Norma Técnica SABESP
NTS 273
ET-2005/01-EL-002
CUBÍCULOS BLINDADOS EM SF6 COM ISOLAMENTO MISTO
PARA SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA
CLASSE DE TENSÃO 24kV
TENSÃO DE OPERAÇÃO 23kV-3F-60Hz
Especificação
São Paulo
S U M Á R I O
1 - OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO ...1
1.1 - Objetivo...1
1.2 - Campo de aplicação ...1
2 - NORMAS TÉCNICAS E PADRÕES...1
2.1 - Normas brasileiras registradas no INMETRO...1
2.2 - Norma IEC...1
2.3 - Normas das concessionárias de energia elétrica...1
2.4 – Ênfase em Segurança...2 3 – CONDIÇÕES AMBIENTAIS...2 4 – CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS ...2 5 – CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ...3 5.1 - Características gerais ...3 5.2 - Grau de proteção...4
5.3 - Módulos dos Cubículos ...4
5.4 – Tratamento da Superfície, Pintura e Acabamento...4
5.5 – Barramentos ...4
5.6 – Fiação ...4
5.7 – Bornes e Terminais...5
5.8 - Identificação de componentes e peças ...5
5.9 - Placa de identificação ...5 5.10 - Placas de advertências...5 5.11 - Equipamentos principais...5 5.12 – Diversos...8 5.13 – Identificação ...9 6 - INSPEÇÃO E ENSAI OS ...9 6.1 - Considerações gerais ...9 6.2 - Ensaios de Rotina: ...11 6.3 - Ensaios de Aceitação:...11 6.4 – Ensaios de Tipo...11 6.5 - Relatório de Ensaios. ...11 7 - DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA...12
7.1 - Para liberação de Fabricação...12
7.4 - Documentos para Análise Técnica e Aprovação...12
8 - RECEBIMENTO FINAL DO EQUIPAMENTO...14
ANEXOS ...15
CUBÍCULO BLINDADO EM SF6, PARA ENTRADA E MEDIÇÃO DA
CONCESSIONÁRIA, CLASSE 24kV
1 - OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 1.1 - Objetivo
Esta especificação estabelece os requisitos mínimos para fornecimento, fabricação e ensaios de cubículo blindado em SF6, para entrada e medição da Concessionária, classe de tensão 24 kV, uso interno, conforme descrição detalhada nos itens a seguir e a prescrição da Norma SABESP NTS 255 - "Norma Geral de Fornecimento de Equipamentos Elétricos" e desenho padrão, conforme a concessionária de energia elétrica.
1.2 - Campo de aplicação
Esta especificação se aplica as cabines de medição blindada em SF6, classe de tensão 24 kV, utilizadas no sistema elétrico da SABESP.
2 - NORMAS TÉCNICAS E PADRÕES
Na aplicação desta Norma é necessário consultar, sempre na última edição ou revisão, as seguintes normas:
2.1 - Normas brasileiras registradas no INMETRO
- NBR 6979 Conjunto de manobra e controle em invólucro metálico para tensões acima de 1kV até 36,2kV
- NBR-6935 Seccionadores em Corrente Alternada e de Aterramento - NBR-6856 Transformadores de Corrente
- NBR-6855 Transformadores de Potencial - NBR-8669 Fusível de Alta Tensão
- NBR-10478 Cláusulas Comuns de Alta Tensão - NBR-10295 Transformadores de Força
- NBR 7118 Disjuntores de Alta Tensão em Corrente Alternada 2.2 - Norma IEC
- IEC 62271-103 Chaves Seccionadoras de Alta Tensão em Corrente Alternada de 1 até 52kV - IEC 63371-102 Chaves de Aterramento
- IEC 62271-105 Combinação Chave Seccionadora Fusíveis de Média Tensão em Corrente Alternada
- IEC 60044-8 Transdutores de Corrente de Baixa Potência - IEC 60255 Relés de Proteção
- IEC 61000 Compatibilidade Eletromagnética
- IEC 60801 Compatibilidade Eletromagnética para Medição e Controle de Processos Industriais
2.3 - Normas das concessionárias de energia elétrica
- Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição da Concessionária de energia elétrica local.
2.4 – Ênfase em Segurança
Esta especificação confere ao fornecimento em caráter específico intrinsecamente ligado com a segurança, exigido pelas normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho, NR-10 e outras NR’s associadas, que possuem conteúdos relacionados com a eletricidade. Embora a NBR-6979 e normas complementares sejam bastante abrangentes quanto a todos aspectos do projeto de construção, operação, manobras, ensaios, proteção e outros detalhes pertinentes.
Esta especificação foi elaborada de forma que a construção dos painéis evite ao máximo, dentro de condições aceitáveis, a formação, propagação e duração do arco elétrico. Sabe-se que o arco elétrico, principalmente aquele associado aos conjuntos de manobra, é a principal causa de ferimentos e mortes de pessoas envolvidas nos serviços de eletricidade. Portanto, nos itens seguintes são indicados aspectos construtivos importantes, reforçando a normalização no que tange aos aspectos de segurança.
Observação:
O conjunto de cubículos blindados deverá possuir o certificado de homologação da Concessionária de energia elétrica local, quando na exigência da respectiva Concessionária.
