Orquestra
de Câmara
Portuguesa
parceiro media temporada 2018/2019 apoio institucional parceria institucional
11 novembro 2018
17h / Grande auditório / m/6
Orquestra
de Câmara
Portuguesa
Karin Rehnqvist (1957-)
Breaking the ice (primeira audição em portugal)
(11 min.)
Joseph Haydn (1732-1809)
sinfonia concertante, op. 84, em si bemol maior, Hob. i/105
(22 min.)
i. allegro
ii. andante
iii. allegro com spirito
Ludwig van Beethoven (1770-1827)
sinfonia n.º 6 em Fá maior, Pastoral, op. 68
(39 min.)
i. despertar de sentimentos alegres ao chegar ao campo. allegro ma non troppo
ii. Cena à beira de um ribeiro. andante molto mosso
iii. alegre reunião de camponeses. allegro
iV. Temporal, tempestade. allegro
V. Canto pastoral: sentimentos de alegria e gratidão após a tempestade. allegretto
Pedro Carneiro
direção musical
Solistas da Jovem Orquestra Portuguesa
Sofia Ruivo
violino
Pedro Capelão
oboé
Luís Cruz
violoncelo
António Andrade
fagote
PROGRAmA
FICHA CCB
COnSELHO DE ADminiSTRAÇÃO ELíSiO SummAviELLE presidente / iSABEL CORDEiRO VoGal / LuíSA TAvEiRA VoGal / assessor do presidente JOÃO CARé / secretariado LuíSA inêS FERnAnDES / RiCARDO CERquEiRA
DiREÇÃO DE ARTES PERFORmATivAS proGramação AnDRé CunHA LEAL / FERnAnDO LuíS SAmPAiO / DEPARTAmEnTO DE OPERAÇõES / coordenadora PAuLA FOnSECA / produção inêS CORREiA / PATRíCiA SiLvA / HuGO CORTEz / JOÃO LEmOS / vERA ROSA / direção de cena PEDRO RODRiGuES / PATRíCiA COSTA / JOSé vALéRiO / TâniA AFOnSO / CATARinA SiLvA / FRAnCiSCA RODRiGuES / SOFiA SAnTOS / secretariado do departamento de operações SOFiA mATOS / DEPARTAmEnTO TéCniCO coordenador máRiO CAETAnO / cHeFe técnico de palco Rui mARCELinO / adjunto da coordenação técnica PEDRO CAmPOS / técnicos principais LuíS SAnTOS / RAuL SEGuRO / técnicos executiVos F. CânDiDO SAnTOS / CéSAR nunES / JOSé CARLOS ALvES / HuGO CAmPOS / máRiO SiLvA / RiCARDO mELO / Rui CROCA / HuGO COCHAT / DAniEL ROSA / JOÃO mOREiRA / FáBiO RODRiGuES / cHeFe técnico de audioVisuais nunO GRáCiO / cHeFe de equipa
de audioVisuais nunO BizARRO / técnicos de audioVisuais EDuARDO nASCimEnTO / PAuLO CACHEiRO / nunO RAmOS / miGuEL nunES / cHeFe de manutenção PAuLO SAnTAnA / técnicos de manutenção LuíS TEixEiRA / víTOR HORTA / secretariado do departamento técnico YOLAnDA SEARA
DiREÇÃO DE mARKETinG E DESEnvOLvimEnTO diretora mADALEnA REiS / assistente de direção mAnuELA ALvES / secretariado vERA RiBEiRO / COmuniCAÇÃO | coordenadora SOFiA mânTuA / plataFormas diGitais SAnDRA GRiLO /
assessoria de imprensa SOFiA CARDim / edição de conteÚdos e redes sociais SAnDRA ALmEiDA / conteÚdos diGitais FLáviO PEREiRA / edições JOÃO mOÇO / GABinETE GRáFiCO | superVisora PAuLA CARDOSO / PAuLO FERnAnDES / mARiSA
LOuREnÇO / produção GráFica SAnDRA SALGuEiRO / RELAÇÃO COm PÚBLiCOS | coordenadora iSABEL ROquETTE / relações pÚBlicas inêS mAiA / Gestão de Base de dados e cartão amiGo vERA mESTRinHO
apoio
FICHA INSTITUCIONAL OCP
diretor artístico: PEDRO CARnEiRO
Gestão artística e coordenação projetos sociais e pedaGóGicos: TERESA SimAS diretor executiVo: ALExAnDRE DiAS
