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Mercado gastronômico em Santo Amaro da Imperatriz

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA FERNANDA DI PAULA MARTINS TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO I

MERCADO GASTRONÔMICO EM SANTO AMARO DA IMPERATRIZ

Florianópolis 2017

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MERCADO GASTRONÔNICO

EM SANTO AMARO DA IMPERATRIZ

ACADÊMICA Fernanda Di Paula Martins

ORIENTADOR Professora Arlis Buhl Peres

Trabalho Final de Graduação I, apresentado ao Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Sul de Santa Catarina, como requisito parcial à obtenção

do título de Arquiteta e Urbanista.

FERNANDA DI PAULA MARTINS

MERCADO GASTRONÔMICO EM SANTO AMARO DA IMPERATRIZ

Este Trabalho Final de Graduação foi julgado adequado à obten-ção do título de Bacharel em Arquitetura e Urbanismo e apro-vado em sua forma final pelo Curso de Graduação em Arqui-tetura e Urbanismo, da Universidade do Sul de Santa Catarina.

___________________________________________________________________ Professora e Orientadora Arlis Buhl Peres

Universidade do Sul de Santa Catarina

___________________________________________________________________ Professor Avaliador 1

Universidade do Sul Santa Catarina

___________________________________________________________________ Professor Avaliador 2

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FERNANDA DI PAULA MARTINS

MERCADO GASTRONÔMICO EM SANTO AMARO DA IMPERATRIZ

Este Trabalho Final de Graduação foi julgado adequado à obten-ção do título de Bacharel em Arquitetura e Urbanismo e apro-vado em sua forma final pelo Curso de Graduação em Arqui-tetura e Urbanismo, da Universidade do Sul de Santa Catarina.

___________________________________________________________________ Professora e Orientadora Arlis Buhl Peres

Universidade do Sul de Santa Catarina

___________________________________________________________________ Professor Avaliador 1

Universidade do Sul Santa Catarina

___________________________________________________________________ Professor Avaliador 2

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AGRADECIMENTOS

Primeiramente, aos meus pais, por tudo e desde sempre incentivaram e alcançar meus objetivos. A minha Vó Santa, pelo carinho e suporte inclusive no dia da minha matricula, e a minha familia, Cambada do Zé Macuco .

A minha irmã e cunhado, e minha prima Rafa, pelas ideias, troca de enegias e que sempre me ajudam nas diversas formas da vida.

As minhas primas, Ana Ligia e a Dani que colaboraram de alguma forma com essa conquista

A minha amiga Jéssica, principalmente pela paciência, ca-rinho.

A Isadora e Brunna pelo apoio e aventuras que passamos juntas.

Ao André, um grande amigo a qual a faculdade me apre-sentou, meu parceiro de projetos pra vida.

Aos meus amigos da minha cidade e amigos da faculdade, por compartilhar muitos momentos de estudos, dificuldades e conquistas, vocês estarão sempre comigo.

Aos professores da UNISUL, e muito obrigada a minha orientadora, Prof. Arlis Buhl Peres pelo auxÍlio e dedicação aca-demica.

Muito obrigada!

“A arquitetura é a arte que determina a identidade do

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“A arquitetura é a arte que determina a identidade do

nosso tempo e melhora a vida das pessoas.” (Santiago Calatrava)

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RESUMO

Este trabalho final de graduação apresenta, através de um partido arquitetônico, uma pro-posta de um mercado gastronômico na área central da cidade de Santo amaro da Impera-triz, onde hoje se localizam as instalações, em total abandono, do clube 15 de Janeiro. O pre-sente trabalho busca a democratização do es-paço, criando um núcleo econômico, turístico e cultural. Busca também valorizar e preservar a paisagem e a história da cidade e oferecer um local prazeroso as pessoas, no qual elas se re-conheçam e se sintam prestigiadas. Para que o partido arquitetônico atinja tais resultados, o tema foi contextualizado e fundamentado as-sim como foram analisados referenciais proje-tuais e mapas de diagnóstico.

Palavras- chave: Mercado gastronômico, cultu-ra, cidade, espaços públicos

ABSTRACT

This final graduation work presents a propose for a gastronomic market in the center of Santo Amaro da Imperatriz, where today is located the abandoned Clube 15 de Janeiro. This current work seeks the democratization of space, crea-ting an economic, tourist and cultural nucleus. It also seeks to value and preserve the landscape and history of the city and offer a pleasant place to people, in which they can recognize themsel-ves and feel prestigious. In order to reach such results, the theme was contextualized as well as architectural references and diagnostic maps were analyzed.

Key words: Gastronomic market, culture, city, public spaces.

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO 1.1 INTRODUÇÃO 13 1.2 LOCALIZAÇÃO 14 1.3 JUSTIFICATIVA 11 1.4 OBJETIVOS 18 1.5 METODOLOGIA 19 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 MERCADO PÚBLICO 22 2.2 ESPAÇO PÚBLICO 23 2.3 PAISAGENS 24 2.4 HORTAS URBANAS 25 3. REFERENCIAIS PROJETUAIS 3.1 MERCADO ENCANTS, BARCELONA-ES 28

3.2 MERCADO DA RIBEIRA, LISBOA-PT 29

3.3 CONCURSO MERCADO PÚBLICO DE LAGES 30

4. DIAGNÓSTICO DA ÁREA 4.1 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA 32

4.2 DADOS FÍSICOS E CONDICIONANTES LEGAIS 38

4.3 MOBILIDADE URBANA 42 4.4 MORFOLOGIA URBANA 44 4.5 USO DO SOLO 46 4.6 EQUPAMENTOS URBANOS 48 4.7 GABARITOS 52 4.8 PAISAGEM 54 4.9 CONDICIONANTES CLIMÁTICOS 56 5. PROPOSTA 5.1 A PROPOSTA 58

5.2 DIRETRIZ PARA O ENTORNO 59

5.2.1 REVITALIZAÇÃO DAS RUAS 60

5.2.2 PROPOSTA DE UMA NOVA PONTE 61

5.3 DIRETRIZ PARA O TERRENO 62

5.4 PROGRAMA DE NECESSIDADE 63

5.5 ESTRUTURA 68

5.6 A VOLUMETRIA 70

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 75

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1.1 INTRODUÇÃO

Os locais públicos de uma cidade refle-tem a cerca de diversos aspectos da vida ur-bana, são eles que oportunizam o acesso ao lazer e a cultura, conceituam o meio natural e colaboram na construção da paisagem urbana da cidade. As transformações sociais e o rit-mo acelerado da vida nas cidades ocasionam o uso dos locais privados em detrimento dos ambientes públicos, por serem mais seguros e muitas vezes com mais recursos de ativida-des e usos. Diante disso, existe a necessidade de uma remodelação para atender às novas exigências dos usuários, para que estes sejam considerados novamente como locais atrativos.

O presente trabalho consiste em de-senvolver o projeto de um Mercado Gastro-nômico onde o hoje encontra se o antigo Clu-be 15 de Janeiro, no centro de Santo Amaro da Imperatriz/SC (figura 1.2), com propósito de requalificar área e reforçar a centralidade.

Deste modo, visa ir além da edifica-ção, ou seja, reestabelecer a vivacidade do lugar, resgatar as singularidades e a essên-cia da comunidade. Um espaço público pre-parado para as práticas gastronômicas,

cul-turais, artísticas e turísticas, que possa ser usufruído por todos. Além disso, busca esti-mular a vida urbana em diversos períodos do dia, melhorando a infraestrutura da cidade

Figura 1.1 Centro da cidade de Santo Amaro da Imperatriz Fonte: Silvio Knabben, 2016

Figura 1.2 Clube 15 de janeiro em Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Silvio Knabben, 2016

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Figura 1.3 Mapa do Brasil, Estado de Santa Catarina, entre o estado do paraná e Rio Grande do Sul, Santo Amaro, localizado do núcleo metropolitano de Florianópolis.

Fonte: Poder juridico de SC 2017,adaptado pela autora.

1.2 LOCALIZACÃO

1.2.1 ÁREA DE INTERVENCÃO

RUA PREFEITO JOSÉ KEHRIG RUA MANSUR ELIAS

FLORIANÓPOLIS LAGES

Figura 1.4 Demarcação das principais vias Santo Amaro Da Imperatriz e o principal acesso ao terreno.

Fonte: Google Maps, Adaptado pela Autora.

SANTA CATARINA

Santo Amaro da Imperatriz é reconhecida por suas fontes de águas termais, beleza natu-rais, riqueza histórica e ecoturismo. Potência no mercado de produtos agrícolas, como milho ver-de.

Está localizado na região metropolitana de Florianópolis, ligado ao planalto e ao litoral catarinense pela BR 282, situado a cerca de 30 km da Capital do Estado de Santa Catarina. O município tem 344 km² de área territorial, dos quais 72% situados em área de preservação per-manente. Possui população estimada de 21.221 habitantes. Por conta de suas águas termais, foi criada a Primeira Lei de Estância de Águas Ter-mal do Brasil, em 1818, desde essa época é um recurso importante e ocasionou a visita do casal real em 1845.

