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Com Textos Portugues 10 ano

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Academic year: 2021

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Texto

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Português

Português

Ana Maria Cardoso Ana Maria Cardoso Maria José Peixoto Maria José Peixoto Vítor Oliveira Vítor Oliveira ano ano    c    c    a    a     d     d   e   e    r    r    n    n    o    o     d     d   e   e    a    a    c    c    t    t     i     i   v   v     i     i     d     d   a   a     d     d   e   e    s    s

(2)
(3)

Soluções disponíveis em www.comtextos10.asa.pt Soluções disponíveis em www.comtextos10.asa.pt

Sumário

Sumário

Outras Práticas da Língua

Outras Práticas da Língua

Acentuação Acentuação 77 Actos de Fala Actos de Fala 99 Classes de Palavras Classes de Palavras 1010 Coerência Coerência 1111 Coesão Coesão 1414 Conectores/Articuladores Conectores/Articuladores 1717

Formas de Relato do Discurso: Formas de Relato do Discurso:

Directo/Indirecto/Indirecto-Livre

Directo/Indirecto/Indirecto-Livre 1818

Frases Simples e Complexas

Frases Simples e Complexas 2020

Funções da Linguagem Funções da Linguagem 2222 Funções Sintácticas Funções Sintácticas 2424 Grupo Adjectival Grupo Adjectival 2727 Grupo Adverbial Grupo Adverbial 2828 Grupo Nominal Grupo Nominal 2929 Grupo Preposicional Grupo Preposicional 3030 Grupo Verbal Grupo Verbal 3131 Ortografia Ortografia 3232 Pontuação Pontuação 3434

Processos de Formação de Palavras

Processos de Formação de Palavras 3636

Pronominalização Pronominalização 3737 Reescrita Reescrita 3838 Registos de Língua Registos de Língua 4040 Relações Lexicais Relações Lexicais 4242 Selecção Vocabular Selecção Vocabular 4444

Verbos: Tempos e Modos Verbais

Verbos: Tempos e Modos Verbais 4545

Verbos: Complexos Verbais e Valores Modais, Verbos: Complexos Verbais e Valores Modais,

Temporais, Aspectuais e de

(4)
(5)

Outras

Outras

Práticas da

Práticas da

Língua

Língua

(6)
(7)

“Não era facil, na Paris da minha infancia, ser

“Não era facil, na Paris da minha infancia, ser filha de imigrantes portugueses. Não pelas condi-filha de imigrantes portugueses. Não pelas condi-ções de vida, das quais, no meu caso especifico, não tenho razões de queixa, mas porque as outras ções de vida, das quais, no meu caso especifico, não tenho razões de queixa, mas porque as outras crianças, crueis como so as crianças sabem ser, nos humilhavam constantemente de todas as crianças, crueis como so as crianças sabem ser, nos humilhavam constantemente de todas as ma-neiras.

neiras.

Quando os meus pais sairam de Rio do Anjo para França, so era nascido o meu irmão Antonio. Eu Quando os meus pais sairam de Rio do Anjo para França, so era nascido o meu irmão Antonio. Eu nasci dois anos depois, quando a minha mãe trabalhava a dias e o meu pai comia o pão que o diabo nasci dois anos depois, quando a minha mãe trabalhava a dias e o meu pai comia o pão que o diabo amassou para se impor

amassou para se impor como topa-a-tudo independentcomo topa-a-tudo independente, passeador de cães e, passeador de cães e motorista substituto.e motorista substituto. Não havia homem mais habilidoso e prestavel.”

Não havia homem mais habilidoso e prestavel.”

Rosa Lobato de Faria, in

Rosa Lobato de Faria, inO Prenúncio das ÁguasO Prenúncio das Águas A

A

“Ha muito estavas longe “Ha muito estavas longe

Mas vinham cartas poemas e noticias Mas vinham cartas poemas e noticias E pensavamos que sempre voltarias E pensavamos que sempre voltarias

Enquanto amigos teus aqui te esperassem — Enquanto amigos teus aqui te esperassem — E assim as vezes chegavas da terra estrangeira E assim as vezes chegavas da terra estrangeira Não como filho prodigo mas como irmão prudente Não como filho prodigo mas como irmão prudente E riamos e falavamos em redor da mesa

E riamos e falavamos em redor da mesa E tiniam talheres loiças e vidros

E tiniam talheres loiças e vidros Como se tudo na chegada se alegrasse Como se tudo na chegada se alegrasse (…)”

(…)”

Sophia de Mello Breyner Andresen, in

Sophia de Mello Breyner Andresen, inIlhasIlhas D

D

“Neste contexto e nesta epoca, D. Afonso Henriques surgira, em todos os aspectos, como um “Neste contexto e nesta epoca, D. Afonso Henriques surgira, em todos os aspectos, como um ho- ho-mem do seu tempo: sera um cavaleiro medieval, crente fervoroso e feroz combatente; vivera uma mem do seu tempo: sera um cavaleiro medieval, crente fervoroso e feroz combatente; vivera uma vida epica, mergulhada em batalhas gloriosas, em lendas miticas e em cantigas de amor; construira vida epica, mergulhada em batalhas gloriosas, em lendas miticas e em cantigas de amor; construira castelos, igrejas e mosteiros; e sera sobretudo um rei-fundador, determinado a criar um pais e castelos, igrejas e mosteiros; e sera sobretudo um rei-fundador, determinado a criar um pais e a dara dar- --lhe condições de independencia. (...)

-lhe condições de independencia. (...) O retrato que dele

O retrato que dele fazem as cronicas não deixa duvidas sobre o personagem: por um lado, «homemfazem as cronicas não deixa duvidas sobre o personagem: por um lado, «homem muito benevolo e devoto», «prudentissimo e dotado de claro

muito benevolo e devoto», «prudentissimo e dotado de claro engenho», «de nobre figura, belo rostoengenho», «de nobre figura, belo rosto e agradavel»; mas, por outro, homem «mui grande de corpo e de mui assinalada valentia», «de e agradavel»; mas, por outro, homem «mui grande de corpo e de mui assinalada valentia», «de força grande e coração muito

força grande e coração muito maior», e «grande cortador de maior», e «grande cortador de espada».espada».””

Diogo Freitas do Amaral, in

Diogo Freitas do Amaral, inD. Afonso HenriquesD. Afonso Henriques C

C

“Esta um pouco fresco e caminha-se com gosto. Sobre o rio estende-se uma tenue faixa de “Esta um pouco fresco e caminha-se com gosto. Sobre o rio estende-se uma tenue faixa de ne-blina quase imperceptivel. Voam estorninhos e gaviões; uma pega branca e negra salta de pedra em blina quase imperceptivel. Voam estorninhos e gaviões; uma pega branca e negra salta de pedra em pedra enquanto uma cotovia assobia sobre as sementeiras. O ventinho da manhã corre sobre o campo, pedra enquanto uma cotovia assobia sobre as sementeiras. O ventinho da manhã corre sobre o campo, e o ar

e o ar esta limpo, claro, transparente, diafano. (...)esta limpo, claro, transparente, diafano. (...) O caminho esta deserto, ninguem sobe ou desce. O

O caminho esta deserto, ninguem sobe ou desce. O viajante passa ao lado de um casarão de pe-viajante passa ao lado de um casarão de pe-dra, que parece abandonado. Tem a volta umas hortas e um pequeno jardim. A porta ha um letreiro dra, que parece abandonado. Tem a volta umas hortas e um pequeno jardim. A porta ha um letreiro que diz: «Passagem proibida».”

que diz: «Passagem proibida».”

Camilo José Cela, in

Camilo José Cela, inVVagabundo ao Serviço de agabundo ao Serviço de Espanha Espanha  B

B

Acentuação

Acentuação

1.

(8)

2.

2. Seleccione, do par de palavrSeleccione, do par de palavras da coluna da direita, aqas da coluna da direita, aquela que for adequaduela que for adequada aos espaços das fra aos espaços das frases se-ases

se-guintes:

guintes:

2.1.

2.1. Na últimNa última aula, ___a aula, _______________________acerca da difeacerca da diferença entre palavrença entre palavras de acentua-ras de

acentua-ção grave e esdrúxula. ção grave e esdrúxula.

2.2.

2.2. Há sempre alguHá sempre alguém que ___ém que _______________________as reuniões, regias reuniões, registando as stando as decisões todecisões to-

-madas. madas.

2.3.

2.3. NormalmNormalmente, a aula terminente, a aula termina com a apresentação ____a com a apresentação __________________daquilo que foidaquilo que foi

objecto de trabalho. objecto de trabalho.

2.4.

2.4. Era uma vez um rapaz que, antes de embarcar em viagem, foi a uma estalagemEra uma vez um rapaz que, antes de embarcar em viagem, foi a uma estalagem

comer uns ovos. Ao pagar, o rapaz não tinha trocado e, por isso, ficou em comer uns ovos. Ao pagar, o rapaz não tinha trocado e, por isso, ficou em __

____________________para com para com a esta estalajadeira.alajadeira.

2.5.

