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Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

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(1)

3.1- Movimento em 1D

Física I

Prof. Roberto Claudino Ferreira

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Departamento de Estudos Básicos e

Instrumentais

(2)

Índice

1. Conceitos Fundamentais;

2. Velocidade;

3. Movimento Uniforme;

4. Movimento Uniformemente Variado;

5. Movimento Variado não uniforme;

6. Queda livre;

7. Movimento Relativo.

2 Prof. Roberto Claudino

(3)

3

OBJETIVO GERAL

Alcançar um entendimento sobre os conceitos e grandezas que envolvem os movimentos, assim como suas expressões, unidades de medida e aplicações.

Prof. Roberto Claudino

(4)

4

CINEMÁTICA

 A física se divide em vários ramos e a Cinemática é um deles;

 Conceito de Cinemática: Ciência que

estuda os movimentos sem se preocupar com suas causas e consequências.

 Cinemática escalar, (grandeza escalar);

 Cinemática vetorial, (grandeza vetorial);

Prof. Roberto Claudino

(5)

5

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

 Ponto Material e Corpo Extenso;

 Repouso, Movimento e referencial;

 Trajetória;

 Posição escalar, no SI (m);

 Deslocamento escalar (m) .

Prof. Roberto Claudino

1

2 x

x

x  

(6)

6

VELOCIDADE MÉDIA e VELOCIDADE ESCALAR MÉDIA

 Velocidade média , no SI (m/s);

 Velocidade escalar média , (m/s)

É uma forma diferente de se escrever a rapidez com que a partícula está se movendo.

Envolve a distância total percorrida independente do sentido.

Prof. Roberto Claudino 1 2

1 2

t t

x x

t vm x

 

 

x

t

0 m 0 s

10 m 20 m 30 m

2 s 4 s 6 s

V=5 m/s V=5 m/s V=5 m/s

Sméd  distânciat total

(7)

7

VELOCIDADE INSTANTÂNEA e

VELOCIDADE ESCALAR INSTANTÂNEA

Velocidade instantânea é obtida reduzindo o

intervalo de tempo ∆t até torná-lo próximo de zero;

 A velocidade escalar instantânea trata-se do módulo da velocidade instantânea sem levar em consideração o sentido do deslocamento da partícula.

Prof. Roberto Claudino

x t

0 m

0 s 2 s 3 s 4 s

V=5 m/s V=7 m/s V=8 m/s

dt dx t

v x

t

 

lim

0

(8)

Um automóvel viaja do ponto A até o ponto B a 36 km/h durante o primeiro minuto e de B até C a 72 km/h nos três minutos seguintes. Qual a sua velocidade escalar média durante os quatro minutos?

Se este automóvel retornasse ao ponto B levando 30 s para manobrar em C, desprezando os pequenos deslocamentos da manobra e sabendo que o percurso CB foi realizado em 2 minutos. Qual seria a sua velocidade média em CB? e qual a sua velocidade escalar média em todo percurso?

Prof. Roberto Claudino 8

1º Problema:

(9)

A posição de uma partícula que se move em um eixo x é dada por:

Com x em metros, t em segundos. Qual é a velocidade da partícula em t = 3,5s? A velocidade é constante ou está variando continuamente?

A posição de uma partícula que se move em um eixo x é dada por:

Com x em metros, t em segundos. Qual é a velocidade da partícula em a) t = 5 s e b) t = 8 s?

c) a velocidade é constante ou está variando continuamente?

Prof. Roberto Claudino 9

2º Problema:

³ 1 , 2 2

, 9 8

,

7 t t

x   

3º Problema:

t

x  5 , 3  4 , 2

(10)

10

MOVIMENTO UNIFORME

Prof. Roberto Claudino

x t

0 m 0 s

10 m 20 m 30 m

2 s 4 s 6 s

V=5 m/s V=5 m/s V=5 m/s

V = constante ≠ 0

A função da posição:

Demonstração Unidades de medidas

   

0 t

) (

o

o o

t t x

x

t

t x

x

t t v x

x

t v x

dt v

dx

vdt dx

dt V dx

o o

o o

) (

) (

s dt

m dx s

V m  

 

vt x

x

o

(11)

