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INTRODUÇÃO
AO
DIREITO
FINANCEIRO
E
LEMENTOS DAD
ISCIPLINADocência: Prof.ª Doutora FÁTIMA GOMES
Ano Lectivo: 2012/2013 | 1.º Semestre | Disciplina Optativa Carga horária:2 tempos lectivos | 6 ECTS
Ensino: Integrado
O
BJETIVOS DEA
PRENDIZAGEM DAD
ISCIPLINAContacto com a organização financeira dos mercados, particularmente do mercado de capitais e domínio dos seus princípios fundamentais.
Conhecimento da legislação vigente e da jurisprudência dominante.
Domínio da resolução de questões práticas e das divergências doutrinais e suas implicações.
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ONTEÚDOSP
ROGRAMÁTICOS§ 1. INTRODUÇÃO –O MERCADO FINANCEIRO E O DIREITO DOS VALORES MOBILIÁRIOS NO SISTEMA JURÍDICO
1. Mercado Financeiro e Mercado de Valores Mobiliários 2. Aproximação descritiva ao sistema mobiliário
2.1. A perspectiva da sociedade emitente 2.2. A perspectiva do investidor
2.3. Os intermediários financeiros, as estruturas de mercado, as autoridades de supervisão, fiscalização e sancionamento
3. O Direito do Mercado de Capitais ou dos Valores Mobiliários 3.1. Noção
3.2. Características 3.3. Princípios
2 4.1. Confronto com o Direito Comercial
4.2. Confronto com o Direito das Sociedades Comerciais 4.3. Confronto com títulos de crédito
4.4. Confronto com o Direito Bancário e Segurador 4.5. Confronto com o Direito Administrativo 4.6. Confronto com o Direito Penal
5. As fontes
5.1. De Direito Internacional e Comunitário 5.2. De Direito Interno
§ 2.ELEMENTOS ESTRUTURANTES DO SISTEMA MOBILIÁRIO
1. Instrumento financeiro e valor mobiliário 1.1. Noção geral. Evolução. Tipos
1.2. Valor mobiliário como espécie do género instrumento financeiro. 1.3. Características dos instrumentos financeiros
2. VM 2.1. Noção 2.2. Características 2.3. Espécies 2.3.1. VM titulados (Estática) 2.3.2. VME (Estática) 2.4. Modalidades
3. Regime jurídico dos VM
3.1. Emissão. Noção. Subscrição. Noção 3.2. Registo da Emissão 3.3. Transmissão e oneração 4. Espécies de VM 4.1. As acções 4.2. As obrigações 4.3. Os títulos de participação 4.4. Unidades de participação 4.5. Direitos destacados 4.6. Warrants autónomos 4.7. Outros
5. Instrumentos financeiros derivados 6. Instrumentos financeiros monetários 7. Intervenientes nos mercados
3 7.1. A Entidade emitente (EE).
7.1.1. A sociedade aberta
7.1.1.1. Aquisição da qualidade de sociedade aberta 7.1.1.2. Consequências da qualificação e regime jurídico 7.1.1.3. Perda da qualidade de sociedade aberta
7.2. O investidor e tutela 7.2.1. Tipos
7.2.2. Regime
7.3. O intermediário Financeiro 7.3.1. Tipos e actividades específicas 7.3.2. Regime geral
7.3.3. Os contratos de intermediação financeira
8. Os mercados e estruturas de negociação, liquidação e compensação 8.1. Tipos de mercados e estruturas
8.1.2. Mercados regulamentados. Entidades gestoras 8.1.3. Mercados não regulamentados. Entidades gestoras 8.1.4. Sistema de negociação multilateral
8.2. Negociação e liquidação de operações 8.2.1. Entidades envolvidas
8.2.2. Operações a contado e a prazo
9. Supervisão, Regulamentação e Fiscalização 9.1. Entidades nacionais
9.1.1. A CMVM
9.1.2. Conselho Nacional de Supervisores Financeiros 9.1.3. Outras
9.2. Cooperação internacional e a intervenção comunitária 10. A informação 10.1. Finalidades 10.2. Tipos 10.3. Violação do dever 11. Tutela do mercado 11. 1. Crimes de mercado 11.2. Contra-ordenações § 3. OFERTAS PÚBLICAS
1. Oferta pública e particular 1.1. Efeitos da qualificação
4 1.2. Publicidade
1.3. Princípios das OP 1.4. Processo das OP 1.5. Recolha de intenções
2. OP deDistribuição: OPS e OPV 3. OPA
3.1. Conceito e âmbito. Classificações 3.2. Processo. Fases necessárias e eventuais 3.3. Anúncio preliminar
3.4. Relatório da sociedade visada 3.5. Transacções na pendência 3.6. Revisão da oferta
3.7. Ofertas concorrentes 4. OPA obrigatória
4.1. Derrogações e suspensão do dever de lançamento 4.2. Contrapartida
4.3. Incumprimento do dever de lançar OPA 5. Aquisição tendente ao domínio total
5.1. Aquisição potestativa 5.2. Alienação potestativa
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EMONSTRAÇÃO DEC
OERÊNCIA ENTRE OSC
ONTEÚDOSP
ROGRAMÁTICOS COM OSO
BJETIVOS DAD
ISCIPLINATodos os capítulos do Programa se destinam a concretizar os objectivos programáticos; O aprofundamento das matérias será efectuado sobretudo através da resolução de casos práticos e da análise de jurisprudência; Algumas matérias serão estudadas de forma exclusiva a partir do estudo do discente e sua apresentação em aula.
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ÉTODO DEE
NSINO E DEA
VALIAÇÃOMétodo de ensino
Aulas teórico-práticas ou em sistema integrado.