2.5. UltimamUltimamente não ente não se __se ________________________o que há de boo que há de bom na vida. Só m na vida. Só se apresen-se

apresen-tam as desgraças. tam as desgraças.

2.6.

2.6. Os textos narrativos apresentam frequentemente uma lição de moral. É bom queOs textos narrativos apresentam frequentemente uma lição de moral. É bom que

se ____

se __________________________histórhistórias tias tão ão formativaformativas.s.

2.7.

2.7. Só com muiSó com muita ___ta _________________________se consegse consegue obter os ue obter os resultados resultados desejadosdesejados..

2.8.

2.8. Sempre que o Sempre que o rapaz ___rapaz _________________________lá tinha lá tinha ele de ir atele de ir até ao hoé ao hospital.spital.

2.9.

2.9. Já ningJá ninguém ___uém _____________________fazer mais nada fazer mais nada quando se viquando se viu que a situ que a situação era ir-uação era

ir-remediável. remediável.

2.10.

2.10.Foi um autêntFoi um autêntico ___ico _______________________ser recebido pelser recebido pelo responsável o responsável maior da instmaior da insti-

i-tuição que se estava a visitar. tuição que se estava a visitar.

3.

3. Coloque os Coloque os devidos acentos devidos acentos gráficos gráficos nos seguintes nos seguintes provérprovérbios popularbios populares:es:

3.1.

3.1. Abunda a malicia onde falta a policia.Abunda a malicia onde falta a policia.

3.2.

3.2. Ir a guerra e casar não se deve aconselhar.Ir a guerra e casar não se deve aconselhar.

3.3.

3.3. O ciume infindo as vezes acorda o que esta dormindo.O ciume infindo as vezes acorda o que esta dormindo.

3.4.

3.4. Não te fies em agua que nNão te fies em agua que não corra nem em gato que não mie.ão corra nem em gato que não mie.

3.5.

3.5. Quem a mesa alheia come janta e Quem a mesa alheia come janta e ceia com fome.ceia com fome.

3.6.

3.6. Idade e experiencia valem mais que Idade e experiencia valem mais que adolescencia.adolescencia.

3.7.

3.7. Pode levarPode levar-se o cavalo ate a -se o cavalo ate a agua mas não se agua mas não se pode obriga-lo a bebe-la.pode obriga-lo a bebe-la.

3.8.

3.8. Por mal não se leva um portugues; por bem Por mal não se leva um portugues; por bem levam-se dois ou tres.levam-se dois ou tres.

4.

4. AcentuAcentue as palae as palavrvras nas fras nas frases daases dadas.das.

4.1.

4.1. Apos o exito consideravel que o grupo musical Apos o exito consideravel que o grupo musical obteve com o novo lançamento discografico, os especta-obteve com o novo lançamento discografico, os

especta-culos por ele

culos por ele realizadrealizados confirmavam a voz os confirmavam a voz e a qualidade musical e a qualidade musical revereveladas.ladas.

4.2.

4.2.Entusiasticamente aplaudidos pelo publico, todos os elementos do Entusiasticamente aplaudidos pelo publico, todos os elementos do grupo tiveragrupo tiveram de ir ao m de ir ao palco agradepalco agradecercer

a ovação. a ovação.

4.3.

4.3. A saida do concerto, os fãs A saida do concerto, os fãs aguardavam pelos seus idolos.aguardavam pelos seus idolos.

4.4.

4.4. De acordo com as noticias difundidas pela De acordo com as noticias difundidas pela radio, haverradio, havera um segundo concerto a um segundo concerto na cidade para os inume-na cidade para os

inume-ros jovens que não puderam assistir a ultima

ros jovens que não puderam assistir a ultima exibição.exibição.

Acentuação Acentuação 8 8 falamos falamos falámos falámos secretaria secretaria secretária secretária sumaria sumaria sumária sumária divida divida dívida dívida noticia noticia notícia notícia contem contem contém contém pratica pratica prática prática caia caia caía caía pode pode pôde pôde privilegio privilegio privilégio privilégio

(9)

Actos de Fala

Actos de Fala

1

1.. AtAtente noente nos enuns enunciaciados prdos proposopostostos::

a)

a)PPrroommeetto o qquue e tte e vviirreei i vviissiittaar r sseemmpprree!! __________________________ b)

b)Lamento que ainda não teLamento que ainda não tenhas percebido que não tens nhas percebido que não tens condições para este emprego.condições para este emprego. __________________________ c)

c)VVaammoos s ccoommeeççaar r a a aauullaa.. __________________________ d)

d)Camões escreveu a epopeiaCamões escreveu a epopeiaOs LusíadasOs Lusíadas.. __________________________

e)

e)QQuue e ccooiissaas s ssãão o eessssaas s qquue e tteenns s ppaarra a mme e ddiizzeerr?? __________________________ f)

f) Este convívEste convívio sem palavras dá-me alio sem palavras dá-me alento para enfrentaento para enfrentar o mundo sórdido dos adultosr o mundo sórdido dos adultos.. __________________________ 1.1.

1.1. Identifique, ao lado de Identifique, ao lado de cada frase, o acto de fala configurado em cada uma das frases anteriores.cada frase, o acto de fala configurado em cada uma das frases anteriores.

2.

2. Complete os Complete os espaços cespaços com as om as designações designações atribuídas aos atribuídas aos actos ilocutórios descritos.actos ilocutórios descritos.

2.1.

2.1. Um acto iloUm acto ilocutóricutório __o ______________________________é aquele é aquele que ocorre quanque ocorre quando o locutdo o locutor pretende lor pretende levar o seu intevar o seu interlo-

erlo-cutor a agir.

cutor a agir. 2.2.

2.2. Quando o enunciado produzido se Quando o enunciado produzido se relaciona com a verdade ou falsidade do que é relaciona com a verdade ou falsidade do que é afirmado, apresenta-seafirmado, apresenta-se

um acto de fala __________________.

um acto de fala __________________. 2.3.

2.3. Se o locutSe o locutor se compromete or se compromete a realizar algo, o ena realizar algo, o enunciado profeunciado proferido configrido configura um acto ilocutura um acto ilocutório ___ório _________________

_________________.

_________________. 2.4.

2.4. Ao exprimir emoções, sentimentos ou reacções subjectivas face a determinada situação, produz-se um actoAo exprimir emoções, sentimentos ou reacções subjectivas face a determinada situação, produz-se um acto

de

de falfala a _________________________________.___. 2.5.

2.5. A __A ____________________________________ocorre em siocorre em situações tuações formais e/ou instformais e/ou institucioitucionais, nnais, nas quais as quais o locuto locutor está revesor está reves-

-tido de autoridade.

tido de autoridade. 3.

3. AssoAssocie os enuncicie os enunciados da coados da coluna A aos actluna A aos actos de fala inos de fala indicadodicados na coluns na coluna B.a B.

COLUNA A

COLUNA A

1.

1. Para meditares, deves procurar um lugar con-Para meditares, deves procurar um lugar

con-fortável.

fortável. 2.

2.Continuei a estudar, apesar do Continuei a estudar, apesar do cansaço.cansaço. 3.

3.Fecha os olhos Fecha os olhos e descontrai-te.e descontrai-te. 4.

4.Farei por nunca voltar ao estado Farei por nunca voltar ao estado selvagem.selvagem. 5.

5.Tal como esperado, o mau tempo fez-se sentir.Tal como esperado, o mau tempo fez-se sentir. 6.

6.Quando tu dizes que o céu está a chorar, o queQuando tu dizes que o céu está a chorar, o que

é que queres dizer?

é que queres dizer? 7.

7. Que fácil que foi o teste!Que fácil que foi o teste! 8.

8.Sentimo-nos unidos por um único e cálido pen-Sentimo-nos unidos por um único e cálido

pen-samento.

samento. 9.

9. Ora vamos começar a nossa lição com a cor-Ora vamos começar a nossa lição com a

cor-recção do trabalho de casa.

recção do trabalho de casa. 10.

10. Recuse o mundo que a televisão lhe Recuse o mundo que a televisão lhe impinge.impinge.

COLUNA B COLUNA B a) a) DirectivoDirectivo b) b) AssertivoAssertivo c) c) CompromissivoCompromissivo d) d) ExpressivoExpressivo e) e) DeclaraçãoDeclaração

(10)

Classes de Palavras

Classes de Palavras

10

10

Classes de

Classes de Pa

Pa

lavras

lavras

1.

1. ClasClassifiqusifique as palavre as palavras sublias sublinhadanhadas quanto à class quanto à classe a que pertencemse a que pertencem..

1.1.

1.1. A falA faltatadedechuchuva teva tem prom provocvocado a maado a maioriorsecsecaados úldos últimtimosostemtempos.pos.