O local foi escolhido por ser uma área que esta em total abandono, no resgate de sua histó-ria aponta a existência de um grande potencial cultural, e de fácil acesso. O projeto propõe for-talecimento a sociabilidade da região, a fim de manter a identidade do município.

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Tr abalho F inal de Gr aduação I - F er nanda Di P aula M ar tins BR -282 LAGES FLORIANÓPOLIS

RUA MANSUR ELIAS

AV. BEIRA-RIO

RUA FREI FIDÊNCIO FELDMANN

RUA PREFEITO JOSÉ KEHRIG RUA FREI DOLVINO MUNARETO

RUA FREI JACÓ HOFLERS

RUA ESCRIVÃO ALFREDO PORTO

RUA JOÃO JACINTO MACHADO BR- 282

LAGES

FLORIANÓPOLIS

Figura 1.5 Mapa de Santo Amaro da Imperatriz com as principais vias. Fonte: adaptado pela Autora, 2017

Figura 1.6 Indicação do terreno escolhido para estudo e pontos de referencias pra localização em seu entorno. Fonte: Google Maps, adaptado pela Autora.

RIO CUBATÃO DO SUL BEIRA RIO PRACA PREFEITO JOSÉ TURNES CENTRO DE CONVENCÕES DA MELHOR IDADE PRACA GOVERNADOR IVO SILVEIRA

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ ÁREA DE INTERVENCÃO

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nida Beira Rio e a Praça Governador Ivo Silveira.

Busca-se a integração de novas cone-xões e espaços públicos, dando um novo uso à quadra, e buscando com uma arquitetura mais atrativa incentivar atividades culturais, gastronômicas, e de mercado. Pois o Merca-do é lugar onde o usuário busca produtos regionais, produtos orgânicos especiarias, exclusividades, restaurantes e lojas, os produ-tos in natura as frutas, as carnes e peixes ex-postos do mercado estimulam todos os sen-tidos e oferecem um espaço rico e complexo

“Ser capaz de caminhar com segurança no espaço da ci-dade é um pré-requisito para criar cidades funcionais e convidativas para as pessoas. Real ou perce-bida a segurança é crucial para a vida na cidade. ” (GEHL, 2013). 1.3 JUSTIFICATIVA

A cidade de Santo Amaro da Imperatriz vem passando por diversas transformações físicas ao longo dos anos. Nas últimas déca-das houve diversas mudanças do sentido déca-das vias, no processo de atualização do Plano Di-retor, desastres naturais, além da especulação imobiliária e valorização do solo. Há carência gradativa em aspectos básicos de susten-tação da cidade – como transporte urbano, saúde, lazer, e cultura – fazendo com que a cidade se torne menos interessante aos olhos dos moradores, perdendo a sua vivacidade.

De acordo com Monteiro (2005, p. 02), “as cidades devem ser produtoras de pensamen-to, capazes de criarem novos conceitos e adquirirem novas competências sociais e culturais e não estarem orientadas, ex-clusivamente, para a prolifera-ção das estruturas de concreto”. O presente trabalho propõe revitalizar a quadra em que o Clube 15 de Janeiro está in-serido. Revitalizando essa área, a qualidade de vida dos moradores locais e da cidade como um todo é ampliada, além disso, essa área possibi-lita uma grande conexão entre o Clube, a

Ave-igura 1.7 Clube 15 de janeiro em Santo Amaro da Imperatriz e perfeitura. Fonte: Silvio Knabben, 2013

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O mercado assume um papel significativo no impulsionamento da urbanidade em cida-des modernas, é um equipamento democrático, um cenário onde se misturam, em um mesmo espaço tradição, comercio e relações humanas.

Com a escassez de urbanidade nas cidades modernas, a escolha do tema con-templa a necessidade de se buscar espaços públicos mais saudáveis através de um equi-pamento urbano que promove o convívio social e a partir daí gerar espaços que possi-bilitem encontros, troca de ideias, fortaleci-mento da tradição local e sensação de per-tencimento, buscado, finalmente alcançar as ideais de que a cidade é feita pra pessoas.

Independente de posições e classes so-ciais, o mercado público é acessível a toda po-pulação e é nesse espaço onde acontece diver-sas formas de interações sociocultural. Quando inserido no tecido urbano respeitando os fato-res urbanísticos e sociais existentes, o mercado pode agir além de suas características primaria e passa a ser um equipamento de articulação dentro do bairro, as diversas funções podem ser atribuídas a ele incluído a de potencial urbanidade e legitimador de coletividade

igura 1.7 Clube 15 de janeiro em Santo Amaro da Imperatriz e perfeitura. Fonte: Silvio Knabben, 2013

Figura 1.8 Diversas atividades exercidas no mercado. Fonte: Anastasia Sergeevna,2017

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1.3 OBJETIVOS

1.3.1 OBJETIVO GERAL

Desenvolver um projeto arquitetônico de um Mercado Gastronômico e Cultural que propõe estimular o potencial cultural, eco-nômico e democrático no terreno onde hoje está localizado o antigo Clube 15 de Janeiro, no município de Santo Amaro Im-peratriz. Despertando a sociabilidade e manifestação dos costumes locais.

1.3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Levantar informações históricas, topográfi-cas e analisar o processo de evolução ur-bana e suas consequências na área central da cidade;

• Identificar o perfil populacional da região em estudo;

• Pesquisar referenciais projetais e teóricos de intervenções urbanas e espaços gastro-nômico, cultura e lazer;

• Analisar as características legais e normas técnicas necessárias;

• Desenvolver programa de necessidades e realizar o pré-dimensionamento do proje-to arquitetônico do espaço;

• Distribuir ambientes e partido geral; • Propor as diretrizes e partido do projeto

ar-quitetônico nque supra carências existen-tes e de infraestrutura do local de inserção.

1.4 METODOLOGIA

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Para obter o resultado desejado será im-portante a realização das seguintes etapas:

• Realizar pesquisas bibliográficas junto à livros, artigos, trabalhos acadêmicos e re-vistas e jornais que contenham assuntos relacionados aos temas de mercado, cul-tura, espaço público, turismo, histórica e intervenções urbanas;

• Visitar o local da intervenção e seu entor-no em horários e dias da semana distin-tos; permitindo assim a elaboração de um diagnóstico completo da área, através de mapas, referenciais, fotografias, desenhos; • Levantar e elaborar mapas da região em

análise que tenham como conteúdo os acessos, sistema viário, o uso do solo, os cheios e vazios, gabaritos, público X priva-do, equipamentos urbanos e paisagem; • Visitar órgãos públicos e a Biblioteca

Pú-blica com o intuito de reunir informações e dados de cunho histórico e legal da área; • Analisar e levantar as características legais

e normas técnicas necessárias;

• Compreender e analisar os dados e infor-mações coletadas para definir o programa

de necessidades de acordo com a interpre-tação dos carecimentos locais;

• Lançar proposta por meio de esquemas, croquis e diagramas;

• Produzir desenhos técnicos, como plan-tas-baixas, cortes, implantação, detalhes, além de ilustrar a volumetria do projeto. • Elaboração do Partido Geral + Anteprojeto;

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Segundo Oliveira Júnior (2006) o segui-mento da agricultura, no período neolítico, permitiu ao homem aprofundar conhecimento e técnicas acerca do cultivo de plantas e cria-ção de animais. A partir da evolucria-ção tecnolo-gias, logo passaram a ser utilizados como moe-da de troca para a aquisição de diversos bens e como isso surge o comércio.

O surgimento e o crescimento das ci-dades impulsionado pela facilidade de deslo-camento ente elas, foi se intensificando. Essa atividade, abriga no espaço urbano e é carac-terizada pela troca de elementos vindos de diversos lugares, em determinado momento, passou a se denominar de mercado. O merca-do surge como regulamerca-dor de trocas legais.

De acordo com Vegas (2001) a praça me-dieval (figura 01) além de abrigar o mercado, era palco de espetáculos, festas e constante circulação de ideias e nóticias, coexistente as funções cívicas, religiosas e comerciais em um único lugar.

O que se pode notar através da grande maioria dos autores e até mesmo observando as cidades que o mercado, desde seu início,

marcou a civilização não apenas por abrigar atividades comerciais, mas por ser um espaço urbano com elevado potencial sociocultural. É um espaco de todos, sua essência valoriza a celebração coletiva, transformando-se em um dos principais espaço troca, lazer e turismo.

2.1 MERCADO PÚBLICOS

Figura 2.1Praça Medieval. Fonte: Vargas, 2001

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Segundo a lei federal n 6.766/79, são bens públicos ou privados destinados ao uso público para prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade. Garantindo um espaço público, acessível, de com misto de uso, com apropriar dos espaços, tendo olhar sobre os recursos naturais do entorno.