consultor: JOSé AuGuSTO CARnEiRO produção: mADALEnA BRAnCO comunicação: Rui PERALTA
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parceiros ocpsolidária
parceiros de setor apoios
parceiros institucionais patrocinador ocpsolidária na cercioeiras
media e comunicação
notas ao programa
Breaking the ice é a primeira de 5 peças de um ciclo para orquestra denominado artis arktis!,
escrito entre 2000 e 2001. é uma obra que nasce de um momento inspirador que a compositora
sueca Karin Rehnqvist (1957-...) viveu, quando durante mais de um mês acompanhou num
navio quebra-gelo uma expedição polar ao norte do canadá, no verão de 1999. nas suas
próprias palavras «os espaços abertos, a paisagem deserta, a luz, as constantes mudanças no
clima – foram todas experiências esmagadoras que, no retorno à suécia, senti necessidade de
exprimir em termos musicais». marcada com gestos fortes e persistentes das cordas, notas
longas dos sopros, e súbitos e prolongados pianíssimos, Breaking the ice é profundamente
sugestiva da experiência com que a compositora nos interpela - misto de confronto com
a imensidão do gelo e a contemplação da sua vastidão estática, mas preenchida de subtis
cambiantes. professora de composição na academia real sueca de música, rehnqvits é uma
compositora premiada e com uma vasta obra em diferentes géneros e formações instrumentais
(música de câmara, orquestra, coro).
mais conhecido pelas sinfonias e a música de câmara, o compositor austríaco Joseph Haydn
(1732-1809) também compôs vários concertos para instrumento solista e orquestra. dentro do
género, a Sinfonia Concertante, escrita em londres em 1792, constitui um caso singular uma
vez que congrega vários solistas. este tipo de concerto múltiplo estava a usufruir de um amplo
sucesso em londres nas mãos do compositor pleyel (1757-1831), o que terá motivado Haydn e,
sobretudo, o seu comissário j. p. salomon, para a escolha do género. salomon organizou uma
temporada de concertos em que o «dr. Haydn, […] apresenta[ria] todas as noites uma nova
peça de sua autoria». a pressão de responder em tempo útil é percetível na escrita nervosa do
manuscrito autógrafo da Sinfonia Concertante, mas a peça revela a clareza e elegância típicas
do estilo compositivo de Haydn. a formação dos solistas – oboé, fagote, violino e violoncelo –
proporciona-lhes densidade e autonomia para desenvolver no 1.º andamento um diálogo de
complementaridade, mais do que de confronto e contraste, com o tutti da orquestra. no 2.º
andamento, a orquestra praticamente desaparece para o quarteto protagonizar um momento
íntimo de música de câmara. no allegro con spirito cada solista ganha espaço para brilhar,
em oposição ao tutti, com solos e contrapontos rápidos e virtuosísticos, mas de fraseado
delicado e gracioso. o comentário da imprensa após a première revela o amplo consenso que
de então até hoje a obra de Haydn colhe entre o público: «o concertante de Haydn [...] foi
profundo, delicado, comovente e original, e o desempenho esteve em uníssono com o mérito
da composição» (morning Herald).