3 – CONDIÇÕES AMBIENTAIS
Os cubículos deverão ser instalados em locais com as seguintes condições ambientais: - Altitude máxima em relação ao nível do mar 1000m
- Temperatura ambiente máxima anual 40°C
- Temperatura ambiente mínima anual -5°C
- Temperatura média máxima em 24 hs 30°C
- Umidade relativa do ar acima de 80%
4 – CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS
- Classe de tensão 24 kV
- Tensão nominal de operação 20,5kV / 23,1kV
- Freqüência nominal 60 Hz
- Número de fases 3F + neutro
- Corrente de curto-circuito simétrico 20kA
- Tensão de comando 115 Vca;
- Nível básico do impulso crista 125 kV
- Corrente nominal dos barramentos horizontais 630A;
5 – CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
5.1 - Características gerais
Os painéis deverão ser do tipo compactos, classe LSC2A-PI-IAC-AFL, conforme descrito na norma IEC 62271-200, composto de células modulares, compartimentadas, em invólucro metálico, uso interno, equipado com aparelhagens fixas e desconectáveis, com saída e entrada de cabos pela parte inferior e com acesso totalmente frontal, através de tampas intertravadas com circuitos de força, de forma que somente com circuito aberto e aterrado, seja possível acesso seguro aos compartimentos energizados.
As Chaves seccionadoras, chave terra e disjuntor deverão ser preenchidos com gás SF6 e selados, portanto, sem manutenção, conforme recomendação da IEC 62271-200.
Para segurança dos usuários os painéis deverão possuir:
Além das indicações normais dos equipamentos, quanto às suas posições ligado / desligado, devem ser providos de divisores capacitivos que indiquem a presença de tensão nas três fases através de lâmpadas de néon nos cubículos de entrada e saída.
Na parte frontal, deverá ter um sinótico animado, ligado diretamente no eixo da seccionadora, garantindo assim a visualização de aberto ou fechado.
Deverão possuir intertravamentos que evitem falsas manobras e acessos inadequados ao painel, isto é, com tampas frontais providos de intertravamentos mecânicos impedindo o acesso ao interior dos cubículos sem que antes desligar e aterre a chave seccionadora.
A chave seccionadora que compõe a célula do disjuntor deverá ser provida de bloqueio mecânico, impedindo a sua manobra sob carga sem o desligamento do disjuntor.
Deverá ter a opção de intertravamento “kirk”, permitindo uma seqüência de manobra correta. Deverá ter opção de travamento através de cadeados, que impeçam acesso não autorizado ou manobra perigosa. Deverá ser possível travar por cadeados as chaves seccionadoras nas posições aberta ou fechada.
A transição entre as células deverá ser feita obrigatoriamente por barramento de cobre eletrolítico e nenhuma hipótese, através de cabos com conexão tipo “plug-in”.
Os cubículos deverão ser preparados para receber ligações de cabos de força através de terminais para cabos de força do tipo termo-contrátil compacto.
Os painéis deverão ser providos de resistência de desumidificação de 50W, para evitar arcos internos e descargas parciais.
A estrutura do cubículo deverá ser construída de chapas de aço carbono, formando um conjunto rígido e de grande resistência mecânica, modular, padronizado, para garantir fácil ampliação futura por aumento de cargas.
Deverão ser dispositivos no rodapé para fixação dos cubículos na base por chumbadores rápidos. As tampas de fechamento dos cubículos deverão ser de chapa de aço carbono e aparafusadas. A base para passagem de cabos deverá ser executada em chapas metálicas não magnéticas, preferencialmente de alumínio.
Os cubículos deverão ser providos de tampa de alívio de pressão interna, na parte traseira, garantindo assim a segurança de operação e manutenção.
Para os cubículos com combinação de chave seccionadora e fusíveis, é obrigatório o uso de dispositivo do tipo “stricker-pin”, que garante a abertura da seccionadora a montante do circuito, quando da ocorrência de fusão de um ou mais fusíveis, garantindo a não operação com fase interrompida.
5.2 - Grau de proteção
Os cubículos deverão ser construídos com grau mínimo de proteção IP2XC. 5.3 - Módulos dos Cubículos
Os módulos dos cubículos com respectivas dimensões máximas (mm), deverão ser os seguintes: Módulos dos Cubículos Largura Profundidade Altura
Cubículo de entrada de energia; 375 1230 1750
Cubículo de medição da Concessionária 750 1230 1750
Cubículo de alimentação do Transformador Auxiliar; 375 1230 1750
Cubículo do Disjuntor Geral; 750 1230 1750
Cubículo de Transição; 375 1230 1750
Cubículo de Saída p/ Trafo até 1500kVA c/ Seccionadora e Fusíveis
375 1230 1750
Cubículo de Saída p/ Trafo acima de 1500kVA c/ Disjuntor 750 1230 1750
5.4 – Tratamento da Superfície, Pintura e Acabamento
O cubículo, em função do tipo de ambiente a ser instalado, deverá receber um tratamento de superfície, pintura e acabamento conforme norma Sabesp nº 266.
5.5 – Barramentos
Os barramentos deverão ser de cobre eletrolítico, com pureza de 99,9%, com cantos arredondados e deverão ser isolados a ar.
Os barramentos deverão ser dimensionados de modo a apresentarem uma ótima condutividade, alto grau de isolamento para dificultar ao máximo a formação de arcos elétricos, além de resistir aos esforços eletrodinâmicos resultante de curto-circuito.
A instalação dos barramentos deverá ser na parte superior dos cubículos com as três fases em paralelo.
As ligações dos transformadores de corrente e de potencial deverão ser realizadas com barras isoladas, não podendo ser feitas com cabos com terminais tipo “plug-in”.