Para Gehl (2006) o espaço público é um lugar que possibilita o encontro de pessoas, nesse caso, observamos que o mercado apre-senta características de equipamento urbano, proporcionando, espaço pblico e à demanda de abastecimento e troca de produtos

A fundação “Project for Public Spaces” afirma que os mercados públicos podem trazer inúmeros benefícios, entre eles, a conexão das economias rural e urbana, melhorando a saúde pública e reunindo diversos tipos de pessoas.

O Centro de Santo Amaro carece de questões básicas de atratividade, segurança e acessos, dificultando o uso do espaço para ati-vidades alternativas. Trazer as pessoas para rua e fazer dela um palco de atividades voluntárias e democráticas é o que este projeto propõe.

A cidade também é um lugar de encon-tros para a troca de música, performances e para compartilhar talentos (GEHL,2013)

Figura 2.1Praça Medieval. Fonte: Vargas, 2001

2.2 ESPACOS PÚBLICOS

Exemplos de espaço públicos de qualidade:

Figura 2.4 Crianças brincado no Chafariz, em Londres Fonte: Arquivo da Autora, 2015

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Figura 2.2 Posto de abastecimento de água potável, em Roma Fonte: Isadora Cassel Trott, 2015

Figura 2.3 Tênis de mesa na praça de las Glorias Catalana, em Barcelona Fonte: Arquivo da Autora, 2015

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2.3 PAISAGEM

Segundo Mascaró (2008) a definição de paisagem é atribuída como espaço aberto que abrange com um só olhar. A paisagem é enten-dida como realidade ecológica, materializada fisicamente num espaço que se poderia chamar natural, no qual se inscrevem os elementos e as construções pelos homens, com determina-da cultura, destinadetermina-da também como “paisagem cultural”. Nas últimas décadas as cidades vem passando transformações muito rápidas devido ao crescimento desordenado, grandes edifica-ções sendo instaladas, gerando sombras urba-nas, a perda de visuais.

Figura 2.7 Pessoas fazendo exercício físico, em Paris Fonte: Isadora Cassel Trott, 2015

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Figura 2.6 Artista de rua em Roma Fonte: Isadora Cassel Trott, 2015 Figura 2.5 Pessoas assistindo um torneio de tênis ao ar livre, em Londres Fonte: Arquivo da Autora, 2015

Figura 2.9 Centro de los Angeles, e impacto das edificacoes na paisagem. Fonte: sputniknews, 2017

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A desordem da paisagem se dá por falta controle dos agentes públicos e privados, é im-portante entender como se relacionam as pes-soas e a evolução orgânica dos bairros, para um bom plano de controle da cidade.

Kahouni (2006) aponta que são avalia-das várias modalidades de plano, suas carac-terísticas e limites, apontando para a necessi-dade compreensão da dimensão da paisagem em diversas escalas como real contribuição na condução e transformação de processos ur-banos.[...] A oportunidade de obter qualidade nos espaços; utilizar os instrumentos de regu-lação da ocupação e uso do solo urbano como ferramentas e estratégias para o desenho da urbanização, não faz uso dos índices e taxas de ocupação como possibilidade de maximizarão ordenada da ocupação e uso do solo que, nor-malmente, terminam por apresentar quando apropriação dos espaços, morfologia conser-vadoras.

2.4 HORTAS URBANAS

Para Barratto (2016) a geração de alimen-tos na cidade deve ser contextualizada e pensa-da a partir de uma perspectiva que reveja a re-lação cidade-campo. Uma atividade realizada na cidade que gere empregos e engaje a população e crie laços mais próximos entre os habitantes. As hortas urbanas já são inúmeras iniciativas que transformam o entorno e são capazes de re-estabelecer novamente a biodiversidade, e pro-porcionam mais qualidade de vida com maior eficiência econômica para os cidadãos.

Segundo Miranda (2016) movimento de agricultura urbana tem se mostrado receptivo a diferentes faixas etárias, classes sociais e países que já tem adotado sistemas de produção de alimentos dentro das cidades.

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Benefícios que as hortas urbanas

ofere-cem:

• Reduzem as ilhas de calor – a inércia térmica da água presente nas plantas e a pró-pria terra de cultivo faz com que a horta absor-va calor, reduzindo as flutuações de tempera-tura.

• Promovem maior biodiversidade – as plantas se relacionam entre si e com insetos, o que possibilita o desenvolvimento da fauna e flora local, essencial para reduzir as possíveis interferências de pragas.

• Promove a convivência entre usuários e vizinhos – a horta é um espaço público ideal para o encontro comunitário.

• Integração com a natureza – Ver uma planta crescer e estar perto dela aumenta o contato com o ritmo natural do universo o que inclui o ritmo de vibração natural do corpo. (Miranda, 2016).

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3. 1 MERCADO ENCANTS, BARCELONA - ES

A localização do centenário mercado ao céu aberto em Barcelona, que além de trazer seu caráter de abertura a rua, e apropriando-se da paisagem em volta.

Este projeto, funciona como uma praça a nível da rua como espécie de centro comercial, principalmente como antiquários tudo para fu-gir do convencional. Assim um percurso conti-nuo com leves inclinações passa a transmite a característica de rua para o pedestre. A grande cobertura de 25 metros de altura garante um re-conhecimento espacial do entrono se destacado de longe e mantém os comerciantes abrigados do sol e da chuva. O mercado conta também com espaço gastronômico e a mercadoria é muito diversa, a cobertura promove enquadra-mento das atividades, criando molduras de arte urbana.

Figura 3.1 Mercado Encants em Barcelona

Fonte: Isadora Cassel Trott 2015, Archdaily,2016 e edreans 2017.

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3. 2 MERCADO DA RIBEIRA, LISBOA - PT

O prédio que abriga o Mercado da Ribei-ra fica localizado no centro de Lisboa, datado no fim dos anos 1800, é conhecido pela ofer-ta de verduras e flores, entre outros itens. Em maio de 2014, ocorreu um projeto de revitali-zação, o novo conceito se dá através do merca-do gastronômico, hoje o lugar se transformou em um espaço criativo, sendo uma das atra-ções mais procuradas da cidade.

Uma área de 5500 m² do térreo do Mer-cado tornou-se uma grande praça de alimenta-ção, mais de 30 restaurantes dos mais diversos estilos dividem o espaço, as mesas coletivas proporcionam a integração das pessoas, to-nando o espaço mais democrático, que evita filas e proporciona a possibilidade de escolher o próprio lugar para sentar.

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Figura 3.2 Mercado Encants em Barcelona Fonte: Isadora Cassel Trott 2015, Archdaily,2016

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3. 2 MERCADO PÚBLICO DE LAGES - Segundo Lugar no Concurso para a Requalificação - BR

O projeto do concurso, de Lages busca propor edifícios de caráter público que o mer-cado se destaca por seu potencial cultural, econômico e democrático. Uma reapropriação do lugar para uso exclusivo das pessoas, elimi-nando a presença do automóvel, o objetivo é transformar essa rua em uma grande praça que promova a urbanidade, o encontro, a vivência e o acesso ao mercado, que também acaba por estender seu uso a todo o espaço público.

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Figura 3.1 proposta do concurso domercado publico de lages. Fonte: Archdaily,2017

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Figura 4.1 - Centro da cidade no entorn do Rio Cubatâo. Figura adaptado pelo autor, com fotos do arquivo pessoal, 2017.

4.1 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA

4.1.1 BREVE HISTÓRICO

Para Martins (2001) os primeiros habitan-tes da cidade chegaram por volta de 1790, com o advento dos portugueses, também através da abertura de caminhos por tropas a vila de Lages e juntamente a necessidade de interligar o lito-ral ao a oeste do que hoje conhecemos como Estado de Santa Catarina, entorno desse trajeto foram surgindo povoados, como Santo Amaro da Imperatriz.

De acordo com Santos (1994), a coloni-zação de Arraial do Cubatão, como Santo Ama-ro da Imperatriz já foi chamada, está vinculada à descoberta por caçadores das águas termais, em 1813. No ano de 1818, o rei Dom João VI ordenou a construção de um hospital – “foi a primeira lei de criação de uma estância termal no Brasil. Em 1845, Arraial do Cubatão recebeu a visita do casal imperial Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina Maria de Bourbon (Figura 4.2), hoje o hospital se tornou o Hotel Caldas da Imperatriz, conhecido pelos moradores como “hotel velho” (Figura 4.2).