1.2.

1.2. SecasSecasa tuaa tuarouroupa num instapa num instantentese a puserse a puseres na vares na varanda, aanda, ao sol.o sol.

1.3.

1.3. FalFaltataágua água nanazona zona sul dsul do paío país.s.

1.4.

1.4. ViajeViajemm pela pela costa costa eepoderpoderão ão ver ver quequenãonãohá há viageviagemmmais mais atratractivaactiva..

1.5.

1.5. ComoComosemprsempreealgumalgumaacoisa coisa antes dantes das ras refeiçefeições priões principaincipais.s.

1.6.

1.6. A culpa é A culpa é tuatuase não apse não aproroveitveitas a oporas a oportunidtunidade quade queetetedão.dão.

1.7.

1.7. HáHápalavpalavraras que noss que nosbeijabeijam, masm, masoutroutras há quas há que nos dese nos destrotroem.em.

1.8.

1.8. NosNostexttextos antigos antigososencoencontrntram-se mam-se muitasuitaspalavpalavraras coms comgragrafia arfia arcaica.caica.

2.

2. Escreva frEscreva frases utilizando as palaases utilizando as palavras fvras fornecidas segundo a classornecidas segundo a classificação indicada entre paificação indicada entre parêntesis.rêntesis.

2.1.

2.1.  muito  muito(quantificador indefinido)(quantificador indefinido)

2.2.

2.2. sua sua (pronome possessivo)(pronome possessivo)

2.3.

2.3. oo(pronome pessoal)(pronome pessoal)

2.4.

2.4. eraera(nome)(nome)

2.5.

2.5. sãosão(adjectivo)(adjectivo)

2.6.

2.6. fiofio(verbo)(verbo)

2.7.

2.7.  pouco  pouco(advérbio)(advérbio)

2.8.

2.8. data data(verbo)(verbo)

3.

3. Seleccione a Seleccione a alínea mais alínea mais adequada ao adequada ao contexto da contexto da frase frase fornecida.fornecida.

3.1.

3.1. __________________algum tempo ainalgum tempo ainda estava a gozar as minhas férda estava a gozar as minhas férias.ias.

a)

a)Preposição “A”Preposição “A” b)b)Contracção da preposição e do artigo “À”Contracção da preposição e do artigo “À” c)c)Forma verbal “Há”Forma verbal “Há”

3.2.

3.2. O ___O _______________________deu o lugadeu o lugar no autocr no autocarro a uma senhoarro a uma senhora idosa.ra idosa.

a)

a)Adjectivo “jovem” (Adjectivo “jovem” ( fem fem.).) b)b)Nome “jovem” (Nome “jovem” (masc masc .).) c)c)Adjectivo “jovem” (Adjectivo “jovem” (masc masc .).) 3.3.

3.3. A leiA leitura do tura do livro plivro pareceu-lhe areceu-lhe ____________________________atraente.atraente.

a)

a)Quantificador “pouco”Quantificador “pouco” b)b)Nome “pouco”Nome “pouco” c)c)Advérbio “pouco”Advérbio “pouco”

3.4.

3.4. Se o Se o ____________________é a turma e é a turma e os alunos os alunos as partes, então as partes, então o todo é o todo é igual à soma igual à soma das partes.das partes.

a)

a)Quantificador “todo”Quantificador “todo” b)b)Pronome “todo”Pronome “todo” c)c)Nome “todo”Nome “todo”

3.5.

3.5. Nenhum Nenhum dos aludos alunos ___nos ___________________________o que o o que o professor pprofessor pretendia.retendia.

a)

a)Forma vForma verbal de erbal de ver: ver: “vira”“vira” b)b)Forma verbal de virar: “vira”Forma verbal de virar: “vira” c)c)Nome “vira”Nome “vira”

3.6.

3.6. Sentiu Sentiu que ___que _________________________desnecessdesnecessário todo ário todo o esforço despo esforço despendido.endido.

a)

a)Forma vForma verbal de erbal de ir: ir: “fora”“fora” b)b)Advérbio “fora”Advérbio “fora” c)c)Forma Forma verbal de verbal de ser: ser: “fora”“fora”

4.

4. SubliSublinhe os adnhe os adjectivjectivos nas fros nas frases seases seguinteguintes:s:

4.1.

4.1. As fortíssimas ondas do As fortíssimas ondas do mar revolto dificultarmar revolto dificultaram a viagem.am a viagem.

4.2.

4.2. Um velho de barbas Um velho de barbas compridas, muito brancas, inspirava respeito.compridas, muito brancas, inspirava respeito.

4.3.

4.3. A face grave e séria do velho A face grave e séria do velho amedrontava o mais corajoso dos marinheiros.amedrontava o mais corajoso dos marinheiros.

4.4.

4.4. A viagem era mais terrívA viagem era mais terrível do que todos os pel do que todos os perigos sonhados.erigos sonhados.

4.5.

4.5. Era tão importante chegar ao destino Era tão importante chegar ao destino como poder voltar à amada pátria.como poder voltar à amada pátria.

4.6.

(11)

Coerência

Coerência

1.

1. AteAtente nte no sno segueguintinte exe excercerto:to:

“O jovem americano inclinou a cabeça sobre a tigela do leite e o leite escureceu, passou de “O jovem americano inclinou a cabeça sobre a tigela do leite e o leite escureceu, passou de

__________

__________aa______________________porque aporque a____________________tapou a luz. Atapou a luz. A______________________era metade de uma cabaça. Se-era metade de uma cabaça. Se-gurou-a na palmas das mãos e sentiu o

gurou-a na palmas das mãos e sentiu o__________.__________.Flutuavam à superfície pêlos pretos e tinha um vagoFlutuavam à superfície pêlos pretos e tinha um vago cheiro a alcatrão. Virou a

cheiro a alcatrão. Virou a__________________________até a espuma lhe tocar no bigode. «Posso?» Parou antes de osaté a espuma lhe tocar no bigode. «Posso?» Parou antes de os

_____________

_____________chegarem ao leite. Depois voltou-a echegarem ao leite. Depois voltou-a e ______________________de um trago. Bebia depressa e comde um trago. Bebia depressa e com concentração, vendo o

concentração, vendo o________________________baixar na parede dabaixar na parede da__________________________. Os. Os______________________de leite limpa-de leite limpa-vam-lhe a

vam-lhe a________________________seca da poeira. Era umseca da poeira. Era um________________________mais forte que o da América e deixava namais forte que o da América e deixava na

__________

__________um sabor maisum sabor mais____________________. (…). (…) Esvaziou a

Esvaziou a __________________________e voltou-a. Caírame voltou-a. Caíram________________________brancos sobre as botas de couro, agorabrancos sobre as botas de couro, agora vermelhas do pó. O exterior da cabaça era de uma cor quente e dourada e a superfície

vermelhas do pó. O exterior da cabaça era de uma cor quente e dourada e a superfície________________________comcom desenhos de animais e plantas. Quebrara-se em dois sítios, mas

desenhos de animais e plantas. Quebrara-se em dois sítios, mas a mulher cozera-a com a mulher cozera-a com fio embreado.fio embreado. Era daí que vinha o cheiro

Era daí que vinha o cheiro______________________________________. Jeb Andrews achou bonita a. Jeb Andrews achou bonita a______________________________.”.” Bruce Chatwin, in

Bruce Chatwin, inAnatomia da Errância Anatomia da Errância 

1.1.

1.1. Complete os espaços com as palavras que considerComplete os espaços com as palavras que considere mais convenientes para a construção de coerênciae mais convenientes para a construção de coerência no texto.

no texto. 2.

2. Preencha o Preencha o esquema apresquema apresentado, assinaesentado, assinalando, com baslando, com base na leiture na leitura do excerto a do excerto fornecido, os infornecido, os indicado-

dicado-res de coerência requeridos.

res de coerência requeridos.

E

EXXCCEERRTTOO IInnddiiccaaddoorrees s dde e ccooeerrêênncciiaa

“Nos últimos anos, o mercado editorial internacional “Nos últimos anos, o mercado editorial internacional tem registado uma grande expansão. O público tem registado uma grande expansão. O público insaciá-vel reclama cada vez mais autores e temas. Num mundo vel reclama cada vez mais autores e temas. Num mundo onde se edita um livro a cada 30 segundos – ou seja, mais onde se edita um livro a cada 30 segundos – ou seja, mais de um milhão de títulos por ano – é difícil perceber o que de um milhão de títulos por ano – é difícil perceber o que dita o sucesso ou o insucesso de uma obra literária. dita o sucesso ou o insucesso de uma obra literária.