Deverá ser prevista uma barra de aterramento de cobre nu, ao longo de cada cubículo, com conector de terra em cada extremidade, próprio para cabo de #70mm2.
5.6 – Fiação
A fiação deverá ser feita com cabos de cobre flexível, de seções adequadas à corrente, porém com seção não inferior a 1,5mm2 para circuitos de comando e não inferior a 2,5mm2 para circuitos de corrente. Os cabos deverão ter isolamento em PVC – 750V – 70°C, na cor preta. Todos os condutores deverão ser identificados através de anilhas brancas com caracteres numéricos, indicando sempre o número do terminal do equipamento ou borne conector.
5.7 – Bornes e Terminais
Todas as conexões entre equipamentos serão feitas com conectores terminais de cobre estanhado com proteção de PVC do tipo a compressão.
Todos os cabos de comando ou força que se destinam a interligação com equipamentos externos ao painel, serão reagrupados em barras de bornes terminais devidamente numerados de forma seqüencial, sempre que possível com o mesmo número do cabo.
As interligações internas e externas dos TCs e TPs com os instrumentos deverão ser feitos com bornes específicos para esta finalidade, tipo blocos de aferição.
Os bornes conectores deverão ser de material termo-rígido, com características de alta resistência mecânica e alta rigidez dielétrica e propriedade anti-chama.
As réguas dos bornes deverão ser instaladas no compartimento de baixa tensão ou compartimento frontal do cubículo. Não será permitida conexão de dois fios por terminal do borne ou equipamento.
5.8 - Identificação de componentes e peças
Todos os dispositivos e equipamentos deverão, em complemento à identificação de fiação e réguas terminais, prever etiquetas internas, com a descrição da função do equipamento ou dispositivo (TAG's) e etiquetas externas em conformidade com os diagramas elétricos.
A identificação interna deverá ser duradoura, de fácil visibilidade. Para as informações de caráter funcional instalada externamente deverão ser previstas plaquetas de material incorrosível, preto, com gravação branca, fixadas por parafusos de cabeça redonda, de material incorrosível.
5.9 - Placa de identificação
Todas as cabines devem ser fornecidas com uma placa de identificação confeccionada em aço inox, fixada na parte frontal externa e contendo, no mínimo, as seguintes informações:
- Nome do fabricante; - Data de fabricação; - Tensão nominal; - Freqüência nominal;
- Corrente nominal de barramento;
- Capacidade de curto-circuito do barramento; - N.º da lista de documentação técnica
- Ref. Normativa NBR-6979
5.10 - Placas de advertências
Deverão ser fornecidas as placas de advertências nas posições, dimensões e quantidades definidas pela concessionária de energia elétrica, conforme desenho padrão.
5.11 - Equipamentos principais
a) Disjuntor de média tensão.
O disjuntor deverá ser tripolar com isolamento e interrupção a gás SF6, do tipo selado à vida, atendendo as especificações da norma IEC 62271-100, e deverá atender à expectativa de 10.000 operações elétricas à corrente nominal, sem manutenção nos pólos.
O disjuntor deverá ser para uso interno, montagem desconectável, fixo sobre chassis com rodas. Não será aceito disjuntor de execução total mente fixo.
O acionamento deverá ser por mola rearmáveis por motor e manualmente. O comando deverá ser local e a alavanca de carregamento das molas não deve sair do disjuntor.
- Características do Disjuntor:
- Tensão nominal 24kV
- Tensão de operação 23kV
- Corrente nominal a 40°C 630 A
- Tensão aplicada a freqüência Industrial 60Hz/1min. (TAFI) 50kV - Nível básico de Impulso 1,2/50microssegundos (NBI) 125kV
- Freqüência nominal 60Hz
- Tempo de abertura 50 à 70ms (+/- 3ms)
- Tempo de interrupção 65 à 85 ms (+/- 3ms)
- Tempo máximo de fechamento 60 à 90ms
- Corrente de interrupção simétrica a 15kV 20kA
- Corrente de estabelecimento 50kA
- Motorização conforme funcional
- Isolação dos pólos gás SF6
b) Seccionadora de Média Tensão
A seccionadora deverá ser tripolar com isolamento a gás SF6, tipo selado para a vida, a baixa pressão, atendendo as especificações da norma IEC 62271-102, devendo atender à expectativa de 1000 operações mecânicas ou 100 operações elétricas à corrente nominal.
A seccionadora deverá ser para uso interno, montagem fixa, com três posições (ligado/desligado/aterrado), sendo impossível passar diretamente à condição de seccionadora “fechada” para seccionadora “aterrado” e vice-versa.
Os comandos das seccionadoras deverão seguir o conceito de engraxados a toda vida, isto é, sem necessidade de manutenção e deverão ter a possibilidade de serem motorizados.
- Características da Seccionadora:
- Tensão nominal 24kV
- Tensão de operação 23kV
- Corrente nominal a 40°C 630 A
- Tensão aplicada a freqüência indusrial 60Hz/1min. (TAFI) 50kV - Nível básico de impulso 1,2/50micro-segundos (NBI) 125kV
- Freqüência nominal 60Hz
- Isolação gás SF6
c) Transformador de Potencial
Os transformadores de potencial deverão estar de acordo com a NBR 6855 ou IEC 60044-2. Os TPs devem ser do tipo seco encapsulado em resina epóxi, próprio para instalação interna e com as seguintes características elétricas:
- Classe de tensão 24kV
- Tensão primária nominal 20,5kV / 23,1kV
- Tensão secundária nominal 115V
- Tensão aplicada a freqüência industrial 60Hz/1min. (TAFU) 50kV - Nível básico de impulso 1,2/50micro-segundos (NBI) 125kV
- Freqüência nominal 60Hz
- Classe de exatidão 0,5%-50VA
- Potência térmica 500VA
- Grupo de ligação 1
d) Transformador de Corrente
Os transformadores de corrente deverão estar de acordo com a NBR 6855 ou IEC 60044-1.