11

GRÁFICO DO MOVIMENTO UNIFORME

Prof. Roberto Claudino

 é do 1º grau,

sua declividade (v) é uma reta;

 Em (x,t):

 Se v > 0, movimento Progressivo;

 Se v < 0, movimento retrogrado;

 Em (v,t), função constante:

x

t v > 0

x

t v < 0 v

t

v > 0 v

t v < 0

vt x

x

o

(12)

Dois móveis A e B percorrem uma reta de acordo com os diagramas indicados ao lado. Qual a posição de encontro destes móveis?

Prof. Roberto Claudino 12

4º Problema:

(13)

13

Quando a velocidade de uma partícula varia diz-se que ela sofreu uma aceleração.

Já a aceleração instantânea trata-se do limite da aceleração média com Δt tendendo a zero.

Prof. Roberto Claudino

MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO

x t

0 m

0 s 2 s 3 s 4 s

V=8 m/s V=12 m/s V=16 m/s

x

t 0 s 1 s 2 s 4 s

V=24 m/s V=18 m/s V=12 m/s V=0 m/s

4

2

2 3

8 12

s m t

a v

 

 

6

2

0 1

24 18

s m t

a v  

 

 

A velocidade é variável e a aceleração é constante ≠ 0.

dt a dv

t a v

t

 

 

lim

0 Pode ser

Também:

²

² dt

x d dt

dx dt

d dt

a dv  

 

 

(14)

14

FUNÇÃO HORÁRIA DA POSIÇÃO E DA

VELOCIDADE PARA MOVIMENTO VARIADO

Prof. Roberto Claudino

A função da velocidade.

Demonstração:

   

0 t

) (

o

o o

t t v

v

t

t v

v

t t a v

v

t a v

dt a

dv

adt dv

dt a dv

o o

o o

at v

v

o

A função da posição.

Demonstração:

 

t

t

t

t o

x

x

o o o

o o

o

tdt a

dt v

dx

dt at v

dx

at dt v

dx

dt v dx

a v

v

) (

t

2

2 t t a

v x

x

o

o

   

 

0

) 2 (

2

2 2

2

 

 

 

o

o o

o o

t

t t

t o x

x

t

t a t

t t v x

x

a t t

v x

o o

o

(15)

15

INTEGRAÇÃO DO GRÁFICO EM ANÁLISE DO MOVIMENTO

Prof. Roberto Claudino

v

 t

t

t x

xo o

vdt dx

dt v dx

to t

t

tO

vdt x

x

0

Área

N

x

o

x  

a

to t1 t

t

to

adt dv

dt a dv

t

t

adt v

v

0 0

0

Área

N

v

v  

(16)

O gráfico a baixo representa o movimento de um móvel. Qual a variação da posição no intervalo de 0 a 12 segundos.

Prof. Roberto Claudino 16

5º Problema:

(17)

A posição de uma partícula que se move em um eixo x é dada por:

Com x em metros, t em segundos. (a) Como a posição x depende do tempo t, a partícula deve estar em movimento. Determine a função velocidade v(t) e a função aceleração a(t) da partícula. (b) Existe algum instante para o qual v=0?

Prof. Roberto Claudino 17

6º Problema:

² 27

4 t t

x   

(18)

18

EQUAÇÃO DE TORRICELLI

Prof. Roberto Claudino

Torricelli eliminou a variável tempo da equação das velocidades da seguinte maneira:

Sabemos que: , logo: , igualando as duas equações:

at v

v

o

x a v

v

2

o2

 2 

x

x v

v

o o

adx vdv

adx vdv

a dv v

dx

dt dt

dt a dv dt

vdx , 

a dt dv

v

dtdx , 

 

 

x a

v v

x x

v a v

x v a

o

o o

x x v

v

o o

 

 

 

2

² 2

² 2

²

2

2

(19)

19 Prof. Roberto Claudino

MOVIMENTO VARIADO NÃO UNIFORME

x t

0 m

0 s 2 s 3 s 4 s

V=8 m/s V=18 m/s V=32 m/s

 

vv

 

tt

t

t v

v

t

t v

v

o o

o o

o o

t v

tdt dv

adt dv

adt dv

dt a dv

0

0

²

2 4 4

A velocidade e a aceleração são variáveis.