Em termos de avaliação, segue-se o regime supletivo previsto no art. 7º, nºs 3 e 4 do Regulamento de Mestrados, com excepção do que se indica no ponto 6:
a) A avaliação FINAL do aluno compreende 2 elementos fundamentais e complementares, ambos obrigatórios:
I - Avaliação contínua, com uma ponderação de 50% na avaliação final, na qual será considerada:
5 1. A participação activa, regular e oportuna em aula, através da manifestação do estudo e interesse pelos temas abordados e intervenção na discussão dos temas apresentados pelos colegas;
2. A apresentação de trabalho realizados, individualmente ou em pequenos grupos, em aula e em versão escrita.
II - Avaliação final escrita em exame, numa única chamada, com uma ponderação de 50% na avaliação final.
b) Não haverá orais, facultativas ou obrigatórias.
c) A classificação da avaliação final escrita superior à da avaliação contínua não prevalece sobre esta.
D
EMONSTRAÇÃO DEC
OERÊNCIA ENTRE OM
ÉTODO DEE
NSINO COM OSO
BJETIVOS DEA
PRENDIZAGEM DAD
ISCIPLINAEnsino integrado, através de aulas teórico-práticas.
Em relação ao §1º e alguns pontos do §2º do programa, prevalece a componente teórica do ensino, desfrutando os estudantes de algumas aulas magistrais sobre os temas em causa, visando introduzir as temáticas, problematizar e deixar pistas de reflexão e de leitura.
Nos demais pontos do programa, trata-se de assegurar que os estudantes se «familiarizem com a estrutura e funcionamento dos mercados financeiros, máxime do mercado de capitais», objetivo nuclear da disciplina. Para além de momentos de exposição teórica, os estudantes são convidados a tomar contacto com a principal legislação na matéria.
Os estudantes são desafiados a, no quadro da avaliação contínua, realizar e apresentar trabalhos de análise, a título exemplificativo, de diversos institutos ou regimes, e a desenvolver a técnica de aplicação das regras gerais ao caso concreto, através da resolução de casos práticos (hipotéticos ou reais) ou análise de jurisprudência.
P
LANO DEA
ULASEstá prevista a realização efectiva de 23 aulas, de 75 minutos cada, a iniciar a 18 de Setembro de 2012, às 3ªfeiras, pelas 9h00m e 5ªfeiras, pelas 12h00.
As aulas seguirão o programa apresentado, em regra, na ordem descrita, mas não há um nível de desenvolvimento idêntico em todos os pontos do programa.
Como elementos indicativos, pensamos que as aulas terão o seguinte ritmo de evolução:
1ª apresentação. Programa. Bibliografia. Regime de Avaliação
2ª introdução ao Dto financeiro e aos vm. Distinção entre ramos de Direito afins
3ª supervisão dos mercados financeiros em projecto, a existente e a internacional (Europa) 4ª valores mobiliários e instrumentos financeiros.
6 5ª valores mobiliários e instrumentos financeiros. Continuação
6ª valores mobiliários e instrumentos financeiros. Conclusão 7ª penhora de vm
8ª sociedade aberta 9ª sociedade aberta
10ª sociedade aberta. Caso prático
11ª ofertas públicas. Análise de documentos 12ª OPA obrigatória
13ª caso prático sobre OPAS
14ª aquisição potestativa vs artº490º
15ª estruturas de mercado. Negociação. Liquidação 16ª acórdão Swaps - análise e crítica
17ª conclusão da aula anterior 18ª apres. Trabalhos
19ª apres. Trabalhos 20ª apres. Trabalhos 21ª apres. Trabalhos 22ª apres. Trabalhos
23ª aula de duvida e resolução de casos praticos 24ª exame final
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EGISLAÇÃOCódigo dos Valores Mobiliários e Legislação Complementar
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IBLIOGRAFIAS
ELECCIONADABIBLIOGRAFIA GERAL PARA TODO O PROGRAMA (apenas a mais significativa)
Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários, nos seus vários números, acessíveis na versão electrónica no sítio www.cmvm.pt.
AAVV, Direito dos Valores Mobiliários, Coimbra Editora, Coimbra, Vol. I a X, entre 1999 e 2011 (ver conteúdo em documento separado)
AMADEU FERREIRA, Valores Mobiliários Escriturais. Um Novo Modo de Representação, Almedina, Coimbra, 1997.
− Direito dos Valores Mobiliários (sumário das lições), AAFDL, Lisboa, 1998.
7 PAULA COSTA E SILVA, Direito dos Valores Mobiliários (Relatório), Coimbra Editora, Lisboa, 2005.
AA VV. Jornadas. Sociedades Abertas, Valores Mobiliários e Intermediação Financeira, Almedina, Coimbra, 2007.
HUGO MOREDO SANTOS, Ofertas Concorrentes, Coimbra Editora, Coimbra, 2008.
ANTÓNIO PRAGAL COLAÇO, As OPAS nas Sociedades Anónimas Desportivas, Áreas Global, 2008.
ENGRÁCIAANTUNES,OsInstrumentos Financeiros, Almedina, Coimbra, 2009.
PAULO CÂMARA, Manual de Direito dos Valores Mobiliários, Almedina, Coimbra, 2ª ed., 2011.
PAULO CÂMARA/MANUEL MAGALHÃES (coord.), O Novo Direito Bancário, Almedina, Coimbra, 2012.
RAPOSO SUBTIL, MATOS ESTEVES & ASSOCIADOS - SOCIEDADE DE ADVOGADOS, R.L, Regime Jurídico dos Fundos de Investimento Imobiliário - Anotado e Comentado, Vida Económica, 2009.
MATIAS, ARMINDO SARAIVA, Obrigações hipotecárias e titularização de créditos hipotecários, ROA, 2009, Vol. I/II, p. 109 a 126.