Figura 4.2 Hotel caldas da Imperatriz Fonte: Jurema Josefa, 2014

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Em 1838 foi inaugurada a Igreja Ma-triz tendo como padroeira Sant’Ana, a cidade passou a se chamar por Arraial de Sant’Ana do Cubatão. A construção da nova Igreja Ma-triz iniciada em 1850. Com isso mudou-se o a padroeiro e também o nome da cidade, ainda nos dias de hoje não se sabe quem solicitou a imagem de Santo Amaro, onde foi feita, ou até mesmo quem a enviou para a sede do Arraial de Sant’Ana do Cubatão. A imagem foi zelada pelo padre da época durante meses, com a in-tenção de devolvê-la caso alguém reclamasse, mas como isso não aconteceu e com a conclu-são da Igreja Matriz, a imagem foi exaltada e o nome do Arraial passou a ser Santo Amaro do Cubatão.

Figura 4.3 Foto da igreja matriz no começo do século XX. Acervo de: Silvio Knabben, 1907

Em consequência de um decreto fede-ral de 1941, não podendo duas cidades ter o mesmo nome, Santo Amaro do Cubatão. A população estava descontente com o nome escolhido, em 1948 entregou ao governo um abaixo-assinado, desejando que o nome da ci-dade fosse Santo Amaro do Cubatão ou Santo Amaro da Imperatriz e ainda no mesmo ano o Diário Oficial então determinou o nome como Santo Amaro da Imperatriz. No ano de 1894, Santo Amaro deixa de fazer parte do município de São José e passa a ser de Palhoça, e somente em 1958 é oficialmente emancipado

A religiosidade é algo muito presente na cidade até os dias de hoje.

Figura 4.4 Foto da igreja matriz no começo do século XXI Acervo de: Silvio Knabben, 2017

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4.1.1 MANIFESTACÕES CULTURAIS

A Festa do Divino Espírito Santo é a mais tradicional e antiga festa que é realizada desde o ano de 1954 na cidade, a festa acontece no fim do mês de maio até o início de junho a ci-dade se prepara para receber mais de 120.000 visitantes nos 4 dias de festa.

A origem da Festa do Divino nasceu com a Rainha Isabel, de Portugal, que fez a promes-sa para haver paz entre seu marido Dom Diniz, seu filho Afonso e o seu genro, Rei de Castela. A celebração em Santo Amaro ocorre, de forma simbólica, o Prefeito Municipal, na véspera de Pentecostes, entrega ao imperador da festa (fi-gura 4.6), a chave da prefeitura como símbolo de que, durante os três dias de festa, ele impera no município, o mesmo busca a sua corte e logo em seguida com mais convidados (figura 4.5), vão pelas ruas até a igreja matriz (figura 4.4) ao som da banda municipal e fogos de artifício. Logo, com a entrada do imperador na igreja, acontece a missa de Pentecostes, com todas as solenidades de agradecimento ao Divino Espíri-to SanEspíri-to. E durante os dias de festa se repete o mesmo ritual

Figura 4.5 Cortejo da festa do divino pela cidade Fonte: Silvio Knabben, 1976.

Figura 4.6 Casal imperial Fonte: Silvio Knabben, 2016

Figura 4.7 Mapa do trajeto do cortejo na cidade Fonte: Cadastral da PMSAI. Mapa adaptado pelo autor.

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A agricultura em destaque é cultivo de milho verde, tem importância na cultura local, A festa do milho (Figura 4.) virou tradição na ci-dade, e também uma maneira de incentivar o trabalho no campo, atraindo visitantes de todas as regiões para consumir produtos feitos à base do grão como estrogonofe, pudim, risoto, pas-tel, bolo, suco, maionese, polenta e sorvete. A festa também conta com produtos artesanais confeccionados com palha de milho, produtos rústicos, shows Nacionais, escolha da Rainha e das Princesas da Festa e a principal atração da festa “a Pamonha Gigante” (Figura 4.8) pesa mais de meia tonelada, o que rende aproxima-damente 3.300 minis pamonhas distribuídas gratuitamente ao público.

Figura 4.8 Festa do milho em Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Silvio Knabben 2017

Figura 4.9 Foto da pamonha gigante Fonte: Silvio Knabben, 2012

4.1.2 ENTIDADES CULTURAIS

As entidades culturais são representa-ções bem marcantes na cidade, dentre elas a banda municipal, Clube Recreativo 15 de Ja-neiro, etc. a disposição de um local apropriado para encontrar-se e para realizar bailes, e en-contros culturais.

A também tradicional banda de música, criada em 1944 (Figura 4.9), nasceu de uma reunião da comunidade na paróquia da antiga vila. Na época, 18 integrantes, entre músicos e aprendizes, semearem o caminho do grupo, hoje composto por cerca de 40 músicos, entre adultos e adolescentes, um trabalho voltado para o desenvolvimento cultural-musical (Figura

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Tr abalho F inal de Gr aduação I - F er nanda Di P aula M ar tins

4.10), que visa o engrandecimento da banda de música. A banda é campeã de diversos prêmios estaduais e nacionais.

Figura 4.10 Banda Municipal no dia da sua fundação Acervo de: Silvio Knabben,1944

Figura 4.11 Bandas municipal na festa do divino Fonte: Silvio Knabben, 2016

O Clube Recreativo e Cultural 15 de janei-ro, foi fundado em 15 de janeiro de 1956, data que lhe atribuiu o nome, e tinha por finalidade proporcionar aos sócios reuniões dançantes, recreativas, culturais e artísticas, em sua sede social. O terreno foi obtido através da doação, em partes pela Prefeitura Municipal, e outra parte por Sr. Melquíades Mansur Elias. Recebia diversos eventos sociais, como casamentos, formaturas, aniversários, bailes de debutantes, bailes de terceira idade e o famoso carnaval in-fantil e adulto, o “Baile Vermelho Banco” como era conhecido na cidade.

Com o passar dos anos, começou a so-frer problemas como falta de incentivo, conse-quente dificuldade para se sustentar. É visível o declínio da sede. A estrutura atual encontra-se interditada o uso do local, em 16 de dezembro de 2016 sofreu com incêndio tomando conta do edifício (Figura 1.7) mostrando o descaso com local, Segundo relatório de vistoria n 015/2017 diretoria municipal da Defesa Civil, o edifício demostra falta de manutenção preventiva, suas

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estruturas estão comprometidas, podendo vir a desabar, recomendou-se, inclusive, a demoli-ção do referido prédio.

Figura 4.12 Mapa do sistema viário do Centro de Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Cadastral da PMSAI. Mapa adaptado pelo autor.a

Figura 4.13 foto vista superior do incêndio no Clube 15 de janeiro, em 16 de dezem-bro de 2016

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4.2.1 PLANO DIRETOR VIGENTE

O município está passando por um pro-cesso de atualização do Plano Diretor que se encontra em votação na câmara municipal dos vereadores. O vigente Plano Diretor e Mapa de Uso do Solo, de acordo com a PMSAI são refe-rentes ao ano de 1991, contudo ainda não exis-te disponível arquivo digital do Mapa de Uso do Solo.

No Plano Diretor em vigência ainda não disponibiliza arquivo digital do Mapa de Uso do Solo. O terreno está inserido em uma área considerada zona urbana, esta área é caracteri-zada pela proximidade de grandes edificações e pela existência de equipamentos públicos,

4.2 DADOS FISICOS e CONDICIONANTES LEGAIS

ZONA RESIDENCIAL 1 ZONA RESIDENCIAL 2 ZONA COMERCIAL HORTIGRANJEIRA LEGENDA ZONA DE MARGENS DE RIO PÚBLICA ZONA DE PROTECÃO ÁREA DE INTERVENCÃO ZONA INDUSTRIAL ZONA DE PRESERVACÃO PERMANENTE

urbanos e comunitários, de recreação e com potencialização para a realização de trans-formações urbanísticas

De acordo com a Lei ordinária Nº 890, de 06 de dezembro de 1991 as Zonas Co-merciais (ZC) são aquelas destinadas ao uso predominante de prestação de serviços e das instituições públicas. Sendo assim, esta categoria permite a implantação do merca-do gastronômico. O Plano Diretor não deixa claro a questão dos gabaritos, e não prevê o uso de mais de uma categoria na mesma edificação.

Figura 4.14 Zoneamento Área Intervenção

Fonte: PMSAI, 2017, Figura adaptado pelo autor, com fotos do arquivo pessoal.

Segundo o com Plano Diretor em vigência o sitio de estudo deverá atender a tabela 5 do anexo VIII, 6ª categoria (Restaurantes. Bares e simila-res) de uso do solo, zona urbana municipal, con-forme destaque abaixo:

GABARITO VERTICAL – GV – Número de pavimentos que excedem ao térreo, sendo alcançado pela multi-plicação da área resultante do CA pelo fator 08(oito).

ZC: Zona Central

Figura 4.15 Uso do solo em zona urbana municipal (afastamentos) Fonte: PMSAI, 2017. Tabela do Plano Diretor vigente de 1991.

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Figura 4.16 Mapa de intervenção,com dimensões. Fonte: Cadastral da PMSAI. Mapa adaptado pelo autor.

Desta forma do temos:

Calculo de Coeficiente de aproveitamento:

Calculo de gabarito:

art. 22 Todas as vias da rede urbana deverão ser arborizadas, utilizando-se sempre para esta finalidade espécies vegetais nativas da região.