a Sinfonia n.º 6, Pastoral, de L. v. Beethoven (1770-1827) foi terminada em 1808, quase em
simultâneo com a 4.ª e a 5.ª, num período de grande produtividade do compositor apesar da
surdez crescente. Beethoven fazia longas caminhadas pelos campos em redor de Viena e era
nesse cenário, ao ar livre, que com frequência escrevia música. num dos seus escritos regista:
«[as ideias] chegam sem que eu as chame... quase poderia agarrá-las com as mãos, em plena
natureza, nos bosques, durante os meus passeios, no silêncio da noite, nas primeiras horas da
madrugada». com a Pastoral, Beethoven assumiu essa experiência bucólica como tema central
para a conceção da sinfonia e de cada um dos 5 andamentos, identificados com títulos de
carácter programático. a música inspirada em paisagens e fenómenos da natureza constitui
uma recorrência de séculos (as quatro estações de Vivaldi são um exemplo paradigmático),
e para Beethoven provavelmente não foi alheia a sinfonia Le portrait musical de la nature
(c. 1784) do conterrâneo justin Heinrich Knecht (1752-1817), ela própria em 5 andamentos
com títulos do mesmo teor. mas a semelhança, se a há, termina aí. Beethoven recusa a mera
ilustração imitativa, oferecendo-nos antes uma visão própria e subjetiva da experiência do
contacto com a natureza. o 1.º andamento não delimita um cenário campestre, mergulha-nos
antes no sentimento de antecipado prazer que nos proporciona a entrada nesse cenário. no
2.º andamento são as cambiantes motívicas persistentes do tema que sugerem a vizinhança de
um riacho. o 3.º andamento é um scherzo inspirado nas danças rurais que celebra a presença
humana em harmonia com a natureza. de forma quase ininterrupta passa-se para os restantes
andamentos, com uma secção marcadamente mais descritiva na evocação de uma tempestade,
e o cântico final de reconciliação do ser humano com a força e imprevisibilidade da natureza.
como que a ancorar pontualmente o discurso musical com o âmbito programático da sinfonia,
Beethoven concede pequenos momentos descritivos concretos, como o cantar de pássaros
(rouxinol, codorniz e cuco) evocados pelas madeiras (flauta, oboé e clarinete) no final do 2.º
andamento e a explosão de trovoada que irrompe nos metais, contrabaixos e timbales, no 3.º.
À exceção desses dois momentos, o tratamento temático e o seu desenvolvimento faz-se com
autonomia e desapego a qualquer tipo de mimetização sonora do locus campestre, conseguindo
no entanto estabelecer um forte vínculo emocional e harmónico com a natureza.
Orquestra de Câmara Portuguesa
a orquestra de câmara portuguesa (ocp) foi fundada por pedro carneiro, teresa simas, josé augusto carneiro e alexandre dias, em julho de 2007. a direção artística é assegurada por pedro carneiro, que lidera a mais recente e virtuosa geração de instrumentistas, desde a estreia na abertura da temporada do ccB, no dia 13 de setembro de 2007. no ccB, a ocp assegurou os concertos inaugurais das tempo-radas 2007/08 e 2010/11, sendo presença assídua nos dias da música em Belém, abrindo espaço a novos solistas e maestros. a ocp já trabalhou com os compositores emmanuel nunes, sofia Gubaidulina e miguel azguime; e tocou com solistas inter-nacionais como jorge moyano, cristina ortiz, sergio tiempo, Gary Hoffman, Filipe pinto-ribeiro, carlos alves, Heinrich schiff, antónio rosado, artur pizarro, tatiana samouil. internacionalizou-se em 2010 no city of london Festival, com 4 estrelas no The Times. atuou também em diversas cidades nacionais: alcobaça, almada, Ba-talha, castelo Branco, coimbra, lagoa, leiria, lisboa, portimão, porto, seia, setúbal, tomar, Vila Viçosa; e Festival das artes, ao largo, cistermúsica, paços de Brandão, entre outros. a ocp tem como visão tornar-se numa das melhores orquestras do mundo, afirmando-se como um projeto de abrangência social e cultural. nascida de uma ação genuína de cidadania inclusiva, promove projetos como a ocpsolidária na cercioeiras, centro social 6 de maio e apac de Barcelos; a ocpdois, fundando e desenvolvendo a orquestra académica da universidade de lisboa entre 2013 e 2016, além de orquestras com perto de uma dezena de autarquias; e a jovem orquestra portuguesa, representante de portugal na Federação europeia de jovens orquestras nacionais (eFnYo), com presença habitual nos dias da música em Belém, desde 2011, e internacionalizações na roménia, em sinaia e Bucareste; e alemanha, em Kassel e Berlim no Festival Young euro classic.