Os TCs devem ser do tipo seco encapsulado em resina epóxi, próprio para instalação interna e com as seguintes características elétricas:
- Classe de tensão 24kV
- Tensão aplicada a freqüência industrial 60Hz/1min. (TAFI) 50kV - Nível básico de impulso 1,2/50micro-segundos (NBI) 125kV
- Freqüência nominal 60Hz
- Corrente primária nominal, conforme diagrama unifilar
- Fator térmico nominal 1,2In
- Corrente secundária nominal 5 A
- Classe de exatidão conforme o projeto
- Potência de exatidão conforme o projeto
e) Relés de proteção multifunção
Quando solicitado, nos Diagramas Unifilares, os relés de supervisão e proteção deverão ser do tipo microprocessado, com saída de comunicação serial RS 485, com protocolo de comunicação aberto do tipo Modbus, com registros e regulagens digitais, montado em caixa para instalação semi-embutida à prova de pó e conexões traseiras.
O relé deve permitir a realização de medição das grandezas elétricas indicadas nos diagramas unifilares.
A parametrização do relé poderá ser feita localmente, diretamente no frontal do relé ou através da saída RS 232, com um computador conectado ou remotamente pela saída serial RS 485, através do sistema de supervisão.
As características gerais do relé devem seguir às normas com relação ao ambiente de instalação e influência de corrosão causada por esse ambiente (IEC 60068-2)
O relé deve permitir a supervisão à distância, sinalização, auto-supervisão, contatos auxiliares NA/NF, indicação frontal dos trips das correntes I1,I2,I3 e I0, leitura das grandezas elétricas, número de aberturas, registro de distúrbios e pelo menos 4 saídas lógicas endereçáveis.
Características dos relés:
- Tensão auxiliar 115Vca
- Entrada de corrente 1 ou 5 A
- Freqüência nominal 60Hz
- Tipo microprocessado
f) Multimedidores Digitais
Quando solicitado nos diagramas unifilares multimedidores digitais, estes deverão ser do tipo microprocessado, com saída de comunicação serial RS 485 e protocolo aberto Modbus.
O display deverá ser do tipo LCD, podendo ser montado diretamente no medidor ou usado de forma portátil a até 9m de distância do medidor.
- Entrada de tensão 20-600Vca
- Entrada de corrente 0-10 A
- Alimentação auxiliar 90-600Vca ou 100 a 300Vcc
O medidor deverá possibilitar a medição em RMS:
- Correntes de fase, tensões entre fases e fase-neutro, potência ativa, potência reativa, potência aparente por fase e total, fator de potência por fase e total, freqüência, energia ativa, energia reativa e aparente trifásica total.
g) Pára-raios
Os pára-raios deverão ser de óxido de zinco para instalação interna com seguintes características elétricas:
- Tensão nominal 24kV
- Tensão de ruptura 20,5kV / 23,1kV
- Corrente nominal de descarga 10kA
5.12 – Diversos
a) Acessórios
- Olhais para suspensão;
- Chumbador de aço galvanizado completo, para fixação dos cubículos; b) Ferramentas Especiais
Quando necessário, deverão ser fornecidos com os equipamentos. c) Intertravamentos
Os sistemas de intertravamento das seccionadoras com o disjuntor, serão elétrico e mecânico (através de fechaduras kirk), devendo existir os dois tipos ao mesmo tempo.
5.13 – Identificação
a) Do conjunto
Cada seção vertical possuirá duas placas de acrílico aparafusadas, sendo uma na porta externa superior frontal e outra na parte traseira com as seguintes inscrições:
. Cubículo 1 "Entrada de Energia”
. Cubículo 2 "Medição da Concessionária"
. Cubículo 3 "Alimentação do Trafo Auxiliar"
. Cubículo 4 “Disjuntor Geral”
. Cubículo 5 “Transição”
. Cubículo 6 “Alimentação do Trafo de Força”
b) Dos compartimentos internos frontais e traseiros
Todos os compartimentos serão identificados, utilizando-se plaquetas de acrílico com fundo preto e letras brancas, de dimensões e inscrições apropriadas, aparafusadas, com as inscrições acima. c) Dos equipamentos
Todos os equipamentos serão identificados com etiquetas, conforme os diagramas funcionais. 6 - INSPEÇÃO E ENSAIOS
O fornecedor deverá notificar a SABESP, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, quanto a data da realização dos ensaios.
6.1 - Considerações gerais
Os equipamentos e materiais deverão ser submetidos a inspeção durante os ensaios e fabricação, pelo inspetor da SABESP, o qual deverá ter livre acesso aos laboratórios, às dependências de fabricação do equipamento, local de embalagem e etc., bem como a contratada, fornecer pessoal qualificado a prestar informações e executar ensaios.
Os seguintes componentes deverão ser submetidos a ensaios de rotina, na presença do Inspetor da SABESP:
- Disjuntor; - TP's; - TC's; - Pára-raios.
As despesas relativas ao material de laboratório e pessoal para execução dos ensaios correrão por conta da contratada.
Se no equipamento e material forem constatadas falhas durante os ensaios, não se eximirá a contratada da responsabilidade de fornecer o mesmo na data da entrega prometida.