O fenómeno do

O fenómeno do‘best-seller’ ‘best-seller’ abarca autores e títulos tãoabarca autores e títulos tão diferentes quanto «Cem Anos de Solidão», de Gabriel diferentes quanto «Cem Anos de Solidão», de Gabriel García Marquez, «Dom Quixote de La Mancha», de García Marquez, «Dom Quixote de La Mancha», de Mi-guel de Cervantes, os relatos místicos de Paulo Coelho, as guel de Cervantes, os relatos místicos de Paulo Coelho, as aventuras de Harry Potter de J. K. Rowling ou o mais que aventuras de Harry Potter de J. K. Rowling ou o mais que badalado «Código Da Vinci», de Dan Brown.

badalado «Código Da Vinci», de Dan Brown. Por definição, um

Por definição, um‘best-seller’ ‘best-seller’ refere-se apenas à quan-refere-se apenas à quan-tidade vendida e não ao valor ou qualidade da obra. Se, tidade vendida e não ao valor ou qualidade da obra. Se, por um lado, se pode pensar que a explicação para um por um lado, se pode pensar que a explicação para um livro de pouca qualidade produzir vendas maciças se deve livro de pouca qualidade produzir vendas maciças se deve à pouca exigência intelectual do mercado, a verdade é que à pouca exigência intelectual do mercado, a verdade é que uma boa estratégia de marketing e a exploração da uma boa estratégia de marketing e a exploração da situa-ção conjuntural do mercado podem fazer

ção conjuntural do mercado podem fazer milagres.”milagres.” in

inTempoTempo, n., n.º 73, Abº 73, Abril de 2ril de 2005005

Tema unificador:

Tema unificador:

Palavras-chave associadas ao tema:

Palavras-chave associadas ao tema:

Exemplificação Exemplificação a) Títulos: a) Títulos: b) Autores: b) Autores: c) Personagens: c) Personagens:

Tópicos para o entendimento de

Tópicos para o entendimento de

um umbestseller bestseller  • • • • • • • • Parágrafo final Parágrafo final Segundo parágrafo Segundo parágrafo Parágrafo inicial Parágrafo inicial Texto Texto 3.

3. Seleccione o Seleccione o título mais título mais adequado ao adequado ao excerto lido, excerto lido, entre os entre os abaixo-apresentados:abaixo-apresentados:

Os segredos do sucesso Os segredos do sucesso Mais livros… mais leitores

Mais livros… mais leitores Os maiores

(12)

Coerência

Coerência 12

12

4.

4. Considere o segmento Considere o segmento textual abaixo prtextual abaixo proposto, referente oposto, referente a um breva um breve aparato críe aparato crítico acerca de um tico acerca de um filmefilme

baseado numa obra literária.

baseado numa obra literária.

MONTE DOS VENDAVAIS

MONTE DOS VENDAVAIS

R.: Peter Kosminsky • I.: J. Binoche, R. Fiennes

R.: Peter Kosminsky • I.: J. Binoche, R. Fiennes

Adapt

Adaptação do romance homónimo de ação do romance homónimo de Emily Brontë que Emily Brontë que tem, resumidamente,tem, resumidamente, por

por tema tema e e como como pano pano de de fundo fundo . . DirigidoDirigido por Peter Kominsky, o filme

por Peter Kominsky, o filme re re cria, com cria, com intensiintensidade e emoção, a vivência de duasdade e emoção, a vivência de duas personagens

personagens – – –, –, dando dando particular particular relevo relevo aos aos elementos elementos nana composição da atmosfera selvagem do texto. Destaque para a representação e composição da atmosfera selvagem do texto. Destaque para a representação e

bem

bem como como para para .. in Catálogo

in CatálogoO Livro/O FilmeO Livro/O Filme, Fnac (adaptado), Fnac (adaptado)

o cenário feérico do

o cenário feérico do

norte de

norte de InglaterrInglaterraa

a paixão

a paixão os desempenhos deos desempenhos de

Juliette Binoche e Juliette Binoche e Ralph Fiennes Ralph Fiennes a banda sonora de a banda sonora de Ruichi Sakamoto Ruichi Sakamoto

De facto, a Internet lançou um novo dado no jogo da indústria editorial: a possibilidade de se ter De facto, a Internet lançou um novo dado no jogo da indústria editorial: a possibilidade de se ter um livro descarregável a qualquer hora ou em qualquer parte do mundo, acessível a toda a gente, um livro descarregável a qualquer hora ou em qualquer parte do mundo, acessível a toda a gente, sem depender da sua reprodução em

sem depender da sua reprodução em papel, que é papel, que é a essência da imprensa de a essência da imprensa de caracteres móveis.caracteres móveis.

No entanto, não se valoriza nem se vulgarizou assim tanto o livro electrónico; a cultura é ainda No entanto, não se valoriza nem se vulgarizou assim tanto o livro electrónico; a cultura é ainda re-conhecida e tem mais visibilidade sob a

conhecida e tem mais visibilidade sob a forma palpávforma palpável, levando os autores e os leitores el, levando os autores e os leitores a optar aindaa optar ainda pela via do livro

pela via do livro impresso. Porém as tendências são flutuantes e existem editoras reputadas com ofi-impresso. Porém as tendências são flutuantes e existem editoras reputadas com ofi-cinas de livro vir

cinas de livro virtual, e algumas revistas de tual, e algumas revistas de grande circulação passaram ao formatogrande circulação passaram ao formatoonlineonline..

A publicação de livros e textos literários em formato digital existe há muito, tendo vindo a A publicação de livros e textos literários em formato digital existe há muito, tendo vindo a de-senvo

senvolver-se cada vez mais; paralelamente nascem ferramentas que lver-se cada vez mais; paralelamente nascem ferramentas que permitem o comércio permitem o comércio electró- electró-nico como, por exemplo, os

nico como, por exemplo, ose-bookse-books, pequenos computadores com o tamanho de máquinas de cal-, pequenos computadores com o tamanho de máquinas de

cal-cular cujos ecrãs permitem

cular cujos ecrãs permitem uma nova forma de leitura.uma nova forma de leitura.

as paixões trágicas entre

as paixões trágicas entre

Cathy e Heathcliff Cathy e Heathcliff       L       L    u    u     s     s     o     o     m     m     u     u     n     n       d       d    o    o 4.1.

4.1. Complete o texto truncado, estabelecendo a Complete o texto truncado, estabelecendo a corrcorrespondência entre os espaços e espondência entre os espaços e os segmentos textuais daos segmentos textuais da

direita.

direita.

5.

(13)

Marta Lança, in “Os Caminhos do Livro” –

Marta Lança, in “Os Caminhos do Livro” –Ler Ler , n.º 64, Outono 2004 , n.º 64, Outono 2004 (adaptado)(adaptado)

5.1.

5.1. Estabeleça a ordenação devida para a compreensão do texto.Estabeleça a ordenação devida para a compreensão do texto.

5.2.

5.2. Explicite os mecanismos em que Explicite os mecanismos em que se apoiou para a ordenação estabelecida.se apoiou para a ordenação estabelecida.

5.3.

5.3. Sugira um título que possa figurar como tema unificador de toda a sequência textual ordenada.Sugira um título que possa figurar como tema unificador de toda a sequência textual ordenada.

Tudo parece resultar da imensa produção de informação e da ampliação de registos que se Tudo parece resultar da imensa produção de informação e da ampliação de registos que se que-rem alcançáveis da forma mais imediata possível. A Internet

rem alcançáveis da forma mais imediata possível. A Internet facilita a publicação pela sua condiçãofacilita a publicação pela sua condição de casa que abriga todo o

de casa que abriga todo o tipo de gente. Existem muitos autores e editores que, voluntariamente outipo de gente. Existem muitos autores e editores que, voluntariamente ou por dificuldade de acesso às editoras tradicionais, nela encontram a possibilidade de publicar o seu por dificuldade de acesso às editoras tradicionais, nela encontram a possibilidade de publicar o seu trabalho.

(14)

Coesão

Coesão

1

1.. AtAtentente no see no seguiguinte ente excxcererto:to:

1.1.

1.1. Construa a cadeia de referência nominal/pronominal relatiConstrua a cadeia de referência nominal/pronominal relativa à “Menina va à “Menina de Dikika”.de Dikika”.

A Me

A Meninnina de Da de Dikikikika > ____a > __________________> ____> __________________> ____> __________________> ____> __________________> ____> ____________________>>

___

___________________> __> ____________________> __> ______________________> __> ______________________> __> ______________________ > __> ______________________>>

_____

_______________> __> __________________> __> __________________> ___> _______________.__.

1.2.

1.2. Distinga os tipos de Distinga os tipos de pronome representados nessa cadeia referencial.pronome representados nessa cadeia referencial.

1.3.

1.3. Reconstrua o parágrReconstrua o parágrafo destacado, assumindo que a descoberta não afo destacado, assumindo que a descoberta não era a de uma menina, mas era a de uma menina, mas duas.duas.

1.4.

1.4. Identifique os referentes que Identifique os referentes que aparecem retomados pelos termos sublinhados.aparecem retomados pelos termos sublinhados.

2.