No exemplo abaixo a partícula parte do repouso e aceleração varia segundo a função . a  4 t

² 2

0 0

: exemplo No

)

² ( 2

)

² ( 2

2 2

t v

t v

t t

v v

t t

v v

o o

o o

o o

s m v

s m a

s m v

s m a

s m v

s m a

/ 32

² / 16

: 4s t

Em

/ 18

² / 12

: 3s t

Em

/ 8

² / 8

: 2s t

Em

   

3

³ 2

3 ³ 2

² 2

0 0

x t

t x

dt t dx

vdt dx

dt v dx

t t x

x

t

t x

x

o o

o o

t

a  4

(20)

A aceleração de um corpo em movimento retilíneo é diretamente proporcional ao tempo e representada por a = kt, onde k é uma constante.

Para t = 0s, a velocidade do corpo é de -16 m/s.

Sabendo que a velocidade e a coordenada da posição são nulas no tempo de 4s. Determine (a) as equações da aceleração, velocidade e posição do corpo (b) a aceleração, velocidade e posição do corpo no tempo de 2s.

Prof. Roberto Claudino 20

7º Problema:

(21)

21

QUEDA LIVRE

Um objeto quando abandonado no vácuo nas proximidades da Terra descreve trajetória vertical e sua velocidade aumenta progressivamente sob a aceleração da gravidade g = 9,8 m/s².

No vácuo, objetos caem sempre da mesma forma,

independente de sua massa, tamanho e forma.

Na Terra não temos queda livre devido à resistência do ar, no entanto para pequenos deslocamentos podemos desprezar a resistência do ar.

Convencionando o sinal de (g) = (-g)

gt v

v

o

2 t ² t g

v y

y

o

o

y g v

v ² 

o2

 2  Descida: v = (-) e o |V| aumenta

Subida: v = (+) e o |V| diminui

Convencionando o sinal de (v):

(22)

Em um prédio em construção, uma chave de grifo chega ao solo com uma velocidade de 24 m/s. (a) de que altura um operário a deixou cair?

(b) Quanto tempo durou a queda? (c) Esboce os gráficos de y,v,e g em função de t para a chave de grifo.

Prof. Roberto Claudino 22

8º Problema:

(23)

23

MOVIMENTO RELATIVO

Prof. Roberto Claudino

 O movimento é um conceito relativo cuja descrição depende de um referencial específico escolhido pelo observador.

 Diferentes observadores usando sistemas referenciais diferentes obtém diferentes descrições de um mesmo movimento.

 O estudo do movimento relativo tem como

objetivo relacionar estes resultados distintos de

um mesmo movimento.

(24)

24

MOVIMENTO RELATIVO EM 1D

Prof. Roberto Claudino

vBA

PB PA

BA

BA PB

PA

BA PB

PA

BA PB

PA

BA PB

PA

a a

v

dt v v d

dt v d

dt d

dt a dv

v v

v

dt x x d

dt x d

dt d

dt v dx

x x

x

Constante Sendo

) (

) (

) (

) (

) (

) (

BA PB

PA

x x

x  

(25)

Na figura do slide anterior, Alexandre é o referencial A enquanto que Bárbara é o referencial B. A velocidade de Barbara em relação a Alexandre é constante, e que o carro P está se movendo no sentido negativo do

eixo x. (a) Se Alexandre mede uma velocidade para o carro P, qual é a velocidade medida por

Bárbara? (b) Se o carro P freia até parar em relação a Alexandre (e portanto, em relação ao solo) no instante t = 10 s, com uma aceleração constante, qual é a sua aceleração em relação a Alexandre?

(c) Qual é a aceleração do carro P em relação à Bárbara durante a frenagem?

9º Problema:

km/h

 52 v

BA

km/h

 78

PA

v v

PB

a

PA

a

PB

(26)

3.2- Movimento em 2D e 3D.