Se a contratada não cumprir com a data de entrega, estará sujeita às penalidades aplicáveis no caso.
Em especial serão verificados os seguintes aspectos de fabricação e inspeção: - Processo de tratamento de chapa, preparação da superfície, pintura e acabamento; - Espessura de chapa;
- Dimensões externas do quadro (principalmente as dimensões de base);
- Localização dos dispositivos de fixação do quadro na base para efeito de fixação no piso. Verificar os materiais para fixação;
- Localização dos bornes terminais do quadro. Verificação da localização dos mesmos em relação aos furos de saída dos cabos;
- Bitola do barramento principal e das derivações, controle das polaridades e dos suportes. Deverão ser respeitadas as distâncias entre fase-fase e fase-terra de acordo com as normas NEMA;
- Verificação dos apertos de parafusos das partes condutoras;
- Características e polaridades dos transformadores de corrente e de potencial, bem como aterramento dos mesmos;
- Tipo e características dos relês de proteção;
- Verificação dos TC's. Relação, classe de precisão e compatibilidade com a carga e com os relês especificados;
- Equipamento e acessório instalados no quadro, características elétricas, localização, fabricante e dimensionamento;
- Controle da escala e das características dos instrumentos de medida;
- Inscrição das etiquetas de identificação interna e externa dos equipamentos; - Numeração dos bornes terminais.
- Perfil de aço, abaixo dos bornes terminais, para fixação dos cabos de saída dos quadros; - Verificação do sistema de aterramento.
- Todos os bornes terminais de saída dos interruptores e outros equipamentos, que não estejam diretamente ligados aos bornes terminais do painel, devem ser equipados com parafusos, porcas e arruelas, a fim de permitir a conexão dos cabos;
- Verificar que, uma vez separadas as caixas componentes do quadro para o transporte, seja previsto tudo quanto for necessário a fim de juntar no campo as diversas caixas, inclusive os fios de ligação.
- Controle de existência das interligações entre os bornes terminais do quadro, de acordo com o desenho "certificado" do fornecedor;
- Controlar os acessórios do quadro;
- Fechamento e abertura manual dos interruptores e dos equipamentos de manobra. Controle das saídas;
- Fechamento e abertura dos interruptores com comando elétrico por meio dos respectivos dispositivos de comando;
- Fechar manualmente o contato do "trip" dos relês de proteção e verificar o disparo do interruptor protegido;
- Ligação dos TC's e TP's, ligação dos instrumentos de medida e controle do funcionamento; - Intercambiabilidade dos equipamentos do mesmo tipo;
- Verificar a atuação e correspondência entre a tensão nominal da lâmpada e a tensão de alimentação;
- Com interruptores de saída fechados, controlar a presença da tensão nos bornes de saída dos quadros;
- Medir a relação de transformação dos TP's para medida e controle;
6.2 - Ensaios de Rotina:
Os ensaios de rotina são destinados a comprovar que a mão de obra e o material empregado sejam de primeira qualidade.
Serão efetuados os seguintes ensaios: - Inspeção visual;
- Tensão aplicada a seco durante um minuto à 60Hz; - Ensaios de operação mecânica;
- Verificação de continuidade dos circuitos; - Ensaio de isolamento dos circuitos; - Ensaio de polaridade;
- Ensaio de seqüência;
- Verificação da proteção: TC's x Relés.
A inspeção será feita para assegurar que a construção e a montagem dos quadros e dos componentes, estejam corretas.
Será feita uma comparação entre os desenhos aprovados e o quadro em inspeção.
As outras exigências dos ensaios de rotina, deverão ser realizadas segundo a norma ANSI C 37.20 a/h/c - 1974, pelo controle de qualidade do fabricante, na presença do inspetor da SABESP. 6.3 - Ensaios de Aceitação:
Os ensaios de aceitação são destinados a comprovar os resultados dos ensaios de rotina, efetuados pelo controle de qualidade do fabricante e verificar as condições gerais do equipamento, antes do embarque.
Os ensaios de aceitação deverão ser feitos na presença do inspetor. 6.4 – Ensaios de Tipo
Entre os ensaios de tipo mencionado e descrito na norma NBR-6979, serão solicitados os seguintes:
- ensaio de resistência ao arco interno de 25kA durante 1 segundo; - ensaios de isolamento dos barramentos;
- ensaio de verificação do grau de proteção de pessoal contra contatos; - corrente de curta duração no circuito principal e de aterramento; - ensaio de tensão suportável, a freqüência industrial a seco; - ensaio de elevação de temperatura;
- ensaio de graus de proteção;
- ensaio de verificação de operação mecânica.
Todos os ensaios de tipo poderão ser realizados em protótipo ou em partes, comprovados através de certificados.
6.5 - Relatório de Ensaios.
Todos os ensaios de fábrica devem ser presenciados pela SABESP. Deverão ser registrados todas as condições e resultados dos ensaios, durante sua execução. Esses registros devem ser apresentados em forma de relatório a ser assinado por todos os presentes no final do(s) ensaio(s). O responsável pelo ensaio e pelo relatório deve emiti-lo para aprovação formal da SABESP dentro de 48 horas da conclusão do ensaio, em 5 vias.
7 - DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA 7.1 - Para liberação de Fabricação
Após o aceite do pedido e antes do início da fabricação, a contratada deverá seguir os seguintes procedimentos:
- Obter aprovação, por escrito, da concessionária de energia elétrica. Os desenhos, documentos e número de vias a serem encaminhados para aprovação pela concessionária, serão os exigidos pela mesma, relativos ao escopo do fornecimento que identifiquem claramente as características construtivas, montagens, componentes, operacional, etc.