II - VIAS URBANAS PRINCIPAIS

Larguras mínimas de 15 metros, sendo: a - 01 (uma) via com o mínimo de 10 (dez) me-tros de largura;

b - 02 (dois) passeios com mínimo de 2,5 (dois e meio) metros cada.

III - VIA COLETORA

Largura mínima de 12 (doze) metros, sendo: a - 01 (uma) via com mínimo de 08 (oito) me-tros de largura;

b - 02 (dois) passeios com mínimo de 2,0 (dois) metros cada.

Art.105 – em edificações de outros usos (exce-to edificações residenciais e multifamiliares) deverão ser construídas garagens na propor-ção de uma vaga a cada 300 m²

Calculo de Estacionamento:

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Tr abalho F inal de Gr aduação I - F er nanda Di P aula M ar tins 4.2.2 PLANO EM DISCUSSÃO

O novo plano diretor a ser aprovado pela prefeitura, observar-se que mantém as carac-terísticas do plano anterior para a área de in-tervenção, a localização da área se contempla a ZOC (figura 4.4). Nesta área está prevista ser consolidada com condições adequadas ao aden-samento, com relativa rede de infraestrutura, equipamentos e serviços públicos de atendi-mento municipal, afastaatendi-mento mínimo de 4 metros acrescido de um passeio de 2,5 metros.

Figura 4.17 Mapa do zoneamento do plano diretor em votação Fonte: Cadastral da PMSAI. Mapa adaptado pelo autor.

Figura 4.18 Mapa do gabarito do plano diretor em votação Fonte: Cadastral da PMSAI. Mapa adaptado pelo autor.

Mapa de gabarito (figura 4.4) permite até 8 pavimentos, fora acréscimo de pavimentos garagens pilotis e ático, acarretando um grande impacto da paisagem, não alterando a situação atual. O plano não segue uma lógica, além de seguir as principais vias, a análise sobre item é a perda de visuais, e problemática com ilhas de calor, e sombreamento.

Podemos perceber que o Novo Plano em votação ainda não prioriza os potencias da ci-dade, não valoriza o pedestre, a redução `das

situacão atual

situacão prevista pelo plano

situacão atual

situacão prevista pelo plano

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grandes faixas de estacionamento para bolsões estratégicos é muito mais interessante para criação de outros sistemas de meio de transpor-tes, não especifica obrigatoriedade de ciclovia e ainda a necessidade de alteração no sistema viário e gabarito, para obtenha um melhor pla-nejamento urbano.

A seguir os recortes viarios propostos:

No Art. 44° item III. O plano prevê a im-plantação de escola agrícola mediante parcerias e convênios, visando estimular desenvolver e fomentar a vocação agríco-la e demais atividades rurais assim como o aumento da produção e qualidade para agregar maior valor aos produtos;

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2.3 MOBILIDADE URBANA

A região em estudo encontra-se no pon-to principal da cidade, localizado na esquina com as ruas Frei Fidêncio Feldman, Jornalista Alirio Bossle e Vereador Augusto Bruggemann, estas são vias que constituem um fluxo de ve-ículos e pedestres bastante intenso nos horá-rios comerciais, já nos finais de semana e no período da noite, o trânsito de carros e pessoas é mais ameno. Os principais acessos são pelas ruas Frei Fidêncio Feldman, também Rua Pre-feito José Kehrig, através da Rua jornalista Ali-rio Bossle. A principal rua da cidade apresenta diariamente um acentuado fluxo de veículos, principalmente nos finais de tarde, horário em que há maior deslocamento de carros. A rua Vereadir Augusto Bruggemann funciona como um ponto de intersecção entre as principais avenidas, como Rua Frei Fidêncio Feldman, Rua Prefeito José Kehrig, e Av. Beira Rio.

Observando fica evidente que a malha viária do centro da cidade é orgânica, e tam-bém há uma competição do espaço entre as pessoas e os veículos, devido a má qualidade das calçadas, assim como a falta de sinalização adequada, passeios acessíveis, largos e regula-res, juntamente a falta de educação no trânsito,

produzem riscos de acidentes, Além disso, a áre-as de estacionamento estão situadáre-as no entono do terreno (figura 43), a caixa de via da cidade prevista no Plano Diretor solicita que haja esta-cionamento dos dois lados da via (figura 4.4), interrompendo a continuidade de espaços pú-blicos e priorizando o automóvel desse sistema. O Transporte público da cidade é precá-rio, não atende as necessidades dos habitantes pois possui poucos horários e não acessa todos os bairros do município, não existe um siste-ma cicloviário, nem terminal ou integração do transporte coletivo, acentuando ainda mais o problema da mobilidade da população de San-to Amaro da Imperatriz.

Área de intervenção é próxima ao rio Cubatão, tonando desejável a implantação de massagens para a outra margem do rio, que será apresentado na proposta.

Figura 4.4 corte situacão atua da viaFrei Fidêncio Feldman Fonte: Arquivo da Autora, 2017.

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RODOVIA - BR 282 ARTERIAL PRINCIPAL COLETORA LOCAL LEGENDA ÁREA DE INTERVENCÃO ACESSO BR 282 AV. B EIRA -RIO RUA F REI F RDÊN CIO FE LDMA NN RUA PRE FEIT O JO SÉ K EHRI G

Figura 4.21 Mapa do sistema viário do Centro de Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Cadastral da PMSAI, 2017. Mapa adaptado pelo autor.

2

1

2

1

Figura 4.19 Estacionamento ao longo da via. Fonte: Arquivo da Autora, 2017.

Figura 4.20 Estacionamento do entorno Fonte: Arquivo da Autora, 2017.

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4.4.1 RELACÃO CHEIOS E VAZIOS

O mapa mostra claramente a forma de ocupação da área central de de Santo Amaro da Imperatriz, o adensamento da área que vem ocorrendo nos últimos anos, a forte relação com o Rio, pois a área esta entre encontrada en-tre vales e planícies, o padrão de ocupação foi modificado, campos e pastagens (Figura 4.22) transformaram-se em residências (figura 4.23) e em alguns empreendimentos de porte maior (figura 4.24). É evidenciando a área mais antiga da cidade a Rua Prefeito José Kehrig tem maior ocupação, a ausência dos afastamentos frontais laterais como previsto no plano diretor vigente e caracterizando a herança portuguesa, não há permeabilidade entre os lotes, as quadras são grandes. As próprias edificações limitam o espa-ço da rua, formando uma malha viária orgânica. Na base dos morros a maneira como as edificações se apropriaram chama a atenção. Devido ao relevo íngreme e à ocupação mais recente, os lotes são menores e estão dispostos sem organização.

4.4 MORFOLOGIA URBANA

44

Figura 4.22 Ocupação da Área em 1985 Fonte: Silvio Kanbben, 2017

Figura 4.23 Ocupação da Área em 2012 Fonte: Silvio Kanbben, 2017

Figura 4.23 Ocupação da Área em 2016 Fonte: Silvio Kanbben, 2017

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Figura 4.24 Mapa de cheios e vazios do Centro de Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Cadastral da PMSAI, 2017. Mapa adaptado pelo autor.

CHEIOS VAZIOS LEGENDA ÁREA DE INTERVENCÃO

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4.4.2 RELAÇÃO PÚBLICO X PRIVADO

Percebe-se que na nesta área há predo-minância de espaços privados, e os espaço pú-blico é constituído basicamente pelo sistema viário, estes locais valorizam intensamente o automóvel.

Podemos percebe-se a falta de espaços públicos e de lazer havendo apenas as praças Governador Ivo Silveira (Figura 4.20), José Ro-dolfo Turnês (Figura 4.21) e a Beira-Rio, A área de intervenção tem grande potencial de qualifi-cação e conexão para a cidade, pois estes espa-ços ocorrem feiras e festas culturais, a presença de praticantes de jogo de mesa (dominó). Já a Beira Rio, a prática de esportes, caminhada, cor-rida e exercício físicos, e as Ruas Vereador Au-gusto Bruggemann (Figura 4.22), e Rua Doraci Gallot Kerhig (Figura 4.23), que oferecem cone-xão entre as duas praças e a Beira-Rio, mas em todos os casos, tornando estes espaços públicos desertos à noite, a cidade esta crescendo sem planejamento de áreas públicas, desta forma visa a necessidade de equipamentos urbanos capazes de abrigar atividade culturais e de lazer, estimulando equipamentos com diversos usos e horários do dia.

Figura 4.25 Praça Governando Ivo Silveira Fonte: Arquivo da Autora, 2017.

Figura 4. 26 Praça José Rodolfo Turnês Fonte: Silvio Knabben, 2017.

Figura 4.27. Rua Vereador Augusto Bruggemann Fonte: Silvio Knabben, 2016.