2. As frAs frases ases da coda coluna A nãluna A não são co são coesaoesas.s.

2.1.

2.1. Faça corrFaça corresponder a incorrecção descrita (coluna esponder a incorrecção descrita (coluna B) à B) à frase exemplificativa (coluna A).frase exemplificativa (coluna A).

“CONHEÇA A MENINA DE

“CONHEÇA A MENINA DE DIKIKA, UM FÓSSIL DE TRÊS ANOS DIKIKA, UM FÓSSIL DE TRÊS ANOS QUE VIVEU NA ALVORADQUE VIVEU NA ALVORADA DA NOSSA ESPÉCIE.A DA NOSSA ESPÉCIE.

O ACHADO LANÇA LUZ SOBRE A INFÂNCIA DA HUMANIDADE.

O ACHADO LANÇA LUZ SOBRE A INFÂNCIA DA HUMANIDADE.

Zeresenay Alemseged tem dois bebés. O rapaz, Alula, passa a maior parte do tempo nos braços da Zeresenay Alemseged tem dois bebés. O rapaz, Alula, passa a maior parte do tempo nos braços da mãe, num chalé em Adis Abeba, capital da Etiópia. O outro, uma menina de três anos, passou 3,3 mãe, num chalé em Adis Abeba, capital da Etiópia. O outro, uma menina de três anos, passou 3,3 mi-lhões de anos encarcerado em arenito, até que

lhões de anos encarcerado em arenito, até que o cientista etíope e a sua o cientista etíope e a sua equipa descobriram os seusequipa descobriram os seus restos mortais e os retiraram cuidadosamente da rocha.

restos mortais e os retiraram cuidadosamente da rocha. O recém-chegado é o mais

O recém-chegado é o mais completo bebé da antiguidade e, na opinião de alguns especialistas,completo bebé da antiguidade e, na opinião de alguns especialistas, é um dos melhores fósseis da sua espécie, o

é um dos melhores fósseis da sua espécie, oAustralopithecus afarensisAustralopithecus afarensis. Pertence à mesma espécie do. Pertence à mesma espécie do

fóssil popularmente conhecido por Lucy, uma fêmea adulta com 3,2 milhões de anos encontrada fóssil popularmente conhecido por Lucy, uma fêmea adulta com 3,2 milhões de anos encontrada em 1974. Ao contrário de Lucy, a bebé possui os dedos da mão, um pé e o

em 1974. Ao contrário de Lucy, a bebé possui os dedos da mão, um pé e o tronco completo. «Mas atronco completo. «Mas a diferença mais impressionante é o facto de este bebé ter rosto», conta Zeresenay.

diferença mais impressionante é o facto de este bebé ter rosto», conta Zeresenay. É possível que este pequeno conjunto de

É possível que este pequeno conjunto de ossos testemunhe um acontecimento fundamental naossos testemunhe um acontecimento fundamental na evolução

evolução dos hominídeos, dos hominídeos, nomenomepelo qual se pelo qual se denominam os seres denominam os seres humanos e seushumanos e seusantepassados: oantepassados: o início da nossa longa infância, f

início da nossa longa infância, faseasedurante a qualdurante a qualos nossos cérebros se desenos nossos cérebros se desenvolvvolveram. «Além deeram. «Além de se encontrar quase completo, este esqueleto esclarece a

se encontrar quase completo, este esqueleto esclarece a forma como esta espécie viveu e cresceu»,forma como esta espécie viveu e cresceu», diz Bill Kimbel, especialista em

diz Bill Kimbel, especialista emA. afarensisA. afarensise membro da equipa de e membro da equipa de investigação.”investigação.” Christopher P. Sloan, in

Christopher P. Sloan, inNational Geographic Portugal National Geographic Portugal , Novembro de 2006, pág. 4 (excerto adaptado), Novembro de 2006, pág. 4 (excerto adaptado)

Coesão Coesão 14 14 COLUNA A COLUNA A 1.

1. A equipa de Zeresenay teve imenso cuidado aA equipa de Zeresenay teve imenso cuidado a

retirar o fóssil na rocha.

retirar o fóssil na rocha. 2.

2. A menina de Dikika é um fóssil descoberta porA menina de Dikika é um fóssil descoberta por

Zeresenay.

Zeresenay. 3.

3. Com 3,2 milhões de anos, foi encontrada emCom 3,2 milhões de anos, foi encontrada em

1974.

1974. 4.

4. Foram os investigadores da equipa arqueológicaForam os investigadores da equipa arqueológica

de Zeresenay quem encontraram os fósseis.

de Zeresenay quem encontraram os fósseis. 5.

5. A menina de Dikika é dos fósseis mais completos,A menina de Dikika é dos fósseis mais completos,

pois o esqueleto é composto por escassos ossos.

pois o esqueleto é composto por escassos ossos. 6

6 Quando encontraram a menina de Dikika, já co-Quando encontraram a menina de Dikika, já

co-nheceram Lucy.

nheceram Lucy.

COLUNA B

COLUNA B

a)

a) Quebra da regra de concordância com o pronome relativoQuebra da regra de concordância com o pronome relativo

quem

quem(de regra, no singular).(de regra, no singular).

b)

b) Incompatibilidade do conector, introdutor de lógica contra-Incompatibilidade do conector, introdutor de lógica

contra-riada pela conclusão da

riada pela conclusão da frase inicial.frase inicial. c)

c) Quebra da concordância, quanto ao género, do adjectivo faceQuebra da concordância, quanto ao género, do adjectivo face

ao nome antecedente.

ao nome antecedente. d)

d) Falta do sujeito da frase passiva, elemento requerido peloFalta do sujeito da frase passiva, elemento requerido pelo

verbo transitiv

verbo transitivo quando conjugado na o quando conjugado na voz activa.voz activa. e)

e) Emprego correlativo de tempos verbais inadequado, aten-Emprego correlativo de tempos verbais inadequado,

aten-dendo às

dendo às frases articuladas com o frases articuladas com o conector temporconector temporal.al. f)

f) Utilização incorrecUtilização incorrecta da ta da preposição seleccionadpreposição seleccionada pelo a pelo verboverbo

principal.

(15)

3.

3. Complete os espaços cComplete os espaços com um termo que rom um termo que retome pronominal etome pronominal ou resumidamou resumidamente algum elemento da frente algum elemento da frasease

anterior.

anterior.

3.1.

3.1. Muitos acreditavam que a natureza tinha uma capacidade permanente de regeneração. Esta _____________Muitos acreditavam que a natureza tinha uma capacidade permanente de regeneração. Esta _____________ deu lugar a uma

deu lugar a uma consciência de crise.consciência de crise. 3.2.

3.2. Cada agressão humana aos componentes do planeta pode ser um ataque indirecto ao próprio Homem.Cada agressão humana aos componentes do planeta pode ser um ataque indirecto ao próprio Homem. __

______________tem razões para estar cada vez mais preocuptem razões para estar cada vez mais preocupado com as suas acções.ado com as suas acções. 3.3.

3.3. A perda de qualidade de vida, a crise de valores e a ruptura com os referenciais culturais do passado ca-A perda de qualidade de vida, a crise de valores e a ruptura com os referenciais culturais do passado ca-racterizam a contem

racterizam a contemporaneidade. Este ____poraneidade. Este ________________________da existência humda existência humana constituana constitui um sinal da deci um sinal da deca- a-dência que interessa ultrapassar.

dência que interessa ultrapassar. 3.4.

3.4. Muitos não cuidam mais do ambiente porque consideram que os grandes interesses económicos e certosMuitos não cuidam mais do ambiente porque consideram que os grandes interesses económicos e certos países desenvolvidos

países desenvolvidos também não também não o fazem. o fazem. Este ___Este _______________________não é não é conclusivo nem conclusivo nem favorecedor das mu-favorecedor das mu-danças que têm de ser operadas.

danças que têm de ser operadas. 3.5.

3.5. Os conhecimentos crescentes da ciência obrigaram o homem dos finais Os conhecimentos crescentes da ciência obrigaram o homem dos finais do século XX a do século XX a regreregressar à natureza.ssar à natureza. Mas isto não é o ____

Mas isto não é o ________________a um mundo idíla um mundo idílico; é uma ___ico; é uma _________________motivada motivada pela própria sopela própria sobrevivência.brevivência. 3.6.

3.6. Pintores, poetasPintores, poetas, fotógrafos inspiraram-se f, fotógrafos inspiraram-se frequentemente na requentemente na natureza. Sãnatureza. São ___o _______________________que obsque observam,ervam, que captam as

que captam as constantes novidconstantes novidades que ela lhes ades que ela lhes dá.dá. 3.7.

3.7. Novos, velhos, homens, Novos, velhos, homens, mulheres, ricosmulheres, ricos, pobres, ___, pobres, _____________________sofrerão com os atentasofrerão com os atentados do ser humandos do ser humanoo contra o meio ambiente.

contra o meio ambiente. 3.8.

