• Nenhum resultado encontrado

Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.35 número3

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.35 número3"

Copied!
1
0
0

Texto

(1)

Avaliação da função gonadotrópica hipofisária

na síndrome dos ovários policísticos, após a

introdução dos critérios de Roterdã

Assessment of gonadotropic pituitary function in polycystic ovary

syndrome after the Rotterdam criteria

Avaliação de polimorfismos nos genes EGF e

EGFR e a susceptibilidade à pré-eclâmpsia severa

Assessment of polymorphisms in EGF and EGFR genes and

susceptibility to severe preeclampsia

AutorA: CristiAnne serAfimdA silvA feuser

orientAdor: Prof. dr. sebAstião freitAsde medeiros

AutorA: CArolinA bArbArA nogueirAde oliveirA

orientAdorA: ProfA. drA. luCiAnAde bArros duArte

Co-orientAdorA: PrisCilA fAlAgAn-lotsCh

Dissertação apresentada ao Departamento de Endocrinologia Ginecológica e Reprodução Humana Programa Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina Universidade Federal de Mato Grosso, em 5 de julho de 2012.

OBJETIVO: avaliar a função gonadotrópica em pacientes com síndrome dos ovários policísticos (SOP), após a introdução dos critérios

de Roterdã.

MÉTODOS: coorte incluindo 42 pacientes com SOP e 15 controles normais. FSH, LH, E2, P4, 17-OHP4, DHEAS, androstenediona, T,

SHBG, T4 livre, índice de androgênios livres (IAL), cortisol, TSH, PRL, e insulina foram mensurados. A resposta hipoisária após a injeção de GnRH foi avaliada pelo incremento do LH e FSH aos 60 min bem como pela área sob a curva.

RESULTADOS: os níveis basais de LH, PRL, DHEAS, T, A, IAL, e 17OHP4 foram maiores no grupo SOP (p<0,05), mas os níveis de

SHBG foram menores (p<0,05). Houve correlação negativa entre o IMC e LH basal nas pacientes com SOP. Nos controles, não houve inluência do IMC nos níveis basais de LH e FSH. Correlação negativa entre os níveis basais de insulina e de LH foi observada no grupo SOP. A área sob a curva do LH após a injeção de GnRH foi superior nas pacientes com SOP do que nos controles (p<0,05). Correlações positivas entre LH basal e P4 com ASC-LH foram encontradas apenas em pacientes com SOP. Não foi encontrada associação entre E2 ou andrógenos e ASC-LH em ambos os grupos (p>0,05). Não houve correlação entre a insulina e ASC-LH nas pacientes com SOP, mas esta correlação foi positiva nos controles. Houve uma correlação negativa entre o IMC e ASC-LH apenas nas pacientes com SOP.

CONCLUSÕES: os dados deste estudo comprovam haver hipersecreção de LH na SOP mesmo após a adoção dos critérios de Roterdã.

A magnitude da resposta do LH em mulheres com SOP tem correlação com a concentração basal do LH, e múltiplos fatores moduladores, incluindo progesterona, insulina e IMC.

Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, área de Concentração: Ciências Médicas, da Universidade Federal Fluminense em 13 de junho de 2012.

OBJETIVO: avaliar a associação entre polimorismos funcionais nos genes EGF (+61 G>A) e EGFR (-216 G>T e -191 C>A) e a

susceptibilidade à pré-eclâmpsia severa na população de gestantes do Estado do Rio de Janeiro. Como objetivos especíicos, além de analisarmos uma possível interação entre os polimorismos no desenvolvimento da pré-eclâmpsia severa, buscamos associar os polimorismos ao histórico familiar da doença.

MÉTODOS: o estudo caso-controle foi composto por dois grupos, pareados por etnia: um grupo caso composto por 98 mulheres com

pré-eclâmpsia severa e um grupo controle com 98 mulheres saudáveis. Os polimorismos EGF (+61 G>A) e EGFR (-216 G>T e -191 C>A) foram avaliados pela reação em cadeia da polimerase seguida por análise de polimorismos por tamanho de fragmentos de restrição (PCR-RFLP). As variáveis categóricas, frequências alélicas e genotípicas foram comparadas através do teste exato de Fisher, e o teste t de Student foi utilizado para comparação das variáveis contínuas em cada grupo, sendo o nível de signiicância ixado em 5% (p < 0,05).

RESULTADOS: os resultados demonstram que o alelo A do polimorismo -191 C>A do gene EGFR, signiicativamente mais frequente no

grupo caso (p=0,036), está associado com a susceptibilidade à pré-eclâmpsia severa. Não houve diferença estatisticamente signiicativa entre os genótipos e alelos dos polimorismos EGF +61 G>A (p=0,762 e p=1,000, respectivamente) e EGFR -216 G>T (p=0,682 e p=0,438, respectivamente) e a susceptibilidade à pré-eclâmpsia severa. Assim como também não foi encontrada associação entre a interação dos polimorismos, histórico familiar e o desenvolvimento da pré-eclâmpsia severa. Além desses resultados, também foram encontradas diferenças signiicativas ao avaliarmos as características demográicas e clínicas entre os grupos.

CONCLUSÃO: este é o primeiro estudo a avaliar associações entre pré-eclâmpsia severa e os polimorismos -216 G>T e -191C>A

do gene EGFR e o primeiro estudo na população brasileira a investigar a associação do polimorismo EGF +61 G>A e a doença. Com esses achados, podemos sugerir que o polimorismo, o -191C>A do gene EGFR possa desempenhar um papel importante na susceptibilidade à pré-eclâmpsia severa em mulheres do Estado do Rio de Janeiro.

Palavras-chave

Síndrome dos ovários policísticos

GnRH

LH

Função Hipoisária

Keywords

Polycystic ovary syndrome 

Gonadotropin-releasing hormone 

Luteinizing hormone 

Pituitary function

Palavras-chave

Pré-eclâmpsia

Polimorismos

EGF

EGFR

Keywords

Preeclampsia

Polymorphisms

EGF

EGFR

Resumo de Tese

Referências

Documentos relacionados

Multiple sections from 70 specimens of whole placental tissue were examined: 16 specimens were received from normal term pregnancies; 10 from irst trimester’s miscarriages; 26

In the management of pregnant woman with trauma, it must be considered as two patients, the adequate tre- atment of the mother will be the best treatment for the fetus, so the

PURPOSE: To establish reference values for the irst trimester uterine artery resistance index (UtA-RI) and pulsatility index (UtA-PI) in healthy singleton pregnant women

The working group recommends that women in the high-risk group who are planning to becoming pregnant take 4,000 mcg of folic acid daily, at least 30 days before and

Other studies have associated voiding dysfunction after anti-incontinence surgery with increased age, irritable bladder symptoms, pelvic organ prolapse, previous incontinence

objectives of this present population-based study were to evaluate a group of Brazilian women aged 50 years or more with respect to whether or not they were sexually active,

serial evaluation of placental thickness in second and third trimester could help to determine normal development and functional placenta and deserve as a good predictor of fetal

Among the newborns (NB) of the patients we found a signiicant difference between those who did not receive adequate care and those who did in terms of lower gestational age,