Figura 4.28 Rua Doraci Gallott Kehrig Fonte: Silvio Knabben, 2017.

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Figura 4.29 Mapa de publico e privado do Centro de Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Cadastral da PMSAI, 2017. Mapa adaptado pelo autor.

LEGENDA ÁREA DE INTERVENCÃO PUBLICO PRIVADO

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Nesta área em análise predominância de edificações de uso misto e de serviços, caracte-rística comum que surge em cidades do interior, por ser área central é visível principalmente na Rua Prefeito José Kehrig (Figura 4.25) visto que, a mistura de usos, fenômeno fundamental para as cidades. As unidades residenciais encontra-das no mapa estão agrupaencontra-das no Morros e na Rua Frei Fidêncio Feldmann (Figura 4.26), onde o uso desta vem se transformando ao longo dos anos em residenciais de uso misto.

Percebe-se também a presença conside-rável de estabelecimentos institucionais, como a Prefeitura, Câmara Municipal e Fórum, que similarmente, produzem o fluxo diário de pes-soas. Mas é preciso incentivar a utilização do Centro em horários alternativos, através de elementos que atraiam o público em períodos opostos aos de intensa atividade comercial, á noite, com o encerramento das atividades co-merciais (Figura 4.27), o clima das ruas se torna monótono e inseguro.

E pode ser observar que os espaços ver-des, então ao longo a Avenida Beira Rio, possui grande potencial para criação de um parque

li-4.5 USO DO SOLO

near, estimulando a proximidade das pessoas ao Rio e a conexões com outros bairros, avenida é bastante é arborizado.

“Ser capaz de caminhar com segurança no espaço da cidade é um pré-requisito para criar cidades funcionais e convidativas para as pessoas. Real ou percebida a segurança é crucial para a vida na cidade. ” (GEHL, 2013).

1

Figura 4.33 Foto do eixo de conexão,entre o mercado e o rio. Fonte: Silvio knabben, 2017.

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Figura 4.32 Rua Prefeito José Kehrig, após encerramento das atividades comerciais. Fonte: Silvio Knabben, 2013.

Figura 4.31 Rua Frei F. Feldman Fonte: Silvio Knabben, 2013. Figura 4.30 Rua Prefeito J. K.

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Figura 4.34 Mapa do Uso do Solo do Centro de Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Cadastral da PMSAI, 2017. Mapa adaptado pelo autora. INSTITUCIONAL AREAS DE LAZER ÁREA DE INTERVENCÃO RESIDENCIAL USO MISTO COMERCIAL EM CONSTRUCÃO LEGENDA

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O centro da cidade possui uma série de equipamentos, como demonstra o Mapa e instalações importantes, como, a Escola Bási-ca Municipal Professora Lourdes Garcia, Esco-la Estadual de Educação Básica Nereu Ramos o Hospital São Francisco de Assis, o Posto de Saúde, a Prefeitura Municipal, a Biblioteca Pú-blica, Fórum, Batalhão da Polícia Militar e civil, centro de convenções da melhor idade, a Igreja matriz, e outros serviços que supre as necessi-dades dos moradores, fazendo com que estes não precisem locomover-se até muito longe.

A área de intervenção, está em dois dos principais pontos da cidade, no seu entorno está a Prefeitura, a Praça Governador Ivo Silvei-ra e a Biblioteca potencializando o lugar com grande ponto de encontro, as duas escolas no seu entono, gera um fluxo intenso e diário, po-dendo potencializar o equipamento urbano, que abrigando atividade culturais e oficinas aproximando os estudantes ao cultivo e rela-ção com a agricultura.

O uso residencial nas imediações incenti-va a população local a frequentar o equipamen-to nos diversos períodos do dia principalmente

4.6 EQUIPAMENTOS URBANOS

a noite e nos finais de semana. A falta de um equipamento democrático faz com que a popu-lação não se identifique, é importante resgatar antigo ambientes da cidade, pois a abandono de importantes equipamentos no centro da cidade é o caso do Clube 15 de Janeiro.

1

Figura 4.35 Escola Lurdes Garcia Fonte: Silvio knabben, 2017.

Figura 4.36 Escola Nereu Ramos Fonte: Silvio knabben, 2017.

Figura 4. 37 Praça Governador Ivo Silveira e Prefeitura Municipal Fonte: Silvio knabben, 2007

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Figura 4.38 Mapa de Equipamentos Urbanos do Centro de Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Cadastral da PMSAI, 2017. Mapa adaptado pela autora.

LEGENDA ÁREA DE INTERVENCÃO CHECHE ESCOLA MUNICIPAL ESCOLA ESTADUAL EDUCACÃO POSTO DE SAÚDE HOSPITAL SAÚDE GINÁSIO DE ESPORTES CAMPO MUNICIPAL PRACA ESPORTE LAZER IGREJAS BIBLIOTECA CULTURA E RELIGIÃO POLICIA MILITAR POLICIA CIVIL SEGURANCA FORUM CÂMARA DE VEREADORES PREFEITURA ADMINISTRACÃO PUBLICA CONVENTO MUSEU CENTRO DA MELHOR IDADE (IDOSOS) PARQUE BEIRA RIO

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A área apresenta edificações de diversos números de pavimentos, possuindo desde ca-sas térreas e até edifícios de 9 andares, mas a predominância de construções baixas, de 1 a 2 pavimentos, que se manteve a característica de conjuntos residenciais no centro da cidade.

A ocorrência de edifícios mais altos ain-da é pontual, devido a desordenamento do uso de gabarito, pontos referenciais da cidade começam a desaparecer, causando grande im-pacto na paisagem, que acontece com os edi-fícios de uso misto que foram construídos no período entre 2012 e 2017, o Plano Diretor vi-gente prevê construções de até 8 pavimentos (fator 8) para a localidade estudada, a verticali-zação do entorno, ao longo da Rua Frei Fiden-co Feldmann apresentam o maior número de edificações verticais, construídas recentemen-te devido a acelerada urbanização acabou por não contemplar pontos de referencias da cida-de como a Igreja Matriz.

Há propensão a verticalize, no centro e ao longo das estradas gerais, a importância de um gabarito adequado a áreas especificas é fundamental para que a cidade cresça e não

4.7 GABARITOS

perca a sua identidade. Isto reflete a falta de planejamento urbano não só na área estudada, mas na cidade como um todo.

Figura 4.32 Clube Recreativo 15 de Janeiro Fonte: Silvio Knabben, 2005.

Figura 4.33 Clube Recreativo 15 de Janeiro Fonte: Arquivo do autor, 2017.

Figura 4.34 Maquete da situação do en-torno atual vista norte

Fonte:Adaptada pela autora

Figura 4.35 Maquete da situação prevista pelo plano diretor em votação vista norte

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Figura 4.39 Mapa de Gabarito do Centro de Santo Amaro da Imperatriz. Fonte: Cadastral da PMSAI, 2017. Mapa adaptado pela autora LEGENDA ÁREA DE INTERVENCÃO DE 4 a 5 PAVIMENTOS DE 6 a 9 PAVIMENTOS 3 PAVIMENTOS 2 PAVIMENTOS 1 PAVIMENTO Figura 4.38 Maquete gabarito. Fonte: Adaptada pela autora. Figura 4.36 Maquete da situação do entor-no atual vista sul.

Fonte:Adaptada pela autora

Figura 4.37 Maquete da situação prevista pelo plano diretor em votação vista sul. Fonte: Adaptada pela autora

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O aspecto da variabilidade na altura dos edifícios, faz com que os mesmos interfiram em questões como iluminação e ventilação na-turais, entre as edificações e provoca impactos na paisagem, obstruído a imagem de um dos cartões postais da cidade que é a Igreja Matriz, podendo perder a identidade e visual da cida-de. Também mostra que a área de intervenção poderá sofrer com a influência dos grandes paredões de prédios, assim havendo o conflito entre sombreamento e ventilação.

O terreno está inserido geograficamente em um vale cercado por diversas montanhas. A cidade existe em meio a um grande potencial cênico, e com processo de identificação alguns visuais estão se perdendo como a vista da igre-ja matriz, que é ponto de referencia e respon-sável pelo nome a cidade

Há uma sensação de indiferença e grandiosidade geradas pela monumentalida-de das construções e a falta monumentalida-de espaços públi-cos, a área de intervenção pretende funcionar como elemento unificador entre ambientes nos diferentes períodos do dia, com novas pos-sibilidades de formas e conceitos. Os principais

4.8 PAISAGEM

pontos do entorno de referência à população são as Praças Públicas. O projeto tende a valori-zar esses pontos de referencia e criando novos visuais.

Figura 4.45 Visuais da paisagem próximo ao clube 15 de Janeiro.

Fonte:adaptado pela autora Figura 4.44 Visuais da paisagem

próxi-mo ao clube 15 de Janeiro. Fonte:adaptado pela autora

Figura 4.43 Visuais da paisagem próximo ao clube 15 de Janeiro.