Física I

Prof. Roberto Claudino Ferreira

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Departamento de Estudos Básicos e

Instrumentais

(27)

27 Prof. Roberto Claudino

POSIÇÃO e DESLOCAMENTO em 2D e 3D.

O deslocamento vetorial :

r

k z j

y i

x

r   ˆ  ˆ  ˆ

Posição vetorial ou vetor posição .

r

   

     

      x i y j z k

r

k z

z j

y y

i x x

r

k z j

y i

x k

z j

y i

x r

r r

r

ˆ ˆ ˆ

ˆ ˆ ˆ

ˆ ˆ ˆ ˆ

ˆ ˆ

1 2

1 2

1 2

1 1

1 2

2 2

1 2

 

 

 

(28)

Um coelho atravessa um estacionamento, no qual, por alguma razão, um conjunto de eixos coordenadas foi desenhado. As coordenadas da posição do coelho, em metros, em função do tempo t, em segundos, são dadas por:

x = - 0,31t² + 7,2t + 28 y = 0,22t² - 9,1t + 30

(a) No instante t = 15s, qual é o vetor posição do coelho na notação de vetores unitários e na notação módulo-ângulo?

Prof. Roberto Claudino 28

10º Problema:

(29)

29 Prof. Roberto Claudino

VELOCIDADE MÉDIA e INSTANTÂNEA em 2D e 3D.

As componentes escalares ficam:

t v r

t

k z j

y i

v x

méd méd

 

 

 

 ˆ ˆ ˆ

Velocidade média: Velocidade Instantânea:

dt v dz

dt v dy

dt

v

x

dx ,

y

 ,

z

 

k v j

v i

v v

k vz j

y i

dt x v d

z y

x

ˆ ˆ ˆ

ˆ ˆ ˆ

(30)

Determine a velocidade vetorial do coelho do problema 10, no instante t = 15s.

x = - 0,31t² + 7,2t + 28 y = 0,22t² - 9,1t + 30

Lembre-se que: Um vetor é caracterizado por ter módulo, direção e sentido.

Prof. Roberto Claudino 30

11º Problema:

(31)

31 Prof. Roberto Claudino

ACELERAÇÃO MÉDIA e INSTANTÂNEA em 2D e 3D.

As componentes escalares ficam:

t a v

t v a v

méd méd

 

 

 

 

2 1

Aceleração média: Aceleração Instantânea:

dt a dv

dt a dv

dt

a

x

dv

x

,

y

y

,

z

z

 

dt k j dv

dt i dv

dt a dv

k v j

v i

dt v a d

y z x

z y

x

ˆ ˆ ˆ

ˆ ˆ ˆ

(32)

32

MOVIMENTO RELATIVO EM 2D

Prof. Roberto Claudino

BA PB

PA r r

r   

v

BA

r

BA

r

PB

r

PA

BA PB

PA v v

v   

PB

PA a

a  

(33)

Um avião se move para leste enquanto o piloto direciona o avião ligeiramente ao sul do leste, para compensar um vento constante que sopra para nordeste. O avião tem uma velocidade em relação ao vento, com uma velocidade do ar (velocidade escalar em relação ao vento) de 215 km/h e uma orientação que faz um ângulo θ ao sul do leste. O vento tem uma velocidade em relação ao solo, com uma velocidade escalar de 65,0 Km/h e uma orientação que faz um ângulo de 20º a leste do norte. Qual é o módulo da velocidade do avião em relação ao solo e qual é o valor de θ?

12º Problema:

v

AV

v

VS

v

AS

(34)

34

LANÇAMENTO HORIZONTAL

Prof. Roberto Claudino

 O movimento de um corpo lançado

horizontalmente, coincide com o movimento em queda livre;

O corpo apresenta duas velocidades: Uma na horizontal (vx) e a outra na vertical (vy).

A velocidade horizontal

não afeta a vertical.

(35)

O movimento de projéteis é composto de duas velocidade uma na horizontal ( ) e outra na vertical ( ).