Enviar uma cópia a SABESP, para efeito de conhecimento.
- Após a aprovação da concessionária, encaminhar para aprovação e/ou restrições da SABESP, duas vias de desenhos aprovados pela concessionária, juntamente com o termo de aprovação e demais desenhos, conforme o item 4.1.
Nota: Mesmo após aprovação da concessionária, os desenhos deverão ser submetidos à aprovação da SABESP, conforme procedimentos estabelecidos, e antes do início da fabricação. 7.2 - Documentos para Aprovação
- Cronograma detalhado com todos eventos (fases) do fornecimento, inclusive acompanhamento de fabricação, inspeção, ensaios e apresentação dos documentos para aprovação, certificados e definitivos.
- Vistas frontal, lateral, cortes, arranjos físicos internos e externos dos painéis, mostrando a disposição dos equipamentos devidamente identificados. O desenho de arranjo físico externo deverá incluir a lista de funções dos elementos dispostos no frontal do painel.
7.3 - Documentos para Análise da Proposta Técnica
O proponente deverá colocar em todas as documentações o número da nossa RC (requisição de compra) e a descrição "LOCAL DESTINO".
Os documentos abaixo relacionados devem ser apresentados pelo proponente, para análise da proposta técnica:
a) Anexo A preenchido com os valores propostos, valores estes que deverão ser comprovados, à juízo da SABESP, por relatório de ensaios realizados pelo fabricante de cabine blindadas já construídas. A falta de dados do anexo A desclassificará o proponente;
b) Desenhos dimensionais;
c) Lista de componentes da cabine blindada.
7.4 - Documentos para Análise Técnica e Aprovação
A contratada deverá colocar em toda a documentação e em todas as folhas de desenhos, o número do nosso PC (pedido de compra), a descrição "LOCAL DESTINO" e o número de sua OF (ordem de fabricação).
Os desenhos deverão ter formatos padronizados pela SABESP.
As folhas de desenhos deverão ser furadas e encadernadas através de grampos encadernadores, sendo que a capa deve ter as seguintes informações:
- Número de nosso PC; - Número de sua OF;
7.4.1 - Desenhos para Aprovação
A contratada deverá fornecer 03 (três) jogos de cadernos dos seguintes documentos:
a) Cronograma detalhado com todos eventos (fases) do fornecimento, inclusive inspeção de materiais, tratamento das inspeções de fabricação, testes e apresentação dos documentos definitivos;
b) Vistas frontal, lateral, cortes, arranjos físicos internos e externos dos quadros, mostrando a disposição dos equipamentos devidamente identificados. O desenho de arranjo físico externo deverá incluir a lista de funções dos elementos dispostos no frontal do painel;
c) Especificação detalhada de todos os equipamentos que compõe os painéis;
d) Desenho de contorno, em três vista, com indicação das dimensões e massa dos quadros completamente montados e para transporte;
e) Diagramas trifilar (explicitadas as ligações de medição e proteção); f) Diagrama funcional;
g) Diagrama de fiação interna e conexão externa;
h) Detalhe típico de fixação e junção das barras de cobre; i) Desenho para chumbação da base;
j) Desenhos das réguas terminais para conexões; k) Desenhos das placas de identificação;
l) Relação de materiais com o código do fabricante, incluindo dados sobre as plaquetas (sigla, material, dimensões);
m) Catálogo e manuais de instalação, operação e manutenção dos quadros e acessórios;
A SABESP devolverá 01 (um) jogo de caderno de desenhos, assinalando na capa as seguintes anotações:
- Aprovado;
- Aprovado com restrições; - Não aprovado.
7.4.2 - Desenhos Certificados
A contratada, após receber o caderno aprovado deverá enviar:
- 01 (uma) cópia do arquivo em formato "*.DWG" para reprodução no AUTOCAD;
- 02 (dois) jogos de cópias heliográficas, assinalando em todas as folhas "Desenho Certificado"; - 04 (quatro) jogos de manuais de instruções para montagem, pré-operação, operação e manutenção;
- catálogo de todos os componentes e acessórios devidamente identificados, em 2 (duas) vias.
7.4.3 - Desenhos Certificados "As Built"
Durante a inspeção, se houverem modificações, a contratada deverá enviar:
- 01 (um) jogo de caderno de desenhos reproduzíveis assinalando em todas as folhas desenho certificado "As Built";
7.4.4 - Manual de Manuseio e Armazenamento
A contratada deverá anexar junto com a nota fiscal, 02 (duas) cópias de manuais de manuseio e armazenamento dos equipamentos.
8 - RECEBIMENTO FINAL DO EQUIPAMENTO
Após inspeção da SABESP e antes do embarque, o equipamento deverá ser submetido à inspeção da Concessionária, na fábrica.
A contratada deverá atender às recomendações da Concessionária, sem qualquer ônus à SABESP.
Dependendo das modificações efetuadas, por indicação da Concessionária, caberá ao inspetor da SABESP, decidir em realizar novamente todos ou alguns testes específicos.
As providências para coordenar a inspeção da SABESP e da Concessionária são de responsabilidade da contratada.
Junto com o equipamento deverão ser fornecidos os documentos definitivos, conforme item 5 , o que após, será dado o aceite final pela SABESP.