Pedro Carneiro m a e s t r o
considerado pela crítica internacional um dos mais importantes percussionistas e dos mais originais músicos da atualidade, pedro carneiro toca, dirige, compõe e leciona. apresenta-se regularmente como solista convidado de algumas das mais prestigia-das orquestras internacionais: los angeles philharmonic, Budapest Festival orchestra, BBc national orchestra of Wales, Vienna chamber orchestra, sob a direção de maes-tros como Gustavo dudamel, oliver Knussen, john neschling e christian lindberg. é cofundador, diretor artístico e maestro titular da orquestra de câmara portuguesa, que dirigiu no city of london Festival; e da jovem orquestra portuguesa que diri-giu em diversas digressões europeias, destacando-se o Festival Young euro classic (2015 e 2017), em Berlim. Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian na Guildhall school (londres), em percussão e direção de orquestra, e seguiu os cursos de direção de emilio pomàrico, na accademia internazionale della musica de milão. recebeu vá-rios prémios, destacando-se o prémio Gulbenkian arte 2011, e a nomeação para o prémio autores 2016, da sociedade portuguesa de autores, para o melhor trabalho de música erudita, pelo concerto na Konzerthaus em Berlim com a jovem orquestra portuguesa.
Sofia Ruivo V i o l i n o
sofia Franco ruivo nasceu em 1998 e atualmente estuda violino na Haute école de musique de Genève, suíça, na classe do professor sasha rozhdestvensky. é membro da jovem orquestra portuguesa desde 2011, tendo atuado com esta orquestra em alguns dos mais prestigiados palcos nacionais (como o ccB e a casa da música) e internacionais (entre eles a Konzerthaus de Berlim e ateneu romeno em Bucares-te). ao longo do seu percurso enquanto instrumentista integrou formações como a orquestra de câmara portuguesa, a orquestra sinfónica metropolitana e a Wiener jeunesse orchester, tendo trabalhado, entre outros, com os maestros pedro carneiro, jean-marc Burfin, Gábor takács-nagy e marc piollet. a paixão pela música venceu o conflito entre as pautas e o estetoscópio, tendo suspendido o curso de medicina para se dedicar por inteiro à arte do som e do silêncio.
Pedro Capelão o B o é
pedro capelão nasceu em lisboa a 7 de setembro de 1999 e iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos, na orquestra Geração com carla duarte. Frequentou
mas-terclasses com Francisco luís Vieira, julian ramos, Vicente moronta, ricardo lopes,
stefan schilli, albrecht mayer, david Walter, ramón ortega quero e aulas ocasio-nais com pedro ribeiro, sally dean e miriam pastor Burgos. trabalhou com diversos maestros, entre os quais: pedro neves, pedro carneiro, pedro amaral, josé eduardo Gomes, jorge salgueiro, jean-sébastien Béreau, Gustavo dudamel, johan de meij, Hardy mertens, ulysses ascanio, alessandro cadario, Bruno campo, entre outros. já atuou a solo com a orquestra clássica metropolitana, a orquestra municipal Geração amadora e a jovem orquestra portuguesa. atualmente, integra a jovem orquestra portuguesa.