Um projétil pode ser entendido como uma partícula que se move no plano vertical com velocidade inicial e com aceleração constante igual a aceleração de queda livre , dirigida para baixo. Onde: , onde:

35

MOVIMENTO DE PROJÉTEIS

Prof. Roberto Claudino

v

o

g

j v i

v

v

o

ox

ˆ 

oy

ˆ

o o

oy

o o

ox

sen v

v

v v

 cos

v

x

v

y

(36)

36

MOVIMENTO HORIZONTAL

Prof. Roberto Claudino

Na horizontal não existe aceleração, logo trata-se de um MU.

t v

x x

t v x

x

v v

o o

o

ox o

x ox

) cos

(

constante

O movimento na horizontal

coincide com um movimento em

queda livre, logo o movimento

horizontal não interfere no

movimento vertical.

(37)

37

MOVIMENTO VERTICAL

Prof. Roberto Claudino

Trata-se de um movimento em queda livre MUV.

Logo, nas expressões em queda livre, substituiremos: v oyv oseno

gt sen

v

v

y

o

 

o

2 t ² t g

sen v

y

y

o

o

 

o

 

v seng y

v

2 y

o

 

o 2

 2 

(38)

38

EQUAÇÃO DA TRAJETÓRIA

Prof. Roberto Claudino

Trata-se da equação para encontrar o caminho percorrido pelo projétil. Para encontrá-la, isola-se o tempo na equação do deslocamento horizontal e substitui-se na equação do deslocamento vertical, tomando

y MUV

tag x 2v

o

gx cos ² ²

y  

0

,

0 

o

o

x

y

Equação da trajetória

(39)

39

ALCANCE HORIZONTAL

Prof. Roberto Claudino



 



 

2 ² )

( 0

) (cos

² ) 2

(

) (

g t t

sen v

t v

R g t

t sen

v y

y

t Cos

v x

x

o o

o o

o o

o

o o

o

) ) (

( 2

) (

) 2 (

0

) 2 (

0 ) e (

o o

o o

o o

o o

o o

o o

Sen Cos v

v

R g

Cos v

R Sen g

v

t g t Sen

Cos v v

t R

 

 

 

 

  

0

,  

x

o

R y y

o

x

Elimina o tempo nas duas:

) )(

2

2

(

o o

o

Sen Cos

Rv  

) 2 (

2

o o

Sen g

Rv

Chamaremos:

É a distância máxima horizontal que o projétil

alcança até atingir sua altura inicial.

(40)

40

ALCANCE HORIZONTAL MÁXIMO

Prof. Roberto Claudino

g R

máx

v

o

2

1 2

o

sen

º 45 º

90

2 

o

  

o

Então o alcance máximo

Ocorre quando:

Portanto o ângulo de alcance máximo é 45º

) 2 (

2

o o

Sen g

Rv

(41)

Um mergulhador salta com uma velocidade horizontal de 2,00 m/s de uma plataforma que está 10,0 m acima da superfície da água. (a) A que distância horizontal da borda da plataforma está o mergulhador 0,8 s após o início do salto?

(b) A que distância vertical acima da superfície da água está o mergulhador nesse instante? (c) A que distância horizontal da borda da plataforma o mergulhador atinge a água?

13º Problema:

(42)

Um avião mergulhando com velocidade constante em um ângulo de 53º com a vertical, lança um projétil a uma altitude de 730 m. O projétil chega ao solo 5,0 s após o lançamento.

(a) Qual é a velocidade do avião? (b) Que distância o projétil percorre horizontalmente durante o percurso? Quais são as componentes?

(c) horizontal e (d) vertical da velocidade do projétil no momento em que chega ao solo?

Prof. Roberto Claudino 42

14º Problema:

(43)

Um projétil é lançado do solo para cima segundo um ângulo de 30º com a horizontal, com

velocidade de 80 m/s. Calcule:

a) O tempo que o corpo leva para atingir a altura máxima;

b) A altura máxima;

c) As coordenadas do projétil no instante 1s;

d) O tempo gasto para atingir o solo;

e) O alcance.

15º Problema:

Referências

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