14 257,92 198,32 81,51 121,58 106,55 125,85 exceder o CDI

Alocação FIC FIM 1,78 0,92 0,38 0,87 1,23 0,80 0,29 3,10 10,00 11,45 17,92 33,68 3.526.918 0,30% a.a. não há 12/12/2011 D+0 D+14/D+15 (úteis) R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 171,75 112,97 40,65 91,44 146,21 85,04 32,02 110,65 92,55 101,79 84,77 98,45

Multimercado Multiestratégia

High Yield FIM Crédito Pivado 1,00 0,80 1,52 0,54 0,88 1,21 0,41 3,36 9,99 13,42 13,68 23.193.924 1,50% a.a. não há 21/03/2014 D+0 D+359/D+36010 R$ 1.000.000,00 R$ 50.000,00

IPCA + 7% 2,02 1,71 1,81 1,38 1,05 1,04 1,17 5,65 10,15 10,15

NTN-B 2022 + 1,20% -0,13 -2,41 3,45 -1,31 1,78 1,70 -1,76 0,82 14,01 14,94

Multimercado Estratégia Específica

Crédito Ativo FIM Crédito Privado 1,14 0,84 0,97 0,94 0,89 1,19 0,93 2,98 12,02 12,51 22,83 33,04 92.320.520 0,60% a.a. 20% do que 26/03/2012 D+0 D+59/D+60 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 110,53 102,66 104,40 98,61 105,97 125,64 102,93 106,23 111,21 111,21 108,01 108,57 exceder 108% do CDI

Moedas FIC FI Multimercado 0,51 -0,75 0,59 0,09 0,85 1,38 1,50 0,34 9,68 9,38 18,82 20,09 4.840.536 1,00% a.a. 20% do que 02/10/2012 D+1 D+10/D+11 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 49,41 -91,94 63,65 9,58 101,80 146,58 166,40 12,25 89,56 83,36 89,04 80,02 exceder o CDI

Multimercado Macro

Macro FIC FI Multimercado -2,75 -0,70 1,05 -1,62 -0,36 1,56 1,13 -2,42 3,95 1,43 12.276.014 2,00% a.a. 20% do que 26/05/2014 D+0 D+4/D+5 (úteis) R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI -266,01 -85,94 113,04 -169,93 -43,50 165,55 125,86 -86,35 59,90 14,96 exceder o CDI

Ações Dividendos

Dividendos FI Ações -3,46 5,49 -5,99 -8,04 -0,22 -2,43 -12,93 -4,25 -12,20 -14,47 -20,34 16,88 5.890.659 1,50% a.a. 20% do que 20/08/2009 D+1 D+1/D+4 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

Benchmark (Alfa)9 0,68 -4,67 5,19 2,87 2,57 3,19 0,03 1,95 5,83 6,40 3,18 33,33 exceder o IDIV

Ações Ibr-X Ativo

FI Ações -0,17 7,32 -5,66 -7,68 1,20 0,75 -13,23 1,07 -3,72 -1,45 -7,33 14.795.702 2,00% a.a. 20% do que 25/02/2013 D+1 D+1/D+4 R$ 2.500,00 R$ 2.500,00

Ibrx(Alfa) 0,34 -2,01 0,22 0,49 0,99 -0,19 -1,99 -1,30 -0,94 -3,14 -7,52 exceder o Ibrx

Ações Livre

Total Return FIA -0,22 4,60 -17,93 -6,18 -1,18 3,75 -13,17 -14,35 -11,03 -16,66 -36,33 -16,56 115.292.103 1,50% a.a. 20% do que 25/08/2010 D+1 D+30/D+3 (úteis) R$ 2.500,00 R$ 2.500,00

IbrX- 50 (Alfa)7 0,65 -5,21 -12,48 2,52 -1,28 2,50 -1,63 -17,27 -8,38 -18,96 -35,76 -15,61 exceder o Ibr-X50 da conversão5