Luís Cruz V i o l o n c e l o
luís Freitas da cruz nasceu em Guimarães em 2001. iniciou os estudos de violoncelo, aos 5 anos, com a professora oxana chvets, na academia de música josé atalaya, onde terminou o ensino secundário com a classificação máxima. continuou o estudo de violoncelo com o professor levon mouradian na escola superior de música de lisboa. participou em masterclasses com: a. Znachonak, c. strynckx, c. Bohórquez, d. cruz, d. martínez, m. coppey, m. macedo, p. G. lima, p. Gomziakov, sung-Won Yang, t. tsutsumi. Foi laureado com o 1.º prémio em vários concursos, destacando-se os mais recentes: concurso para jóvenes violoncellistas de espana y portugal em león (2018), prémio jovens músicos (2018). integrou a orquestra sinfónica ensemble (2014, 2015, 2016, 2017) e a jovem orquestra portuguesa (2015, 2016, 2017, 2018). Foi solista com a camerata atlântica, com a orquestra de Vigo 430, com a orquestra Gulbenkian, e com a jovem orquestra portuguesa.
António Andrade F a G o t e
antónio Fontes andrade iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos de idade na academia de música de castelo de paiva, na classe de Fagote da professora cláudia torres. ao longo do seu percurso académico trabalhou com os maestros paulo mar-tins, josé eduardo Gomes, Fernando marinho, pedro carneiro, cesário costa, paulo silva, Francisco sequeira, dinis sousa, paolo lepore, jean-sébastien Béreau, ernest shelle, jean marc Burfin, sebastian perłowski, entre outros. Frequentou masterclasses com paulo martins, josé pedro Figueiredo, Hugues Kesteman, ricardo ramos, Vera dias, antónio carrilho, margarida Fonseca santos, erkki suomalainen, Giorgio Ver-siglia, david tomàs realp, irene ortiz, entre outros. integrou a orquestra sinfónica ensemble e a jovem orquestra portuguesa. atualmente frequenta o segundo ano de licenciatura na academia nacional superior de orquestra, na classe da professora Vera dias.
© Bruno Vicente
© Bruno Vicente
© nuno Ferreira santos
© patrícia andrade
i n D i v i D u A L
DESCONTOS CArTãO AmIgO
Só aplicados a bilhetes superiores a 8€ para espetáculos com Produção CCB
30% Desconto Cartão Amigo CCB (individual, sénior, jovem e Família)
DESCONTOS HABITUAIS
Só aplicado a bilhetes com preço superior a 12€ para espetáculos com Produção CCB
30% para bilhetes de última hora, a partir de 30 minutos antes do início do espetáculo
(apenas para bilhetes adquiridos na bilheteira do ccB)
20% para menores de 25 anos e maiores de 65 (exceto 1.ª plateia no Grande auditório) 10% para titulares do cartão FnAC (apenas para bilhetes adquiridos nos postos de atendimento) 25% para clientes da CP (apenas para bilhetes adquiridos nos postos de atendimento)
50% para desempregados (contra apresentação de comprovativo do ieFp; apenas para bilhetes adquiridos nos postos de atendimento)
quota limitada de bilhetes a 5€ para estudantes e profissionais de espetáculo. desconto válido exclusivamente para o 2.º balcão
do Grande auditório e para laterais no pequeno auditório (apenas para bilhetes adquiridos na bilheteira ccB)
Polónia: O Século
da Independência
orquestra metropolitana de lisboa
e coro da rádio polaca
Sebastian Perłowski direção musical / Krzysztof Książek piano Katarzyna-Oleś Blacha soprano / Wanda Franek meio-soprano Andrzej Lampert tenor / Przemysław Firek baixo
F. Chopin concerto para piano e orquestra n.º 1, op. 11 J. m. Poniatowski missa em Fá maior
nos 100 anos da independência da polónia (1918-2018), evocamos o mais notável de todos os compositores polacos, Frédéric chopin, através de uma das suas obras mais brilhantes, o concerto para piano e orquestra n.º 1, op. 11. na segunda parte deste programa ouve-se uma peça rara de outro polaco ilustre: a missa em Fá maior do príncipe józef poniatowski, dedicada a d. luís i, rei de portugal. solistas polacos e o coro da rádio polaca juntam-se à orquestra metropolitana de lisboa num concerto de grande simbolismo.