3.8. A preservação de espécies animais em perigo, a prevenção de abusos ambientais, o aumento de umaA preservação de espécies animais em perigo, a prevenção de abusos ambientais, o aumento de uma consciencia

consciencialização lização para a defesa da vida no para a defesa da vida no planeta: alplaneta: algumas desgumas destas ___tas _________________________são razões para asão razões para a actuação da organização

actuação da organizaçãoGreenpeaceGreenpeace.. 3.9.

3.9. As chuvas As chuvas alagaram terrenos férteialagaram terrenos férteis, aldeias s, aldeias e vilas. A ____e vilas. A ______________________arrasou a comunidade.arrasou a comunidade. 3.10.

3.10.As fortes chuvas que fustigaram a Zona Norte do país já provocaram mortos e deixaram sem casa maisAs fortes chuvas que fustigaram a Zona Norte do país já provocaram mortos e deixaram sem casa mais de uma cente

de uma centena de pessoasna de pessoas. Os ___. Os _______________________vão ser encamvão ser encaminhados para centinhados para centros de acolhimento.ros de acolhimento.

4.

4. ReescReescrevreva o a o segmensegmento dado, evitandto dado, evitando as repetiçõo as repetições desneceses desnecessáriasárias.s.

O sedentarismo, aliado à alimentação inadequada e a ritmos de vida cada vez mais acelerados e

O sedentarismo, aliado à alimentação inadequada e a ritmos de vida cada vez mais acelerados e

stres-santes, é um dos grandes factores de risco para a degradação da vida e do estado de saúde da população.

santes, é um dos grandes factores de risco para a degradação da vida e do estado de saúde da população.

Em contrapartida, o modo de vida da população apresenta sinais mais positivos se a população beneficiar

Em contrapartida, o modo de vida da população apresenta sinais mais positivos se a população beneficiar

de actividade física regular, tal como é unanimemente reconhecido por toda a comunidade científica. A

de actividade física regular, tal como é unanimemente reconhecido por toda a comunidade científica. A

actividade física regular reduz os riscos de doenças cardiovasculares e de algumas espécies de

actividade física regular reduz os riscos de doenças cardiovasculares e de algumas espécies de cancro; re-cancro;

re-duz a pressão arterial; ajuda a controlar o peso, diminuindo os riscos da obesidade; rere-duz o risco da

duz a pressão arterial; ajuda a controlar o peso, diminuindo os riscos da obesidade; reduz o risco da

dia-betes tipo II; reforça a estrutura óssea e muscular; previne e diminui a ansiedade. Globalmente, a

betes tipo II; reforça a estrutura óssea e muscular; previne e diminui a ansiedade. Globalmente, a

activi-dade física regular contribui para o aumento da auto

(16)

Coesão

Coesão 16

16

5.

5. Seleccione os Seleccione os conectores conectores convenientes à convenientes à articulação do articulação do texto aprtexto apresentado.esentado.

logo • como • caso • pois • embo

logo • como • caso • pois • embora • mas • quando • ou ra • mas • quando • ou • e • contudo • par• e • contudo • paraa

Garras mortíferas Garras mortíferas

“O tabaco mata. O tabaco pode matar todos os inocentes que são alcançados pelas suas garras “O tabaco mata. O tabaco pode matar todos os inocentes que são alcançados pelas suas garras mor-tíferas. Resolvi escrever (...),

tíferas. Resolvi escrever (...),______________________, sinceramente, já estou farta da inconsciência das pessoas!, sinceramente, já estou farta da inconsciência das pessoas! ____________

____________sou uma não fumadora, estou realmente com receio de saber em sou uma não fumadora, estou realmente com receio de saber em que estado estarão osque estado estarão os meus pulmões neste momento. Às tantas, daqui a uns anitos, estarei eu no consultório do médico, meus pulmões neste momento. Às tantas, daqui a uns anitos, estarei eu no consultório do médico, com uma radiografia dos meus pulmões, cheios de manchas pretas

com uma radiografia dos meus pulmões, cheios de manchas pretas (uma visão digna do inferno que(uma visão digna do inferno que não aconselho aos mais susceptíveis), e ele a dizer: «Lamento muito, mas tem um cancro nos não aconselho aos mais susceptíveis), e ele a dizer: «Lamento muito, mas tem um cancro nos pul-mões; tem apenas mais dois meses de vida.» O que eu faria

mões; tem apenas mais dois meses de vida.» O que eu faria numa situação destas? (...) Eu sei que vi-numa situação destas? (...) Eu sei que vi-vemos em democracia.

vemos em democracia.__________________________será democracia ter o direito de fumar algo tão maléfico paraserá democracia ter o direito de fumar algo tão maléfico para a saúde,

a saúde,________________________se está a prejudicar outras pessoasse está a prejudicar outras pessoas__________________________a proceder contra a a proceder contra a vontadevontade delas? Sinceramente, acho o cúmulo sermos obrigados a apanhar com o fumo de uma minoria que, delas? Sinceramente, acho o cúmulo sermos obrigados a apanhar com o fumo de uma minoria que, de uma maneira ou de outra, aparece em todo o

de uma maneira ou de outra, aparece em todo o lado, (…) O respeito pelos outros é um valor essen-lado, (…) O respeito pelos outros é um valor essen-cial às sociedades;

cial às sociedades;________________________devemos a todo o custo preservá-lo.”devemos a todo o custo preservá-lo.”

Sara Tavares, in

(17)

Conectores/Articuladores

Conectores/Articuladores

1.

1. ReescrReescreva as fraeva as frases seguintes, substituindo o cses seguintes, substituindo o conector/onector/articulador advarticulador adversativersativo por um outro de lógico por um outro de lógicaa

concessiva.

concessiva.

1.1.

1.1. O ambiente encontra-se degradaO ambiente encontra-se degradado, mas ninguém do, mas ninguém se preocupa com o se preocupa com o facto.facto.

1.2.

1.2. A má qualidade dos programas televisivos é uma realidade; todavia, o índice de audiências aumenta as-A má qualidade dos programas televisivos é uma realidade; todavia, o índice de audiências aumenta

as-sustadoramente. sustadoramente.

1.3.

1.3. O tempo apaga as O tempo apaga as recorrecordações; a memória, no dações; a memória, no entanto, recuperaentanto, recupera-as.-as.

1.4.

1.4. As touradas são uma prática bárbara; contudo, há As touradas são uma prática bárbara; contudo, há sempre público desejoso de ver sangue na sempre público desejoso de ver sangue na arena.arena.

2.

2. Construa frases comConstrua frases complexas recplexas recorrorrendo a conectores/endo a conectores/articuladorarticuladores de tipo es de tipo consecutivconsecutivo.o.

2.1.

2.1. As pessoas por vezes sentem-se muito mal. As pessoas acham As pessoas por vezes sentem-se muito mal. As pessoas acham que não há saída pque não há saída para os problemas.ara os problemas.

2.2.

2.2. A violência da guerra revela muita atrocidade. Questiona-se frequA violência da guerra revela muita atrocidade. Questiona-se frequentemente onde está entemente onde está o sentimento ho sentimento hu-

u-mano. mano.

2.3.

2.3. As crianças são bem As crianças são bem especiais. Elas conseguem criar empatia com adultos insensíveis.especiais. Elas conseguem criar empatia com adultos insensíveis.

2.4.

2.4. Há pessoas que não encaram as reacções dos adultos. Essas pessoas preferem conviver com as crianças.Há pessoas que não encaram as reacções dos adultos. Essas pessoas preferem conviver com as crianças.

3.

3. TrTransformansforme as frases dadas, substituindo o coe as frases dadas, substituindo o conector/nector/articulador sublinhado pelarticulador sublinhado pelo indicado entre paro indicado entre parên-

ên-tesis.

tesis.

3.1.

3.1. ComoComoés jovem muito ateés jovem muito atento, dos mais velhos nto, dos mais velhos tira o etira o exemplo.xemplo.(Dado)(Dado)

3.2.

3.2. Controla o riso e o pouco siso, vistoControla o riso e o pouco siso, vistovaler mais cair em grvaler mais cair em graça do que ser engraça do que ser engraçado.açado.(Já que)(Já que)

3.3.

3.3. ComoComoquem vive de esperquem vive de esperanças morre de desenganos, não te esqueças de fazer o melhor que puderanças morre de desenganos, não te esqueças de fazer o melhor que puderes noes no teu ofício.

teu ofício.(Dado que)(Dado que)

3.4.

3.4. DadoDadoa paixão toldar a a paixão toldar a visão, não te deixes levisão, não te deixes levar pelo sentimento.var pelo sentimento.(Uma vez que)(Uma vez que)

3.5.

3.5. Pensa na virtude dos Pensa na virtude dos teus actos, porqueteus actos, porquequem semeia virtudes cquem semeia virtudes colhe glórias.olhe glórias.(Como)(Como)

4.