Fonte:adaptado pela autora Figura 4.42 Visuais da paisagem

próxi-mo ao clube 15 de Janeiro. Fonte:adaptado pela autora

Figura 4.41 Visuais da paisagem próximo ao clube 15 de Janeiro.

Fonte:adaptado pela autora Figura 4.40 Visuais da paisagem

próxi-mo ao clube 15 de Janeiro. Fonte:adaptado pela autora

Figura 4.37 Visual da Igreja, atualmente. Fonte: Silvio Knabben, 2016 Figura 4.36 Visual da Igreja, na década de 80.

Acervo de: Silvio Knabben

Figura 4.39 Visual da cidade e Igreja, atu-almente.

Fonte: Ana Karla V. Bruggemann, 2017 Figura 4.38 Visual da cidade e Igreja, na

década de 80.

Fonte: Silvio Knabben, 2013

CLUBE CLUBE

CLUBE

CLUBE CLUBE

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Figura 4.5 Mapa do sistema viário do Centro de San-to Amaro da Imperatriz. LEGENDA ÁREA DE INTERVENCÃO RIO CUBATÃO DO SUL

PARQUE (BEIRA RIO) PRACAS CONEXAO DAS PRACAS ÁREAS VERDES (MORRO) CAMPO MUNICIPAL BARREIRAS VISUAIS IGREJA

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SOLSTÍCIO DO VERÃO (AMANHECER DO SOL) SOLSTÍCIO DO VERÃO (POR DO SOL) SOLSTÍCIO DO INVERNO (AMANHECER DO SOL) SOLSTÍCIO DO INVERNO (PÔR DO SOL) VENTO SUDOESTE VENTO NORDESTE

Segundo Santos (1994), A cidade apre-senta climática subtropical úmido, é um clima temperado com temperatura que varia entre a máxima de 24°C e a mínima de 16°C. As esta-ções do ano são bem caracterizadas, podendo ocorrer geada no inverno. Constituindo tempe-ratura média anual de 19,7°C, e em relação às chuvas, a precipitação total fica entre 1.500mm e 1.600mm, apresentando o verão com o maior índice de pluviometria. A umidade relativa do ar fica entorno de 40%. Há os ventos predomi-nantes são o sudoeste e nordeste.pontos do entorno de referência à população são as Pra-ças Públicas. O projeto tende a valorizar esses pontos de referencia e criando novos visuais.

4.9

CONDICIONANTES CLIMATICAS

SOLSTICIO DE INVERNO 22-06

Figura 4.46 Mapa das condicionantes climaticas. Fonte:Adaptada pela autora.

SOLSTICIO DE VER ÃO 22-12

HOR

A:

8:00

HOR

A:

12:00

HOR

A:

16:00

Figura 4.47Analise solar no solsticio de inverno e verão da área de intervenção.

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5.1 A PROPOSTA

A proposta busca a integração da comu-nidade, e qualificar a região, através da implan-tação do mercado gastronômico, criando um novo espaço público para a cidade em diversos períodos do dia, visto que o lugar possui poten-cial, apresentado no diagnóstico da área propõe um lugar onde o pedestre é levado como priori-dade assim como a escala humana com relação ao entorno.

Como enfoque deste trabalho é desen-volvimento do projeto arquitetônico de um mer-cado gastronômico, para o equipamento obter uma melhor interação e valorização. É funda-mental que fossem estabelecidas diretrizes para o seu entorno. Desta forma será mostrado a se-guir a intenção com o entorno e posteriormente se aprofundará na proposta do mercado.

Buscou trazer um equipamento fun-cional e democrático que se relaciona com o espaço públicos, desta forma a implantação e a volumetria foram pensados nos potenciais visu-ais da cidade, e nos fluxos de acesso, visando acessibilidade e aprobriação as funções do mer-cado gastronômico, busca uma arquitetura que desenvolvelver o potenciais do lugar, que

insti-gue as pessoas a se apropriar dele.

Desta forma, este projeto intenta res-gatar questões básicas de acesso a uma cidade mais dinâmica, atraente, saudável e educati-va, através da proposição de um elemento de encontro, que liga os espaços urbanos do seu entorno e aproxima a população com a histó-ria e cultura locais. A valorização e preservação da paisagem, a permeabilidade e facilidade de acessos e a orientação solar são aspectos condutores na criação desta concepção, que engloba a edificação.

Figura 5.1 Indicação da área a ser realizada a proposta arquitetônica. Fonte: Autora.

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5.2 DIRETRIZES PARA O ENTORNO

3

- Propor um partido ar-quitetônico que valorize as principais visuais da cidade, e da igreja matriz.

5

- Revitalização das Rua Vereador Augusto Brugg-mann e Rua Doraci Galott Kehrig, priorizando o pe-destre, criando uma ligação entre o Mercado e a mar-gem do Rio Cubatão.

2

- Praça Governador Ivo Silveira, propor acessibilida-de e ligação com Rua Vere-ador Augusto Bruggemann.

4

- Criação de um parque urbano, que aproximando as pessoas da água, e Valori-zação na margem do rio

6

- Revitalização das ruas que dão acesso a ponte de pedestre.

1

- Criação de conexão en-tre a prefeitura e mercado.

Figura 5.2 Diretrizes gerais do entorno. Fonte: Autora

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1

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5.2.1 REVITALIZACAO DAS RUAS VEREADOR AUGUSTO BRUGGMANN E RUA DORACI

GALLOTTI

As ruas juntas forma um eixo de ligação, entre o Mercado, praça Gov. Ivo Silveira a praça José Rodolfo Turnês e centro comunitário e Beira-Rio.

A revitalização das ruas propõe a criação de faixa de ciclovia, criação de canteiro separando a via de circulação de automóveis e passeio. É proposto que na Rua Vereador Augusto Bruggmann o passeio fique no lado esquerdo interligando o mercado e a praça Gov. Ivo Silveira, e na Rua Doraci Galott Kehrig o passeio fique na direito, integrando a praça José Rodolfo Turnês e Centro da Melhor Idade

3.00 1.00 3.50 2.00 1.00 3.00

60

Figura 5.4 Revitalização das ruas. Fonte.Autora

Figura 5.5 Revitalização das ruas. Fonte.Autora

Figura 5.3 Planta chave. Fonte: Autora

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5.2.2 PROPOSTA DE UMA NOVA PONTE

Figura 5.7 Foto da ponte Zapallar. Fonte: archdaily

Figura 5.8 Planta da ponte proposta. Fonte: archdaily

Figura 5.6 Corte da ponte proposta. Fonte: archdaily

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Com a implantação da ponte de pedestre

na beira a outra margem do bairro sul do rio, damos continuidade ao eixo de ligação criado com revitali-zação da ruas Rua Vereador Augusto Bruggmann e Rua Doraci Galott Kehrig possibilitando a conexão do pedestre as 4 principais vias da cidade.

A ponte do arquiteto, Enrique Browne é utilizado como referência, tem um a tipologia linear para não obstruído o visual para o rio e as monta-nhas a sua volta. A ponte consiste numa estrutura principal de forma cruzada, como um barco a remos, corresponde a um arco invertido, triangular e longi-tudinalmente arqueado, o que reduz as deformações e favorece a estrutura.

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5.3 DIRETRIZ PARA O TERRENO

Figura 5.9 Diretriz do terreno. Fonte:adaptado pela autora

Revitalizacao da Rua Jorna-lista Alírio Bosslle, priorizan-do o pedestre, crianpriorizan-do aces-so a carga e descarga para veículos que transportam mantimentos para abaste-cer o mercado

Revitalizacao da Rua Vereador Augus-to Bruggmann priorizando o pedestre, com a caixa de via no mesmo nível da calcada, criando uma ligação entre o Mercado e a margem do Rio Cubatão

Faixa elevada possibi-litando a passagem de pedestre mais seguras, afim de diminuídir a velocidade dos auto-móveis e, melhorando o conflito de carro e

pe-Vegetação pon-tual ao longo das ruas de acesso a fim de gerar som-bra e embelezar a cidade.

Edificação apresentar acesso em todos as suas laterais possibilitan-do a permeabilidade e acesso de cordo com os principais fluxos. O estacionamen-to encontra-se no nível do subsolo a fim de valorizar o pedestre, e supre a necessidade de vagas sem impac-tar a paisagem. Edificação volta

suas principais fa-chadas a orienta-ções norte e nor-deste Praça propor-ciona um lugar de permanência e feiras de rua, melhora o aces-so a edificação

Anfiteatro, busca in-tegracao das pessoas e auxilia os acessos. Criação de co-nexão entre a prefeitura e mercado. fluxo e ac essos conflito sentido das vias

LEGENDA

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Tr abalho F inal de Gr aduação I - F er nanda Di P aula M ar tins

O programa do mercado foi elaborado de maneira a suprir a necessidade de espaços de aprdizado, contato com a arte e ambientes de lazer, en-contro preparado para as exigências da gastronomia. Os espaços coletivos favorecem a interatividade com o público e os boxes podem ser personalizados pos-sibilitando infinitas combinações para cada especia-lidade de cozinha.