Fundo Fechado de Ações

Expertise FIA -4,10 2,77 -14,17 -4,02 -2,89 1,70 -2,52 -15,41 -15,99 -19,30 -30,89 0,87 563.495.729 1,50% a.a. 20% do que 25/02/2011 D+1 (Fechado Fundo Fechado6 R$ 1.000.000,00 R$ 100.000,00

IVBX-2 (Alfa) 7 -6,53 -6,50 -8,85 2,01 -3,78 -1,07 5,67 -21,37 -14,31 -27,83 -41,15 -30,72 exceder o IVBX-2 para captações)

Expertise II FIA -2,52 3,00 -17,32 -8,95 -4,86 -3,10 -10,54 -16,98 -27,59 -32,99 -48,91 234.448.238 1,50% a.a. 20% do que 10/06/2013 D+1 (Fechado Fundo Fechado6 R$ 1.000.000,00 R$ 100.000,00

IVBX-2 (Alfa) 7 -4,95 -6,26 -12,00 -2,92 -5,74 -5,87 -2,36 -22,95 -25,91 -64,22 exceder o IVBX-2 para captações)

INDICADORES 7

6CDI (Taxa Nominal) 1,03 0,82 0,93 0,95 0,84 0,94 0,90 2,81 10,81 11,25 21,14

7Dólar Comercial (Ptax) 11,46 8,11 0,23 3,75 4,74 -0,28 9,44 20,77 13,39 41,76 59,30

2IBOVESPA 3 -0,84 9,97 -6,20 -8,62 0,18 0,95 -11,70 2,29 -2,91 1,46 -9,23

IBRX -0,51 9,33 -5,88 -8,17 0,21 0,95 -11,25 2,38 -2,78 1,69 -1,57

IBRX-50 -0,88 9,81 -5,45 -8,70 0,10 1,25 -11,54 2,92 -2,65 2,30 -0,57

IDIV -4,14 10,17 -11,18 -10,92 -2,79 -5,62 -12,96 -6,20 -18,04 -20,87 -23,64

IMA-B 2 -0,28 0,54 3,12 -1,91 2,14 2,08 -3,53 3,38 14,54 15,53 8,98

Rating pela S&P Signatory of:

IMA-G ex-C 8 0,09 0,49 2,08 -0,50 1,44 1,43 -1,42 2,68 12,37 12,54

IVBX-2 4 2,43 9,26 -5,32 -6,03 0,88 2,76 -8,18 5,96 -1,68 8,53 10,25

NTN-B 2022 + 1,20% -0,13 -2,41 3,45 -1,31 1,78 1,70 -1,76 0,82 16,21 12,66

1 Demonstrado desde a data de início para os fundos que não atendem ao período referenciado. 2 O indicador IMAB tem como base de cálculo para os valores acumulados, a data de início do fundo Inflatie 3 Até 30/04/08 o cálculo é feito utilizando -se a cotação média e, a partir de 02/05/2008 a cotação de fechamento. 4 O Indicador IVBX-2 tem como base de cálculo o início do fundo Expertise

5 Caso o cotista solicite resgate com conversão das cotas em D+1/ Liquidação das cotas D+4, será cobrada a taxa de saída no mon tante equivalente a 10% do valor de resgate. Esta taxa será descontada no dia da efetivação do resgate e revertida ao patrimônio líquido do fundo.

6 O fundo entrará em liquidação ao final do seu prazo de duração, que corresponde a 5 (cinco) anos a contar da data da prime ira integralização de cotas. Amortizações: Decorrido o prazo de 3 (três) anos a contar da data da primeira integralização de cot as, o Fundo poderá ter amortizações extraordinárias a único e exclusivo cirtério do Administrador

7 Salvo os indicadores citados junto a cada fundo, os indicadores acima se tratam de mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance de fundo d e investimento. No caso dos fundos Total Return FI, Expertise FIA e Expertise II FIA , os índices mostrados são utilizados apenas como parâmetro para cálculo de performance e não como índice de referencia 8 O Indicador IMA-G ex-C tem como base de cálculo o início do fundo Índices