4. Sublinhe os cSublinhe os conectores/onectores/articuladores presentes articuladores presentes nas frases nas frases abaixo aprabaixo apresentadas, classificando-os quantoesentadas, classificando-os quanto

à lógica significativa que

à lógica significativa que introduzem.introduzem.

4.1.

4.1. A vida só A vida só acaba quando morre em nós acaba quando morre em nós a vontade de viver.a vontade de viver.

4.2.

4.2. Não há bem que Não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe.sempre dure nem mal que nunca acabe.

4.3.

4.3. Não digas mal do ano Não digas mal do ano até que seja passado.até que seja passado.

4.4.

4.4. Sabe muito a raposa, mas quem a apanha Sabe muito a raposa, mas quem a apanha sabe mais.sabe mais.

4.5.

4.5. Se as armas falam, as leis calam-se.Se as armas falam, as leis calam-se.

4.6.

4.6. Não arranjes lenha para te queimares.Não arranjes lenha para te queimares.

4.7.

4.7. O tempo faz descobrir a verdade, tal como o azeite vem à O tempo faz descobrir a verdade, tal como o azeite vem à tona da água.tona da água.

4.8.

4.8. Chove tanto que até os burros bebem de pé.Chove tanto que até os burros bebem de pé.

5.

5. Construa fraseConstrua frases complexas em função dos cones complexas em função dos conectores/ctores/articuladorearticuladores indicados entre parêntess indicados entre parêntesis.is.

5.1.

5.1. A dança da chuva é um ritual. A história da dança da chuva é antiquíssima.A dança da chuva é um ritual. A história da dança da chuva é antiquíssima.(Relativo)(Relativo)

5.2.

5.2. Saí para a rua, à chuva. Queria sentir a água Saí para a rua, à chuva. Queria sentir a água sobre a minha pele seca.sobre a minha pele seca.(Final)(Final)

5.3.

5.3. A terrA terra seca encheu-se de festa. A ca seca encheu-se de festa. A chuva caiu, salpicando o pó huva caiu, salpicando o pó do chão.do chão.(Temporal)(Temporal)

5.4.

5.4. A chuva é uma bênção. É um flagelo.A chuva é uma bênção. É um flagelo.(Disjuntiva)(Disjuntiva)

5.5.

(18)

Formas do Relato

Formas do Relato do Discurso: do Discurso: Directo/IndirDirecto/Indirecto/Indirectoecto/Indirecto-Livre-Livre

18

18

Formas de Relato do Discurso:

Formas de Relato do Discurso:

Directo/Indirecto/Indirecto-Livre

Directo/Indirecto/Indirecto-Livre

1.

1. AtenAtente na te na seguinseguinte vite vinheta nheta de bande banda desda desenhadenhada:a:

1.1.

1.1. Identifique o emissor e o receptor da fala reproduzida.Identifique o emissor e o receptor da fala reproduzida.

1.2.

1.2.Caracterize o acto de fala assumido pelo emissor.Caracterize o acto de fala assumido pelo emissor.

1.3.

1.3. Proponha verbos que a Mafaldinha pode utilizar na intro-Proponha verbos que a Mafaldinha pode utilizar na

intro-dução do relato desse acto de fala (

dução do relato desse acto de fala (ao reao relalattáá-lo à mãe, por-lo à mãe, por

exemplo).

exemplo).

1.

1.44..Considere os exemplos de rConsidere os exemplos de relato de discurso abaixo prelato de discurso abaixo pro-

o-postos.

postos.

1.4.1.

1.4.1. Identifique o relato de discurso mais próximo ao momento em que a Mafaldinha ouviu a informação.Identifique o relato de discurso mais próximo ao momento em que a Mafaldinha ouviu a informação.

1.4.2.

1.4.2.Indique o relato mais distanciado face ao tempo do momento de audição.Indique o relato mais distanciado face ao tempo do momento de audição.

1.4.3.

1.4.3.Descreva as condições de relato associadas ao exemplo não seleccionado.Descreva as condições de relato associadas ao exemplo não seleccionado.

2.

2. Leia, Leia, agoragora, a a, a seguiseguinte tnte tiraira::

2.1.

2.1. Produza o discurso que a mãe terá originalmente proferido para a Mafaldinha e Produza o discurso que a mãe terá originalmente proferido para a Mafaldinha e que esta, agora, relata aoque esta, agora, relata ao

porteiro, na segunda vinheta.

porteiro, na segunda vinheta.

2.2.

2.2. Produza o relato que a Mafaldinha vai fazeProduza o relato que a Mafaldinha vai fazer das palavras do porteiro (terceira vinheta) à mãe, tendo em contar das palavras do porteiro (terceira vinheta) à mãe, tendo em conta

que ela começa a dizer o seguinte:

que ela começa a dizer o seguinte:

a)

a)“Quando estive com o porteiro cá do prédio, há cerca de meia hora, ele disse-me que…”“Quando estive com o porteiro cá do prédio, há cerca de meia hora, ele disse-me que…”

b)

b)“O porteiro cá do prédio acaba de me informar que…”“O porteiro cá do prédio acaba de me informar que…”

c)

c)“Estou, mãe, … Estás a “Estou, mãe, … Estás a ouvir-me? Olha, estou em casa do Maouvir-me? Olha, estou em casa do Manelinho. Já falei com o porteiro e ele disse-menelinho. Já falei com o porteiro e ele disse-me

há pouquinho que…”

há pouquinho que…”

3.

3. Leia, Leia, por fpor fim, eim, estas stas duas duas vinhetvinhetas.as.

3.1.

3.1.Produza o discurso directamente proferido pelo pai da MafalProduza o discurso directamente proferido pelo pai da Mafal-

-dinha.

dinha.

3.2.

3.2.Indique as diferenças entre essa fala e o relato da Mafaldinha.Indique as diferenças entre essa fala e o relato da Mafaldinha.

3.3.

3.3. Compare o relato feito pela Mafaldinha com o Compare o relato feito pela Mafaldinha com o produzido pela Su-produzido pela

Su-saninha.

saninha.

Mãe, ontem ouvi na

Mãe, ontem ouvi na

rá-dio que o governo

dio que o governo

aca-bou de fixar o limite

bou de fixar o limite

máximo dos preços para

máximo dos preços para

os bens essenciais.

os bens essenciais.

A

A

Mãe, na rádio, ainda es

Mãe, na rádio, ainda es-

-ta semana se ouviu que

ta semana se ouviu que

o governo fixou os

o governo fixou os

pre-ços máximos para os

ços máximos para os

bens essenciais.

bens essenciais.

B

B

Mãe, ouvi mesmo agora

Mãe, ouvi mesmo agora

que o governo acaba de

que o governo acaba de

fixar os preços má

fixar os preços máxiximosmos

para os artigos de

para os artigos de

pri-meira necessidade.

meira necessidade.

C

(19)

4.

4. ConsiConsiderdere as seguintes fe as seguintes formaormas de relato do discus de relato do discurso:rso:

4.1.

4.1. Seleccione aquela que correSeleccione aquela que corresponderá ao acto de sponderá ao acto de fala assumido pela personagem da vinheta.fala assumido pela personagem da vinheta.

4.2.

4.2. Justifique a opção feita, apoiando-se nas marcas linguísticas apresentadas no discurso.Justifique a opção feita, apoiando-se nas marcas linguísticas apresentadas no discurso.

4.3.

4.3. CaracteCaracterize as formas de rize as formas de relato do discurso não srelato do discurso não seleccionadas.eleccionadas.

5.

5. AtenAtente nte no sego segmento mento aprapresentaesentado.do.

5.1.

5.1. Justifique o predomínio da utilização Justifique o predomínio da utilização da terceirda terceira pessoa neste segmento.a pessoa neste segmento.

5.2.

5.2. Sublinhe os segmentos Sublinhe os segmentos que correspondeque correspondem a m a exemplos de discurso indirecto-livre.exemplos de discurso indirecto-livre.

5.3.

5.3. TrTransforme esses segmentos ansforme esses segmentos optando pela optando pela forma do discurso forma do discurso directo.directo.

5.4.

5.4. Verifique as transformações ocorridas.Verifique as transformações ocorridas.

6.

6. Relate os Relate os discursos discursos apresentados, apresentados, substituindo a substituindo a forma forma verbalverbaldissedissepor outra mais adequada ao acto depor outra mais adequada ao acto de

fala sugerido e optando

fala sugerido e optando pela formulação do discurso indirecto.pela formulação do discurso indirecto.

6.1.

6.1. Ele disse: “Bem, talvez não Ele disse: “Bem, talvez não me tenha esforçado como devia.”me tenha esforçado como devia.”

Ele ______________ Ele ______________

6.2.

6.2. Ela disse: “Vou ter um bebé.”Ela disse: “Vou ter um bebé.”

Ela ______________ Ela ______________

6.3.