ANEXOS
Anexo A - Características detalhadas a serem fornecidas pelo proponente
ITEM DESCRIÇÃO UNIDADE SABESP Proponente
A1 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS DOS CUBÍCULOS
A1.1 Tensão nominal kV 23
A1.2 Classe de tensão kV 25
A1.3 Corrente nominal A * PF
A1.4 Corrente nominal de curta duração (ls) kA * PF
A1.5 Corrente nominal momentânea kA * PF
A1.6
Tensão suportável de impulso atmosférico (1,2/50) micro segundos da cabine completa com TC´s e muflas na posição de funcionamento e com o disjuntor:
A1.6.1 Fechado (fase-fase e fase-terra) kV * PF
A1.6.2 Aberto (entre contatos) kV *PF
A1.7
Tensão aplicada sob 60 Hz, durante um minuto da cabine completa com TC's e muflas na posição de funcionamento e com o disjuntor:
A1.7.1 Fechado (fase-fase e fase-terra) V * PF
A1.7.2 Aberto (entre contatos) V * PF
A1.8 Elevação de temperatura (referida à do ar ambiente
de 40 ºC):
A1.8.1 Barramento com juntas prateados °C * PF
A1.8.2 Outros componentes °C * PF
A2 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS DA CABINE
A2.1 Classe de proteção IP IP2XC
A2.2 Espessura da chapa mm
A2.3 Material empregado
A2.4 Peso total kgf
A2.5 Dimensões:
A2.5.1 Espaçamento entre fases mm
A2.5.2 Altura total mm
A2.5.3 Largura total mm
A2.5.4 Profundidade mm
A2.6 Tratamento da chapa e pintura
A2.6.1 Preparo da chapa
A2.6.2 Tratamento de fundo
A2.6.3 Acabamento externo
A2.6.4 Acabamento interno
ITEM DESCRIÇÃO UNIDADE SABESP Proponente
A3 TRANSFORMADOR DE CORRENTE
A3.1 Nome do fabricante * PF
A3.2 Tipo ou modelo * PF
A3.2.1 Tipo do enrolamento * PF
A3.3 Quantidade un * PF
A3.4 Freqüência nominal Hz 60
A3.5 Nível de isolamento nominal kV 15
A3.6 Nível de impulso kV 95
A3.7 Relações * PF
A3.8 Classes de exatidão e carga nominais - * PF
A3.9 Fator térmico nominal 1,2xIn
A3.10 Corrente térmica nominal * PF
A3.10.1 Valor (eficaz) A * PF
A3.10.2 Tempo s * PF
A3.11 Corrente momentânea nominal (pico) durante o 1º
meio ciclo A * PF
A3.12 Polaridade
A3.13
Elevação de temperatura máxima do enrolamento, medida pelo método da variação da resistência para o TC operando numa altitude de até metros, temperatura do ambiente dentro do cubículo de...°C, conduzido uma corrente primária igual nominal, multiplicada pelo fator térmico de ...,será de
* PF
A3.14 Resistência ôhmica do enrolamento secundário * PF
A3.15 Dimensões: A3.15.1 Altura mm A3.15.2 Largura mm A3.15.3 Comprimento mm A3.16 Peso kgf A4 TRANSFORMADOR DE POTENCIAL
A4.1 Nome do fabricante * PF
A4.2 Tipo * PF
A4.3 Quantidade un * PF
A4.4 Freqüência nominal Hz 60
A4.5 Nível de isolamento nominal kV 15
A4.6 Nível de impulso kV 125
A4.7 Tensão primária nominal V 23000
A4.8 Relação V/V * PF
A4.9 Exatidão % * PF
A4.10 Potência térmica nominal VA * PF
A4.11 Grupo de ligação * PF
ITEM DESCRIÇÃO UNIDADE SABESP Proponente A4.12.1 Altura A4.12.2 Largura A4.12.3 Comprimento mm A4.13 Peso kgf A5 PÁRA-RAIOS
A5.1 Nome do fabricante * PF
A5.2 Tipo * PF
A5.3 Tensão nominal da rede kV 23
A5.4 Tensão nominal do pára-raios kV 21
A5.5 Freqüência nominal Hz 60
A5.6 Tensão disruptiva de impulso Atmosférico cortada na
frente crista kV * PF
A5.7 Inclinação da frente da tensão de impulso
atmosférico cortada na frente kV * PF
A5.8 Tensão disruptiva de impulso normalizada 1,2 x 50
micros egundos crista kV * PF
A5.9 Corrente de descarga nominal 8 x 20 microsegundos
crista kV * PF
A5.10 Tensão residual a 5 kA, 8 x 20 microsegundos crista kA * PF
A5.11 Corrente de impulso elevado 8 x 20 microsegundos KA * PF
A5.12 Nível básico de impulso da porcelana 1,2 x 50
microsegundos kV * PF
A6 DISJUNTOR
A6.1 Nome do fabricante * PF
A6.2 Tipo * PF
A6.3 Tensão nominal kV 15
A6.4 Tensão máxima de operação kV 23
A6.5 Freqüência nominal Hz 60
A6.6 Nível básico de impulso 1,2 x 50 microsegundos
crista kV * PF
A6.7 Corrente nominal eficaz A * PF
A6.8 Potência de interrupção simétrica MVA * PF
A6.9 Corrente nominal de fechamento kA * PF
A6.10 Tempo nominal total de desligamento * PF
A6.11 Número mínimo de contatos auxiliares NA + NF un * PF