9 Até 30/06/2013 foi utilizado o IBX-50; a partir de 01/07/2013 o indicador para cobrança de performance passou a ser o IDIV - Indice de Dividendos BM&F Bovespa 10 O fundo possui carência de 2 anos e após o período de carência, a conversão da cota acontece em D+359 com crédito em D+360

RENTABILIDADE MENSAL TAXAS

Fundos SulAmérica Investimentos RENTABILIDADE ACUMULADA

Publico Alvo: Todos os fundos são destinados a investidores em geral, com exceção dos fundos Expertise FIA, Expertise II FIA, Crédito Ativo , High Yield e Moedas que são destinados a investidores qualificados Regime de Cotas: Os fundos Exclusive e Excellence têm cota de abertura, os demais possuem cota de fechamento. Concentração de emissores: Os fundos Dividendos, Total Return, FI Ações, Expertise e Expertise II podem estar expostos a significativa concentração em ativos de Renda Variável de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes  Tratamento Tributário Perseguido: Com exceção dos fundos Renda Fixa Ativo , Índices e Inflatie não há garantia de que os fundos mencionados acima terão tratam ento tributário para fundos de Longo Prazo. Crédito Privado: Os fundos Excellence , Crédito Ativo e High Yield estão sujeitos a risco de perda substancial de seus patrimônios líquidos em caso de eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes de suas carteiras, inclusive por força de intervenção, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajudicial dos emissores responsávei s pelos ativos dos fundos  Taxa de administração: é apropriada diariamente e exceto os Fundo Expertise e Expertise II, que pagam mensalmente, por períodos vencidos, até o 3º d ia útil do mês subseqüente, a taxa é paga mensalmente até o 10º dia útil do mês subseqüente ao vencido . Taxa de Performance: Paga semestralmente no último dia útil dos meses de dezembro e junho ou no resgate total ou parcial das cotas, o que ocorrer primeiro. Taxa de Saída: Caso o cotista do fundo Total Return solicite resgate com conversão das cotas em D+1/ Liquidação das cotas D+4, será cobrada a taxa de saída no montante equivalente a 10% do valor de resgate. Esta taxa será descontada no dia da efetivação do resgate e revertida ao patrimônio líquido do fundo. Auditoria: KPMG AUDITORES INDEPENDENTES/ Administração e Gestão: Sulamérica DTVM S.A  Público Alvo dos fundos citados acima: Todos os fundos mencionados são destinados a investidores em geral, exceto os fundos Crédito Ativo, Expertise e Expertise II.  TODOS OS FUNDOS UTILIZAM ESTRATÉGIAS COM DERIVATIVOS QUE PODEM RESULTAR EM SIGNIFICATIVAS PERDAS PATRIMONIAIS PARA SEUS COTIS TAS. NO CASO DOS FUNDOS FOCUS FIC FIM, MACRO, MOEDAS E ALOCAÇÃO PODENDO INCLUSIVE ACARRETAR PERDAS SUPERIORES AO CAPITAL APLICADO E A CONSEQÜENTE OBRIGAÇÃO DO COTISTA DE APORTAR RECURSOS ADICIONAIS, PARA COBRIR O PREJUÍZO DO FUNDO.  O fundo High Yield têm menos de 12 (doze) meses. Para avaliação da performance de um fundo de investimento, é recomendável a análise de, no mínimo, 12 (doze) meses  Valor da cota, patrimônio e rentabilidade são divulgados diariamente na Anbima. Exceto pelo fundo Exclusive, os fundos possue m data de conversão de cotas diversa da data de pagamento do resgate  A apuração das rentabilidades é feita com base nos últimos dias úteis dos períodos de referência.  Rating do fundo Excellence: brA+f conferido pela Standard & Poor's. desde setembro de 2010, maiores detalhes podem ser obtido s no prospecto do fundo ou entrando em contato com a SulAmérica Investimentos  RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA.  A rentabilidade divulgada já é líquida das taxas de administração, de performance e dos outros custos pertinentes ao fundo. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS.

Referências

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