6.3. O vencedor da medalha de ouro disse: “É O vencedor da medalha de ouro disse: “É evidente que tive de trabalhar muito para isto.”evidente que tive de trabalhar muito para isto.”

O vencedor da medalha de ouro ______________ O vencedor da medalha de ouro ______________

6.4.

6.4.Os rapazes disseram: “Não fomos nós Os rapazes disseram: “Não fomos nós que partimos o vque partimos o vidro.”idro.”

Os rapazes ______________ Os rapazes ______________

“E a culpa não era dela. Palavra de honra que não era! Em certas ocasiões, dizia-me isto com “E a culpa não era dela. Palavra de honra que não era! Em certas ocasiões, dizia-me isto com lá-grimas na voz. E lá vinham as queixas contra o

grimas na voz. E lá vinham as queixas contra o pai (às vezes, dizia «o papá»), aquele rigoroso e aus-pai (às vezes, dizia «o papá»), aquele rigoroso e aus-tero «papá», que parecia mantê-la sequestrada. Havia direito? Havia direito de uma coisa destas? Já tero «papá», que parecia mantê-la sequestrada. Havia direito? Havia direito de uma coisa destas? Já não era nenhuma criança! (Tinha – segundo dizia –

não era nenhuma criança! (Tinha – segundo dizia – vinte e vinte e seis anos).”seis anos).”

David Mourão-Ferreira, “E Aos Costumes Disse Nada”, in

David Mourão-Ferreira, “E Aos Costumes Disse Nada”, inGaivotas em Terra Gaivotas em Terra 

Foi então que o homem tomou uma decisão: tinha Foi então que o homem tomou uma decisão: tinha acabado a sua atitude racista. Cumprimentou, acabado a sua atitude racista. Cumprimentou, sa-tisfeito, o senhor Mohamed e perguntou

tisfeito, o senhor Mohamed e perguntou-lhe como-lhe como corria o negócio. Questionou-o ainda sobre os corria o negócio. Questionou-o ainda sobre os fi-lhos, se estavam bem. Exprimiu, depois, a sua lhos, se estavam bem. Exprimiu, depois, a sua feli-cidade, por viver em harmonia com toda a gente; a cidade, por viver em harmonia com toda a gente; a sua alegria, ao respirar e ao passear sem ter medo sua alegria, ao respirar e ao passear sem ter medo do estrangeiro.

do estrangeiro. A

A

Foi então que o homem tomou uma decisão: ia Foi então que o homem tomou uma decisão: ia acabar com a sua

acabar com a sua atitude racista. Cumprimentou,atitude racista. Cumprimentou, satisfeito, o senhor Mohamed e perguntou satisfeito, o senhor Mohamed e perguntou-lhe-lhe como corria o negócio. E

como corria o negócio. E os filhos, estavam bem?os filhos, estavam bem? Exprimiu, ainda, a sua felicidade, viver em Exprimiu, ainda, a sua felicidade, viver em har-monia com toda a gente! E que alegria, ao r

monia com toda a gente! E que alegria, ao respirarespirar e ao passear sem ter medo do outro, do e ao passear sem ter medo do outro, do estran-geiro!

geiro! B

B

Acabou-se! Bom dia, Sr. Mohamed! Acabou-se! Bom dia, Sr. Mohamed! Como corre o negócio? E os filhos, Como corre o negócio? E os filhos, es-tão bem? Ah! Que felicidade, viver em tão bem? Ah! Que felicidade, viver em harmonia com toda a gente! Que harmonia com toda a gente! Que ale-gria, ao respirar, ao passear sem ter gria, ao respirar, ao passear sem ter medo do outro, do

medo do outro, do estrangeiro!...estrangeiro!... C

(20)

Frases Simples e Complexas Frases Simples e Complexas 20

20

Frases Simples e Complexas

Frases Simples e Complexas

1

1.. LeiLeia este ca este contonto popuo popular plar portortuguuguês:ês:

1.1.

1.1. Sublinhe, no texto, todas as frases simples.Sublinhe, no texto, todas as frases simples. 1.2.

1.2. Reescreva a primeira frReescreva a primeira frase do conto de ase do conto de modo a obter três frases simples.modo a obter três frases simples. 1.3.

1.3. Relate a primeira fala do conde utilizando uma frase simples iniciada da Relate a primeira fala do conde utilizando uma frase simples iniciada da seguinte forma:seguinte forma:

“O conde perguntou ao Fulano…”

“O conde perguntou ao Fulano…” 1.4.

1.4. TrTranscreva do texto as frases complexas que obedecem às anscreva do texto as frases complexas que obedecem às seguintes descrições:seguintes descrições: a)

a)subordinada introduzida por um conector de lógica tempsubordinada introduzida por um conector de lógica temporal;oral; b)

b)subordinada introduzidsubordinada introduzida por um a por um conector de lógica relativa;conector de lógica relativa; c)

c)subordinada introduzida por um conector de lógica subordinada introduzida por um conector de lógica final.final. 1.5.

1.5. Transforme o segmento sublinhado, reduzindo-o às seis frases simples implicadas na sua construção.Transforme o segmento sublinhado, reduzindo-o às seis frases simples implicadas na sua construção. 2.

2. AtenAtente, agorte, agora, no início deste outra, no início deste outro conto populao conto popular portugr português:uês:

2.1.

2.1. Sublinhe, no excerto, todas as fSublinhe, no excerto, todas as frases simples.rases simples. 2.2.

2.2. Reescreva as duas Reescreva as duas primeiras frases do conto, primeiras frases do conto, unindo-as com unindo-as com um conector/um conector/articulador.articulador. 2.3.

2.3. TrTranscreva as frases complexas que obedecem às seanscreva as frases complexas que obedecem às seguintes descrições:guintes descrições: a)

a)subordinada introduzida por um conector de lógica subordinada introduzida por um conector de lógica condicional;condicional; b)

b)coordenadacoordenadas articuladas por um s articuladas por um conector de lógica adversativa;conector de lógica adversativa; c)

c)subordinada introduzida por um subordinada introduzida por um conector/conector/articulador completivo (integrante);articulador completivo (integrante); d)

d)subordinada introduzidsubordinada introduzida por um a por um conector de lógica causal.conector de lógica causal. 2.4.

2.4. Faça a listagem das frases simples implicadas na Faça a listagem das frases simples implicadas na construção do último parágrafconstrução do último parágrafo.o.

“Havia duas velhas muito feias. Ambas queriam casar. Como eram muito feias, não falavam nem “Havia duas velhas muito feias. Ambas queriam casar. Como eram muito feias, não falavam nem aparecia ninguém que as quisesse. Punham uns anúncios na porta, mas, se, por acaso, surgia alguém aparecia ninguém que as quisesse. Punham uns anúncios na porta, mas, se, por acaso, surgia alguém para o efeito desejado, elas mandavam dizer que só apareceriam na ocasião de irem para a igreja. para o efeito desejado, elas mandavam dizer que só apareceriam na ocasião de irem para a igreja.

Assim, houve um homem que as quis

Assim, houve um homem que as quis conhecer e tratou do casamento com conhecer e tratou do casamento com uma delas.”uma delas.” (…)

(…)

in

inContos Populares Contos Populares PortuguesePortuguesess

“Houv

“Houve um rapaz que era muito pobre e foi servir e um rapaz que era muito pobre e foi servir para a casa de um conde. O rapara a casa de um conde. O rapaz andava sem-paz andava sem-pre a suspirar. O

pre a suspirar. O conde, um dia, perguntou-lhe:conde, um dia, perguntou-lhe: – Ó Fulano, por que suspiras

– Ó Fulano, por que suspiras tanto?tanto? – Ah, senhor, a casa

– Ah, senhor, a casa de meu pai! A casa de meu pai! A casa de meu pai! Candeeiro de cem luzes! Mesa de meu pai! Candeeiro de cem luzes! Mesa de dobradiças!de dobradiças! Quando ele passava, todos se

Quando ele passava, todos se apartavam!apartavam! Então, o conde perguntou-lhe:

Então, o conde perguntou-lhe: – Teu pai é tão rico e andas a servir? – Teu pai é tão rico e andas a servir?

– Então o senhor não me compreende?! Candeeiro de cem luzes é um fardo de palha; mesa

– Então o senhor não me compreende?! Candeeiro de cem luzes é um fardo de palha; mesa de do-de do-bradiças é uma

bradiças é uma mesa toda carunchosa, que quando se mesa toda carunchosa, que quando se lhe deitavam os pratos em cima, lhe deitavam os pratos em cima, vergava toda;vergava toda; e quando o meu pai passava, todos se arredavam, porque ele vinha a cavalo e as pessoas que o viam e quando o meu pai passava, todos se arredavam, porque ele vinha a cavalo e as pessoas que o viam apartavam-se para ele passar.”

apartavam-se para ele passar.”

in

Referências

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