A6.12 Capacidade mínima de interrupção dos contatos
auxiliares sob 220 Vca A * PF
A7 CHAVES SECCIONADORAS
A7.1 Nome do fabricante * PF
A7.2 Tipo
A7.4 Nível básico de impulso 1,2 x 50 microsegundos
ITEM DESCRIÇÃO UNIDADE SABESP Proponente
A7.5 Corrente nominal A * PF A7.6 Número mínimo de contatos auxiliares NA + NF un * PF A7.7 Capacidade mínima de interrupção dos contatos
auxiliares sob 220 Vca A * PF
A8 FUSÍVEIS DE ALTA TENSÃO A8.1 Nome do fabricante * PF A8.2 Tipo * PF A8.3 Quantidade un * PF A8.4 Tensão nominal kV 15 A8.5 Corrente nominal A * PF A8.6 Corrente de interrupção nominal kA * PF A8.7 Limitador (sim ou não) SIM A9 TRANSFORMADOR AUXILIAR A9.1 Nome do fabricante * PF A9.2 Potência kVA * PF A9.3 Tipo de isolamento * PF A9.4 Tipo de núcleo magnético * PF A9.5 Tipo de enrolamento * PF A9.6 Freqüência nominal 60 A9.7
Tensão de curto-circuito em % da tensão nominal, referida a potência nominal, freqüência nominal, a 75°C
% * PF A9.8 Perdas em vazio, com tensão e freqüência nominal kW * PF A9.9 Rendimento com tensão e freqüência nominais e
com fator de potência 0,8 * PF A9.9.1 . carga 25% * PF A9.9.2 . carga 50% * PF A9.9.3 . carga 75% * PF A9.9.4 . carga 100% * PF A9.10 Dimensões * PF A9.10.1 Largura mm A9.10.2 Profundidade mm A9.10.3 Altura mm A9.11 Peso total kgf A10 ATERRAMENTO A10.1 Dimensões da barra de aterramento: * PF A10.1.1 Seção transversal mm² * PF A10.1.2 Comprimento aproximado mm * PF A10.2 Conectores de aterramento * PF A10.2.1 Nome do fabricante * PF A10.2.2 Tipo * PF
ITEM DESCRIÇÃO UNIDADE SABESP Proponente A10.2.3 No do catálogo * PF A10.2.4 Quantidade un * PF A11 FIAÇÃO A11.1 Condutores: * PF A11.2 Fabricante * PF A11.3 Tipo * PF A11.4 Seção nominal adotada * PF A11.5 - Circuito de comando e controle mm² * PF A11.6 - Circuitos de baixa corrente (TC's) mm² * PF A11.7 Isolação * PF A11.8 Cores: * PF A12 - Circuitos de TC's * PF A13 - Circuitos de aterramento * PF A14 Anilhas de identificação (sim ou não) SIM A15 Réguas terminais * PF A15.1 Nome do fabricante: * PF A15.2 Tipo * PF A15.3 Bitola máxima admissível do condutor conectável mm² * PF A16 OUTROS COMPONENTES A17 Resistores de aquecimento * PF A17.1 Quantidade un * PF A17.2 Tensão V 220 A17.3 Potência W * PF A18 Tomadas monofásicas * PF A18.1 Quantidade un * PF A18.2 Corrente nominal A * PF A18.3 Tensão nominal V * PF A19 Iluminação interna * PF A19.1 Tipo da lâmpada * PF A19.2 Potência W * PF A19.3 Quantidade un * PF A19.4 Documentação Apresentar listagem de desenhos e
catálogos
CUBÍCULOS BLINDADOS EM SF6 COM ISOLAMENTO MISTO
PARA SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA, CLASSE 24kV
Considerações finais:
1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados ao Departamento da TET;
2) Esta norma técnica agrega informações de diversas normas da ABNT;
3) Esta norma técnica seguiu as orientações dadas na SUBCOMISSÃO DE QUADROS ELÉTRICOS – SABESP;
4) Tomaram parte na elaboração desta Norma:
ÁREA UNIDADE DE
TRABALHO NOME
M MLLN ALAN DE OLIVEIRA
T TMOE ANDRÉ RAUL C. SANTOS
M MTOB ANTONIO GREGORIO PESSOA
T TET CARLOS ALBERTO MIRANDA DA SILVA
M MTOB CLAUDIO DOS SANTOS SILVA
M MOE DIOGO P. PAOLETTI
M MLLN ERIVALDO DA ROSA LIMA
T TMG FERNANDO FONSECA
T TMG HEIDI KONDO
M MNNM JOÃO ALEXANDRE X. MINGUSSI
R RGFF JOÃO BATISTA DE PADUA SILVA
R RBO JOÃO DEGUCHI
T TET JOÃO LUIS BERTAGNA
R RGFF JOSÉ CHOZEM KOCHI
T MECM JOSÉ ERONILDES PORTELLA
R RVE LIDIO MARTINS
R REQ LUIZ FERNANDO S. NETTO
T TET MARCELO DE SOUZA
M MCCM PEDRO PICCIARELLI
M MSSM PIERO MARCOS SACCARDO
M MASA RAFAEL MIRANDA
M MSEE ROBSON EMANUEL DA SILVA
M MASA VANDERLEI F. CASTILHO
Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Diretoria de Tecnologia e Planejamento - T
Assessoria para Desenvolvimento Tecnológico - TVV
Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900 São Paulo - SP - Brasil
Telefone: (0--11) 3388-8839 / FAX: (0--11) 3814-6323
- Palavras Chave: Automação, Eletricidade, Quadros Elétricos - 19 páginas