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Radiol Bras vol.41 número6

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Academic year: 2018

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Radiol Bras 2008 Nov/Dez;41(6):418 Objetivos: Verificar o índice de erros

geo-gráficos no planejamento radioterápico conven-cional de pacientes com carcinoma de colo uterino por meio da ressonância magnética; comparar os dados de estadiamento da FIGO pelos exames físico e de ressonância magné-tica e avaliar o estudo do raio-X contrastado de reto na previsão do erro geográfico.

Materiais e métodos: Oitenta pacientes com diagnóstico histológico de carcinoma es-pinocelular de colo uterino, com indicação de radioterapia, foram analisadas. Após o estadia-mento clínico (FIGO), foi realizada ressonância magnética da pelve e estas imagens foram comparadas aos campos clássicos de radiote-rapia, técnica de quatro campos em tijolo. Con-siderou-se erro geográfico quando o volume alvo não foi englobado pelos campos, com mar-Resumo de tese / Thesis abstract

Utilização da ressonância magnética para o planejamento radioterápico dos tumores de colo de útero. Autor: Pitagoras Baskara Justino. Orientadora: Heloisa de Andrade Carvalho. [Tese de Doutorado]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2007.

gens mínimas de 1 cm. Os dados de exame físico e de ressonância magnética foram com-parados.

Resultados: Entre as 80 pacientes anali-sadas, os limites clássicos dos campos não fo-ram adequados em 45 (56%) delas. Os limi-tes críticos foram as bordas anterior (1/3 ante-rior da sínfise púbica) ou posteante-rior (limite em S2-S3) dos campos laterais de irradiação. Evi-denciou-se grande discrepância entre o exame físico e a ressonância magnética no que se re-fere à análise de informações para o estadia-mento. Na maioria das vezes, o exame físico subestadiou as lesões, principalmente na de-tecção de doença vaginal e parametrial. Lesões com diâmetro ântero-posterior maior que 6 cm e volume acima de 100 cm³ apresentaram cor-relação estatisticamente significante com o erro

geográfico. O posicionamento da parede an-terior do reto fora do limite posan-terior dos cam-pos laterais, no raio-X contrastado, mostrou correlação estatisticamente significante com o erro geográfico.

Referências

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