Abaixo, segue a descrição dos locais que compõem o equipamento. Foram locados confor-me a sequência de fluxos, acessos, uso e orientação solar e encontram-se distribuídos em três níveis, conectados por dois blocos de circulação vertical (elevadores/ escadas).

A área destinada os veículos encontrasse no subsolo, funciona como apoio ao edifício proposto e à cidade em geral. Encontra-se no térreo o mercado, priorizando os pedestres, e que dá acesso direto a edificação e à praça. No segundo pavimento locali-za-se o setor gastronômico, com disposição restau-rante, e de espaço de estar, o segundo pavimento foi pensando para valorizar os visuais a cidade, criando mirantes e horta urbana. Em seguida, listados estão os ambientes

5.4 PROGRAMA DE NECESSIDADES

ZONEAMENTO

LEGENDA

63

Figura 5.10 Esquema do zoneamento do mercado.

Fonte: autora

TERRACO MIRANTE 1- PAVIMENTO TÉRREO

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Tr abalho F inal de Gr aduação I - F er nanda Di P aula M ar tins • Mercado

Os boxes do mercado possuem um layout mais livre, através de box itinerante, localizados também no centro do edifício, transforman-do em um espaço articulatransforman-dor para os demais. Possuído box fixos para demanda de açougue e lugares que estimula o comércio de artesa-natos e outras produções locais.

• Setor Gastronômico

Localizado os restaurante, bares e café o área de convivência e estar; visado servirá ambientes com visual da cidade e da igreja e morros.

• Espaço Multiuso

É um grande hall amplo e iluminado que proporciona diversas atividades: exposi-ções, manifestações culturais, encontros, des-cansos ou simples passagens.

• Anfiteatro

Espaço que proporciona espetáculos teatrais, musicais, entre outros, elaborados tanto pelos alunos das oficinas, eventos exter-nos ao mesmo.

• Salas de Oficinas / Midiateca

Ambientes destinados ao aprendizado de diferentes tipos de arte, e culinária. São am-plos para possibilitar elevado número de usu-ários.

• Recepção/ Administração

Locais de apoio aos serviços gerais do espaço cultural. Localizam-se próximos aos acessos por atenderem ao público.

• Mirante

Local aberto localizado no último nível da edificação. Funciona como ambiente de es-tar e lazer com visuais que o entorno oferece, terraços-jardim acompanhados de mobiliários confortáveis e quiosques/ cafés.

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CIRCULACÃO E ACESSOS

o projeto busca reunir a qualidade do mercado agricula, a um espaço de eventos e juntamente com restaurantes. o projeto reune tudo isso em um único lugar. Resgata a histórias onde pode--se também descobrir e aprender, pois a comi-da aproxima as pessoas, cria sintonia, e melho-ra a qualidade de vida da pessoas..

Representado através de esquema, as circula-ções verticais e acessos do edificio mostrando, a permeabilidade, criada em todo as fachada visando a integracão, com os fluxos existentes com a cidade.

Figura 5.11 Esquema de carater do mercado.

Fonte:autora Figura 5.12 Diagrama esquemático de acesso e circulaçoes. Fonte:Autora.

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Tr abalho F inal de Gr aduação I - F er nanda Di P aula M ar tins

Figura 5.14 Cortes da edificação A e C Fonte:autora

5.4.1 IMPLANTACÃO

5.4.2 PLANTA BAIXA - TÉRREO

D C B A 1 2 3 4 5 6 7 A: 10,97 m²BAR 02 A: 12,52 m² ADEGA06 A: 9,29 m² ELEVADORES E ESCADA07 A: 13,63 m² LATICÍNIOS11 A: 12,60 m² ACOUGUE13 A: 13,62 m² PEIXARIA16 A : 1 8, 14 m ² C O R RE DO R DE S E R V ICO 12 A: 22,21 m² DEPOSITO70 A : 2 5, 99 m ² C AR G A E D E SC AR G A 20 A : 1 2, 83 m ² C O R RE DO R DE S E R V ICO 23 A: 11,93 m²COPA 24 A: 16,21 m²ADM. 27 A: 19,19 m² FRUTAS03 A: 19,19 m² VERDURAS04 A: 19,19 m² TEMPEROS08 A: 19,19 m² MOLHOS09 A: 12,25 m² PAMONHARIA10 A: 12,25 m² CALDO DE CANA03 A: 23,75 m² LOJA - BAZAR05 A: 16,09 m²CAFÉ 01 A : 4 7, 09 m ² E SP AC O M U LT IU SO 19 A : 3 5, 00 m ² A N FI TE A TR O 18 A: 12,86 m² ARTESANATO14 A: 12,60 m² INFORMACÕES TURISTICAS15 A: 11,82 m² ARTESANATO21 A: 12,84 m² FLORICULTURA22 A: 79,56 m²

SALA DE OFICINA - MIDIATECA25

A : 2 5, 38 m ² B AN H E IR O S 17 A : 3 ,7 8 m ² E LEV AD O R ES E E SC AD A 26 0,00 0,00 0,00 DEPARTAMENTOS CIRCULACÃO SETOR CULTURAL SETOR DE SERVICO SETOR GASTRONÔMICO SETOR MERCADO - BOX PERMANENTE SETOR MERCADO BOX ITNERANTE

__ A __ B __ C MERCADO GASTRÔNOMICO

Figura 5.13 implantação e planta do terreo da edificação. Fonte:autora

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Figura 5.14 Cortes da edificação A e C Fonte:autora

5.4.3 PLANTA DO PRIMEIRO PAVIMENTO

D C B A 1 2 3 4 5 6 7 A: 23,80 m² CAFÉ LIVRARIA32 A: 59,50 m² ANFITEATRO38 A: 10,90 m² CERVEJARIA29 A: 12,59 m² CACHACARIA30 A : 9 ,2 9 m ² E LEV AD O R ES E E SC AD A 33 A: 11,24 m² BANHEIRO34 A: 21,24 m² RESTAURANTE35 A: 18,90 m² RESTAURANTE36 A: 18,90 m² RESTAURANTE37 A: 18,90 m² BANHEIRO39 A : 2 4, 84 m ² R E S T A URA NT E 42 A : 3 ,7 8 m ² E LEV AD O R ES E E SC AD A 44 A: 103,72 m² ZONA DE MESA31 A : 9 2, 47 m ² Z O N A D E M E SA 40 A: 147,99 m² ZONA DE MESA43 A: 76,88 m²

MIRANTE - ZONA DE MEZA28

A : 2 5, 19 m ² EL E VA D O R SER VI C O C A R . D ES C . 41 DEPARTAMENTOS CIRCULACÃO SETOR CULTURAL SETOR DE SERVICO SETOR GASTRONÔMICO CLARABOIA 5,50 5,50 5,50 5,55 __ A __ B __ C

1 PAVIMENTO - AMBIENTES SETOR

D C B A 1 2 3 4 5 6 7 __ A __ B __ C DEPARTAMENTOS CIRCULACÃO SETOR CULTURAL SETOR GASTRONÔMICO A: 130,91 m²

MIRANTE - ZONA DE MESA45

A: 73,74 m² ZONA DE MESA50 A: 298,76 m²HORTA 51 A: 114,09 m² ZONA DE MESA53 A: 46,01 m²

MIRANTE - ZONA DE MESA52

A: 5,78 m² MIRANTE54 A : 3 ,7 8 m ² E L EV AD O R ES E E SC AD A 56 A: 28,97 m²

MIRANTE - ZONA DE MESA (coberta)60

A: 83,81 m²

ZONA DE MESA (coberta)55

A: 12,25 m² RESTAURANTE58 A: 12,25 m² BAR57 A: 12,25 m² CAFÉ59 CLARABOIA CLARABOIA 9,55 9,55 A: 12,60 m² CAFÉ48 A: 12,60 m² PASTELARIA49 A : 9 ,2 9 m ² E L EV AD O R ES E E SC AD A 46 A: 79,52 m²

ZONA DE MESA (coberta)47

5.4.4 PLANTA DO TERRACO MIRANTE

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Figura 5.16 Corte da edificação B Fonte:autora

Figura 5.15 Planta baixa do primeiro pavimento e terraço mirantes. Fonte:autora

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Figura 5.17 Mapa visuais criados pelo terraço mirante Fonte: autora.

ESTUDO DOS VISUAIS

DO ENTORNO ATRAVÉS DO

TERRAÇO MIRANTE

Figura 5.18 Visual da igreja entre os dois predios. Fonte:autora

Figura 5.19 Visual da igreja. Fonte:autora

Figura 5.20 Visual praça governador Ivo Silveira Fonte:autora

Figura 5.15 Visual da vegetação no entorno Fonte: autora

Referências

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